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DIREITO TRIBUTÁRIO
P1 = 16/04/2025
P2 = 11/06/2025
Regina Helena Costa – Direito Tributário. (indicação de livro).
· Tributo é essencial para a manutenção das atividades públicas. 
Tem que ser relativo ao que aquela pessoa ganha/condições. 
- Estado tem o dever de garantir: saúde, educação...
- Precisa-se de uma ciência que de equilíbrio = SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. 
- Sistema: conjunto de elementos harmônico, norma: juízo de abstração (diversos tipos de regras).
· Normas: CF “Segurança jurídica”, 
- Delega as “leis complementares: traz as regras” exemplo: IPTU, pode-se fazer cada município um valor de tributo, 
- Em regra se cria por “lei ordinária” o tributo, por um estrito caminho.
 Exemplo: legislador ordinário, não pode ser ordinário.
- Esses tributos devem ser disciplinados por meio de um decreto.
- Portaria.
- Instrução normativa: orientação para a fiscalização.
- Ordem de serviço: interna dos órgãos, exemplo: a receita federal baixa uma ordem de serviço para dizer sobre o atendimento será das 7 às 17hrs.
Tributação: 
Procedimento administrativo > Vinculados (obrigatório), existe três pilares, que funcionam em conjunto.
1. INSTITUIÇÃO: precisa-se que alguém crie, por meio de lei, “competência tributária”
2. ARRECADAÇÃO: Levar dinheiro aos cofres públicos. 
3. FISCALIZAÇÃO: forma de assegurar a arrecadação, a união delega suas atividades aos entes.
A arrecadação e a fiscalização = Atividade administrativa: pode ser legado a outro ente público = CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA. / O município pode ficar com uma parte.
Hipótese de incidência: se alguém praticar um ato = terá consequências. 
Exemplo: Se eu for lá e importar algo, terá consequência = pagar o imposto. 
Sujeito passivo: nasce um dever, pagar o tributo.
= Criação de uma relação jurídica tributária.
Sujeito ativo: nasce um direito, receber o tributo.
- São poderes e deveres, as quais a união deverá manter.
- A tributação, garante os direitos fundamentais.
- Ato de cidadania: em prol de tudo isso, ele vai ser tributado, atingindo seu direito de liberdade. “O cidadão em entende que terá de abrir mão dos seus direitos fundamentais”. > Supremacia do interesse público: renunciar ao interesse privado em prol da coletividade.
Nasce o PRINCÍPIO DA COLETIVIDADE COLETIVA: com o que cada um pode contribuir.
PRINCÍPIO DO NÃO CONFISCO: tributo não é confisco, a atividade deve ser observada quais os pilares a serem aplicados e as relações jurídicas. 
Alíquota: se chega no valor do tributo, em regra com base no valor da “coisa” X % “alíquota”.
ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO: programação, arrecadação e controle de receitas e despesas públicas.
- Na busca pelo controle, nasce o direito financeiro: Lei. 5.172/66 caminha junto. Estado dar sempre mais e cumprir sempre mais. 
CF de 1988, arts. 157/169.
- Orçamento público: é um plano financeiro.
- Composição orçamentária: plano temporário e de iniciativa do poder executivo. 
Plano plurianual: define as diretrizes de médio prazo, orienta as ações do governo por 4 anos.
· Trata dos objetivos, diretrizes e metas: mais ampla e abstrata: deve conter despesas de caráter continuado.
· Traz o objetivo geral e trabalha-se anualmente, verifica: fiscal, investimentos e seguridade social.
- LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS: antecede a LOA, precisa-se da LDO para que no ano seguinte a LOA esteja efetiva. 
- LEI DE ORÇAMENTO ANUAL: verifica: fiscal, investimentos e seguridade social.
- Na criação do orçamento público: precisa do PRINCÍPIO DA ESPECIFICAÇÃO: colocar nos planos especificamente o que você irá investir.
DEVE TER PREVISÃO DE QUANTO TEMPO DE GASTO.
PRINCÍPIO DO EQUILIBRIO: todas as despesas devem corresponder a despesa.
PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE: deve constar todas as despesas e receitas. Visão completa das finanças.
PRÍNCIPIO DA TOTALIDADE E UNIDADE: todos os orçamentos devem ser concretizados, fazendo com que seja UNO.
PRINCÍPIO DA ANUALIDADE: realizado dentro de um exercício financeiro (coincide com o ano civil), plano é de 4 anos, mas se concretiza ano a ano.
PRINCÍPIO DA CLAREZA: trazer transparência. 
· RECEITAS PÚBLICAS: dinheiro que entra para o governo para praticar suas atividades, financiar os serviços públicos, previdências e atividades estatais. 
Receita extraordinárias: não previstas
Exemplo: doações e guerras.
Extraorçamentárias: recursos temporários, não ficam no cofre. 
Receitas ORDINÁRIAS: previstas nos orçamentos.
· ORIGINÁRIA: resultante de exploração de atividades econômicas.
Exemplo: dos bens da união, o laudêmio pago, a própria administração gera esse dinheiro. 
· DERIVADA: imposição Estatal ao particular, tributação.
FONTES DO DIREITO: 
Fontes formais: legislativas. “interesse primordial”, 
1. Lei, 2. Atividade administrativa, 3. jurisprudência, 4. Doutrina
- Principal fonte: É A CONSTITUIÇÃO FEDERAL: cria-se segurança jurídica: segue-se um caminho restrito, atribui competência tributária. CF traz um comando. 
- Lei complementar: Art. 146. Cabe à lei complementar:
I - dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
II - regular as limitações constitucionais ao poder de tributar;
III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre:
 Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - Exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;
II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos;
III - cobrar tributos:
requisitos pelas entidades nêle referidas:
I – não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título; (Redação dada pela Lcp nº 104, de 2001)
II - aplicarem integralmente, no País, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais;
III - manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão.
· Cria-se o tributo a partir da lei ordinária, em situações especificas que a constituição mandar, TODOS OS TRIBUTOS QUE PRECISA DE LEI COMPLEMENTAR ESTÃO PREVISTOS NA CF.
  Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:
I - Importação de produtos estrangeiros;
II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados;
III - renda e proventos de qualquer natureza;
IV - produtos industrializados;
V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários;
VI - propriedade territorial rural;
VII - grandes fortunas, nos termos de lei complementar.
- Por lei complementar, implica em todas as esferas, por isso a lei complementar tem competência nacional, em situações especificas que a CF pedir, ou será por meio de lei ordinária somente.
- Lei complementar: uniformidade, evitar discrepâncias. 
Exemplo: ISS, os municípios só podem criar tributo entre 2 à 5%...
PRINCIPAL LEI COMPLEMENTAR: CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL: CTN: ganhou o status de lei complementar. 
LEI ORDINÁRIAS: só pode criar ou aumentar um tributo, por meio de lei. Essa lei traz mais institucionalidade: 
- Obrigações acessórias: prescreve as obrigações, que facilitam a fiscalização, quem dispõe em falar sobre isso é a lei ordinária. 
- Infrações: (norma de sanção) começa a prever penalidades, como hipótese de incidência o descontentamento da norma anterior, o mero inadimplemento não leva pena (exceto em crimes de colarinho branco).
- Atividades administrativas.
· DIFERENÇA DA LEI COMPLEMENTAR X LEI ORDINÁRIA:
Lei complementar: normas gerais, enquanto o conteúdo por lei ordinária é da instituição do tributo. Lei complementar: regulamenta matérias já reservadas a ela pela Constituição Federal. Lei ordinária: aborda matérias que não sejam regulamentadas por lei complementar, decreto legislativo ou resoluções
- Medida provisóriaem matéria tributária: A medida provisória (MP) pode ser usada para alterar a legislação tributária, mas não pode criar ou aumentar tributos de forma genérica. A MP depende de ser convertida em lei antes do início do exercício financeiro em que o tributo será exigido. 
Exemplo: deve se criar a MP, e dará inicio no próximo ano para produzir os seus efeitos. (período para que todos possam conhecer a norma e que se acostumem).
· COMO MEDIDA DE URGÊNCIA. 
FACULTATIVIDADE E PRIVACIDADE DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
● FACULTATIVIDADE
Exceção: ICMS
O ICMS é uma exceção à regra da facultatividade. Devido à sua disciplina constitucional que lhe imprime feição nacional, a concessão de isenções, incentivos e benefícios fiscais depende de deliberação dos Estados e do Distrito Federal, conforme o art. 155, § 2°, XII, g da Constituição.
● PRIVATIVIDADE
Exceção: Competência Extraordinária da União
Competência tributária extraordinária outorgada à União para instituir, na iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária, nos termos do art. 154, ll, da CF/88.
ESPÉCIES DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
● privativa
● comum
● residual
● cumulativa
● especial
● extraordinária.
● As principais são as 3 primeiras
● Competência PRIVATIVA
Limita o exercício daquela competência aos entes taxativamente enumerados na Constituição.
A CF determina expressamente quem vai criar determinado tributo
Ex: Art. 148, 149,153, 155, 156 CF
● Competência COMUM
Pode ser exercida por todos os entes federativos no âmbito de suas atribuições (âmbito da administração do próprio ente).Ex: Taxa pela prestação de serviço público específico e divisível e das contribuições de melhoria.
ex: taxa de lixo só município que pode.
● Competência RESIDUAL
Prevista nos artigos 154, l, e 195, § 4°, da Constituição Federal.
A União pode instituir impostos/contribuições sociais que não aqueles expressamente previstos.
Cabe à União a competência residual.
● Competência CUMULATIVA
Exercida pelo Distrito Federal, que absorve tanto as competências privativas estaduais como municipais.
● Competência ESPECIAL
Competência conferida à União para instituir empréstimos compulsórios (art. 148 da CF) nos casos de calamidade pública, guerra externa e investimento de caráter urgente.
● Competência EXTRAORDINÁRIA
Conferida à União para instituir o imposto extraordinário de guerra (IEG), nos termos do art. 154, lI, da CF.
REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS
Critérios de Repartição
Para impostos, taxas e contribuição de melhoria, a Lei Maior apontou materialidades, em regra, e pressupostos para efetuar tal repartição.
MATERIALIDADES E PRESSUPOSTOS
● Impostos
Competências exclusivas, expressas e enumeradas (arts. 153, 155 e 156, CF) distribuídas por matérias.
Quanto às competências residual e extraordinária em matéria de impostos, atribuídas à União, não aponta materialidades, mas apenas pressupostos a serem atendidos para o seu exercício (art. 154, CF).
● TaxasCompetências também estão expressas, mas não enumeradas (art. 145, II, CF).
A Constituição impõe o exercício da competência administrativa como exigência prévia para o exercício da competência tributária.
● Contribuição de Melhoria
Competências também estão expressas na Constituição
Depende de obra pública com valorização imobiliária.
COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS DA UNIÃO
● Impostos Ordinários (153 CF)
● Competências Especiais
Residual e extraordinária em matéria de impostos
● Outros Tributos
Taxas, Contribuição de Melhoria, Empréstimos Compulsórios e Contribuições Sociais, de Intervenção no Domínio Econômico e de Interesse de Categorias Profissionais ou Econômicas
● CBS
A Contribuição sobre Bens e Serviços foi instituída pela Reforma Tributária (EC 132/23), em substituição gradual aos tributos sobre o consumo (PIS, COFINS, IPI), a partir de 2026.
COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS DOS ESTADOS
● ITCMD
Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos
● ICMS*
Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
● IPVA
● IBS*Imposto sobre bens e serviços
(de competência compartilhada com os Municípios- em substituição ao ICMS e ISS)
● Além desses impostos (Art 155, CF), os Estados podem instituir taxas e contribuição de melhoria, bem como contribuição social para o custeio do regime previdenciário de seus servidores.
*Com a Reforma Tributária (EC 132/23) o ICMS será extinto a partir de 2033, sendo gradualmente substituído pelo IBS a partir de 2026.
COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS
1. IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana)
2. ITBI (Imposto sobre Transmissão interVivos de Bens Imóveis)
3. ISS (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza)
4. Outros Tributos
Taxas, Contribuição de Melhoria, Contribuição Previdenciária e Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública
5. IBS*
*Com a Reforma Tributária (EC 132/23) o ISS será extinto a partir de 2033, sendo gradualmente substituído pelo IBS (de competência compartilhada com os Estados) a partir de 2026.
COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS DO DISTRITO FEDERAL
1. Competências Estaduais
O Distrito Federal é equiparado aos Estados, podendo instituir ITCMD, ICMS e IPVA
2. Competências Municipais
Devido à vedação de divisão de seu território, o DF também pode instituir IPTU, ITBI e ISS
3. Outros Tributos
Taxas, Contribuição de Melhoria, Contribuição Previdenciária e Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública.
APRECIAÇÃO CRÍTICA DA REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS
● Concentração de Poder
Há uma evidente concentração de poder tributário nas mãos da União, que detém extensa competência para instituir impostos (ordinária, extraordinária e residual), além decompetência exclusiva para criar empréstimos compulsórios e contribuições do art. 149, caput.
● Possibilidade de Conflitos
A repartição de competências em matéria de impostos, baseada no critério material, pode dar ensejo a conflitos, especialmente tangendo a competência dos Municípios.
Exemplos:
• Imobiliária- repartida entre União e Municípios (ITR e IPTU);
• Prestações de serviços, dividida entre Municípios e Estados/DF (ISS e ICMS);
• Transmissão de bens e direitos, cabente a Estados/DF e Municípios (ITCMD e ITBI).
E pode existir outras fontes: 
- Ou processo de enunciação: a criação das doutrinas vem através das pessoas. 
DECRETO: Em determinadas situações de urgência, a alíquota pode ser fixada pelo presidente por meio de um decreto. Esse decreto não cria novas normas ou obrigações, mas regula e organiza o que já existe, disciplinando situações previamente estabelecidas.
- DISCIPLINA O QUE JÁ EXISTE!!
INSTRUÇÕES NORMATIVAS: Comando pela própria administração pública, disciplina e regulamentações públicas.
ORDEM DE SERVIÇO: da comandos, regulamento o horário de funcionamento.
PORTARIA: Portaria é um ato administrativo que estabelece regras, normas e procedimentos, e que pode ser emitido por autoridades como prefeitos.
DOUTRINA: Ciência do direito: direito positivo, fonte do direito.
JURISPRUDÊNCIA: deve ser considerada!!
STF: repercussão geral, interesse pra sociedade.
STJ: Recursos repetitivos.
· COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA: competência para legislar sobre tributos. INDELEGAVEL
Poder de legislar = criando os tributos.
- Indelegável: se a CF constituiu a União constituiu um poder, NÃO PODERÁ SER DELEGADO.
- Irrenunciável: Não pode renunciar o poder.
- Incoadunável: incompetência tributária não caduca.
- Inalterável: Só poderá ser feito na matéria que ganhou poder de legislar, para quem está recebendo.
- Facultativo: tem o poder, mas se não quiser instituir o tributo é só não instituir. Não há sanção financeira em relação a isso.
- Privatividade: Foi atribuída exclusivamente para o município.
BITRIBUTAÇÃO X BIS IN IDIM.
Bitributação: tributar mais de 1 vez o mesmo fato gerador por entes diferentes. PROIBIDO NO NOSSO SISTEMA!!!!
Exemplo:ente diferente para tributar a propriedade urbana.
Bis in idim (PERMITIDO): tributar mais de 1 vez o mesmo fato gerador pelo mesmo ente.
Exemplo: união, CF. 153, III > Imposto renda > auferir renda > I.R sobre a pessoa jurídica recai sobre a renda. 
- Competência > incompetência 
- Imunidades: limitar os poderes de tributar. 
- Princípios: 
I. genéricos: não nasceram no direito tributário, são pré-existentes, exemplo: função social da propriedade > LEGALIDADE > DEVE OLHAR PARA A COLETIVIDADE > SEM IMPESSOABILIDADE. 
II. - Irrenunciável: os tributos não retroagem (A MULTA PODE RETROAGIR: é benigno ao cidadão.)
· III – Anterioridade: IDEIA DE NÃO SURPRESA NEGATIVA, PORÉM POSITIVA PODE, deverá haver um tempo para que o cidadão entenda a cobrança de novos tributos ou qualquer mudança > ATÉ O FINAL DO ANO VIGENTE. ANUAL EXÉRCICIO. 
Exemplo: 13/03/2025 Município decide aumentar o imposto de serviços, não pode cobrar pois existe o princípio da anterioridade, valerá dia seguinte ao 31/12/2025 > 01/01/2026.
· OUTRA CONDIÇÃO: majorar tributo novo, deve considerar 1 dia do exercício + anual exercício e MAIS 90 DIAS.
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - Exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;
II - Instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos;
III - cobrar tributos:
a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado;
b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)
c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003) 
· ANTERIORIDADE NÃO SE APLICA AO IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO, ART. 153, I.
QUESTÃO: Aumentou o IPI da caneta de 2 para 2,5%, quando poderá ser exigido?
Verificar se o tributo está na regra de exceção, e depois de 90 dias da instituição.
- ANTERIORIDADE ESPECIAL: criada exclusivamente para contribuições sociais, também deverá esperar 90 dias.
CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA: fiscalizar e arrecadar, é a vertente, em regra o ente tributante tem.
DELEGÁVEL: delegação da capacidade tributária ativa. 
Parafiscalidade: característica do poder de delegar a arrecadação e a fiscalização.
ITR: pode ser parafiscal. 
ARRECADAÇÃO
FISCALIZAÇÃO
Fiscalidade X Extrafiscalidade: Já está olhando para o tributo e atribuindo característica. 
- Fiscalidade: caráter contribuitivo (dinheiro), e objetivo arrecadação.
- Extrafiscalidade: regular, exemplo: mercado, situação social. UTILIZAR O TRIBUTO COMO INSTRUMENTO DE CONDUTA PARA ESTIMULAR QUE ALGUÉM FAÇA ALGUMA COISA OU NÃO.
ARRECADAR É UMA CONSEQUENCIA, o objetivo principal é melhorar o mercado financeiro. 
Exemplo: ITR, proteger a sociedade (objetivo principal).
Exemplo: imposto de importação, aumentou para regulamentar no sentido de melhorar a economia brasileira. DESISTIMULAR UMA CONDUTA.
Princípio da vedação ao confiscatório: absorção total que o governo tem, “é um excesso”, a qual dependerá do caso concreto.
VIOLAÇÃO DA TRIBUTAÇÃO: Quando o imóvel está parado e pedem para fazer algo com a propriedade, como não fez nada foi aumentando o IPTU, são valores excessivos que são criados “conceito confiscatório”.
· STF diz que não pode olhar isoladamente a alíquota, poderá dizer que houve confisco se comprometer a prática profissional, dignidade da pessoa humana, ofende a livre iniciativa. 
CRÉDITO TRIBUTÁRIO COBRADO: composto pelo principal “próprio tributo + multa e juros: confiscatório se ultrapasse 100% do valor do tributo.
· É VEDADO CRIAR TRIBUTAÇÃO QUE IMPESSA O DIREITO DE IR E VIR: o pedagio é a única exceção quando as vias são conservadas pelo poder público.
PRÍNCIPIO UNIFORMIDADE GEOGRÁFICA: Veda a união instituir tributo uniforme em todo o território nacional, exceção: é quando tiver um incentivos fiscais regionais.
- Deverá comprar de maneira igual a renda, quando a união criar um “edital” deve ser igual para todos. 
IMUNE DE TRIBUTOS: são entidades religiosas 
· Quando alugado o local da igreja: imunidade se baseia no artigo 150 da Constituição Federal de 1988, que garante que qualquer entidade de cunho religioso esteja imune a impostos cobrados por estados, municípios e União. A imunidade se aplica a qualquer patrimônio, renda ou serviço relacionado à atividade essencial da entidade religiosa, mesmo que aluguem seus imóveis ou os mantenham desocupados
· MESMO QUE SEJA LOCATÁRIO > FAZ JUS A IMUNIDADE > NECESSÁRIO ENTRAR COM O PEDIDO > SERÁ IMUNE NO PERIODO QUE AS ENTIDADES RELIGIOSAS ESTIVEREM NO LOCAL.
· Análise do valor religioso.
 Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
VI - instituir impostos sobre:         (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)
a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;
b) templos de qualquer culto;
b) entidades religiosas e templos de qualquer culto, inclusive suas organizações assistenciais e beneficentes;      (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; (estão fazendo atividades em prol da sociedade)
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão. / STF ENTENDEU: O VALOR TERÁ IMUNIDADE, KINDLE TAMBÉM: Objetiva: os insumos são tributados (máquina para produzir o livro não haverá imunidade)
e) fonogramas e videofonogramas musicais produzidos no Brasil contendo obras musicais ou litero musicais de autores brasileiros e/ou obras em geral interpretadas por artistas brasileiros bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de replicação industrial de mídias ópticas de leitura a laser.  
ENTIDADES CONDICIONADAS: EXERCER ATIVIDADES RELACIONADAS A PRÓPRIO FIM, ART. 14 CTN.
· NÃO BASTA DIZER QUE É ENTIDADE SEM FINS LUCRATIVOS, É NECESSÁRIO OBSERVAR AS CONDICIONANTES!!!
Art. 14. O disposto na alínea c do inciso IV do art. 9º é subordinado à observância dos seguintes requisitos pelas entidades nêle referidas:
I – Não distribuírem qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título; (Redação dada pela Lcp nº 104, de 2001)
II - Aplicarem integralmente, no País, os seus recursos na manutenção dos seus objetivos institucionais;
III - manterem escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão.
ISENÇÃO = DADA PELO PRÓPRIO ENTES = LEI
IMUNIDADE = UNIÃO, ESTADO E MUNICIPIO 
Isenção heterônoma é quando um ente federativo isenta um tributo que é da competência de outro ente. É vedada em regra, de acordo com o artigo 151, inciso III, da Constituição Federal.
OBS: O art. 152 da Constituição Federal dispõe que: “É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino”.
OBS: PRINCÍPIO DA DEFESA DO MEIO AMBIENTE: FOI INTRODUZIDO NAS DIRETRIZES PELOS TRIBUTOS EM GERAL.
Exemplo: os carros eletrônicos tem menor imposto (incetivo)
IMUNIDADES ESPECÍFICAS: 
Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:
I - não incidirá sobre as exportações nem sobre as operações com energia elétrica e com telecomunicações; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
II - incidirá uma única vez sobre o bem ou serviço; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
III - não integrará sua própria basede cálculo; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
IV - integrará a base de cálculo dos tributos previstos nos arts. 155, II, 156, III, 156-A e 195, V; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
V - poderá ter o mesmo fato gerador e base de cálculo de outros tributos; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
· IMUNIDADE: imunidades especificas referentes a impostos
· TAXAS: imunidades especificas para taxas
· Contribuições: (exemplo: incentivar a exportação).
 Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.
§ 2º As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 33, de 2001)
I - não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação;
A CONSTITUIÇÃO CRIA LIMITAÇÕES = PRINCÍPIOS (PODER DE TRIBUTAR ESTÁ NAS IMUNIDADES TAMBÉM = POIS COLOCA LIMITE AOS ENTES).
AULA 09/04/2024
TRIBUTO E SUAS ESPÉCIES – CONCEITO:
Polissemia: diversos significados.
I. Sinônimo de dinheiro.
II. Norma jurídica (exemplo: a união tem competência pra criar/instituir a lei).
III. Como direito subjetivo (exemplo: o estado tem tanto pra receber).
IV. Como relação jurídica tributária -> emprega “tributo” para desligar a relação jurídica que se instaura.
SÓ EXISTE O TRIBUTO, POIS ESTÁ PREVISTO NA LEI = HIPOTESE DE INCIDENCIA 
· Essa prestação jurídica traz uma prestação pecuniária = obrigação de pagar um valor em dinheiro
· EXISTE UM REGIME PRÓPRIO: disciplinado por normas especificas do sistema = o que vale é a lei.
· SANÇÕES PRÓPRIAS.
DEFINIÇÃO LEGAL DO TRIBUTO: Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.
· PRESTAÇÃO PECUNIAIRIA = QUESTÃO DE EXISTENCIA.
Se não há tributo, não tem valor a pagar!!!
· COMPULSÓRIO: NO SENTIDO QUE A VONTADE DAS PARTES NÃO É IMPORTANTE, pode criar mecanismos legais para outra pessoa fazer por ele.
OBJETO DA RELAÇÃO = OBRIGAÇÃO DE PAGAR (pagamento em dinheiro).
NO CASO DA EXECUÇÃO FISCAL: penhorou o imóvel (está pagando em dinheiro, pois a penhora vai para leilão, EXCETO EM SITUAÇÕES ESPECIFICAS).
TRIBUTO PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA!!
O TRIBUTO É EM MOEDA = Refere-se em moeda nacional.
QUE NÃO CONSTITUA SANÇÃO DE ATO ILICITO = para ser tributo não pode nascer de relação ilícita, o que leva alguém a pagar esse tributo? 
· O tributo nunca nascerá de um ato ilícito. 
- O TRIBUTO EM SI, NUNCA SERÁ UMA PENALIZAÇÃO!
- Pecúnia non olegi: não importa a procedência do dinheiro!!
Exemplo: dinheiro recebido com tráfico de droga, é renda e um acréscimo patrimonial = por esse motivo é necessário realizar o pagamento do tributo.
O TIRBUTO É INTISTUIDO EM LEI = EX LEGIS
- Terá que trazer:
O que leva alguém a pagar esse tributo? (MATÉRIA)
Quem deve pagar esse tributo e para quem? (PARTES)
Onde? 
Quanto?
· EXCEÇÃO A LEGALIDADE: ALTERAR ALIQUOTA DO TRIBUTO POR MEIOS QUE NÃO É LEI E O PREFEITO PODE MEXER POR MEIO DE DECRETO NA BASE DE CÁLCULO DO IPTU!!!
· ATO DE COBRANÇA DO TRIBUTO: formalizado por ato administrativo vinculado.
DISTINTINÇÕES: 
- O tributo é o tributo (crédito principal) + eventuais juros e multa, pois há pelo atraso ou por praticar um ilícito, A MULTA É ADMINISTRATIVA!
- DESAPROPRIAÇÃO: SANÇÃO ADMINISTRATIVA, SUPRESSÃO (não pode se confundir).
- CONFISCO: não faz parte do tributo.
NATUREZA JURÍDICA DO TRIBUTO: Definida pelo fato gerador, o que leva alguém a pagar aquele tributo.
Art. 4º A natureza jurídica específica do tributo é determinada pelo fato gerador da respectiva obrigação, sendo irrelevantes para qualificá-la:
I - a denominação e demais características formais adotadas pela lei;
II – NÃO SE APLICA MAIS PLENAMENTE!
· OBS: Não importa o nome interposto ao tributo, mas sim o fato gerador!!!
OBS: O princípio da irretroatividade tributária é uma norma fundamental do Direito Tributário que proíbe a aplicação de novas leis a fatos ocorridos antes de sua vigência. Esse princípio é uma garantia de segurança jurídica para os contribuintes. 
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