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•Estatística descritiva é inferêncial Descritiva tem por objetivo descrever é analisar determinadas população, utilizando métodos numéricos e gráficos para determinarem padrões em um conjunto de dados assim , apresentar a informação em uma forma conveniente Exemplo : índice nacional de preço ao consumidor (INPC) Para que a estatística descritiva é usada ? •sumarizar dados : resumir e descrever dados em um formato compreensível. Por exemplo, ela pode ser usada para calcular medidas,medianas, modas, desvios padrão e outras medidas resumidas para um conjunto de dados. •comparar grupos : comparar características importantes de grupo diferente. Por exemplo, ela pode ser usada para comparar a média de idade de homens e mulheres em uma população. •visualizar dados: criar gráficos e visualizações que ajudam a entender os dados. Por exemplo , ela pode ser usada para criar um histograma para mostrar a distribuição de uma variável em um conjunto de dados •indentificar padrões : indentficar padrões de dados . Por exemplo, ela pode ser usada para identificar outliers ou valores atípicos em um conjunto de dados . Podemos usar como exemplo a jhon deere em vendas de tratores com outras marcas mostrar dados que foram analisados e foi assado a estatística para esse análise de dados. Como saber se uma máquina agrícola tem qualidade? Esta pergunta pode ser respondida de diversas maneiras, mas sempre chegando a um tempo diferente de resposta. Se a pressa for pequena, pode-se optar por usar primeiro a máquina e ao longo do tempo concluir sobre sua qualidade. O problema envolvido nesta alternativa é que o processo é demorado e caro, pois se a máquina ao final do seu uso tiver mau desempenho, o produtor terá gasto muito dinheiro para chegar a esta conclusão. Para que outros produtores rurais possam aproveitar a sua má experiência, dependerá da comunicação entre eles, o que também não é tão fácil, formando então um conceito geral do modelo e da marca. A segunda forma é confiar na informação técnica e no marketing publicitário das empresas e depender da confiabilidade da informação. Em geral, a maioria das empresas é criteriosa e fornece informações fidedignas ao mercado consumidor. No entanto há claros casos de superdimensionamento de valores. A terceira alternativa é a intervenção do poder público na informação técnica, oficializando um sistema de avaliação, homologação e certificação de máquinas, com base em um padrão mundial que proporcione a comparação entre os modelos. Neste sentido, diversos foram os países que adotaram este sistema de avaliação de qualidade ao longo dos anos. Os Estados Unidos da América desde o início do século XX adotou um sistema de avaliação e informação dos compradores de tratores agrícolas. O Brasil, por meio do Decreto nº 47.473 de 1959, instituiu o Plano Nacional da Indústria de Tratores Agrícolas e previu que cada fabricante se obrigaria a enviar, para avaliação, um trator fabricado no País. Este sistema que funcionou satisfatoriamente até 1990 foi extinto pelo governo federal e após isto, nunca mais se retomou tal iniciativa. Com muitas mudanças, ao longo do tempo o sistema mundial migrou das avaliações feitas, em cada país, por critérios próprios e com normas técnicas particulares, para a adoção de padrão mundial, primeiro ISO e mais recentemente, os Códigos OECD. Estes códigos foram desenvolvidos a partir das metodologias já existentes pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), uma organização econômica intergovernamental com 38 países membros, fundada em 1961 para estimular o progresso econômico e o comércio mundial. A sede da OECD fica em Paris e foi fundada por Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha. O Brasil aderiu ao sistema em 06 de setembro de 2019. Entre muitas ações da OECD, a que mais interessa ao ramo da mecanização agrícola foi a criação do Programa de Tratores Agrícolas. Neste programa, a OECD disponibiliza dez códigos, sendo o primeiro um texto geral explicativo, outro que trata da avaliação de qualidade e rendimento dos tratores e oito códigos referentes à segurança e ergonomia, especificamente das estruturas de proteção ao capotamento (ROPS) e queda de objetos (FOPS). Atualmente, são 30 Estações acreditadas pela OECD em todo mundo para avaliar os tratores e mais de 3.000 modelos de tratores certificados (dado de 2021). O Código 2, referente à avaliação do desempenho dos tratores, é um protocolo que contém metodologia de avaliação do motor pela tomada de potência (TDP), potência hidráulica, consumo de combustível, manobrabilidade, centro de gravidade, frenagem, ruído externo e um ensaio de pista, para a medida da potência em tração e do consumo de combustível. Os relatórios das avaliações de todos os tratores que passam pelas estações oficiais de ensaio, distribuídas pelo mundo, são disponibilizados em formato padrão e podem ser consultados por qualquer pessoa na página Web dos laboratórios e na base de dados da OECD. Para realizar a comparação entre os modelos de grandes tratores oferecidos no mercado Brasileiro recorremos ao Laboratório de testes de tratores de Nebraska (Nebraska Tractor Test Laboratory - NTTL), nos EUA, que está ligado ao Instituto de Agricultura e Recursos Naturais, da Universidade de Nebraska, em Lincoln. No site desta instituição se pode realizar o download dos relatórios de ensaios, buscando por fabricante, marca, modelo e tipo de chassi. Tivemos o cuidado de verificar quais os tratores ensaiados que estão ou estiveram em oferta no mercado brasileiro entre 2022 e 2024, ordenando-os por potência máxima do motor e pelo tipo de chassi, isto é, tração dianteira auxiliar (TDA), esteiras individuais e 4x4 integral articulado. Em seguida organizamos duplas de comparação, pela igualdade ou semelhança do valor de potência máxima do motor. Utilizamos dois parâmetros para inferir eficiência do motor e dois para a transmissão de potência. Para diferenciar os motores utilizamos a quantidade de potência produzida por cilindro (cv/cilindro) e a relação peso/potência (kgf/cv). Para demonstrar a eficiência na transmissão de potência às rodas adotamos o coeficiente dinâmico de tração (kN/kg) e a eficiência em tração (%) em pista de concreto. Assim, aplicando estes critérios conseguimos emparelhar seis duplas para as comparações entre modelos similares. Confira o comparativo nas páginas a seguir: Case IH Magnum 340 X John Deere 8345R John Deere 8370R X Massey Ferguson 8737S Case IH Magnum 380 X Fendt 939 GEN Vario Fendt 942 X John Deere 8R 410 John Deere 9RX 490 X Case IH Steiger 500 Quadtrac Case IH Steiger 470 X John Deere 9R440