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Questões resolvidas

Modificada (Colégio Pedro II – 2016) Texto 1 – A questão é que nenhum deus persegue a sabedoria ou deseja tornar-se sábio, pois já o é; e ninguém mais que seja sábio persegue a sabedoria. Nem o ignorante persegue a sabedoria ou deseja ser sábio(...). O homem que não se sente deficiente não deseja aquilo de que não sente deficiência. (...)[A] necessidade de Amor tem que ser amiga da sabedoria e, como tal, deve situar-se entre o sábio e o ignorante. (PLATÃO, O Banquete. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p.28) Texto 2 – É pela indagação que os homens começam agora e começaram originalmente a filosofar (...). Ora, quem indaga e está perplexo sente-se ignorante (...) de modo que, se foi para escapar à ignorância que os homens estudaram filosofia, é óbvio que procuraram a ciência pelo conhecimento e não por qualquer utilidade prática. (ARISTÓTELES, Metafísica. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, pp. 50-51)
Tendo como base apenas os trechos citados, considere as seguintes afirmações: I. Para ambos os autores, a filosofia demanda uma necessidade de conhecer. II. De acordo com texto 1, sentir-se ignorante não é próprio do ignorante nem do sábio. III. Para Platão a filosofia tem a mesma natureza divina que Eros. IV. Aristóteles supõe que o ser humano possui a necessidade prática de conhecer. São afirmações corretas apenas
II e III.
I e II.
I e IV.
I, III e IV.
III e IV.

FUMARC/SEE-MG (2018) Leia o texto a seguir: “Para não correr o risco de se enganar, Descartes decide considerar falso o que é só verossímil. Começa, pois, por submeter tudo à dúvida: ‘Suponho que todas as coisas que vejo são falsas. Fixo-me bem que nada existiu de tudo o que minha memória me representa. Penso não ter nenhum órgão de sentidos. Creio que o corpo, a figura, a extensão, o movimento e o lugar são invenções do meu espírito. Então, o que posso considerar verdadeiro?’. Não é uma dúvida psicológica, nem a dúvida dos céticos. Ao contrário. Essa dúvida hiperbólica está a serviço de fortalecer um espírito que busca a certeza. Eis o que resta: ‘Embora eu quisesse pensar que tudo era falso, era preciso necessariamente que eu, que assim pensava, fosse alguma coisa. Observando que essa verdade, 'penso, logo sou', era tão firme e sólida que nenhuma das mais extravagantes hipóteses dos céticos seria capaz de abalá-la, julguei que podia aceitá-la como o princípio primeiro da filosofia que procurava" (BENJAMIN, César. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 de setembro de 2011, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilus-trissima/il1809201105.htm).
Conforme o trecho acima, Descartes, com o argumento do “penso, logo existo”, busca alcançar
um fundamento indubitável para o conhecimento.
uma confirmação segura da hipótese dos céticos.
uma prova indubitável da existência individual ou de indivíduos.
uma prova inquestionável da existência do corpo.
um fundamento hiperbólico para o espírito científico.

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Questões resolvidas

Modificada (Colégio Pedro II – 2016) Texto 1 – A questão é que nenhum deus persegue a sabedoria ou deseja tornar-se sábio, pois já o é; e ninguém mais que seja sábio persegue a sabedoria. Nem o ignorante persegue a sabedoria ou deseja ser sábio(...). O homem que não se sente deficiente não deseja aquilo de que não sente deficiência. (...)[A] necessidade de Amor tem que ser amiga da sabedoria e, como tal, deve situar-se entre o sábio e o ignorante. (PLATÃO, O Banquete. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p.28) Texto 2 – É pela indagação que os homens começam agora e começaram originalmente a filosofar (...). Ora, quem indaga e está perplexo sente-se ignorante (...) de modo que, se foi para escapar à ignorância que os homens estudaram filosofia, é óbvio que procuraram a ciência pelo conhecimento e não por qualquer utilidade prática. (ARISTÓTELES, Metafísica. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, pp. 50-51)
Tendo como base apenas os trechos citados, considere as seguintes afirmações: I. Para ambos os autores, a filosofia demanda uma necessidade de conhecer. II. De acordo com texto 1, sentir-se ignorante não é próprio do ignorante nem do sábio. III. Para Platão a filosofia tem a mesma natureza divina que Eros. IV. Aristóteles supõe que o ser humano possui a necessidade prática de conhecer. São afirmações corretas apenas
II e III.
I e II.
I e IV.
I, III e IV.
III e IV.

FUMARC/SEE-MG (2018) Leia o texto a seguir: “Para não correr o risco de se enganar, Descartes decide considerar falso o que é só verossímil. Começa, pois, por submeter tudo à dúvida: ‘Suponho que todas as coisas que vejo são falsas. Fixo-me bem que nada existiu de tudo o que minha memória me representa. Penso não ter nenhum órgão de sentidos. Creio que o corpo, a figura, a extensão, o movimento e o lugar são invenções do meu espírito. Então, o que posso considerar verdadeiro?’. Não é uma dúvida psicológica, nem a dúvida dos céticos. Ao contrário. Essa dúvida hiperbólica está a serviço de fortalecer um espírito que busca a certeza. Eis o que resta: ‘Embora eu quisesse pensar que tudo era falso, era preciso necessariamente que eu, que assim pensava, fosse alguma coisa. Observando que essa verdade, 'penso, logo sou', era tão firme e sólida que nenhuma das mais extravagantes hipóteses dos céticos seria capaz de abalá-la, julguei que podia aceitá-la como o princípio primeiro da filosofia que procurava" (BENJAMIN, César. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 de setembro de 2011, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilus-trissima/il1809201105.htm).
Conforme o trecho acima, Descartes, com o argumento do “penso, logo existo”, busca alcançar
um fundamento indubitável para o conhecimento.
uma confirmação segura da hipótese dos céticos.
uma prova indubitável da existência individual ou de indivíduos.
uma prova inquestionável da existência do corpo.
um fundamento hiperbólico para o espírito científico.

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Pincel Atômico - 10/02/2025 16:56:44 1/4
SELMA LÚCIA DE
ARAUJO
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 16 (18722)
Atividade finalizada em 17/10/2024 16:06:04 (2469651 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: TEORIA DO CONHECIMENTO E FILOSOFIA DA CIÊNCIA [1166596] - Avaliação com 8 questões,
com o peso total de 1,67 pontos [capítulos - 2]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A260624 [130847]
Aluno(a):
91636972 - SELMA LÚCIA DE ARAUJO - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 1,04 pontos como nota
[358728_1160
25]
Questão
001
Modificada- IF-SP (2015) “[...] o pensamento é um atributo que me pertence; só ele
não pode ser separado de mim. Eu sou, eu existo: isso é certo; mas por quanto
tempo? A saber, por todo o tempo em que eu penso; pois poderia, talvez, ocorrer que,
se eu deixasse de pensar, deixaria ao mesmo tempo de ser ou de existir. Nada admito
agora que não seja necessariamente verdadeiro: nada sou, pois, falando
precisamente, senão uma coisa que pensa, isto é, um espírito, um entendimento, uma
razão, que são termos cuja significação me era anteriormente desconhecida. Ora, eu
sou uma coisa que pensa.” (DESCARTES. Meditações metafísicas. 2ª Ed. São Paulo:
Abril Cultural, 1979, col. Os pensadores, p. 91-92)
A partir do conceito que o texto de Descartes traz e que o quadrinho acima faz troça,
considere as afirmações:
I – A essência do eu é ser algo que pensa.
II – O pensamento é uma substância, para Descartes.
III – O eu depende de um corpo para existir.
IV – A res extensa é o espírito, segundo o racionalismo cartesiano.
V – A evidência do cogito é a primeira certeza indubitável de Descartes.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmações CORRETAS:
X I, II e V.
II, III e V.
II e IV.
I, II, IV e V.
III e IV.
[358728_1160
23]
Questão
002
IBFC/SEE-MG (2015) – Apesar de usar a palavra “alma”, o que Descartes entende por
ela é bem diferente da concepção do senso comum e da concepção platônica. Isso
porque a alma em Descartes não tem nenhuma relação essencial com a vida. A
concepção de alma de Descartes está mais próxima da “mente”, tal como a concebe a
filosofia da mente contemporânea, referindo-se ao conteúdo representativo do
pensamento, embora seja importante no sistema cartesiano provar que a alma é
imaterial e imortal.
Assinale a alternativa que representa a concepção de alma para o filósofo em questão.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:56:44 2/4
X
Os neurônios, organizados em circuitos, comunicam-se por meio de reações
eletroquímicas.
A alma é uma espécie de tábula rasa ou folha em branco, sem ideias inatas.
A alma não é mais que um termo vazio do qual nós não temos a mínima ideia e do
qual um bom espírito só deve se servir para nomear a parte que pensa em nós.
A postura intencional implica a atribuição de estados mentais, particularmente o desejo
e a crença que podem explicar a ação.
Ela não vivifica o corpo, ao contrário, ela é puro pensamento, “substância pensante”
(res cogitans);
[358727_1245
50]
Questão
003
(UEM PR) “É, pois, manifesto que a ciência a adquirir é a das causas primeiras (pois
dizemos que conhecemos cada coisa somente quando julgamos conhe-cer a sua
primeira causa); ora, causa diz-se em quatro sentidos: no primeiro, en-tendemos por
causa a substância e a quididade (essência) (o ‘porquê’ recon-duz-se pois a noção
última, e o primeiro ‘porquê’ é causa e princípio); a segun-da [causa] é a matéria e o
sujeito; a terceira é a de onde [vem] o início do mo-vimento; a quarta [causa], que se
opõe à precedente, é o ‘fim para que’ e o bem (porque este é, com efeito, o fim de toda
a geração e movimento).” (ARISTÓTELES. Metafísica, livro I, cap. III. Coleção Os
Pensadores, São Paulo: Abril Cultural, 1979, p. 16).
A partir do trecho citado e com base nos conhecimentos da filosofia de Aristó-teles,
assinale o que for correto.
01) As causas são os princípios dos seres.
02) Conforme o texto, só há uma única causa de todos os seres.
04) A terceira causa, também conhecida como gênese ou origem, opõe-se à quarta
causa, que é a finalidade ou o fim de algo.
08) A matéria de algo é causa na medida em que não pode existir ser ou subs-tância
sem matéria.
16) O conhecimento verdadeiro de algo implica o conhecimento de suas cau-sas.
A Soma correta é
6.
X 24.
8.
29.
4 .
[358727_1245
62]
Questão
004
“E assim, a ideia de Deus permanece a única em que se deve considerar se há algo
que não poderia provir de mim. Entendo pelo nome Deus certa substância infinita,
independente, eterna, imutável, sumamente inteligente e sumamente poderosa e pela
qual eu mesmo fui criado e tudo o que mais existente, se existe alguma outra coisa.
Todas essas coisas são tais que, quanto mais cuidadosa-mente lhes presto atenção,
tanto menos parece que elas possam provir so-mente de mim. Por isso, do que foi dito
deve-se concluir que Deus existe neces-sariamente. Pois, embora haja em mim certa
ideia de substância pelo fato mesmo de que sou substância, não seria, por isso, no
entanto, a ideia de subs-tância que fosse deveras infinita.” (DESCARTES, Meditações,
2004, p.45)
A partir da leitura do trecho acima, extraído das Meditações à Filosofia Primei-ra, é
correto afirmar que Descartes tenta demonstrar a existência porque
Deus existe porque é uma ideia derivada da Res Extensa.
X
Deus existe, sua ideia está presente no homem como marca do próprio criador, e
possuindo natureza distinta da Res Cogitans.
Deus existe porque é uma ideia criada pela Res Cogitans.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:56:44 3/4
Deus existe, sua ideia está presente no homem, porque foi extraída da experi-ência do
mundo.
Deus existe é uma ideia extraída da Revelação e da autoridade de filósofos eminentes
como Aristóteles.
[358727_1160
20]
Questão
005
CEPERJ/SEDUC-RJ (2015) Santo Anselmo, por meio do seu famoso “argumento
ontológico” (Marcondes 2013), para provar a existência de Deus, procura conciliar:
o argumento e a realidade.
o instinto e a fé.
a razão e a lógica.
X a razão e a fé.
a filosofia e a dialética.
[358729_1160
28]
Questão
006
Modificada (Colégio Pedro II – 2016)
Texto 1 –
A questão é que nenhum deus persegue a sabedoria ou deseja tornar-se sábio, pois já
o é; e ninguém mais que seja sábio persegue a sabedoria. Nem o ignorante persegue
a sabedoria ou deseja ser sábio(...). O homem que não se sente deficiente não deseja
aquilo de que não sente deficiência. (...)[A] necessidade de Amor tem que ser amiga
da sabedoria e, como tal, deve situar-se entre o sábio e o ignorante. (PLATÃO, O
Banquete. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1999, p.28)
Texto 2 –
É pela indagação que os homens começam agora e começaram originalmente a
filosofar (...). Ora, quem indaga e está perplexo sente-se ignorante (...) de modo que,
se foi para escapar à ignorância que os homens estudaram filosofia, é óbvio que
procuraram a ciência pelo conhecimento e não por qualquer utilidade prática.
(ARISTÓTELES, Metafísica. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, pp. 50-51)
Tendo como base apenas os trechos citados, considere as seguintes afirmações:
I. Para ambos os autores, a filosofia demanda uma necessidade de conhecer.
II. De acordo com texto 1, sentir-se ignorante não é próprio do ignorante nem do sábio.
III. Para Platão a filosofia tem a mesma natureza divina que Eros.
IV. Aristóteles supõe que o ser humano possui a necessidade prática de conhecer.
São afirmações corretas apenas
II e III.
X I e II.
I e IV.
I, III e IV.
III e IV.
[358729_1160
30]
Questão
007
FUNDATEC – Vacaria – RS (2015) Santo Anselmo de Cantuária (1033-1109) afirmou
que podemos deduzir a existência de Deus, a partir da Sua mera ideia ou conceito. Em
outras palavras, apenas pensando sobre o que Deus é podemos concluir que Ele deve
existir. Disponível em: http://www.filosofia.com.br/vi_prova.php?id=190O argumento acima resumido, apresentado por Santo Anselmo na obra Proslogion, é
conhecido como
do Designer Inteligente.
X Ontológico.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:56:44 4/4
do Primeiro Motor.
Cosmológico.
Kalam.
[358727_1160
22]
Questão
008
FUMARC/SEE-MG (2018) Leia o texto a seguir:
“Para não correr o risco de se enganar, Descartes decide considerar falso o que é só
verossímil. Começa, pois, por submeter tudo à dúvida: ‘Suponho que todas as coisas
que vejo são falsas. Fixo-me bem que nada existiu de tudo o que minha memória me
representa. Penso não ter nenhum órgão de sentidos. Creio que o corpo, a figura, a
extensão, o movimento e o lugar são invenções do meu espírito. Então, o que posso
considerar verdadeiro?’. Não é uma dúvida psicológica, nem a dúvida dos céticos. Ao
contrário. Essa dúvida hiperbólica está a serviço de fortalecer um espírito que busca a
certeza. Eis o que resta: ‘Embora eu quisesse pensar que tudo era falso, era preciso
necessariamente que eu, que assim pensava, fosse alguma coisa. Observando que
essa verdade, 'penso, logo sou', era tão firme e sólida que nenhuma das mais
extravagantes hipóteses dos céticos seria capaz de abalá-la, julguei que podia aceitá-
la como o princípio primeiro da filosofia que procurava" (BENJAMIN, César. Folha de
São Paulo, São Paulo, 18 de setembro de 2011,
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilus-trissima/il1809201105.htm).
Conforme o trecho acima, Descartes, com o argumento do “penso, logo existo”, busca
alcançar
uma confirmação segura da hipótese dos céticos.
X um fundamento indubitável para o conhecimento.
um fundamento hiperbólico para o espírito científico.
uma prova inquestionável da existência do corpo.
uma prova indubitável da existência individual ou de indivíduos.

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