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UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU 
CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PABLO ALMEIDA MEDEIROS 
 
 
 
 
 
 
 
 
EMPRESA QUALITY CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATAL 
2025 
 
 
PABLO ALMEIDA MEDEIROS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EMPRESA QUALITY CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA 
 
UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU 
 
 
 
Relatório apresentado ao Curso de 
Graduação de Engenharia Civil da 
Universidade Maurício de Nassau do estado 
de Rio Grande do Norte, como requisito para 
obtenção de nota da disciplina Estágio 
Supervisionado III, sob orientação do 
Professor André Marques Cavalcanti Filho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATAL 
2025 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO 
 
Identificação da Empresa 
 
• Nome: Quality Construções e Serviços Limitada 
• CNPJ: 31.486.961/0001-81 
• Bairro: Candelária 
• CEP: 59064-440 
• Endereço: Rua Militão Chaves, 1819 
• Cidade: Natal 
• Telefone: (84) 99819-6456 
• Área na empresa onde foi realizado o estágio: Engenharia 
• Data de início: 20 de Janeiro de 2025 
• Data de término: 20 de Fevereiro de 2025 
• Duração em horas: 80 HORAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................05 
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.............................................................................07 
2.1 ESCORAMENTO, CIMBRAMENTO E REESCORAMENTO...............................07 
2.2 LAJES...................................................................................................................09 
2.3 CUBETAS.............................................................................................................09 
2.4 PROTENSÃO.......................................................................................................10 
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS...........................................................................11 
3.1 FISCALIZAÇÃO DO ESCORAMENTO................................................................11 
3.2 VERIFICAÇÃO DAS ARMADURAS.....................................................................12 
3.3 INSTALAÇÃO E TENSIONAMENTO DAS CORDOALHAS DE 
PRONTESÃO.............................................................................................................12 
3.4 CONTROLE DE QUALIDADE E CONCRETAGEM.............................................13 
3.5 RELATÓRIOS TÉCNICOS E REGISTROS FOTOGRÁFICOS............................14 
4. CONCLUSÃO........................................................................................................16 
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................................................................17 
APÊNDICES...............................................................................................................18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
O presente relatório tem como objetivo descrever as atividades realizadas 
durante o Estágio Supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços LTDA. 
A empresa foi contratada pela Liga Norte Riograndense Contra o Câncer para 
fiscalizar a execução de laje com cubeta e capitéis com protensão na edificação do 
novo Hospital de Pediatria Oncológica em Natal-RN. A construção contará com seis 
pavimentos, 40 leitos de enfermaria e 10 leitos de UTI, sendo uma obra de grande 
relevância para a região, pois proporcionará um avanço significativo na infraestrutura 
de atendimento a crianças em tratamento oncológico. 
A escolha do sistema estrutural com lajes nervuradas e protensão se deve à 
necessidade de garantir maior eficiência estrutural e otimização dos materiais 
empregados na obra. A utilização desse tipo de laje permite vãos mais amplos, 
reduzindo a quantidade de pilares e aumentando a flexibilidade dos espaços internos 
do hospital. Além disso, a aplicação da protensão contribui para minimizar fissuras e 
deformações ao longo do tempo, garantindo maior durabilidade e segurança à 
edificação. 
Durante o estágio, foi possível acompanhar e fiscalizar a execução de diversos 
processos estruturais, com ênfase na protensão e no escoramento. As atividades 
envolveram a conferência de escoramentos, verificação de bitolas e distribuição de 
armadura, espaçadores e cordoalhas de protensão, garantindo conformidade com as 
normas técnicas vigentes, como a NBR 6118:2014, que estabelece diretrizes para o 
projeto e execução de estruturas de concreto. 
Além do acompanhamento prático, o estágio permitiu um aprofundamento 
teórico sobre os conceitos e aplicações da protensão em estruturas de concreto, bem 
como sua importância na engenharia civil moderna. A experiência possibilitou a 
compreensão das etapas envolvidas na execução desse sistema e a relevância do 
controle de qualidade para assegurar a segurança e desempenho das estruturas. 
O relatório está estruturado em cinco seções principais: introdução, 
fundamentação teórica, atividades desenvolvidas, conclusão e referências 
bibliográficas. A fundamentação teórica apresenta conceitos sobre lajes, cubetas e 
protensão, além das normas aplicáveis ao tema. As atividades desenvolvidas 
detalham a prática acompanhada no canteiro de obras, relacionando-a com os 
 
conceitos teóricos abordados. Por fim, a conclusão apresenta uma reflexão sobre a 
experiência adquirida e a importância do estágio para a formação profissional na área 
de engenharia civil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
2.1 ESCORAMENTO, CIMBRAMENTO E REESCORAMENTO 
 
O escoramento, cimbramento e reescoramento são elementos essenciais para 
garantir a segurança e estabilidade da estrutura durante a fase de execução das lajes 
e outros elementos de concreto armado. 
O escoramento consiste na montagem de apoios temporários que sustentam a 
estrutura até que o concreto atinja resistência suficiente para suportar as cargas 
aplicadas. Segundo a norma NBR 15696:2023, o escoramento deve ser projetado 
para garantir resistência, rigidez e estabilidade durante todas as fases da concretagem. 
Os materiais mais comuns utilizados para escoramento são: 
 
• Escoras metálicas ajustáveis; 
• Perfis de madeira; 
• Torres de carga; 
• Travamentos e contraventamentos para aumentar a rigidez. 
 
O cimbramento, por sua vez, envolve o uso de fôrmas e suportes temporários 
para moldar os elementos estruturais. No caso de lajes nervuradas com cubetas, o 
cimbramento é responsável por manter as cubetas alinhadas e garantir que as 
nervuras sejam corretamente concretadas. 
O reescoramento é uma etapa crítica na execução de estruturas de concreto e 
consiste na recolocação de apoios temporários após a retirada do escoramento inicial. 
Esse processo visa garantir a distribuição adequada das cargas remanescentes e 
evitar deformações excessivas da estrutura antes que o concreto atinja sua resistência 
final. A NBR 14931:2023 estabelece diretrizes para o tempo ideal de reescoramento 
com base nas características do concreto e nas cargas atuantes. 
Entre as boas práticas recomendadas para escoramento, cimbramento e 
reescoramento, destacam-se: 
 
• Inspeção prévia da capacidade de carga dos suportes utilizados; 
 
• Distribuição uniforme dos escoramentos para evitar sobrecargas em pontos 
específicos; 
• Verificação constante do nivelamento da estrutura de apoio; 
• Remoção do escoramento apenas após a resistência especificada do concreto 
ser atingida, conforme NBR 14931:2023; 
• Aplicação do reescoramento para evitar recalques diferenciais e minimizar 
deformações prematuras da estrutura. 
 
A correta execução dessas etapas garante a integridade da estrutura e 
minimiza riscos de falhas estruturais, contribuindo para a qualidadee segurança da 
obra. 
O escoramento e cimbramento são elementos essenciais para garantir a 
segurança e estabilidade da estrutura durante a fase de execução das lajes e outros 
elementos de concreto armado. 
O escoramento consiste na montagem de apoios temporários que sustentam a 
estrutura até que o concreto atinja resistência suficiente para suportar as cargas 
aplicadas. Segundo a norma NBR 15696:2023, o escoramento deve ser projetado 
para garantir resistência, rigidez e estabilidade durante todas as fases da concretagem. 
Os materiais mais comuns utilizados para escoramento são: 
 
• Escoras metálicas ajustáveis; 
• Perfis de madeira; 
• Torres de carga; 
• Travamentos e contraventamentos para aumentar a rigidez. 
 
O cimbramento, por sua vez, envolve o uso de fôrmas e suportes temporários 
para moldar os elementos estruturais. No caso de lajes nervuradas com cubetas, o 
cimbramento é responsável por manter as cubetas alinhadas e garantir que as 
nervuras sejam corretamente concretadas. 
Entre as boas práticas recomendadas para escoramento e cimbramento, 
destacam-se: 
 
• Inspeção prévia da capacidade de carga dos suportes utilizados; 
 
• Distribuição uniforme dos escoramentos para evitar sobrecargas em pontos 
específicos; 
• Verificação constante do nivelamento da estrutura de apoio; 
• Remoção do escoramento apenas após a resistência especificada do concreto 
ser atingida, conforme NBR 14931:2023. 
 
A correta execução dessas etapas garante a integridade da estrutura e 
minimiza riscos de falhas estruturais, contribuindo para a qualidade e segurança da 
obra. 
 
2.2 LAJES 
 
As lajes são elementos estruturais planos que compõem a edificação e têm a 
função de distribuir cargas para vigas e pilares. Elas podem ser maciças, nervuradas 
ou alveolares, dependendo das características do projeto e do tipo de carga suportada. 
No caso da obra em questão, foram utilizadas lajes nervuradas com cubetas e capitéis 
protendidos, visando eficiência estrutural e redução de materiais (METHA, 2011). 
As lajes nervuradas são amplamente utilizadas na construção civil, pois 
reduzem o peso da estrutura sem comprometer a resistência. De acordo com Fusco 
(1995), esse tipo de laje possibilita vãos maiores e diminui o consumo de concreto, 
tornando-se uma alternativa viável para edifícios de grande porte. 
Além disso, a escolha do tipo de laje impacta diretamente na economia da obra. 
Segundo Casagrande et al. (2013), lajes nervuradas permitem reduzir o peso da 
estrutura em até 30%, resultando em menores custos com fundação e estrutura. 
A escolha entre lajes maciças e nervuradas deve levar em consideração fatores 
como sobrecarga, vão, materiais disponíveis e custos operacionais. A norma NBR 
6118 (ABNT, 2014) define critérios específicos para o dimensionamento e execução 
desses elementos, garantindo segurança e desempenho adequado. 
 
2.3 CUBETAS 
 
As cubetas são formas reutilizáveis utilizadas para moldar lajes nervuradas, 
reduzindo o consumo de concreto e otimizando a estrutura. Elas proporcionam um 
 
alívio de carga próximo ao centro das lajes, melhorando o desempenho estrutural e 
permitindo vãos maiores sem a necessidade de vigas intermediárias (FUSCO, 1995). 
Segundo Casabianca (2017), o uso de cubetas confere à estrutura uma 
distribuição mais eficiente das tensões, resultando em menor deformação e maior 
controle sobre fissurações. Além disso, o reaproveitamento das formas diminui o 
desperdício de material e os custos operacionais. 
Outro fator importante é a sustentabilidade. Segundo Silva et al. (2019), o uso 
de cubetas plásticas reduz significativamente a quantidade de resíduos gerados no 
canteiro de obras, além de diminuir o consumo de madeira e aço utilizados em formas 
convencionais. 
 
2.4 PROTENSÃO 
 
A protensão é uma técnica utilizada para aumentar a capacidade de resistência 
das estruturas de concreto, introduzindo esforços internos que compensam as 
tensões de serviço. As cordoalhas são tensionadas antes ou depois da concretagem, 
conforme o sistema de protensão adotado (protensão prévia ou pós-traço). A 
aplicação da protensão melhora a eficiência da estrutura, reduzindo fissurações e 
aumentando a durabilidade. Normas como a NBR 6118:2014 regulam os critérios de 
projeto e execução desse sistema (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS 
TÉCNICAS, 2014). 
O concreto protendido permite que as estruturas tenham vãos maiores e 
suportem cargas mais elevadas sem apresentar deformações excessivas. De acordo 
com Nilson (1987), essa técnica possibilita a redução da seção transversal dos 
elementos estruturais, diminuindo o peso próprio da construção e otimizando o uso de 
materiais. 
Outro benefício da protensão é a melhoria do comportamento do concreto 
quanto à fissuração. Segundo Leonhardt (1980), o tensionamento das cordoalhas 
induz uma compressão prévia no concreto, tornando a estrutura mais resistente aos 
esforços de tração. Isso é especialmente vantajoso em edificações que exigem alta 
durabilidade e desempenho estrutural aprimorado. 
A aplicação da protensão em lajes nervuradas reduz significativamente o 
consumo de aço e concreto, conforme destacado por Lüttge (2006). Isso torna o 
 
sistema uma escolha sustentável, alinhada com práticas modernas da engenharia civil 
voltadas para a eficiência e a economia de recursos. 
Além disso, o uso da protensão proporciona maior liberdade arquitetônica, 
permitindo projetos inovadores com menos restrições de estrutura. De acordo com 
Soares et al. (2020), a técnica viabiliza edifícios mais altos e com vãos mais amplos, 
promovendo flexibilidade na concepção arquitetônica e melhor aproveitamento dos 
espaços internos. 
 
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
 
Durante o estágio supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços 
LTDA, foram desempenhadas diversas atividades técnicas voltadas à fiscalização e 
execução da estrutura do novo Hospital de Pediatria Oncológica. As atividades 
desenvolvidas podem ser agrupadas em quatro principais frentes: escoramento, 
armaduras, protensão e controle de qualidade. 
 
3.1 FISCALIZAÇÃO DO ESCORAMENTO 
 
Durante a fiscalização, foram registrados detalhes do posicionamento das 
escoras, observando possíveis desalinhamentos e falhas na distribuição das cargas. 
Além disso, foram capturadas imagens que evidenciam o espaçamento correto entre 
os apoios e a presença de travamentos adequados para evitar deslocamentos. 
O que foi feito: Acompanhamento da montagem e posicionamento do sistema 
de escoramento das lajes nervuradas, assegurando sua correta instalação conforme 
projeto estrutural. 
Por que foi feito: O escoramento adequado garante a estabilidade da estrutura 
temporária durante a concretagem, prevenindo deslocamentos e falhas estruturais. 
Como foi feito: 
 
• Inspeção visual e medições para garantir alinhamento e nivelamento; 
• Verificação da fixação dos suportes e espaçamento correto; 
• Conferência do uso de escoras metálicas e vigas de madeira; 
• Aplicação da norma NBR 15696:2023. 
 
Aprendizado: Foi possível compreender a importância do escoramento na 
estabilidade da estrutura e os impactos de um escoramento inadequado na segurança 
da obra. 
 
3.2 VERIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 
 
As inspeções fotográficas permitiram registrar detalhes do posicionamento dos 
espaçadores e a correta fixação das armaduras antes da concretagem. Além disso, 
foram feitas verificações in loco comparando o que estava previsto no projeto com o 
que estava realmente instalado na laje. Para facilitar a conferência, foram utilizadas 
canetas marcadoras para indicar os elementos que estavam corretos e registrar 
possíveis ajustes necessários. 
As inspeções fotográficas permitiram registrar detalhes do posicionamento dos 
espaçadores e a correta fixação das armaduras antes da concretagem. As imagens 
demonstram como foi verificada a conformidade das armaduras em relação aoprojeto 
estrutural. 
O que foi feito: Conferência das armaduras antes da concretagem, garantindo 
a correta disposição dos elementos estruturais. 
Por que foi feito: A correta instalação das armaduras evita falhas estruturais e 
assegura a resistência do concreto armado. 
Como foi feito: 
 
• Verificação das bitolas de aço e espaçamentos; 
• Conferência do cobrimento mínimo conforme NBR 6118; 
• Amarração e fixação das barras para evitar deslocamentos. 
 
Aprendizado: A atividade permitiu uma compreensão aprofundada das 
exigências normativas para o correto posicionamento das armaduras. 
 
3.3 INSTALAÇÃO E TENSIONAMENTO DAS CORDOALHAS DE 
PRONTESÃO 
 
 
As imagens registradas durante essa fase evidenciam os detalhes da referência 
das cordoalhas e seu correto posicionamento antes da aplicação da força de 
protensão. 
O que foi feito: Acompanhamento da instalação e tensionamento das 
cordoalhas de protensão após a concretagem. 
Por que foi feito: A protensão garante maior resistência estrutural e reduz 
fissurações na laje. 
Como foi feito: 
 
• Posicionamento das bainhas de protensão; 
• Inserção das cordoalhas e fixação adequada; 
• Tensionamento progressivo conforme projeto; 
• Realização de ensaios de alongamento e injeção de nata de cimento. 
 
Aprendizado: Foi possível entender a relevância da protensão na redução de 
deformações estruturais e na melhoria do desempenho das lajes. 
 
3.4 CONTROLE DE QUALIDADE E CONCRETAGEM 
 
O que foi feito: Monitoramento da concretagem e controle da qualidade do 
concreto utilizado na obra, incluindo a realização do Slump Test para verificar a 
consistência do concreto. 
Por que foi feito: O controle rigoroso evita problemas como fissuras, 
segregação e falhas na cura do concreto. O Slump Test é essencial para garantir que 
o concreto esteja dentro da trabalhabilidade adequada para aplicação. 
Como foi feito: 
 
• Ensaios de resistência do concreto; 
• Monitoramento de temperatura e umidade; 
• Realização do Slump Test para verificação da consistência do concreto antes 
do lançamento, seguindo a norma NBR 16889:2020; 
• Uso de vibradores para compactação homogênea; 
• Controle do tempo de transporte e lançamento do concreto. 
 
Aprendizado: A experiência destacou a necessidade de monitoramento 
constante para garantir a durabilidade e resistência do concreto. A execução do 
Slump Test mostrou a importância de controlar a fluidez do concreto para evitar falhas 
durante a aplicação. 
Além das inspeções presenciais, fotos foram utilizadas para documentar a 
aplicação das cubetas durante a execução da laje, bem como o controle rigoroso da 
concretagem. 
O que foi feito: Monitoramento da concretagem e controle da qualidade do 
concreto utilizado na obra. 
Por que foi feito: O controle rigoroso evita problemas como fissuras, 
segregação e falhas na cura do concreto. 
Como foi feito: 
 
• Ensaios de resistência do concreto; 
• Monitoramento de temperatura e umidade; 
• Uso de vibradores para compactação homogênea; 
• Controle do tempo de transporte e lançamento do concreto. 
 
Aprendizado: A experiência destacou a necessidade de monitoramento 
constante para garantir a durabilidade e resistência do concreto. 
 
3.5 RELATÓRIOS TÉCNICOS E REGISTROS FOTOGRÁFICOS 
 
O que foi feito: Documentação técnica das atividades desenvolvidas através 
de relatórios e registros fotográficos. 
Por que foi feito: Garantir rastreabilidade e conformidade com as diretrizes do 
projeto e normas aplicáveis. 
Como foi feito: 
 
• Registro de cada etapa da execução com fotografias; 
• Elaboração de relatórios diários; 
• Análises de conformidade e não conformidade. 
 
Aprendizado: A atividade evidenciou a importância da documentação técnica 
para controle e gerenciamento da obra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. CONCLUSÃO 
 
O estágio supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços LTDA 
proporcionou uma experiência enriquecedora, permitindo o acompanhamento de 
diversas etapas do processo construtivo do novo Hospital de Pediatria Oncológica em 
Natal-RN. Durante esse período, foi possível aprofundar o conhecimento sobre a 
execução de lajes nervuradas com cubetas e capitéis protendidos, além da 
importância do escoramento, cimbramento e reescoramento para a estabilidade da 
estrutura. 
As atividades realizadas, como a fiscalização do escoramento, verificação das 
armaduras, instalação e tensionamento das cordoalhas de protensão, controle de 
qualidade da concretagem e a documentação técnica, reforçaram a necessidade do 
cumprimento rigoroso das normas técnicas, garantindo segurança e durabilidade à 
edificação. 
Além disso, a utilização de registros fotográficos e relatórios técnicos mostrou-
se essencial para a rastreabilidade e a análise posterior da execução. 
O estágio permitiu não apenas a aplicação prática dos conceitos adquiridos na 
graduação, mas também o desenvolvimento de habilidades essenciais para a atuação 
profissional, como a análise crítica de projetos, a resolução de problemas in loco e a 
comunicação eficiente com a equipe de engenharia e execução. 
Conclui-se que a experiência adquirida durante o estágio foi fundamental para 
consolidar os conhecimentos teóricos e aprimorar a compreensão sobre a importância 
do planejamento, fiscalização e controle de qualidade na construção civil. O 
aprendizado obtido contribuirá significativamente para a formação profissional, 
proporcionando uma visão mais ampla e técnica sobre os desafios e boas práticas na 
engenharia estrutural. 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de 
Estruturas de Concreto – Procedimento. ABNT, 2014. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14931: Execução de 
Estruturas de Concreto – Procedimentos. ABNT, 2023. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15696: Escoramento 
de Estruturas de Concreto – Requisitos de Segurança. ABNT, 2023. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16889: Concreto - 
Determinação da Consistência pelo Abatimento do Tronco de Cone (Slump Test). 
ABNT, 2020. 
CASABIANCA, N. Concreto Protendido e Suas Aplicabilidades. São Paulo: PINI, 
2017. 
FUSCO, P. B. Estruturas de Concreto Protendido. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 
1995. 
LEONHARDT, F. Princípios de Engenharia de Concreto Protendido. Rio de Janeiro: 
Interciência, 1980. 
LÜTTGE, U. Protensão em Estruturas de Concreto. Porto Alegre: Bookman, 2006. 
METHA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: Microestrutura, Propriedades e 
Materiais. 2 ed. São Paulo: Ibracon, 2011. 
NILSON, A. H. Design of Prestressed Concrete. 2 ed. New York: John Wiley & Sons, 
1987. 
SOARES, R. P.; et al. Aplicação da Protensão em Estruturas de Grande Porte. 
Congresso Brasileiro de Engenharia Estrutural, 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APÊNDICES 
 
 
Figura 1 – Distribuição do Escoramento e Detalhes da Fixação 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
Figura 2 – Conferência de Nível Após Escoramento. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 3 – Da Montagem do Escoramento, Destacando a Disposição Correta das Escoras. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
Figura 4 – Conferência de Armadura e Montagem da Laje de Acordo com o Projeto. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
Figura 5 – Amarrações das Armaduras. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 6 – Conferência dos 
Espaçadores 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
Figura 7 – Conferência dos 
Espaçadores 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
Figura 8 – Conferência do Aço. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 9 – Conferência do Aço. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
Figura 10 – Conferência do Aço. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025.Figura 13 – Distribuição Conforme Projeto das Cordoalhas. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
Figura 11 – Conferência das 
Cordoalhas Antes da Instalação. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
Figura 12 – Conferência das 
Cordoalhas Antes da Instalação. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
Figura 14 – Cordoalhas Distribuídas. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 15 – Slump Test Realizado 
antes da Concretagem. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
Figura 16 – Slump Test Realizado 
antes da Concretagem. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
Figura 17 – Cubetas Posicionadas antes da Concretagem. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
Figura 18 – Cubetas Posicionadas antes da Concretagem. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 19 – Concretagem da Laje. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
Figura 20 – Laje Concretada após 24 horas. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 21 – Projeto Estrutural da Laje. 
Fonte: Pablo Medeiros, 2025.

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