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1 
 
MANUAL DE INSTRUÇÕES 
 
SERRA FITA GEMINADA 
 
 
 
 FOTOS MERAMENTE ILUSTRATIVAS 
 
 
 
 
 
 
 
2308071301 
 
 
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Cliente: 
 
Endereço: 
 
Cidade: 
 
OP: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 As informações contidas neste documento são propriedade da METALÚRGICA SCHIFFER 
S/A. Não podem ser reproduzidas ou exibidas à terceiros sem nossa permissão conforme as leis 
em vigor. Considere-o emprestado para ser utilizado apenas no interesse do proprietário 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
METALÚRGICA SCHIFFER SA 
Indústria Madeireira / Impl. Rodoviários 
CNPJ- 18.220.890/0001-86 
Av. Souza Naves, 3199 
E-Mail schiffer@schiffer.com.br 
Fone (42)3227-6543 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sumário 
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 4 
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3 
1.1. Identificação ........................................................................................................................ 4 
1.2. Características técnicas....................................................................................................... 5 
1.3. Específicações técnicas ...................................................................................................... 5 
2. TRANSPORTE ........................................................................................................................... 5 
3. ARMAZENAGEM ........................................................................................................................ 6 
4. INSTALAÇÃO ............................................................................................................................. 6 
4.1. Sistema elétrico ................................................................................................................... 6 
4.2. Aterramento ......................................................................................................................... 7 
5. SEGURANÇA ............................................................................................................................. 7 
5.1 Símbolos de segurança ........................................................................................................ 7 
5.2. Princípios de segurança ...................................................................................................... 8 
6. LIMITES DO EQUIPAMENTO ..................................................................................................... 9 
7. INÍCIO DE OPERAÇÃO .............................................................................................................. 9 
7.2. Ajuste do posicionamento da lâmina. ................................................................................. 10 
7.3. Verificação de funcionamento do acumulador de pressão. ................................................ 10 
7.4. Lâmina estreita ................................................................................................................... 11 
7.5. Limpeza .............................................................................................................................. 11 
8. OPERAÇÃO ............................................................................................................................. 12 
8.1. Sistema Hidráulico dos rolos posicionadores ..................................................................... 12 
8.2. Sistema Pneumático .......................................................................................................... 12 
8.3. Sistema Elétrico ................................................................................................................ 13 
8.4. Conjunto de lubrificação da lâmina .................................................................................... 13 
8.5. Conjunto raspador do volante ............................................................................................ 13 
8.6. Raspador da lâmina .......................................................................................................... 13 
8.7. Guia passiva da lâmina ..................................................................................................... 14 
9. LUBRIFICAÇÃO ....................................................................................................................... 14 
Tabela de lubrificantes .............................................................................................................. 16 
9.1. Lubrificação dos mancais dos volantes. ............................................................................ 16 
9.2. Lubrificação geral .............................................................................................................. 17 
10. FALHAS E AÇÕES.................................................................................................................. 18 
11. DEFEITOS EM LÂMINAS DE SERRA FITA ............................................................................ 18 
11.1. Trincas na garganta: ........................................................................................................ 18 
11.3. Trincas nas costas da lâmina: .......................................................................................... 19 
11.4. Quebra de dentes: ........................................................................................................... 19 
12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA: .............................................................................................. 20 
13. SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA ............................................................................................... 20 
14. TERMO DE GARANTIA .......................................................................................................... 21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
1.1. Identificação 
 
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4 
 É feita através dos dados contidos na plaqueta de identificação fixada na lateral da 
máquina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sempre que for necessário se referir a esta máquina, fornecer os seguintes dados: 
 
· Número da Máquina; 
· Modelo da Máquina; 
· Número de série; 
· Capacidade; 
· Tensão (V) e frequência (Hz); 
· Tempo de uso do equipamento e em quantos turnos; 
· Detalhes inerentes ao trabalho da máquina. 
 
 
 
 
 
 
 
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5 
1.2. Características técnica 
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 
 280 T 
Modelos 
2AT-1,00 ( ) 
2BT-1,10 ( ) 
2DT-1,25 ( ) 
2ET-1,35 ( ) 
2FT-1,50 ( ) 
Número 
Série 
Capacidade 
Posição da alimentação 
Lado direito 
Lado esquerdo 
Diâmetro máx das toras 
Comprimento da lâmina de s. fita mm 
Sistema do bitolador 
Servo motor ( ) 
Motofreio ( ) 
Hidráulico ( ) 
Tensão elétrica trifásica 380 VCA 
Tensão de comando 24 VCC VCC 
Peso 
Dimensões C.L.A.) 
1.3. Específicações técnicas 
 
• Serra de fita vertical dupla, uma direita e outra esquerda.(Geminada). 
• Alimentação contínua por corrente central para o corte das costaneiras laterais 
simultaneamente em toras, acionada por motoredutor. 
• Velocidade de avanço ajustada por inversor de frequência. 
• Sistema de rolos posicionadores rotativos na entrada. 
• Gatilhos unitizadores disparadores da tora de ação pneumática. 
• Sistema de acalcadores superiorpara manter o semi-bloco durante o avanço. 
• Sistema de prensores laterais para manter as costaneiras durante o avanço até a posição 
de separação. 
 
2. TRANSPORTE 
 
 Ao receber a máquina, recomendamos o cuidado e inspeção, verificando a existência de 
eventuais danos provocados pelo transporte. Caso ocorram, notificar, por escrito e com fotos, 
imediatamente, a Schiffer S/A e a empresa transportadora para fins de 
seguro. O içamento através de cinta de 
poliester. 
 
 
 
 
 
 
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3. ARMAZENAGEM 
 
 A máquina deve ser armazenada em local seco, sem encostá-la a outros objetos. Se a 
mesma permanecer inativa por um período prolongado o peso dos eixos fará com que a graxa dos 
mancais seja expulsa da área de contato, removendo a película lubrificante e ocasionando a 
oxidação (ferrugem). Recomenda-se que todos os eixos sejam girados, com a mão, a cada 
bimestre. 
4. INSTALAÇÃO 
 
 Assentar a máquina em piso estável e previamente nivelado, renivelando-a no sentido 
longitudinal e transversal se necessário, tomando o cuidado de fixar o equipamento conforme 
especificação da planta de fundação. 
 
4.1. Sistema elétrico 
 
 A tarefa de ligação dos motores deverá ser executada por um técnico eletricista, que 
deverá obedecer rigorosamente os esquemas elétricos que acompanham a máquina. Após as 
ligações observar se o sentido de rotação dos motores está correto. O dimensionamento dos 
cabos para a alimentação do C.C.M.(Centro de controle de motores) deverá ser feito levando-se 
em consideração a potência motora total instalada (soma total das potências motoras), a queda de 
tensão em função da distância entre a fonte de energia e os motores e o tipo de instalação 
(eletrocalha, aérea, etc.). 
 
 
Obs.: Segundo Hélio Creder, “Manual de Instalações elétricas ”, Livros Técnicos e Científicos 
Editora, 3.6 – Quedas de tensão admissíveis págs. 80 – 81, e NBR-5410 a maior queda de tensão 
admissível entre o C.C.M. e o motor é de 4% (quatro por cento). 
 
 
 
 
4.2. Aterramento 
 
 O chassi do equipamento e seus motores, bem como C.C.M. e painel de comando que 
possam vir a acompanhar o equipamento, devem estar devidamente aterrados com aterramento de 
resistência inferior à 10 Ohm. 
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7 
 
5. SEGURANÇA 
5.1 Símbolos de segurança 
 
 As medidas e ações de segurança ajudam a evitar danos à vida e à saúde dos 
colaboradores, bem como evitam danos materiais. 
A simbologia apresentada a seguir auxilia na compreensão das instruções relativas à 
segurança na operação e manutenção da máquina . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.2. Princípios de segurança 
 
 Este equipamento pode apresentar riscos quando não obedecidas as orientações 
de segurança listadas neste manual: 
 
5.2.1. Apenas pessoal autorizado, com treinamento e conhecimento suficiente para tal 
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8 
pode realizar operação, manutenção e limpeza do equipamento com segurança; 
 
 5.2.2. Quem realiza operação, manutenção ou limpeza do equipamento deve 
portar os Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) necessários: Óculos de 
proteção, luvas, protetores auriculares, sapatos de proteção e vestimenta 
completa. Quando em intervenções no equipamento que impliquem no uso de maçaricos, 
furadeira, aparelhos de solda ou outros, faz-se necessário acompanhamento e orientação de 
profissional de segurança habilitado; 
5.2.3.As guarnições e proteções instaladas no equipamento protegem o operador e demais 
próximos ao equipamento. O uso das mesmas é indispensável, e quando o equipamento 
estiver em operação mantenha-as sempre fechadas; 
 
5.2.4. Roupas soltas ou excessivamente folgadas podem ser puxadas por partes móveis do 
equipamento, assim como relógios, pulseiras ou corrente de pescoço, devendo ser evitadas 
em ambiente de trabalho. Cabelos longos devem ser presos de forma apropriada. 
 
 5.2.5.Mantenha sempre limpa a área ao redor da máquina, tornando rotas e 
espaços para operação e manutenção visíveis e desbloqueadas, evitando 
quedas ou acidentes. 
 
5.2.6.Antes de qualquer ajuste ou reparo, desligue a corrente elétrica no painel de 
comando através da chave de partida e certifique-se de que todas as partes móveis se 
imobilizaram. Certifique-se, também, de que a máquina não possa ser acionada por 
descuido de outra pessoa. 
5.2.7. Certifique-se de que a alimentação elétrica está devidamente isolada antes de prosseguir 
com qualquer interferência no equipamento. 
 
5.2.8.Sempre que deixar a posição de trabalho, o operador deve desligar o painel de 
comando e levar consigo a chave do mesmo, evitando o uso por pessoal não 
autorizado. O operador deve também desabilitar qualquer equipamento que possa vir a 
compor o ambiente fabril junto ao equipamento em questão. 
6. LIMITES DO EQUIPAMENTO 
 O equipamento foi concebido e fabricado dentro dos limites de utilização e orientações 
indicados na sessão 1,2 e em condições corretas de manutenção e operação. Qualquer utilização 
fora dos padrões anteriores pode vir a expor operadores e trabalhadores próximos à riscos. 
7. INÍCIO DE OPERAÇÃO 
 Toda manipulação do equipamento deve ser feita tomando as medidas apresentadas 
anteriormente neste manual. O sistema de alimentação, o gatilho de disparo da tora, bem como os 
demais equipamentos que podem vir a compor o ambiente fabril no qual este equipamento está 
inserido podem ocasionar acidentes, sendo responsabilidade do operador atentar aos itens de 
segurança coletivos e individuais, bem como os procedimentos de segurança. 
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9 
Antes de ligar o equipamento é responsabilidade do operador certificar-se de que a 
máquina está com todas as proteções fechadas e que todos os envolvidos no processo 
produtivo estão fora da região de trabalho do equipamento e que estão cientes do início 
de funcionamento do mesmo. 
 As Serras Fitas Verticais possuem mecanismos específicos para operação. Nesta sessão 
serão listados os mesmos. 
7.1. Tensionamento da lâmina de serra de fita 
Colocar a lâmina de serra de fita mantendo os dentes para fora dos volantes. 
Esta máquina está equipada com um sistema Hidropneumático de Tensionamento da 
Lâmina, (patente requerida SCHIFFER) que permite pressão constante e maior 
sensibilidade de compensação, quando da ocorrência de resíduos entre a lâmina e o volante, 
diminuindo muito a possibilidade de trincas, ruptura da emenda e mesmo a quebra de eixos. 
 Para o correto tensionamento da lâmina, o operador deverá primeiramente observar na tabela 
do tensionamento, o valor da pressão correspondente à lâmina utilizada, em relação ao diâmetro do 
volante da máquina. Esta pressão poderá ser obtida girando o botão elétrico (Tensiona), que aciona 
a mini unidade hidráulica tensionando a lâmina de serra de fita, acompanhando a progressão da 
pressão no ponteiro do manômetro . Para destensionar, girar o botão (destensionar) o qual aciona 
uma válvula hidráulica aliviando a pressão. Para destensionar quando não tiver energia elétrica 
empurrar o botão indicado pela seta para dentro mantendo-o acionado. 
 Para proceder a desaeração do ar no cilindro hidráulico, que se 
encontra dentro da coluna quando necessário,sem a lâmina de serra de fita 
sobre os volantes, acionar o botão tensiona para que suba as hastes de 
suspenção do volante superior. Acione a botão destensiona deixando o 
volante superior descer totalmente, repita o procedimento mais uma vez , 
assim o ar interno do cilindro retorna 
ao 
reservatório da unidade 
hidráulica.Nunca mexer no parafuso tampa superior do acumulador 
hidráulico, pois o mesmo é carregado com gás inerte 
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10 
(Nitrogênio) sob pressão controlada para seu correto funcionamento nesta máquina.7.2. 
Ajuste do posicionamento da lâmina. 
• Girar manualmente a lâmina / volantes, verificando a sua posição, se o fundo 
dos dentes estiverem muito para fora ou muito para dentro ajustar pela 
cambagem. 
• A cambagem serve para posicionar a lâmina de serra de fita em cima do abaulado do 
volante. Para posicionar a lâmina, coloque o cabo extensor na alavanca de cambagem, a 
alavanca do sentido da cambagem na foto está neutra, girar para esquerda ou direita para 
definir o movimento de subir ou descer a haste que inclina o volante superior. Dependendo 
da inclinação no girar o volante manualmente a lâmina avança para dentro ou para fora do 
abaulado do volante. A posição ideal é deixar o fundo do dente aprox. 2 mm para fora da 
borda do volante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.3. Verificação de funcionamento do acumulador de pressão. 
 
• Com a lâmina tensionada conforme tabela; 
• Colocar um pedaço de feltro de aproximadamente ½” x 50 mm x 200 mm na parte 
trazeira entre a lâmina e o volante; 
• Forçando-se o giro dos volantes manualmente (fazendo a lâmina 
subir e descer várias vezes sobre o feltro, porém, sem que haja 
variação da pressão indicada no manômetro, a não ser uma ligeira 
vibração no ponteiro. 
• alteração significativa na pressão, indica possível vazamento da pré-carga interna 
do acumulador o qual deve ser substituído ou recalibrado na fábrica. 
 
7.4. Lâmina estreita 
 Após várias reafiações, a lâmina de serra torna-se mais estreita, e nestas condições tem a 
tendência de fazer com que os dentes trabalhem sobre os volantes, danificando sua superfície, 
além de perder o recalque. É necessário portanto, corrigir-se a posição de giro da lâmina a cada 
troca, fazendo-se com que o fundo dos dentes trabalhem fora da borda dos volantes (pelo menos 
2,0 mm). Este ajuste também é necessário mesmo com lâminas largas, quando o preparo não é 
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11 
correto, ou o abaulado do volante está desgastado e necessitando ser retificado. Na máquina 
sistema direito, para deslocar os dentes da lâmina para fora, girar a alavanca da cambagem para 
a esquerda, estando o pino da catraca posicionado à esquerda. Para mover a lâmina para dentro, 
procededa cambagem para a direita, estando o pino da catraca posicionado à direita. Para 
deslocar para dentro, proceder de forma inversa. Lâminas estreitas menor que 2/3 da largura , 
pode danificar a retifica abaulada do volante. 
7.5. Limpeza 
 
 Qualquer operação de limpeza deve ser realizada tomando os cuidados 
apresentadosneste manual. O equipamento deve ser mantido limpo, bem como suas regiões de 
trabalho e manutenção, prevenindo acidentes, aumentando sua vida útil e mantendo seu 
desempenho. 
 
 
ITENS DE LIMPEZA PERIÓDICA 
Item Forma de limpeza Periodicidade 
Feltros 
Remoção de particulado acumulado sobre o feltro. No 
caso de queima do feltro, o mesmo deve ser 
substituído. 
A cada troca de 
lâminas. 
Guias da lâmina 
Remoção de qualquer particulado que possa estar 
preso nas guias. 
A cada troca de 
lâminas. 
Raspadores 
Remoção de qualquer particulado que possa estar 
preso nos raspadores. 
A cada troca de 
lâminas. 
Guia linear Remoção de qualquer particulado que possa estar 
preso nos trilhos. 
A cada troca de 
lâminas. 
Motores 
Remoção de qualquer particulado que possa estar 
preso no ventilador. 
Semanalmente. 
8. OPERAÇÃO 
 
• Esta máquina foi projetada para serrar de uma só vez duas costaneiras das toras. 
 
• O avanço da corrente contínua tem tres velocidades programadas, deve ser ajustada de 
acordo com a dureza da madeira e altura do corte. Madeiras duras requerem menor 
velocidade, assim como maior altura de corte também requer menor avanço. 
 
• Ajustar a bitola desejada, de 3"até 6”, através das 
bitolas programadas no painel de comando. 
 
• Suspender os Rolos posicionadores pelo 
manipulador de comando do 
posicionador sobe, para que a tora 
alimentada fique acima da corrente 
dentada do avanço. 
 
• Alimentar uma tora através do gatilho 
alimentador acionando a pedaleira 
abaixo do painel de controle. 
 
• Girar a tora pelo manipulador de 
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comando gira esquerda ou gira a direita, até estar na posição adequada ao corte em 
seguida baixá-los em posição intermediária para que a tora desça em cima da corrente 
contínua, mantendo o posicionamento e avanço para o corte. 
 
• A tora é mantida estável atravéz de dois braços acalcadores superiores logo após os rolos 
posicionadores. 
 
• Na saída da tora serrada, o bloco central é mantido estabilizado através dos braços 
acalcadores superiores, e as duas costaneiras serradas são mantidas por braços 
prensores laterais até a posição de descarga, enquanto o bloco central continua o avanço 
para alimentar a próxima máquina. 
 
• Tomar cuidado especial para que o avançamento da madeira não seja feito enquanto a 
bitola não se completar. 
 
8.1. Sistema Hidráulico dos rolos posicionadores 
 
• Ligar através de botão de comando liga/desliga a bomba hidráulica para a suspenção e 
descida dos rolos posicionadores. 
8.2. Sistema Pneumático 
 
• O ar fornecido pelo compressor deve ser limpo livre de impurezas. 
• O filtro separa a umidade do ar, e deve ser drenado periodicamente. 
• O regulador não deve passar de 6 bar de pressão. 
• O lubrificador atomiza o óleo que vai para as partes pneumáticas. 
• Uma gota de óleo a cada 3 minutos de operação. 
• Regular semanalmente o fluxo da Vazão do Óleo. 
No prensor vertical lateral há um regulador de pressão individual que é 
ajustado em teste no funcionamento, definindo a pressão ideal. 
8.3. Sistema Elétrico 
 
• Todo o sistema de acionamento dos braços acalcadores, e dos 
braços prensores, são comandados por um C.L.P. (controlador 
lógico programável) sincronizados com um encoder (gerador de 
pulsos). 
• Bitolador eletronico (ver manual de programação anexo) 
 
8.4. Conjunto de lubrificação da lâmina 
• Este conjunto é responsável por umedecer a lâmina de serra com 
óleo biodegradável de baixa viscosidade, de forma a evitar que a 
resina proveniente da madeira, não fique impregnada na lâmina. 
• A falha deste conjunto pode causar alterações na 
temperatura da lâmina e pode causar 
desvios no corte. 
• O operador deve executar limpeza e 
inspeção periódica da seguinte 
forma: 
• A cada troca de lâmina: 
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13 
• Fazer inspeção no conjunto, retirar resíduos acumulados em serviço; 
• Verificar nível do reservatório de óleo; 
 Semanalmente 
• Regular gotejamento da lubrificação da lâmina. (uma gota a cada 2 a 5 minutos); 
8.5. Conjunto raspador do volante 
 
• O conjunto raspador tem a função de limpeza dos resíduos no 
volante, provenientes do corte da madeira. 
• O operador deve executar limpeza e inspeção periódica a cada 
troca de lâmina: 
• Fazer inspeção no conjunto, retirar resíduos acumulados em 
serviço; 
• Semanalmente efetuar limpeza geral do conjunto, eliminando os 
resíduos e impurezas. 
8.6. Raspador da lâmina 
• O raspador da lâmina tem a função de evitar queda de resíduos para o 
volante inferior, garantindo um corte eficaz de madeira. 
• Este deve ser regulado de forma a encostar levemente na lâmina, para 
evitar desgaste excessivo e aquecimento. 
• A cada troca de lâmina executar limpeza e inspeção; 
• Semanalmente efetuar limpeza geral do conjunto, eliminando os resíduos e impurezas. 
8.7. Guia passiva da lâmina 
 
• Neste modêlo de guia os tarugos de madeira (4) devem 
ficar a 0,1 mm da face da lâmina.Esta regulagem 
proporciona à mesma, uma certa estabilidade capaz de 
garantir um corte sem desvios. 
• Para que se consiga esta regulagem deverão ser seguidos os seguintes passos: 
-Com o auxílio de uma chave de boca (9/16”) girar , no sentido anti-horário, as porcas (2) até que 
possam girar, livremente os copos de bronze (3); 
-Com o auxílio de uma chave “L” (acompanha a máquina), girar estes copos, no sentido horário 
fazendo com que os tarugos de madeira (4) toquem na lâmina; 
-Com a mesma chave gire, agora, no sentido anti-horário aproximadamente 12 mm de corda, 
desta forma criará o espaço desejado de 0,1mm (entre a face da lâmina e o tarugo de madeira). 
 
• Travar as porcas (2) nesta nova posição. 
• É necessário que a cada troca de lâmina se faça um 
ajuste e limpeza (verificação) neste conjunto. 
 
9. LUBRIFICAÇÃO 
 
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 É recomendado que se adote um plano de lubrificação eficiente designando um funcionário 
especificamente para esta função, evitando paradas para manutenção corretiva, danos ao 
equipamento e acidentes. 
 É recomendado cuidado na armazenagem e o manuseio dos lubrificantes. A melhor 
condição para a sua armazenagem é em local coberto, evitando que condições climáticas alterem 
suas propriedades. Quanto ao manuseio dos mesmos, devem ser armazenados e manipulados 
em recipientes limpos e compatíveis com o lubrificante, com bocal adequado para enchimento 
e/ou aplicação do lubrificante. 
 Todos os pontos de lubrificação indicados possuem correlação com a tabela de lubrificação 
e periodicidade presente neste tópico. 
 
 
 
 
 
 
 Óleo para a bomba hidráulica do tensionamento 
 
ÓLEO 
MARCA 
TEMPERATURA AMBIENTE 
10° - 50° 
ATLANTIC DURO AW 32 
CASTROL HYSPIN AWS 32 
ESSO NUTO H 32 
IPIRANGA IPITUR AW 32 
PETROBRÁS 
LUBRAX INDL. 
HR – 32 EP 
SHELL TELLUS 32 
TEXACO RANDO OIL HD 32 
 
 
 Tabela de equivalências de óleos para sistemas pneumáticos 
Marcas 
Petrobrás Castrol Esso Ipiranga Mobil Promax Texaco Shell 
Lubrax Indl. 
HR 32 EP 
Hyspin 
AWS 32 
Nuto H - 
32 
Ipitur 
AW 32 
DTE – 24 
Maxlub 
MA – 10 
Rando 
HD – 32 
Tellus 32 
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15 
Tabela de lubrificantes 
 
 
 
9.1. Lubrificação dos mancais dos volantes.A prática tem 
demonstrado que tanto a falta quanto o excesso de 
lubrificante são igualmente prejudiciais à vida dos rolamentos. 
Portanto é importante que o responsável pela manutenção da 
máquina obedeça, rigorosamente, os períodos de 
relubrificação indicada no manual e nas plaquetas e afixada 
na sua coluna. Todos os rolamentos dos volantes já saem de 
fábrica devidamente lubrificados para um período de 1000 horas 
A quantidade de graxa para a troca em cada rolamento é definida 
pela formula: Qg= 0,01xDxB [gramas] 
D= Diâmetro externo do rolamento 
B= Largura do rolamento 
• Para realizar a troca de lubrificação dos mancais: 
- Retirar, totalmente a tampa (1); 
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16 
- Remover toda a graxa velha exposta (reservatório 2); 
- Fechar a tampa (1) 
- Desparafusar, parcialmente, a tampa (3) afastando-a do mancal aproximadamente 1,5 mm; 
- Injetar o lubrificante (Graxa EP-2) através da graxeira (4), girando manual e lentamente o eixo 
para uma melhor distribuição da graxa no rolamento, até que a graxa velha escoe pela abertura 
(1,5mm) entre o mancal e a tampa (3); 
- Desparafusar, totalmente a tampa (3) afastando-a o suficiente para que se possa retirar toda a 
graxa velha do reservatório (5), deixando-o vazio; 
- Fechar a tampa (3); 
 
9.2. Lubrificação geral 
 
Tipo de mancais Modelos Lubrificação 
Guia linear 
Mancais Pillow block 
 
Correntes 
 
Com a máquina 
parada e 
manualmente 
utilizando-se de pincel,brocha 
ou almotolia. 
Hastes do volante 
superior 
 
Por ponto 
Redutor GC 
 Ver tabela de óleo abaixo. 
Período de troca do óleo ver 
plaqueta no próprio redutor. 
 
 Tabela de lubrificante de redutores 
________________________________________________________________________________ 
17 
 
9.2.1. A Lubrificação dos motores deve ser feita conforme os intervalos de relubrificação 
especificados na plaqueta de identificação. 
10. FALHAS E AÇÕES 
 
 Nesta sessão serão apresentadas ações para correção de possíveis falhas. Caso a falha que 
tenha ocorrido não esteja listada ou a solução sugerida não tenha sido suficiente, contatar o 
fornecedor. 
DEFEITO CAUSA SOLUÇÃO 
Volante superior não 
sobe 
 
 
Falta de óleo no reservatório 
 
Preencher o nível : Nota: o volante 
superior deve estar totalmente para 
baixo. 
Válvula não esta acionando Verificar se o solenoide não esta danificado. 
Não mantém a 
pressão 
Fuga de óleo 
Abrir a tampa traseira da coluna e 
verificar no conjunto hidráulico 
possível vazamento de óleo nas 
conexões e reapertá-las. 
Ar no sistema Proceder a desaeração conf. fl. 9 
 
11. DEFEITOS EM LÂMINAS DE SERRA FITA 
11.1. Trincas na garganta: 
• Fundo agudo: - Utilizar rebolo mais grosso e retificá-lo para arredondar o fundo. 
• Riscos de afiação: - Utilizar rebolo de grana mais fina. 
• Material queimado: - Limpar o rebolo com frequência e proceder a última passada sem 
descer o rebolo. 
• Material fatigado: - A cada afiação desgastar, levemente, o fundo do dente (eliminar a 
martensita – se possível retificar com ferramenta de alta rotação). 
11.2. Trincas Pé de galinha na garganta: 
• Excesso de tensão ou costa da lâmina muito longa. 
11.3. Trincas nas costas da lâmina: 
• Excesso de avanço: - diminuir avanço ou aumentar área do fundo do dente. 
• Costas queimadas ( recuo da lâmina ): - Eliminar a lâmina queimada. Aumentar ângulo “C”. 
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18 
• Lâmina muito grossa: - Utilizar somente lâminas 60% preenchida por 
serragem). 
• Guias com muita interferência geram excesso de calor causando trincas. 
11.5 Demais cuidados: 
• Ao afiar é interessante uma última passada com rebolo fino para se obter um bom 
recalque. 
• Ângulos “C” acentuados facilitam o corte, porém debilitam o dente. 
• O fundo do dente deve ser longo para repartir as tensões geradas pelo giro do volante. 
• Bloqueando-se a compensação do tensionamento a lâmina procura cair do volante. 
• Lâminas novas devem girar livres ( sem cortar ) por algum tempo ( 30 min. ), e em seguida 
ser relaminadas, se necessário. 
 
DEFEITOS CAUSAS CORREÇÕES 
Trincas na cava 
Gulet pequeno Mudar formato do dente 
Cava com vértice afiado Arredondar a cava do dente 
Cava arrepiada Última passada com rebolo fino 
Cava queimada Afiar com menos avanço 
Cava estressada Remover material a cada afiada 
Lâmina muito grossa UtilizarAbaulados incorretos Retificar volantes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA: 
 
 Manter as correntes do avanço e do rolo posicionador sempre tensionadas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FELTROS: Devem estar limpos e isentos de superfície queimada, em contato com a lâmina porém 
sem causar pressão. Os de limpeza dos volantes deverão trabalhar em contato (sem pressão 
excessiva). 
BICA DE SERRAGEM: Em “celeron” deve estar próxima da lâmina, porém nunca encostada (para 
não permitir aquecimento da lâmina por atrito ou serragem entre a mesma e o volante). 
GUIAS DA LÂMINA (PRESSÃO): Deverão trabalhar sempre conforme as instruções descritas em 
anexo. Este último procedimento é indispensável quando se usa este tipo de guia a fim de não 
permitir que limalhas de aço (lâmina) aderida ao material anti-atrito se funda por caldeamento 
(gerando calor excessivo por atrito aço / aço). Por fim deslaminando a serra. 
HASTES : Devem estar limpas, com suas guias (buchas) lubrificadas. É necessário que se 
movimente a haste em todo o seu curso para uma lubrificação mais eficiente. 
Obs.: Todos os itens acima devem ser atendidos a cada troca de lâmina (período médio de 4 
horas). 
 
13. SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA 
 
Em situação de emergência, utilizar do botão de emergência presente no painel de 
comando do equipamento ou mais próximo do operador para parar o equipamento. 
 Aguardar a completa parada da máquina e dos demais equipamentos que possam vir a 
compor o ambiente fabril no qual entostá inserido antes de realizar qualquer intervenção no 
equipamento. 
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 Realizar todos os procedimentos descritos na sessão 7 deste manual antes de qualquer 
intervenção no equipamento. 
 Retomar atividade apenas após todas as medidas de segurança tomadas e a confirmação 
de que todos os operadores envolvidos estão cientes disso e não se encontram próximos da área 
de trabalho do equipamento ou demais equipamentos que possam vir a trabalhar em conjunto. 
 
Obs : Preparar um plano com número de telefones emergênciais etc… para atender qualquer 
situação anormal que envolva vitimas de acidentes. 
 
14. TERMO DE GARANTIA 
 
 Damos plena garantia sobre a qualidade de construção e funcionamento por 12 (doze) 
meses, da emissão da Nota Fiscal, baseado em um turno (8h / dia), e desde que a montagem 
tenha sido orientada por técnico de nossa recomendação, excluindo-se os casos de manutenção 
e manejo inadequados, peças de desgaste normal e materiais de terceiros. Frete de peças, 
despesas de viagens e estadia de nossos técnicos, correrão por conta do comprador, mesmo 
durante o período de vigência da garantia. 
 A constante busca em melhorar nossos equipamentos, onde a análise de Projetos e 
máquinas prioriza nossas metas, a fim de evitar falhas que comprometam a produtividade, a vida 
útil e/ou risco de acidentes. O resultado positivo depende diretamente do pronto atendimento às 
recomendações do fabricante. Assim, o nosso Departamento Técnico coloca-se à inteira 
disposição para fornecer tantas informações quanto julgar necessária, para o perfeito 
funcionamento dos equipamentos.

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