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O PAPEL DOS GOVERNOS NA SUSTENTABILIDADE

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Questões resolvidas

Os princípios básicos da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentados pelo Comitê Econômico e Social da ONU devem contribuir para o desempenho dos governos e ajudar a construir instituições que tenham eficácia, responsabilidade e sejam inclusivas.
Assinale qual das opções não é um princípio básico da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentado pelo Comitê Econômico e Social da ONU:
A. Formulação sólida de políticas.
B. Não discriminação.
C. Meritocracia.
D. Transparência.
E. Não exclusão.

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Questões resolvidas

Os princípios básicos da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentados pelo Comitê Econômico e Social da ONU devem contribuir para o desempenho dos governos e ajudar a construir instituições que tenham eficácia, responsabilidade e sejam inclusivas.
Assinale qual das opções não é um princípio básico da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentado pelo Comitê Econômico e Social da ONU:
A. Formulação sólida de políticas.
B. Não discriminação.
C. Meritocracia.
D. Transparência.
E. Não exclusão.

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O papel do governo na
sustentabilidade
O papel dos Estados junto às Organizações Multilaterais e o Desenvolvimento Sustentável.
Prof.ª Lynda Carolina Pavão
1. Itens iniciais
Propósito
Compreender o papel dos Estados e dos Governos junto às Organizações Multilaterais no caminho para o
Desenvolvimento Sustentável, por meio de Acordos Internacionais.
Objetivos
Descrever o papel do Estado no desenvolvimento sustentável.
Reconhecer as organizações multilaterais e sua importância.
Identificar os acordos internacionais que buscam o desenvolvimento sustentável.
Introdução
A construção de uma sociedade sustentável exige a participação de diversos atores sociais e atuação em
diferentes frentes de atuação. Por exemplo, as pessoas podem reciclar seu lixo, reduzir seu consumo e dar
preferência a adquirirem produtos e serviços de empresas sustentáveis. As empresas podem adotar boas
práticas de produção, como filtros para emitir menos poluentes ou a reutilização de produtos anteriormente
descartados durante o processo produtivo. 
Um ator fundamental na construção da sustentabilidade é o setor público. Seja através da atuação direta, ou
através da regulação do setor privado, os governos possuem um papel fundamental para que a sociedade seja
capaz de alcançar o desenvolvimento sustentável. 
Neste conteúdo, estudaremos o papel do Estado, incluindo suas diferentes esferas de atuação, tanto
nacionais quanto internacionais. Conheceremos as organizações multilaterais engajadas no desenvolvimento
sustentável e os principais acordos internacionais firmados.
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• 
1. O papel do Estado 
Desenvolvimento sustentável
Objetivos do desenvolvimento sustentável
Para que possamos compreender o papel dos governos na promoção do desenvolvimento sustentável,
devemos primeiro entender o que isso significa.
Afinal, o que é desenvolvimento sustentável? 
Em 1983, em uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), foi estabelecida uma comissão
especial que disponibilizaria um relatório sobre o meio ambiente e a problemática global para o ano 2000 e
posteriores, incluindo estratégias propostas para o desenvolvimento sustentável.
Organização das Nações Unidas
Organização intergovernamental criada para promover a cooperação internacional. 
Essa comissão, posteriormente, adotou o nome Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento
(CMMAD), ou World Commission on Environment and Development (WCDE) da qual resultou o documento
intitulado Nosso Futuro Comum (Our Common Future), em 1987, conhecido como Relatório Brundtland, o qual
apontava a incompatibilidade entre desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo
vigentes no período (STOFFEL; COLOGNESE, 2015).
Relatório Brundtland
Nome devido a Gro Harlem Brundtland, primeira-ministra da Noruega, na época, a qual presidia a
CMMAD.
O Relatório Brundtland apresentou um dos conceitos mais difundidos de desenvolvimento sustentável
definindo como: 
desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações
futuras de suprir suas próprias necessidades." 
(RELATÓRIO BRUNDTLAND, 1987)
São destacados no relatório, ainda, três componentes fundamentais para o desenvolvimento sustentável: 
Proteção ambiental
Crescimento econômico
Equidade social
Representaremos esses três componentes como as dimensões da sustentabilidade: 
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• 
a dimensão econômica,
dimensão social e
dimensão ambiental.
Na prática, a dimensão econômica está inserida na dimensão social e esta, por sua vez, está inserida na
dimensão ambiental. Isso porque as políticas econômicas são adotadas por sociedades, as quais têm suas
instituições. Já essas sociedades estão inseridas no meio ambiente, o qual tem recursos naturais finitos.
Em 1992, a ONU realizou a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento
(CNUMAD), no Rio de Janeiro, com 179 países participantes, que ficou conhecida como Rio-92. Os países
participantes acordaram e assinaram a Agenda 21 Global, um programa de ação para promover um novo
padrão de desenvolvimento, o chamado desenvolvimento sustentável para o século XXI.
A Agenda 21 conciliou métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica a fim de
construir sociedades sustentáveis.
Durante os anos 1990, foi realizada uma série de cúpulas multilaterais sobre o desenvolvimento humano, das
quais emergiram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), em 2000. Os ODM foram adotados pelos
Estados-membros da ONU em 2000 e impulsionaram os países a enfrentarem os principais desafios sociais no
início do século XXI.
Já em 2012, 193 delegações, além de representantes da sociedade civil, voltariam à cidade do Rio de Janeiro
para renovar o compromisso global com o desenvolvimento sustentável. O objetivo da Rio+20 era avaliar o
progresso obtido até então e as lacunas remanescentes na implementação dos resultados das cúpulas
anteriores, abordando novos emergentes desafios.
• 
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• 
O foco das discussões da conferência era, principalmente: a economia verde no contexto do desenvolvimento
sustentável, erradicação da pobreza e o arcabouço institucional para o desenvolvimento sustentável.
A Declaração Final da Conferência Rio+20 — o documento O Futuro que queremos — reconheceu
que a formulação de metas poderia ser útil para o lançamento de uma ação global coerente e focada
no desenvolvimento sustentável.
Assim, guiou as ações da comunidade internacional nos três anos seguintes e deu início ao processo de
consulta global para a construção de um conjunto de objetivos universais de desenvolvimento sustentável
para além de 2015.
Mais recentemente, em 2015, todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas concordaram com uma
agenda para transformar o mundo em que vivemos até 2030, um plano de ação para erradicar a pobreza,
proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade, a Agenda 2030 para o
Desenvolvimento Sustentável, a qual contém o conjunto de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,
conhecidos como ODS e 169 metas como desdobramentos destes objetivos.
Atenção
Os ODS reconhecem que os países ao redor do mundo enfrentam desafios universais que exigem
investimento e colaboração de governos, cidadãos e empresas. Nenhum indivíduo, organização ou país
é capaz de atingir os ODS agindo isoladamente e, por isso, é preciso uma forte colaboração. 
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, de acordo com as Nações Unidas Brasil (2015), são os
seguintes:
Erradicação da pobreza
Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.
Fome zero e agricultura sustentável
Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da
nutrição e promover a agricultura sustentável.
Saúde e bem-estar
Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em
todas as idades.
Educação de qualidade
Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover
oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
Igualdade de gênero
Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e
meninas.
Água limpa e saneamento
Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento
para todos.
Energia limpa e acessível
Garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e renovável para
todos.
Trabalho decente e crescimento econômico 
Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável,
emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.
Indústria, inovação e infraestrutura 
Construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e
sustentável, e fomentar a inovação.
Redução das desigualdades 
Reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.
Cidades e comunidades sustentáveis
Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros,
resilientes e sustentáveis.
Consumo e produção responsáveis 
Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.
Ação contra a mudança global do clima
Tomar medidas urgentes para combater a mudançaclimática e seus
impactos.
Vida na água
Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares, e dos recursos
marinhos para o desenvolvimento sustentável.
Vida terrestre 
Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas
terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a
desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da
biodiversidade.
Paz, justiça e instituições eficazes 
Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento
sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir
instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.
Parcerias e meios de implementação 
Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para
o desenvolvimento sustentável.
Esses objetivos atingem de forma conjunta as três dimensões da sustentabilidade. Dois objetivos, contudo,
tratam da cooperação e das parcerias entre países e organizações em prol do desenvolvimento sustentável
(ODS 16 e 17).
Para compreender melhor o papel dos ODS, podemos classificá-los de acordo com seu direcionamento. Os
ODS, assim, podem ser direcionados ao meio ambiente, à sociedade, à economia e às parcerias. No entanto,
vale ressaltar que, mesmo que possamos categorizá-los, os objetivos são integrados e equilibram as três
dimensões do desenvolvimento sustentável.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para ver mais detalhes da imagem
abaixo.
É importante observar também que cada um desses objetivos se desdobra em metas mais específicas que
podem ser encontradas na página das Nações Unidas. 
Princípios básicos da governança para o desenvolvimento
sustentável
Para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam alcançados, os governos devem desempenhar
seu papel de acordo com princípios básicos da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável.
Sabendo disso, cabe a pergunta: você conhece as iniciativas do governo para promover o desenvolvimento
sustentável na sua cidade?
Quadro das Nações Unidas sobre mudança do clima
Neste vídeo, iremos tratar da evolução histórica do papel dos governos na promoção da sustentabilidade,
focando nos acontecimentos da ONU, nos relatórios internacionais, da Rio+20, dentre outros.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Em 2 de julho de 2018, o Comitê Econômico e Social da ONU apresentou um conjunto de 11 princípios
elaborados pelo Comitê de Peritos em Administração Pública da ONU (CEPA) e pelo Departamento de
Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA).
Esses princípios básicos devem contribuir para o desempenho dos governos e ajudar a construir
instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis, com o objetivo de alcançar a
Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Os princípios básicos devem orientar as políticas públicas e as instituições governamentais, considerando as
diferentes estruturas de governança, realidades nacionais, capacidades e níveis de desenvolvimento dos
países, respeitando as políticas e prioridades nacionais. Esses princípios básicos são:
competência;
formulação sólida de políticas;
colaboração;
integridade;
transparência;
supervisão independente;
não exclusão;
não discriminação;
participação;
subsidiariedade;
equidade intergeracional.
Como princípios básicos, eles se aplicam a todas as instituições públicas, incluindo a administração de órgãos
executivos e legislativos, os setores de segurança e justiça, órgãos constitucionais independentes e empresas
estatais. Esses princípios podem ser divididos em três categorias:
Eficácia
Os três primeiros princípios (competência, formulação sólida de políticas e colaboração) se
concentram na eficácia, destinando-se, especialmente, ao modo como as políticas públicas devem
ser elaboradas.
Responsabilidade
Os três princípios seguintes (integridade, transparência e supervisão independente) se concentram
na responsabilidade, indicando de que modo as instituições devem aplicar essas políticas.
Inclusão
Os cinco últimos princípios (não exclusão, não discriminação, participação, subsidiariedade e
equidade intergeracional) se concentram na inclusão, enfatizando a importância destas políticas
atenderem a todo o público-alvo.
Princípios de eficácia
Apresentamos agora, com mais detalhes, os princípios relacionados à eficácia.
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Competência
As instituições governamentais devem ter experiência, recursos e ferramentas suficientes para
desempenhar suas funções de maneira eficaz. Como estratégias utilizadas, podemos citar como
exemplos o desenvolvimento de liderança e treinamento de funcionários públicos, gerenciamento de
desempenho, gerenciamento baseado em resultados, gerenciamento e controle financeiro,
administração eficiente e justa da receita.
Formação sólida de políticas
A fim de alcançar as metas propostas, as políticas públicas devem ser coerentes entre si e fundadas
em bases verdadeiras ou bem estabelecidas, em total conformidade com o fato, a razão e o bom
senso. Para isso, deve haver planejamento estratégico, análise de impacto regulatório, promoção de
políticas coerentes, fortalecimento dos sistemas estatísticos nacionais, sistemas de monitoramento e
avaliação, estruturas de gerenciamento de riscos e compartilhamento de dados.
Colaboração
As instituições de todos os níveis do governo e de todos os setores devem trabalhar em conjunto,
além de atuar junto a atores não estatais com o mesmo objetivo ou finalidade. Isso inclui colaboração,
coordenação, integração e diálogo entre os níveis de governo e áreas funcionais.
Princípios de responsabilidade
Os três próximos princípios abordam a responsabilidade.
Integridade
Para servir ao interesse público, os funcionários públicos devem cumprir com seus deveres oficiais de
maneira honesta e justa. Para isso, devem-se promover políticas, práticas e órgãos anticorrupção,
códigos de conduta para funcionários públicos, compras públicas competitivas, eliminação de
suborno e comércio de influência, políticas de conflito de interesses, proteção a denunciantes e
fornecimento de remuneração adequada.
Transparência
Para garantir a prestação de contas, as instituições devem ser transparentes na execução de suas
funções e promover o acesso à informação, sujeitas apenas às exceções específicas e limitadas
previstas em lei. Exemplos de práticas de acordo com o princípio da transparência são: a divulgação
proativa de informações, transparência orçamentária e dados abertos do governo.
Supervisão independente
Para que se tenha confiança no governo, as agências de supervisão precisam agir estritamente de
modo profissional e devem ser independentes. Esse princípio abrange a promoção da independência
das agências reguladoras, acordos para a revisão de decisões administrativas por tribunais ou outros
órgãos, auditoria independente e respeito à legalidade.
Princípios de inclusão
Por fim, vejamos os cinco princípios que abordam a inclusão.
Não exclusão
Para garantir que todos os seres humanos possam ter dignidade, as políticas públicas precisam levar
em consideração as necessidades e aspirações de todos os segmentos da sociedade, incluindo os
mais pobres e vulneráveis e os sujeitos à discriminação. Como exemplos, destaca-se a promoção de
políticas fiscais e monetárias equitativas.
Não discriminação
Para respeitar, proteger e promover os direitos humanos e as liberdades fundamentais para todos, o
acesso ao serviço público deve ser concedido em termos gerais de igualdade, sem distinção de raça,
cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, propriedade,
nascimento, incapacidade ou outro status. As estratégias podem incluir promoção da diversidade da
força de trabalho do setor público, proibição de discriminação na prestação de serviços públicos,
padrões de acessibilidade, entre outros.
Participação
Todos os grupos políticos significativos devem se envolver ativamente em assuntos que os afetem
diretamente e tenham a chance deinfluenciar políticas. Os exemplos são eleições livres e justas,
processo regulatório de consulta pública, fóruns com várias partes interessadas, orçamento
participativo e desenvolvimento orientado pela comunidade.
Subsidiariedade
Para promover um governo que responda às necessidades e aspirações de todas as pessoas, as
autoridades centrais devem executar apenas as tarefas que não podem ser executadas efetivamente
em um nível mais intermediário ou local. Os exemplos incluem federalismo fiscal, fortalecimento da
governança urbana, fortalecimento das finanças municipais e sistemas financeiros locais,
aprimoramento da capacidade local de prevenção.
Equidade intergeracional
Esse princípio trata da importância da equidade entre a geração atual e as futuras. Para promover a
prosperidade e a qualidade de vida de todos, as necessidades de curto prazo da geração atual
devem ser equilibradas com as necessidades de longo prazo das gerações futuras.
A partir deste conteúdo, é possível compreender de que maneira os governos devem atuar em direção ao
crescimento sustentável. Com base em princípios gerais, indicamos a importância dos governos na promoção
de políticas públicas eficazes, que sejam adotadas com reponsabilidade e sejam inclusivas na trajetória para o
desenvolvimento sustentável.
Vem que eu te explico!
Os vídeos a seguir abordam os assuntos mais relevantes do conteúdo que você acabou de estudar.
Princípios de eficácia para o desenvolvimento sustentável
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Princípios de responsabilidade para o desenvolvimento sustentável
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Verificando o aprendizado
Questão 1
Estudamos os princípios básicos da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentados pelo
Comitê Econômico e Social da ONU. Um desses onze princípios destaca a importância de instituições de
diferentes setores e níveis do governo atuarem conjuntamente, além de trabalharem junto a atores não
governamentais com o mesmo objetivo. Assinale qual dos princípios foi "descrito":
A
Integridade.
B
Não exclusão.
C
Equidade intergeracional.
D
Colaboração.
E
Supervisão independente.
A alternativa D está correta.
O princípio descrito acima é o da Colaboração. O princípio da Integridade trata da importância da
honestidade e justiça na promoção de políticas públicas. Já o princípio da Não exclusão destaca que as
políticas públicas devem levar em consideração as necessidades e aspirações de todos os segmentos da
sociedade. O princípio da Equidade intergeracional trata do equilíbrio das necessidades de curto prazo da
geração atual com as necessidades de longo prazo das gerações futuras, avaliando o impacto do
desenvolvimento sustentável. Por fim, o princípio da Supervisão independente trata da promoção da
independência das agências reguladoras, acordos para a revisão de decisões administrativas por tribunais
ou outros órgãos, auditoria independente e respeito à legalidade.
Questão 2
Os princípios básicos da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentados pelo Comitê
Econômico e Social da ONU devem contribuir para o desempenho dos governos e ajudar a construir
instituições que tenham eficácia, responsabilidade e sejam inclusivas. Assinale qual das opções não é um
princípio básico da governança eficaz para o desenvolvimento sustentável apresentado pelo Comitê
Econômico e Social da "ONU":
A
Formulação sólida de políticas.
B
Não discriminação.
C
Meritocracia.
D
Transparência.
E
Não exclusão.
A alternativa C está correta.
A meritocracia não é um dos princípios básicos da governança eficaz, responsável e inclusiva para o
desenvolvimento sustentável apresentados pelo Comitê Econômico e Social da ONU. Os demais podem ser
considerados princípios básicos.
2. As Organizações Multilaterais 
O papel das organizações multilaterais
Sabemos da importância da atuação dos governos para a promoção da sustentabilidade por meio da
implementação de políticas públicas alinhadas aos ODS.
Juntamente aos governos, as organizações multilaterais, também chamadas de organismos
internacionais ou instituições multilaterais, têm um papel crucial no incentivo ao desenvolvimento
sustentável, permitindo que diferentes países e instituições contribuam conjuntamente para o
melhor a todos.
Organizações multilaterais são entidades criadas pelas principais nações do mundo com a finalidade de
trabalhar conjuntamente para o desenvolvimento das diferentes áreas da atividade humana, como a política,
economia, saúde e segurança. Essas organizações são constituídas por meio de acordos e têm como objetivo
a permanente cooperação entre seus membros.
Comentário
De acordo com Decicino (2013), as organizações multilaterais podem atuar conjuntamente de diferentes
maneiras, adotando normas comuns de comportamento social ou político entre os países-membros,
planejando ações comuns, realizando pesquisas conjuntamente e prestando serviços de cooperação,
seja ela econômica, cultural ou médica. 
Algumas organizações desempenham importante papel na promoção do desenvolvimento sustentável, tais
como:
Organização das Nações Unidas (ONU).
Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Organização Mundial do Comércio (OMC).
Banco Mundial.
Fundo Monetário Internacional (FMI).
Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Papel da ONU
Neste vídeo, iremos apresentar o papel central que a ONU desempenha na promoção da sustentabilidade,
ressaltando que quase todas as organizações multilaterais estão, em certa medida, atreladas a ela. 
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é uma instituição econômica
intergovernamental para estimular o desenvolvimento econômico e o comércio mundial. Ela discute políticas
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públicas e econômicas, apoiando-se nos princípios da democracia representativa e nas regras da economia
de mercado.
Essa organização tem uma história de
envolvimento com os principais processos das
Nações Unidas (ONU) sobre desenvolvimento e
bem-estar humano, financiamento para o
desenvolvimento, sustentabilidade ambiental e
mudanças climáticas.Também contribuiu para
moldar a Agenda 2030 e comprometeu-se em
utilizar da sua capacidade e experiência para
apoiar esta agenda.
A OCDE afirmou seu compromisso com a
Agenda 2030 confirmando a preparação de um
plano de ação que estabelece como a organização apoiará os membros e a comunidade internacional na
conquista dos ODS. Foi elaborado um documento, mas reconhecendo que as necessidades e os interesses
dos países evoluirão com o tempo.
Atenção
A responsabilidade pela implementação da Agenda 2030 cabe principalmente aos países e seus
governos. A colaboração reforçada com outras organizações internacionais, incluindo as Nações Unidas,
promoverá sinergias e evitará duplicação de esforços (OECD, 2016). 
Em apoio à Agenda 2030, aos seus 17 objetivos e às suas 169 metas, a OCDE vai: 
Apoiar os países na identificação de onde estão atualmente em relação aos ODS, onde precisam estar
e propor caminhos sustentáveis com base em evidências.
Reafirmar seu papel como fonte de conhecimento, dados, boas práticas e padrões nos setores
econômico, social e nas áreas ambientais de políticas públicas relevantes para os ODS.
Incentivar políticas melhores e mais coerentes que possam ajudar a entregar os ODS, por meio do uso
das principais abordagens da OCDE, como a avaliação por pares, o monitoramento e elaboração de
relatórios estatísticos e o diálogo sobre políticas (OECD, 2016).
Organização Mundial do Comércio (OMC)
A Organização Mundial do Comércio pode contribuir para alcançarmos a Agenda 2030 para o
desenvolvimento sustentável e seus ODS. A OMC identificou etapas que ajudariam a garantir que o comércio
internacional contribua para acelerar o progresso na consecuçãodos ODS. Essas etapas são:
Integrar o comércio nacional e criar estratégias setoriais para alcançar os ODS.
Fortalecer o sistema multilateral de comércio, para que possa continuar apoiando o crescimento
inclusivo, o emprego e a redução da pobreza.
Continuar reduzindo os custos comerciais por meio da implementação completa do Acordo de
Facilitação do Comércio.
Desenvolver capacidade do lado da oferta e infraestrutura relacionada ao comércio em países em
desenvolvimento.
Focar na diversificação das exportações e adição de valor.
Melhorar o setor de serviços.
Aplicar regras de origem flexíveis e aumentar a utilização de esquemas de preferências.
Garantir que medidas não tarifárias não se tornem barreiras ao comércio.
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1. 
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6. 
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8. 
Fazer do e-commerce uma força para inclusão.
Apoiar as micro, pequenas e médias empresas a se envolverem no comércio internacional.
Mais especificamente, a OMC também destaca como pode atuar diretamente para alguns dos ODS, como
vemos abaixo (WORLD TRADE ORGANIZATION, 2018).
ODS 1: Erradicação da pobreza
A OMC acredita que iniciativas de política comercial bem planejadas e
estrategicamente executadas podem ter um impacto positivo na redução
sustentável da pobreza. A abertura do comércio também pode gerar padrões
de vida mais altos por meio de maior produtividade, aumento da concorrência
e mais opções para os consumidores e melhores preços no mercado.
ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável
A OMC acredita que, eliminando subsídios que causam distorções nos
mercados agrícolas, será possível tornar os mercados mais justos e
competitivos, ajudando os agricultores e consumidores, e, assim,
contribuindo para a segurança alimentar.
ODS 3: Boa Saúde e Bem-Estar
Um dos principais objetivos do ODS 3 é garantir o acesso a medicamentos a
preços acessíveis para todos. Uma importante emenda ao Acordo TRIPS da
OMC entrou em vigor nos últimos anos. Essa medida facilitará aos países em
desenvolvimento um caminho legal seguro para acessar medicamentos.
ODS 5: Igualdade de Gênero
A OMC defende que o comércio pode criar oportunidades para o emprego e
o desenvolvimento econômico das mulheres. Por meio do comércio, as
oportunidades de emprego para as mulheres aumentaram significativamente.
Os empregos nos setores de exportação também tendem a dispor de
melhores salários e condições. Os setores de exportação são um importante
fornecedor de emprego para mulheres nos países em desenvolvimento.
9. 
10. 
ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico
O crescimento econômico inclusivo liderado pelo comércio aprimora a
capacidade de geração de renda de um país, que é um dos pré-requisitos
para alcançar o desenvolvimento sustentável. A iniciativa de Ajuda ao
Comércio da OMC pode fazer uma grande diferença na suplementação de
esforços domésticos na construção de capacidade comercial.
ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura
O comércio produz ganhos dinâmicos na economia, aumentando a
concorrência e a transferência de tecnologia, conhecimento e inovação. Os
mercados abertos foram identificados como um determinante essencial do
comércio e do investimento entre países em desenvolvimento e
desenvolvidos, permitindo a transferência de tecnologias que resultam em
industrialização e desenvolvimento, ajudando a alcançar o ODS 9.
ODS 10: Desigualdades reduzidas
No nível global, mudanças nos padrões de desenvolvimento estão
transformando as perspectivas das pessoas mais pobres do mundo,
diminuindo a desigualdade entre os países. As regras da OMC tentam reduzir
o impacto das desigualdades existentes por meio do princípio de tratamento
especial e diferenciado para os países em desenvolvimento.
ODS 14: Vida Debaixo d’Água
A OMC desempenha um papel importante no apoio aos esforços globais,
regionais e locais para combater a degradação ambiental de nossos oceanos
no âmbito do ODS 14. A decisão sobre subsídios à pesca adotada pelos
membros da OMC em dezembro de 2017 é um avanço nos esforços
multilaterais para cumprir o objetivo 14, comprometendo os membros a
proibir subsídios que contribuam para a sobrecapacidade e a sobrepesca, e
para eliminar subsídios que contribuam para a pesca ilegal, não declarada e
não regulamentada, com tratamento especial e diferenciado para os países
em desenvolvimento e menos desenvolvidos.
ODS 17: Parcerias para os objetivos
O ODS 17 reconhece o comércio como um meio de implementação da
Agenda 2030. Esse objetivo exige que os países promovam um sistema
comercial multilateral universal, baseado em regras, aberto, não
discriminatório e equitativo; o aumento das exportações dos países em
desenvolvimento, a duplicação da participação das exportações dos países
menos desenvolvidos e a implementação de acesso ao mercado com isenção
de direitos e sem cota para os países menos avançados, com regras de
origem transparentes e simples para mercadorias exportadas. A OMC é o
principal canal para alcançar esses objetivos.
Banco Mundial
Também chamado de Banco Internacional para
a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), O
Banco Mundial é uma agência especializada
independente do Sistema das Nações Unidas.
O Banco Mundial é a maior fonte global de
assistência para o desenvolvimento,
proporcionando cerca de US$60 bilhões anuais
em empréstimos e doações aos 187 países-
membros.
Atua como uma cooperativa de países, que
disponibiliza seus recursos financeiros, o seu
pessoal altamente treinado e a sua ampla base de conhecimentos para apoiar os esforços das nações em
desenvolvimento para atingir um crescimento duradouro, sustentável e equitativo. O objetivo principal é a
redução da pobreza e das desigualdades.
O Banco Mundial lançou uma nova plataforma interativa que
fornece ao público uma visão ampla dos avanços e
indicadores relacionados a cada um dos 17 Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS). A plataforma se chama
Atlas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e traz
mais de 180 mapas e gráficos, distribuídos de acordo com
as metas de cada ODS, indicando o panorama do
desenvolvimento e da qualidade de vida da população
global. A ferramenta se baseia no World Development
Indicators (Indicadores de Desenvolvimento Global), um
banco de dados com mais de 1400 indicadores de mais de
220 economias, algumas delas com dados que podem ser
comparados em uma linha histórica de 50 anos (WORLD
BANK GROUP, 2018).
Fundo Monetário Internacional (FMI)
O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma agência especializada das Nações Unidas que foi concebida na
conferência de Bretton Woods, New Hampshire, Estados Unidos, em julho de 1944.
O FMI trabalha para promover a cooperação monetária global, garantir a estabilidade financeira,
facilitar o comércio internacional, promover o alto nível de emprego e o crescimento econômico
sustentável e reduzir a pobreza em todo o mundo.
O FMI está envolvido com os ODS quando eles afetam a estabilidade econômica e o crescimento sustentável
e inclusivo. A agência categoriza os objetivos da Agenda 2030 em:
Pessoas
Promoção da inclusão. Mais recentemente, estudos do FMI mostraram que níveis elevados de
desigualdade de renda estão associados a um crescimento econômico mais baixo e menos durável,
bem como a uma maior instabilidade financeira. Ademais, evidências mostraram que a redução das
diferenças de gênero impulsiona a produtividade, o crescimento e a resiliência da economia.
Do mesmo modo, o FMI tem explorado como a política fiscal pode ser acionada para reduzir a
desigualdade, por meio de gastos em saúde, educação e proteção social, e da garantia da
progressividade dos sistemas tributários. Nas questões de gênero, o fundo tem se concentrado em
iniciativas para ampliar a participação das mulheres na economia, sobretudo mediante a formulação
de políticas tributárias e de gastos baseadas em uma perspectiva de gênero, uma prática conhecida
como gender budgeting.
Prosperidade
Apoio ao crescimento, ao emprego e à redução da pobreza. Impulsionar o crescimento, sobretudo nos
países de baixa renda, é umacondição essencial para o êxito dos ODS. Aqui, o FMI está se
concentrando na geração de espaço fiscal para investimentos em saúde, educação, infraestrutura e
produtividade agrícola que aumentem o crescimento e reduzam a pobreza, assim como em políticas
destinadas a promover a diversificação da economia. Além disso, está explorando políticas para
enfrentar os desafios relacionados ao futuro do trabalho, dadas as rupturas provocadas pela evolução
da tecnologia. Isso é de especial importância no contexto do desemprego entre os jovens, que gera
tanto descontentamento em todo o mundo.
Planeta
Participação em ações contra as mudanças climáticas. Um dos desafios mundiais mais urgentes e
complexos é a necessidade de enfrentar as mudanças climáticas por meio da adoção de uma matriz
energética de baixa emissão. Um elemento necessário a essa transição é assegurar que os preços da
energia reflitam os custos para a saúde e o meio ambiente, tanto em termos das emissões de carbono
quanto da poluição atmosférica. Assim, o FMI está ajudando os países a precificar as emissões de
carbono e a eliminar os subsídios à energia fóssil.
Paz
Fortalecimento da governança e combate à corrupção. Instituições fortes, baseadas na boa
governança são a base de sociedades pacíficas e inclusivas. Ao constatar que a corrupção e a
debilidade dos quadros de governança estão associadas a uma redução significativa do crescimento,
investimento e receitas tributárias, o FMI lançou um novo quadro que busca um envolvimento mais
franco, eficaz, imparcial e sistemático com os países-membros.
Parcerias
Financiamento dos ODS. Alcançar os ODS exigirá um aumento significativo dos gastos públicos em
muitos países. O FMI está apoiando esses esforços de algumas maneiras, elaborando um quadro
amplo para avaliar as necessidades de gastos tomando como base uma série de estudos de caso de
países (Benin, Guatemala, Indonésia, Ruanda e Vietnã), e apoiando a realização de alguns dos ODS de
alto valor, como saúde, educação e infraestrutura. Isso está sendo feito em colaboração com as
autoridades nacionais, o Banco Mundial e agências da ONU.
Em termos de financiamento, será crucial fortalecer a capacidade tributária, sobretudo porque os
crescentes níveis de endividamento nos países de baixa renda estão dificultando os progressos nos
ODS. Mas na maioria dos países em desenvolvimento, apenas a receita interna não será suficiente
para eliminar o déficit de financiamento, o que exige mais ajuda oficial e opções de financiamento
privado (ANNETT; LANE, 2018).
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Única agência tripartida da ONU, desde 1919, a
OIT reúne governos, empregadores e
trabalhadores de 187 Estados-membros para
estabelecer padrões de trabalho, desenvolver
políticas e elaborar programas que promovam
trabalho decente para todas as mulheres e
homens.
Formalizado pela OIT em 1999, o conceito de
trabalho decente sintetiza a sua missão
histórica de promover oportunidades para que
homens e mulheres obtenham um trabalho
produtivo e de qualidade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas, sendo
considerado condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das desigualdades sociais, a
garantia da governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável.
Comentário
Trata-se de um conceito central para o alcance dos ODS definidos pelas Nações Unidas, em especial o
ODS 8, que busca “promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego
pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos”. 
Os principais aspectos de trabalho decente também foram amplamente incluídos nas metas de muitos dos
outros ODS da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO
TRABALHO, 2015).
O trabalho decente é o ponto de convergência dos quatro objetivos estratégicos da OIT:
Respeito aos direitos no trabalho, especialmente àqueles definidos como fundamentais (liberdade
sindical, direito de negociação coletiva, eliminação de todas as formas de discriminação em matéria de
emprego e ocupação e erradicação de todas as formas de trabalho forçado e trabalho infantil).
Promoção do emprego produtivo e de qualidade.
Ampliação da proteção social.
Fortalecimento do diálogo social.
Assim, apresentamos algumas das principais organizações multilaterais. Elas desempenham diferentes papéis,
mas contribuem conjuntamente para o Desenvolvimento Sustentável. 
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Organização para cooperação e desenvolvimento econômico
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FMI
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Questão 1
Diferentes organizações multilaterais demonstraram apoio à Agenda 2030 e aos seus Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS). Com relação à Organização Mundial do Comércio (OMC), assinale qual
ODS não está no escopo de objetivos da "OMC":
A
ODS "3": Boa Saúde e Bem-Estar.
B
ODS "4": Educação de qualidade.
C
ODS "8": Trabaho Decente e Crescimento Econôminco.
D
ODS "17": Parcerias para os objetivos.
E
ODS "9": Indústria, Inovação e Infraestrutura.
A alternativa B está correta.
A Organização Mundial do Comércio vem atuando em diversas frentes para contribuir para o alcance dos
ODS. No entanto, não desempenha um papel declarado no objetivo 4.
Questão 2
Entre as diferentes organizações multilaterais, uma se destaca pelo papel na promoção de trabalho decente
para todos os homens e mulheres, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Assinale como se
intitula essa "organização":
A
Organização Mundial do Comércio.
B
Central Única dos Trabalhadores.
C
Organização Internacional do Trabalho.
D
Fundo Monetário Internacional.
E
Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento.
A alternativa C está correta.
A Organização Internacional do Trabalho desempenha um papel de promover trabalho decente a todos,
independentemente de gênero.
3. Os Acordos Internacionais
Acordo internacional
Como vimos, os ODS superam fronteiras de países e, portanto, são debatidos por organizações multilaterais.
Apresentaremos, então, os acordos internacionais que estão relacionados ao desenvolvimento sustentável
nas últimas décadas.
Acordo internacional é um documento pelo qual um Estado ou uma organização internacional
assume obrigações e adquire direitos perante outros no âmbito do direito internacional, servindo
para estabelecer uma parceria em áreas específicas.
Esses acordos, segundo o Ministério das Relações Exteriores (2020), são comumente denominados “tratados”,
“convenções” ou, mesmo, “acordos” e criam um compromisso jurídico, podendo servir para apontar possíveis
formas de cooperação futura.
Os acordos internacionais demonstram a preocupação crescente com a sustentabilidade e, por meio deles,
podemos compreender melhor quais iniciativas já foram tomadas em diferentes dimensões da
sustentabilidade, sejam elas econômicas, sociais sejam ambientais.
Podemos dividir esses acordos em três categorias:
Conferências e declarações
As conferências e declarações internacionais diretamente focadas no desenvolvimento sustentável.
Documentos internacionais
Os documentos internacionais que tratam de aspectos relevantes da sustentabilidade.
Instrumentos internacionais
Os instrumentos internacionais que, embora tenham por objetivo tratar de outros assuntos,
mencionam expressamente o compromisso com o desenvolvimento sustentável.
Conferências internacionais
Na primeira categoria, destacam-se as grandes conferências internacionais realizadas pela ONU para cuidar
do tema, cujas declarações finais muitas vezes elencam princípios e reafirmam que o desenvolvimento
sustentável é um objetivo que os países devem seguir.
Nessa categoria, destaca-se a Declaração da Conferência de Estocolmo de 1972, que estabeleceu a
obrigação de assegurar que o desenvolvimento seja compatívelcom a necessidade de proteger e
melhorar o meio ambiente para benefício da população. 
Ademais, pode-se destacar também a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento,
apresentada na conferência que ficou conhecida como Rio-92, a qual defendia que as necessidades de
desenvolvimento e ambientais das gerações presentes e futuras deveriam ser identificadas de forma
equilibrada.
É importante observar que a Rio-92 gerou outros importantes instrumentos internacionais, entre eles:
Agenda 21
A Agenda 21 é um documento que resultou da
Rio-92 e que também destaca que todos devem
contribuir conjuntamente em uma parceria
global para que o desenvolvimento sustentável
seja atingido.
Convenção do Clima
A Convenção do Clima prevê que os Estados
participantes tenham o direito e o dever de
promover o desenvolvimento sustentável.
Vale notar que a Convenção do Clima provocou sucessivas declarações por parte dos Estados, reforçando seu
comprometimento com o desenvolvimento sustentável nas Conferências Anuais das Partes (COPs). Isso pode
ser observado na COP-3, a qual deu origem ao Protocolo de Kyoto de 1997.
Comentário
O Protocolo de Kyoto foi de grande relevância, enfatizando a importância da redução de emissões de
gases de efeito estufa. Anos depois, na COP-15 (Acordo de Copenhague de 2009) e na COP-16 (Acordo
de Cancún de 2010), esse compromisso também foi citado. 
Para além dos acordos já citados, nesta categoria também estão a declaração resultante da Conferência de
Johanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável de 2002, na qual um de seus itens prevê que o
desenvolvimento sustentável é um objetivo comum dos países participantes. 
Além disso, a Conferência das Nações Unidas sobre o
Desenvolvimento Sustentável de 2012, que ficou conhecida
como Rio+20 e foi intitulada “O Futuro que Queremos”,
renovou a obrigação de garantir um futuro econômico,
social e ambientalmente sustentável para nosso planeta e
para as gerações presentes e futuras.
Ademais, vale destacar nessa categoria o Acordo Climático
de Paris, de 2015. Assinado por 195 dos países na 21ª
Conferência das Partes (COP21), o acordo foi um marco da
crescente preocupação com as mudanças climáticas.
O Acordo de Paris foi aprovado a fim de reduzir
emissões de gases de efeito estufa (GEE) no
contexto do desenvolvimento sustentável. O
compromisso ocorre no sentido de manter o
aumento da temperatura média global bem
abaixo dos 2°C acima dos níveis pré-industriais
e buscar esforços para limitar o aumento da
temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-
industriais, reconhecendo que isso reduziria
significativamente os riscos e impactos das
mudanças climáticas (Conferência das Partes,
2015).
O papel dos governos na
sustentabilidade
Neste vídeo, iremos nos aprofundar no Acordo de Paris, falaremos sobre os principais objetivos traçados e os
desafios a serem enfrentados. Abordaremos também o foco para as metas brasileiras.
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Acordos e tratados internacionais
Uma segunda categoria é a dos acordos que abordam aspectos significativos da sustentabilidade,
identificando problemas globais que dependem da cooperação internacional para serem tratados de forma
efetiva. Entre esses temas, destacam-se: 
A defesa dos direitos humanos e a melhoria na qualidade de vida.
A garantia de condições satisfatórias de trabalho.
O uso racional dos recursos naturais.
A defesa da ética e da transparência e a condenação da corrupção.
A preservação de diferentes ecossistemas.
O controle de diversos tipos de poluição.
Fazem parte dessa categoria os seguintes acordos:
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• 
1948
A Declaração Universal dos Direitos Humanos.
1966
O Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
1982
A Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar.
1987
O Protocolo de Montreal sobre as Substâncias que Prejudicam a Camada de Ozônio.
1998
A Declaração da OIT sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho.
1998
A Convenção de Roterdã sobre o Procedimento de Consentimento Prévio Informado Aplicado a
Certos Agrotóxicos e Substâncias Químicas Perigosas.
2005
A Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.
Existem diversos outros instrumentos internacionais que mostram como a sustentabilidade, em suas mais
diversas vertentes, é um valor presente na comunidade internacional nos últimos anos. 
Atenção
Os documentos mais recentes fazem questão de, além de tratar dos assuntos específicos para os quais
foram criados, afirmar explicitamente a necessidade de se alcançar um desenvolvimento sustentável. 
Por fim, apresentamos uma terceira categoria, na qual os instrumentos se direcionam a assuntos diversos que,
em princípio, não estão relacionados à sustentabilidade, mas nos quais se assume claro compromisso com o
desenvolvimento sustentável. Isso ocorre, por exemplo, nos acordos multilaterais, plurilaterais ou bilaterais de
livre-comércio.
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Declaração da Conferência de Estocolmo
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Acordos de Sustentabilidade
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Questão 1
O Acordo de Paris, redigido em 2015, foi assinado por 195 dos países na 21ª Conferência das Partes (COP21).
Assinale a alternativa que indica o objetivo principal do Acordo de "Paris":
A
Permitir acesso à saúde pública e universal de qualidade.
B
Reduzir a poluição das bacias aéreas.
C
Limitar o aumento da temperatura global.
D
Promover o livre-comércio entre nações.
E
Erradicar todas as formas de trabalho forçado e trabalho infantil.
A alternativa C está correta.
O objetivo principal do Acordo de Paris é, por meio da redução das emissões de gases de efeito estufa,
limitar o aumento da temperatura média global nos próximos quinquênios.
Questão 2
Assinale qual acordo não está relacionado à busca pelo desenvolvimento "sustentável":
A
Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948.
B
Declaração da Conferência de Estocolmo, de 1972.
C
Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.
D
Tratado de Madrid.
E
Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar, de 1982.
A alternativa D está correta.
O Tratado de Madrid foi firmado no século XVIII entre os reis de Portugal e Espanha, não tendo qualquer
relação com o Desenvolvimento Sustentável. Já a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, a
Declaração da Conferência de Estocolmo de 1972, a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção e a
Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar de 1982 estão de acordo com a busca pelo
desenvolvimento sustentável.
4. Conclusão
Considerações finais
O desenvolvimento sustentável é cada vez mais urgente. Meio ambiente, sociedade e economia devem andar
lado a lado para a promoção de um mundo mais equitativo, justo e responsável.
A responsabilidade do desenvolvimento sustentável recai sobre todas as nações, que contribuem em conjunto
para a degradação ou conservação do meio ambiente. Com isso, é fundamental entendermos o papel que os
governos desempenham.
Ademais, é importante que tenhamos compreendido que esse tema exige cooperação internacional, de modo
que acordos e organismos multilaterais contribuam para a definição e o atingimento de metas sustentáveis.
Podcast
Vamos discutir agora algumas questões sobre o papel do estado, e em especial das organizações
multilaterais, para um desenvolvimento sustentável.
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Explore +
Para saber mais sobre os assuntos estudados, leia:
 
The Atlas of Sustainable Development Goals 2018. Plataforma interativa lançada pelo Banco Mundial para
observar avanços nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ela permite que o público tenha uma visão
ampla dos avanços e indicadores relacionados a cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável(ODS).
 
O World Commission on Environment and Development: Our common future da ONU, também conhecido como
Relatório Brundtland.
 
Declaração final da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável (RIO + 20). Disponível
no site do Ministério do Meio Ambiente.
Referências
AGÊNCIA ENVOLVERDE JORNALISMO. O Direito Internacional da Sustentabilidade, 2015.
 
ANNETT, T.; LANE, C. Cinco coisas que você precisa saber sobre o FMI e os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável. International Monetary Fund, 2 ago. 2018.
 
BOUCKAERT, G.; CHAWDHRY, U.; FRASER-MOLEKETI, G.; MEULEMAN, L.; PIZANI, M. Effective Governance for
Sustainable Development: 11 Principles to Put in Practice. International Institute for Sustainable Development,
7 ago. 2018.
 
BRANCO, P. Chegou a Hora de Revisitar o Triple Bottom Line. Página 22, 12 abr. 2012.
 
BRASIL. Ministério das Relações Exteriores. Tratados internacionais. Itamaraty. Brasília, DF: 2020. Consultado
na internet em: 21 jul. 2020.
 
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Acordo de Paris. MMA. Brasília, DF: 2017. Consultado na internet em: 21
jul. 2020.
 
BRUNDTLAND, G.; KHALID, M.; AGNELLI, S; AL-ATHEL, S.; CHIDZERO, B.; FADIKA, L et al. Our common future:
the World commission on environment and development. Oxford University Press, 1987.
 
CONFERÊNCIA DAS PARTES. Adoção do Acordo Paris. Nações unidas, 2015. Consultado na internet em: 21 jul.
2020.
 
DECICINO, R. Organizações internacionais: conheça as principais instituições multilaterais. Geografia Uol, 11
out. 2013.
 
NAÇÕES UNIDAS BRASIL, 2015. Momento de ação global para as pessoas e o planeta. Nações Unidas Brasil.
Consultado na internet em: 16 jul. 2020.
 
ODM BRASIL. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, 2000. Nações Unidas Brasil. Consultado na
internet em: 21 jul. 2020.
 
OECD. Better policies for 2030: An OECD Action Plan on the Sustainable Development Goals, 2016. Consultado
na internet em: 21 jul. 2020.
 
Organização Internacional do Trabalho. Trabalho decente. Consultado na internet em: 16 jul. 2020.
STOFFEL, J.; COLOGNESE, S. O desenvolvimento sustentável sob a ótica da sustentabilidade
multidimensional. Rev. FAE, v. 18, n. 2, p. 18 – 37, 2015.
 
WORLD BANK GROUP. Atlas of Sustainable Development Goals from World Development Indicators, 2018. The
World Bank. Consultado na internet em: 21 jul. 2020.
 
WORLD TRADE ORGANIZATION. Mainstreaming Trade to Attain the Sustainable Development Goals, 2018.
Consultado na internet em: 21 jul. 2020.
	O papel do governo na sustentabilidade
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Objetivos
	Introdução
	1. O papel do Estado
	Desenvolvimento sustentável
	Objetivos do desenvolvimento sustentável
	Atenção
	Erradicação da pobreza
	Fome zero e agricultura sustentável
	Saúde e bem-estar
	Educação de qualidade
	Igualdade de gênero
	Água limpa e saneamento
	Energia limpa e acessível
	Trabalho decente e crescimento econômico
	Indústria, inovação e infraestrutura
	Redução das desigualdades
	Cidades e comunidades sustentáveis
	Consumo e produção responsáveis
	Ação contra a mudança global do clima
	Vida na água
	Vida terrestre
	Paz, justiça e instituições eficazes
	Parcerias e meios de implementação
	Conteúdo interativo
	Princípios básicos da governança para o desenvolvimento sustentável
	Quadro das Nações Unidas sobre mudança do clima
	Conteúdo interativo
	Eficácia
	Responsabilidade
	Inclusão
	Princípios de eficácia
	Competência
	Formação sólida de políticas
	Colaboração
	Princípios de responsabilidade
	Integridade
	Transparência
	Supervisão independente
	Princípios de inclusão
	Não exclusão
	Não discriminação
	Participação
	Subsidiariedade
	Equidade intergeracional
	Vem que eu te explico!
	Princípios de eficácia para o desenvolvimento sustentável
	Conteúdo interativo
	Princípios de responsabilidade para o desenvolvimento sustentável
	Conteúdo interativo
	Verificando o aprendizado
	2. As Organizações Multilaterais
	O papel das organizações multilaterais
	Comentário
	Papel da ONU
	Conteúdo interativo
	Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
	Atenção
	Organização Mundial do Comércio (OMC)
	ODS 1: Erradicação da pobreza
	ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável
	ODS 3: Boa Saúde e Bem-Estar
	ODS 5: Igualdade de Gênero
	ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico
	ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura
	ODS 10: Desigualdades reduzidas
	ODS 14: Vida Debaixo d’Água
	ODS 17: Parcerias para os objetivos
	Banco Mundial
	Fundo Monetário Internacional (FMI)
	Pessoas
	Prosperidade
	Planeta
	Paz
	Parcerias
	Organização Internacional do Trabalho (OIT)
	Comentário
	Vem que eu te explico!
	Organização para cooperação e desenvolvimento econômico
	Conteúdo interativo
	FMI
	Conteúdo interativo
	Verificando o aprendizado
	3. Os Acordos Internacionais
	Acordo internacional
	Conferências e declarações
	Documentos internacionais
	Instrumentos internacionais
	Conferências internacionais
	Agenda 21
	Convenção do Clima
	Comentário
	O papel dos governos na sustentabilidade
	Conteúdo interativo
	Acordos e tratados internacionais
	A Declaração Universal dos Direitos Humanos.
	O Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
	A Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar.
	O Protocolo de Montreal sobre as Substâncias que Prejudicam a Camada de Ozônio.
	A Declaração da OIT sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho.
	A Convenção de Roterdã sobre o Procedimento de Consentimento Prévio Informado Aplicado a Certos Agrotóxicos e Substâncias Químicas Perigosas.
	A Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.
	Atenção
	Vem que eu te explico!
	Declaração da Conferência de Estocolmo
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	Acordos de Sustentabilidade
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	4. Conclusão
	Considerações finais
	Podcast
	Conteúdo interativo
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	Referências

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