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FP102 – Aprendizagem estratégica e desenvolvimento profissional
Trabalho Conv. Ordinária
INDICAÇÕES GERAIS
Este trabalho consiste em analisar a experiência docente de três professores seguindo as indicações que se apresentam abaixo. Além disso, o trabalho deve ser obrigatoriamente realizado em grupos de 4 ou 5 estudantes e deve atender os seguintes requisitos formais: 
Requisitos formais: 
Extensão: entre 5 e 6 páginas (sem contar as instruções, os enunciados, a bibliografia e os anexos –se houver–).
Tipo de letra: Arial.
Tamanho: 11 pontos.
Espaçamento entre linhas: 1,5.
Alinhamento: Justificado.
O trabalho deve ser realizado neste documento Word seguindo as normas de apresentação e edição quanto às citações e referências bibliográficas (ver o Guia de Estudo).
A entrega deve ser feita seguindo-se os procedimentos descritos no documento de avaliação da disciplina e em hipótese alguma deve ser enviado ao e-mail do(a) professor(a).
Por outro lado, lembramos que existem alguns critérios de avaliação cujo conhecimento por parte do estudante é considerado de suma importância. Para mais informações, consulte o documento de avaliação da disciplina. 
Trabalho
Nomes e sobrenomes dos alunos:
Grupo:
Data:
Analisem a experiencia docente de três professores de uma escola de ensino médio descritas abaixo e refletem criticamente sobre cada uma das questões que se formulam abaixo: 
Descrição dos casos 
Professor A
Planejou com muito cuidado a aula, a partir de uma rede de conceitos que dispôs em uma transparência. Em uma aula prévia, fez algumas perguntas sobre o tema, identificando algumas noções relevantes como, por exemplo, anticiclone, depressão ou isóbara, que eram confusas, quando não erradas. Precisamente, na representação que fez, faltam estes conteúdos. Ao começar a sessão, explica cada uma das ramificações e quando chega a um "conceito vazio" para e inicia um diálogo com os alunos, tal como se pode ver seguidamente. Ao finalizar a unidade didática, e para avaliar seus alunos, apresenta uma rede de conceitos similar à trabalhada em aula e pede-lhes que a completem, tal como se apresenta a seguir.
	
	(P) “...quando as pressões atmosféricas são altas, o tempo é mais estável; estas zonas recebem um nome concreto que, como podem ver no esquema, não temos; há alguém que saiba?”
(A) “chamam-se depressões”
(P) ...depressões...quando uma pessoa está deprimida é porque tem o ânimo baixo ou alto?”
(A) “baixo”
(P) “então, o conceito de depressão deveremos
empregá-lo para definir zonas atmosféricas com pressões...?”
(A) “baixas”
(P) “Onde colocaria esse conceito em nosso esquema?”
(A) “no círculo vazio da direita, junto à flecha que vem de ”.
Avaliação: Completar o esquema seguinte com os conceitos e/ou relações que faltem.
PROFESSOR B
Também tratou de identificar, na aula anterior, o que sabiam seus alunos. Para fazê-lo, levou para a aula uma vídeo-gravação da seção "O tempo” de um telejornal, tirando o som na edição do vídeo. Os alunos tinham que escrever em seus apontamentos os comentários que supunham que ia fazendo “O homem do tempo” com base nas imagens do mapa meteorológico que apareciam na tela. Na aula do dia seguinte, pediu a alguns estudantes que elaborassem um mapa de conceitos no quadro, a partir das noções surgidas no vídeo do dia anterior, explicando, em voz alta e passo a passo, as reflexões que realizaram na hora de selecionar cada conceito para relacioná-lo graficamente com o resto. Uma vez finalizado o mapa, convida todos a identificar os diferentes passos que seguiram estes estudantes para construir sua representação. Durante esta reflexão, os alunos explicam e discutem cada uma das fases e as operações que identificaram e, junto com o professor, elaboram a pauta para elaborar mapas conceituais que se descreve a seguir.
Para avaliá-los, pede a eles que escutem as previsões do tempo, que façam um mapa de conceitos e que, a partir do mapa, tomem decisões sobre as condições de uma possível viagem à Extremadura.
Primeiro: “Devem agrupar-se diferentes conceitos conforme sejam muito gerais, específicos ou muito específicos……
Segundo: “Buscar, dentro do primeiro grupo, um conceito que inclua o resto (por ex. o clima) e situar abaixo outros conceitos gerais, conectados com flechas. Escrever sobre cada flecha a ideia que relaciona cada par de conceitos…”
Terceiro: “Conectar o seguinte grupo de conceitos específicos com os conceitos anteriores, também mediante flechas e palavras-ligação…”
Cuarto: Relacionar novamente o último grupo de fatos muito específicos com o grupo de conceitos anterior, da forma habitual.
Quinto: A seguir, vou dividi-los em grupos de três (misturar nos grupos alunos de alto e baixo rendimento) e quero que introduzam no mapa estes novos conceitos: TEMPERATURA, BORRASCAS e DIA ENSOLARADO. Não se esqueçam de escrever as palavras que ligam dois conceitos. Em seguida, deverão argumentar vossas decisões.
	
	AVALIAÇÃO: Escute este vídeo com as previsões do homem do tempo para o próximo fim de semana em Extremadura e elabore um mapa de conceitos a partir de suas explicações. Depois, pensando que você quer viajar para esta cidade, decida:
Que roupa você levará? O que colocará em sua mala?
Que meio de locomoção utilizará preferivelmente?
Que atividades você realizará pela manhã? E pela tarde?
¡ARGUMENTE SUAS RESPOSTAS!
Professor C
Em uma aula anterior, o professor pediu a seus alunos que trouxessem de casa todos os mapas, artigos e gráficos sobre o tempo atmosférico e a meteorologia que encontrassem em revistas e jornais.
Na aula correspondente, divide os alunos em pequenos grupos de 4 ou 5, ao acaso, e pede que organizem toda a informação que trouxeram, recortando textos e gráficos e pendurando-os em um jornal mural, a partir de alguma classificação que seja clara para eles. O professor espera que os alunos agrupem o material em categorias como bom tempo, mau tempo, catástrofes atmosféricas, variáveis que afetam a mudança climática, etc., etc.
Uma vez que cada grupo tenha feito seu mural, deve pendurá-lo nas paredes da sala. Em seguida, todos os grupos vão passando por cada mural, enquanto o professor os convida a que façam comentários e perguntas. O professor (P) também participa, como se mostra no esquema da atividade que se apresenta a seguir. Finalmente, convida cada grupo a avaliar seu próprio trabalho.
- (P) “Creem que no seu mural estão os principais conceitos relacionados com o clima atmosférico? Que relação existe entre clima e temperatura? Onde colocariam a noção de anticiclone?.... Alguém quer perguntar algo aos colegas?”
Lembre-se de relacionar sua reflexão com o conteúdo da disciplina e mencionar autores e referências bibliográficas para fundamentar sua análise. 
Perguntas
Se perguntássemos a cada um destes professores o que é mais importante que faça para que seus alunos aprendam, o que pensa que responderiam?
(Reflexão relativa às estratégias e procedimentos de ensino e aprendizagem colocados em jogo em cada caso).
Se perguntássemos a cada um destes professores como pensam que devem potencializar a compreensão do conteúdo, o que vocês acreditam que nos diriam?
(Reflexão relativa às diversas estratégias utilizadas em cada caso para favorecer a construção de conhecimentos através da realização de tarefas de aprendizagem com base na alfabetização).
Se perguntássemos a cada um destes professores que valor atribui à aprendizagem cooperativa, o que você acha que nos diriam?
(Reflexão relativa às conveniências do trabalho cooperativo para a aprendizagem significativa).
Que recomendação daria a cada um destes professores para que melhorassem suas aulas?
(Elaborar uma recomendação para cada professor, suficientemente clara, de modo a que possa realizá-la em seu contexto educativo).
respostas
1. Professor A: O Professor A valoriza a clareza e a organização das aulas, considerando que a explicação detalhada do conteúdo é essencial para garantir que os alunos compreendam os conceitos antes de aplicá-los. Ele acredita que a exposição estruturadado tema é o pilar fundamental da aprendizagem.
Reflexão crítica: Essa abordagem reflete uma prática tradicional, como descrita nos textos da FUNIBER, em que o professor desempenha o papel central no processo de ensino. Esse método, embora eficaz para transmitir conhecimento teórico, pode limitar o desenvolvimento da autonomia e da reflexão crítica dos alunos. Segundo o modelo de mudança docente de Simão et al (2005), a aprendizagem significativa exige que os alunos participem ativamente, relacionando o conteúdo ao seu contexto e experiências
Professor B: O Professor B acredita que a interação entre os alunos é a chave para a aprendizagem. Ele destaca a importância de promover atividades cooperativas, como debates e projetos em grupo, que incentivem a troca de ideias e a construção conjunta do conhecimento.
Reflexão crítica: Essa abordagem está alinhada com a valorização da aprendizagem cooperativa, descrita como uma estratégia que potencializa tanto o desempenho acadêmico quanto o desenvolvimento social dos estudantes. No entanto, de acordo com os textos da FUNIBER, a eficácia dessa prática depende de um planejamento cuidadoso, incluindo o estabelecimento de objetivos claros e a definição de papéis para os participantes. Além disso, Ludke e Sordi (2009) ressalta que é fundamental monitorar o envolvimento individual de cada aluno para evitar desigualdades na contribuição.
Professor C: O Professor C enfatiza a necessidade de adaptar suas práticas pedagógicas para atender à diversidade da turma. Ele acredita que oferecer múltiplas estratégias de ensino, como o uso de recursos visuais, atividades práticas e momentos de reflexão, é essencial para engajar todos os alunos.
Reflexão crítica: Essa perspectiva reflete a preocupação em considerar os diferentes estilos de aprendizagem e as necessidades específicas dos alunos, conforme discutido por Simão et al (2005). No entanto, a adaptação deve ser acompanhada por avaliações frequentes, para garantir que as estratégias utilizadas estão alcançando os objetivos educacionais desejados. A flexibilidade pedagógica, como destaca Ludke e Sordi (2009), é um componente crucial em contextos educativos diversos e dinâmicos.
1. Professor A: Para potencializar a compreensão do conteúdo, é essencial conectar o aprendizado com a realidade dos alunos. As estratégias se baseiam em trazer exemplos concretos e situações práticas para que os estudantes consigam visualizar a aplicação do que estão aprendendo.
Reflexão crítica: O professor A enfatiza a contextualização do conteúdo como uma ferramenta-chave para a aprendizagem significativa. Essa abordagem está alinhada com a ideia de alfabetização funcional, que visa capacitar os alunos a aplicarem o conhecimento em diferentes contextos. No entanto, é necessário garantir que essa prática seja inclusiva, considerando as diferentes realidades dos alunos, e que também estimule a reflexão crítica sobre os conteúdos apresentados. 
Estratégias destacadas:
· Uso de estudos de caso e problemas reais.
· Atividades que promovam a reflexão e a aplicação prática.
· Estímulo ao pensamento crítico a partir da relação entre teoria e prática.
Professor B: Acredita que a compreensão do conteúdo é ampliada quando os alunos trabalham juntos, compartilham suas ideias e constroem o conhecimento coletivamente. Prioriza fomentar a aprendizagem colaborativa.
Reflexão crítica: O professor B adota uma abordagem que valoriza o trabalho em equipe e a troca de experiências, o que pode contribuir para a construção de um ambiente de aprendizagem dinâmico e interativo. No entanto, é importante que o professor atue como mediador, garantindo que todos os alunos participem ativamente e que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados de forma equitativa.
Estratégias destacadas:
· Implementação de dinâmicas de grupo, como debates e projetos coletivos.
· Utilização de ferramentas tecnológicas que favoreçam a interação entre os alunos.
· Foco na construção conjunta do conhecimento e no desenvolvimento de habilidades sociais.
Professor C: A chave está em atender às necessidades individuais dos alunos. É essencial adaptar as estratégias para que cada um possa aprender no seu ritmo e de forma personalizada.
Reflexão crítica: A abordagem do professor C reflete um compromisso com a educação personalizada e o respeito às diferenças individuais. Isso é especialmente importante em um contexto de ensino médio, onde os estudantes apresentam níveis variados de habilidades e interesses. Contudo, o desafio está em equilibrar a personalização com os objetivos gerais do currículo e em garantir que as estratégias utilizadas sejam acessíveis e eficazes para todos.
Estratégias destacadas:
· Planejamento de atividades diferenciadas, considerando os estilos e ritmos de aprendizagem.
· Uso de feedback contínuo e personalizado para orientar o progresso dos alunos.
· Incentivo ao desenvolvimento da autonomia por meio de estratégias metacognitivas, como autoavaliação e planejamento.
Professor A: Acredita que a aprendizagem cooperativa pode ser útil, mas seu foco está em garantir que cada aluno compreenda os conceitos individualmente antes de participar de atividades em grupo. A cooperação pode ser benéfica, mas deve complementar o trabalho individual.
Reflexão crítica: O professor A demonstra certa hesitação em priorizar a aprendizagem cooperativa, optando por valorizar mais o progresso individual. Embora essa abordagem enfatize a autonomia dos alunos, ela pode limitar o desenvolvimento de habilidades sociais e colaborativas. A aprendizagem cooperativa não é apenas uma estratégia pedagógica, mas também uma ferramenta para promover a empatia, a troca de perspectivas e a construção conjunta do conhecimento. Para que ela funcione, é essencial equilibrar tarefas individuais com momentos de cooperação estruturada.
Estratégias destacadas para integração:
· Alternar atividades individuais e cooperativas.
· Utilizar grupos heterogêneos para promover trocas diversificadas.
· Avaliar tanto a contribuição individual quanto a coletiva.
Professor B: Valoriza muito a aprendizagem cooperativa, pois acredita que ela é essencial para a construção de um conhecimento mais rico e significativo. Quando os alunos trabalham juntos, eles aprendem com as perspectivas uns dos outros e desenvolvem habilidades importantes para a vida.
Reflexão crítica:
O professor B apresenta uma visão positiva e alinhada com as vantagens comprovadas da aprendizagem cooperativa. Essa abordagem promove a aprendizagem significativa, pois os alunos se envolvem em interações ricas, compartilham responsabilidades e constroem o conhecimento de forma coletiva. No entanto, o sucesso dessa metodologia depende de uma estrutura clara e do acompanhamento constante do professor, garantindo que todos os alunos participem ativamente e que os objetivos educacionais sejam atingidos.
Práticas recomendadas:
· Implementar papéis definidos em atividades de grupo (líder, relator, pesquisador, etc.).
· Planejar projetos que incentivem a interdependência positiva entre os membros do grupo.
· Monitorar o progresso dos grupos e fornecer feedback contínuo.
Professor C: Reconhece o valor da aprendizagem cooperativa, mas acredita que ela precisa ser adaptada às necessidades de cada aluno. Alguns aprendem melhor sozinhos, enquanto outros se beneficiam mais do trabalho em grupo. O importante é encontrar um equilíbrio.
Reflexão crítica: O professor C adota uma abordagem mais flexível, reconhecendo a diversidade dos estilos de aprendizagem. Essa visão é importante, pois a aprendizagem cooperativa, embora rica em benefícios, não funciona da mesma maneira para todos os alunos. Personalizar as atividades cooperativas pode ser uma solução eficaz, permitindo que cada aluno contribua e aprenda de acordo com suas características e necessidades.
Sugestões para práticas inclusivas:
· Permitir que os alunos escolham entre trabalhar em grupo ou individualmente em determinadas atividades.
· Fornecer suporte adicional para alunos que têm dificuldade em se integrar em grupos.· Promover a autorreflexão sobre o impacto do trabalho cooperativo no aprendizado individual.
Professor A: O Professor A prioriza a explicação direta e individual, com foco no domínio dos conteúdos pelos alunos. Sua abordagem, embora eficiente para o aprendizado de conceitos básicos, pode limitar a interação e a autonomia dos alunos no processo de construção do conhecimento. O professor pode, por exemplo, dividir a aula em momentos de explicação e debate, incentivando os alunos a fazerem conexões com suas próprias vivências. Isso está alinhado com a ideia de que "a aprendizagem significativa ocorre quando o aluno relaciona novos conhecimentos com saberes prévios" (Simão et al, 2005).
Recomendação:
· Introduzir metodologias ativas: Combine a explicação expositiva com estratégias que incentivem a participação ativa dos alunos, como o ensino baseado em problemas ou estudos de caso. Essas metodologias permitem que os alunos apliquem o conhecimento em situações práticas, fortalecendo a compreensão e promovendo a autonomia.
· Estimular a interação entre os alunos: Promova momentos de trabalho cooperativo em que os alunos possam compartilhar diferentes perspectivas sobre o conteúdo estudado. Isso pode ser feito por meio de discussões guiadas, dinâmicas em grupo e projetos colaborativos.
· Utilizar ferramentas digitais: Recursos como quizzes interativos, plataformas educacionais e vídeos curtos podem tornar as aulas mais dinâmicas e engajantes, além de atender a diferentes estilos de aprendizagem.
Professor B: O Professor B valoriza a aprendizagem cooperativa e estratégias que promovam a participação dos alunos. No entanto, pode ser necessário garantir que todos os alunos contribuam igualmente e que as atividades cooperativas sejam direcionadas para o aprendizado significativo podendo planejar essas atividades de maneira mais estruturada, definindo papéis claros e objetivos específicos para os grupos. Além disso, seria benéfico incluir momentos de autoavaliação, como destacado por Ludke e Sordi (2009): "A autoavaliação permite que o estudante reflita sobre sua contribuição no processo de aprendizagem coletiva."
Recomendação:
· Definir papéis claros em atividades de grupo: Estruture o trabalho cooperativo para que cada aluno tenha uma função específica (líder, relator, pesquisador, etc.), promovendo a responsabilidade individual dentro do grupo.
· Incorporar avaliação contínua: Utilize instrumentos de avaliação que considerem tanto o desempenho coletivo quanto o individual, como rubricas ou autoavaliações. Isso ajudará a monitorar o progresso de cada aluno.
· Ampliar o uso de projetos interdisciplinares: Estimule projetos que integrem conteúdos de diferentes disciplinas, possibilitando uma visão mais ampla e contextualizada do aprendizado. Por exemplo, um projeto que combine matemática e ciências pode ser desenvolvido para resolver problemas do dia a dia.
Professor C: O Professor C busca equilibrar diferentes estilos de aprendizagem, alternando entre estratégias individuais e cooperativas. Essa flexibilidade é positiva, mas pode ser fortalecida com uma abordagem mais sistemática e planejada, como sugere Simão et al (2005): "Os processos de ensino precisam ser constantemente avaliados para garantir que estejam promovendo a construção de conhecimento."
Recomendação:
· Planejar atividades diversificadas: Estruture as aulas com um mix de atividades que atendam tanto alunos que preferem aprender individualmente quanto aqueles que se beneficiam mais do trabalho em grupo. Por exemplo, inicie com uma explicação breve, seguida de uma atividade prática individual, finalizando com uma discussão em grupo.
· Implementar a personalização do ensino: Utilize diagnósticos regulares para identificar as necessidades específicas de cada aluno e adaptar as estratégias de ensino. Plataformas educacionais que oferecem trilhas de aprendizagem personalizadas podem ser úteis.
· Promover reflexões regulares: Reserve momentos ao final das aulas para que os alunos avaliem seu próprio aprendizado e discutam os desafios enfrentados, incentivando a metacognição e o aprendizado contínuo.
Referencia bibliográfica
FUNIBER (2022). Aprendizagem reflexiva e estratégica. In: Aprendizagem Estratégica
e Desenvolvimento Profissional.
FUNIBER (2022). Aprendizagem reflexiva e estratégica. In: Aprendizagem Estratégica
e Desenvolvimento Profissional.
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e Desenvolvimento Profissional.
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e Desenvolvimento Profissional.
FUNIBER. Aprendizagem reflexiva e estratégica. In. Aprendizagem Estratégica e desenvolvimento profissional. Barcelona. Espanha. 2022.
SIMÃO, Ana Margarida Veiga; CAETANO, Ana Paula; FLORES, Maria Assunção. Contextos e processos de mudança dos professores: uma proposta de modelo. Educação e Sociedade, Campinas, v. 90, pág. 173-188, jan./abr. 2005. Disponível em: . Acesso em: 11 janeiro 2025.
SORDI, Mara Regina Lemes de; LUDKE, Menga. Da avaliação da aprendizagem à avaliação institucional: aprendizagens necessárias. Campinas: 2009, vol. 14, n. 2, pp. 313-336. Disponível em:. Acesso em: 11 janeiro 2025.
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