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Profa. MSc. Sandra Moretto MATERIAL COMPLEMENTAR Química Analítica As pipetas são calibradas de modo a levar em conta o filme líquido que fica retido na sua parte interna. A grandeza desse filme líquido varia com o tempo de drenagem e, por essa razão, é preciso adotar um tempo de escoamento uniforme. As peras devem ser esvaziadas antes de serem introduzidas na pipeta. Não esvaziar a pera com ela voltada para o rosto, pois ela pode estar contaminada. Observar o lado certo para a introdução da pera na pipeta. Muito cuidado para não introduzir demais a pipeta na pera, pois, na retirada dela, é muito comum ocorrer acidentes. Erros associados a trabalhos com materiais volumétricos Manuseio de pipetas e peras Em caso de transferências quantitativas de volumes, limpar com papel absorvente o lado externo da pipeta. Pipetas não podem ser secadas em estufas. Lavar, purgar com etanol ou acetona, e deixar secar em temperatura ambiente. No caso das pipetas automáticas, observar o intervalo de volume permitido, pois elas são muito sensíveis e podem ser descalibradas. Manuseio de pipetas e peras As peras devem, apenas, sugar o líquido. O líquido deve ser escoado sem o auxílio da pera e, ao final do escoamento, esperar 5 segundos. Algumas pipetas trazem o tempo de escoamento, nesse caso respeitar o que vem determinado. A vidraria classe A deve ser calibrada por um laboratório pertencente à RBC, de acordo com o planejamento do laboratório. Manuseio de pipetas e peras Erro de paralaxe. Contaminação. Tempo de espera de escoamento. Correção do volume em função da temperatura de uso. Erros associados ao uso de pipetas Aquele que é considerado o maior erro na utilização de vidraria volumétrica e/ou graduada é o erro de paralaxe, que depende do diâmetro do menisco e da posição do operador, relativamente à escala do instrumento graduado. Erro de paralaxe Fonte: livro-texto INSTRUMENTO Tolerância da classe A Erro na posição do menisco (% da tolerância) 0,1 mm 0,5 mm 1 mm 2 mm Pipeta volumétrica 0,03 mL 7% 33% 67% 130% Bureta de 10 mL, divisão 0,02 mL 0,02 mL 10% 50% 100% 196% Balão volumétrico de 20 mL 0,04 mL 20% 98% 195% 393% Bureta de 25 mL, divisão 0,1 mL 0,05 mL 16% 78% 156% 314% Balão volumétrico de 500 mL 0,25 mL 12% 63% 126% 251% Balão volumétrico de 2000 mL 0,6 mL 12% 59% 118% 236% Fonte: livro-texto. Posição 1 Posição 2 Posição 3 Certo Errado Errado Outro grande inimigo da exatidão, quando se utiliza vidraria volumétrica e/ou graduada, é a contaminação, em particular por gorduras. Na verdade, essas substâncias alteram a forma do menisco (conforme a seguir), dando erros de leitura importantes. Por outro lado, nos instrumentos graduados a escoar, como é o caso das buretas, os líquidos a medir deixam de aderir às paredes numa camada uniforme e, ao invés disso, aglutinam-se, formando as bolhas. Os desvios causados pela contaminação das buretas (p.e. com o próprio lubrificante das torneiras esmeriladas quando usado em excesso) são, muitas vezes, da ordem dos 50% da tolerância especificada para o instrumento. Contaminação Igualmente frequente, outro erro de manipulação consiste em utilizar pipetas ou buretas com tempo de espera (p.e. da classe AS segundo DIN) e sem que tenha sido observado o tempo de espera de 5 segundos para as pipetas e de 30 segundos para as buretas. Erro associado ao tempo de espera Segue, a seguir, fórmula para a correção quando a temperatura de uso for diferente de 20 ºC, dados tirados das normas ISO 4787 e ASTM E 542. VT=V20[1+α(T-20)] Em que: VT = valor corrigido à temperatura desejada; V20 = valor da vidraria a 20 ºC; a = coeficiente de expansão cúbica do vidro (0,00001); T = temperatura a qual se deseja utilizar a vidraria; 20 = temperatura a qual foi calibrada a vidraria. Correção de volume Quando estamos preparando uma solução padrão, toda e qualquer perda de soluto acarretará em erros na análise. Por isso, devemos ter o máximo de cuidado para não ocorrer perdas de massa nos processos de transferências de um frasco para o outro. Caso seja necessário, insira um funil no balão volumétrico. Use um bastão de vidro para direcionar o fluxo do líquido do béquer para o funil. Erros associados à preparação de soluções e amostras Retire a última gota de líquido do béquer com a ajuda do bastão de vidro. Enxágue tanto o bastão como o interior do béquer com o solvente e transfira a “água de enxágue” para o balão volumétrico. Repita esse processo de enxágue, pelo menos, duas vezes mais. Transferência quantitativa de líquido para um balão volumétrico Dentre todas as operações analíticas, a etapa de pré-tratamento das amostras é a mais crítica. Nessas etapas: Cometem-se mais erros; Consome-se mais tempo (70 a 95%); Maior custo. Preparação de amostras Dissolução incompleta do analito. O reagente deve dissolver, completamente, a amostra e não somente o analito. Introdução do analito como um contaminante do solvente. Perdas do analito por volatilização. Vários elementos formam cloretos voláteis que são parcialmente ou completamente perdidos a partir de soluções de HCl. Introdução de contaminante a partir da reação do solvente com as paredes dos frascos. Essa fonte de erro é normalmente encontrada nas decomposições envolvendo fusões a temperaturas elevadas. Fontes de erros na decomposição e na dissolução INTERVALO Sais: Nitrato de prata: AgNO3 Cloreto de amônio: NH4Cl Clorato de sódio: NaClO3 Cromato de amônio: (NH4)2CrO4 Sulfato de ferro III: Fe2(SO4)3 Nitrato de chumbo II: Pb(NO3)2 Cloreto de cálcio: CaCl2 Exercício sobre a dissociação de sais Monovalentes (-1) Bivalentes (-2) Cl- Cloreto S-2 Sulfeto Br- Brometo SO3 -2 Sulfito I- Iodeto SO4 -2 Sulfato F- Fluoreto S2O7 -2 Pirossulfato ClO- Hipoclorito HPO3 -2 Fosfito ClO2 - Clorito SiO3 -2 Metassilicato ClO3 - Clorato CrO4 -2 Cromato ClO4 - Perclorato Cr2O7 -2 Dicromato BrO- Hipobromito O-2 Óxido BrO2 - Bromito O2 -2 Peróxido BrO3 - Bromato [Zn(OH)4] -2 Tetraidroxizincato IO- Hipoiodito [PtCl6] -2 Hexacloroplatinato IO3 - Iodato HPO4 -2 Hidrogenofosfato ou fosfato ácido IO4 - Periodato C2O4 -2 Oxalato NO2 - Nitrito S-2 Sulfeto NO3 - Nitrato SO3 -2 Sulfito Fonte: Adaptado de: livro-texto. Avaliar quais dos sais a seguir são solúveis em água. a) Nitrato de prata: AgNO3 b) Cloreto de amônio: NH4Cl c) Clorato de sódio: NaClO3 d) Cromato de amônio: (NH4)2CrO4 e) Sulfato de ferro III: Fe2(SO4)3 f) Nitrato de chumbo II: Pb(NO3)2 g) Cloreto de cálcio: CaCl2 Exercício sobre a solubilidade de sais Ânions Regra Exceções Permanganatos, nitritos e nitratos, e cloratos Solúveis Não há Sais de alcalinos e amônio Solúveis Carbonato de lítio Percloratos Solúveis Potássio e mercúrio I Acetatos Solúveis Prata Tiocianatos e tiossulfatos Solúveis Prata, chumbo e mercúrio Fluoretos Solúveis Magnésio, cálcio e estrôncio Cloretos, brometos iodetos Solúveis Prata, chumbo e mercúrio I Sulfatos Solúveis Prata, chumbo, bário e estrôncio Óxido metálico e hidróxidos Insolúveis Alcalinos, amônio, cálcio, bário e estrôncio Boratos, cianetos, oxalatos, carbonatos, ferrocianetos, ferricianetos, silicatos, arsenitos, arseniatos, fosfitos, fosfatos, sulfitos e sulfetos Insolúveis Alcalinos e amônio Fonte: livro-texto. Haverá a formação de precipitado de AgCl quando 200 mL de AgNO3 e 900 mL de KCl 1,0 x 10-6 M forem misturados? AgNO3 + KCl = AgCl + KNO3 Q= [Ag+].[Cl-], logo é necessário determinar as concentrações de Ag+ e Cl-, nessas condições. VTotal= 900 + 200 = 1100 mL que equivale a 1,1 L AgNO3(s) = Ag ⁺ (aq) + NO3 ⁻ (aq). Então, temos nAg+ = nNO3- MAgNO3 = 1,0 x 10 -4 M , então, 1,0.10-4 = nAgNO3 = 0,2 x 1,0.10 -4 nAgNO3 = 0,2.10 -4 mol MAg+ = MAg+ = 1,8.10-5 logo.[Ag+] = [NO3 -] = 1,8 x 10-5 mol/L Exercício sobre o cálculo de Q 𝑛 𝑉(𝑙) 𝑛𝐴𝑔𝑁𝑂3 0,2 0,2.10 − 4 1,1 𝑚𝑜𝑙 𝐿 900 mL dividido por 1000 equivale a 0,9 L MKCl =1,0 x 10 -6 M M = , então 1,0.10-6 = nKCl = 1,0.10 -6.0,9 nKCl = 9,0.10 -7 mol MCl- = MCl- = 8,1.10 -7 mol/L. logo [K+] = [Cl-] = 8,1 x 10-7 mol/L Calculando o Q: Q = 1,8.10-5 x 8,1.10-7 Q = 1,46 x 10-11 Como o valor de Q é menor que o valor de KPs AgCl = 1,6.10 -10 não haverá a formação de precipitado de AgCl. Continuação 𝑛 𝑉(𝑙) 𝑛𝐾𝐶𝑙 0,9 9,0.10 − 7 1,1 INTERVALO Uma amostra de 0,9344 g de soda cáustica comercial (Na(OH) necessitou de 17,95 mL de uma solução de HCl 0,1522 mol L-1 para ser neutralizada. Qual a porcentagem de Na(OH) na amostra? MM NaOH = 40 g/mol n mols HCl = n mols NaOH n HCl = M x V a) 0,1522.0,01795 = n mas n = m MM NaOH b) 0,1522 x 0,01795 = m c) m NaOH = 40 x 0,1522 x 0,01795 40 m NaOH = 0,1093 g d) Cálculo do teor 0,9344....... 100% 0,1093 ...... x x = 11,7% Exercício sobre a volumetria de neutralização 1. Um analista, ao padronizar uma solução de NaOH 0,100 mol/L, para efetuar uma determinada análise de um medicamento, encontrou os seguintes dados. A partir destes dados: MM BFK = 204,2 g/mol m BKF V NaOH(ml) 1. 0,5041 g 25,10 2. 0,5012 g 25,80 3. 0,5015 g 24,80 Determinar o Fc dessa solução. Exercício sobre o cálculo do fator de correção M1 = 0,5041 204,2 x 0,002510 = 0,098 mol/l M2 = 0,5012 204,2 x 0,002580 = 0,095 mol/l M3 = 0,5015 204,2 x 0,002480 = 0,099 mol/l Médiareal= 0,097 mol/l Mreal = m MM BFK x 𝑉𝑁𝑎𝑂𝐻 Fc = M real M𝑇𝑒𝑜 = 0,097 0,1 = 0,97 Uma amostra bruta de sal de massa igual a 0,5050 g foi dissolvida em água e titulada com solução de nitrato de prata 0,100 mol L-1. Calcule o teor de NaCl em % m/m, sabendo-se que 42,2 mL de solução titulante foram gastos. O volume do branco gasto foi de 0,2 mL e o fator de correção do nitrato de prata é de 0,909. Dado = MMNaCl = 58,5 gmol-1. nAgNO3=nNaCl Vag+ = 42,2 - 0,2 = 42 mL/1000 = 0,042 L Exercício sobre a volumetria de precipitação – Mohr M.V = 𝒎 𝑀𝑀. 0,100. 0,042 = m 58,5 m = 0,100 x 0,042 x 58,5 m = 0,2457 g 0,5050.......100% 0,2457........x x = 48,6% Uma amostra de 0,8165 g contendo brometo é analisada pelo método de Volhard. A amostra é dissolvida em água e 50,0 mL de solução de AgNO3 0,1214 mol/L são adicionados para a precipitação de AgBr. O excesso de Ag+ é, então, titulado com solução padrão de KSCN 0,1019 mol/L, gastando-se 11,76 mL. Calcule a porcentagem de brometo na amostra. M1V1= n KSCN 11,76 x 0,1019 = 0,1214 x V V = 9,87 L V = 50 – 9,87 = 40,13 mL reagiu com a amostra Mag+ = m MM.Vag+ 0,1214 = m 80 x 0,04013 m = 0,1214 x 80 x 0,04013 = 0,3897 g Exercício sobre a volumetria de precipitação – Volhard 0,8165 --- 100% 0,3897 ----- x x = 47,7% INTERVALO 1. Um técnico de laboratório executou uma análise de ferro em uma água natural utilizando dois métodos analíticos diferentes, em triplicata, e obteve os seguintes resultados: Método A: 2,5 ppm; 2,4 ppm e 2,6 ppm; Método B: 3,0 ppm; 2,0 ppm e 2,5 ppm. Sabendo-se que o valor verdadeiro para a concentração de ferro na amostra é igual a 2,5 ppm, o que se pode esperar da precisão e da exatidão desses dois métodos? Exatidão: E A = X - Xv Exercícios sobre a precisão e a exatidão Método A: 2,5 ppm; 2,4 ppm e 2,6 ppm. Método B: 3,0 ppm; 2,0 ppm e 2,5 ppm. XA = 2,5 + 2,4 + 2,6 = 2,5 ppm. s = 0,1 ppm 3 XB = 3,0 + 2,0 + 2,5 = 2,5 ppm. s = 0,5 ppm 3 O método A é mais preciso do que o método B e apresenta a mesma exatidão do método B. Resolução Resolução: B Exatidão: E A = 𝑋𝐴 - Xv E A = 2,5 -2,5 = 0 EB =𝑋𝐵 - Xv EB = 2,5 -2,5 =0 Precisão: A = 0,1 ppm B = 0,5 ppm = menos preciso Um analista obteve os resultados para o teor alcoólico em uma amostra de sangue, %C2H5O = 0,084; 0,089 e 0,079 por uma nova metodologia. Sabendo-se que o valor de referência para o teor de álcool era de 0,086%, o que se pode dizer a respeito do método usado para determinar o teor do álcool no sangue para 95% de nível de confiança? Exercício sobre o teste t para a exatidão GL 80% 90% 95% 99% 99,9% 1 3,08 6,31 12,7 63,7 637 2 1,89 2,92 4,30 9,92 31,6 3 1,64 2,35 3,18 5,84 12,9 4 1,53 2,13 2,78 4,60 8,61 5 1,48 2,02 2,57 4,03 6,87 6 1,44 1,94 2,45 3,71 5,96 7 1,42 1,90 2,36 3,50 5,41 8 1,40 1,86 2,31 3,36 5,04 20 1,725 2.086 tcalculado = 0,084 − 0,086 3 0,005 tcalculado = 0,002 1,73 0,005 𝒕 𝒄𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒂𝒅𝒐 = 𝟎, 𝟎𝟔𝟗 t tabelado= 4,30 𝑡𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 = ( ത𝑋 − 𝑋𝑣) 𝑛 𝑠 Fonte: livro-texto. Uma análise de teor de um bactericida por um método, resultou nos seguintes valores: % = 76,51; 77,01; 76,98; 76,99; 75,01 e 74,01. Sabendo-se que o material empregado como referência apresenta teor igual a 77,0%, calcule o IC com 95% de confiança para avaliar a exatidão da metodologia empregada. Exercício sobre o intervalo de confiança GL 80% 90% 95% 99% 99,9% 1 3,08 6,31 12,7 63,7 637 2 1,89 2,92 4,30 9,92 31,6 3 1,64 2,35 3,18 5,84 12,9 4 1,53 2,13 2,78 4,60 8,61 5 1,48 2,02 2,57 4,03 6,87 6 1,44 1,94 2,45 3,71 5,96 7 1,42 1,90 2,36 3,50 5,41 8 1,40 1,86 2,31 3,36 5,04 20 1,725 2.086 2,45 Fonte: livro-texto. 𝐼𝐶 = ഥ𝑋 ± 𝑡 𝑠 𝑛 𝐼𝐶 = 76,09 ± 2,57 1,27 6 𝐼𝐶 = 76,09 ± 1,33 IC = 74,76 a 77,42% O valor verdadeiro de cloro num dado material é de 33,30% m/v, mas o resultado encontrado por um analista foi de 32,90%. Calcular o erro absoluto e o erro relativo do resultado: Erro absoluto = E A = X - Xv = 32,90 - 33,30 = -0,40% m/v Erro relativo = EAx100 = -0,40 x 100 = -1,2% Xv 33,30 Exercício sobre o cálculo do erro 1. Dois laboratórios analisaram o teor de Pb por dois métodos. O laboratório A realizou 11 determinações obtendo um s = 0,210. O laboratório B realizou 13 determinações, obtendo um s = 0,641. Existe diferença significativa para um nível de confiança de 95% na precisão dos métodos? F = (0,641)2 = 0.4108881 = 9,317 (0,210)2 0,0441 Fcal > Ftabelado, logo, existe uma diferença significativa Exercício sobre o teste F Graus de liberdade (denominador) Graus de liberdade (numerador) 3 4 5 6 12 15 3 9,28 9,12 9,01 8,94 8,74 8,70 4 6,59 6,39 6,26 6,16 5,91 5,86 5 5,41 5,19 5,05 4,95 4,68 4,62 6 4,76 4,53 4,39 4,28 4,00 3,94 10 2,79 12 3,49 3,26 3,11 3,00 2,69 3,51 Fonte: livro-texto. 2. O valor aceito para o teor de sulfato de uma amostra padrão obtida de uma análise prévia é de 54,20%. Essa análise foi executada 6 vezes e forneceu um s = 0,15%. Cinco análises da mesma amostra foram feitas por um novo procedimento instrumental obtendo um desvio-padrão de s = 0,12. Esse novo método está produzindo resultados consistentes com o valor aceito? F calculado = (0,15)2 = 0,0225 = 1,56 (0,12)2. 0,0144 F tabelado = 6,26; logo, não há diferença entre os métodos. Teste F Graus de liberdade (denominador) Graus de liberdade (numerador) 3 4 5 6 12 15 3 9,28 9,12 9,01 8,94 8,74 8,70 4 6,59 6,39 6,26 6,16 5,91 5,86 5 5,41 5,19 5,05 4,95 4,68 4,62 6 4,76 4,53 4,39 4,28 4,00 3,94 10 2,79 12 3,49 3,26 3,11 3,00 2,69 3,51 Fonte: livro-texto. ATÉ A PRÓXIMA!