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Universidade Cidade de São Paulo- Alexandra Isidio Ciclo de Krebs Produção de Acetil-CoA feita pela descarboxilação oxidativa do piruvato, catalisada pelo complexo da piruvato desidrogenase (PDHC) R: piruvato se transformando em acetil- CoA, que se liga ao oxalacetato e formar várias reações até voltar a ser oxalacetato (OAA) Enz: piruvato desidrogenase (PDHC) Reação: Um pedaço do piruvato vai sair (Co2) e no lugar vai entrar a CO enzima A (CoA), formando Acetil-CoA Saldo: 2 Co2 2 NADH Condensação do OAA com a acetil- CoA, formando citrato. A reação é catalisada pelo citrato sintase (Atrato sintase) R: Tem-se acetil-CoA e o oxalacetato, os dois carbonos do acetil, com os 4 carbonos do oxalacetato vão se unir. Essa união vai formar uma molécula com 6 carbonos, o citrato e a coenzima A vai sair da reação. Enz: citrato sintase Resumo: Isomerização do citrato para formar isocitrato. Reação catalisada pela aconitase R: Do citrato até chegar a isocitrato, forma-se o intermediário aconitato. Este processo é feio pela enzima aconitase. Para que o citrato chegue no isocitrato, é preciso mudar a hidroxila do citrato de posição que vai juntar com o hidrogênio do citrato, saindo uma molécula de água e formando o aconitato Enz: aconitase Reação 1 Produção de acetilCoa Acoplamento: A saída do Co2 fornece energia para a entrada da coenzima A. Além disso, essa reação libera elétrons para o NAD+ que se reduz a NADH Reação 2 Formação do citrato Reação 3 Formação do isocitrato Universidade Cidade de São Paulo- Alexandra Isidio Descarboxilação oxidativa do isocitrato, formando o α – cetoglutarato. Reação catalisada pela isocitrase desidrogenase R:pega-se o isocitrato e o transforma em α - cetoglutarato. Essa reação é catalisada pela isocitrase desidrogenase Enz: isocitrase desidrogenase Os dois hidrogênios vão passar para o NAD+ para formar NADH – a retirada dos hidrogênios causa a formação de uma importante carbonila Mais um CO2 é liberado Descarboxilação oxidativa do α - cetoglutarato, catalisada pela enzima α -cetoglutarato desidrogenase, formando succinil-CoA R:Forma-se succinil-CoA a partir do α -cetoglutarato. Sai um Co2 e a sua saída torna possível a entrada da Coenzima A. Ainda nesta reação, terá um NAD+ formando NADH Enz: α -cetoglutarato desidrogenase Clivagem da succinil-CoA feita pela succinil-CoA sintetase, formando succinato R: Formação do succinil pelo succinato. A coenzima A, que acabou de entrar vai sair com a ajuda da carbonila Pega-se um GDP e acrescenta-se um Pi, formando GTP. Depois, é liberado um fosfato para o ADP que vai se transformar em ATP e o GTP volta a ser GDP Enz: succinil-CoA sintetase – há tipos desta enzima. Uma produz ATP diretamente e a outra primeiro produz GTP para depois ATP RESUMO: Oxidação do succinato feita pela succinato desidrogenase formando fumarato R: O succinato possui 2CH2 que ao se transformar em fumarato vai se tornar 2CH. Reação 4 Formação do α- cetoglutarato Reação 5 Formação da succinil-CoA Reação 6 Formação do succinato Reação 7 Formação do fumarato Universidade Cidade de São Paulo- Alexandra Isidio Os dois hidrogênios que saíram da reação foram passados para um FAD que se tornará FADH2 Enz: Succinato desidrogenase Hidratação do fumarato, catalisado pela fumarase, formando malato R: Fumarato vai originar malato a partir da fumarase. Para que isso ocorra, há a entrada de uma molécula de água Enz: fumarase Oxidação do malato, feita pelo malato-desidrogenase formando oxalacetato R: pega-se o malato e transforma em oxalacetato. Os dois hidrogênios do malato são transferidos para o NAD+ que vira NADH Enz: malato-desidrogenase O ciclo é regulado em 3 reações enzimáticas Citrato-sintase Enzima regulada por ADP – regulador positivo Regulada também por ATP e NADH reduzido – regulador negativo Cetoglutarato- desidrogenase Inibida por alto ATP e NADH Isocitrato desidrogenase Ativada por ADP e inibida por ATP e NADH Saldo: 4 Co2 6 NADH 2FADH2 2 ATPS Processo Reação 8 Formação do Malato Reação 9 Restauração do oxalacetato Reação 9 Restauração do oxalacetato Regulação