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Profº Raquel Tamar
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS
Política Nacional de Atenção às Urgências foi instituída por meio da Portaria nº 1.863/GM, em 29 de setembro de 2003.
Portaria nº 2.972/GM, de 9 de dezembro de 2008.
Ambas com o intuito de implantar e realizar um serviço qualificado de urgência e emergência para a população brasileira
Segundo o Conselho Federal de Medicina, em sua Resolução CFM n° 1.451, de 10 de março de 1995, 
URGÊNCIA significa a ocorrência imprevista de agravo à saúde, com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. 
EMERGÊNCIA como sendo constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico imediato.
Alta morbimortalidade relacionada às violências e aos acidentes de trânsito entre jovens. 
Morbimortalidade relacionada às doenças do aparelho circulatório infarto agudo do miocárdio (IAM) e o acidente vascular encefálico (AVE). 
Longevidade
COMPETÊNCIA DA ENFERMAGEM
Descrita no referencial curricular, a competência geral do enfermeiro e técnico especialista nesta área é “prestar assistência de enfermagem de média complexidade ao cliente no sistema de atenção às urgências e emergências, interagindo com a equipe multiprofissional em saúde, em todo o ciclo vital, nos agravos clínicos, cirúrgicos e traumáticos, seguindo os preceitos éticos e humanísticos da profissão, sob a orientação e supervisão do enfermeiro”.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO CLIENTE NA ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR FIXO (serviço de média complexidade ou intermediária).
 Ex: UPA, PA e AMA
COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL (prestação de serviços de saúde à pessoa que necessita de socorro em locais como domicílios, vias públicas, estabelecimentos entre outros). 
 Ex: Samu 192 e corpo de bombeiros 193
ATENDIMENTO HOSPITALAR (unidades de emergência hospitalar e pronto socorro, que oferecem atendimentos imediato ininterrupto). 
 Ex: Hospitais gerais
UPA , PA,PS, AMA
UPA 24h – Unidade de Pronto Atendimento. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) faz parte da Rede de Atenção às Urgências. O objetivo é concentrar os atendimentos de saúde de complexidade intermediária, compondo uma rede organizada em conjunto com a atenção básica e a atenção hospitalar .
O pronto-socorro (PS), como o nome sugere, é direcionado para casos mais graves e complexos. Segundo o Ministério da Saúde, esse é um estabelecimento reservado para atender pessoas com ou sem risco de vida e que precisam de atendimento imediato, nas ocasiões em que o estado de saúde geral tende a declinar de maneira rápida.
Pronto Atendimento,(P.A) o pronto-socorro funciona 24 horas por dia, mas possui apenas leitos de observação. E, se houver a necessidade de um tratamento prolongado, o paciente é transferido para um hospital.
Os AMAs são os Atendimentos Médicos Ambulatoriais, enquanto a UPA é a Unidade de Pronto Atendimento. O AMA recebe casos de baixa complexidade e faz acompanhamento médicos e exames, enquanto a UPA foca em casos graves, sendo de urgência e emergência.
COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR FIXO
Acolhimento.
Toda equipe hospitalar deve conhecer a sala de emergência.
Organizar os materiais médicos-hospitalares.
Manter disponível os medicamentos.
Encaminhar adequadamente os clientes.
COMPONENTE PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL
APH (Atendimento Pré-Hospitalar).
O componente utiliza a central de regulação, sendo o local onde as ligações são recebidas.
O médico regulador autoriza o transporte.
As equipes de APH são compostas por: médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem.
A assistência de enfermagem é baseada em protocolos de atendimentos.
ATENDIMENTO HOSPITALAR
Atendimento dividido por complexidade - Tipo I, II e III.
HOSPITAL TIPO I (especializados): Atendimento de urgência de natureza clínica e cirúrgica em áreas especificas.
HOSPITAL TIPO II (hospitais gerais): Dispõem de unidade de urgência e emergência para atendimento geral de áreas clínicas e cirurgicas.
HOSPITAL TIPO III (hospitais gerais): Dispõem do mesmo atendimento do hospital tipo II, com a insclusão dos serviços de capacitação
Essa e muitas outras situações têm o fator tempo como determinante no prognóstico do cliente.
Diariamente, muitas pessoas são atendidas em serviços de atenção às urgências.
Contudo, lembramos que a rapidez no atendimento não significa, em hipótese nenhuma, negligenciar os princípios de segurança do paciente e de si próprio
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
(APH)
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
Ao chegar na cena existem três prioridades:
Avaliação da cena
Reconhecimento de uma vitima grave
Iniciar a avaliação do doente:
Condições que resultem em perda da vida;
Condições que resultem em perda de membros;
Todas as outras condições que não ameacem a vida e os membros.
A VIAS AÉREAS E CONTROLE DA CERVICAL
SINAIS DE OBSTRUÇÃO:
Alterações da voz (rouquidão);
Sons anormais; 
Sons Ruidosos;
Queimadura de orofaringe.
CAUSAS DE OBSTRUÇÃO:
Queda da base da língua;
Corpo estranho (dentes, prótese, alimentos);
Trauma de laringe (fratura ou esmagamento);
Trauma de face;
Queimadura de orofaringe
MANOBRAS MANUAIS 
CHIN lIFT
CÂNULA DE GUEDEL
SINAIS DE OBSTRUÇÃO:
Alterações da voz (rouquidão);
Sons anormais; 
Sons Ruidosos;
Queimadura de orofaringe.
CAUSAS DE OBSTRUÇÃO:
Queda da base da língua;
Corpo estranho (dentes, prótese, alimentos);
Trauma de laringe (fratura ou esmagamento);
Trauma de face;
Queimadura de orofaringe
Equívocos na indicação, medição e posicionamento podem ativar o reflexo de tosse, causar obstrução das vias aéreas ou gerar laringoespasmo e vômitos.
Se ocorrer reflexo de tosse ou vômitos suspenda o procedimento.
Observar possível resposta vogal como: espasmo laríngeo, apneia e bradicardia.
Avaliar a resposta do paciente ao procedimento, dentre outras formas, por meio de oximetria.
SINAIS DE OBSTRUÇÃO:
Alterações da voz (rouquidão);
Sons anormais; 
Sons Ruidosos;
Queimadura de orofaringe.
CAUSAS DE OBSTRUÇÃO:
Queda da base da língua;
Corpo estranho (dentes, prótese, alimentos);
Trauma de laringe (fratura ou esmagamento);
Trauma de face;
Queimadura de orofaringe.
B VENTILAÇÃO
COMO FAZER A AVALIAÇÃO DA VENTILAÇÃO?
 Fazer avaliação rápida do Tórax:
Expor;
Inspecionar;
Palpar;
Percussão e Ausculta fica prejudicada no APH.
B VENTILAÇÃO
A permeabilidade das vias aéreas não garante uma ventilação satisfatória do paciente, para isso é fundamental um adequado funcionamento do tórax, pulmões e diafragma.”
SINAIS DE VENTILAÇÃO / OXIGENAÇÃO INADEQUADAS:
Frequência respiratória aumentada;
Agitação / confusão mental;
Sat O₂ ≤ 94% 
Instabilidade da caixa torácica;
Ferimentos torácicos.
B VENTILAÇÃO
SITUAÇÕES QUE PODEM COMPROMETER A VENTILAÇÃO:
Pneumotórax Hipertensivo;
Contusão pulmonar;
Pneumotórax aberto;
Hemotórax maciço.
Atividades em sala pesquisar cada um.
OBSERVAÇÕES:
Equívocos na indicação, medição e posicionamento podem ativar o reflexo de tosse, causar obstrução das vias aéreas ou gerar laringoespasmo e vômitos.
Se ocorrer reflexo de tosse ou vômitos suspenda o procedimento.
Observar possível resposta vogal como: espasmo laríngeo, apneia e bradicardia.
Avaliar a resposta do paciente ao procedimento, dentre outras formas, por meio de oximetria.
B VENTILAÇÃO
COMO FAZER A AVALIAÇÃO DA VENTILAÇÃO?
 Fazer avaliação rápida do Tórax:
Expor;
Inspecionar;
Palpar;
Percussão e Ausculta fica prejudicada no APH.
B VENTILAÇÃO
A permeabilidade das vias aéreas não garante uma ventilação satisfatória do paciente, para isso é fundamental um adequado funcionamento do tórax, pulmões e diafragma.”
SINAIS DE VENTILAÇÃO / OXIGENAÇÃO INADEQUADAS:
Frequência respiratória aumentada;
Agitação / confusão mental;
Sat O₂ ≤ 94% 
Instabilidade da caixa torácica;
Ferimentos torácicos.
SITUAÇÕES QUE PODEM COMPROMETER A VENTILAÇÃO:
Pneumotórax Hipertensivo;
Contusão pulmonar;
Pneumotórax aberto;
Hemotórax maciço.
C CIRCULAÇÃO
Circulaçãoe sangramento: Compreende a avaliação do comprometimento ou falência do sistema circulatório.
PULSO: Avaliar a presença qualidade e regularidade do pulso.
COLORAÇÃO DA PELE: Perfusão adequada produz coloração rosada na pele.
TEMPERATURA: Pele fria indica perfusão diminuída, independente da causa.
UMIDADE: Pele seca indica boa perfusão. Pele úmida está associada com choque e perfusão diminuída.
TEMPO DE ENCHIMENTO CAPILAR: acima 2 segundos indica que os leitos capilares não estão recebendo perfusão adequada.
GRANDES HEMORRAGIA: Procure e controle.
C CIRCULAÇÃO
PULSO CONSCIENTE:
Radial;
Braquial (Lactente);
PULSO INCONSCIENTE:
Carotídeo;
C CIRCULAÇÃO
SINAIS DE PERDA SANGUÍNEA IMPORTANTE:
Alteração de pulso;
Alteração de pele.
CAUSAS:
Hemorragia externa ou interna;
Lesão medular;
Alterações da função cardíaca (tamponamento, infarto);
Alteração da permeabilidade dos vasos (infecção
D DISFUNÇÃO NEUROLÓGICA
ECG (Escala de Coma de Glasgow)
 É uma ferramenta utilizada para determinar o nível de consciência, é um método rápido e simples para determinar a função cerebral e é preditivo da sobrevida do paciente e especialmente melhores respostas motoras, também fornece função cerebral basal para avaliações neurológicas.
D DISFUNÇÃO NEUROLÓGICA
Abertura Ocular 
“Abra os olhos”,?”
Pressão no Trapézio, Pressão no leito ungueal, “beliscão” na região axilar ou compressão no esterno(dor).
Resposta Verbal 
“O que aconteceu?”, “Sabe onde está?”
Escreva “T” se o paciente estiver entubado
Melhor Resposta Motora 
“Aperte a minha mão”.
D DISFUNÇÃO NEUROLÓGICA
AVALIAÇÃO DAS PUPILAS
E EXPOSIÇÃO E AMBIENTE
E EXPOSIÇÃO E AMBIENTERespeitar a privacidade do paciente.
Prevenir hipotermia.
Rua – Expor parcialmente o paciente.
Ambulância – Expor totalmente.
Verificar frente e verso.
Atenção com vitimas de crime. 
RESUMO DOS COMPONENTES DE UMA RCP DE ALTA QUALIDADE PARA PROFISSIONAIS DO SBV 
Segurança do local
Verificar responsividade
Avaliar Pulso e Respiração (10s) 
Acionar o SME
Compressões Torácicas / Ventilação
Frequência de 100 a 120 / min
Iniciar 30:2
Profundidade 5cm não deve exceder 6 cm 
Desfibrilação precoce.
COMPRESSÕES CARDÍACAS 
Profundidade: 5 a 6 cm (No mínimo 2 polegadas (5 cm) – Não exceder 2,4 polegadas (6 cm)
Frequência: 100 a 120 bpm 
Posicionamento: Duas mãos sobre a metade inferior do esterno, cotovelos e ombros.
Retorno do Tórax / 30:2 - 1 ou 2 socorristas 
ATENÇÃO:
COMPRESSÕES CARDÍACAS
VENTILAÇÕES NO SBV
1. Boca a Boca (17%) 
2. Pocket Mask – V.M (17%) 
3. B.V.M (21 a 90%) 
ATENÇÃO: 
Elevação do Tórax 
AVALIAÇÃO DA INICIAL 
Segurança do Local; 
Responsividade; 
Pulso e Respiração (Atenção para Gasping); 
 Ajuda (SME + DEA).
OBSERVAÇÕES 
VIA AÉREA AVANÇADA: 
1 ventilação a cada 6 seg. (10 ven/min). 
Compressões continuas.
PARADA RESPIRATÓRIA: 
1 ventilação a cada 5 a 6 seg. (10 a 12 vem/min). 
2 min reavaliar paciente. 
RCP NA GRÁVIDA: 
Se a altura do fundo uterino for igual ou superior ao nível do umbigo, o deslocamento lateral esquerdo manual do útero pode ser benéfico para o alívio da compressão aortocava durante as compressões torácicas. 
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