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Psicologia do Cotidiano - 2025 
Registro de Observação 
 
Nome: Luana Mender Penhavel 
RA: T102340 
 
Data: 16/03/2025 
Horário de Início: 08h | Horário de Término: 08:30h | Duração: 30min 
 
Local de Observação: Padaria Bella Paulista 
 
Registro de Observação: 
 
 A padaria ocupa um espaço amplo com prateleiras distribuídas em fileiras, 
abastecidas com pães embalados, bolos cortados em porções e bandejas de 
biscoitos empilhadas em colunas uniformes. O chão é revestido por ladrilhos 
retangulares claros, refletindo a luz das luminárias fixadas no teto em intervalos 
regulares. O balcão de atendimento se estende por uma lateral do espaço, protegido 
por uma vitrine de vidro que separa os funcionários dos clientes. Atrás do balcão, há 
uma máquina de café expresso, uma prateleira com pães frescos e um painel digital 
exibindo o cardápio com descrições e preços. O cheiro de pão recém-assado se 
espalha pelo ambiente. Algumas mesas redondas, acompanhadas por cadeiras 
metálicas, ocupam o centro do salão. Próximo à entrada, clientes movimentam-se 
entre as gôndolas, pegando produtos e observando as opções disponíveis. 
 O homem entra na padaria segurando um pequeno conjunto de chaves na 
mão direita. Ele veste calça jeans, camisa social de mangas dobradas até os 
cotovelos e sapatos escuros. Seus passos são firmes, e ele olha ao redor antes de 
caminhar em direção ao balcão. Ao se aproximar, ele retira o celular do bolso e 
desliza o polegar sobre a tela algumas vezes antes de guardá-lo novamente. Leva a 
mão ao queixo e desliza os dedos curtos sobre a mandíbula. Olha para a vitrine de 
vidro e mantém o olhar fixo sobre os produtos expostos. 
 Quando chega sua vez, a atendente se aproxima. "Bom dia, o que vai 
querer?" Ele move a cabeça levemente para trás e aponta para um dos itens atrás 
do vidro. "Um pão na chapa e um café. Preto." 
 A funcionária digita o pedido na tela do caixa, gira o corpo na direção da 
máquina de café e posiciona um copo descartável sob o dispensador. Enquanto 
aguarda, o homem desliza os dedos sobre o balcão de vidro e observa um cliente 
que passa ao lado, carregando uma bandeja com um prato e uma xícara. A 
funcionária retorna, colocando o café e um prato pequeno sobre o balcão. 
"Algo mais?" 
 Ele leva a mão ao bolso e retira uma nota. "Só isso." 
 A atendente recebe o pagamento e entrega o troco. Ele recolhe as moedas e 
as desliza para dentro do bolso. Com uma das mãos, segura o copo de café; com a 
outra, pega o prato pequeno. Ele se afasta do balcão e caminha em direção a uma 
mesa próxima à parede. Posiciona os itens sobre a superfície e puxa a cadeira para 
se sentar. Acomoda-se e ajusta a dobra da manga da camisa sobre o antebraço. 
Segura o copo de café com uma das mãos e gira a borda sobre a superfície da 
mesa. Observa o ambiente por alguns instantes. Pega o pão na chapa com os 
dedos e leva um pedaço à boca. Mastiga lentamente enquanto mantém o olhar na 
direção da vitrine, onde outros clientes fazem pedidos. Entre uma mordida e outra, 
inclina-se ligeiramente para frente, apoiando os cotovelos na mesa. 
 Dois homens entram na padaria e param próximos à fila. O homem os 
observa por um instante, então leva a mão ao bolso novamente, retira o celular e 
toca na tela algumas vezes. Alterna o olhar entre o aparelho e a xícara de café à sua 
frente. Segura o copo e bebe um gole, mantendo o celular na outra mão. Após 
alguns segundos, coloca o aparelho sobre a mesa e desliza o dedo pelo tampo de 
madeira. Uma mulher passa perto da mesa dele, segurando um saco de pães. Ele 
levanta a cabeça e acompanha o movimento da mulher por um breve momento 
antes de retornar o olhar para a mesa. Encosta as costas na cadeira e cruza um dos 
pés sobre o outro. Bebe mais um gole de café e gira levemente o copo entre os 
dedos. Ele termina o pão e limpa os dedos em um guardanapo. Pega o celular e 
desliza o dedo pela tela. Ajusta a postura e cruza os braços sobre a mesa. Olha para 
a entrada da padaria e depois para o balcão. Passa a mão sobre a mesa, recolhe o 
copo vazio e o prato e se levanta. Caminha até a lixeira, descarta o guardanapo e 
coloca o copo e o prato sobre a bandeja de devolução. 
 Ao sair da padaria, ele ajeita a camisa sobre a calça e pega as chaves no 
bolso. Passa os dedos sobre a borda metálica das chaves enquanto caminha para 
fora, misturando-se entre os outros clientes que circulam pelo local. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Psicologia do Cotidiano - 2025 
Registro de Observação 
 
Nome: Luana Mender Penhavel 
RA: T102340 
 
Data: 17/03/2025 
Horário de Início: 09h | Horário de Término: 10h | Duração: 1h 
 
Local de Observação: Santillos Emporium Café 
 
Registro de Observação: 
 
 A cafeteria ocupa um espaço amplo, com paredes de vidro que 
permitem a entrada de luz natural. No interior, há diversas mesas de madeira 
distribuídas em fileiras organizadas, algumas próximas às janelas e outras 
posicionadas mais ao centro do salão. As cadeiras são estofadas e possuem 
encostos altos. O balcão de atendimento está localizado no fundo do ambiente, com 
uma vitrine de vidro exibindo diferentes tipos de pães, bolos e doces. Acima do 
balcão, um painel digital exibe os itens do cardápio com descrições e preços. 
Algumas pessoas estão em fila aguardando para fazer seus pedidos, enquanto 
outras se sentam nas mesas, conversando ou utilizando seus celulares. 
 O adolescente entra na cafeteria segurando uma mochila nas costas e um 
livro na mão direita. Ele usa uma calça jeans e uma camisa de manga longa 
levemente dobrada nos pulsos. Seu cabelo está um pouco bagunçado. Ele caminha 
em direção ao balcão, observando rapidamente as opções da vitrine antes de se 
posicionar na fila. Ele passa a mão livre pelo cabelo, ajeitando algumas mechas para 
trás. Com um pequeno movimento dos ombros, ajusta a alça da mochila para uma 
posição mais confortável. 
 Quando chega sua vez, uma funcionária o recebe com um leve aceno de 
cabeça. "Bom dia! O que vai querer hoje?" 
 Ele inclina levemente o tronco para frente e examina mais uma vez a vitrine, 
movendo os olhos entre os produtos expostos. Em seguida, olha rapidamente para o 
painel digital acima do balcão antes de responder. 
 "Um cappuccino grande e um croissant de queijo." 
 A funcionária digita o pedido na tela do caixa e pergunta: "Vai querer mais 
alguma coisa?" 
 Ele balança a cabeça levemente. "Não, só isso mesmo." 
 Ele retira a carteira do bolso e pega uma nota, que entrega à funcionária. 
Enquanto aguarda o troco, tamborila os dedos na lateral da perna. Depois de pegar 
o dinheiro e o recibo, ele se afasta um pouco do balcão e aguarda o preparo do 
pedido. Seus olhos percorrem o ambiente enquanto ele muda o peso do corpo de 
um pé para o outro. Poucos minutos depois, outra funcionária coloca um copo 
descartável de cappuccino sobre o balcão, junto ao prato com o croissant. O 
adolescente se aproxima, segura o copo com uma das mãos e apoia o prato na 
outra. Ele se vira e caminha em direção a uma mesa próxima à janela. Ao chegar, 
puxa uma cadeira e coloca o prato e o copo sobre a superfície. Em seguida, tira a 
mochila das costas e a apoia no chão, ao lado da cadeira. Ele se senta e abre o livro 
que carregava, folheando algumas páginas antes de parar em um ponto específico. 
Com a mão esquerda, segura o livro aberto enquanto leva a outra mão ao copo de 
cappuccino. Ele sopra levemente o líquido quente antes de dar um pequeno gole. 
Depois de colocar o copo sobre a mesa, pega o croissant e parte um pedaço, 
levando à boca enquanto seus olhos percorrem as linhas do livro. 
 A movimentação ao redor da cafeteria continua. Uma criança passa correndo 
ao lado de sua mesa, fazendo com que ele levante rapidamente os olhos por um 
instante. Logo em seguida, retorna sua atenção ao livro. Ele ajeita a postura na 
cadeira, cruzando um dos pés sob a perna oposta. Em certo momento, ele franze 
levemente a testa e pega um marca-texto dentro da mochila. Ele sublinha algumas 
palavrasno livro, fazendo pequenas anotações na borda da página. Depois de 
alguns segundos, coloca o marca-texto sobre a mesa e pega o cappuccino 
novamente, girando o copo entre os dedos antes de tomar outro gole. 
 Seu celular vibra sobre a mesa. Ele estende a mão e desliza o dedo pela tela, 
desbloqueando o aparelho. Lê uma mensagem rapidamente e digita uma resposta 
curta antes de voltar a apoiar o celular sobre a mesa, com a tela virada para baixo. 
Ele retorna ao livro, alternando a leitura com pequenos pedaços do croissant e goles 
do cappuccino. Em determinados momentos, ele estala os dedos de uma das mãos, 
mantendo a outra apoiada na mesa. Eventualmente, ele se inclina para frente e 
apoia um dos cotovelos na borda da mesa, segurando o queixo com a mão 
enquanto continua a leitura. 
 Próximo ao fim do cappuccino, ele inclina o copo ligeiramente para verificar o 
líquido restante. Ele termina o croissant e limpa as mãos em um guardanapo. Depois 
de beber os últimos goles do cappuccino, empurra o copo vazio para o canto da 
mesa. Ele confere o horário no celular e suspira levemente. Fecha o livro e o coloca 
dentro da mochila, seguido pelo marca-texto. Puxa o zíper da mochila e a coloca 
sobre um dos ombros. Segura o copo vazio e o prato e se levanta da cadeira. 
Caminha até a área de descarte, onde coloca os itens usados na lixeira. 
 Antes de sair, passa as mãos pelos bolsos da calça. Ele caminha até a porta 
da cafeteria e empurra o vidro para sair. Ao atravessar a entrada, puxa o celular do 
bolso e toca algumas vezes na tela enquanto se afasta pela rua. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Psicologia do Cotidiano - 2025 
Registro de Observação 
 
Nome: Luana Mender Penhavel 
RA: T102340 
 
Data: 19/03/2025 
Horário de Início: 14h | Horário de Término: 15h | Duração: 1h 
 
Local de Observação: Parque Villa-Lobos 
 
Registro de Observação: 
 
 O parque, amplo e arborizado, se estende à medida que o sol da tarde 
ilumina as folhas das árvores, criando um jogo de luz e sombra no chão de areia e 
folhas secas espalhadas pelo local. O aroma fresco de terra misturado com o cheiro 
de grama cortada é perceptível no ar, e o som das folhas sendo movidas pelo vento 
se mistura com o riso das crianças e os murmúrios de conversas distantes. A área é 
marcada por caminhos irregulares de pedras que levam aos vários pontos do 
parque, entre árvores com troncos largos e copas densas. Em alguns lugares, as 
sombras das árvores se tornam mais densas, criando pequenos refúgios de frescor. 
As pessoas caminham lentamente, algumas param para descansar nos bancos de 
madeira espalhados pela área, enquanto outras observam as atividades dos filhos. 
 Em um dos pontos centrais, próximo ao parquinho infantil, um grupo de 
crianças brinca alegremente. Entre elas, uma menina de cerca de seis anos. Ela 
está vestindo um macacão jeans curto, uma camiseta branca com pequenos 
desenhos coloridos e tênis vermelhos. Seus cabelos estão presos em dois rabos de 
cavalo que balançam com o movimento rápido de sua cabeça enquanto ela corre. A 
criança corre em direção ao escorregador de plástico vermelho. Ela sobe os degraus 
laterais, puxando os pés para frente enquanto segura as laterais de plástico. A cada 
passo, seus dedos se fecham com mais força ao redor das bordas, e ela levanta os 
joelhos. Quando chega ao topo, ela olha rapidamente para baixo, depois para a 
mãe, que está mais atrás, sentada em um banco próximo ao parquinho. A mãe a 
observa atentamente, descansando em seu banco de madeira com a bolsa de 
ombro posicionada ao lado. 
 A criança então flexiona os joelhos, prepara-se para o deslizamento, e desce 
rapidamente. Ela solta uma risada curta enquanto chega ao final do escorregador, 
batendo palmas. Ela se levanta imediatamente, e corre novamente para o ponto de 
início do brinquedo, demonstrando seu entusiasmo. "Desce do jeito certo, minha 
filha," diz a mãe, que observava a brincadeira. Sua voz é suave, mas firme. A 
criança a escuta, parando por um momento no topo do escorregador e dando uma 
breve risada. Sobe novamente os degraus, mais devagar desta vez, com as mãos 
apertadas nas laterais, e ao alcançar o topo, repete o movimento de descer. Quando 
chega ao final, ela sorri para a mãe, que balança a cabeça em aprovação. 
 "Agora sim!" a mãe diz, e a criança corre para o lado oposto, em direção aos 
balanços. No lado dos balanços, algumas outras crianças já estão brincando, se 
balançando para frente e para trás. A criança, com passos rápidos, aproxima-se e 
segura as correntes metálicas com ambas as mãos. Ela tenta subir no banco de 
balanço, movimentando o corpo para frente e para trás até conseguir se posicionar. 
Seus pés, por um momento, não tocam o chão, e ela balança o corpo para ganhar 
mais impulso. O balanço se move levemente, e ela começa a balançar mais rápido, 
tentando aumentar a altura. A criança olha para a mãe, que continua sentada no 
banco, assistindo atentamente. 
 "Mãe, empurra?" pergunta a criança. 
 A mãe se levanta do banco e caminha até o balanço. Ela coloca as mãos nas 
costas do banco, fazendo movimentos ritmados para empurrar a criança. A cada 
movimento, o balanço sobe mais alto, e a risada da criança se torna mais intensa à 
medida que os pés se afastam do chão. "Mais forte, mãe!" a criança diz, com um 
sorriso largo no rosto. A mãe empurra mais uma vez, com um pouco mais de força, e 
o balanço sobe mais alto, fazendo a criança rir ainda mais. Os pés da menina se 
afastam cada vez mais do chão, e ela balança os pés com mais energia. Em um 
momento, ela olha para trás e percebe que o movimento está diminuindo. 
 "Já posso descer, mãe?" ela pergunta, já se preparando para sair do balanço. 
A mãe segura o banco até que ele pare completamente e, com um movimento, 
ajuda a filha a descer. A criança se afasta rapidamente e corre até o trepa-trepa, 
onde outras crianças estão brincando. 
 Ao chegar ao trepa-trepa, ela observa as outras crianças subindo e descendo 
com agilidade. Ela começa a subir, segurando as barras de metal com as duas 
mãos. Seus pés se movem para alcançar os degraus mais altos, e ela faz uma 
pequena pausa no topo, olhando para o lado oposto do parquinho. Depois de uma 
breve observação, ela começa a descer pelo lado contrário, mantendo o corpo 
inclinado para alcançar mais rapidez. Ela desce com agilidade, evitando os degraus 
mais baixos, e ao chegar ao chão, corre novamente para o bebedouro. 
 Ela aperta o botão de metal do bebedouro com as duas mãos e se inclina 
para beber a água que jorra. Parte da água escorre pelo queixo, mas ela limpa 
rapidamente com o dorso da mão. Ela então olha em volta, observa o movimento de 
outras crianças correndo e, depois de beber a água, retorna rapidamente para a 
mãe, com as mãos ainda um pouco molhadas. "Mãe, posso brincar mais um 
pouco?" ela pergunta enquanto se aproxima. 
 A mãe, sem interromper sua observação, pega um pacote de biscoitos de sua 
bolsa e abre com calma. Ela tira um biscoito e o oferece para a filha. A criança pega 
o biscoito com as duas mãos e começa a mordê-lo lentamente, dando pequenas 
mordidas enquanto balança os pés, suspensos no ar. A mãe observa o ambiente ao 
redor. Após alguns minutos, a criança termina de comer o biscoito e imediatamente 
se levanta, deixando a embalagem vazia ao lado da mãe. Ela olha em volta, percebe 
que algumas crianças estão brincando de pega-pega e decide se juntar a elas. Ela 
corre em direção ao grupo, sorrindo enquanto se aproxima. 
 Os minutos seguintes são uma mistura de brincadeiras: a criança sobe e 
desce o escorregador diversas vezes, se junta a outras crianças no trepa-trepa e 
corre ao redor do parquinho, com seus passos rápidos. Sempre que se aproxima da 
mãe, ela a chama e a mãe responde com palavras curtas de incentivo, fazendo 
movimentos com a mão, pedindo para que ela tenha mais cuidado. O sol começa a 
se mover mais lentamente no céu, projetando sombras longas e definidas no chão, e 
as atividades no parque continuam sem interrupções, até que otempo da 
observação chega ao fim. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Psicologia do Cotidiano - 2025 
Registro de Observação 
 
Nome: Luana Mender Penhavel 
RA: T102340 
 
Data: 21/03/2025 
Horário de Início: 13h | Horário de Término: 14h | Duração: 1h 
 
Local de Observação: Praça de Alimentação do Shopping Pátio Paulista 
 
Registro de Observação: 
 
 A praça de alimentação está localizada no centro de um grande shopping, 
rodeada por lojas e quiosques de diversos tipos. O som constante de conversas e 
risadas se mistura ao ruído de pratos e talheres sendo manuseados. As mesas são 
dispostas de forma a permitir que os clientes comam em grupos ou individualmente, 
com cadeiras espalhadas de maneira organizada. Algumas mesas estão ocupadas 
por pessoas que falam entre si, outras estão vazias, esperando por novos 
ocupantes. O ambiente é bem iluminado, com luzes fluorescentes que fornecem 
uma iluminação uniforme, refletindo-se nas superfícies de vidro das vitrines das lojas 
próximas. 
 Duas meninas, com cerca de 20 anos, entram na praça de alimentação. A 
primeira, com cabelo preso em um rabo de cavalo, está usando uma camiseta de 
manga curta e um short. A segunda, com cabelo solto e preso por uma tiara, veste 
uma blusa leve e uma saia. Ambas estão carregando mochilas nas costas, e seu 
andar é descontraído enquanto observam o movimento ao redor. Elas caminham 
pelo espaço em busca de uma mesa. A menina de cabelo preso aponta para uma 
mesa próxima a uma entrada e diz algo para a amiga, que rapidamente concorda 
com a escolha. A primeira menina puxa a cadeira de forma suave e se senta, 
enquanto a outra senta ao lado dela. Ambas ajeitam suas mochilas no chão ao lado 
e começam a observar os menus exibidos nas telas dos balcões de comida. 
 A amiga de cabelo preso pega o celular da bolsa e começa a navegar nas 
opções do cardápio. Ela desliza o dedo pela tela enquanto fala com a amiga ao lado, 
gesticulando com as mãos para enfatizar o que diz. A menina de cabelo solto 
observa atentamente, balançando as pernas de forma leve, e ao mesmo tempo, 
observa as opções de comida, apontando para alguns itens na tela com um dedo, e 
dizendo: "Você acha que isso vai ser bom?" A menina de cabelo preso olha para ela, 
ainda com os olhos focados na tela do celular, e responde com um simples "acho 
que sim." 
 Após alguns momentos, ambas decidem ir até o balcão para fazer o pedido. 
Elas se levantam e caminham na direção do balcão de um restaurante fast food 
próximo. Enquanto caminham, a amiga de cabelo preso ajusta a alça da mochila nas 
costas e observa a movimentação ao redor. Algumas pessoas estão conversando, 
outras mexendo em seus celulares, e algumas crianças correm entre as mesas. Ao 
chegar ao balcão, ambas olham o menu à frente antes de fazerem os pedidos. A 
menina de cabelo preso pega sua carteira na mochila, enquanto a menina de cabelo 
solto, com uma mão na cintura, observa a comida sendo preparada. Elas trocam 
algumas palavras durante o processo, fazendo comentários sobre o cardápio e 
discutindo as opções. 
 Quando o atendente entrega as bandejas com as refeições, as meninas 
agradecem em uníssono e retornam à mesa, dividindo a tarefa de carregar as 
bandejas. Elas colocam as bandejas sobre a mesa, e a menina de cabelo preso 
ajusta a posição de sua cadeira antes de sentar. A menina de cabelo solto, ao 
sentar, solta a mochila do ombro e a coloca no chão ao lado da cadeira. Elas 
começam a comer, com a menina de cabelo preso pegando um garfo e levando uma 
porção à boca. A menina de cabelo solto, por sua vez, pega um pedaço de pão e o 
parte com as mãos antes de colocar na boca. Durante a refeição, elas continuam 
conversando, com a menina de cabelo preso comentando sobre o trabalho, 
enquanto a menina de cabelo solto fala sobre um evento que vai acontecer na 
próxima semana. Seus gestos são amplos, com a menina de cabelo preso movendo 
a mão ao falar, enquanto a menina de cabelo solto faz pequenos gestos com as 
mãos quando deseja enfatizar algo. 
 A menina de cabelo solto interrompe momentaneamente a conversa para 
pegar seu celular, que estava em cima da mesa, e começa a digitar uma mensagem. 
A menina de cabelo preso observa, inclinando a cabeça para o lado. Enquanto 
digita, movimenta os dedos rapidamente, e, por vezes, olha para a tela, fazendo 
pequenos movimentos de cabeça. Ela então levanta os olhos da tela e diz: 
"Ah, ele respondeu!" 
 A menina de cabelo preso sorri, dá um gole em sua bebida e volta a olhar 
para o prato, ainda com a garfada na mão. As duas voltam a conversar sobre outros 
assuntos enquanto continuam comendo. A menina de cabelo solto levanta os pés, 
balança-os suavemente enquanto escuta a amiga falar, e de vez em quando olha ao 
redor, observando outras pessoas que passam pelas mesas ou que estão sentadas 
mais longe. Em um momento, a menina de cabelo preso se levanta para ir até o 
bebedouro, deixando a amiga com o celular na mesa. Ela retorna pouco depois com 
uma garrafa de água e coloca na mesa. A menina de cabelo solto pega a garrafa, dá 
um gole e coloca de volta. Elas continuam a comer, fazendo pausas curtas entre um 
pedaço de comida e outro. A conversa continua fluindo naturalmente, com ambas 
fazendo pequenas observações sobre o que está acontecendo ao redor. 
 Após algum tempo, ambas terminam de comer. A menina de cabelo preso 
começa a juntar os restos da comida e pega o guardanapo de papel para limpar a 
boca. Ela balança a cabeça levemente e pega a garrafa de água. A menina de 
cabelo solto, por sua vez, começa a organizar a mesa, empurrando os talheres para 
o centro da bandeja. Ela observa as pessoas ao redor e solta uma pequena risada, 
dizendo algo sobre uma criança que corre pelo corredor. A menina de cabelo preso 
olha rapidamente e sorri, mas não faz nenhum comentário, voltando a focar em sua 
própria refeição. 
 Elas começam a arrumar suas coisas, colocando as bandejas e garrafas 
vazias na área designada para descarte de lixo. A menina de cabelo preso coloca a 
mochila nas costas e ajusta as alças antes de se virar para a amiga. A menina de 
cabelo solto, que ainda está organizando sua mochila, coloca a garrafa vazia sobre 
a bandeja e começa a caminhar para o local de descarte também. Quando ambas 
terminam de descartar as bandejas, elas caminham em direção à saída da praça de 
alimentação, falando sobre o que pretendem fazer em seguida. Elas param em 
frente a uma loja de roupas, olhando as vitrines. A menina de cabelo preso aponta 
para uma peça de roupa e faz um comentário sobre ela, enquanto a menina de 
cabelo solto observa a peça e diz algo sobre a cor. Ambas caminham pela praça de 
alimentação, passando por várias lojas, ainda trocando palavras sobre a roupa e 
outros planos para o restante do dia. 
 Elas continuam conversando até saírem da praça de alimentação. A menina 
de cabelo preso olha para o celular novamente. A menina de cabelo solto, enquanto 
caminha ao seu lado, balança a cabeça e faz um gesto com a mão. Ambas 
continuam a andar pelo shopping, enquanto o som da praça de alimentação vai se 
apagando à medida que se afastam do local. O movimento da praça de alimentação 
permanece constante, com pessoas entrando e saindo, algumas sentadas nas 
mesas, outras em movimento. A iluminação continua clara, enquanto o ambiente 
segue movimentado, preenchido pelo som das conversas e da movimentação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Psicologia do Cotidiano - 2025 
Registro de Observação 
 
Nome: Luana Mender Penhavel 
RA: T102340 
 
Data: 22/03/2025 
Horário de Início: 21h | Horário de Término: 21:30h | Duração: 30min 
 
Local de Observação: Riviera Bar 
 
Registro de Observação: 
 
 O bar mantém um fluxo contínuo de pessoas, algumas em grupos 
pequenos, outras sozinhas, conversando e consumindo seus drinques. O ambiente 
é ligeiramente abafado, com a luz amarelada pendente sobre o balcão e as mesas. 
O som da música é contínuo, vindode alto-falantes discretamente posicionados no 
teto. A mistura do som das conversas e o tilintar de copos envolvem o ambiente. 
 O homem chega por volta das 21h30, vestido com uma camisa de botão azul 
claro e calças escuras. Ele observa o interior do bar rapidamente antes de caminhar 
até o balcão, onde há algumas cadeiras vazias. Seus passos são firmes, mas não 
apressados. Ele carrega uma mochila preta nas costas, que balança suavemente 
enquanto ele caminha até a cadeira mais próxima ao balcão. Após chegar à sua 
mesa, ele se senta com a mochila ainda nas costas, fazendo uma leve pressão com 
as mãos nas alças para acomodá-la, mas não a retira de imediato. 
 Sentando-se, ele deixa suas mãos sobre a mesa de madeira escura, os 
dedos entrelaçados por um momento. Ele observa os outros clientes ao redor com 
atenção, seu olhar deslizando das pessoas nas mesas até o barman que está 
organizando as garrafas na prateleira atrás do balcão. Ele observa o barman por um 
tempo, como se estivesse esperando por algo. O barman, percebendo a sua 
presença, se aproxima e pergunta o que o homem gostaria de beber. O homem, 
ainda com as mãos sobre a mesa, responde: "Uma cerveja, por favor." Ele não muda 
a postura, apenas mantém as mãos imóveis enquanto observa o barman pegar a 
garrafa e preparar a bebida. O barulho do abridor de garrafa e o som da cerveja 
sendo despejada no copo ecoam por um momento. O homem levanta os olhos para 
o barman, esperando que ele termine de servir. 
 Após o barman colocar a cerveja diante dele, o homem faz um pequeno 
movimento com a cabeça em direção ao copo, como um sinal de agradecimento. Ele 
então segura o copo com a mão direita, com a garrafa ainda sobre a mesa. Ele gira 
o copo em sua mão enquanto olha para a cerveja. Ele toma o primeiro gole devagar, 
levando o copo à boca e, ao terminar, coloca-o de volta na mesa com um som 
suave, mantendo a atenção na bebida. Em seguida, o homem começa a mexer na 
sua mochila, tirando o celular e colocando-o na mesa. A tela do celular brilha 
brevemente enquanto ele desliza o dedo pela tela, passando de um aplicativo para 
outro. Ele observa rapidamente as notificações. Coloca o celular de volta na mochila 
após alguns segundos, movendo a alça da mochila para um lado antes de 
acomodá-la no banco. Ele volta seu olhar para o ambiente, observando os outros 
clientes e, ocasionalmente, movendo os olhos de volta ao barman que está agora 
conversando com outros clientes. 
 Ele pega a cerveja novamente, tomando um gole maior dessa vez, e segura o 
copo com mais firmeza, antes de apoiá-lo na mesa enquanto olha para os outros ao 
redor. Ele observa uma mesa próxima, onde duas pessoas estão conversando. O 
homem não olha diretamente para eles, mas mantém a atenção em seus 
movimentos, observando o movimento das mãos e gestos das pessoas. 
 O barman, por sua vez, se aproxima e pergunta se o homem gostaria de mais 
alguma coisa. O homem faz um gesto com a mão direita, indicando que não. Ele 
gesticula levemente para o copo vazio, dizendo: "Isso é tudo por enquanto." O 
barman, sem dizer nada em resposta, acena com a cabeça e se afasta para 
continuar atendendo outras pessoas. O homem se recosta ligeiramente na cadeira, 
ajustando a postura. Seus braços estão soltos ao lado do corpo, e ele observa mais 
uma vez a movimentação no bar. Ele observa as pessoas no balcão conversando 
com o barman, prestando atenção. Ele faz uma pequena pausa e, com a mão 
esquerda, pega novamente o celular. Ele começa a digitar rapidamente, deslizando 
os dedos pela tela com mais velocidade agora. Seus dedos tocam as teclas com um 
movimento rápido. 
 A conversa do lado de fora do balcão chama sua atenção por breves 
momentos, mas ele logo volta os olhos para a tela do celular. Ele responde a uma 
mensagem, desliza para um outro aplicativo, e então coloca o celular de volta na 
mochila. Dessa vez, ele fica com as mãos sobre a mesa novamente, balançando 
ligeiramente as pernas enquanto observa os clientes mais distantes. Ele não se 
aproxima de ninguém, nem tenta iniciar uma conversa. A música ambiente continua 
tocando, e o som de talheres e copos batendo se mistura com as conversas no bar. 
O homem, agora com o copo vazio, coloca a mão sobre ele, ajeitando o copo de 
forma que ele fique equilibrado no centro da mesa. Ele observa o movimento da 
espuma da cerveja, que diminui à medida que o tempo passa, e depois observa o 
barman enquanto ele limpa o balcão. 
 Ele decide se levantar após alguns minutos. Ele ajusta a mochila nas costas e 
começa a andar em direção ao balcão. Ele observa o barman novamente, faz um 
pequeno aceno com a cabeça, e paga pela bebida com um cartão de crédito. O 
barman confirma o pagamento e entrega o recibo, que o homem pega entre os 
dedos. Ele não diz nada, apenas coloca o recibo na carteira e a guarda de volta na 
mochila. Antes de sair, o homem para um momento à porta do bar. Ele olha para 
dentro uma última vez, e então se vira, ajeita a mochila e se dirige para a saída. O 
bar permanece em seu ritmo habitual, com os clientes continuando suas conversas 
e o barman atendendo os pedidos que continuam a surgir. 
 A luz suave da noite ilumina a rua, e o som do bar se torna um eco distante 
enquanto o homem se afasta. A porta se fecha atrás dele, e o fluxo de pessoas 
continua no interior do bar, enquanto o ambiente segue seu curso.

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