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UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL PABLO ALMEIDA MEDEIROS EMPRESA QUALITY CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III NATAL 2025 PABLO ALMEIDA MEDEIROS EMPRESA QUALITY CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU Relatório apresentado ao Curso de Graduação de Engenharia Civil da Universidade Maurício de Nassau do estado de Rio Grande do Norte, como requisito para obtenção de nota da disciplina Estágio Supervisionado III, sob orientação do Professor André Marques Cavalcanti Filho. NATAL 2025 IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO Identificação da Empresa • Nome: Quality Construções e Serviços Limitada • CNPJ: 31.486.961/0001-81 • Bairro: Candelária • CEP: 59064-440 • Endereço: Rua Militão Chaves, 1819 • Cidade: Natal • Telefone: (84) 99819-6456 • Área na empresa onde foi realizado o estágio: Engenharia • Data de início: 20 de Janeiro de 2025 • Data de término: 20 de Fevereiro de 2025 • Duração em horas: 80 HORAS SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................05 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.............................................................................07 2.1 ESCORAMENTO, CIMBRAMENTO E REESCORAMENTO...............................07 2.2 LAJES...................................................................................................................09 2.3 CUBETAS.............................................................................................................09 2.4 PROTENSÃO.......................................................................................................10 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS...........................................................................11 3.1 FISCALIZAÇÃO DO ESCORAMENTO................................................................11 3.2 VERIFICAÇÃO DAS ARMADURAS.....................................................................12 3.3 INSTALAÇÃO E TENSIONAMENTO DAS CORDOALHAS DE PRONTESÃO.............................................................................................................12 3.4 CONTROLE DE QUALIDADE E CONCRETAGEM.............................................13 3.5 RELATÓRIOS TÉCNICOS E REGISTROS FOTOGRÁFICOS............................14 4. CONCLUSÃO........................................................................................................16 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................................................................17 APÊNDICES...............................................................................................................18 1. INTRODUÇÃO O presente relatório tem como objetivo descrever as atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços LTDA. A empresa foi contratada pela Liga Norte Riograndense Contra o Câncer para fiscalizar a execução de laje com cubeta e capitéis com protensão na edificação do novo Hospital de Pediatria Oncológica em Natal-RN. A construção contará com seis pavimentos, 40 leitos de enfermaria e 10 leitos de UTI, sendo uma obra de grande relevância para a região, pois proporcionará um avanço significativo na infraestrutura de atendimento a crianças em tratamento oncológico. A escolha do sistema estrutural com lajes nervuradas e protensão se deve à necessidade de garantir maior eficiência estrutural e otimização dos materiais empregados na obra. A utilização desse tipo de laje permite vãos mais amplos, reduzindo a quantidade de pilares e aumentando a flexibilidade dos espaços internos do hospital. Além disso, a aplicação da protensão contribui para minimizar fissuras e deformações ao longo do tempo, garantindo maior durabilidade e segurança à edificação. Durante o estágio, foi possível acompanhar e fiscalizar a execução de diversos processos estruturais, com ênfase na protensão e no escoramento. As atividades envolveram a conferência de escoramentos, verificação de bitolas e distribuição de armadura, espaçadores e cordoalhas de protensão, garantindo conformidade com as normas técnicas vigentes, como a NBR 6118:2014, que estabelece diretrizes para o projeto e execução de estruturas de concreto. Além do acompanhamento prático, o estágio permitiu um aprofundamento teórico sobre os conceitos e aplicações da protensão em estruturas de concreto, bem como sua importância na engenharia civil moderna. A experiência possibilitou a compreensão das etapas envolvidas na execução desse sistema e a relevância do controle de qualidade para assegurar a segurança e desempenho das estruturas. O relatório está estruturado em cinco seções principais: introdução, fundamentação teórica, atividades desenvolvidas, conclusão e referências bibliográficas. A fundamentação teórica apresenta conceitos sobre lajes, cubetas e protensão, além das normas aplicáveis ao tema. As atividades desenvolvidas detalham a prática acompanhada no canteiro de obras, relacionando-a com os conceitos teóricos abordados. Por fim, a conclusão apresenta uma reflexão sobre a experiência adquirida e a importância do estágio para a formação profissional na área de engenharia civil. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 ESCORAMENTO, CIMBRAMENTO E REESCORAMENTO O escoramento, cimbramento e reescoramento são elementos essenciais para garantir a segurança e estabilidade da estrutura durante a fase de execução das lajes e outros elementos de concreto armado. O escoramento consiste na montagem de apoios temporários que sustentam a estrutura até que o concreto atinja resistência suficiente para suportar as cargas aplicadas. Segundo a norma NBR 15696:2023, o escoramento deve ser projetado para garantir resistência, rigidez e estabilidade durante todas as fases da concretagem. Os materiais mais comuns utilizados para escoramento são: • Escoras metálicas ajustáveis; • Perfis de madeira; • Torres de carga; • Travamentos e contraventamentos para aumentar a rigidez. O cimbramento, por sua vez, envolve o uso de fôrmas e suportes temporários para moldar os elementos estruturais. No caso de lajes nervuradas com cubetas, o cimbramento é responsável por manter as cubetas alinhadas e garantir que as nervuras sejam corretamente concretadas. O reescoramento é uma etapa crítica na execução de estruturas de concreto e consiste na recolocação de apoios temporários após a retirada do escoramento inicial. Esse processo visa garantir a distribuição adequada das cargas remanescentes e evitar deformações excessivas da estrutura antes que o concreto atinja sua resistência final. A NBR 14931:2023 estabelece diretrizes para o tempo ideal de reescoramento com base nas características do concreto e nas cargas atuantes. Entre as boas práticas recomendadas para escoramento, cimbramento e reescoramento, destacam-se: • Inspeção prévia da capacidade de carga dos suportes utilizados; • Distribuição uniforme dos escoramentos para evitar sobrecargas em pontos específicos; • Verificação constante do nivelamento da estrutura de apoio; • Remoção do escoramento apenas após a resistência especificada do concreto ser atingida, conforme NBR 14931:2023; • Aplicação do reescoramento para evitar recalques diferenciais e minimizar deformações prematuras da estrutura. A correta execução dessas etapas garante a integridade da estrutura e minimiza riscos de falhas estruturais, contribuindo para a qualidadee segurança da obra. O escoramento e cimbramento são elementos essenciais para garantir a segurança e estabilidade da estrutura durante a fase de execução das lajes e outros elementos de concreto armado. O escoramento consiste na montagem de apoios temporários que sustentam a estrutura até que o concreto atinja resistência suficiente para suportar as cargas aplicadas. Segundo a norma NBR 15696:2023, o escoramento deve ser projetado para garantir resistência, rigidez e estabilidade durante todas as fases da concretagem. Os materiais mais comuns utilizados para escoramento são: • Escoras metálicas ajustáveis; • Perfis de madeira; • Torres de carga; • Travamentos e contraventamentos para aumentar a rigidez. O cimbramento, por sua vez, envolve o uso de fôrmas e suportes temporários para moldar os elementos estruturais. No caso de lajes nervuradas com cubetas, o cimbramento é responsável por manter as cubetas alinhadas e garantir que as nervuras sejam corretamente concretadas. Entre as boas práticas recomendadas para escoramento e cimbramento, destacam-se: • Inspeção prévia da capacidade de carga dos suportes utilizados; • Distribuição uniforme dos escoramentos para evitar sobrecargas em pontos específicos; • Verificação constante do nivelamento da estrutura de apoio; • Remoção do escoramento apenas após a resistência especificada do concreto ser atingida, conforme NBR 14931:2023. A correta execução dessas etapas garante a integridade da estrutura e minimiza riscos de falhas estruturais, contribuindo para a qualidade e segurança da obra. 2.2 LAJES As lajes são elementos estruturais planos que compõem a edificação e têm a função de distribuir cargas para vigas e pilares. Elas podem ser maciças, nervuradas ou alveolares, dependendo das características do projeto e do tipo de carga suportada. No caso da obra em questão, foram utilizadas lajes nervuradas com cubetas e capitéis protendidos, visando eficiência estrutural e redução de materiais (METHA, 2011). As lajes nervuradas são amplamente utilizadas na construção civil, pois reduzem o peso da estrutura sem comprometer a resistência. De acordo com Fusco (1995), esse tipo de laje possibilita vãos maiores e diminui o consumo de concreto, tornando-se uma alternativa viável para edifícios de grande porte. Além disso, a escolha do tipo de laje impacta diretamente na economia da obra. Segundo Casagrande et al. (2013), lajes nervuradas permitem reduzir o peso da estrutura em até 30%, resultando em menores custos com fundação e estrutura. A escolha entre lajes maciças e nervuradas deve levar em consideração fatores como sobrecarga, vão, materiais disponíveis e custos operacionais. A norma NBR 6118 (ABNT, 2014) define critérios específicos para o dimensionamento e execução desses elementos, garantindo segurança e desempenho adequado. 2.3 CUBETAS As cubetas são formas reutilizáveis utilizadas para moldar lajes nervuradas, reduzindo o consumo de concreto e otimizando a estrutura. Elas proporcionam um alívio de carga próximo ao centro das lajes, melhorando o desempenho estrutural e permitindo vãos maiores sem a necessidade de vigas intermediárias (FUSCO, 1995). Segundo Casabianca (2017), o uso de cubetas confere à estrutura uma distribuição mais eficiente das tensões, resultando em menor deformação e maior controle sobre fissurações. Além disso, o reaproveitamento das formas diminui o desperdício de material e os custos operacionais. Outro fator importante é a sustentabilidade. Segundo Silva et al. (2019), o uso de cubetas plásticas reduz significativamente a quantidade de resíduos gerados no canteiro de obras, além de diminuir o consumo de madeira e aço utilizados em formas convencionais. 2.4 PROTENSÃO A protensão é uma técnica utilizada para aumentar a capacidade de resistência das estruturas de concreto, introduzindo esforços internos que compensam as tensões de serviço. As cordoalhas são tensionadas antes ou depois da concretagem, conforme o sistema de protensão adotado (protensão prévia ou pós-traço). A aplicação da protensão melhora a eficiência da estrutura, reduzindo fissurações e aumentando a durabilidade. Normas como a NBR 6118:2014 regulam os critérios de projeto e execução desse sistema (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2014). O concreto protendido permite que as estruturas tenham vãos maiores e suportem cargas mais elevadas sem apresentar deformações excessivas. De acordo com Nilson (1987), essa técnica possibilita a redução da seção transversal dos elementos estruturais, diminuindo o peso próprio da construção e otimizando o uso de materiais. Outro benefício da protensão é a melhoria do comportamento do concreto quanto à fissuração. Segundo Leonhardt (1980), o tensionamento das cordoalhas induz uma compressão prévia no concreto, tornando a estrutura mais resistente aos esforços de tração. Isso é especialmente vantajoso em edificações que exigem alta durabilidade e desempenho estrutural aprimorado. A aplicação da protensão em lajes nervuradas reduz significativamente o consumo de aço e concreto, conforme destacado por Lüttge (2006). Isso torna o sistema uma escolha sustentável, alinhada com práticas modernas da engenharia civil voltadas para a eficiência e a economia de recursos. Além disso, o uso da protensão proporciona maior liberdade arquitetônica, permitindo projetos inovadores com menos restrições de estrutura. De acordo com Soares et al. (2020), a técnica viabiliza edifícios mais altos e com vãos mais amplos, promovendo flexibilidade na concepção arquitetônica e melhor aproveitamento dos espaços internos. 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Durante o estágio supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços LTDA, foram desempenhadas diversas atividades técnicas voltadas à fiscalização e execução da estrutura do novo Hospital de Pediatria Oncológica. As atividades desenvolvidas podem ser agrupadas em quatro principais frentes: escoramento, armaduras, protensão e controle de qualidade. 3.1 FISCALIZAÇÃO DO ESCORAMENTO Durante a fiscalização, foram registrados detalhes do posicionamento das escoras, observando possíveis desalinhamentos e falhas na distribuição das cargas. Além disso, foram capturadas imagens que evidenciam o espaçamento correto entre os apoios e a presença de travamentos adequados para evitar deslocamentos. O que foi feito: Acompanhamento da montagem e posicionamento do sistema de escoramento das lajes nervuradas, assegurando sua correta instalação conforme projeto estrutural. Por que foi feito: O escoramento adequado garante a estabilidade da estrutura temporária durante a concretagem, prevenindo deslocamentos e falhas estruturais. Como foi feito: • Inspeção visual e medições para garantir alinhamento e nivelamento; • Verificação da fixação dos suportes e espaçamento correto; • Conferência do uso de escoras metálicas e vigas de madeira; • Aplicação da norma NBR 15696:2023. Aprendizado: Foi possível compreender a importância do escoramento na estabilidade da estrutura e os impactos de um escoramento inadequado na segurança da obra. 3.2 VERIFICAÇÃO DAS ARMADURAS As inspeções fotográficas permitiram registrar detalhes do posicionamento dos espaçadores e a correta fixação das armaduras antes da concretagem. Além disso, foram feitas verificações in loco comparando o que estava previsto no projeto com o que estava realmente instalado na laje. Para facilitar a conferência, foram utilizadas canetas marcadoras para indicar os elementos que estavam corretos e registrar possíveis ajustes necessários. As inspeções fotográficas permitiram registrar detalhes do posicionamento dos espaçadores e a correta fixação das armaduras antes da concretagem. As imagens demonstram como foi verificada a conformidade das armaduras em relação aoprojeto estrutural. O que foi feito: Conferência das armaduras antes da concretagem, garantindo a correta disposição dos elementos estruturais. Por que foi feito: A correta instalação das armaduras evita falhas estruturais e assegura a resistência do concreto armado. Como foi feito: • Verificação das bitolas de aço e espaçamentos; • Conferência do cobrimento mínimo conforme NBR 6118; • Amarração e fixação das barras para evitar deslocamentos. Aprendizado: A atividade permitiu uma compreensão aprofundada das exigências normativas para o correto posicionamento das armaduras. 3.3 INSTALAÇÃO E TENSIONAMENTO DAS CORDOALHAS DE PRONTESÃO As imagens registradas durante essa fase evidenciam os detalhes da referência das cordoalhas e seu correto posicionamento antes da aplicação da força de protensão. O que foi feito: Acompanhamento da instalação e tensionamento das cordoalhas de protensão após a concretagem. Por que foi feito: A protensão garante maior resistência estrutural e reduz fissurações na laje. Como foi feito: • Posicionamento das bainhas de protensão; • Inserção das cordoalhas e fixação adequada; • Tensionamento progressivo conforme projeto; • Realização de ensaios de alongamento e injeção de nata de cimento. Aprendizado: Foi possível entender a relevância da protensão na redução de deformações estruturais e na melhoria do desempenho das lajes. 3.4 CONTROLE DE QUALIDADE E CONCRETAGEM O que foi feito: Monitoramento da concretagem e controle da qualidade do concreto utilizado na obra, incluindo a realização do Slump Test para verificar a consistência do concreto. Por que foi feito: O controle rigoroso evita problemas como fissuras, segregação e falhas na cura do concreto. O Slump Test é essencial para garantir que o concreto esteja dentro da trabalhabilidade adequada para aplicação. Como foi feito: • Ensaios de resistência do concreto; • Monitoramento de temperatura e umidade; • Realização do Slump Test para verificação da consistência do concreto antes do lançamento, seguindo a norma NBR 16889:2020; • Uso de vibradores para compactação homogênea; • Controle do tempo de transporte e lançamento do concreto. Aprendizado: A experiência destacou a necessidade de monitoramento constante para garantir a durabilidade e resistência do concreto. A execução do Slump Test mostrou a importância de controlar a fluidez do concreto para evitar falhas durante a aplicação. Além das inspeções presenciais, fotos foram utilizadas para documentar a aplicação das cubetas durante a execução da laje, bem como o controle rigoroso da concretagem. O que foi feito: Monitoramento da concretagem e controle da qualidade do concreto utilizado na obra. Por que foi feito: O controle rigoroso evita problemas como fissuras, segregação e falhas na cura do concreto. Como foi feito: • Ensaios de resistência do concreto; • Monitoramento de temperatura e umidade; • Uso de vibradores para compactação homogênea; • Controle do tempo de transporte e lançamento do concreto. Aprendizado: A experiência destacou a necessidade de monitoramento constante para garantir a durabilidade e resistência do concreto. 3.5 RELATÓRIOS TÉCNICOS E REGISTROS FOTOGRÁFICOS O que foi feito: Documentação técnica das atividades desenvolvidas através de relatórios e registros fotográficos. Por que foi feito: Garantir rastreabilidade e conformidade com as diretrizes do projeto e normas aplicáveis. Como foi feito: • Registro de cada etapa da execução com fotografias; • Elaboração de relatórios diários; • Análises de conformidade e não conformidade. Aprendizado: A atividade evidenciou a importância da documentação técnica para controle e gerenciamento da obra. 4. CONCLUSÃO O estágio supervisionado na empresa Quality Construções e Serviços LTDA proporcionou uma experiência enriquecedora, permitindo o acompanhamento de diversas etapas do processo construtivo do novo Hospital de Pediatria Oncológica em Natal-RN. Durante esse período, foi possível aprofundar o conhecimento sobre a execução de lajes nervuradas com cubetas e capitéis protendidos, além da importância do escoramento, cimbramento e reescoramento para a estabilidade da estrutura. As atividades realizadas, como a fiscalização do escoramento, verificação das armaduras, instalação e tensionamento das cordoalhas de protensão, controle de qualidade da concretagem e a documentação técnica, reforçaram a necessidade do cumprimento rigoroso das normas técnicas, garantindo segurança e durabilidade à edificação. Além disso, a utilização de registros fotográficos e relatórios técnicos mostrou- se essencial para a rastreabilidade e a análise posterior da execução. O estágio permitiu não apenas a aplicação prática dos conceitos adquiridos na graduação, mas também o desenvolvimento de habilidades essenciais para a atuação profissional, como a análise crítica de projetos, a resolução de problemas in loco e a comunicação eficiente com a equipe de engenharia e execução. Conclui-se que a experiência adquirida durante o estágio foi fundamental para consolidar os conhecimentos teóricos e aprimorar a compreensão sobre a importância do planejamento, fiscalização e controle de qualidade na construção civil. O aprendizado obtido contribuirá significativamente para a formação profissional, proporcionando uma visão mais ampla e técnica sobre os desafios e boas práticas na engenharia estrutural. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento. ABNT, 2014. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14931: Execução de Estruturas de Concreto – Procedimentos. ABNT, 2023. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15696: Escoramento de Estruturas de Concreto – Requisitos de Segurança. ABNT, 2023. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 16889: Concreto - Determinação da Consistência pelo Abatimento do Tronco de Cone (Slump Test). ABNT, 2020. CASABIANCA, N. Concreto Protendido e Suas Aplicabilidades. São Paulo: PINI, 2017. FUSCO, P. B. Estruturas de Concreto Protendido. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1995. LEONHARDT, F. Princípios de Engenharia de Concreto Protendido. Rio de Janeiro: Interciência, 1980. LÜTTGE, U. Protensão em Estruturas de Concreto. Porto Alegre: Bookman, 2006. METHA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: Microestrutura, Propriedades e Materiais. 2 ed. São Paulo: Ibracon, 2011. NILSON, A. H. Design of Prestressed Concrete. 2 ed. New York: John Wiley & Sons, 1987. SOARES, R. P.; et al. Aplicação da Protensão em Estruturas de Grande Porte. Congresso Brasileiro de Engenharia Estrutural, 2020. APÊNDICES Figura 1 – Distribuição do Escoramento e Detalhes da Fixação Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 2 – Conferência de Nível Após Escoramento. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 3 – Da Montagem do Escoramento, Destacando a Disposição Correta das Escoras. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 4 – Conferência de Armadura e Montagem da Laje de Acordo com o Projeto. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 5 – Amarrações das Armaduras. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 6 – Conferência dos Espaçadores Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 7 – Conferência dos Espaçadores Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 8 – Conferência do Aço. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 9 – Conferência do Aço. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 10 – Conferência do Aço. Fonte: Pablo Medeiros, 2025.Figura 13 – Distribuição Conforme Projeto das Cordoalhas. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 11 – Conferência das Cordoalhas Antes da Instalação. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 12 – Conferência das Cordoalhas Antes da Instalação. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 14 – Cordoalhas Distribuídas. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 15 – Slump Test Realizado antes da Concretagem. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 16 – Slump Test Realizado antes da Concretagem. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 17 – Cubetas Posicionadas antes da Concretagem. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 18 – Cubetas Posicionadas antes da Concretagem. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 19 – Concretagem da Laje. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 20 – Laje Concretada após 24 horas. Fonte: Pablo Medeiros, 2025. Figura 21 – Projeto Estrutural da Laje. Fonte: Pablo Medeiros, 2025.