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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO 
CESC/UEMA 
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E FILOSOFIA 
LUIS EDUARDO GOMES DA COSTA 
OS DESAFIOS NA INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NA ESCOLA REGULAR.
Caxias-MA
2025
LUIS EDUARDO GOMES DA COSTA 
OS DESAFIOS NA INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NA ESCOLA REGULAR.
Trabalho de Conclusão de Ciências biológicas apresenta do ao Curso de da Universidade Estadual do Maranhão para o grau de licenciatura em Ciências biológicas.
 Orientadora: 
 
 Caxias-MA
 2025
 
 RESUMO
Esta pesquisa tem como objetivo analisar os desafios enfrentados pelas escolas regulares na efetivação da educação inclusiva para alunos com deficiência. Embora os marcos legais brasileiros garantam o direito à inclusão, como a Constituição Federal, a LDB e o Estatuto da Pessoa com Deficiência, ainda existem muitas barreiras estruturais, pedagógicas e sociais que dificultam sua implementação. A pesquisa será realizada por meio de um questionário aplicado a professores da rede regular de ensino , buscando compreender suas percepções, dificuldades e sugestões em relação à inclusão escolar. O estudo fundamenta-se em uma abordagem teórica que inclui documentos internacionais, como a Declaração de Salamanca, e autores que discutem o tema da inclusão. É esperado que os resultados desta investigação contribuam para o fortalecimento de práticas pedagógicas inclusivas, evidenciando a necessidade de formação docente, acessibilidade, adaptação curricular e o compromisso coletivo da comunidade escola.
Palavras-chave: inclusão na educação; educação acessível; acessibilidade; desafios educacionais.
ABSTRACT
This research aims to analyze the challenges faced by regular schools in the implementation of inclusive education for students with disabilities. Although Brazilian legal frameworks, such as the Federal Constitution, the Law of Guidelines and Bases (LDB), and the Statute of the Person with Disabilities, guarantee the right to inclusion, there are still many structural, pedagogical, and social barriers that hinder its full application. The research will be conducted through a questionnaire applied to teachers from regular education, seeking to understand their perceptions, difficulties, and suggestions regarding school inclusion. The study is based on a theoretical approach that includes international documents, such as the Salamanca Statement, and authors who discuss the theme of inclusion. The expected results aim to contribute to the strengthening of inclusive pedagogical practices, highlighting the need for teacher training, accessibility, curricular adaptation, and the collective commitment of the school community.
Keywords: educational inclusion; accessible education; accessibility; educational challenges.
1. INTRODUÇÃO 
 A educação inclusiva constitui um pilar essencial na formação de uma sociedade mais justa e democrática, assegurando que todos os indivíduos, sem distinção de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou emocionais, tenham acesso à educação de qualidade. No Brasil, a integração de estudantes com deficiências nas escolas regulares é garantida por legislações como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Contudo, mesmo com o progresso nas leis e políticas públicas voltadas para a inclusão, a realização deste direito ainda enfrenta consideráveis obstáculos nas instituições de ensino.
 De acordo com Mantoan (2003), a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares demanda modificações pedagógicas, estruturais e de atitudes para assegurar que o processo educacional aconteça de maneira eficiente e justa. Entre os principais obstáculos estão a falta de infraestrutura adequada, a limitação de materiais didáticos adaptados, a necessidade de formação contínua para os educadores e a resistência de algumas instituições e comunidades escolares. Muitas escolas ainda não possuem acessibilidade física, salas para atendimento especializado e materiais que satisfaçam as necessidades específicas dos alunos, o que compromete o processo de inclusão escolar de forma significativa.
 Além dos desafios de infraestrutura, é crucial abordar as barreiras pedagógicas e sociais que afetam a inclusão. A formação de professores, por exemplo, é um elemento vital para o êxito da educação inclusiva, visto que muitos educadores não têm o preparo necessário para lidar com as demandas dos alunos com deficiência. A falta de formação pode resultar em práticas que excluem ou não são eficazes, prejudicando o aprendizado e a integração dos estudantes. Ademais, a criação de um ambiente escolar verdadeiramente inclusivo exige a conscientização e o envolvimento de toda a comunidade educacional, incluindo gestores, professores, alunos e suas famílias (SASSAKI,2003).
 Nesse contexto, este estudo visa examinar as dificuldades encontradas na inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, identificando os obstáculos e propondo soluções para garantir uma educação mais acessível e justa. A pesquisa procura entender de que modo a legislação, as políticas públicas e as práticas educacionais podem ser aprimoradas para superar as barreiras existentes e promover uma escola genuinamente inclusiva, em que todos os alunos tenham iguais oportunidades de aprendizado e desenvolvimento
2. OBJETIVOS
Objetivo geral
Analisar os obstáculos encontrados na adoção da educação inclusiva no ensino regular, reconhecendo as dificuldades de infraestrutura, ensino e sociais, assim como abordagens para promover a inclusão real e efetiva de estudantes com deficiências.
Objetivos específicos 
· Investigar os principais desafios enfrentados por professores e escolas na inclusão de alunos com deficiência na escola regular 
· Analisar as barreiras estruturais, pedagógicas e sociais que dificultem a efetivação da educação inclusiva. 
· Propor estratégias e ações que possam minimizar os desafios e promover uma inclusão mais efetiva no ambiente escolar. 
3. REFERENCIAL TEÓRICO
3.1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONCEITOS E PRÍNCIPIOS
 A educação inclusiva representa uma mudança fundamental na forma como a sociedade percebe e atende às necessidades educacionais de todos os indivíduos. Historicamente, as pessoas com deficiência foram segregadas e afastadas do convívio social, sendo atendidas em instituições especializadas. No entanto, a partir da década de 1990, com a Declaração de Salamanca, consolidou-se o entendimento de que a inclusão escolar deveria ocorrer dentro do ensino regular, promovendo a adaptação do ambiente e das práticas pedagógicas para atender à diversidade dos alunos. Esse documento reafirma a necessidade de garantir a Educação para Todos, reconhecendo que um sistema educacional inclusivo favorece o desenvolvimento de uma sociedade mais equitativa e democrática (FIGUEIRA, 2011).
 A partir dessa perspectiva, a educação inclusiva se fundamenta em princípios que vão além da simples inserção física de alunos com deficiência nas escolas regulares. Trata-se de um compromisso ético e pedagógico com a valorização da diversidade humana, reconhecendo que todos os alunos possuem potencialidades únicas e devem ser respeitados em suas especificidades.
 De acordo com Hansel, Zych e Godoy (2014), um dos pilares da inclusão é o respeito às diferentes formas de aprender, o que implica a adoção de práticas pedagógicas flexíveis, acessibilidade em múltiplas dimensões e a construção de um ambiente escolar acolhedor, em que todos se sintam pertencentes. Além disso, a inclusão deve ser pautada na equidade, garantindo condições reais de participação e aprendizagem, e não apenas o cumprimento formal de diretrizes legais. Dessa forma, os princípios da educação inclusiva envolvem não apenas a garantia do acesso, mas a promoçãoda permanência, da aprendizagem significativa.
 Nesse sentido, a consolidação de uma educação verdadeiramente inclusiva exige mais do que mudanças legais ou estruturais: requer um compromisso coletivo com a transformação das práticas pedagógicas e das relações sociais no ambiente escolar. Como destaca Silveira (2020), a inclusão não se realiza apenas pela presença física do aluno na sala de aula, mas pela efetiva participação de todos, sem exceção, no processo de aprendizagem. Para isso, é importante que a escola seja um espaço democrático, onde a diversidade seja reconhecida como potencial educativo e não como obstáculo.
3.2. Declaração de Salamanca
 A Declaração de Salamanca, aprovada em 1994 durante a Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, na Espanha, constituiu um marco internacional ao reafirmar o direito de todas as crianças à educação e ao defender a inclusão como princípio central das políticas educacionais. O documento propõe que os sistemas de ensino devem se organizar para atender à diversidade dos alunos, reconhecendo que todas as crianças possuem características e necessidades próprias. Nesse sentido, afirma que as escolas regulares, ao adotarem uma pedagogia centrada no aluno, são o meio mais eficaz para combater a discriminação, construir comunidades mais justas e alcançar uma educação de qualidade para todos (Brasil, 1994).
 Essa proposta aumenta a ideia tradicional de educação ao afirmar que a escola deve se adaptar às necessidades dos alunos com deficiência, garantindo a esses estudantes o direito de aprender em um ambiente acessível, acolhedor e que respeite suas singularidades. Como afirma o documento:
 “As escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas ou outras. Devem acolher crianças com deficiência e crianças bem-dotadas; crianças que vivem nas ruas e que trabalham; crianças de populações distantes ou nômades; crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de outros grupos ou zonas desfavorecidas ou marginalizadas” (BRASIL, 1994, p. 17-18). 
Dessa forma, a educação inclusiva, especialmente no que se refere aos alunos com deficiência, exige muito mais do que boas intenções ou documentos oficiais. É necessário que as escolas deixem de apenas acolher esses estudantes formalmente e passem a construir práticas pedagógicas verdadeiramente inclusivas, pois caso não haja pode acarretar em possíveis desafios para o ensino.
3.3.História da Educação Inclusiva no Brasil
 De acordo com dados mais recentes da PNAD Contínua (2022), cerca de 18,6 milhões de brasileiros possuem alguma deficiência, representando 8,9% da população. Essa grande quantidade de indivíduos com deficiência reforça a importância de garantir a inclusão plena de todos no sistema educacional. Além disso, a região Nordeste apresenta o maior percentual de pessoas com deficiência, com 10,3% da população, o que evidencia a necessidade de políticas públicas que promovam uma inclusão real, considerando as particularidades regionais e as diferentes realidades de acesso à educação (IBGE, 2022).
 A educação inclusiva no Brasil começou a fundamentar-se a partir da Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais na qual foi proclamada a Declaração de Salamanca (1994) que define políticas, princípios e práticas da Educação Especial e influi nas Políticas Públicas da Educação. Passou-se a considerar a inclusão dos estudantes com necessidades educativas especiais em classes regulares como a forma mais avançada de democratização das oportunidades educacionais. Essa declaração proclama que as escolas inclusivas como meio mais eficaz de combater a discriminação; e, determina que as escolas devem acolher todas as crianças, independente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou linguísticas. 
 Em 1994, é publicada a Política Nacional de Educação Especial (Brasil, 1994), orientando o processo de integração nacional que condiciona o acesso às classes comuns do ensino regular que possuem condições de acompanhar e desenvolver as atividades curriculares programadas do ensino comum, no mesmo
ritmo que os alunos ditos normais. Essa política não provoca uma reformulação das práticas educacionais de maneira que sejam valorizados os diferentes potenciais de aprendizagem no ensino comum, mas mantem a responsabilidade da educação
desses estudantes exclusivamente no âmbito da educação especial. 
 A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96 (Brasil, 1996), no artigo 59, preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades; assegura a terminalidade específica àqueles que não atingiram o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências; e assegura a aceleração de estudos aos superdotados para a conclusão do programa escolar. Em 1999, o Decreto nº 3.298 (Brasil, 1999), que regulamenta a Lei nº
7.853/89, ao dispor sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, define a educação especial como uma modalidade transversal a todos os níveis e modalidades de ensino, enfatizando a atuação complementar da educação especial ao ensino regular. Acompanhando o processo de mudança, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, a Resolução CNE/CEB nº 2/2001(Brasil, 2001), no artigo 2º, determina que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
3.4.DESAFIOS DA INCLUSÃO NO COTIDIANO ESCOLAR
 Apesar de avanços legais conquistados nas últimas décadas, incluir os alunos com necessidades educacionais especiais na escola regular ainda representa um grande desafio para a comunidade escolar. Beyer e Santos (s.d.) destacam que, embora o projeto pedagógico da inclusão esteja consolidado na legislação brasileira, a dificuldade atual não está mais no campo legal, mas sim na sua implementação prática. A ausência de experiências concretas em muitas escolas, aliada à falta de formação adequada dos professores e à carência de recursos pedagógicos e estruturais, compõem um cenário de incertezas e limitações. 
 Ignácio (2011) não deixa dúvidas ao afirmar, em suas considerações finais, que a inclusão escolar ainda enfrenta grandes barreiras no cotidiano das instituições de ensino. O autor ressalta que a falta de capacitação dos profissionais da educação, aliada à carência de metodologias adequadas e à ausência de infraestrutura acessível, compromete seriamente a efetivação de uma educação verdadeiramente inclusiva. Para ele, é urgente a reformulação dos espaços físicos escolares, a flexibilização curricular e a valorização da formação continuada dos docentes, de modo a garantir não apenas o acesso, mas também a permanência e a participação ativa dos alunos com deficiência no processo educacional. Ignácio reforça, ainda, que a transformação da realidade escolar passa por reconhecer a diversidade como parte essencial do ambiente educacional, exigindo da escola um compromisso ético, pedagógico e estrutural com a inclusão.
4.0 METODOLOGIA
4.1Caracterização do Tipo de Pesquisa
Este trabalho caracteriza-se como uma pesquisa de campo com base bibliográfica, uma vez que se fundamenta tanto na análise de produções acadêmicas quanto na coleta de dados diretamente com profissionais da área da educação. A pesquisa de campo será realizada por meio da aplicação de um questionário a professores do ensino regular, com o objetivo de compreender suas percepções e experiências relacionadas à inclusão de alunos com necessidades especiais.
4.2. Caracterização do campo de estudo
A escola selecionada foi
4.3. Participantes dapesquisa
Os participantes desta pesquisa serão professores que atuam na educação regular, especialmente aqueles que têm ou já tiveram contato com alunos com necessidades especiais em sala de aula. A escolha desse público se justifica pelo fato de estarem diretamente envolvidos no processo de inclusão escolar e, portanto, poderem contribuir com suas percepções, experiências e dificuldades enfrentadas no cotidiano. A seleção dos participantes será feita de forma intencional, considerando a relevância de suas vivências para o objetivo da pesquisa.
 4.4 Instrumentos de coleta de dados
 Para a condução desta pesquisa, o instrumento de coleta de dados utilizado foi o questionário estruturado com perguntas de múltiplas escolhas e abertas. Este constitui como uma ferramenta eficiente e econômica para a coleta de informações, pois não exigiu treinamento especializado e assegurou o anonimato dos respondentes (GIL, 2017).
  4.5. Etapas da Pesquisa
A realização desta pesquisa será organizada em cinco etapas principais, a fim de garantir a coerência metodológica e a qualidade do processo investigativo.
A primeira etapa consistirá no embasamento teórico, por meio da leitura e análise de livros, artigos científicos, documentos legais e outros materiais pertinentes à inclusão de alunos com necessidades especiais na escola regular. Essa fundamentação será essencial para sustentar a construção do instrumento de coleta de dados e a análise posterior.
Na segunda etapa, o pesquisador se apresentará formalmente à escola participante, solicitando a autorização da gestão escolar para a realização da pesquisa, respeitando os critérios éticos e garantindo o sigilo das informações.
A terceira etapa envolverá a aplicação do questionário aos professores da escola regular. O instrumento será utilizado para identificar percepções, desafios enfrentados e possíveis sugestões relacionadas ao processo de inclusão.
A quarta etapa será dedicada à análise dos dados coletados, buscando interpretar os resultados à luz do referencial teórico adotado, com o objetivo de compreender as principais dificuldades relatadas pelos docentes.
Por fim, a quinta etapa consistirá na sistematização e apresentação dos resultados, destacando as contribuições da pesquisa para o debate sobre a inclusão escolar e apontando possíveis caminhos para a superação dos desafios identificados.
4.6. Análise dos Dados
Os dados obtidos por meio dos questionários aplicados aos professores serão organizados e interpretados com base na técnica de análise de conteúdo, conforme proposta por Bardin (2011). Essa abordagem permitirá identificar categorias, padrões e significados presentes nas respostas dos participantes, favorecendo uma compreensão aprofundada das percepções e experiências relacionadas à inclusão de alunos com necessidades especiais na escola regular.
5. RESULTADOS ESPERADOS
 Espera-se que a realização desta pesquisa possibilite a identificação dos principais desafios enfrentados pelos professores do ensino regular no processo de inclusão de alunos com deficiência. A partir da análise dos questionários aplicados, espera-se que sejam evidenciadas dificuldades relacionadas à infraestrutura escolar, como a falta de acessibilidade física e de materiais pedagógicos adaptados às diferentes necessidades dos alunos. Além disso, é esperado que os dados apontem para deficiências na formação inicial e continuada dos docentes, especialmente no que diz respeito à utilização de metodologias inclusivas e ao conhecimento de recursos que possam favorecer a aprendizagem de estudantes com necessidades educacionais especiais. Outro resultado previsto é a constatação de que, mesmo diante do avanço das legislações e das políticas públicas voltadas para a inclusão, ainda persiste uma lacuna entre o que é garantido por lei e o que é efetivamente praticado nas instituições de ensino. Espera-se também que os professores participantes compartilhem percepções sobre a necessidade de maior apoio pedagógico, planejamento coletivo, adaptações curriculares e formação continuada como caminhos possíveis para superar as barreiras existentes. Com base nos dados obtidos, acredita-se que a pesquisa poderá contribuir para o fortalecimento do debate sobre a educação inclusiva, destacando a importância do envolvimento de toda a comunidade escolar na construção de um ambiente verdadeiramente acessível, equitativo e acolhedor para todos os alunos.
REFERÊNCIAS
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 27833, 23 dez. 1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: MEC/SEESP, 1994.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 39, 14 set. 2001.
FIGUEIRA, Emílio. A educação inclusiva e os desafios da escola contemporânea. São Paulo: [s.n.], 2011.]
HANSEL, Ana Flávia; ZYCH, Anizia Costa; GODOY, Miriam Adalgisa Bedim. Fundamentos da Educação Inclusiva. Guarapuava: Unicentro, 2011.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pessoas com deficiência têm menor acesso à educação, ao trabalho e à renda. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37317-pessoas-com-deficiencia-tem-menor-acesso-a-educacao-ao-trabalho-e-a-renda. Acesso em: 08 abr. 2025.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003. (Coleção Cotidiano Escolar).
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 2003.
SILVEIRA, Jader Luís da. Abordagens sobre educação inclusiva. Organização: Resiane Paula da Silveira. Formiga, MG: Editora MultiAtual, 2020. (Abordagens sobre Educação Inclusiva; v. 1).
ISBN: 978-65-993373-0-7. Disponível em: www.editoramultiatual.com.br. Acesso em: [coloque a data de acesso].

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