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Digestão deDigestão de
Lipídios emLipídios em
RuminantesRuminantes 
Introdução à digestão de
lipídios nos ruminantes
Dieta baseada em pasto com baixo
teor de lipídios (1-4%).
Adição de concentrados aumenta
para 5-6%.
Gorduras usadas para evitar acidose
ruminal e estresse calórico.
Digestão Intestinal de
Lipídeos
Após o rúmen, os lipídeos são
principalmente ácidos graxos livres.
Ácidos graxos são solubilizados por
sais biliares para absorção.
Lecitina e lisolecitina ajudam na
emulsificação de lipídeos.
Biohidrogenação de
Ácidos Graxos
Insaturados
Ácidos graxos insaturados são
saturados pelas bactérias ruminais.
Produz ácido esteárico como
principal produto final.
Ácidos graxos trans podem se
formar se a biohidrogenação for
incompleta.
Hidrólise de Lipídeos
no Rúmen
Lipídeos são hidrolisados por lipases
bacterianas.
Triglicerídeos, fosfolipídeos e
galactolipídeos se decompõem.
Glicerol é rapidamente fermentado em
ácidos graxos voláteis.
Lipídios nos vegetais
Encontrados nas folhas e sementes.
Fosfolipídeos e galactolipídeos
predominam nas folhas,
triglicerídeos nas sementes.
Ácidos graxos insaturados são
predominantes (ex.: ácido linolênico
e linoleico).
Absorção de Lipídeos
Ocorre no intestino delgado com
eficiência entre 80-92%.
Ácidos graxos saturados e insaturados
são esterificados em triglicerídeos nos
enterócitos.
Quilomícrons, VLDL e LDL transportam os
lipídeos absorvidos.
DIGESTÃO DE LIPÍDEOS EM RUMINANTES 1. [s.l.: s.n., s.d.]. 
Disponível em: .
Digestão deDigestão de
Carboidratos emCarboidratos em
RuminantesRuminantes 
Micro-organismos
do Rúmen
Atuam na fermentação para uso de
energia e nitrogênio.
População diversificada: bactérias,
protozoários e fungos.
Bactérias são as mais numerosas (10
bilhões/ml).
Ácidos Graxos Voláteis
(AGVs)
Principais produtos: acético,
propiônico e butírico.
Ácido acético: maior em dietas ricas
em fibras.
Ácido propiônico: maior em dietas
ricas em açúcares e amido.
Carboidratos Não
Estruturais (CNE)
Encontrados no conteúdo celular.
Incluem açúcares, oligossacarídeos
e amido.
Carboidratos
Estruturais (CE)
Parte da parede celular da planta (fibra).
Inclui celulose, hemicelulose e lignina.
Fermentação
Microbiana
Processo anaeróbico no rúmen-
retículo ("câmara de fermentação").
Produz ácidos graxos voláteis (AGVs)
e gases (CO₂ e CH₄).
Fibra em Detergente
Neutro (FDN)
Indicador de potencial de consumo.
Alta FDN: menor ingestão de matéria
seca.
NUTRIÇÃO -DIGESTÃO MICROBIANA EM RUMINANTES. [s.l.: s.n., s.d.]. Disponível em:
.
Velocidade de
Fermentação
Açúcares solúveis: rapidamente
fermentados.
Amido: fermentação moderada.
Celulose e hemicelulose:
fermentação lenta.
Lignina e Celulose
Lignina reduz a digestibilidade da
celulose e hemicelulose.
Celulose é uma importante fonte de
energia para ruminantes.
Digestão deDigestão de
Proteínas emProteínas em
RuminantesRuminantes 
Atividade Proteolítica
no Rúmen
Proteínas digeridas em peptídeos,
aminoácidos livres e amônia.
A extensão da digestão depende da
solubilidade da proteína na dieta.
Utilização da Ureia no
Rúmen
Hidrolisada rapidamente em
amônia e dióxido de carbono.
A utilização depende da
disponibilidade de carboidratos e
outros fatores, pois amônia
excessiva precisa de fontes de
energia.
Amônia como Fonte de
Nitrogênio
Principal fonte de nitrogênio para a síntese
de proteína microbiana.
Usada por bactérias, embora alguns micro-
organismos utilizem diretamente
peptídeos e aminoácidos.
Atuação das Bactérias
Ruminais
Separação de nitrogênio dos
aminoácidos via fermentação.
Produção de amônia, dióxido de
carbono e ácidos graxos voláteis.
Carboidratos e Síntese
de Proteína Microbiana
Carboidratos solúveis aceleram a
utilização da amônia e aumentam a
síntese de proteína microbiana.
Eficiência da ureia é maior com
carboidratos de fermentação lenta
(amido e açúcares).
NUTRIÇÃO -DIGESTÃO MICROBIANA EM RUMINANTES. [s.l.: s.n., s.d.]. Disponível em:
.
Concentração de
Amônia no Rúmen
Depende da proteína dietética,
ureia reciclada pela saliva, difusão
de ureia pelo rúmen e taxa de
absorção da amônia.

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