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668 SINAIS E SISTEMAS LINEARES 7.1-1 Mostre que se x(t) é uma função par de t, então e se x(t) for uma função ímpar de t, então Logo, prove que se x(t) for real e uma função par de t, então X(ω) é real e uma função par de ω. Além disto, se x(t) for real e uma função ímpar de t, então X(ω) é imaginário e uma função ímpar de ω. 7.1-2 Mostre que para x(t) real, a Eq. (7.8b) pode ser expressa por Essa é a forma trigonométrica da integral de Fourier. Compare essa equação com a série trigonométrica compacta de Fourier. 7.1-3 Um sinal x(t) pode ser descrito pela soma de componentes par e ímpar (veja a Seção 1.5-2): (a) se x(t) ⇔ X(ω), mostre que para x(t) real, e (b) Verifique esses resultados obtendo a transformada de Fourier das componen- tes par e ímpar dos seguintes sinais (i) u(t) e (ii) e–atu(t). 7.1-4 A partir da definição (7.8a), obtenha as trans- formadas de Fourier dos sinais x(t) da Fig. P7.1-4. 7.1-5 A partir da definição (7.8a), obtenha as transformadas de Fourier dos sinais mostra- dos na Fig. P7.1-5. 7.1-6 A partir da definição (7.8b), obtenha as trans- formadas de Fourier inversas do espectro da Fig. P7.1-6. 7.1-7 A partir da definição (7.8b), obtenha as trans- formadas de Fourier inversas do espectro da Fig. P7.1-7. 7.1-8 Se x(t) ⇔ X(ω), então mostre que e Mostre também que 7.2-1 Trace as seguintes funções: Figura M7.5 Caso especial, janelas de Kaiser de duração unitária. P R O B L E M A S CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE SINAIS NO TEMPO CONTÍNUO: A TRANSFORMADA DE FOURIER 669 7.2-2 A partir da definição (7.8b), mostre que a transformada de Fourier de ret (t – 5) é sinc (ω/2)e–j5ω. trace o espectro de amplitude e fa- se resultante. 7.2-3 A partir da definição (7.8b), mostre que a transformada de Fourier inversa de ret ((ω – 10)/2π) é sinc (πt)ej10t. 7.2-4 Obtenha a transformada de Fourier inversa de X(ω) para o espectro ilustrado na Fig. P7.2-4. [Dica: X(ω) = |X(ω)|ej∠X(ω). Este problema ilustra como espectros de fase diferentes (com o mesmo espectro de amplitude) representam sinais totalmente diferentes.] 7.2-5 (a) Você pode obter a transformada de Fou- rier de eatu(t) quando a > 1 fazendo s = jω na transformada de Fourier de eatu(t)? Explique. (b) Obtenha a transformada de Fourier de x(t) mostrado na Fig. P7.2-5. Você pode obter a transformada de Fourier de x(t) fazendo s = jω nessa transformada de Fourier? Explique. Verifique sua resposta determinando as transformadas de Fou- rier e Laplace de x(t). Figura P7.1-4 Figura P7.1-5 Figura P7.1-6 Figura P7.1-7 670 SINAIS E SISTEMAS LINEARES Figura P7.2-5 7.3-1 Aplique a propriedade da dualidade ao par apropriado da Tabela 7.1 para mostrar que 7.3-2 A transformada de Fourier do pulso triangular x(t) da Fig. P7.3-2 é descrita por Utilize essa informação e as propriedades de deslocamento no tempo e escalamento no tempo para obter as transformadas de Fourier dos sinais xi(t) (i = 1, 2, 3, 4, 5) mostrados na Fig. P7.3-2. 7.7-3 Usando apenas a propriedade de deslocamen- to no tempo e a Tabela 7.1, obtenha as trans- formadas de Fourier dos sinais mostrados na Fig. P7.3-3. 7.3-4 Utilize a propriedade de deslocamento no tem- po para mostrar que se x(t) ⇔ X(ω), então Essa equação é dual à Eq. ( 7.41). Utilize esse resultado e a Tabela 7.1 para obter as transfor- madas de Fourier dos sinais mostrados na Fig. P7.3-4. Figura P7.2-4 Figura P7.3-2 CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE SINAIS NO TEMPO CONTÍNUO: A TRANSFORMADA DE FOURIER 671 7.3-5 Prove os seguintes resultados, os quais são du- ais um do outro: Utilize o último resultado e a Tabela 7.1 para determinar a transformada de Fourier do sinal da Fig. P7.3-5 7.3-6 Os sinais da Fig. P7.3-6 são sinais modulados com portadora cos 10t. Obtenha a transforma- da de Fourier desses sinais usando as proprie- dades apropriadas da transformada de Fourier e a Tabela 7.1. Trace o espectro de amplitude e fase para a Fig. P7.3-6a e P7.3-6b. Figura P7.3-5 Figura P7.3-3 Figura P7.3-4 Figura P7.3-6 672 SINAIS E SISTEMAS LINEARES 7.3-7 Utilize a propriedade de deslocamento na fre- qüência e a Tabela 7.1 para determinar a trans- formada de Fourier inversa do espectro mos- trado na Fig. P7.3-7 7.3-8 Utilize a propriedade de convolução no tempo para provar os pares 2, 4, 13 e 14 da Tabela 2.1 (assuma λ 0 no par 13 e λ1 e λ2 > 0 no par 14). Essas restrições são colocadas em função das características de possibilidade de aplicação da transformada de Fourier dos sinais. Para o par 2 você terá que aplicar o resultado da Eq. (1.23). 7.3-9 Um sinal x(t) é limitado em faixa a B Hz. Mos- tre que o sinal xn(t) é limitado em faixa a nB Hz. 7.3-10 Obtenha a transformada de Fourier do sinal da Fig. P7.3-3a por três métodos diferentes: (a) pela integração direta usando a definição (7.8a) (b) Usando apenas o par 17 (Tabela 7.1) e a propriedade de deslocamento no tempo. (c) Usando as propriedades de diferenciação no tempo e deslocamento no tempo, além do fato de que δ(t) ⇔ 1. 7.3-11 (a) prove a propriedade de diferenciação na freqüência (dual da propriedade de dife- renciação no tempo): (b) Utilize essa propriedade e o par 1 (Tabela 7.10) para determinar a transformada de Fourier de te–atu(t). 7.4-1 Para um sistema LCIT com função de trans- ferência obtenha a resposta (de estado nulo) se a entra- da x(t) for 7.4-2 Um sistema LCIT é especificado pela respos- ta em freqüência Obtenha a resposta ao impulso desse sistema e mostre que ele é um sistema não causal. Ob- tenha a resposta (estado nulo) desses sistema se a entrada x(t) for 7.4-3 Os sinais x1(t) = 104 ret (104t) e x2(t) = δ(t) são aplicados às entradas dos filtros passa-baixas ideais H1(ω) = ret (ω/40.000π) e H2(ω) = ret (ω/20.000π) (Fig. P7.4-3). As saídas y1(t) e y2(t) desses filtros são multiplicadas para ob- ter o sinal y(t) = y1(t)y2(t). (a) Trace X1(ω) e X2(ω). (b) Trace H1(ω) e H2(ω). (c) Trace Y1(ω) e Y2(ω). (d) Obtenha as larguras de faixa de y1(t), y2(t) e y(t). Figura P7.4-3 7.4-4 A constante de tempo de um sistema passa-bai- xas é geralmente definida como a largura de sua resposta h(t) ao impulso unitário (veja a Se- ção 2.7-2). Um pulso p(t) de entrada nesse sis- tema funciona como um impulso de força igual a área de p(t) se a largura de p(t) for muito me- nor do que a constante de tempo do sistema, e desde que p(t) seja um pulso passa-baixa, im- plicando que seu espectro seja concentrado em baixas freqüências. Verifique esse comporta- mento considerando um sistema cuja resposta ao impulso unitário é h(t) = ret (t/10–3). O pul- so de entrada é um pulso triangular p(t) = Δ(t/10–6). Mostre que a resposta do sistema a esse pulso é muito próxima da resposta ao im- pulso Aδ(t), na qual A é a área sob o pulso p(t). Figura P7.3-7 CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE SINAIS NO TEMPO CONTÍNUO: A TRANSFORMADA DE FOURIER 673 7.4-5 A constante de tempo de um sistema passa-bai- xas geralmente é definida como a largura de sua resposta h(t) ao impulso unitário (veja a Seção 2.7-2). Um pulso p(t) de entrada nesse sistema passa praticamente sem distorção se a largura de p(t) for muito maior do que a constante de tem- po do sistema e desde que p(t) seja um pulso passa-baixa, implicando que seu espectro seja concentrado em baixas freqüências. Verifique esse comportamento considerando um sistema cuja resposta ao impulso unitário é h(t) = ret (t/10–3). O pulso de entrada é um pulso triangu- lar p(t) = Δ(t). Mostre que a resposta do sistema a esse pulso é muito próxima a kp(t), na qual k é o ganho do sistema ao sinal cc, ou seja, k = H(0). 7.4-6 Um sinal causal h(t) possui transformada de Fourier H(ω). Se R(ω) e X(ω) são as partes re- al e imaginária de H(ω), ou seja, H(ω) = R(ω) + jX(ω), então mostre que e assumindo que h(t) não possui impulsos na origem. Esse par de integrais define a trans- formada de Hilbert. [Dica: seja he(t) e ho(t) as componentes par e ímpar de h(t). Use os re- sultados do Prob. 7.1-3. Veja a Fig. 1.24 para a relação entre he(t) e ho(t).] Este problema estabelece uma importantepropriedade de sistemas causais: as partes re- al e imaginária da resposta em freqüência de um sistema causal são relacionadas. Se a par- te real é especificada, a parte imaginária não pode ser especificada independentemente. A parte imaginária é predeterminada pela parte real e vice-versa. Esse resultado também leva à conclusão de que a magnitude e ângulo de H(ω) são relacionados desde que os pólos e zeros de H(ω) estejam no SPE. 7.5-1 Considere um filtro com resposta em freqüência Mostre que esse filtro é fisicamente não reali- zável usando o critério no domínio do tempo [h(t) não causal] e o critério no domínio da freqüência (Paley-Wiener). Esse filtro pode ser aproximadamente realizável escolhendo t0 suficientemente grande? Utilize seu próprio (razoável) critério e determine t0 de forma a realizar a aproximação desse filtro [Dica: uti- lize o par 22 da Tabela 7.1]. 7.5-2 Mostre que um filtro com resposta em fre- qüência é não realizável. Esse filtro pode ser aproxi- madamente realizável escolhendo t0 suficien- temente grande? Utilize seu próprio (razoá- vel) critério e determine t0 de forma a realizar a aproximação desse filtro. 7.5-3 Determine se os filtros com as seguintes res- postas em freqüência H(ω) são fisicamente realizáveis. Se eles não forem realizáveis, eles podem ser aproximadamente realizados permitindo um atraso de tempo finito na res- posta? 7.6-1 Mostre que a energia de um pulso Gaussiano é 1/(2σ ). Verifique esse resultado usando o teorema de Parseval para obter a energia Ex de X(ω). [Dica: use o par 22 da Tabela 7.1. Usa o fato de que .] 7.6-2 Utilize o teorema de Parseval (7.64) para mos- trar que 7.6-3 Um sinal passa-baixa x(t) é aplicado a um dis- positivo que calcula o quadrado da entrada. A saída x2(t) é aplicada a um filtro passa-baixas com largura de faixa Δf (em hertz) (Fig. P7.6- 3). Mostre que se Δf for muito pequeno (Δf → 0), então a saída do filtro é um sinal cc y(t) ≈ 2ExΔf. [Dica: se x2(t) ⇔ A(ω), então mostre que Y(ω)≈ [4πA(0)Δf]δ(ω) se Δf → 0. Mostre, depois, que A(0) = Ex.] 7.6-4 Generalize o teorema de Parseval para mos- trar que para sinais reais transformáveis em Fourier x1(t) e x2(t) 674 SINAIS E SISTEMAS LINEARES 7.6-5 Mostre que [Dica: reconheça que Utilize esse fato e o resultado do Prob. 7.6-4.] 7.6-6 Para o sinal determine a largura de faixa essencial B (em hertz) de x(t) tal que a energia contida nas com- ponentes espectrais de x(t) de freqüências abai- xo de B Hz seja 99% da energia Ex do sinal. 7.7-1 Para cada um dos seguintes sinais banda-base, (i) m(t) = cos 1000t, (ii) m(t) = 2 cos 1000t + cos 2000t e (iii) m(t) = cos 1000t cos 3000t: (a) Trace o espectro de m(t). (b) Trace o espectro do sinal DSB-SC m(t) cos 10.000t. (c) Identifique o espectro da faixa lateral su- perior (USB) e da faixa lateral inferior (LSB). (d) Identifique as freqüências na banda-base e as freqüências correspondentes no es- pectro DBS-SC, USB e LSB. Explique a natureza do deslocamento de freqüência em cada caso. 7.7-2 Você deve projetar um modulador DSB-SC para gerar um sinal modulado km(t) cos ωct, no qual m(t) é um sinal limitado em faixa a B Hz (Fig. P7.7-2a). A Fig. P7.7-2 mostra um modulador DSB-SC disponível no almoxari- fado. O filtro passa-banda é sintonizado para ωc e possui largura de faixa de 2B Hz. O gera- dor de portadora disponível não gera cos ωct, mas cos3ωct. (a) Explique se você poderá ou não gerar o sinal desejado usando apenas este equi- pamento. Se sim, qual é o valor de k? (b) Determine o espectro do sinal nos pontos b e c e indique as faixas de freqüência ocupadas por estes espectros. (c) Qual é o menor valor possível para ωc? (d) Esse esquema funcionaria se a saída do ge- rador de portadora fosse cos2ωct? Explique. (e) Esse esquema funcionaria se a saída do gerador de portadora fosse cosn ωct para qualquer inteiro n ≥ 2? 7.7-3 Na prática, a operação de multiplicação ana- lógica é difícil e cara. Por essa razão, em mo- duladores de amplitude, é necessário encon- trar alguma alternativa para a multiplicação de m(t) por cos ωct. Felizmente, para esse propósito, podemos substituir a multiplica- ção pela operação de chaveamento. Uma ob- servação similar se aplica aos demodulado- res. No esquema mostrado na Fig. P7.7-3a, o período do pulso retangular x(t) mostrado na Fig. P7.7-3b é T0 = 2π/ωc. O filtro passa-fai- xa é centrado em ±ωc e possui largura de fai- Figura P7.6-3 Figura P7.7-2 CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE SINAIS NO TEMPO CONTÍNUO: A TRANSFORMADA DE FOURIER 675 xa de 2B Hz. Note que a multiplicação por um pulso quadrado periódico x(t) na Fig. P7.7-3 resulta em um chaveamento liga/des- liga de m(t), o qual é limitado em faixa a B Hz. Tal operação de chaveamento é relativa- mente simples e barata. Mostre que esse esquema pode gerar um si- nal modulado em amplitude k cos ωct. Determi- ne o valor de k. Mostre que o mesmo esquema também pode ser utilizado na demodulação, desde que o filtro da Fig. P7.7-3 seja substituí- do por um filtro passa-baixas (ou banda-base). Figura P7.7-3 7.7-4 A Fig. P7.7-4 mostra um esquema para trans- mitir dois sinais m1(t) e m2(t) simultaneamente no mesmo canal (sem causar interferência es- pectral). Tal esquema, o qual transmite mais do que um sinal, é chamado de multiplexação de sinal. Neste caso, transmitimos múltiplos sinais dividindo uma faixa espectral disponível no canal e, portanto, este é um exemplo de multiplexação por divisão na freqüência. O si- nal no ponto b é o sinal multiplexado, o qual, agora, modula uma portadora de freqüência 20.000 rad/s. O sinal modulado no ponto c é transmitido no canal. (a) Trace o espectro nos pontos a, b e c. (b) Qual deve ser a largura de faixa mínima do canal? (c) Projete um receptor para recuperar os si- nais m1(t) e m2(t) do sinal modulado no ponto c. 7.7-5 O sistema mostrado na Fig. P7.7-5 é utilizado para misturar sinais de áudio. A saída y(t) é a versão misturada da entrada m(t). (a) Obtenha o espectro do sinal misturado y(t). (b) Sugira um método para recuperar o sinal misturado y(t), obtendo m(t). Uma versão um pouco modificada desse misturador foi inicialmente utilizada co- mercialmente no circuito de rádio-telefo- ne de 40 km conectando Los Angeles à Ilha Santa Catalina. 7.7-6 A Fig. P7.7-6 apresenta um esquema para a demodulação coerente (síncrona). Mostre que esse esquema pode demodular o sinal AM [A + m(t)] cos ωct, independente do valor de A. 7.7-7 Trace o sinal AM [A + m(t)] cos ωct para o si- nal triangular periódico m(t) ilustrado na Fig. P7.7-7 correspondente aos seguintes índices de modulação: Como você interpreta o caso μ = ∞? 7.M-1 Considere o sinal x(t) =e–atu(t). Modifique MS7P2 para calcular as seguintes larguras de faixa essenciais: Figura P7.7-4 676 SINAIS E SISTEMAS LINEARES (a) Fazendo a = 1, determine a largura de fai- xa essencial W1 que contém 95% da ener- gia do sinal. Compare esse valor com o va- lor teórico apresentado no Exemplo 7.20. (b) Fazendo a = 2, determine a largura de fai- xa essencial W2 que contém 90% da ener- gia do sinal. (c) Fazendo a = 3, determine a largura de fai- xa essencial W3 que contém 75% da ener- gia do sinal. 7.M-2 Um pulso de amplitude unitária de duração τ é definido por (a) Determine a duração τ1 que resulta em uma largura de faixa essencial de 95% igual a 5 Hz. (b) Determine a duração τ2 que resulta em uma largura de faixa essencial de 90% igual a 10 Hz. (c) Determine a duração τ3 que resulta em uma largura de faixa essencial de 75% igual a 20 Hz. 7.M-3 Considere o sinal x(t) = e–atu(t). (a) Determine o parâmetro de decaimento a1 que resulta em uma largura de faixa es- sencial de 95% igual a 5 Hz. (b) Determine o parâmetro de decaimento a2 que resulta em uma largura de faixa es- sencial de 90% igual a 10 Hz. (c) Determine o parâmetro de decaimento a3 que resulta em uma largura de faixa es- sencial de 75% igual a 20 Hz. 7.M-4 Utilize o MATLAB para determinar as lar- guras de faixa essenciais de 95, 90 e 75% Figura P7.7-5 Figura P7.7-6 Figura P7.7-7 CAPÍTULO7 ANÁLISE DE SINAIS NO TEMPO CONTÍNUO: A TRANSFORMADA DE FOURIER 677 de uma função triangular de um segundo com amplitude de pico igual a um. Lembre- se de que a função triangular pode ser cons- truída pela convolução de dois pulsos retan- gulares. 7.M-5 Um sinal x(t) de pulso quadrado com ciclo de trabalho de 1/3 e período T0 é descrito por (a) Utilize a amostragem espectral para de- terminar os coeficientes Dn da série de Fourier de x(t) para T0 = 2π. Calcule e tra- ce Dn para (0 ≤ n ≤ 10). (b) Utilize a amostragem espectral para de- terminar os coeficientes Dn da série de Fourier de x(t) para T0 = π. Calcule e tra- ce Dn para (0 ≤ n ≤ 10). Como esse resul- tado se compara com sua resposta da par- te (a)? O que pode ser dito sobre a relação de T0 e Dn para o sinal x(t), o qual possui um ciclo de trabalho fixo de 1/3? 7.M-6 Determine a transformada de Fourier do pul- so Gaussiano definido por x(t) = e–t2. Trace tanto x(t) quanto X(ω). Como as duas curvas podem ser comparadas? [Dica: para qualquer a real ou imaginário.]