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Cariologia Profª Isabelle Vieira Temos vários tipos de dentes, os incisivos, os caninos, os pré – molares e os molares. Incisivos Caninos Pré - molares Molares http://higieneoral.no.sapo.pt/caninos.htm http://higieneoral.no.sapo.pt/premolar.htm http://higieneoral.no.sapo.pt/molares.htm http://higieneoral.no.sapo.pt/incisivo.htm PRINCIPAIS ESTRUTURAS DO DENTE •ESMALTE; • DENTINA; • POLPA; • CEMENTO. Introdução Coroa Raiz Colo Esmalte Substância mais dura do corpo humano Gengiva Ligamento periodontal Cemento Junção cemento-esmalte A placa bacteriana ou biofilme é uma camada gelatinosa, incolor, rica em microorganismos e seus produtos que aderem naturalmente à superfície dos dentes tornando-se cada vez mais espessa. Todos nós desenvolvemos placa bacteriana. As bactérias proliferam constantemente na nossa boca. Para crescerem, estas bactérias utilizam ingredientes encontrados na nossa dieta e saliva. A placa bacteriana compõe-se em 75% de seu volume de diversos tipos de bactérias, tais como: S. mitis, S. mutans, S. salivarium, Actynomices spp entre outras, além de leucócitos (glóbulos brancos, ligados à defesa do organismo), restos alimentares, restos de células descamadas do epitélio oral. Caso não seja removida essa placa bacteriana, as consequências podem envolver: inflamação da gengiva (gengivite), sangramento, periodontite em diferentes estágios, cálculo dental e cárie dentária. A placa bacteriana compõe-se em 75% de seu volume de diversos tipos de bactérias, tais como: S. mitis, S. mutans, S. salivarium, Actynomices spp entre outras, além de leucócitos (glóbulos brancos, ligados à defesa do organismo), restos alimentares, restos de células descamadas do epitélio oral. Caso não seja removida essa placa bacteriana, as consequências podem envolver: inflamação da gengiva (gengivite), sangramento, periodontite em diferentes estágios, cálculo dental e cárie dentária. A placa bacteriana, em presença de hidratos de carbono (especialmente açúcares) produz os ácidos que vão desmineralizar os tecidos duros do dente (esmalte e dentina). Assim, sempre que ingerimos alimentos ou bebidas açucaradas, esses ácidos serão produzidos. Com os ataques ácidos repetidos, o esmalte deteriora-se e as lesões de cárie iniciam-se. Além da cárie dentária, o mau controle de placa levará a inflamação gengival conduzindo à gengivite e periodontite, que são doenças infecciosas. Essa placa também pode mineralizarse, sendo chamada então de cálculo ou tártaro. Os S.mutans são os que mais se beneficiam da dieta cariogênica (rica em sacarose). A sacarose favorece a colonização de microrganismos bucais e aumenta a viscosidade da placa bacteriana, permitindo sua aderência aos dentes em quantidades maiores. Portanto, seu potencial cariogênico é maior que os outros açúcares. Em crianças, o uso da mamadeira está em geral associado a um padrão cultural, contribuindo para o desenvolvimento da atividade de cárie. A CARIOGENICIDADE DOS ALIMENTOS ESTÁ TAMBÉM RELACIONADA AO TEMPO DE PERMANÊNCIA NA CAVIDADE BUCAL E SUAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DE CONSISTÊNCIA E ADESIVIDADE. Alguns alimentos são capazes de elevar o pH da placa bacteriana, neutralizando a ação acidogênica de alguns alimentos. São comumente chamados alimentos protetores, tais como castanhas e nozes, amendoim, pipoca salgada e queijo. A saliva é um dos agentes defensivos mais importante contra a cárie. A velocidade do fluxo, a composição e a função da saliva são alteradas por uma variedade de fatores dietéticos. Enquanto o biofilme não se transformou em tártaro, é possível removê-lo com higiene oral adequada e frequente; depois de ocorrida a mineralização, sua remoção é feita apenas por meio de instrumentos odontológicos, através da técnica conhecida como A simples presença de placa bacteriana não determina por si só o surgimento de doenças. Quando existe uma relação de equilíbrio entre a microbiota e o hospedeiro, estaremos diante de quadro de saúde. O desequilíbrio manifestado por uma das partes (microbiota ou hospedeiro), determinará o surgimento da doença. O controle mecânico da placa bacteriana visa remover completamente essa placa e pode ser associada a métodos químicos. Esse controle mecânico previne a cárie e a doença periodontal ao mesmo tempo. No mercado existem inúmeros produtos que auxiliam a higiene bucal. Métodos de controle da placa bacteriana Técnicas de higienização bucal; Técnicas de evidenciação e prevenção da placa bacteriana; Técnicas de limpeza e polimento coronário; Controle da dieta. https://gamma.app/ As práticas de higiene bucal, como a escovação dentária e o uso do fio dental, a aplicação de flúor e controle da dieta , desempenham importante papel na prevenção das doenças bucais. . Técnicas de higiene bucal: escovação e uso do fio dental • O controle da placa por meio da higiene bucal é a medida mais direta e abrangente de controle e prevenção da cárie dentária e de doenças gengivais, pois se direciona para a causa determinante dessas doenças: as bactérias patogênicas que colonizam as superfícies dos dentes, formando a placa dental. (BRASIL, 2008) Técnicas de higiene bucal: escovação e uso do fio dental • Entre os meios mecânicos para higienizar os dentes, a escova dentária é o mais aceito mundialmente. • A escova deve ser funcional e eficiente na remoção do biofilme dental, sem causar danos aos tecidos gengivais e sem provocar ranhuras nas superfícies dentárias . (PEDRAZZI et al.,2009). Tipos de escovas de dente Técnicas de higiene bucal: escovação e uso do fio dental • Muitas vezes a escovação dental isolada é insuficiente, pois não remove a placa interdental por completo, sendo necessária a utilização de alguns dispositivos auxiliares, tais como: fios/fitas dentais, escovas dentais interproximais, enxaguatórios bucais (colutórios), entre outros . (SILVA et al., 2003) Bioquímica do cálculo dental(tártaro): composição química Bioquímica do cálculo dental(tártaro): composição química Precipitação de minerais na placa dentária, causando sua calcificação. Frequentes: saída das glândulas salivares (incisivos inferiores e segundo molar superior) Desmineralização e Remineralização Processos naturais, antagônicos e em equilíbrio. Cárie = desequilíbrio do fenômeno DES-RE. Remineralização Desmineralizaçã o Introdução: cálcio CÁRIE DENTAL • O QUE É A CÁRIE? • SINTOMAS • COMO POSSO SABER SE EU TENHO CÁRIE? • INFANTIL X ADULTO. FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA CÁRIE MENOR. QUE 7 = 7 MAIOR. QUE 7 FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA CÁRIE ❑PH CRÍTICO: - O pH crítico é o pH que vai determinar se o dente vai desmineralizar ou remineralizar. FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA CÁRIE ❑ PH CRÍTICO PARA DISSOLUÇÃO: - ESMALTE= 5,5 - Saliva Abaixo desse valor: DESMINERALIZAÇÃO - Saliva Acima desse valor: REMINERALIZAÇÃO FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA CÁRIE ❑ PH CRÍTICO PARA DISSOLUÇÃO: - DENTINA= 6,5 - Saliva Abaixo desse valor: DESMINERALIZAÇÃO - Saliva Acima desse valor: REMINERALIZAÇÃO FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA CÁRIE RESUMINDO: SALIVA SUPERSATURADA (RICA EM CA, FOSFATO) SALIVA DOA IONS PARA O DENTE REMINERALIZAÇÃO SALIVA SUBSATURADA (POBRE EM CA, FOSFATO) DENTE DOA IONS PARA A SALIVA DESMINERALIZAÇÃO PH DO ESMALTE 5,5 SALIVA C/ PH MENOR QUE 5,5 DENTE DOA IONS PARA O DENTE DESMINERALIZAÇÃ O PH DA DENTINA 6,5 SALIVA C/ PH MAIOR QUE 6,5 SALIVA DOA IONS PARA O DENTE REMINERALIZAÇÃ O MICROORGANISMOS SUBSTRATO TEMPO HOSPEDEIRO CÁRIE PARÂMETROS ENVOLVIDOS NO PROCESSO CARIOSO http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geumdowCJG1SQB6zT16Qt./SIG=1es96hns8/EXP=1176769000/**http%3A//br.search.yahoo.com/search/images/view%3Fback=http%253A%252F%252Fbr.search.yahoo.com%252Fsearch%252Fimages%253Fp%253DDENTE%2526ei%253DUTF-8%2526fr%253Dslv1-msgr%2526x%253Dwrt%26w=170%26h=120%26imgurl=www.jpergrafando.it%252FImmagini%252FJpeg%252520miniatura%252Fdente_small.jpg%26rurl=http%253A%252F%252Fwww.jpergrafando.it%252Fvarie1.htm%26size=4.5kB%26name=dente_small.jpg%26p=DENTE%26type=jpeg%26no=1%26tt=47.505%26oid=2902d4b28e03c884%26ei=UTF-8http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geulKxwCJGBIYA1Bf16Qt./SIG=1fubj5oc8/EXP=1176769073/**http%3A//br.search.yahoo.com/search/images/view%3Fback=http%253A%252F%252Fbr.search.yahoo.com%252Fsearch%252Fimages%253Fp%253DA%2525C3%252587%2525C3%25259ACAR%2526ei%253DUTF-8%2526fr%253Dslv1-msgr%2526x%253Dwrt%26w=200%26h=150%26imgurl=www.terra.com.br%252Fculinaria%252Facucar_1.jpg%26rurl=http%253A%252F%252Fjady.weblogger.terra.com.br%252F200508_jady_arquivo.htm%26size=7.2kB%26name=acucar_1.jpg%26p=A%25C3%2587%25C3%259ACAR%26type=jpeg%26no=1%26tt=34.806%26oid=65ea70e2e1c44d0a%26ei=UTF-8 http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geulk4wSJGQAoAQm_16Qt./SIG=1o1alrup2/EXP=1176769208/**http%3A//br.search.yahoo.com/search/images/view%3Fback=http%253A%252F%252Fbr.search.yahoo.com%252Fsearch%252Fimages%253Fp%253DSTREPTOCOCCUS%252BMUTANS%2526sp%253D1%2526fr2%253Dsp-top%2526ei%253DUTF-8%2526fr%253Dslv1-msgr%2526x%253Dwrt%2526ei%253DUTF-8%2526SpellState%253Dn-191203568_q-JzEJXQ9dE3yaE299fYnFWAAAAA%2540%2540%26w=300%26h=225%26imgurl=www.den.hokudai.ac.jp%252Frikou%252Fakasaka%252Fhomemenu%252FDentSugar%252FDent%252520image%252FSmutans.jpg%26rurl=http%253A%252F%252Fwww.den.hokudai.ac.jp%252Frikou%252Fakasaka%252Fhomemenu%252FDentSugar%252FStructure%252520of%252520mutans%252Fstructure%252520of%252520mutans.html%26size=14.1kB%26name=Smutans.jpg%26p=STREPTOCOCCUS%2BMUTANS%26type=jpeg%26no=10%26tt=292%26oid=2b32e1974ed0ef40%26ei=UTF-8 http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geulKIwiJGk4YA_Vf16Qt./SIG=1f4a9co2d/EXP=1176769544/**http%3A//br.search.yahoo.com/search/images/view%3Fback=http%253A%252F%252Fbr.search.yahoo.com%252Fsearch%252Fimages%253Fp%253DREL%2525C3%252593GIO%2526ei%253DUTF-8%2526fr%253Dslv1-msgr%2526x%253Dwrt%26w=250%26h=187%26imgurl=www.boniconsilii.com.br%252Fimg_mensagem%252Frelogio.jpg%26rurl=http%253A%252F%252Fwww.boniconsilii.com.br%252Fimg_mensagem%26size=11.5kB%26name=relogio.jpg%26p=REL%25C3%2593GIO%26type=jpeg%26no=3%26tt=26.728%26oid=10268fbfc5d13b14%26ei=UTF-8 http://br.wrs.yahoo.com/_ylt=A0geuly8vyJGG1oAR0316Qt./SIG=1j2dn3kka/EXP=1176768828/**http%3A//br.search.yahoo.com/search/images/view%3Fback=http%253A%252F%252Fbr.search.yahoo.com%252Fsearch%252Fimages%253Fei%253DUTF-8%2526fr%253Dslv1-msgr%2526p%253DC%2525C3%252581RIE%252520DENT%2525C3%252581RIA%2526fr2%253Dtab-web%26w=103%26h=80%26imgurl=tsf.sapo.pt%252Fimagens%252F2005%252F11%252Fnoticias%252Fimgs%252F15%252Fpequeno%252Fcarie_dr.jpg%26rurl=http%253A%252F%252Ftsf.sapo.pt%252Fonline%252Fciencia%252Finterior.asp%253Fid_artigo%253DTSF165700%26size=4.5kB%26name=carie_dr.jpg%26p=C%25C3%2581RIE%2BDENT%25C3%2581RIA%26type=jpeg%26no=4%26tt=311%26oid=6be47f7d32f88150%26ei=UTF-8 SUBSTRATOS Os açucares,são os principais responsáveis pela cárie dentária. Sacarose Glicose Maltose Frutose frequência Adesividade ou pegajosidade quantidade Os açúcares presentes nas frutas vegetais e leite não são considerados cariogênicos quando consumidos em quantidades adequadas . (GUEDES- PINTO manual de odonto pediatria). 2006 37 ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DA CÁRIE ▪ BIOFILME DENTAL; ▪ CÁRIE INCIPIENTE; ▪ CÁRIE DE ESMALTE; ▪ CÁRIE DE DENTINA; ▪ INFECÇÃO PULPAR. CÁRIE INCIPIENTE É CARACTERIZADA POR MANCHAS BRANCAS; É A FASE INICIAL DA DOENÇA; NÃO APRESENTA CAVIDADE; PODE SER REMINERALIZADA. CÁRIE DE ESMALTE • PEQUENA CAVIDADE; • NÃO CAUSA DOR. CÁRIE DE DENTINA CAUSA DOR; QUANDO ATINGE A POLPA, DEVE-SE FAZER O TRATAMENTO ENDODÔNTICO. CÁRIE COM ENVOLVIMENTO PULPAR MUITA DOR; PODE FORMAR ABSCESSOS. CÁRIE DE MAMADEIRA • CAUSAS; • COMO EVITAR. CÁRIE DE RAIZ OU DE CEMENTO CÁRIE de RAIZ • É UMA LESÃO MOLE E PROGRESSIVA QUE ENVOLVE BIOFILME E BACTÉRIAS; • PRINCIPAIS BACTÉRIAS: S. MUTANS, LACTOBACILLUS ACIDOPHILUS E ACTINOMYCES ISRAELLI, ACTINOMYCES VISCOSUS; PROCESSO DE DESREMINERALIZAÇÃO Controle da dieta • É importante considerar que a desmineralização que ocorre após a ingestão de qualquer dieta cariogênica se dá durante um determinado tempo, até que a ação remineralizadora da saliva paralise o processo, não determinando uma lesão de cárie, e sim uma simples desmineralização reversível. DESMINERALIZAÇÃO ESSE PROCESSO SÓ OCORRE NA PRESENÇA DE MICROORGANISMOS; O AUMENTO NA CONCENTRAÇÃO DO ÍON HIDROGÊNIO ( Ph ácido) CAUSA SUBSATURAÇÃO DO CÁLCIO E DO FOSFATO AO REDOR DO DENTE; ESTE pH é um dos responsáveis pela INSTALAÇÃO DO BIOFILME DENTAL DE UMA COMUNIDADE ACIDÚRICA E ACIDOGÊNICA; ATAQUES ÁCIDOS FREQUENTES OU COM LONGA DURAÇÃO CAUSAM LESÃO CARIOSA. SISTEMA TAMPÃO DA SALIVA • EFEITO BACTERICIDA ( LISOZIMA); • FLUXO SALIVAR; • QUANTO MAIS VISCOSA, MAIOR A CHANCE DE CÁRIE IMPORTANTE O STREPTOCOCCUS MUTANS É O PRINCIPAL AGENTE ETIOLÓGICO DA CÁRIE DENTAL; OS LACTOBACILOS DESEMPENHAM PAPEL IMPORTANTE NA PROGRESSÃO DA DOENÇA CÁRIE; AS MÃES/RESPONSÁVEIS SÃO A FONTE DE INFECÇÃO PRIMÁRIA NAS CRIANÇAS. A mãe pode ser considerada a principal fonte de transmissão de Streptococcus mutans Deve-se evitar este tipo de condutas (GUEDES- PINTO manual de odonto pediatria). 2006 ❑PREVENÇÃO PRIMÁRIA: - Evitando a transmissão da microbiota de mãe para filho durante a janela da infectividade. Cárie Dental Doença infecciosa e multifatorial Coleção de fatores que contribuem para instalação e progressão Interagem modificando o equilíbrio existente entre elementos do esmalte dentário e o meio ambiente bucal, modulado pela saliva. Consequências macroscópicas iniciam-se com a MANCHA BRANCA NÃO CAVITADA e podem terminar com a perda do elemento dentário. Especificidade bacteriana Lactobacilos Considerado um invasor secundário. Actinomyces Cárie em superfície radicular e em cáries profundas de superfície lisa. MÉTODOS CONVENCIONAIS DA DETECÇÃO DOENÇA CÁRIE: ❑ INSPEÇÃO VISUAL- TÁTIL: - É o Método de detecção de lesões mais usado e o único capaz de responder a todos os parâmetros no diagnóstico de cárie. - Para a detecção de lesões cariosas, o exame deve ser baseado principalmente na avaliação visual cuidadosa sobre uma superfície bem iluminada, limpa e seca MÉTODOS CONVENCIONAIS DA DETECÇÃO DOENÇA CÁRIE: ❑ RADIOGRAFIA: - A técnica de escolha é a Bitewing, também conhecida como interproximal. MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA DOENÇA CÁRIE: ❑PREVENÇÃO PRIMÁRIA: - Evitando a transmissão da microbiota de mãe para filho durante a janela da infectividade. MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA DOENÇA CÁRIE: ❑PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: - Essa fase da prevenção, se dá no caso do microrganismo cariogênico já ter se instalado. Nesse caso, agimos no controle do consumo do açúcar, no controle e desorganização da placa bacteriana e em fluorterapias. MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA DOENÇA CÁRIE: ❑PREVENÇÃO TERCIÁRIA: -Aqui a microbiota já atingiu níveis críticos e iremos tentar intervir para evitar a progressão da lesão já existente em cavidade de dentina. - Isso ser feito com a combinação das medidas citadas anteriormente, além da fluorterapia intensiva, nesse caso é necessário intervenções restauradoras. CONTROLE MECANICO DA PLACA BACTERIANA INDIVIDUAL: CONTROLE MECANICO DA PLACA BACTERIANA INDIVIDUAL: PASTA DENTAL C/ FLÚOR NO MINIMO 1.100 PPM CONTROLE MECANICO DA PLACA BACTERIANA INDIVIDUAL: PASTA DENTAL C/ FLÚOR NO MINIMO 1.100 PPM CONTROLE MECANICO DA PLACA BACTERIANA INDIVIDUAL: CONTROLE DA PLACA BACTERIANA INDIVIDUAL: 6) TRATAMENTO DA LESÃO CARIOSA: DENTE MANCHA BRANCA CAVITAÇÃO ENVOLVENDO ESMALTE CAVITAÇÃO ENVOLVENDO DENTINA CAVITAÇÃO ENVOLVENDO POLPA PERDA DENTÁRIA FLUORTERAPIA ORIENTAÇÃO CONTROLE BIOFILME/ ALIMENTAÇÃO RESTAURAÇÃO RESTAURAÇÃO EXODONTIA ENDODONTIA REABILITAÇÃO R E C A P T U L A N D O : MALEFÍCIOS DE UMA MÁ HIGIENE DENTAL: •APARÊNCIA; • CÁRIE; • GENGIVITE/PERIODONTITE; • HALITOSE; •TÁRTARO ( CÁLCULO GENGIVAL). REFERÊNCIAS GUEDES-PINTO, A.C.Manual de odontopediatria. 11. ed. São Paulo: Santos, 2006, p.339. GUEDES-PINTO, A.C. Odontopediatria.6. ed. São Paulo: Santos, 1997, p.943. Artigo: Carie precoce da primeira infancia e reabilitação em odontopediatria (Vol.19,n.3,pp.51-55 (Jul - Set 2014) Recebido em 08/08/2014. Aceito para publicação em 20/08/2014. Artigo: Fatores de risco para a cárie dental em crianças na primeira infância, Salvador – BA(Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, 16 (1): 57-65 jan. / mar., 2016 Artigo:(Contribuição ao estudo da cárie dentária em crianças de 0-30 meses Pesqui Odontol Bras v. 15, n. 3, p. 215-222, jul./set. 2001.) Artigo:(Percepções e atitudes de responsáveis por crianças frente ao uso de medicamentos infantis e sua relação com cárie e erosão dentária Ciência & Saúde Coletiva, 12(5):1295-1300, 2007)