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Ações possessórias
As ações possessórias são procedimentos especiais previstos pelo Código de Processo Civil entre os arts. 554 e 568 por meio dos quais se garante a proteção judicial a todo aquele que seja possuidor de um bem e vir ameaçado seu direito por outrem.
De acordo com o art. 1.196 do Código Civil de 2002, “considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exercício, pleno ou não, de algum dos poderes inerentes à propriedade”.
Ainda de acordo com o Código Civil, nas disposições pertinentes ao instituto da posse:
Art. 1.210. O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turbação, restituído no de esbulho, e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser molestado.
§ 1º O possuidor turbado, ou esbulhado, poderá manter-se ou restituir-se por sua própria força, contanto que o faça logo; os atos de defesa, ou de desforço, não podem ir além do indispensável à manutenção, ou restituição da posse .
§ 2º Não obsta à manutenção ou reintegração na posse a alegação de propriedade, ou de outro direito sobre a coisa.
Com base neste dispositivo de direito material, portanto, é que se desenvolve a proteção possessória por meio de procedimento especial disposto no Código de Processo Civil de 2015.
A proteção possessória é garantida judicialmente de acordo com a medida da ofensa à posse, da seguinte forma:
Neves (2016, p. 1.189) ensina que 
Segundo o art. 1.197 do CC, na hipótese de posse direta (locação, comodato, usufruto etc.), a legitimidade ativa é tanto do possuidor direito como do indireto. O simples detentor da coisa, que a ocupa por mera permissão ou tolerância do possuidor, não tem legitimidade para propor ação possessória, o mesmo ocorrendo com o sujeito que conserva a posse da coisa sob ordens ou instruções do possuidor.
Com relação à possibilidade de cada uma das três ações possessórias, o Código de Processo Civil previu em seu artigo 554 a fungibilidade entre as ações, ou seja, “a propositura de uma ação possessória em vez de outra não obstará a que o juiz conheça do pedido e outorgue a proteção legal correspondente àquela cujos pressupostos estejam provados”.
Neves (2016) fornece, como uma das justificativas para a fungibilidade entre as ações possessórias, a dificuldade em se amoldar a situação fática e as agressões à posse nela contidas às hipóteses juridicamente previstas:
A doutrina também lembra que a situação possessória pode facilmente ser modificada na constância da demanda, de forma que no momento do julgamento se tenha uma espécie de agressão ao direito possessório diferente daquela existente no momento da sua propositura. Não é difícil se compreender a tênue linha que separa a ameaça, o esbulho e a turbação, e como essas situações fático-jurídicas de violação ou ameaça da posse podem variar durante a demanda judicial.
Por fim, é inegável a dificuldade que se encontra em determinadas hipóteses para se definir com exatidão qual espécie de moléstia está caracterizada no caso concreto. Aquilo que pode parecer um esbulho a um determinando operador, pode parecer nitidamente uma turbação aos olhos de outro, e mesmo a ameaça pode ser confundida com as duas espécies de agressões possessórias. Seria no mínimo injusto e nitidamente incongruente com a preocupação do legislador em tutelar a posse rejeitar-se a proteção jurisdicional pela incorreta percepção da espécie de violação ao direito possessório (NEVES, 2016, p. 1.186).
O CPC dispõe ainda que no caso de ação possessória em que figure no polo passivo grande número de pessoas, serão feitas a citação pessoal dos ocupantes que forem encontrados no local e a citação por edital dos demais, determinando-se, ainda, a intimação do Ministério Público e, se envolver pessoas em situação de hipossuficiência econômica, da Defensoria Pública. O juiz deverá determinar que se dê ampla publicidade da existência da ação e de seus prazos processuais.
Ainda, para fim da citação pessoal prevista no parágrafo 1º, o oficial de justiça procurará os ocupantes no local por uma vez, citando-se por edital os que não forem encontrados, nos termos do parágrafo 2º do art. 554 do CPC.
A norma processual também permite ao autor da ação possessória cumular seus pedidos relativos à proteção da posse com os pedidos de condenação em perdas e danos e indenização dos frutos, assim como poderá requerer imposição de medidas necessárias e adequadas para evitar nova turbação ou esbulho e para cumpri a tutela provisória ou final concedida pelo juízo.
Já o art. 556 prevê a possibilidade de o réu também alegar que foi agredido em sua posse e pleitear, na mesma ação (na contestação), a proteção possessória e indenização pelos prejuízos causados pelo autor caso este é que tenha agido em turbação ou esbulho.
FIQUE DE OLHO:
Diz o art. 557 do CPC/15 que, na pendência de ação possessória é vedado, tanto ao autor quanto ao réu, propor ação de reconhecimento do domínio, exceto se a pretensão for deduzida em face de terceira pessoa. O parágrafo único, por sua vez, afirma que não obsta à manutenção ou à reintegração de posse a alegação de propriedade ou de outro direito sobre a coisa.
O art. 558 do CPC estabelece uma importante distinção entre a posse nova – quando a turbação ou esbulho tiver ocorrido há menos de ano e dia do ajuizamento do procedimento de manutenção ou reintegração da posse – e da posse velha, quando o esbulho ou turbação tiver ocorrido há mais de ano e dia do ajuizamento da ação possessória.
A distinção é importante porque quando o procedimento especial (artigos 560 a 566 do CPC) rege a manutenção e de reintegração de posse nos casos da ação ser proposta dentro de ano e dia da turbação ou do esbulho afirmado na petição inicial, com possibilidade de concessão de medida liminar. Passado este prazo, será comum o procedimento, não perdendo a ação, contudo, o caráter possessório.
Finalmente, cabe ressaltar que se o réu provar, em qualquer tempo, que o autor provisoriamente mantido ou reintegrado na posse carece de idoneidade financeira para, no caso de sucumbência, responder por perdas e danos, o juiz designar-lhe-á o prazo de 5 (cinco) dias para requerer caução, real ou fidejussória, sob pena de ser depositada a coisa litigiosa, ressalvada a impossibilidade da parte economicamente hipossuficiente.
2.1  Da manutenção e da reintegração de posse
Como visto, o possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turbação e reintegrado em caso de esbulho.
Na petição inicial da ação possessória, o autor deverá fazer prova dos seguintes elementos (art. 561 do CPC):
1- a sua posse
2- a turbação ou o esbulho praticado pelo réu
3- a data da turbação ou do esbulho
4- a continuação da posse, embora turbada, na ação de manutenção, ou a perda da posse, na ação de reintegração
Comprovados tais requisitos mediante prova documental, torna-se possível a concessão da medida liminar prevista no artigo 562, a ser deferida pelo juízo sem oitiva prévia do réu determinando a expedição do mandado liminar de manutenção ou de reintegração.
Para o deferimento da liminar, portanto, é necessária a demonstração do requisito do perigo na demora (também exigido na concessão das tutelas provisórias de urgência), nos seguintes termos:
- demonstração de que o ato de agressão à posse deu-se há menos de ano e dia
- instrução da petição inicial que, em cognição sumária do juiz, permita a formação de convencimento de que há probabilidade de o autor ter direito à tutela jurisdicional
Caso a inicial não esteja devidamente instruída com prova documental ou provas orais emprestadas ou produzidas antecipadamente, no entender do juízo, este determinará que o autor justifique previamente o alegado, citando-se o réu para comparecer à audiência que for designada (audiência de justificação prévia).
FIQUE DE OLHO:
Diz o parágrafo único do art. 562 do CPC que contra as pessoas jurídicas de direito público não será deferida a manutenção ou a reintegração liminar sem prévia audiência dos respectivos representantes judiciais.
Realizada a audiência e considerada suficientea justificação, será expedido mandado de manutenção ou de reintegração. Se a concessão da medida liminar ocorrer na própria audiência, o réu será intimado também na audiência.
Ainda, independentemente de concessão do mandado liminar de manutenção ou de reintegração na audiência, o autor promoverá, nos 5 (cinco) dias subsequentes, a citação do réu para, querendo, contestar a ação no prazo de 15 (quinze) dias.
Na hipótese específica de ter sido ordenada a audiência de justificação prévia, o prazo para contestar será contado da intimação da decisão que deferir ou não a medida liminar.
Quanto aos litígios possessórios que envolvem grande quantidade de pessoas, em que a posse seja velha, dispõe o art. 565:
Art. 565. No litígio coletivo pela posse de imóvel, quando o esbulho ou a turbação afirmada na petição inicial houver ocorrido há mais de ano e dia, o juiz, antes de apreciar o pedido de concessão da medida liminar, deverá designar audiência de mediação, a realizar-se em até 30 (trinta) dias, que observará o disposto nos §§ 2º e 4º.
§ 1º Concedida a liminar, se essa não for executada no prazo de 1 (um) ano, a contar da data de distribuição, caberá ao juiz designar audiência de mediação, nos termos dos §§ 2º a 4º deste artigo.
§ 2º O Ministério Público será intimado para comparecer à audiência, e a Defensoria Pública será intimada sempre que houver parte beneficiária de gratuidade da justiça.
§ 3º O juiz poderá comparecer à área objeto do litígio quando sua presença se fizer necessária à efetivação da tutela jurisdicional.
§ 4º Os órgãos responsáveis pela política agrária e pela política urbana da União, de Estado ou do Distrito Federal e de Município onde se situe a área objeto do litígio poderão  ser intimados para a audiência, a fim de se manifestarem sobre seu interesse no processo e sobre a existência de possibilidade de solução para o conflito possessório.
§ 5º Aplica-se o disposto neste artigo ao litígio sobre propriedade de imóvel.
Relembre-se que, nestes casos, a citação deverá obedecer ao disposto nos parágrafos do art. 554.
Por fim, o art. 566 dispõe que após a citação aplicar-se-ão os dispositivos relativos ao procedimento comum para prosseguimento das ações possessórias.
2.2 Do interdito proibitório
A ação de interdito proibitório está relacionada a uma ameaça de agressão à posse e possui o objetivo de evitar que a turbação e o esbulho aconteçam. A ação serve, portanto, a inibir e evitar a prática de ato ilícito que venha a ser considerado agressão à posse passível de ação de manutenção ou reintegração.
O CPC tratou do interdito proibitório nos artigos 567 e 568, este último que determina que as disposições contidas nos artigos 560 a 566 (explorados no subtópico anterior) também se aplicam à ação de interdito proibitório.
Já o art. 567 determina:
Art. 567. O possuidor direto ou indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse poderá requerer ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado proibitório em que se comine ao réu determinada pena pecuniária caso transgrida o preceito. 
FIQUE DE OLHO:
Para que seja cabível o interdito proibitório, o possuidor ainda se encontra na posse do bem mas existe uma possibilidade ou ameaça real de que sua posse venha a ser agredida, causando justo receio de perda da posse. A concessão de medida liminar é possível (em razão do disposto no art. 568 do CPC) e também é possível o pedido de cominação de multa ao réu a fim de inibir a prática de atos de turbação ou esbulho.
3.1  Do cabimento dos embargos de terceiro
Os embargos de terceiro constituem modalidade de defesa do patrimônio, nas circunstâncias em que o terceiro à relação processual sofrer turbação ou esbulho na posse de seus bens, por ato de apreensão judicial, devidamente previsto no CPC, do qual se extrai in verbis:
Art. 674.  Quem, não sendo parte no processo, sofrer constrição ou ameaça de constrição sobre bens que possua ou sobre os quais tenha direito incompatível com o ato constritivo, poderá requerer seu desfazimento ou sua inibição por meio de embargos de terceiro.
§ 1o Os embargos podem ser de terceiro proprietário, inclusive fiduciário, ou possuidor.
O cabimento dessa modalidade de defesa está absorto na contemplação de quatro facetas distintas:
1- a constrição 
2- a condição de proprietário ou possuidor do bem 
3- a qualidade de terceiro em relação ao feito de que emanou a ordem 
4- a interposição dos embargos no prazo estipulado no art. 675 do CPC/2015.
Neste sentido, ampara a doutrina comentada e coordenada por Melo (2016):
Exige-se sempre do terceiro, portanto, a posse, que pode ser direta (imediata) ou indireta (mediata). Irrelevante, aliás, para fins de mera aferição da legitimidade (condição da ação), o título da posse, ou seja, se injusta ou legítima – circunstância que, contudo, impactará no juízo de mérito da demanda.
Desse modo, a condição de possuidor também legitima para a oposição de embargos de terceiros. 
FIQUE DE OLHO:
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) diz, em súmula (súmula 84), que é admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda do compromisso de compra e venda de imóvel, ainda que desprovido do registro.
Outro dos requisitos ao cabimento da presente modalidade de defesa decorre da especificidade da condição de terceiro, que deve ser entendido como o sujeito que não faz parte da relação jurídica processual, tampouco possui responsabilidade patrimonial – é aquele que sofre constrição ou ameaça de constrição sobre bens que possua ou sobre os quais tenha direito incompatível com o ato constritivo (NEVES, 2016).
Portanto, os terceiros visam a obstar uma ofensa direta ao seu direito, ilegitimamente atingido num processo de que não são partes, pretendendo-se demonstrar a incompatibilidade entre o seu direito e a medida judicial em curso no processo de execução.
Nos termos do parágrafo 2º do art. 674 do CPC, a respeito da legitimidade ativa:
§ 2º Considera-se terceiro, para ajuizamento dos embargos:
I - o cônjuge ou companheiro, quando defende a posse de bens próprios ou de sua meação, ressalvado o disposto no art. 843 ;
II - o adquirente de bens cuja constrição decorreu de decisão que declara a ineficácia da alienação realizada em fraude à execução;
III - quem sofre constrição judicial de seus bens por força de desconsideração da personalidade jurídica, de cujo incidente não fez parte;
IV - o credor com garantia real para obstar expropriação judicial do objeto de direito real de garantia, caso não tenha sido intimado, nos termos legais dos atos expropriatórios respectivos.
Por fim, o quarto dos pressupostos do cabimento, trata-se à atenção ao prazo elencado no art. 675 do CPC, o qual prevê:
Art. 675. Os embargos podem ser opostos a qualquer tempo no processo de conhecimento enquanto não transitada em julgado a sentença e, no cumprimento de sentença ou no processo de execução, até cinco dias depois da adjudicação, da alienação por iniciativa particular ou da arrematação, mas sempre antes da assinatura da respectiva carta.
FIQUE DE OLHO:
O STJ se pronuncia, na súmula 134, que, embora intimado da penhora em imóvel do casal, o cônjuge do executado pode opor embargos de terceiro para defesa de sua meação.
Observe-se que o parágrafo único do art. 675 do CPC dispõe que caso identifique a existência de terceiro titular de interesse em embargar o ato, o juiz mandará intimá-lo pessoalmente. Ou seja, se houver indícios que há interesses de terceiros, o juiz poderá tomar esta providência de modo a lhe antecipar a proteção que a lei lhe assegura.
Destaque-se que os atos de constrição sobre bem de terceiros que podem ensejar a oposição dos embargos não precisam advir, necessariamente, de um processo de execução. Ou seja, o ato judicial constritivo pode ter sido produzido em qualquer espécie de processo ou procedimento, o que não impede que o terceiro se valha do procedimento de embargos.
Por fim, registre-se que os embargos de terceiro não se confundem nem com as ações possessórias e nem com a modalidadede intervenção de terceiros chamada oposição, sendo que cada tipo de procedimento possui seu enquadramento jurídico específico de acordo com os fatos que o precedem.
3.2 Do processamento dos embargos de terceiro
Conforme dispõe o art. 676 do CPC, os embargos serão distribuídos por dependência ao juízo que ordenou a constrição e autuados em apartado. Tal disposição faz todo o sentido, pois, se já há um juízo analisando a questão jurídica e promovendo o andamento de atos executivos, tendo sido ele o prolator da decisão que atingiu o bem de terceiro, deve ser este mesmo juízo o competente para analisar a causa de pedir dos embargos, de forma incidental.
Na petição inicial do incidente, o embargante fará a prova sumária de sua posse ou de seu domínio e da qualidade de terceiro, oferecendo documentos e rol de testemunha. Será possibilitada a prova da posse em audiência preliminar designada pelo juiz.
Note-se que, diferentemente do que acontece no procedimento comum – em que as partes terão momento apropriado para indicar as provas que pretendem produzir e apresentar rol de testemunhas –, nos embargos de terceiro todos os documentos instrutórios e o rol e qualificação das testemunhas devem ser apresentamos juntamente com a inicial.
O embargado é o sujeito a quem o ato de constrição aproveita assim como o será seu adversário no processo principal quando for sua a indicação do bem para a constrição judicial. Caso o embargado não tenha procurador, deverá ser citado pessoalmente pelo juízo.
A decisão que reconhecer suficientemente provado o domínio ou a posse determinará a suspensão das medidas constritivas sobre os bens litigiosos objeto dos embargos, bem como a manutenção ou a reintegração provisória da posse, se o embargante a houver requerido. Trata-se aqui de decisão liminar concedida em sede de tutela de urgência de caráter satisfativo.
Ainda, juiz poderá condicionar a ordem de manutenção ou de reintegração provisória de posse à prestação de caução pelo requerente, ressalvada a impossibilidade da parte economicamente hipossuficiente.
Destaque-se que o prazo para resposta do réu nos embargos de terceiro é o prazo geral de 15 dias, findo o qual se seguirá o procedimento comum, sendo lícito ao réu alegar todas as matérias de defesa possíveis.
Quando da apresentação de contestação por parte do embargado contra credor com garantia real - ou seja, quando há outro credor do mesmo devedor que está sofrendo atos expropriatórios e este oferece embargos de terceiro – o embargado e somente poderá alegar que (art. 680 do CPC):
1- o devedor comum é insolvente
2- o título é nulo ou não obriga a terceiro
3- outra é a coisa dada em garantia
Acolhido o pedido inicial dos embargos de terceiro, o ato de constrição judicial indevida será cancelado, com o reconhecimento do domínio, da manutenção da posse ou da reintegração definitiva do bem ou do direito ao embargante.
FIQUE DE OLHO:
A súmula 303 do STJ diz que, em embargos de terceiro, quem deu causa à constrição indevida deve arcar com os honorários advocatícios.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei nº. 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Código Civil. Disponível em: . Acesso em: 21 de dez. 2019.
_____. Lei nº. 13.015, de 16 de março de 2015. Disponível em: . Acesso em: 14 de dez. 2019.
GAGLIANO, P. S.; PAMPLONA FILHO, R. Novo curso de direito civil: obrigações. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
GONÇALVES, C. R. Direito civil brasileiro: teoria geral das obrigações. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
MELO J. A. F. Execução fiscal aplicada. Salvador: 201. Ed. Juspodivm, 2016.
NERY JUNIOR, N.; NERY, R. M. A. Código de processo civil comentado. 17. ed. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2018.
NEVES, D. A. A. Manual de direito processual civil. 8. ed. Salvador: Juspodivm, 2016.
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