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Objetivo da psicopatologia é conceber a "doenca mental" como um constructo histórico. Reconhecer os critérios envolvidos na diferença entre o normal e o patológico. Identificar as principais alterações que compõem os transtornos mentais. Semiologia psiquiátrica Semiologia é a ciência dos signos (informações carregadas de significados produzido socialmente). Dois elementos dos signos: SIGNIFICANTE e SIGNIFICADO Segundo as relações de significante e significado termos 3 tipos de signos: o ícone, o indicador e o símbolo. Semiologia psicopatológica é os estudos dos sinais e sintomas dos transtornos mentais. Permiti ao profissional identificar alterações físicas e mentais, ordenar fenômenos observados, formular diagnósticos e empreender terapêuticas. Os signos de maiores interesses para a psicopatologia SÃO os SIGNOS COMPORTAMENTAIS (objetivos) E os SINTOMAS (vivência subjetivas). Dimensão dupla dos sintomas psicopatológicos: Indicador- indica uma disfunção que está em um outro ponto. Símbolo- o sintoma só pode ser compreendido dentro de um sistema simbólico dado, é convencional e arbitrário.Síndromes e entidades nosológicas 1. Síndromes: agrupamentos relativamente constantes e estáveis de determinados sinais e sintomas: conjunto momentâneo e recorrente de sinais e sintomas. 2. Entidades nosológicas; fenômenos mórbidos nos quais se pode identificar fatores casuais, curso, estados. terminais, mecanismo psicológicos e antecedentes genético-familiar e respostas a tratamentos. Definição de psicopatologia Conjunto de conhecimentos referentes ao adoecimento metal do ser humano. Não inclui critério de valor, nem aceita dogmas ou verdades a priori. A psicopatologia é uma ciência autônoma, não é prolongamento da neuropsi nem da psicologia. Quando se estuda os sintomas psicopatológicos costuma-se se enfocar dois aspectos básicos: A FORMA DOS SINTOMAS (relativamente semelhante nos pacientes) E SEU CONTEUDO (mais pessoal). Aula 3. 22/02/2024 A QUESTÃO DA NORMALIDADE E DA MEDICALIZAÇÃO Os temas relacionados ao debate sobre normalidade apresentam desdobramentos em várias áreas da saúde:Psiquiatria e psicologia legal ou forense: A definição de alguém como normal psicopatologicamente significa que o indivíduo em questão é plenamente responsável por seus atos e deve responder legalmente por eles. Psiquiatria cultural e etnopsiquiatria. conceito de normalidade em psicopatologia impõe a análise do contexto sociocultural. Aqui se exige necessariamente o estudo da relação entre o fenômeno supostamente patológico e o contexto social no qual tal fenômeno emerge e recebe este ou aquele significado cultural. EPIDEMOLOGIA- Investiga as taxas de transtornos mentais na infância em amostras representativas da população geral. Os fatores associados as manifestações desses transtornos, como os fatores de riscos e de proteção. ETNOPSIQUIATRIA- Fundada por Georges Devereux, surge como possibilidade de refletir o encontro intelectual e seus desdodramentos quanto à compreensão domadoecimento psíquico e a coerência entre terapêuticas. Planejamento em saúde mental e políticas de saúde Orientação e capacitação profissional Prática clínicaCritérios de normalidade- Os principais critérios de normalidade utilizados em psicopatologia são: 1. Normalidade como ausência de doença Seria o indivíduo que simplesmente não é portador de um transtorno mental definido. Tal critério é bastante falho e precário, pois, define-se a normalidade não por aquilo que ela supostamente é, mas por aquilo que ela não é, pelo que lhe falta. 2. Normalidade ideal. A normalidade aqui é tomada como certa "utopia". Norma ideal, aquilo que é supostamente "sadio", mais "evoluído". Depende, portanto, de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários e, às vezes, dogmáticos e doutrinários. 3. Normalidade estatística. Identifica norma e frequência. Trata-se de um conceito de normalidade que se aplica especialmente a fenômenos quantitativos. O normal passa a ser aquilo que se observa com mais frequência. 4. Normalidade como bem-estar. Saúde-"completo bem-estar físico, mental e social", e não simplesmente como ausência de doença. É um conceito criticável, pois bem-estar é algo difícil de se definir. 5. Normalidade funcional. Aspectos funcionais e não necessariamente quantitativos. O fenômeno é considerado patológico a partir do momento emque é disfuncional e produz sofrimento para o próprio indivíduo ou para seu grupo social. 6. Normalidade como processo. Mais que uma visão estática, consideram-se os aspectos dinâmicos do desenvolvimento psicossocial, das desestruturações e das reestruturações ao longo do tempo, de crises, de mudanças próprias a certos períodos etários. Esse conceito é particularmente útil na chamada psicopatologia do desenvolvimento relacionada a psiquiatria e psicologia clínica de crianças, adolescentes e idosos. 7. Normalidade subjetiva. É dada maior ênfase à percepção subjetiva do próprio indivíduo em relação a seu estado de saúde. 8. Normalidade como liberdade. Conceituar a doença mental como perda da liberdade existencial. Saúde mental se vincularia às possibilidades de transitar com graus distintos de liberdade sobre o mundo. MEDICALIZAÇÃO, PSIQUIATRIZAÇÃO, PSICOLOGIZAÇÃO Medicalização "o processo pelo qual problemas não médicos passam a ser definidos e tratados como problemas médicos, frequentemente em termos de doenças ou transtornos". Conceito que se refere à transformação de comportamentos desviantes em doenças ou transtornos mentais, implicandogeralmente a ação do controle e poder médico sobre as condições transformadas em entidades médicas, "poder médico". "psiquiatrização" (transformação de problemas não psiquiátricos em psiquiátricos). O que está em jogo na crítica que o termo "medicalização" implica é processo ideológico e político de rotular comportamentos desviantes, moralmente repreensíveis ou mal-adaptados e transgressivos como doença, como transtorno mental, e, assim, monitorar, regular e controlá-los melhor, ou desqualificar as pessoas que recebem tal rótulo. Princípios gerais do diagnóstico psicopatológico Pode-se identificar, inclusive, duas posições extremas: a primeira afirma que o diagnóstico em saúde mental não tem valor algum, pois cada pessoa é uma realidade única e inclassificável. O diagnóstico apenas serviria para rotular as pessoas diferentes, excêntricas, permitindo e legitimando poder médico, controle social sobre indivíduo. Já a segunda posição, em defesa do diagnóstico em saúde mental, sustenta que seu valor e seu lugar são absolutamente semelhantes aos do diagnóstico nas outras áreas e especialidades médicas. O diagnóstico, nessa visão, é elemento principal e mais importante da prática psiquiátrica.Sem um diagnóstico psicopatológico aprofundado não se pode nem compreender adequadamente o paciente e seu sofrimento, nem escolher o tipo de estratégia terapêutica mais apropriado. Há no processo diagnóstico, uma relação dialética permanente entre o particular, individual (aquele paciente específico, aquela pessoa em especial) e o geral, universal (categoria diagnóstica à qual essa pessoa pertence). Os diagnósticos são ideias (construtos), fundamentais para o trabalho clínico e para o conhecimento científico e do mundo, mas não objetos reias e concretos. Podem-se distinguir três grupos de fenômenos (sintomas) em relação à possibilidade de classificação: 1. Aspectos e fenômenos encontrados em todos os seres humanos. Pouco útil seu estudo. Ex: privação das horas de sono causa sonolência, e a restrição alimentar, fome; ou seja, são fenômenos triviais que não despertam grande interesse à psicopatologia. 2. Aspectos e fenômenos encontrados em algumas. pessoas, mas não em todas. Estes são os fenômenos de. maior interesse para a classificação diagnóstica em. psicopatologia. Aqui, situam-se a maioria dos sinais, sintomas e transtornos mentais. 3. Aspectos e fenômenos encontrados em apenas um ser.humano em particular (totalmente singular). Não tem. valor diagnóstico pois não tem referência para dizer se é. normal ou anormal, só importa o fenômeno encontrado. em algumas pessoas mas não em todas. A legitimidade do diagnóstico psiquiátrico sustenta-se no: 1. No aprofundamento do conhecimento, tanto do indivíduo em particular como das entidades nosológicas utilizadas. 2. No avanço da ciência 3. Na antevisão de um prognóstico (expectativa de evolução) 4. No estabelecimento de ações terapêuticas e preventivas 5. Na comunicação mais precisa entre profissionais e pesquisadores. Embora o processo diagnóstico em saúde mental siga os princípios gerais das ciências médicas, há certamente alguns aspectos particulares que devem ser aqui apresentados: 1. o diagnóstico de um transtorno psiquiátrico é quase sempre baseado preponderantemente nos dados clínicos. Importante ressaltar, entretanto, que os exames complementares armada) não substituem o essencial do diagnóstico psicopatológico: uma história clínica bem colhida e um exame do estado mental minucioso, ambos interpretados com habilidade.2. Não é baseado em mecanismos etiológicos supostos pelo avaliador. Baseia-se principalmente no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história do transtorno, desde que surgiu até o momento atual. 3. Deve-se, manter duas linhas paralelas de raciocínio clínico - uma linha diagnóstica (descrição evolutiva e atual dos sintomas) e uma linha etiológica, que busca, na totalidade dos dados biológicos, psicológicos e sociais, uma formulação hipotética plausível sobre os possíveis fatores etiológicos envolvidos no caso. 4. Não existem sinais ou sintomas psicopatológicos específicos de determinado transtorno mental. Portanto, diagnóstico psicopatológico repousa sobre a totalidade dos dados clínicos, momentâneos (exame do estado mental) e evolutivos, história dos sintomas e evolução do transtorno. É essa totalidade clínica interpretada com conhecimento (teórico ecientífico) e habilidade (clínica e intuitiva), conduz ao diagnóstico psicopatológico mais preciso e útil. 5. o diagnóstico psicopatológico é, em inúmeros casos, apenas possível com a observação do curso da doença 6. o diagnóstico psiquiátrico deve ser sempre pluridimensional. 7. Quanto ao procedimento diagnóstico: confiabilidade, validade, sensibilidade e especificidade.TOPICO 8 avaliação do paciente A entrevista e a observação do paciente são os principais instrumentos de avaliação em psicopatologia. A entrevista psicopatológica permite a realização dos dois principais aspectos da avaliação: A anamnese, ou seja, o histórico dos sinais e dos sintomas que o indivíduo apresenta ao longo de sua vida, seus antecedentes pessoais e familiares, assim como de sua família e meio social. exame psíquico, também chamado exame do estado mental atual. Através do sinais e sintomas e a observação do pacientes. Algumas das causas dessas falhas são: A avaliação física de pacientes psiquiátricos: Alta frequência de mórbidas física Limitações do clínico geral Limitações do psiquiatra Limitações dos próprios pacientes Efeitos dos estigma de louco e preconceito TOPICO 9 A entrevista com o paciente Habilidade do entrevistador se revela pelas perguntas que formula, por aquelas que evita formular e pela decisão dequando e como falar ou apenas calar. É fundamental que o profissional possa estar em condições de acolher o paciente em seu sofrimento, isso varia muito em função: Do paciente, de sua personalidade Do contexto institucional da entrevista Dos objetivos da entrevista E a personalidade do entrevistador. Evitar: Posturas rígidas, estereotipadas. Atitude excessivamente neutra ou fria. Reações exageradamente emotivas. Comentários valorativos ou julgamentos. Reações emocionais intensas de pena ou compaixão. Responder com hostilidade ou agressão. Entrevistas excessivamente prolixas, fala, fala, fala. Fazer muitas anotações durante a entrevista. A habilidade central do entrevistador é a sua capacidade de comunicação e de observação cuidadosa com o paciente. A finalidade da entrevista é: Obter uma perspectiva histórica sobre a vida do paciente. Estabelecer RAPPORT e uma aliança terapêutica. Confiança mútua. Fazer hipóteses diagnósticas Estabelecer uma conduta terapêuticasA entrevista psiquiátrica nos possibilita estabelecer uma relação terapêutica desde o primeiro encontro com o paciente. PRINCIPAIS OBJETIVOS 1. Entender o indivíduo doente 2. Obter as informações necessárias para fazer um diagnóstico 3. Estabelecer uma relação terapêutica com o paciente 4. Informar sobre a doença, o tratamento e o Recomendações gerais para a entrevista 1. Colocar o paciente a vontade 2. Ser feito em local privado 3. Ser cordial e respeitoso 4. Apresentar-se com nome e função 5. Explicar como será a entrevista e o objetivo da mesma ROTEIRO DA ANAMENESE 1. Identificação do paciente 2. A queixa principal 3. História da doença mental 4. A história familiar 5. A história psicossocial 6. A história pessoal 7. História patológica pregressa o EXAME MENTAL Oportunidade de observarmos o que o paciente apresenta de sintomalogia. Orienta na hipótese diagnóstica, no protocolo e na conduta terapêutica. Ocorre concomitante aanamenes. No exame mental devemos observar as funções psíquicas alteradas e preservadas. ROTEIRO FENOMENOLÓGICO DO EXAME MENTAL 1. Atitude do paciente 2. Relação com o entrevistador 3. Orientação 4. Consciência 5. Atenção 6. Sensopercepção 7. Afetividade 8. Pensamento 9. Memória 10. Motivação 11. Psicomotricidade A avaliação psicopatológica como um todo: anamnese, exame psíquico, exames somáticos e exames complementares Na entrevista inicial, realiza-se a anamnese, ou seja, o recolhimento de todos os dados necessários para um diagnóstico pluridimensional do paciente, o que inclui os dados sociodemográficos, a queixa ou o problema principal e a história dessa queixa, os antecedentes mórbidos somáticos e psíquicos pessoais, da pessoa. A anamnese contém, ainda, os hábitos e o uso de substâncias químicas, os antecedentes mórbidos familiares, a história de vida do indivíduo, englobandoas várias etapas do desenvolvimento somático, neurológico, psicológico e psicossocial, e, por fim, a avaliação das interações familiares e sociais do paciente. exame físico geral e neurológico deve ser mais ou menos detalhado a partir das hipóteses diagnósticas que se formam com os dados da anamnese e do exame do estado mental do paciente. Realiza, assim, parte do exame psíquico e da avaliação do estado mental atual durante a coleta da história (anamnese). Funções psíquicas e suas alterações Não existe funções psíquicas isoladas e alterações psicopatológicas compartimentalizadas desta ou daquela função. É sempre a pessoas na sua totalidade que adoece. ALTERAÇÕES PATOLOGICAS DA CONSCIENCIA QUANTITATIVAS: (rebaixamento do nível da consciência) 1. compressão dificultada 2. TOPOR- evidentemente sonolento 3. SOPOR- incapacidade de ação espontânea 4. COMA- ausência de qualquer indício de consciência Perdas abruptas da consciência- lipotimia, síncope, desmaio Síndromes psicopatológicas associadas ao rebaixamento prolongados do nível de consciênciaDELIRIUM- síndrome confusional aguda (desorientação tempoespacial, surtos de ansiedade, ilusões, ou alucinações visuais). ESTADO ONIRICO- semelhante a um sonho muito vivido, decorrente de psicoses toxicas, síndromes de abstinência a drogas e quadros infecciosos. QUALITATIVOS- 1. ESTAODS CREPUSCULARES- estreitamento transitório do campo da consciência. -Epilepsia, intoxicações, quadro dissociativo, ou pós choque emocional. 2. DISSOCIAÇÃO DA CONSCIENCIA- perda da unidade. psíquica na qual o indivíduo desliga da realidade, quadros histéricos ou com intensa ansiedade. 3. PERPLEXIDADE PATOLOGICA- perda da natureza na experiencia do dia- dia, psicose aguda, esquizofrenia, ou transtorno do humor. ATENÇÃO Conjunto de processos psicológicos que torna o srr humano capaz de selecionar, filtrar e organizar as informações em unidades controláveis e significativas. TENACIDADE- capacidade de fixar sobre determinado objeto. VIGILÂNCIA- permite mudar o foco de um objeto para outro.CAPACIDADE E FOCO DE ATENÇÃO focar a atenção em um estímulo. AT SELETIVA- estabelecimento de prioridade da atividade consciente. AT DIVIDIDA- dois ou mais estímulos concorrentes são apresentados. AT ALTERNADA- alternância voluntária do foco atencional de um estímulo a outro. AT SUSTENTADA- manutenção sobre determinados estímulos. SELEÇÃO DE intencional de estímulos e respostas Hipoprosexia: diminuição global Perda da capacidade de concentração. Dificuldade de percepção de estímulos ambientais e compreensão. Dificuldade em atividades psíquicas complexas. Patologias: Obnubilação da consciência, intoxicação por álcool e drogas, psicoses tóxicas, demência, paralisia geral, esquizofrenia, deficiência mental. Hiperprosexia: atenção exacerbada; hipervigilância. Patologias: episódio de mania, transtorno hipercinético de infância, intoxicação por drogas e álcool e esquizofrenia.Aprosexia: Total abolição da capacidade de atenção. Patologias: Confusão mental, estupor e demência. Distração: superconcentração sobre determinados conteúdos e objetos. Hipertenacidade e hipovigilância. Distraibilidade: instabilidade e mobilidade da atenção voluntária; dificuldade de fixação. - Hipotenacidade e hipervigilância ORIENTAÇÃO Requer a integração das capacidades de atenção, percepção e memória. A desorientação é um dos sintomas mais frequentes das doenças cerebrais. Classificação da Orientação - Orientação quem é você? - Orientação (espacial e temporal). Alterações da orientação Desorientação por redução do nível de consciência Desorientação por déficit de memória imediata e recente (amnéstica) Desorientação apática ou abúlica Desorientação delirante Desorientação por déficit intelectual Desorientação por dissociação Desorientação por desagregação Desorientação quanto à própria idade(F) A semiologia psiquiátrica permite ao profissional identificar alterações mentais e ordenar os fenômenos observados e empreender terapêuticas, mas não o permite formular diagnósticos, decido ao caráter subjetivo dos transtornos mentais. (V) Os signos de maior interesse para a psicopatologia SÃO os sinais e os sintomas, sendo primeiro mais objetivo, expresso através do próprio comportamento do paciente e o segundo identificado por meio das vivências subjetivas do mesmo. (V)Podemos afirmar que em psicopatologia trabalha-se muito mais com a ideia de síndrome de que entidade nosologica. Isso deve-se a dificuldade de se identificar os fatores causais, cursos, estados terminais, mecanismo psicológicos, antecedentes genéticos e respostas a tratamentos dos transtornos mentais. (V) O conhecimento em psicopatologia não inclui critério de valor, nem aceita dogmas ou verdades a priori. (F) Como um conhecimento científico a psicopatologia não aceita revisões críticas e reformulações. (V) A psicopatologia sempre perde aspectos essenciais do homem, principalmente dois aspectos nas dimensões existência, estéticas, éticas e metafísicas. (V) Quando se estuda os sintomas psicopatológicoscostuma-se enfocar dois aspectos básicos: a forma dos sintomas, normalmente mais pessoal e seu conteúdo, relativamente semelhante nos pacientes. (V) Dentre os diferentes campos de utilização do conhecimento psicopatológico, tem o da psiquiatria forense, através domwual pode-se definir destino social, institucional e legal da pessoa. ( ) através da epistemologia psiquiátrica busca-se avaliar a capacidade e adequação de um divido para exercer certa profissão, manipular máquinas, usar armas e dirigir veículo. (V) a etnopsiquiatria é campo de atuação que exige do profissional o estudo da relação entre o fenômeno patológico e contexto social no qual o fenômeno emerge e recebe um significado cultural. 3 grupos onde existe maior probabilidade de apresentar uma alterações nessa região psíquica Afetados nos T. Afetados no T. Afetivo. Afetados nos T. Psicorganico 9.20. neurótico, personalidade. Psicóticos Consciência. Afetividade. Sensopercepção Atenção. Vontade. Pensamento Orientação. Memória. Personalidade. Juízo de realidade Inteligência. Toc Vivência do EU LinguagemAt. Voluntária Quanto à natureza At. Espontânea At. Externa Quanto à direção At. Interna Quanto à amplitude At. Focal At. Dispersa Como não temos evidências da existência dos transtornos mentais feito por meio de exames de imagem ou de sangue, podemos afirmar que consequentemente a avaliação de transtornos mentais é feita de forma clínica, ou seja, a gente só consegue fazer a avaliação do estado de saúde mental através da observação dos sinais e sintomas do paciente, da entrevista com paciente ou com terceiros.

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