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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UNIRIO 
DINÂMICA E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 
AULA 04 
CONSTITUIÇÕES, LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL E A ESCOLA 
 
OBJETIVOS 
Analisar as diferentes Constituições Brasileiras, identificando como a Educação Nacional 
é tratada em cada uma delas; 
Conhecer as diferentes Leis de Diretrizes e Bases da educação Nacional, identificando as 
alterações ocorridas ao lono do tempo e como interferem na dinâmica escolar. 
 
ORIENTAÇÕES 
Leia a aula com atenção. 
Revisite os documentos citados na aula. 
Busque outros textos e materiais que falem sobre a legislação e a educação brasileira. 
 
INTRODUÇÃO 
Nós já consideramos como as instituições escolares e as noções de educação foram 
tomando forma ao longo da história mundial e brasileira. Pesquisadores e pesquisadoras, 
docentes, estudantes e comunidade discutem essas noções e fazem defesas e apelos para 
que o estudo formal atenda às demandas. Muitas demandas podem ser apenas locais, já 
que as escolas refletem o seu entorno. Porém, como já discutido, a educação escolar não 
acontece isoladamente, e, sim, as escolas formam um sistema e precisam funcionar de 
acordo com padrões, ideias e organizações semelhantes. 
Para que isso ocorra são promulgadas diretrizes, normativas, referenciais, leis - 
entre outros documentos norteadores - que buscam delinear os processos educacionais no 
país. Nessa aula vamos tratar da organização da Educação no Brasil, observando as 
mudanças ocorridas nas Constituições Nacionais sobre este tema e como as Leis de 
Diretrizes e Bases foram sendo ajustadas às demandas constitucionais. 
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DINÂMICA E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 
Após discutirmos sobre alguns aspectos históricos que permearam a educação, 
vamos nos deter em como alguns dos aspectos sociais e históricos foram se traduzindo 
nas constituições brasileiras ao longo dos anos. O nível de preocupação social com a 
educação pode ser percebido na leitura e análise destes documentos. Se compararmos os 
textos com a realidade histórica das escolas, vamos notar também que a organização da 
educação escolar se mostra uma consequência desta preocupação e interesse social. 
A preocupação com o acesso a uma escola de qualidade variou ao longo do tempo, 
como também variaram os próprios conceitos de acesso e qualidade da educação. Para 
discutir os conceitos de acesso, por exemplo, as ideias de gratuidade e obrigatoriedade 
foram se desenhando e tomando força. A possibilidade de uma escola laica foi, também, 
resultado de um embate entre tendências religiosas e de separação entre educação secular 
e religiosa - discutindo o que seria de competência institucional e coletiva e o que seria 
de foro íntimo, particular e/ou familiar. 
Essas discussões vão sendo traduzidas nas legislações, de forma a garantir que os 
processos sociais - entre eles a educação - respeitem os diferentes grupos que convivem 
em determinado espaço. De outra forma, os conflitos entre as distintas ideias dificultariam 
as relações, podendo gerar formas diversas de opressão e embates, e, até mesmo, 
impedindo que grupos que não tivessem meios de defender suas ideias ficassem alijados 
da educação formal. 
 
Assim, a lei surge como mediadora dos direitos e deveres atribuíveis a 
todas as pessoas de maneira a garantir a cada um o que lhe é devido e a 
impedir que o mais forte oprima o mais fraco, inviabilizando-lhe o 
usufruto de seus direitos (Brzezinski, 2014, p. 36). 
 
Como professores precisamos ter ciência não só dos caminhos históricos e sociais, 
mas analisar criticamente como as políticas educacionais e diretrizes trazem imbricadas 
conceitos e ideias. Conforme nos fala Libâneo (et al., 2012), esses documentos legais 
influenciam os docentes nas suas práticas, bem como na organização dos espaços 
educativos, pressupondo um sujeito que usufruirá do que lhes é oferecido naquele espaço. 
Além disso, quando políticas e diretrizes são apresentadas, os docentes irão a partir dela 
formular suas práticas educativas, quer resistindo quer aderindo às normativas. 
 
Não basta, pois, aos professores dominar saberes e competências 
docentes; compete-lhes enxergar mais longe para tomar consciência das 
intenções dos formuladores das políticas e diretrizes, das práticas 
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escolares que elas induzem e, a fim de se tornarem capazes de participar 
e atuar nas transformações necessárias da escola (Libâneo et al., 2012, 
p. 40). 
 
Ou seja, o diálogo que educadores travam com essas normativas precisa ser 
crítico, e, para isso, é imprescindível ter mais do que um conhecimento trivial e superficial 
destas leis. É necessário se aprofundar, compreendendo as perspectivas em que trabalham 
e como é possível atender, complementar ou transformar o que é ali determinado. Para 
entendermos um pouco mais do tema precisamos saber alguns fatos importantes: 
• Desde sua independência, o Brasil teve sete Constituições Federais. É possível 
encontrar em cada um destes documentos alguma abordagem sobre educação e 
ensino. 
• Foram promulgadas até hoje três Leis de Diretrizes e Bases no Brasil. A primeira 
data de 1961, a segunda foi assinada dez anos depois (1971) e a terceira é de 1996 
e está vigente até os dias atuais. 
• Apesar da Lei de Diretrizes e Bases n° 9.394/96 estar vigente até hoje, ela já sofreu 
diversas alterações e continua sendo discutida e revisada para atender demandas 
atuais. 
• Além da Lei de Diretrizes e Bases, outras leis norteiam a organização do espaço, 
currículo e comunidade escolar. 
 
UM POUCO DE HISTÓRIA 
 
Já é possível perceber a importância de se conhecer o percurso da organização da 
educação nacional para desenvolvermos uma visão crítica sobre o trabalho que 
realizamos como professores. Vamos nos deter agora em entender a hierarquia de normas 
que organizam a Educação Nacional e perceber como as leis nacionais reproduzem 
conceitos sobre educação e o trabalho pedagógico. 
A principal lei do país é a Constituição Federal. Isto quer dizer que a Constituição 
Federal dita os rumos das demais leis e normas do país, inclusive as leis educacionais. Na 
Educação, a principal lei, abaixo da Constituição, é a Lei de Diretrizes e Bases e da 
Educação Nacional. E, além dessas, outras normas são estabelecidas para organizar os 
espaços educacionais, cuidando de casos omissos nas leis acima. Lembrando desta 
hierarquia, consideramos que as normativas não podem se contrapor a Lei de Diretrizes 
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e Bases e à Constituição Federal. Por isso, neste tópico consideraremos os documentos 
legais na seguinte ordem: a) Constituições Federais, b) Leis de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional, c) Legislações complementares. 
 
a) Constituições Federais 
Vamos considerar uma breve linha do tempo sobre as constituições brasileiras e 
suas abordagens sobre educação. Após cada item, há um link para o documento citado. 
 
 
· 1824 - A primeira Constituição do Brasil. Esta foi a Constituição 
mais duradoura. Sobre Educação, afirmou o seguinte: "a instrução primária é gratuita a 
todos os cidadãos". Link para Constituição de 1824. 
· 1891 - Aprovação da primeira Constituição Republicana. Nela, a 
questão da Educação aparece restrita a cada estado da federação e o tema principal seria 
o da autonomia de cada unidade. Apenas a formação militar e o ensino superior seriam 
questões do âmbito federal. Link para Constituição de 1891. 
· 1934 - Aprovação de nova Constituição com um capítulo dedicado 
às responsabilidades de estados e da União referentes à Educação. Caberia então, à 
União a definição de diretrizes da educação nacional (ver art. 5º) ea criação de um plano 
nacional de educação que permitisse coordenar e fiscalizar o ensino de todos os graus e 
ramos em todo o território do país (ver art. 150) sem abalar a autonomia dos estados. 
Assim seria ainda garantida a obrigatoriedade da escolaridade primária. Link para 
Constituição de 1934. 
· 1937 - Promulgação, pelo Estado Novo, de uma nova 
Constituição. Esta atribuía à União o estabelecimento das bases e da normatização da 
educação em todo o território brasileiro e destituía o Plano Nacional da Educação. Link 
para Constituição de 1937. 
· 1946 - Nova Constituição. Fim do Estado Novo e retomada 
das ideias educacionais da Constituição de 1934. Encaminhamento das discussões rumo 
à primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Link para Constituição de 1946. 
1824 1891 1934 1937 1946 1967 1988
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao24.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao91.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao34.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao34.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao37.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao37.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao46.htm
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· 1967 - Sexta Constituição. Segundo este documento, a educação é 
direito de todos, obrigatória e gratuita dos sete aos quatorze anos. Link para Constituição 
de 1967. 
· 1988 - Promulgação de nova Constituição Federal, ainda em vigor 
nos dias atuais. A Constituição Federal de 1988 tem sido considerada a mais democrática 
do país, sobretudo pela participação popular. Mais de 12 milhões de brasileiros tiveram 
algum tipo de colaboração na formulação de 122 emendas populares. Sobre educação, a 
Constituição definirá os princípios que a regerão. Link para Constituição de 1988. 
Constituição atual. 
 
 
 
 
b) Leis de Diretrizes e Bases 
 
Antes da criação da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - 
LDB, muitas discussões se transcorreram. A primeira LDB foi promulgada durante a 
vigência da quinta constituição federal. Mas antes disso, além das menções nas 
Constituições, houve interesse em organizar a educação nacional. Em 1827 foi criada uma 
lei específica da educação brasileira. Esta lei determinou em seu Artigo 1° que “em todas 
as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverá as escolas de primeiras letras que forem 
necessárias.” Além disso, deixou estipulado o que deveria ser ensinado pelos 
professores: 
 
Ler, escrever, as quatro operações de aritmética, prática de quebrados, 
decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a 
gramática da língua nacional, os princípios de moral cristã e de doutrina 
da religião católica e apostólica romana proporcionadas à compreensão 
dos meninos (Tambara & Arriada, 2005, p. 24). 
 
Essa foi a primeira lei sobre ensino criada no Brasil independente. Podemos 
compreender, portanto, que se pensava no desenvolvimento do país e que havia a 
necessidade em organizar a educação para atender às necessidades da época. 
 
1961 1971 1996
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao67.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao67.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm
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Essa primeira lei de educação do Brasil independente não deixava de 
estar em sintonia com o espírito da época. Tratava ela de difundir as 
luzes, garantindo, em todos os povoados, o acesso aos rudimentos do 
saber que a modernidade considerava indispensáveis para afastar a 
ignorância” (Saviani, 2010, p. 126). 
 
Três Leis de Diretrizes e Bases foram promulgadas no país. Agora consideraremos 
uma breve linha do tempo com breve apresentação delas. Em cada parágrafo há um link 
para o documento citado. 
· 
 1961 - Aprovação da Lei nº 4.024/61, primeira Lei de Diretrizes e Bases 
da Educação Nacional. Esta passou a entrar em vigor em 1962. Destacou-se nesta 
legislação a criação do Conselho Federal de Educação e dos Conselhos Estaduais. O 
projeto para esta lei foi apresentado em 1948 e debatido por treze anos. Link para Lei 
4024/61. Primeira LDB do Brasil. 
· 1971 - Promulgação da Lei de Diretrizes e Bases nº 5.692/71. Esta 
foi uma atualização da LDB/61 e propunha uma revisão sobre ensino secundário, primeiro 
e segundo graus, visando a formação para o trabalho. Link para LDB 5692/71. 
· 1996 - Promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional nº 9.394/96, vigente até hoje no país. Vem sofrendo algumas alterações 
importantes ao longo dos anos, porém sua matriz vem sendo mantida. Nesta Lei, a 
educação escolar é posta como algo diretamente ligado à prática social e ao trabalho. Os 
princípios de universalidade e liberdade estão expressos e defendidos neste documento. 
Como esta lei é a que no momento norteia a educação no país, falaremos de forma mais 
específica sobre ela na próxima aula. Link para LDB 9394/96. LDB atual. 
 
c) Outros documentos legais 
 
Além das Leis de Diretrizes e Bases, temos ainda outros documentos importantes 
a considerar. A LDB 9394/96 define: “Art. 9º A União incumbir-se-á de: I - elaborar o 
Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios.” O Plano Nacional de Educação se constitui num documento, com ampla 
discussão popular, que traz determinações em forma de metas e ações específicas para 
que os princípios defendidos na LDB sejam efetivados. A seguir veremos os dois Planos 
Nacionais criados: 
https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/108164/lei-de-diretrizes-e-base-de-1961-lei-4024-61
https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/108164/lei-de-diretrizes-e-base-de-1961-lei-4024-61
https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/128525/lei-de-diretrizes-e-base-de-1971-lei-5692-71
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
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Planos Nacionais 
 
· 2001 - Lei 10.172/01 - Plano Nacional de Educação (2001-
2010). Este plano trazia objetivos definidos para cada etapa e nível de ensino, além de 
discutir as diversas modalidades da Educação Nacional. Havia a preocupação com o 
investimento na educação para que fosse possível pensar e cumprir estratégias para a 
melhoria do ensino no país. Conforme aponta Libâneo (et. Al. 2012) foram apresentados 
projetos distintos para o Plano Nacional. Os projetos traziam visões diferentes em relação 
ao financiamento: "O projeto do MEC propunha a aplicação de 5,5% do PIB e o da 
sociedade brasileira, 10%. A versão aprovada ficou em 7%" (2012. p. 182). Conforme 
determinado neste documento, os principais objetivos do PNE eram: 
 
• a elevação global do nível de escolaridade da população; 
• a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis; 
• a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao 
acesso e à permanência, com sucesso, na educação pública e 
• democratização da gestão do ensino público, nos estabelecimentos 
oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos 
profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da 
escola e a participação das comunidades escolar e local em 
conselhos escolares ou equivalentes. (Brasil, 2001) Link para 
Plano Nacional de Educação (2001-2010). 
 
· 2014 - Lei 13002/14. Plano nacional de Educação.O documento 
tem duração de dez anos. Este documento, propõe vinte metas para este decênio. As 
quatro primeiras metas tratam da universalização do ensino. Sugerimos a leitura de todas 
as metas no documento original. O link para o documento segue abaixo. Link para página 
do MEC, contendo Plano Nacional vigente. 
 
Além dos Planos Nacionais trazemos aqui mais algumas normativas: 
 
· 2009 - Emenda Constitucional n° 59. Alterou o texto de alguns 
artigos na Constituição Federal que tratam da Educação. Destaque para alteração do 
artigo 208, que determinava que o ensino fundamental obrigatório e gratuito deve ser 
assegurado pelo Estado. Segundo a nova redação, passa a ser dever do Estado a oferta 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm
http://pne.mec.gov.br/18-planos-subnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-educacao-lei-n-13-005-2014
http://pne.mec.gov.br/18-planos-subnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-educacao-lei-n-13-005-2014
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gratuita e obrigatória de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e 
ensino médio). Link para a emenda constitucional 59. 
· 2017 - Lei 13.415 de 16 de fevereiro de 2017: regulamenta as 
modificações curriculares no ensino médio, incluindo alterações na carga organização da 
oferta. Link para a Lei 13.415/2017. 
· 2017 - Resolução CNE/CP Nº 2, de 22 de dezembro de 
2017: institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A 
BNCC é um documento de caráter normativo, que define competências para as etapas da 
Educação Básica. Link para a Resolução CNE/CP Nº2. 
· 2018 - Resolução CNE/CP nº 4, de 17 de dezembro de 2018: institui 
a Base Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa 
final da Educação Básica, nos termos do artigo 35 da LDB, completando o conjunto 
constituído pela BNCC da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Link para a 
Resolução CNE/CP nº4. 
 
Cada um dos documentos reflete o seu contexto histórico. Por isso, é importante 
entendermos como as mudanças nas legislações implicam uma mudança de olhar sobre e 
para a educação brasileira. 
 
CONCLUSÃO 
 
Entendermos o contexto histórico em que a educação se desenrola é fundamental 
para entendermos em que pilares está organizada. As decisões que são tomadas sobre o 
espaço escolar, as normativas municipais, os regimentos escolares, todos estes 
documentos e textos mais próximos da escola vão refletir os princípios expostos nas Leis 
federais. 
As leis também nos ajudam a entender quais as questões são mais urgentes em 
dado período histórico. Isso porque, na maioria das vezes, as leis vão expor anseios de 
movimentos sociais ou tensões existentes em relação à escolarização. Como professores, 
é fundamental conhecermos os documentos – principalmente os documentos vigentes – 
entendendo quais ideias sobre educação nacional ali estão se manifestando. 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc59.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13415.htm
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECPN22017.pdf?query=curriculo
https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/55640296
https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/55640296
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ATIVIDADES 
 
Leia os artigos da Constituição Federal atual que tratam da Constituição. 
Leia o artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional vigente 
(9394/96). 
Elabore um pequeno parágrafo que aponte as semelhanças existentes entre o que 
é proposto na Constituição e na LDB. 
 
MATERIAL COMPLEMENTAR 
 
Para completar seus estudos, busque o texto “O Direito À Educação nas 
Constituições Brasileiras”. Este artigo, apresenta de forma breve, como a educação vem 
sendo pensada e ofertada no Brasil desde a promulgação da primeira constituição. Para 
ler o referido texto online clique aqui. 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
BRZEZINSKI, Iria (Org.). LDB/1996 Contemporânea: contradições, tensões, 
compromissos. São Paulo: 2014 
 
LIBÂNEO, José Carlos, OLIVEIRA, João Ferreira e TOSCHI, Mirza 
Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2012. 
 
MATHIAS, Carlos Fernando. A Educação nas Constituições Brasileiras. In: 
http://www.unb.br/noticias/unbagencia/cpmod.php?id=26114. Site: 2009. 
 
TEIXEIRA, Diogo de Vasconcelos; VESPÚCIO, Carolina Rocha. O direito à 
educação nas Constituições brasileiras. Revista Jus Navigandi, Teresina, ano 19, n. 
4117, 9 out. 2014. Disponível em: . 
 
https://jus.com.br/artigos/29732/o-direito-a-educacao-nas-constituicoes-brasileiras/1

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