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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR
FACULDADE PITÁGORAS – SANTARÉM
ENGENHARIA MECÂNICA
Eric silva de Aguiar- 3516604302
PORTFÓLIO – RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA:
Química e Ciência dos matérias 
SANTARÉM/PA
2023
Eric silva de Aguiar -3516604302
Química e Ciência dos matérias
PORTFÓLIO – RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA:
Trabalho de portfólio apresentado como requisito parcial
Para a obtenção de pontos para a média semestral.
Orientadores: Ms. Katielly dos Santos
Santarém/PA
2023
1.Roteiro de aula pratica
Software: acesso online, não pago
Introdução 
Será realizado uma experiencia por meio de propriedades físicas e estudaremos o comportamento de diferentes tipos de matérias, determinaremos por meio da química a estrutura desses matérias, que são condutividade térmica, elétrica e dureza em todos os matérias.
Objetivo
Iremos realiza experimentos com diferentes tipos de matérias ferro, madeira, cerâmica, polimetro mediremos a condutividade elétrica de cada material, condutividade térmica e dureza, todos experimentos serão verificados as diferenças as propriedades, e comparados as diferentes matérias e suas estruturas químicos. 
Método
1.SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. Nesse experimento, é obrigatório o uso de jaleco branco, óculos, luvas de procedimento e máscara.
2. MEDINDO A CONDUTIVIDADE ELÉTRICA Posicione o corpo de prova 01 no gerador de DDP e meça com o alicate amperímetro a condutividade elétrica do corpo de prova, registrando os valores encontrados. Repita os mesmos procedimentos para os corpos de prova 02, 03 e 04. 
3. MEDINDO A CONDUTIVIDADE TÉRMICA Posicione o corpo de prova 01 no suporte isolante térmico, ligue a válvula de gás e acenda o bico de Bunsen. Aguarde por 60 segundos ou acelere o aquecimento da peça. Em seguida, utilize o termômetro para medir a temperatura na extremidade aquecida e na extremidade oposta, registrando os valores encontrados. Por fim, devolva o corpo utilizado para a bancada e desligue a válvula de gás. Repita os procedimentos, caso seja possível, utilizando os demais corpos de prova. 
4. REALIZANDO TESTE DE DUREZA Mova o corpo de prova 01 para o ensaio de dureza. Em sequência, posicione o durômetro para medição da dureza Brinell e registre o valor encontrado. Repita o procedimento com os corpos de prova 02,03 e 04.
Resultados 
1.Quais matérias são consideradas condutores de eletricidade:
 
	MATERIAS 
	CONDUTIVIDADE ELÉTRICA 
	FERRO
	0,42
	MADEIRA
	0,00
	CERÂMICA 
	0,00
	POLIMETRO
	0,00
Ferro e considerados um condutor de energia elétrica pois tem ligações metálicas, onde os elétrons estão livres para se mover em mais de um átomo:
Madeira não e considerado um condutor de energia elétrica pois possui seus átomos distantes:
Cerâmica não considerado um condutor de energia elétrica pois seus elétrons encontram-se, fortemente ligados aos núcleos atômicos, por isso não são facilmente conduzidos ele serve como isolante:
Polimetro não e considerado um condutor de energia elétrica:
2.Quais matérias são consideradas condutores de calor:
	CONDUTIVIDADE TERMICA
	MÈTERIAS 
	EXTRENIDADE AQUECIDA 
	EXTRENIDADE OPOSTA
	FERRO
	55C
	46C
	MADEIRA
	NÃO A CONDUTIVIDADE
	NÃO A CONDUTIVIDADE
	CERÊMICA
	173C
	101C
	POLIMETRO
	NÃO A CONDUTIVIDADE 
	NÃO A CONDUTIVIDADE
Ferro e considerado um condutor térmico pois possui apenas um elétron de valência além disso e livre para se movimentar com pouca resistência: 
Extremidade aquecida
Extremidade oposta
Madeira não e considerado um condutor térmico pois contêm uma elevada proporção de celulose, e sua estrutura do xilema permite o aprisionamento de inúmeras massas de ar. 
 
Cerâmica e considerado um condutor térmico pois o calor e transportado por meio das ondas geradas pela vibração da rede cristalina que se chama fônons.
Extremidade aquecida
Extremidade oposta 
Polimetro não e considerado um condutor térmico pela resistência ao fluxo de cargas.
3.Faça um comparativo entre a dureza dos matérias: 
	MATERIAS 
	DUREZAS
	FERRO
	80KB
	MADEIRA 
	20KB
	CERÂMICA
	62KB
	POLIMETRO
	28KB
O ferro e um dos materiais mais duro pois os seus átomos alteram sua estrutura cristalina:
A madeira e um dos matérias menos duro de todos, mas não deixa de ser dura pois apresenta propriedades de alta resistência ao ataque de organismos xilófagos insetos e fungos:
Cerâmica eu um dos matérias, mas duros apresentados pois possui planos de deslizamentos independentes, ligações iónicas e/ou covalentes e ordem a longa distância. 
Polimetro e um dos matérias menos duro apresentado mais não deixa de ser duro ele e caracterizado de macromoléculas originadas e a partir da união de varias unidades de moléculas menores, chamadas de monômios.
4.Faça um comparativo entre as deformações dos materiais.
O ferro sofre menos deformações sobre cargas, enquanto os matérias mais flexíveis como madeira eo polimetro pode sofrer deformações sem danifica o material.
 A cerâmica com dureza intermediaria, terá um comportamento esses extremos.
Referencias
 ALGETEC. Manual do laboratório de materiais e tratamento térmico: exigências dos materiais utilizados em engenharia.
2.Roteiro de aula prática
Introdução:
Realizaremos com auxílio da microscopia testes para descobrir as possíveis estruturas cristalinas de algumas amostras de metais sobe efeito de um tratamento químico e demonstrar os resultados de acordo com a origem do metal o que pode ser observado e correlacionado com as diferentes composições e suas estruturas cristalinas.
Objetivo:
Identifica o ataque químico em diferentes tipos de ligas metálicas correlacionar as propriedades dos diferentes metais e as estruturas cristalinas estuda as reações químicas e metalográficas.
Método
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”.
 2. AJUSTANDO O COLIMADOR DA FONTE DE RAIO-X Ponha um pouco do reagente Nital sobre a Placa de Petri. Em seguida, coloque o aço 1020 na placa para que ocorra o ataque químico. Depois, a liga irá passar por um processo de limpeza com água e álcool e, por último, será submetida a um jato quente para secá-la totalmente. Descarte a solução contida na Placa de Petri.
 3. ANALISANDO O MATERIAL NO MICROSCÓPIO Coloque a amostra de aço 1020 no microscópio. Ajuste o foco e a luminosidade enquanto observa o material através do microscópio. Analise a microestrutura e, depois, retire a amostra do microscópio. 
4. REPETINDO AS ETAPAS COM AS OUTRAS AMOSTRAS Realize o ataque químico com as outras ligas presentes na mesa utilizando os regentes compatíveis com cada material. Analise a microestrutura de cada uma delas no microscópio.
Resultados
	Aço1020
	nital
	Cloreto ferrice
	Água regia
	Ferrice
	Não compatível 
	Não compatível 
	Cementita 
	Não compatível 
	Não compatível 
	Perlita
	Não compatível 
	Não compatível 
1.Descreva a análise feita através do microscópio da microestrutura da liga aço 1020.
Aço 1020, contendo 0,2 de carbono e observa-se em sua microestrutura a perlita disposta em uma matriz nerítica.
Ferrita ou ferro alfa é um estado do ferro alotrópico do ferro com estrutura cristalina cubica e beleza.
Cristal aromático Carboneto fe ferro (Fe c) com estrutura em forma de cristal ORTORRÔMBICO responsável pela menor dificuldade e elevada resistência e durezados açõs de alto carbono. 
Perlita Uma mistura de ferrice e cementita. Suas propriedades são intermediarias entre a ferrita e a cementita a depender do tamanho das partículas de cementita 
 
 2.Descreva a análise feita através do, microscópio da microestrutura dos outros materiais.
	
	Aço 316
	Latão
	Bronze
	Cobre 
	Aço 1045
	Nital 
	Não compatível 
	Não compatível 
	Não compatível 
	Não compatível 
	Perlita
compatível
	Cloreto ferrice
	Não compatível 
	Compatível latão alfa e beta 
	Compatível fase alfa +delta
	Compatível cobre alfa
	Não compatível
	Água regia 
	compatível
	Não compatível 
	Não compatível
	Não compatível
	Nãocompatível
Aço 316
Não é compatível com o nital.
Cloreto ferrice não 
E Compatível.
Água regia e compatível.
Latão 
Não é compatível com nital.
Cloreto ferrice compatível os grãos apresentam tonalidades por conta da microestrutura cristalina dos grãos, onde a fase beta e cúbica de copo. Agua regia não compativel.
Bronze
Não é compatível com nital. Cloreto ferrice e compatível Bronze com composição química 89 de cu, 10 sn e 0,3de p, apresentando estrutura decrítica (alfa + delta) com o estranho distribuído em sai matriz. 
Agua regia não compatível. 
Cobre
Não é compatível com nital.
Cloreto ferrice e compatível a diferença de cor entre se dá pela direção cristalográfica divergentes entre grãos e cobre. 
Agua regia não compativel .
Aço 1045
E compatível com nital, Aço 1045, contendo0,4 de carbono em sua microestrutura a perlita disposta em uma matriz ferritíca.
Cloreto ferrice não e compatível. Água regia não compatível.
Referencias 
ALGETEC. Manual do laboratório de materiais e tratamento térmico: exigências dos materiais utilizados em engenharia
3.Roteiro de aula prática 
Introdução
Realizar observações visuais as propriedades de minerais a parâmetros visuais e apresenta os resultados conforme as características vistas correlacionando com a as diferentes composições e estruturas cristalinas.
Objetivo 
Identifica parâmetros visuais usado nos minerais relacionar as propriedades minerais com as observações visuais e as propriedades físicas destes minerais por meio de análises rápidas e baixo custo, realizadas virtualmente.
 Método
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”.
 2. EXAMINANDO AS CARACTERÍSTICAS VISUAIS DOS MINERAIS Inspecione as amostras dos minerais, identificando o hábito, a cor e o brilho de cada um deles.
3. ANALISANDO A COR DO TRAÇO Passe cada um dos minerais sobre uma placa de porcelana, identificando a coloração do traço obtido.
 4. VERIFICANDO O MAGNETISMO Pegue o imã, aproxime-o de cada elemento e verifique a reação de cada um deles. 
Resultado
1. Preencha a tabela abaixo com o que foi observado na avaliação das características físicas dos minerais:
	
	COR 
	HÁBITO
	BRILHO
	COR DO TRAÇO
	MINERAL 1
	CINZA ESCURO
	HEXAGONAL
	METÁLICO
	MARROM TIJOLO
	MINERAL 2
	BRANCO
	CÚBICO
	OPACO
	INCOLOR ESBRANQUIÇADA;
	MINERAL 3
	CINZA METALICO
	CÚBICO
	METÁLICO
	CINZA-ESCURO
	MINERAL 4
	CINZA METÁLICO, PRATA,
	OCTAÉDRICO 
	METÁLICO FOSCO
	PRETO
Cinza escuro mineral 1
Brilho e cor
Branco mineral 2.
Cinza metálico mineral 3.
Cinza, metálico, prata mineral 4.
2. Preencha a tabela abaixo de acordo com o que foi observado na avaliação da cor do traço dos minerais:
	
	Cor do traço
	Mineral 1
	Marrom tijolo
	Mineral 2
	Incolor esbranquiçada;
	Mineral 3
	Cinza-escuro
	Mineral 4
	Preto
 
Mineral 1.
Todas na ordem mineral 1,2,3,4.
3.Preencha a tabela de acordo com o que foi observado na avaliação da propriedade magnética dos minerais:
	
	Magnetismo 
	Mineral 1
	Não
	Mineral 2
	Não 
	Mineral 3
	Não
	Mineral 4
	Sim
Mineral 1.
Mineral2.
Mineral 3.
Mineral 4.
	
	COR
	HABITO
	BRILHO
	COR DO TRAÇO
	MAGNETISMO 
	HEMATITA
	CINZA ESCURO 
	HEXAGONAL 
	METÁLICO 
	MARROM TIJOLO 
	NÃO
	CALCITA
	BRANCO
	CÚBICO
	OPACO
	INCOLOR A ESBRANQUIÇADA;
	NÃO
	GALENA
	CINZA METÁLICO 
	CÚBICO
	METÁLICO
	CINZA-ESCURO
	NÃO
	MAGNETITA
	CINZA, METÁLICO, PRATA
	OCTAÉDRICO
	METÁLICO FOSCO 
	PRETO
	SIM
 4.Observe a tabela abaixo que apresenta as características físicas, de cor de traço e magnéticas dos minerais. Atenção: A ordem apresentada no experimento dos minerais, não necessariamente corresponde a ordem apresentada na tabela.
Identifique os minerais de acordo com a ordem observada no experimento.
	Mineral 1
	HEMATITA
	Mineral 2
	CALCITA
	Mineral 3
	GALENA
	Mineral 4
	MAGNETITA
Referencias 
ALGETEC.Manual do laboratório de química: identificação dos minerais: parâmetros visuais.
Relatório de aula pratica 4
Introdução
Realiza observações visuais as propriedades mecânicas e químicas minerais por meio de visuais demonstrar os resultados de acordo com aspectos observados correlacionando com as diferentes composições e suas estruturas cristalinas.
 
Objetivo
E observa os ensaios destrutivos em relação aos diferentes minerais compara as propriedades mecânicas e químicas dos minerais com as observações visuais analisar as estruturas cristalinas destes minerais frente a esses ensaios destrutivos.
Método
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”.
 2. VERIFICANDO A DUREZA DOS MINERAIS Utilize a unha, a moeda de cobre, a faca de cozinha, o pedaço de vidro e a lima de aço para riscar cada um dos minerais sobre a bancada. Após riscar cada minério, verifique se o objeto utilizado foi capaz de deixar uma marca na superfície do mineral. Preencha a tabela 1 assinalando o que foi observado durante este passo. Para seguir para o próximo passo, verifique se todos os objetos disponíveis para o teste de dureza foram utilizados para riscar cada um dos minerais disponíveis.
 3. VERIFICANDO A CLIVAGEM DOS MINERAIS Utilize o martelo para golpear cada mineral. Observe a clivagem de cada um deles.
 4. VERIFICANDO A SOLUBILIDADE DOS MINERAIS Coloque os fragmentos de cada mineral em béqueres contendo água e em béqueres contendo HCl. Observe qual mineral foi solúvel em cada uma das substâncias pelo aparecimento de bolhas nos béqueres. 
Resultado
1. Preencha a tabela abaixo de acordo com o que foi observado no teste de dureza. Indique se a ferramenta causou um risco na superfície dos minerais.
	
	UNHA
	MOEDA DE COBRE
	FACA DE COZINHA
	LIMA DE AÇO
	VIDRO
	MINERAL 1
	Sem danos
	Um pequeno risco
	Um pequeno risco
	Um pequeno risco
	Um pequeno risco
	MINERAL 2
	Sem danos
	Um pequeno risco
	Um pequeno risco
	Sem danos
	Um pequeno risco
	MINERAL 3
	Sem danos 
	Sem danos
	Sem danos
	Um pequeno risco
	Um pequeno risco
	MINERAL 4
	Sem danos
	Sem danos
	Sem danos
	Um pequeno risco
	Sem danos
Mineral 1 
 Teste com Unha, sem danos.
Moeda de cobre, causou um pequeno risco.
Faca de cozinha, pequeno risco.
Lima de aço, um pequeno risco.
Vidro, um pequeno risco.
Mineral 2 
Teste com unha, sem danos.
Moeda de cobre, causou um pequeno risco.
Faca de cozinha, pequeno risco.
Lima de aço, sem danos
Vidro, um pequeno risco.
Mineral 3
Teste com unha, sem danos.
Moeda de cobre, sem danos.
Faca de cozinha, sem danos. 
Lima de aço , um pequeno risco.
Vidro, um pequeno risco.
Mineral 4 
Teste com unha, sem danos. 
Moeda de cobre, sem danos
Faca de cozinha, sem danos.
Lima de aço, um pequeno risco.
Vidro, sem danos.
2. Classifique a clivagem dos quatro minerais presentes no experimento.
	
	CLIVAGEM
	MINERAL 1
	Romboédrica perfeita
	MINERAL 2
	Clivagem irregular
	MINERA 3
	Sem clivagem, sem planos 
	MINERAL 4
	Cúbica perfeita
3. Preencha a tabela abaixo de acordo com o que foi observado no teste de solubilidade. Indique se cada mineral foi solúvel ou insolúvel na água e no HCl.
	
	ÁGUA
	HCI
	MINERAL 1
	SOLÚVEL
	SOLÚVEL
	MINERAL 2
	INSOLÚVEL
	INSOLÚVEL
	MINERAL 3
	INSOLUVEL
	SOLÚVEL
	MINERAL 4
	INSOLÚVEL
	SOLUVEL
4. Considere os resultados obtidos ao longo dos ensaios e observe as tabelas abaixo: 
	
	UNHA
	MOEDA DE COBRE
	FACA
	LIMA
	VIDRO
	ESCALA MOHS DUREZA
	CALCITA
	NÃO
	SIM
	SIM
	SIM
	SIM
	3,0
	MAGNETITA
	NÃO
	NÃO
	NÃO
	SIM
	SIM
	5,5-6,5
	HEMATITA
	NÃO
	NÃO
	NÃO
	SIM
	SIM
	6,0
	GALENA
	NÃO
	SIM 
	SIM
	NÃO
	SIM
	2,5
	
	ÁGUA
	HCL
	CALCITA
	SOLÚVEL
	SOLÚVEL
	MAGNETITA
	INSOLÚVEL
	INSOLÚVEL
	HEMATITA
	INSOLÚVEL
	SOLÚVEL
	GALENA
	INSOLÚVEL
	SOLÚVEL
	
	CLIVAGEM
	CALCITA
	ROMBOÉDRICA PERFEITA
	MAGNETITA
	CLIVAGEM INRREGULAR
	HEMATITA
	SEM CLIVAGEM, SEM PLANOS
	GALENA
	CÚBICA PERFEITA
Identifique na tabela abaixo os quatro minerais analisados:
	MINERAL 1
	CALCITAMINERAL 2
	MAGNETICA
	MINERAL 3
	HEMATITA
	MINERAL 4
	GALENA	GALENA
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