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Aspectos conceituais de jogos e brincadeiras. 
BRINCADEIRA 
A brincadeira, ação do brincar, se distingue por alguma estruturação e pela utilização de regras. Seguem 
algumas brincadeiras amplamente conhecidas: Brincar de casinha, pique pega, telefone sem fio, bolinha 
de gude, carrinho etc. A brincadeira é uma atividade que pode ser tanto coletiva quanto individual. Na 
brincadeira a existência das regras não limita a ação lúdica, a criança pode modificá-la, ausentar-se 
quando desejar, incluir novos membros, adotar as próprias regras, por fim, existe maior liberdade de 
ação para as crianças. 
 
Brougére (2002) define o brincar como um espaço de criação cultural por excelência. Segundo o autor, é 
no brincar que a criança encontra uma distância com o mundo real. Na concepção de Freud, o brincar 
seria uma forma de prazer oposta à realidade. O brincar segundo Brougére (2002), não é uma dinâmica 
interna do indivíduo, mas sim uma atividade repleta de significados sociais e que precisa de 
aprendizagem, desse modo podemos dizer que a criança não nasce sabendo brincar. 
 
BRINQUEDO 
De acordo com a autora KISHIMOTO (1994) o brinquedo é representado como um "objeto suporte da 
brincadeira", ou seja, o brinquedo aqui estará concebido por objetos como piões, bonecas, carrinhos etc. 
Os brinquedos podem ser considerados: estruturados e não estruturados. 
 
São designados de brinquedos estruturados aqueles que já são adquiridos prontos, é o caso dos 
exemplos acima. 
Os brinquedos não estruturados não são provenientes de indústrias, assim são simples objetos como 
paus ou pedras, que nas mãos das crianças adquirem novo significado, podendo transformar-se em um 
brinquedo. A pedra se transforma em comidinha e o pau se transforma em cavalinho. Desse modo, os 
brinquedos podem ser estruturados ou não estruturados dependendo de sua origem ou da alteração 
criativa da criança sobre o objeto. 
 
JOGO 
O jogo é uma atividade livre e voluntária, exterior à vida habitual, capaz de absorver o jogador de 
maneira intensa e prazerosa. Para Kishimoto (2007), definir jogo não é fácil, pois uma mesma ação 
pode ser jogo ou entendida como não - jogo, tudo dependerá do significado a ele atribuído, por exemplo, 
uma criança indígena atirando uma flecha, um observador pode interpretar como um divertimento, mas 
para a criança é um trabalho. 
 
Para entendermos melhor a significação de jogo, Kishimoto (2007) nos fala de três níveis de 
diferenciação de jogos, são eles: O resultado de um sistema linguístico que funciona dentro de um 
 
 
 
 
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contexto social; um sistema de regras; um objeto. No primeiro caso o jogo assume uma postura de 
acordo com o que a sociedade atribui. No segundo, se refere a uma estrutura sequencial, o que faz com 
que um jogo seja diferenciado do outro pelas regras. O terceiro se resume ao jogo enquanto puro objeto, 
o xadrez, por exemplo, não é possível sem o tabuleiro. 
 
Portanto, a concepção de jogo está integrada tanto ao objeto (brinquedo) quanto à brincadeira. É uma 
atividade mais estruturada e estabelecida por um princípio de regras mais explícitas. Exemplos clássicos 
seriam: Jogo de Mímica, de Cartas, de Tabuleiro, de Construção, de Faz-de-Conta etc. Uma 
particularidade importante do jogo é o seu emprego tanto por crianças quanto por adultos. 
 
Jogos Culturais/Populares/Tradicionais - Amarelinha, elástico, pique bandeirinha…(Brincadeiras e 
jogos populares do Brasil e do mundo Brincadeiras e jogos de matriz indígena e africana); Jogos de 
Mesa/Tabuleiro/Salão - Xadrez; Jogos Desportivos - Golzinho, pelada com os amigos…Jogos 
Eletrônicos - Precisam de um objeto (enredo, motor e interface). 
 
 
 
LUDICIDADE 
 
Ludicidade é um termo utilizado na educação infantil e que tem origem na palavra latina "ludus", que 
significa jogo. O conceito de ludicidade compreende os jogos e brincadeiras, mas não se restringe a elas. 
Atividades lúdicas são aquelas que permitem que as crianças aprendam e desenvolvam suas capacidades 
por meio de brincadeiras, do uso da sua imaginação e da fantasia, próprias do mundo infantil. 
De acordo com Luckesi (2000), ludicidade foca a experiência lúdica como uma experiência interna do 
sujeito que vivencia a atividade. No entanto, as buscas sobre um conceito definitivo não são encontradas 
nos dicionários. Alguns autores descrevem a ludicidade como (BROUGÈRE, 2003) a atividade lúdica; o 
sistema de regras bem definidas (que existem independentemente dos jogadores) e o objeto (instrumento 
 
 
 
 
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ou brinquedo) que os indivíduos usam para jogar. Já a palavra jogo, relacionada à ludicidade, é de 
origem latina e significa “gracejo”. Desse modo, além das características que favorecem o 
desenvolvimento no processo de aprendizagem, os jogos proporcionam prazer e diversão. Sendo assim, 
podemos dizer que as atividades lúdicas promovem a imaginação, a integração desde a educação 
infantil, sendo de grande importância na transformação do sujeito. 
Quando tratamos do lúdico e do brincar, é importante que saibamos que há legislação e diretrizes 
educacionais que contemplam essas ações. Veja algumas observações importantes sobre quem 
proporciona a brincadeira e o espaço de brincar.Os agentes do brincar são as pessoas que, com 
conhecimento e competência, criam as oportunidades para que as crianças brinquem livremente. Podem 
ser: jovens, pais, educadores, profissionais, estudantes, voluntários de organizações da sociedade civil, 
pessoas na terceira idade, etc. Em um ambiente adequado para brincar, as crianças farão escolhas acerca 
do que elas brincam e com quem brincam. Nesses momentos poderão ser apoiadas e estimuladas pelo 
Agente do Brincar – um animador e facilitador das oportunidades lúdicas. 
[...] Espaços para brincar e aprender são aqueles que oferecem oportunidades e atividades lúdicas em 
um ambiente saudável e amoroso para as crianças interagirem com adultos e outras crianças, 
desenvolvendo um relacionamento de confiança com eles. Os espaços comunitários oferecem 
oportunidades lúdicas e apoiam as crianças no desenvolvimento das habilidades sociais. As crianças 
aprendem umas com as outras, sem se preocuparem com autoridade (pais/adultos). São ambientes 
informais onde as brincadeiras devem ser livres (IPA, 2013, p. 13). 
Queiroz e Martins (2002) acreditam que o lúdico é tudo aquilo que está atribuído ao lazer e ao 
divertimento, seja em forma de atividade física ou mental. Através do lúdico a criança deixa seu mundo 
de inibições e se desenvolve a partir de uma nova realidade criada por ela mesma. Nesse momento a 
brincadeira permite a ela a afirmação de seu eu, portanto é um fator culminante para definir a sua 
personalidade. O processo lúdico de aprendizagem deve ser prazeroso e deve respeitar a individualidade 
de cada ser humano, de maneira que possam expressar seus sentimentos e emoções e desenvolver suas 
habilidades de socialização. 
Por meio do lúdico, o indivíduo é capaz de estimular e ampliar seu potencial criativo, expressar suas 
emoções, favorecer sua autoestima, tendo mais condições de enfrentar situações tão conflitantes às quais 
todos nós estamos suscetíveis nos âmbitos pessoal e profissional. Como aponta Santin (1994, p. 87): 
O lúdico e a ludicidade só serão compreendidos no seu 
acontecer. O lúdico se parece a uma sinfonia: ela precisa ser 
executada para ser vivida. Não é uma ideia intelectualizada que 
nos dá a compreensão da sinfonia. Ela não foi criada para se 
tornar conceito, mas para ser vivenciada mediantesua 
execução. O ato lúdico coloca-se na mesma esteira e, ainda, 
 
 
 
 
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com uma grande diferença. Ele não precisa de partitura. Cada 
ato lúdico é novo e original, jamais repetido. 
É nessas vivências que o adulto vai revelando seu modo de ser e estar no mundo, assim como vai se 
apropriando das trocas realizadas por quem compartilha esses momentos. Percebemos, assim, que a 
relevância que o lúdico tem nos indivíduos é o fio condutor de sensações e sentimentos que só podem 
ser compreendidos por quem e no momento em que se está praticando. 
É necessário saber que existem cinco grandes pilares básicos nas ações lúdicas das crianças em seus 
jogos, brinquedos e brincadeiras, estes pilares são: I. A imitação; II. O espaço; III. A fantasia; IV. As 
regras; e V. Os valores. 
 
SOBRE A PROPOSIÇÃO DO GRUPO: 
Seu grupo desenvolveu um jogo ou uma brincadeira? Quais critérios justificam sua escolha? 
Qual o tipo de jogo ou brincadeira? Vocês usaram algum brinquedo? Qual(is)? 
Quais elementos do ser humano sua atividade pode desenvolver? 
Vocês perceberam a dimensão lúdica da atividade proposta? 
 
Para conhecer mais e aprofundar: 
 Jogo e Brincadeira: conceitos e classificações.
Jogos e Brincadeiras - Disciplina - Educação Física 
Brincadeiras e jogos infantis / Portal Educação. - Campo Grande: Portal Educação, 2012. 
BROUGÉRE, G. A criança e a cultura lúdica. In: Kishimoto, T. M. [org]. O brincar e suas teorias. São Paulo: 
KISHIMOTO, T. M. O jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Editora Cortez, 2007. 
A ludicidade e a pedagogia do brincar [recurso eletrônico] /Caroline Costa Nunes Lima... [et al.] ; [revisão 
técnica:Joelma Guimarães]. – Porto Alegre: SAGAH, 2018 
 
 
Homo Ludens e Ludicidade 
 
Homo ludens é a de que o jogo é uma realidade originária, que corresponde a uma das 
noções mais primitivas e profundamente enraizadas em toda a realidade humana, sendo do jogo 
que nasce a cultura, sob a forma de ritual e de sagrado, de linguagem e de poesia, permanecendo 
subjacente em todas as artes de expressão e competição, inclusive nas artes do pensamento e do 
discurso, bem como na do tribunal judicial, na acusação e na defesa polêmica, portanto, também 
na do combate e na da guerra em geral. 
 
https://www.youtube.com/watch?v=VHUKNxaQQ7c
http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=173
 
 
 
 
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O jogo e sua noção – segundo a contribuição de Huizinga (1999) no livro acima indicado – é mais 
primitivo do que a cultura, pois faz parte daquelas coisas em comum que o homem partilha com os 
animais. 
 
O jogo é fato mais antigo que a cultura, pois esta, mesmo em suas 
definições mais rigorosas, pressupõe sempre a sociedade humana; mas, os animais 
não esperaram que os homens os iniciassem na atividade lúdica (p. 3). 
 
ALBORNOZ, Suzana Guerra. Jogo e trabalho: do homo ludens, de Johann Huizinga, ao ócio criativo, de 
Domenico De Masi. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho , v. 12, n. 1, pág. 75-92, 2009. 
https://www.revistas.usp.br/cpst/article/view/25767/27500 
 
Luckesi (2004) afirma que a atividade lúdica é aquela que propicia à pessoa que a vive, uma 
sensação de liberdade, um estado de plenitude e de entrega total para essa vivência. “O que a 
ludicidade traz de novo é o fato de que o ser humano, quando age ludicamente, vivencia uma 
experiência plena. 
LUCKESI, Cipriano. Estados de consciência e atividades lúdicas. In: PORTO, Bernadete. 
Educação e ludicidade. Ensaios 3. Salvador: UFBA, 2004, pp. 11-20. 
Contribuições de Lev Semionovitch Vigotski. 
https://www.youtube.com/watch?v=vUX3XJVPlWo&t=96s 
O exercício da ludicidade vai além do desenvolvimento real porque nela se instaura um 
campo de aprendizagem propício à formação de imagens, à conduta auto-regulada, à criação de 
soluções e avanços nos processos de significação. Na brincadeira são empreendidas ações 
coordenadas e organizadas, dirigidas a um fim e, por isso, antecipatórias, favorecendo um 
funcionamento intelectual que leva à consolidação do pensamento abstrato. A força motriz da 
ludicidade, o que a faz tão importante no complexo processo de apropriação de conhecimentos é a 
combinação paradoxal de liberdade e controle. Ao mesmo tempo em que os horizontes se 
ampliam conforme os rumos da imaginação, o cenário lúdico se emoldura segundo limites que os 
próprios jogadores se impõem, subordinando-se mutuamente às regras que conduzem a atividade 
lúdica. A visão educativa vygotskiana sublinha dois conceitos nucleares: o de formação social das 
funções psicológicas superiores e o da via dupla do desenvolvimento - real e potencial. 
Vygotsky (1987, 1991) postula que o sistema mental é formado por funções psicológicas 
elementares e superiores. Ontogeneticamente, as funções elementares têm um papel decisivo no 
início da vida, devido seu caráter inato e involuntário. Porém, desde o nascimento o indivíduo 
internaliza o conteúdo cultural de seu grupo social. Desse processo interativo, de atuação com e no 
meio social, surgem novas necessidades e possibilidades que impulsionam o desenvolvimento das 
https://www.revistas.usp.br/cpst/article/view/25767/27500
https://www.youtube.com/watch?v=vUX3XJVPlWo&t=96s
 
 
 
 
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funções superiores - formas mediadas e voluntárias de atenção, percepção e memória; pensamento 
abstrato, generalizado e descontextualizado; comportamento intencional e autocontrolado 
(Vygotsky, 1987; Vygotsky & Luria, 1996). 
 
PIMENTEL, Alessandra. A ludicidade na educação infantil: uma abordagem histórico-cultural. 
Psicologia da educação, n. 26, p. 109-133, 2008. 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-69752008000100007 
 
 
Aspectos Cognitivos e Sociais - influência no Desenvolvimento Humano 
 
Habilidades Sociais constituem como um campo teórico prático, que incentiva o interesse 
e o aprendizado de estratégias e comportamentos para que as interações humanas sejam 
bem-sucedidas. Ou seja, eu posso, intencionalmente, desenvolver essas habilidades para me 
posicionar melhor diante dos demais. Incrível, não é mesmo? Ou seja, se eu tenho dificuldades de 
me relacionar com minha equipe, existem formas de identificar a causa desse problema e 
estratégias que podem lhe auxiliar na busca intencional em resolvê-lo. 
#PARE E REFLITA# 
 
Dentre das suas metas anuais está desenvolver Habilidades Sociais? Dentro do seu 
Planejamento Estratégico tem espaço para ampliar seu repertório de HS? Essa é uma pauta para 
desenvolvimento da sua equipe? 
 
Vamos conhecer cada uma dessas classes de Habilidades Sociais? O portfólio com as dez 
principais classes de habilidades sociais descritos por Del Prette e Del Prette (2017), são 
importantes para os papéis sociais que o ser humano assume e contribuem para o desenvolvimento 
humano ao longo da vida. Abaixo estão descritas as classes, HS em si, e suas subclasses que são 
os comportamentos associados a elas. 
Comunicação - capacidade de iniciar, manter e finalizar uma conversação, fazer e responder 
perguntas, pedir e dar feedbacks, elogiar e agradecer um elogio que recebeu. A comunicação 
pode acontecer de forma direta, você de frente com a outra pessoa, ou de forma indireta, através 
de meios eletrônicos como e-mail e whatsapp. Lembrando que a comunicação direta considera a 
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linguagem verbal e não verbal e para que o que está sendo transmitido inspire confiança é 
importante que ambas estejam coerentes. 
Civilidade - habilidade que conhecemos por “boa educação”, que seria, cumprimentar, 
agradecer, pedir “por favor”, pedir desculpas e muitas outras maneiras de ser gentil diante do 
seu contexto, considerando sua diversidade e nuances. 
Fazer e manter Amizade - iniciar uma conversação, apresentar informações livres, manter 
contato e demonstrar interesse sem ser invasivo, expressar sentimentos, elogiar, fazer e 
responder a contatos em datas festivas e manifestar solidariedade diante de problemas. 
Empatia - capacidade de manter contato visual na interação; aproximar-se dos outros; escutar, 
evitando interromper a fala do outro; tomar perspectiva, de modo que consiga colocar-se no 
lugar do outro com um olhar próximo do que ele tem sobre a situação; expressar compreensão; 
demonstrar disposição para ajudar, caso necessário; e compartilhar as alegrias e realizações do 
outro, como uma promoção, aprovação de um relatório, dentre outros. 
Assertividade - capacidade de que defendermos os nossos direitos e o dos outros; questionar, 
opinar, discordar, solicitar explicações sobre o porquê de certos comportamentos; manifestar 
opinião, concordar ou discordar do que está em pauta; fazer e recusar pedidos; expressar seus 
sentimentos, o que lhe incomoda e fazer pedidos de mudança de comportamento, se for o caso; 
pedir desculpas e reconhecer seus erros; capacidade de manejar críticas, de modo a escutar 
(evitando interromper) quando alguém estiver lhe dando feedback de modo a estar atento e 
reconhecer o ponto que podes melhorar e se for o caso pedir desculpas; o manejo de críticas 
também envolve “fazer críticas”, com um tom de voz pausado, contato visual evitando posturas 
de intimação, dizer o motivo da conversa, expor a falha com clareza e evitando julgamentos, 
pedir mudanças de comportamento; ainda sobre o manejo de críticas, a capacidade de “rejeitar 
críticas”, escutando o que a pessoa lhe fala até o final, mantendo contato visual, solicitar um 
tempo para fala e apresentar sua versão dos fatos e a relação com a não aceitação da crítica; por 
fim, assertividade traz a capacidade de falar com pessoas que exercem autoridade, 
cumprimentando-as, apresentando-se, fazendo e respondendo perguntas. 
Expressar solidariedade - capacidade de identificar as necessidades dos outros, oferecer ajuda; 
engajar-se em ações sociais; expressar compaixão; motivar e mobilizar colegas a fazerem 
doações e ajudar o próximo. 
Manejar conflitos e resolver problemas interpessoais - capacidade de gerir as emoções e 
manter o autocontrole diante de um problema; reconhecer, nomear e definir um problema; 
identificar seus comportamentos e dos outros atrelados à manutenção do problema; elaborar, 
propor e implementar alternativas para esses comportamentos; avaliar a implementação de 
novos comportamentos e propor novas mudanças quando for o caso. 
Expressar afeto e intimidade - capacidade de afeto nas suas relações mais íntimas, através de 
contato visual, sorriso, toque; fazer e responder perguntas pessoais de maneira autêntica; 
 
 
 
 
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cultivar e partilhar bom humor; demonstrar interesse pelo bem estar do outro; lidar com relações 
íntimas; e estabelecer limites sempre que necessário. 
Coordenar Grupos - capacidade de organizar, distribuir e gerenciar o tempo e foco de tarefas; 
incentivar e motivar a participação de todos; dar feedback; mediar interações; cobrar a execução 
das tarefas; e explicar e pedir explicações sobre situações e problemas que envolvem demandas 
do trabalho. 
Habilidade falar em público - capacidade de cumprimentar e distribuir o olhar pela plateia; 
usar uma voz audível, modulando conforme assunto envolvido no discurso; explanar sobre o 
conteúdo de materiais audiovisuais; usar humos com bom senso; relatar experiências pessoais 
quando se aplica; relatar acontecimentos; agradecer pela atenção quando finalizar sua fala. 
Essas dez classes gerais descritas no quadro e seus componentes são importantes ao longo 
do nosso ciclo vital. Vale lembrar que as HS descritas no quadro são compostas por elementos 
verbais, o que se fala. Mas para que sejam efetivas depende da forma do desempenho, ou seja 
“como se fala”. Logo, não adianta dar um feedback com as melhores das intenções se for em tom 
de ironia, com possibilidade de levar a pessoa a se sentir culpada e de alguma forma a pessoa ser 
exposta. 
Portanto, cuidado com a coerência entre seus pensamentos, sentimentos e linguagem 
corporal. Todo processo de mudança começa no campo mental. Mais que uma forma de se 
relacionar, as HS trazem uma nova forma de “ser” diante das relações, ampliando nosso estado de 
consciência e afetando nosso campo mental sobre as interações. Se for usar essas habilidades para 
manipular e persuadir na perspectiva de realizar seus interesses, lhe convido a esquecer o que já 
viu e seguir a vida. 
Dentre as HS do quadro acima vamos destacar três, que serão importantes ao longo dessa 
unidade e duas consideradas pontos chave pelos autores dessa teoria. Del Prette e Del Prette 
(2018) consideram que a assertividade e a empatia reúnem as principais habilidades requeridas 
para um relacionamento saudável e mutuamente satisfatório. Essas habilidades estão diretamente 
relacionadas com o exercício de nossos direitos interpessoais na relação com as outras pessoas. 
Quando estamos em uma interação social nós podemos responder de forma passiva, ativa ou 
assertiva. Vamos entender um pouco mais sobre essas formas de se posicionar. 
 
DEL PRETTE, Zilda AP; DEL PRETTE, Almir. Competência social e habilidades sociais: 
manual teórico-prático. Editora Vozes Limitada, 2018. 
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812019000300017 
 
 
 
 
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Quais são as funções cognitivas mais importantes? 
Retirado de: https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas 
As funções cognitivas mais importantes são a atenção, a orientação, a memória, as gnosias, as 
funções executivas, as praxias, a linguagem, a cognição social e as habilidades visuoespaciais. 
 
 
Orientação 
O que é a orientação? 
A orientação é a capacidade que nos permite ter consciência da nossa própria existência e do 
contexto no qual nos encontramos em um determinado momento. 
• Orientação pessoal: capacidade de assimilar informações relativas à história e identidade 
pessoal. 
• Orientação temporal: capacidade de processar informações relativas ao dia, hora, mês, ano, 
festividades, estações do ano, momento adequado de agir, etc. 
https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas
 
 
 
 
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• Orientação espacial: capacidade de processar informações. 
ler mais 
 
 
 
 
Gnosias 
O Que são as gnosias? 
As gnosias são capacidades que o cérebro tem para reconhecer informações adquiridas 
anteriormente, como por exemplo, reconhecer objetos, pessoas, lugares, etc., através dos nossos 
sentidos. Nesse aspecto, há gnosias para cada um dos canais sensitivos e gnosias que combinam 
diferentes canais. 
• Gnosias visuais: capacidade de reconhecer, de maneira visual, diversos elementos e atribuir 
significado: objetos, rostos, lugares, cores, etc. 
• Gnosias auditivas: capacidade de reconhecer,de maneira auditiva, diversos sons. 
• Gnosias táteis: capacidade de reconhecer, através do tato, diversos objetos, texturas, 
temperaturas, etc. 
• Gnosias olfativas: capacidade de reconhecer, através do olfato, diversos odores. 
• Gnosias gustativas: capacidade de reconhecer, através das papilas gustativas, diversos sabores. 
• Esquema corporal: capacidade de reconhecer e representar mentalmente o corpo como um todo 
e suas diversas partes, e de desenvolver os movimentos que podemos fazer com cada uma dessas 
partes, além de ser também a capacidade de orientação do corpo no espaço. 
ler mais 
 
 
https://neuronup.com.br/index.php/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/orientacao/
https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/gnosias
 
 
 
 
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Atenção 
O que é a atenção? 
A atenção é o processo pelo qual podemos direcionar nossos recursos mentais sobre os 
aspectos mais relevantes do meio em que vivemos e também sobre a execução de 
determinadas ações, as quais consideramos mais adequadas. A atenção nos mantém em estado 
de observação e de alerta, o que nos permite ter consciência do que ocorre no nosso entorno 
(Ballesteros, 2000). Dito de outro modo, a atenção é a capacidade de gerar, direcionar e 
manter um estado de ativação adequado para o processamento correto da informação. Dentro 
dessa função devemos falar sobre cinco processos diferentes: 
• Atenção sustentada: capacidade de manter, com fluidez, o foco de atenção em uma tarefa ou 
evento durante um período de tempo prolongado. 
• Atenção seletiva: capacidade para direcionar a atenção e se concentrar em algo, sem permitir 
que outros estímulos, internos ou externos, interfiram na realização de uma tarefa. 
• Atenção alternada: capacidade de mudar o foco de atenção de uma tarefa ou norma interna 
para outra, de maneira fluida. 
• Velocidade de processamento: ritmo no qual o cérebro realiza uma tarefa (evidentemente, 
varia de acordo com a tarefa, dependendo do resto das funções cognitivas envolvidas na 
mesma). 
• Heminegligência: grande dificuldade ou incapacidade para direcionar a atenção para um dos 
lados (normalmente para o lado esquerdo), tanto em relação ao próprio corpo como ao espaço. 
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https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/atencao
 
 
 
 
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70390 045 Brasília DF 
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Funções executivas 
O que são as funções executivas? 
As funções executivas são atividades mentais complexas, são necessárias para planejar, organizar, 
guiar, revisar, regularizar e avaliar o comportamento adequado para adaptar-se bem ao novo 
entorno e para alcançar as metas desejadas (Bauermeister, 2008). Dentro das funções executivas 
encontramos diferentes processos, os quais são fundamentais para o nosso dia a dia: 
• Memória de trabalho: sistema que permite a manutenção, manipulação e a transformação da 
informação na mente. 
• Planejamento: capacidade de gerar objetivos e desenvolver planos de ação para conseguir 
realizá-los (sequências de passos), e escolher o mais adequado, baseando-se na antecipação das 
consequências. 
• Raciocínio: capacidade de comparar resultados, deduzir, elaborar conclusões, estabelecer 
relações abstratas, etc. 
• Flexibilidade: capacidade de gerar novas estratégias para adaptar a conduta de acordo com as 
necessidades exigidas pelo ambiente. 
• Inibição: capacidade de ignorar os impulsos ou a informação irrelevante, tanto interna como 
externa, quando estamos realizando uma tarefa. 
• Tomada de decisões: capacidade de escolher a melhor maneira de atuar, após analisar as 
diferentes opções existentes e seus possíveis resultados e consequências. 
• Estimativa temporal: capacidade de calcular, aproximadamente, o passar do tempo e a duração 
de uma atividade ou acontecimento. 
• Tarefa dupla: capacidade de realizar duas tarefas ao mesmo tempo (ambas devem ser diferentes), 
prestando atenção a ambas, constantemente. 
• Multitarefa: capacidade de organizar e realizar simultaneamente, de maneira eficiente, mais de 
uma tarefa, intercalando-as e mantendo o controle de como estão cada uma em todo momento. 
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https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/funcoes-executivas
 
 
 
 
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Praxias 
O que são as praxias? 
Denomina-se praxias as habilidades motoras adquiridas, ou seja, são movimentos organizados que 
realizamos para realizar um plano ou alcançar um objetivo. As praxias se subdividem em: 
• Praxias ideomotoras: capacidade de realizar um movimento ou gesto simples de maneira 
intencionada. 
• Praxias ideativas: capacidade para manipular objetos mediante uma sequência de gestos, o que 
implica o conhecimento da função do objeto, o conhecimento da ação e o conhecimento da ordem 
dos passos que levam a essa ação. 
• Praxias faciais: capacidade de realizar, voluntariamente, movimentos ou gestos com diversas 
partes do rosto: lábios, olhos, língua, sobrancelhas, bochechas, etc. 
• Praxias visuoconstrutivas: capacidade de planejar e realizar os movimentos necessários para 
organizar uma série de elementos no espaço, para formar um desenho ou uma figura final. 
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Memória 
O que é a memória? 
A memória é a capacidade de codificar, armazenar e recuperar, de maneira eficaz, informações e 
fatos obtidos através de experiências vividas. Podemos distinguir vários tipos de memória: 
• Memória episódica: se refere às informações sobre fatos e experiências vividas, localizados no 
espaço e no tempo. 
• Memória semântica: refere aos conhecimentos em âmbito geral. 
• Memória processual: se refere às informações sobre fatos e experiências vividas, localizados no 
espaço e no tempo. 
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https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/memoria
https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas#front-page-5
 
 
 
 
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Linguagem 
O que é a linguagem? 
A linguagem é uma função superior que desenvolve os processos de simbolização relativos à 
codificação e decodificação. A produção da linguagem consiste na materialização de signos 
(sonoros ou escritos) que simbolizam objetos, ideais, etc., de acordo com uma convenção 
própria de uma comunidade linguística (Lecours y cols., 1979). Dentro da linguagem existem 
diversos processos que podem ser afetados: 
• Expressão: capacidade de formular ideias com sentido e gramaticalmente corretas. 
• Compreensão: capacidade de entender o significado das palavras e das ideias. 
• Vocabulário: conhecimento do léxico. 
• Denominação: capacidade de nomear objetos, pessoas, fatos, etc. 
 
 
 
 
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• Discriminação: capacidade de reconhecer, diferenciar e interpretar conteúdos relacionados 
com a linguagem. 
• Repetição: capacidade para produzir os mesmos sons que se escuta. 
• Escritura: capacidade para transformar ideias em símbolos, caracteres e imagens. 
• Leitura: capacidade para interpretar símbolos, caracteres e imagens e transformá-los em fala. 
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Cognição social 
Conjunto de processos cognitivos e emocionais, através dos quais interpretamos, analisamos, 
recordamos e utilizamos as informações sobre o mundo social. Refere-se ao modo de como 
pensamos sobre nós mesmos, sobre os demais e seus comportamentose relações sociais; e de 
como damos sentido a todas essas informações, e baseados nelas produzimos nossos 
comportamentos. 
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https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/linguagem
https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/funcoes-cognitivas/cognicao-social
 
 
 
 
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Habilidades visuoespaciais 
O que são as habilidades visuoespaciais? 
São as capacidades que temos para representar, analisar e manipular mentalmente os objetos. 
Em relação às habilidades visuoespaciais, apresentamos dois conceitos importantes: 
• Relação espacial: capacidade de representar e manipular mentalmente objetos em duas 
dimensões. 
• Visualização espacial: capacidade de representar e manipular mentalmente objetos em três 
dimensões. 
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Quando é que as funções cognitivas começam a se deteriorar? 
A perda das capacidades cognitivas obedece ao processo natural de envelhecimento. O modo 
como envelhecemos e como vivemos esse processo, assim como a saúde e a capacidade funcional 
que temos, dependem tanto da estrutura genética como do ambiente que nos rodeia durante toda a 
nossa vida. 
Além disso, existem outros fatores que podem alterar as capacidades cognitivas, tais como 
doenças neurodegenerativas, transtornos do neurodesenvolvimento, deficiências intelectuais ou 
doenças mentais. Além disso, o consumo de substâncias entorpecentes, alcoolismo, traumas 
https://neuronup.com.br/areas-de-intervencao/habilidades-sociais
 
 
 
 
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físicos ou mentais severos, também podem afetar, de maneira aguda ou crônica, a atividade 
cerebral. 
Como podemos preservar as funções cognitivas? 
Está demonstrado que se pode diminuir a velocidade do deterioro, e os défices são mais leves se 
mantivermos uma vida ativa e saudável em entornos estimulantes. Também é muito importante 
continuar trabalhando nossas capacidades através de exercícios práticos de estimulação cognitiva. 
 
 
Para que utilizamos as funções cognitivas? 
As funções cerebrais superiores como o raciocínio, a memória ou a atenção são fundamentais para 
termos uma vida plena e independente. Durante o dia, utilizamos continuamente as funções 
cognitivas. Nosso cérebro usa as distintas capacidades cognitivas para realizar atividades como 
preparar a comida, dirigir o carro, fazer reuniões, etc., ativando-se em maior ou menor proporção 
distintas partes dos hemisférios. 
Por que as funções cognitivas são importantes? 
Todas as atividades que realizamos requerem a utilização das nossas funções cerebrais, o que 
significa que temos milhões de conexões neuronais repartidas pelos lóbulos cerebrais e a ativação 
de diferentes áreas do cérebro para nos desenvolvermos adequadamente no nosso entorno e 
processar a informação que obtemos por diversos canais. 
 
Como utilizamos as funções cognitivas? 
O processamento da informação na mente humana ocorre através do sistema cognitivo. O 
indivíduo tem um papel ativo nos processos de recepção, seleção, transformação, elaboração e 
recuperação da informação que chega ao cérebro. 
 
 
 
 
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O processamento da referida informação está composto por elementos cognitivos que se 
interrelacionam entre si e que atuam conjuntamente para executar as operações mentais mais 
complexas. Sendo assim, uma função cognitiva pode se unir ou se complementar com outras, 
formando uma unidade superior, tornando-se um processo cognitivo, sobre o qual se pode intervir 
trabalhando suas unidades mais básicas (funções cognitivas) ou sobre seus processos mais 
elaborados (habilidades do pensamento). 
	Orientação 
	O que é a orientação? 
	 
	 
	 
	Gnosias 
	O Que são as gnosias? 
	Atenção 
	O que é a atenção? 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	Funções executivas 
	O que são as funções executivas? 
	Praxias 
	O que são as praxias? 
	Memória 
	O que é a memória? 
	Linguagem 
	O que é a linguagem? 
	Cognição social 
	 
	 
	 
	 
	 
	Habilidades visuoespaciais 
	O que são as habilidades visuoespaciais? 
	Quando é que as funções cognitivas começam a se deteriorar? 
	Para que utilizamos as funções cognitivas? 
	Por que as funções cognitivas são importantes? 
	 
	Como utilizamos as funções cognitivas?​O processamento da informação na mente humana ocorre através do sistema cognitivo. O indivíduo tem um papel ativo nos processos de recepção, seleção, transformação, elaboração e recuperação da informação que chega ao cérebro.

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