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PANOSTEÍTE Afecções de etiologia indeterminada: ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: HISTÓRICO: Cães de raças grandes/gigantes (pastor alemão) Comum em jovens entre 5 a 12 meses e adultos de 7 anos Aumento da atividade osteoblástica e fribroblástica no endostéo e canal medular Acomete ossos longos: úmero, rádio, ulna, fêmur, tíbia SINAIS CLÍNICOS: Claudicação sem histórico de trauma dor a palpação abdominal profunda a diáfise auto-limitante esclerose do canal medular (áreas arredondadas) perto do forâmen nutrício Área de esclerose unilateral no canal medular Área de esclerose bilateral no canal medular em terço proximal do fêmur e médio do fêmur OSTEOPATIA PULMONAR HIPERTRÓFICA Afecções de etiologia indeterminada: ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: HISTÓRICO: SINAIS CLÍNICOS: Causa desconhecida, tese mais aceita é de que seja um distúrbio circulatório neurovascular cães e gatos adultos e idosos após diagnóstico confirmado radiografar tórax em busca de moléstia dor e claudicação aumento de volume das extremidades bilateral e simétrico (diáfise) Proliferação periostal irregular simétrico e bilateral não afeta articulações Proliferação periostal irregular Proliferação periostal irregular HIPERPARATIREOIDISMO SECUNDÁRIO NUTRICIONAL ALTERAÇÕES METABÓLICAS: ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Acomete cães e gatos jovens quando não se alimentam de forma adequada Distúrbio nutricional devido a diminuição de cálcio gerando desequilíbrio e estimulando paratormonio (osteoclasto, osso fica fino) Diminuição generalizada da radiopacidade (osteopenia) Adelgaçamento de corticais (osso fica mais fino) cifolordose fraturas patológicas decorrente a osteopenia estreitamento pélvico (pode gerar fecaloma) Cifolordose, diminuição generalizada da radiopacidade Diminuição generalizada da radiopacidade, adelgaçamento de corticais **Adelgaçamento de corticais pode voltar ao normal, já os outros sinais não HIPERPARATIREOIDISMO SECUNDÁRIO RENAL ALTERAÇÕES METABÓLICAS: ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Causado pelo distúrbio glomerular, aumento de fósforo e paratormonio gerando ativação de osteoclasto Afeta animais jovens e idosos SINAIS CLÍNICOS: Mandíbula consegue se deslocar para os lados Diminuição da radiopacidade dos ossos do crânio “dentes flutuantes” “mandíbula de borracha” fratura patológica decorrente ao osteoclasto Diminuição de radiopacidade dos ossos do crânio NEOPLASIAS ÓSSEAS ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Em 80% dos casos é osteossarcoma, porém não podemos fechar diagnóstico apenas com radiografia (não vê células e tecidos) Acomete adultos e idosos raças grandes e gigantes (boxer, golden) localizações: distal rádio, proximal úmero, distal fêmur, proximal tíbia geralmente monostótico (preserva articulações) fraturas patológicas SINAIS CLÍNICOS: claudicação e aumento de volume osteólise proliferação periostal desorganizada misto aumento de volume de partes moles Osteólise de falange proximal, monostótica Proliferação periostal desorganizada OSTEOMIELITE ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Inflamação do osso causado por foco de infecção (fraturas expostas, cirurgias contaminadas, mordidas) SINAIS CLÍNICOS: dor edema febre claudicação agudo sem sinais radiográficos crônico com presença de sinais radiográficos osteólise esclerose proliferação periostal (tentativa de encapsular o agente infeccioso) aumento de partes moles polistótica Osteólise em tarso e metatarso, poliostótico Proliferação periostal regular (calo ósseo) DOENÇAS INFECCIOSAS DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Primária: uso e idade, sem causas específicas Secundária: qualquer alteração que leve a alteração articular (alteração de desenvolvimento, deformidades traumáticas) “cria” osso para estabilizar os ossos aparecimento de osso Osso a mais RADIOLOGIA DO SISTEMA ARTICULAR LUXAÇÃO E SUBLUXAÇÃO ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Perda total/parcial da relação articular “desencaixe na articulação” Afeta qualquer articulação do esqueleto Devido a trauma ou desenvolvimento osteólise proliferação periostal desorganizada misto aumento de volume de partes moles Subluxação Luxação total **Perda total=luxação Perda parcial= subluxação RADIOLOGIA DO SISTEMA ARTICULAR LUXAÇÃO DE PATELA ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Congênita ou traumática desvio medial em raças toy desvio lateral em cães de grande porte (raro) arrasamento do sulco troclear variações angulares do fêmur e tíbia alterações ligamentares/musculares desvio medial da patela (bilateral) traumática (unilateral) Desvio medial de patela Desvio medial de patela bilateral RADIOLOGIA DO SISTEMA ARTICULAR RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Principal causa de claudicaçaõ de cães e gatos secundário a trauma ou não teste de gaveta apara saber se rompeu pois seu diagnóstico não é apenas com o RX derrame intra-articular deslocamento cranial da tíbia em relação ao fêmur Deslocamento cranial da tíbia em relação ao fêmur RADIOLOGIA DO SISTEMA ARTICULAR SINAIS CLÍNICOS: claudicação NECROSE ASSÉPTICA DA CABEÇA DO FÊMUR ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Acomete cães jovens (7-11 meses) de raça toy falha na irrigação sanguínea na cabeça do fêmur (não é traumática) isquemia vai gerar a necrose osteólise cabeça e colo femoral aumento da interlinha radiográfica remodelamento de cabeça femoral e acetábulo fargmentação do osso subcondral (fratura patológica) uni ou bilateral Osteólise de cabeça femoral bilateral ALTERAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO SINAIS CLÍNICOS: claudicação dor DISPLASIA COXOFEMORAL ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Desenvolvimento anormal da articulação fatores genéticos fatores ambientais (piso liso, obesidade) raças grandes (devido ao crescimento rápido) gatos persa bilateral, (unilateral raro) pastor alemão, labrador, golden incrongruência articular arrasamento acetabular/remodelamento subluxação/luxação Linha de morgan (primeiro sinal radiográfico no início da displasia) Linha de Morgan ALTERAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO SINAIS CLÍNICOS: claudicação andar rebolando dor Arrasamento acetabular DISCOPATIAS ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Doença que afeta os discos intervertebrais da coluna vertebral Herniações Raças condrodistróficas (Halsen tipo I, pacientes com patas curtas) Raças não condrodistr[oficas (Halsen tipo II) causado por trauma ou fatores mecânicos/anatômicos diminuição do espaço invertebral coluna vertebral SINAIS CLÍNICOS: dor Diminuição do espaço invertebral ESPONDILOSE DEFORMANTE ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: idiopática secundária a instabilidade entres as vértebras “bico de papagaio” presença de oestófito ventrais em L1, L2 coluna vertebral SINAIS CLÍNICOS: dor Presença de oestófito ventrais HEMIVÉRTEBRAS ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: É a ossificação/união incompleta dos centros de ossificação mais comum na região torácica bulldog e pug (braquicefálicos) pode haver sintomatologia neurológica ou não vértebras em forma de cunha ou borboleta coluna vertebral SINAIS CLÍNICOS: dor vértebras em forma de cunha ou borboleta DISCOESPONDILITE ASPECTOS RADIOGRÁFICOS: ETIOLOGIA: Infecção do disco e das vértebras contíguas (secundário) Causas: hematógena, corpos estranhos, complicações pós- cirúrgicas em coluna Staphylococcus sp, Brucella canis Mais comum nas regiões torácica e lombar Fase Aguda: lise irregular das epífises das vértebras E alargamento do espaço intervertebral Fase Crônica: esclerose dos bordos vertebrais, osteófitos e fusão de corpos vertebrais adjacentes coluna vertebral SINAIS CLÍNICOS: dor