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Psicologia do Cotidiano - 2025 Registro de Observação Nome: Luana Mender Penhavel RA: T102340 Data: 16/03/2025 Horário de Início: 08h | Horário de Término: 08:30h | Duração: 30min Local de Observação: Padaria Bella Paulista Registro de Observação: A padaria ocupa um espaço amplo com prateleiras distribuídas em fileiras, abastecidas com pães embalados, bolos cortados em porções e bandejas de biscoitos empilhadas em colunas uniformes. O chão é revestido por ladrilhos retangulares claros, refletindo a luz das luminárias fixadas no teto em intervalos regulares. O balcão de atendimento se estende por uma lateral do espaço, protegido por uma vitrine de vidro que separa os funcionários dos clientes. Atrás do balcão, há uma máquina de café expresso, uma prateleira com pães frescos e um painel digital exibindo o cardápio com descrições e preços. O cheiro de pão recém-assado se espalha pelo ambiente. Algumas mesas redondas, acompanhadas por cadeiras metálicas, ocupam o centro do salão. Próximo à entrada, clientes movimentam-se entre as gôndolas, pegando produtos e observando as opções disponíveis. O homem entra na padaria segurando um pequeno conjunto de chaves na mão direita. Ele veste calça jeans, camisa social de mangas dobradas até os cotovelos e sapatos escuros. Seus passos são firmes, e ele olha ao redor antes de caminhar em direção ao balcão. Ao se aproximar, ele retira o celular do bolso e desliza o polegar sobre a tela algumas vezes antes de guardá-lo novamente. Leva a mão ao queixo e desliza os dedos curtos sobre a mandíbula. Olha para a vitrine de vidro e mantém o olhar fixo sobre os produtos expostos. Quando chega sua vez, a atendente se aproxima. "Bom dia, o que vai querer?" Ele move a cabeça levemente para trás e aponta para um dos itens atrás do vidro. "Um pão na chapa e um café. Preto." A funcionária digita o pedido na tela do caixa, gira o corpo na direção da máquina de café e posiciona um copo descartável sob o dispensador. Enquanto aguarda, o homem desliza os dedos sobre o balcão de vidro e observa um cliente que passa ao lado, carregando uma bandeja com um prato e uma xícara. A funcionária retorna, colocando o café e um prato pequeno sobre o balcão. "Algo mais?" Ele leva a mão ao bolso e retira uma nota. "Só isso." A atendente recebe o pagamento e entrega o troco. Ele recolhe as moedas e as desliza para dentro do bolso. Com uma das mãos, segura o copo de café; com a outra, pega o prato pequeno. Ele se afasta do balcão e caminha em direção a uma mesa próxima à parede. Posiciona os itens sobre a superfície e puxa a cadeira para se sentar. Acomoda-se e ajusta a dobra da manga da camisa sobre o antebraço. Segura o copo de café com uma das mãos e gira a borda sobre a superfície da mesa. Observa o ambiente por alguns instantes. Pega o pão na chapa com os dedos e leva um pedaço à boca. Mastiga lentamente enquanto mantém o olhar na direção da vitrine, onde outros clientes fazem pedidos. Entre uma mordida e outra, inclina-se ligeiramente para frente, apoiando os cotovelos na mesa. Dois homens entram na padaria e param próximos à fila. O homem os observa por um instante, então leva a mão ao bolso novamente, retira o celular e toca na tela algumas vezes. Alterna o olhar entre o aparelho e a xícara de café à sua frente. Segura o copo e bebe um gole, mantendo o celular na outra mão. Após alguns segundos, coloca o aparelho sobre a mesa e desliza o dedo pelo tampo de madeira. Uma mulher passa perto da mesa dele, segurando um saco de pães. Ele levanta a cabeça e acompanha o movimento da mulher por um breve momento antes de retornar o olhar para a mesa. Encosta as costas na cadeira e cruza um dos pés sobre o outro. Bebe mais um gole de café e gira levemente o copo entre os dedos. Ele termina o pão e limpa os dedos em um guardanapo. Pega o celular e desliza o dedo pela tela. Ajusta a postura e cruza os braços sobre a mesa. Olha para a entrada da padaria e depois para o balcão. Passa a mão sobre a mesa, recolhe o copo vazio e o prato e se levanta. Caminha até a lixeira, descarta o guardanapo e coloca o copo e o prato sobre a bandeja de devolução. Ao sair da padaria, ele ajeita a camisa sobre a calça e pega as chaves no bolso. Passa os dedos sobre a borda metálica das chaves enquanto caminha para fora, misturando-se entre os outros clientes que circulam pelo local. Psicologia do Cotidiano - 2025 Registro de Observação Nome: Luana Mender Penhavel RA: T102340 Data: 17/03/2025 Horário de Início: 09h | Horário de Término: 10h | Duração: 1h Local de Observação: Santillos Emporium Café Registro de Observação: A cafeteria ocupa um espaço amplo, com paredes de vidro que permitem a entrada de luz natural. No interior, há diversas mesas de madeira distribuídas em fileiras organizadas, algumas próximas às janelas e outras posicionadas mais ao centro do salão. As cadeiras são estofadas e possuem encostos altos. O balcão de atendimento está localizado no fundo do ambiente, com uma vitrine de vidro exibindo diferentes tipos de pães, bolos e doces. Acima do balcão, um painel digital exibe os itens do cardápio com descrições e preços. Algumas pessoas estão em fila aguardando para fazer seus pedidos, enquanto outras se sentam nas mesas, conversando ou utilizando seus celulares. O adolescente entra na cafeteria segurando uma mochila nas costas e um livro na mão direita. Ele usa uma calça jeans e uma camisa de manga longa levemente dobrada nos pulsos. Seu cabelo está um pouco bagunçado. Ele caminha em direção ao balcão, observando rapidamente as opções da vitrine antes de se posicionar na fila. Ele passa a mão livre pelo cabelo, ajeitando algumas mechas para trás. Com um pequeno movimento dos ombros, ajusta a alça da mochila para uma posição mais confortável. Quando chega sua vez, uma funcionária o recebe com um leve aceno de cabeça. "Bom dia! O que vai querer hoje?" Ele inclina levemente o tronco para frente e examina mais uma vez a vitrine, movendo os olhos entre os produtos expostos. Em seguida, olha rapidamente para o painel digital acima do balcão antes de responder. "Um cappuccino grande e um croissant de queijo." A funcionária digita o pedido na tela do caixa e pergunta: "Vai querer mais alguma coisa?" Ele balança a cabeça levemente. "Não, só isso mesmo." Ele retira a carteira do bolso e pega uma nota, que entrega à funcionária. Enquanto aguarda o troco, tamborila os dedos na lateral da perna. Depois de pegar o dinheiro e o recibo, ele se afasta um pouco do balcão e aguarda o preparo do pedido. Seus olhos percorrem o ambiente enquanto ele muda o peso do corpo de um pé para o outro. Poucos minutos depois, outra funcionária coloca um copo descartável de cappuccino sobre o balcão, junto ao prato com o croissant. O adolescente se aproxima, segura o copo com uma das mãos e apoia o prato na outra. Ele se vira e caminha em direção a uma mesa próxima à janela. Ao chegar, puxa uma cadeira e coloca o prato e o copo sobre a superfície. Em seguida, tira a mochila das costas e a apoia no chão, ao lado da cadeira. Ele se senta e abre o livro que carregava, folheando algumas páginas antes de parar em um ponto específico. Com a mão esquerda, segura o livro aberto enquanto leva a outra mão ao copo de cappuccino. Ele sopra levemente o líquido quente antes de dar um pequeno gole. Depois de colocar o copo sobre a mesa, pega o croissant e parte um pedaço, levando à boca enquanto seus olhos percorrem as linhas do livro. A movimentação ao redor da cafeteria continua. Uma criança passa correndo ao lado de sua mesa, fazendo com que ele levante rapidamente os olhos por um instante. Logo em seguida, retorna sua atenção ao livro. Ele ajeita a postura na cadeira, cruzando um dos pés sob a perna oposta. Em certo momento, ele franze levemente a testa e pega um marca-texto dentro da mochila. Ele sublinha algumas palavrasno livro, fazendo pequenas anotações na borda da página. Depois de alguns segundos, coloca o marca-texto sobre a mesa e pega o cappuccino novamente, girando o copo entre os dedos antes de tomar outro gole. Seu celular vibra sobre a mesa. Ele estende a mão e desliza o dedo pela tela, desbloqueando o aparelho. Lê uma mensagem rapidamente e digita uma resposta curta antes de voltar a apoiar o celular sobre a mesa, com a tela virada para baixo. Ele retorna ao livro, alternando a leitura com pequenos pedaços do croissant e goles do cappuccino. Em determinados momentos, ele estala os dedos de uma das mãos, mantendo a outra apoiada na mesa. Eventualmente, ele se inclina para frente e apoia um dos cotovelos na borda da mesa, segurando o queixo com a mão enquanto continua a leitura. Próximo ao fim do cappuccino, ele inclina o copo ligeiramente para verificar o líquido restante. Ele termina o croissant e limpa as mãos em um guardanapo. Depois de beber os últimos goles do cappuccino, empurra o copo vazio para o canto da mesa. Ele confere o horário no celular e suspira levemente. Fecha o livro e o coloca dentro da mochila, seguido pelo marca-texto. Puxa o zíper da mochila e a coloca sobre um dos ombros. Segura o copo vazio e o prato e se levanta da cadeira. Caminha até a área de descarte, onde coloca os itens usados na lixeira. Antes de sair, passa as mãos pelos bolsos da calça. Ele caminha até a porta da cafeteria e empurra o vidro para sair. Ao atravessar a entrada, puxa o celular do bolso e toca algumas vezes na tela enquanto se afasta pela rua. Psicologia do Cotidiano - 2025 Registro de Observação Nome: Luana Mender Penhavel RA: T102340 Data: 19/03/2025 Horário de Início: 14h | Horário de Término: 15h | Duração: 1h Local de Observação: Parque Villa-Lobos Registro de Observação: O parque, amplo e arborizado, se estende à medida que o sol da tarde ilumina as folhas das árvores, criando um jogo de luz e sombra no chão de areia e folhas secas espalhadas pelo local. O aroma fresco de terra misturado com o cheiro de grama cortada é perceptível no ar, e o som das folhas sendo movidas pelo vento se mistura com o riso das crianças e os murmúrios de conversas distantes. A área é marcada por caminhos irregulares de pedras que levam aos vários pontos do parque, entre árvores com troncos largos e copas densas. Em alguns lugares, as sombras das árvores se tornam mais densas, criando pequenos refúgios de frescor. As pessoas caminham lentamente, algumas param para descansar nos bancos de madeira espalhados pela área, enquanto outras observam as atividades dos filhos. Em um dos pontos centrais, próximo ao parquinho infantil, um grupo de crianças brinca alegremente. Entre elas, uma menina de cerca de seis anos. Ela está vestindo um macacão jeans curto, uma camiseta branca com pequenos desenhos coloridos e tênis vermelhos. Seus cabelos estão presos em dois rabos de cavalo que balançam com o movimento rápido de sua cabeça enquanto ela corre. A criança corre em direção ao escorregador de plástico vermelho. Ela sobe os degraus laterais, puxando os pés para frente enquanto segura as laterais de plástico. A cada passo, seus dedos se fecham com mais força ao redor das bordas, e ela levanta os joelhos. Quando chega ao topo, ela olha rapidamente para baixo, depois para a mãe, que está mais atrás, sentada em um banco próximo ao parquinho. A mãe a observa atentamente, descansando em seu banco de madeira com a bolsa de ombro posicionada ao lado. A criança então flexiona os joelhos, prepara-se para o deslizamento, e desce rapidamente. Ela solta uma risada curta enquanto chega ao final do escorregador, batendo palmas. Ela se levanta imediatamente, e corre novamente para o ponto de início do brinquedo, demonstrando seu entusiasmo. "Desce do jeito certo, minha filha," diz a mãe, que observava a brincadeira. Sua voz é suave, mas firme. A criança a escuta, parando por um momento no topo do escorregador e dando uma breve risada. Sobe novamente os degraus, mais devagar desta vez, com as mãos apertadas nas laterais, e ao alcançar o topo, repete o movimento de descer. Quando chega ao final, ela sorri para a mãe, que balança a cabeça em aprovação. "Agora sim!" a mãe diz, e a criança corre para o lado oposto, em direção aos balanços. No lado dos balanços, algumas outras crianças já estão brincando, se balançando para frente e para trás. A criança, com passos rápidos, aproxima-se e segura as correntes metálicas com ambas as mãos. Ela tenta subir no banco de balanço, movimentando o corpo para frente e para trás até conseguir se posicionar. Seus pés, por um momento, não tocam o chão, e ela balança o corpo para ganhar mais impulso. O balanço se move levemente, e ela começa a balançar mais rápido, tentando aumentar a altura. A criança olha para a mãe, que continua sentada no banco, assistindo atentamente. "Mãe, empurra?" pergunta a criança. A mãe se levanta do banco e caminha até o balanço. Ela coloca as mãos nas costas do banco, fazendo movimentos ritmados para empurrar a criança. A cada movimento, o balanço sobe mais alto, e a risada da criança se torna mais intensa à medida que os pés se afastam do chão. "Mais forte, mãe!" a criança diz, com um sorriso largo no rosto. A mãe empurra mais uma vez, com um pouco mais de força, e o balanço sobe mais alto, fazendo a criança rir ainda mais. Os pés da menina se afastam cada vez mais do chão, e ela balança os pés com mais energia. Em um momento, ela olha para trás e percebe que o movimento está diminuindo. "Já posso descer, mãe?" ela pergunta, já se preparando para sair do balanço. A mãe segura o banco até que ele pare completamente e, com um movimento, ajuda a filha a descer. A criança se afasta rapidamente e corre até o trepa-trepa, onde outras crianças estão brincando. Ao chegar ao trepa-trepa, ela observa as outras crianças subindo e descendo com agilidade. Ela começa a subir, segurando as barras de metal com as duas mãos. Seus pés se movem para alcançar os degraus mais altos, e ela faz uma pequena pausa no topo, olhando para o lado oposto do parquinho. Depois de uma breve observação, ela começa a descer pelo lado contrário, mantendo o corpo inclinado para alcançar mais rapidez. Ela desce com agilidade, evitando os degraus mais baixos, e ao chegar ao chão, corre novamente para o bebedouro. Ela aperta o botão de metal do bebedouro com as duas mãos e se inclina para beber a água que jorra. Parte da água escorre pelo queixo, mas ela limpa rapidamente com o dorso da mão. Ela então olha em volta, observa o movimento de outras crianças correndo e, depois de beber a água, retorna rapidamente para a mãe, com as mãos ainda um pouco molhadas. "Mãe, posso brincar mais um pouco?" ela pergunta enquanto se aproxima. A mãe, sem interromper sua observação, pega um pacote de biscoitos de sua bolsa e abre com calma. Ela tira um biscoito e o oferece para a filha. A criança pega o biscoito com as duas mãos e começa a mordê-lo lentamente, dando pequenas mordidas enquanto balança os pés, suspensos no ar. A mãe observa o ambiente ao redor. Após alguns minutos, a criança termina de comer o biscoito e imediatamente se levanta, deixando a embalagem vazia ao lado da mãe. Ela olha em volta, percebe que algumas crianças estão brincando de pega-pega e decide se juntar a elas. Ela corre em direção ao grupo, sorrindo enquanto se aproxima. Os minutos seguintes são uma mistura de brincadeiras: a criança sobe e desce o escorregador diversas vezes, se junta a outras crianças no trepa-trepa e corre ao redor do parquinho, com seus passos rápidos. Sempre que se aproxima da mãe, ela a chama e a mãe responde com palavras curtas de incentivo, fazendo movimentos com a mão, pedindo para que ela tenha mais cuidado. O sol começa a se mover mais lentamente no céu, projetando sombras longas e definidas no chão, e as atividades no parque continuam sem interrupções, até que otempo da observação chega ao fim. Psicologia do Cotidiano - 2025 Registro de Observação Nome: Luana Mender Penhavel RA: T102340 Data: 21/03/2025 Horário de Início: 13h | Horário de Término: 14h | Duração: 1h Local de Observação: Praça de Alimentação do Shopping Pátio Paulista Registro de Observação: A praça de alimentação está localizada no centro de um grande shopping, rodeada por lojas e quiosques de diversos tipos. O som constante de conversas e risadas se mistura ao ruído de pratos e talheres sendo manuseados. As mesas são dispostas de forma a permitir que os clientes comam em grupos ou individualmente, com cadeiras espalhadas de maneira organizada. Algumas mesas estão ocupadas por pessoas que falam entre si, outras estão vazias, esperando por novos ocupantes. O ambiente é bem iluminado, com luzes fluorescentes que fornecem uma iluminação uniforme, refletindo-se nas superfícies de vidro das vitrines das lojas próximas. Duas meninas, com cerca de 20 anos, entram na praça de alimentação. A primeira, com cabelo preso em um rabo de cavalo, está usando uma camiseta de manga curta e um short. A segunda, com cabelo solto e preso por uma tiara, veste uma blusa leve e uma saia. Ambas estão carregando mochilas nas costas, e seu andar é descontraído enquanto observam o movimento ao redor. Elas caminham pelo espaço em busca de uma mesa. A menina de cabelo preso aponta para uma mesa próxima a uma entrada e diz algo para a amiga, que rapidamente concorda com a escolha. A primeira menina puxa a cadeira de forma suave e se senta, enquanto a outra senta ao lado dela. Ambas ajeitam suas mochilas no chão ao lado e começam a observar os menus exibidos nas telas dos balcões de comida. A amiga de cabelo preso pega o celular da bolsa e começa a navegar nas opções do cardápio. Ela desliza o dedo pela tela enquanto fala com a amiga ao lado, gesticulando com as mãos para enfatizar o que diz. A menina de cabelo solto observa atentamente, balançando as pernas de forma leve, e ao mesmo tempo, observa as opções de comida, apontando para alguns itens na tela com um dedo, e dizendo: "Você acha que isso vai ser bom?" A menina de cabelo preso olha para ela, ainda com os olhos focados na tela do celular, e responde com um simples "acho que sim." Após alguns momentos, ambas decidem ir até o balcão para fazer o pedido. Elas se levantam e caminham na direção do balcão de um restaurante fast food próximo. Enquanto caminham, a amiga de cabelo preso ajusta a alça da mochila nas costas e observa a movimentação ao redor. Algumas pessoas estão conversando, outras mexendo em seus celulares, e algumas crianças correm entre as mesas. Ao chegar ao balcão, ambas olham o menu à frente antes de fazerem os pedidos. A menina de cabelo preso pega sua carteira na mochila, enquanto a menina de cabelo solto, com uma mão na cintura, observa a comida sendo preparada. Elas trocam algumas palavras durante o processo, fazendo comentários sobre o cardápio e discutindo as opções. Quando o atendente entrega as bandejas com as refeições, as meninas agradecem em uníssono e retornam à mesa, dividindo a tarefa de carregar as bandejas. Elas colocam as bandejas sobre a mesa, e a menina de cabelo preso ajusta a posição de sua cadeira antes de sentar. A menina de cabelo solto, ao sentar, solta a mochila do ombro e a coloca no chão ao lado da cadeira. Elas começam a comer, com a menina de cabelo preso pegando um garfo e levando uma porção à boca. A menina de cabelo solto, por sua vez, pega um pedaço de pão e o parte com as mãos antes de colocar na boca. Durante a refeição, elas continuam conversando, com a menina de cabelo preso comentando sobre o trabalho, enquanto a menina de cabelo solto fala sobre um evento que vai acontecer na próxima semana. Seus gestos são amplos, com a menina de cabelo preso movendo a mão ao falar, enquanto a menina de cabelo solto faz pequenos gestos com as mãos quando deseja enfatizar algo. A menina de cabelo solto interrompe momentaneamente a conversa para pegar seu celular, que estava em cima da mesa, e começa a digitar uma mensagem. A menina de cabelo preso observa, inclinando a cabeça para o lado. Enquanto digita, movimenta os dedos rapidamente, e, por vezes, olha para a tela, fazendo pequenos movimentos de cabeça. Ela então levanta os olhos da tela e diz: "Ah, ele respondeu!" A menina de cabelo preso sorri, dá um gole em sua bebida e volta a olhar para o prato, ainda com a garfada na mão. As duas voltam a conversar sobre outros assuntos enquanto continuam comendo. A menina de cabelo solto levanta os pés, balança-os suavemente enquanto escuta a amiga falar, e de vez em quando olha ao redor, observando outras pessoas que passam pelas mesas ou que estão sentadas mais longe. Em um momento, a menina de cabelo preso se levanta para ir até o bebedouro, deixando a amiga com o celular na mesa. Ela retorna pouco depois com uma garrafa de água e coloca na mesa. A menina de cabelo solto pega a garrafa, dá um gole e coloca de volta. Elas continuam a comer, fazendo pausas curtas entre um pedaço de comida e outro. A conversa continua fluindo naturalmente, com ambas fazendo pequenas observações sobre o que está acontecendo ao redor. Após algum tempo, ambas terminam de comer. A menina de cabelo preso começa a juntar os restos da comida e pega o guardanapo de papel para limpar a boca. Ela balança a cabeça levemente e pega a garrafa de água. A menina de cabelo solto, por sua vez, começa a organizar a mesa, empurrando os talheres para o centro da bandeja. Ela observa as pessoas ao redor e solta uma pequena risada, dizendo algo sobre uma criança que corre pelo corredor. A menina de cabelo preso olha rapidamente e sorri, mas não faz nenhum comentário, voltando a focar em sua própria refeição. Elas começam a arrumar suas coisas, colocando as bandejas e garrafas vazias na área designada para descarte de lixo. A menina de cabelo preso coloca a mochila nas costas e ajusta as alças antes de se virar para a amiga. A menina de cabelo solto, que ainda está organizando sua mochila, coloca a garrafa vazia sobre a bandeja e começa a caminhar para o local de descarte também. Quando ambas terminam de descartar as bandejas, elas caminham em direção à saída da praça de alimentação, falando sobre o que pretendem fazer em seguida. Elas param em frente a uma loja de roupas, olhando as vitrines. A menina de cabelo preso aponta para uma peça de roupa e faz um comentário sobre ela, enquanto a menina de cabelo solto observa a peça e diz algo sobre a cor. Ambas caminham pela praça de alimentação, passando por várias lojas, ainda trocando palavras sobre a roupa e outros planos para o restante do dia. Elas continuam conversando até saírem da praça de alimentação. A menina de cabelo preso olha para o celular novamente. A menina de cabelo solto, enquanto caminha ao seu lado, balança a cabeça e faz um gesto com a mão. Ambas continuam a andar pelo shopping, enquanto o som da praça de alimentação vai se apagando à medida que se afastam do local. O movimento da praça de alimentação permanece constante, com pessoas entrando e saindo, algumas sentadas nas mesas, outras em movimento. A iluminação continua clara, enquanto o ambiente segue movimentado, preenchido pelo som das conversas e da movimentação. Psicologia do Cotidiano - 2025 Registro de Observação Nome: Luana Mender Penhavel RA: T102340 Data: 22/03/2025 Horário de Início: 21h | Horário de Término: 21:30h | Duração: 30min Local de Observação: Riviera Bar Registro de Observação: O bar mantém um fluxo contínuo de pessoas, algumas em grupos pequenos, outras sozinhas, conversando e consumindo seus drinques. O ambiente é ligeiramente abafado, com a luz amarelada pendente sobre o balcão e as mesas. O som da música é contínuo, vindode alto-falantes discretamente posicionados no teto. A mistura do som das conversas e o tilintar de copos envolvem o ambiente. O homem chega por volta das 21h30, vestido com uma camisa de botão azul claro e calças escuras. Ele observa o interior do bar rapidamente antes de caminhar até o balcão, onde há algumas cadeiras vazias. Seus passos são firmes, mas não apressados. Ele carrega uma mochila preta nas costas, que balança suavemente enquanto ele caminha até a cadeira mais próxima ao balcão. Após chegar à sua mesa, ele se senta com a mochila ainda nas costas, fazendo uma leve pressão com as mãos nas alças para acomodá-la, mas não a retira de imediato. Sentando-se, ele deixa suas mãos sobre a mesa de madeira escura, os dedos entrelaçados por um momento. Ele observa os outros clientes ao redor com atenção, seu olhar deslizando das pessoas nas mesas até o barman que está organizando as garrafas na prateleira atrás do balcão. Ele observa o barman por um tempo, como se estivesse esperando por algo. O barman, percebendo a sua presença, se aproxima e pergunta o que o homem gostaria de beber. O homem, ainda com as mãos sobre a mesa, responde: "Uma cerveja, por favor." Ele não muda a postura, apenas mantém as mãos imóveis enquanto observa o barman pegar a garrafa e preparar a bebida. O barulho do abridor de garrafa e o som da cerveja sendo despejada no copo ecoam por um momento. O homem levanta os olhos para o barman, esperando que ele termine de servir. Após o barman colocar a cerveja diante dele, o homem faz um pequeno movimento com a cabeça em direção ao copo, como um sinal de agradecimento. Ele então segura o copo com a mão direita, com a garrafa ainda sobre a mesa. Ele gira o copo em sua mão enquanto olha para a cerveja. Ele toma o primeiro gole devagar, levando o copo à boca e, ao terminar, coloca-o de volta na mesa com um som suave, mantendo a atenção na bebida. Em seguida, o homem começa a mexer na sua mochila, tirando o celular e colocando-o na mesa. A tela do celular brilha brevemente enquanto ele desliza o dedo pela tela, passando de um aplicativo para outro. Ele observa rapidamente as notificações. Coloca o celular de volta na mochila após alguns segundos, movendo a alça da mochila para um lado antes de acomodá-la no banco. Ele volta seu olhar para o ambiente, observando os outros clientes e, ocasionalmente, movendo os olhos de volta ao barman que está agora conversando com outros clientes. Ele pega a cerveja novamente, tomando um gole maior dessa vez, e segura o copo com mais firmeza, antes de apoiá-lo na mesa enquanto olha para os outros ao redor. Ele observa uma mesa próxima, onde duas pessoas estão conversando. O homem não olha diretamente para eles, mas mantém a atenção em seus movimentos, observando o movimento das mãos e gestos das pessoas. O barman, por sua vez, se aproxima e pergunta se o homem gostaria de mais alguma coisa. O homem faz um gesto com a mão direita, indicando que não. Ele gesticula levemente para o copo vazio, dizendo: "Isso é tudo por enquanto." O barman, sem dizer nada em resposta, acena com a cabeça e se afasta para continuar atendendo outras pessoas. O homem se recosta ligeiramente na cadeira, ajustando a postura. Seus braços estão soltos ao lado do corpo, e ele observa mais uma vez a movimentação no bar. Ele observa as pessoas no balcão conversando com o barman, prestando atenção. Ele faz uma pequena pausa e, com a mão esquerda, pega novamente o celular. Ele começa a digitar rapidamente, deslizando os dedos pela tela com mais velocidade agora. Seus dedos tocam as teclas com um movimento rápido. A conversa do lado de fora do balcão chama sua atenção por breves momentos, mas ele logo volta os olhos para a tela do celular. Ele responde a uma mensagem, desliza para um outro aplicativo, e então coloca o celular de volta na mochila. Dessa vez, ele fica com as mãos sobre a mesa novamente, balançando ligeiramente as pernas enquanto observa os clientes mais distantes. Ele não se aproxima de ninguém, nem tenta iniciar uma conversa. A música ambiente continua tocando, e o som de talheres e copos batendo se mistura com as conversas no bar. O homem, agora com o copo vazio, coloca a mão sobre ele, ajeitando o copo de forma que ele fique equilibrado no centro da mesa. Ele observa o movimento da espuma da cerveja, que diminui à medida que o tempo passa, e depois observa o barman enquanto ele limpa o balcão. Ele decide se levantar após alguns minutos. Ele ajusta a mochila nas costas e começa a andar em direção ao balcão. Ele observa o barman novamente, faz um pequeno aceno com a cabeça, e paga pela bebida com um cartão de crédito. O barman confirma o pagamento e entrega o recibo, que o homem pega entre os dedos. Ele não diz nada, apenas coloca o recibo na carteira e a guarda de volta na mochila. Antes de sair, o homem para um momento à porta do bar. Ele olha para dentro uma última vez, e então se vira, ajeita a mochila e se dirige para a saída. O bar permanece em seu ritmo habitual, com os clientes continuando suas conversas e o barman atendendo os pedidos que continuam a surgir. A luz suave da noite ilumina a rua, e o som do bar se torna um eco distante enquanto o homem se afasta. A porta se fecha atrás dele, e o fluxo de pessoas continua no interior do bar, enquanto o ambiente segue seu curso.