Logo Passei Direto
Buscar

Turma Log 2018 Filos e hist Aul Rem

User badge image
Bsap

em

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA DE ENSINO TÉCNICO DO ESTADO DO PARÁ
 (
Curso:
 
Turma:_
 
_Turno:
 
Data:_
 
/
 
_/_
 
_
 Disciplina:
 
Filosofia
Professora: Almerinda Socorro
 
Porto
Aluno(a):
 
_
 
)
FRIEDRICH HEGEl
Filosofia e história
Para Hegel, a história é o desdobramento do espírito objetivo. Vejamos por quê.
O espírito objetivo é a realização da liberdade humana na sociedade. Manifesta-se no direito, na moralidade e na “eticidade”, englobando família, sociedade e estado. O estado político é o momento mais elevado do espírito objetivo, de modo que o indivíduo só existe como membro do estado, conforme afirma o filósofo em Princípios da filosofia do direito.
A história seria, portanto, o desdobramento do espírito no tempo. A filosofia da história deve captar o movimento histórico não como momentos estanques, mas do ponto de vista da razão, do absoluto. sob esse ponto de vista, a história é uma contínua evolução da ideia de liberdade, que se desenvolve segundo um plano racional.
Assim, para Hegel, os conflitos, as guerras, as injustiças, as dominações de um povo sobre outro são compreendidos como contradições ou momentos negativos que funcionam como mola dialética que move a história. no plano da dialética hegeliana, esses momentos corresponderiam à antítese, que se contrapõe à tese, fazendo surgir uma etapa superior, que seria a síntese.
Portanto, se para o filósofo tudo que é real é racional, e tudo que é racional é real – como vimos antes –, todas as coisas existentes, mesmo as piores, fazem parte de um plano racional e, portanto, têm um sentido dentro do processo histórico. esse conceito hegeliano recebeu inúmeras críticas, já que pode levar a um certo conformismo ou a uma passividade diante das injustiças sociais.
Legado de Hegel
Entre os seguidores de Hegel, houve uma divisão em dois grupos: os neo- hegelianos de direita e os neo-hegelianos de esquerda, que fizeram ajustes em aspectos de sua filosofia de modo a adequá-la a seus projetos políticos.
Mas a profundidade de seu pensamento e a radicalidade de seus conceitos despertaram reações extremas e diversas, algumas delas tão revolucionárias que levaram a novas maneiras de fazer e pensar a filosofia, como nos casos de Marx e Nietzsche (que estudaremos em seguida).
KARl MARX
O materialismo dialético e histórico
Karl Marx (1818-1883) nasceu na cidade alemã de Trier, no seio de uma família judaica, e tornou-se um dos pensadores de maior influência sobre a reflexão contemporânea. como afirmou o pensador francês Raymond Aron, se a grandeza de um
filósofo fosse medida pelos debates que suscitou, nenhum deles nos últimos séculos poderia ser comparado a Karl Marx.
Nos tempos da universidade, Marx revelou entusiasmo pelo estudo do direito, da filosofia e da história. formado em filosofia no círculo do idealismo alemão, tentou seguir a carreira universitária como professor, mas não conseguiu seu intento devido a questões políticas.
Em 1844 conheceu Friedrich Engels (1820- -1895) em paris, e ambos se tornaram amigos inseparáveis por toda a vida. em 1848, lançaram o célebre Manifesto comunista. seguindo o lema de que a filosofia deve ser também prática, participaram juntos de diversas atividades políticas e escreveram várias obras, que lhes custaram duras perseguições dos governos constituídos. O conjunto de suas ideias foi depois interpretado e desenvolvido por outros pensadores, ficando conhecido como marxismo.
Análise e entendimento
1. O modo como Hegel pensa a história da filosofia é considerado um marco porque:
a) Submete as compilações realizadas por Diógenes Laércio, Simplício e Aristóteles ao confronto crítico com outros documentos historiográficos descobertos no século XIX, corrigindo-as e ampliando-as.
b) salienta a importância de se desconsiderar o cogito cartesiano como o marco do início da modernidade, pois aquele nada mais seria que um mero desdobramento de ideias já existentes na escolástica.
c) propõe pela primeira vez uma perspectiva que não é meramente histórica, mas filosófica, compreendendo a história da filosofia como uma questão central para a própria filosofia e não como um mero relato de suas doutrinas.
d) inaugura a tese da continuidade entre as antigas filosofias orientais e a filosofia grega, apresentando um levantamento das noções orientais que os gregos limitarem-se a transportar para o vocabulário ocidental.
2. Julgue os próximos itens, relativos à filosofia moderna.
Hegel defende a ideia de que os indivíduos devem agir de forma que o princípio de sua ação possa ser tomado como princípio universal da ação humana.
(	) Certo
(	) Errado
3. Hegel, prosseguindo na árdua tarefa de unificar o dualismo de Kant, substituiu o eu de Fichte e o absoluto de Schelling por outra entidade: a ideia. A ideia, para Hegel, deve ser submetida necessariamente a um processo de evolução dialética, regido pela marcha triádica da:
a) experiência, juízo e raciocínio.
b) realidade, crítica e conclusão.
c) matéria, forma e reflexão.
d) tese, antítese e síntese.
4. Hegel, em seus cursos universitários de Filosofia da História, fez a seguinte afirmação
sobre a relação entre a filosofia e a história: “O único pensamento que a filosofia aporta é a contemplação da história”.
HEGEL, G. W. F. Filosofia da História. 2 ed. Brasília: Editora da UnB, 1998, p. 17.
De acordo com a reflexão de Hegel, é correto afirmar que
I. a razão governa o mundo e, portanto, a história universal é um processo racional.
II. a ação dos homens obedece a vontade divina que pré estabelece o curso da história.
III. no processo histórico, o pensar está subordinado ao real existente.
IV. a ideia ou a razão se originam da força material de produção e reprodução da história Assinale a alternativa que contém somente assertivas corretas.
a) III e IV.
b) I e II.
c) II e III.
d) I e III.
5. Para o filósofo Hegel, tudo que é real é racional, e tudo que é racional é real, todas as coisas são existentes, mesmo as piores, fazem parte de um plano racional e, portanto, têm um sentido dentro do processo histórico.
(	) Certo
(	) Errado.
image1.jpeg
image2.jpeg