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Biologia Celular Célula - Conceito 1. Membrana Plasmática (fosfolípides) com permeabilidade seletiva que delimite os meios externo e interno. 2. Maquinaria Própria de Síntese proteica (Ribossomo, tRNA’s). 3. Metabolismo Próprio (um conjunto de “reações” que viabilizam a manutenção das funções vitais do nosso organismo) 4. Hereditariedade. VÍRUS 1. Sem membrana ou Maquinaria própria de síntese proteica (genes só transcrevem mRNA). 2. Metabolismo só no interior da célula hospedeira, são parasitas intracelularres obrigatórios. 3. Possuem hereditariedade. (Acelulares, Nucleocapsídeos, DNA ou RNA + Proteínas) Os Precursores - Microscópio Simples. Antoine Leeuwenhoek Microrganismos, 1636 Robert Hoock, 1665 Descoberta da Célula Teoria Celular Schneiden & Schwann, 1838 Todo ser vivo é constituído por células. Vírus - Exceção Toda célula surge de outra pré-existente de sua espécie. Microscopia – Microscópios Compostos Capsídeos - Proteínas Envelope - Fosfolipídios (um único sistema de lentes, “lupa gigante”.) microscópio composto: uma lente objetiva (captura imagem, com nitidez) e ocular (ampliar a imagem ainda mais) Microscopia de Luz (Microscópio Ótico) Luz atravessa o material biológico Material Observado: Vivo: Lâmina não permanente Morto: Lâmina permanente Coloração (antes, tudo muito transparente): Corantes com afinidades opostas as propriedades ácido básicas das moléculas coradas. Imagem coloridas. lente objetiva lente ocular Fotomicrográficas (técnica fotográfica, imagens ampliadas por meio de lentes ópticas) Coloração H.E.: Hematoxilina → corante básico → núcleo (roxo) (ácido/basófilo “afinidade a base”) Eosina → corante ácido → citoplasma (rosa) (básico/acidófilo “afinidade a ácido”) (estrutura - microscopia de luz) Microscopia Eletrônica (Transmissão e Varredura) Feixe Eletrônico atravessa o material biológico Material Observado: Morto: Lâmina permanente Coloração: Corantes que façam acentuação da Eletrodensidade das estruturas coradas. Imagem em tons de cinza. Fotomicrográficas (ultra estrutura “estrutura detalhada” - microscopia eletrônica) Transmissão formação de imagens em grandes aumentos através da interação de um feixe de elétrons com espécimes cortados em espessuras nanométricas (cortes ultrafinos). imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Varredura Célula Procariótica Parede Celular Presente Bactérias – peptideoglicano (peptídeo muito pequeno ligado a grandes carboidratos) com ou sem cápsula de mucopolissacarídeos. Cianobactérias – celulose, pectina e mucopolissacarídeos Membrana Plasmática: permeabilidade seletiva. fosforilação oxidativa (3ª fase da Respiração Celular), fosforilação do ADP em ATP. Citosol: onde ocorre a Glicólise e Ciclo de Krebs (1ª e 2ª fases da respiração Celular.) “oxidações iniciais da glicose”. Ribossomo 70S (responsáveis pela síntese de proteínas). Citoesqueleto (conjunto de proteínas que da forma e movimentação aos eucariotos) e organelas membranosas ausentes. Cianobactérias com lamelas fotossintetizantes. (apenas no reino Monera como bactérias, cianobactérias e arqueobactérias) Flagelo: composição – flagelina e movimentação – rotação do motor de base. Ausência de Envelope Nuclear e Nucléolo: cromossomo único, circular desprovido de histonas e disperso no citoplasma. Plasmídeos: pequenos DNA circulares extragenômicos com replicação independente, do material genético. Possuem genes de resistência a antibióticos. Mesossomo, invaginações na membrana plasmática de bactérias, importantes no período de divisão celular da bactéria, guiando o material genético para os pólos da célula. Estrutura Ribossômica Célula Eucariótica Parede Celular: Animal Ausente Vegetal Presente Membrana Plasmática: Só permeabilidade seletiva Respiração Celular: Citosol: Glicólise. Mitocôndria: demais fases. Ribossomo 80S Citoesqueleto e organelas membranosas presentes. Núcleo Individualizado Envelope Nuclear e Nucléolo Presentes. Cromossomos lineares e compactados por Histonas. Vegetal Animal Parede Celular de Celulose e Pectina. Presença de Cloroplastos, Vacúolo Central. Ausência de Centríolos Parede Celular Cloroplastos e Vacúolo Central ausentes. Presença de Centríolos. Flagelo com Tubulina e movimentação por deslizamento de microtúbulos. (Parede Celular) Diferenças de Estrutura de Material Genético PRINCIPAIS DIFERENÇAS DE TRANSCRIÇÃO ENTRE PROCARIOTOS E EUCARIOTOS Diferenças de tradução entre procariotos e eucariotos Pratica Microscopia 1) Expliquem os procedimentos para: a centralização do objetos, o ajuste de luminosidade, a focalização de uma lamina, troca de objetivas até a de 40X de aumento. Não se esqueça de utilizar a terminologia técnica adequada. 2) Coloquem a Lamina contendo a Letra' a' sobre a platina de modo a manter a letra na posição em que ela é lida. Focalizem, conforme o procedimento descrito na aula. Observem a posição da letra na imagem formada a objetiva de 4X e depois na de 10X. Após a observação respondam: a) Façam os esquemas da posição, do tamanho e da nitidez da letra observada, a vista desarmada e nas objetivas de 4X e 10X, nos espaços abaixa. Por que devemos centralizar a imagem no campo de visão quando mudamos de uma objetiva de maior para de menor aumento? R: Primeiramente, posiciona-se o objeto a ser observado sobre a platina, fixando-o aos eixos X e Y por meio da presilha. Em seguida, move-se o objeto centralizando-o no foco luminoso, utilizando os parafusos dos eixos X e Y. Posteriormente, liga-se o botão de energia (localizado paralelo à base) e gira-se o potenciômetro até o máximo possível, retrocedendo uma volta e meia, sendo isto o padrão. Por fim, ajusta-se a luminosidade pela abertura e fechamento do diafragma íris, o que varia conforme a lente objetiva e o observador. Isto para centralização. Para a focalização, ao observar pela ocular, gira-se o parafuso macrométrico até se observar contornos nítidos do objeto. O macrométrico é universal para todos os objetos e observadores. Para um ajuste mais fino, gira-se o parafuso micrométrico em até três vezes, conforme necessário, tanto para o objeto quanto para o observador. Para trocar o objeto, centraliza-se o que está sendo observado, gira-se o revólver para selecionar a próxima objetiva, e ajusta-se novamente o micrométrico conforme necessário. a a a Lâmina Objetiva de 4x Objetiva de 10x R: Devemos centralizar a imagem no campo de visão porque ao trocar para uma objetiva de maior aumento, a área observada diminui, e se o objeto não estiver centralizado, ele pode sair do campo de visão. b) Qual é a diferença quanto à posição da imagem e das potenciais imperfeições da letra vista ao microscópio em relação à sua posição real observada a vista desarmada? R: Ao observar a letra 'a' a olho nu, ela aparece na sua orientação normal, como escrita. No entanto, ao observá-la através de um microscópio, a imagem da letra é duplamente invertida e espelhada. Essa diferença ocorre devido à natureza das lentes do microscópio, que invertem e espelham lateralmente a imagem. Além disso, o microscópio revela detalhes e imperfeições da letra que não são visíveis a olho nu. A ampliação das objetivas (4X, 10X) permite ver tais falhas. Esses detalhes finos são ampliados, tornando-se mais evidentes. c) Como é calculado o aumento final da imagem? Calculem o aumento total fornecido por cada uma das objetivas. R: O aumento final é calculado pelo produto do aumento da objetiva pelo aumento da ocular. Objetiva vermelha tem 4x, multiplicado por 10x da ocular é igual a 40x de aumento total. A objetiva amarela tem 10x, multiplicará por 10x da ocular é igual a 100x de aumento total. A objetiva azul tem 40x, multiplicará por 10x da ocular é igual a 400x de aumento total. A objetiva branca tem 100x, multiplicada por 10x da ocular é igual a 1000x de aumento total. 3) Obtenham dois fios de cabelo (claro e escuro). Cortem pequenos pedaços e sobreponha-os, emcruz, sobre a lâmina de vidro. Sobre eles, coloquem uma gota de água e cubram com a lamínula. Coloquem a lâmina sobre a platina. Utilizem as objetivas de 4 a 40X e focalizem o centro da sobreposição dos fios. Utilizem o parafuso micrométrico para observar variação de profundidade de campo. Analisem, descrevam as características das imagens quanto a possibilidade de focalização simultanea dos dois fios de cabelo em cada uma das objetivas observadas a luz do conceito de profundidade de Campo. R: A profundidade de campo varia com a ampliação: em baixas ampliações, como 4X e 10X, é mais fácil focar simultaneamente ambos os fios, enquanto em ampliações maiores, como 40X, a profundidade de campo é menor, exigindo ajustes constantes de foco para visualizar cada fio claramente. Este fenômeno demonstra como a profundidade de campo afeta a focalização simultânea de diferentes planos em uma amostra tridimensional. 4) Retirem a lâmina n° 30 (epiderme de cebola) e a lamina n° 31 (folha de jasmim de inverno) Focalizem ambas as lâminas, nas objetivas de 4X, 10X e 40X Esquematizem nos espaços indicados as estruturas observadas na objetiva de 40X, indicando as suas principais estruturas; e, depois, respondam ao que se pede. Parede Celular Núcleo Membrana Celular Citoplasma Epiderme de Cebola Folha de Jasmim de Inverno R: Epiderme de Cebola: Paredes celulares rígidas e bem definidas; Presença de um grande vacúolo central; Núcleo visível dentro de cada célula. Folha de Jasmim de Inverno: Paredes celulares rígidas e bem definidas; Presença de cloroplastos (pequenos pontos verdes) indicando a realização de fotossíntese; Núcleo visível dentro de cada célula. a) Que características observadas nessas laminas permitiram concluir que as células observadas eram de origem vegetal? 6) Observação de material vivo: a) Coloquem uma folha da Elodea na lâmina, acrescentem uma gota de água, cubram com a laminula, focalizem até a objetiva de 40X e esquematizem essas estruturas no espaço apropriado indicando-as adequadamente. b) Raspem a bochecha com um cotonete e espalhem o decalque sobre a lâmina, pinguem duas gotas de solução fisiológica, cubram-na com laminula e focalizem- na até a objetiva de 40X. Observem o material animal sem corá-lo e esquematizem as estruturas indicadas no espaço apropriado. Depois o retirem corretamente da platina, pinguem uma gota de azul de metileno de um lado da lamínula, enquanto do outro lado da laminula; posicionem o papel absorvente para que o corante possa ser absorvido por capilaridade. Observem o material corado e esquematizem as estruturas observadas no espaço apropriado. Por que não foi preciso corar o material vegetal? -Quais as diferenças de observação percebidas no material animal antes da coloração? O azul de metileno e um corante acido ou basico? Justifiquem suas respostas. 5) Retirem a lâmina n° 88 (figado). Focalizem a lâmina, nas objetivas de 4X, 10X e 40X. Esquematizem no espaço indicado as estruturas observadas na objetiva de 40X, indicando as suas principais estruturas, e, depois, respondam ao que se pede. Que caracteristicas observadas nessa lâmina permitiram concluir que as células observadas eram de origem animal? R: As características observadas na lâmina do fígado que indicam que as células são de origem animal incluem a a presença de um núcleo bem definido (eucarionte), a ausência de uma parede celular rígida. Essas características são distintivas das células animais, diferenciando-as das células vegetais que possuem paredes celulares, vacúolos grandes e cloroplastos. R: As células da Elodea contêm cloroplastos que possuem clorofila, um pigmento verde que torna as estruturas celulares visíveis sem a necessidade de corantes. Antes de corar, as células animais são mais transparentes, dificultando a visualização de estruturas internas como o núcleo. Após a coloração com azul de metileno, as estruturas celulares, especialmente o núcleo, tornam-se mais visíveis. O azul de metileno é um corante básico, que se liga a componentes ácidos da célula, como os ácidos nucleicos, destacando essas estruturas ao microscópio.