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MATEMÁTICA
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MANUAL DO 
PROFESSOR
5o ANO
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ANGELA LEITE
ROBERTA TABOADA
Editora responsável: Isabella Semaan
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
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ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
2 900002 071283
2 0 7 1 2 8
ISBN 978-65-5744-328-6
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5
MATEMÁTICA
5
5o ANO
MANUAL DO 
PROFESSOR
São Paulo, 7a edição, 2021
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
ANGELA LEITE
Licenciada em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística 
(IME) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra em Educação Matemática pelo Instituto de Geociências e 
Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita 
Filho” (Unesp).
Professora do Ensino Superior.
ROBERTA TABOADA
Licenciada em Matemática pelo IME-USP. Mestra em Educação 
Matemática pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp.
Coordenadora da área de Matemática e professora do 
Ensino Fundamental.
EDITORA RESPONSÁVEL: ISABELLA SEMAAN
Bacharela em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal 
do ABC (UFABC). 
Editora e elaboradora de conteúdo para materiais didáticos. 
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
AJ_PNLD2023_FRONTS_5_MAT_LP.indd 1 30/07/2021 12:15
SM Educação
Rua Cenno Sbrighi, 25 – Edifício West Tower n. 45 – 1o andar
Água Branca 05036-010 São Paulo SP Brasil
Tel. 11 2111-7400
atendimento@grupo-sm.com
www.grupo-sm.com/br
 Aprender Juntos Matemática 5o ano 
 © SM Educação 
 Todos os direitos reservados
 Direção editorial Cláudia Carvalho Neves
 Gerência editorial Lia Monguilhott Bezerra
 Gerência de design e produção André Monteiro
 Edição executiva Isabella Semaan
 Edição: Cármen Matricardi, Cristiano Oliveira da Conceição, Diana Maia, Patricia Nakata, 
Tomas Masatsugui Hirayama
 Colaboração técnico-pedagógica: Eduardo Chavante, Millyane M. Moura Moreira, 
Walkiria Cibelle Roque
 Suporte editorial: Fernanda de Araújo Fortunato
 Coordenação de preparação e revisão Cláudia Rodrigues do Espírito Santo
 Preparação: Helena Alves Costa, Maria Angélica Lau P. Soares, Valéria Cristina Borsanelli
 Revisão: Helena Alves Costa, Márcio Dias Medrado, Maria Angélica Lau P. Soares, 
Valéria Cristina Borsanelli
 Apoio de equipe: Camila Durães Torres, Lívia Taioque
 Coordenação de design Gilciane Munhoz
 Design: Thatiana Kalaes, Lissa Sakajiri
 Coordenação de arte Andressa Fiorio
 Edição de arte: Vitor Trevelin
 Assistência de arte: Elizabeth Kamazuka, Viviane Ayumi Yonamine
 Assistência de produção: Leslie Morais
 Coordenação de iconografia Josiane Laurentino
 Pesquisa iconográfica: Fabio Matsuura
 Tratamento de imagem: Marcelo Casaro
 Capa APIS Design
 Ilustração da capa: Henrique Mantovani Petru
 Projeto gráfico APIS Design
 Editoração eletrônica Fórmula Produções Editoriais
 Pre-impressão Américo Jesus
 Fabricação Alexander Maeda
 Impressão 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Leite, Angela
Aprender juntos matemática, 5º ano : ensino 
fundamental : anos iniciais / Angela Leite, Roberta 
Taboada ; editora responsável Isabella Semaan ; 
organizadora SM Educação ; obra coletiva concebida, 
desenvolvida e produzida por SM Educação. -- 
7. ed. -- São Paulo : Edições SM, 2021. -- (Aprender juntos)
ISBN 978-65-5744-327-9 (aluno)
ISBN 978-65-5744-328-6 (professor)
1. Matemática (Ensino fundamental) I. Taboada, 
Roberta. II. Semaan, Isabella. III. Título. IV. Série.
21-67653 CDD-372.7
Índices para catálogo sistemático:
1. Matemática : Ensino fundamental  372.7
Cibele Maria Dias — Bibliotecária — CRB-8/9427
7ª edição, 2021
Em respeito ao meio ambiente, as 
folhas deste livro foram produzidas com 
fibras obtidas de árvores de florestas 
plantadas, com origem certificada.
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APRESENTAÇÃO
Prezado professor, prezada professora,
O mundo contemporâneo apresenta uma série de 
desafios a todos os educadores deste país. Educar, nos dias 
de hoje, exige que a formação dos alunos não se restrinja 
apenas a conteúdos. Nesse sentido, a escola deve ser um 
espaço de convivência e de troca de saberes.
Este material didático foi cuidadosamente pensado para 
auxiliar em seu trabalho e garantir aos alunos, nos anos iniciais 
do Ensino Fundamental, a construção de uma aprendizagem 
consistente, gradual e significativa. 
Os temas, os textos, as imagens e as atividades 
propostas, além de permitirem o trabalho com as habilidades 
e as competências específicas de Matemática e com as 
competências gerais da Educação Básica, previstas na 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), contribuem para 
que os alunos aprendam a lidar com as próprias emoções, a 
demonstrar empatia, a manter relações sociais positivas e 
a tomar decisões de maneira responsável. 
A seleção dos conteúdos contribui para estimular a 
criatividade e promover o desenvolvimento integral dos alunos, 
dando a eles oportunidades para expressar seus pensamentos, 
refletir sobre o que estão aprendendo e compartilhar com 
os demais o conhecimento de mundo que têm. Assim, você 
alcança seus objetivos, e os alunos avançam em seu processo 
de formação como cidadãos críticos, pensantes, atuantes e 
capazes de resolver problemas cotidianos.
Desejamos que este material auxilie na condução de suas 
aulas e em seu trabalho com esta coleção, colaborando para 
sua prática docente.
Bom trabalho!
Equipe editorial
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Sumário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
Boas-vindas! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Capítulo 1 – Números . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10A
Capítulo 2 – Adição e subtração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30A
Capítulo 4 – Multiplicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44A
Capítulo 4 – Geometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66A
Capítulo 5 – Divisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .imagens! – Propagandas 210
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 212
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 213A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 214A
XVIIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Números ordinais 12
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 14
2 1 1 1 1 Dezenas e centenas inteiras 18
2 1 1 1 1 Números até 999 20
2 1 1 1 1 Vamos resolver! – Avaliação formativa 24
3 1 1 1 1 Decomposição de números até 999 26
3 1 1 1 1 Comparação de números até 999 28
4 1 1 1 1 Ordem crescente e ordem decrescente 30
4 1 1 1 1 Sequências numéricas 31
4 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas de dupla entrada 32
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 34
4 1 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 35A
5 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 36A
5 2 1 1 2 Adição e subtração na reta numérica 38
5 2 1 1 2 Ideias da adição 40
5 2 1 1 2 Ideias da subtração 42
5 2 1 1 2 Adição com trocas 44
6 2 1 1 2 Adição com ábaco e com algoritmo usual 46
6 2 1 1 2 Subtração com trocas 48
6 2 1 1 2 Subtração com ábaco e com algoritmo usual 50
7 2 2 1 2 Vamos resolver! – Avaliação formativa 52
7 2 2 1 2 Mais adição com trocas 54
7 2 2 1 2 Mais subtração com trocas 56
7 2 2 1 2 Arredondamento e resultado aproximado 58
8 3 2 1 2 Cálculo mental 60
8 3 2 1 2 Probabilidade e Estatística – Construção e interpretação de tabelas 
de dupla entrada 62
8 3 2 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 64
8 3 2 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 65A
9 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 66A
9 3 2 1 3 Figuras planas e figuras não planas 68
9 3 2 1 3 Vértices, faces e arestas 70
9 3 2 1 3 Cubo 71
10 3 2 1 3 Paralelepípedo 72
10 3 2 1 3 Pirâmide 73
10 3 2 1 3 Prisma 74
10 3 2 1 3 Cilindro, cone e esfera 76
10 3 2 1 3 Planificações 78
11 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 80
11 3 2 1 3 Figuras planas 82
11 3 2 1 3 Lados e vértices 84
11 3 2 1 3 Comparando figuras 86
12 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 88
12 3 2 1 3 Movimentação 90
12 3 2 1 3 Movimentação na malha 92
13 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – A ideia de chance 94
13 3 2 1 3 Jogo – Memória das planificações 96
13 3 2 1 3 Vamos ler imagens! – Vitrais 98
13 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 100
14 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 101A
14 4 3 2 4 Abertura de capítulo – Multiplicação 102A
14 4 3 2 4 Ideias da multiplicação 104
14 4 3 2 4 Vezes 2 e vezes 3 106
15 4 3 2 4 Vezes 4 e vezes 5 110
Volume 3
XVIII Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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15 4 3 2 4 Vezes 6 e vezes 7 112
15 4 3 2 4 Vezes 8 e vezes 9 114
15 4 3 2 4 Vezes 10 116
16 4 3 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 118
16 4 3 2 4 Multiplicações com três números 120
16 4 3 2 4 2 vezes e vezes 2, 3 vezes e vezes 3, … 122
17 5 3 2 4 Multiplicações por dezenas e centenas 124
17 5 3 2 4 Multiplicações com a calculadora 126
17 5 3 2 4 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas 
e em planilhas eletrônicas 128
17 5 3 2 4 Jogo – Batalha das multiplicações 130
18 5 3 2 4 Pessoas e lugares – Diferentes tipos de moradia 132
18 5 3 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 134
18 5 3 2 4 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 135A
19 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Mais números 136A
19 5 3 2 5 O milhar 138
20 5 3 2 5 Números de quatro algarismos 140
20 5 3 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 142
21 6 3 2 5 Milhares inteiros 144
21 6 3 2 5 Mais números de quatro algarismos 146
22 6 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 148
22 6 3 2 5 Pessoas e lugares – Vivendo sem números 150
23 6 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 152
24 6 3 2 5 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 153A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 154A
24 6 3 2 6 Unidades de medida não padronizadas e padronizadas 156
24 6 3 2 6 Metro, centímetro e milímetro 157
25 7 4 2 6 Quilômetro 160
25 7 4 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 162
25 7 4 2 6 Medindo contornos 164
25 7 4 2 6 As peças do tangram 166
25 7 4 2 6 O dinheiro e o símbolo do real 168
26 7 4 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 172
26 7 4 2 6 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de barras 174
26 7 4 2 6 Vamos ler imagens! – Placas de trânsito 176
26 7 4 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 178
27 7 4 2 6 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 179A
27 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Multiplicação e divisão 180A
27 7 4 3 7 Diferentes maneiras de multiplicar 182
27 7 4 3 7 Multiplicação com trocas 186
28 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 190
28 7 4 3 7 Ideias da divisão 192
28 7 4 3 7 Fazendo divisões 198
29 8 4 3 7 Número par e número ímpar 202
29 8 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 204
29 8 4 3 7 Divisões com a calculadora 206
30 8 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Chance de um evento ocorrer 208
30 8 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 210
30 8 4 3 7 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 211A
31 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Mais grandezas e medidas 212A
31 8 4 3 8 Quilograma, grama e miligrama 214
31 8 4 3 8 Litro e mililitro 218
32 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 220
32 8 4 3 8 Hora e minuto 222
32 8 4 3 8 Relógios 224
33 8 4 3 8 Minuto e segundo 226
33 8 4 3 8 Dia, mês e ano 228
34 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 230
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas 
de dupla entrada 232
35 8 4 3 8 Jogo – Dominó dos relógios 234
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 236
36 8 4 3 8 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 237A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 238A
XIXProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 12
1 1 1 1 1 Valor dos algarismos em um número 14
2 1 1 1 1 Dezena de milhar e números de cinco algarismos 16
2 1 1 1 1 Comparar e ordenar números 20
3 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 22
3 1 1 1 1 Jogo – Loteria numérica 24
4 1 1 1 1 Pessoas e lugares – Uma maneira diferente de contar 26
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 28
4 1 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 29A
5 1 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 30A
5 1 1 1 2 Adição 32
5 2 1 1 2 Subtração 34
6 2 1 1 2 Termos da adição 36
6 2 1 1 2 Termos da subtração 37
7 2 1 1 2 Propriedades da adição 38
7 2 1 1 2 Arredondamento e resultado aproximado 40
8 2 1 1 2 Cálculo mental 42
8 2 1 1 2 Adição e subtração: operações inversas 44
9 2 1 1 2 Problemas com adição e subtração 46
9 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Análise dos resultados de eventos 48
10 3 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 50
10 3 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 51A
10 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 52A
10 3 2 1 3 Cubo e paralelepípedo 54
11 3 2 1 3 Comprimento, largura e altura do paralelepípedo 56
11 3 2 1 3 Pirâmides 58
11 3 2 1 3 Prismas 60
12 3 2 1 3 Cilindro, cone e esfera 62
12 3 2 1 3 Representação de figuras não planas 64
12 3 2 1 3 Ampliação e redução de figuras 66
13 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 6813 3 2 1 3 Simetria 70
13 3 2 1 3 Simetria na malha quadriculada 74
14 3 2 1 3 Simétrica de uma figura 76
14 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Pictogramas 78
14 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 80
15 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 81A
15 4 2 2 4 Abertura de capítulo – Multiplicação 82A
15 4 2 2 4 Ideias da multiplicação 84
16 4 2 2 4 Possibilidades de vestir 88
16 4 2 2 4 Termos da multiplicação 90
16 4 2 2 4 Multiplicação com três fatores 91
17 4 2 2 4 Vezes 10, vezes 100, vezes 1 000 92
17 4 2 2 4 Diferentes maneiras de multiplicar 94
17 4 2 2 4 Multiplicação com fatores de mais de um algarismo 98
18 4 2 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 102
18 4 2 2 4 Propriedades da multiplicação 104
18 4 2 2 4 Cálculo mental 106
19 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, 
em planilhas eletrônicas e em pictogramas 108
19 4 2 2 4 Pessoas e lugares – Culinária afro-brasileira 110
19 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 112
XX Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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19 4 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 113A
20 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Mais Geometria 114A
20 5 3 2 5 As ideias de ângulo 116
20 5 3 2 5 Giros 118
20 5 3 2 5 Ângulo reto 119
20 5 3 2 5 Segmento de reta e reta 122
21 5 3 2 5 Retas paralelas, concorrentes e perpendiculares 124
21 5 3 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 128
21 5 3 2 5 Movimentação 130
22 5 3 2 5 Localização na malha 132
22 5 3 2 5 Movimentação na malha 134
22 5 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras duplas 136
23 5 3 2 5 Jogo – Batalha-naval 138
23 5 3 2 5 Vamos ler imagens! – Arte naïf 140
23 5 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 142
23 5 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 143A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Divisão 144A
24 6 3 2 6 Ideias da divisão 146
24 6 3 2 6 Divisões usando o algoritmo usual 148
24 6 3 2 6 Divisões exatas ou não exatas 150
25 6 3 2 6 Diferentes maneiras de dividir 152
25 6 3 2 6 Divisões com trocas 154
25 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 158
26 6 3 2 6 Divisões com centenas 160
26 6 3 2 6 Cálculo mental 164
26 6 3 2 6 Mais divisões 166
26 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 168
27 6 3 3 6 Multiplicação e divisão: operações inversas 170
27 6 3 3 6 Problemas 173
27 6 3 3 6 Probabilidade e Estatística – Tabelas de dupla entrada e gráficos de barras duplas 176
27 6 3 3 6 Jogo – Jogo da multiplicação e da divisão 178
28 6 3 3 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 180
28 6 3 3 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 181A
28 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 182A
28 7 4 3 7 Medindo comprimentos 184
29 7 4 3 7 Perímetro 188
29 7 4 3 7 Medindo superfícies 190
29 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 194
30 7 4 3 7 Medindo massas 196
30 7 4 3 7 Medindo capacidades 198
30 7 4 3 7 Medindo temperaturas 200
30 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 202
31 7 4 3 7 Hora, minuto e segundo 204
31 7 4 3 7 O dinheiro brasileiro 208
31 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Possibilidades 212
31 7 4 3 7 Vamos ler imagens! – Infográficos 214
32 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 216
32 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 217A
32 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Frações e decimais 218A
33 8 4 3 8 Noção de fração 220
33 8 4 3 8 Números decimais 226
33 8 4 3 8 Décimos 228
34 8 4 3 8 Números decimais maiores que 1 230
34 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 232
34 8 4 3 8 Centésimos 234
35 8 4 3 8 Os decimais e o dinheiro 236
35 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em gráficos 
de barras 238
36 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 240
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 241A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 242A
XXIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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Volume 5
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B
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Conteúdo/Tema/Seção
Pá
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1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Sistema de Numeração Decimal 12
1 1 1 1 1 Valor dos algarismos em um número 14
2 1 1 1 1 Os números naturais 16
2 1 1 1 1 Centenas de milhar inteiras 17
2 1 1 1 1 Números de seis algarismos 19
3 1 1 1 1 Comparação 22
3 1 1 1 1 Arredondamento 23
4 1 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Chance de um evento ocorrer 24
4 1 1 1 1 Jogo – Sudoku 26
4 1 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 28
4 1 1 1 1 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 29A
5 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 30A
5 2 1 1 2 Situações com adição e subtração 32
5 2 1 1 2 Relacionando a adição e a subtração 36
6 2 1 1 2 Mais adição e subtração 38
6 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Gráficos de barras duplas 40
6 2 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 42
6 2 1 1 2 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 43A
7 2 1 1 3 Abertura de capítulo – Multiplicação 44A
7 2 1 1 3 Ideias da multiplicação 46
7 2 1 1 3 Combinando possibilidades 49
8 2 1 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 52
8 2 1 1 3 Diferentes maneiras de multiplicar 54
8 2 1 1 3 Mais multiplicação 58
9 2 1 1 3 Regularidades nas multiplicações 59
9 2 1 1 3 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de linha 60
9 2 1 1 3 Pessoas e lugares – Shisima 62
10 2 1 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 64
10 2 1 1 3 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 65A
10 3 2 1 4 Abertura de capítulo – Geometria 66A
11 3 2 1 4 Planificações 68
11 3 2 1 4 Corpos redondos 70
11 3 2 1 4 Poliedros 72
12 3 2 1 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 74
12 3 2 1 4 Ângulos 76
12 3 2 1 4 Polígonos 78
12 3 2 1 4 Classificando polígonos 80
13 3 2 1 4 Círculo e circunferência 82
13 3 2 1 4 Ampliação e redução de figuras 83
13 3 2 1 4 Simetria 86
14 3 2 1 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 88
14 3 2 2 4 Localização 90
14 3 2 2 4 Coordenadas cartesianas 94
15 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de linha 96
15 4 2 2 4 Vamos ler imagens! – Ilusão de óptica 98
15 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 100
15 4 2 2 4 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 101A
16 4 2 2 5 Abertura de capítulo – Divisão 102A
16 4 2 2 5 Ideias da divisão 104
16 4 2 2 5 Divisões exatas ou não exatas 106
17 4 2 2 5 Situações com divisão 108
17 4 2 2 5 Diferentes maneiras de dividir 110
17 4 2 2 5 Vamos resolver! – Avaliação formativa 112
18 4 2 2 5 Divisão com milhares 114
XXII Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 22 16/07/2021 08:42
18 4 2 2 5 Multiplicação e divisão: operações inversas 120
18 4 2 2 5 Mais divisões 122
19 5 2 2 5 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, 
em gráficos de barras e em planilhas eletrônicas 126
19 5 2 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 128
19 5 2 2 5 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 129A
20 5 3 2 6 Abertura de capítulo – Frações 130A
20 5 3 2 6 Revendo as frações 132
20 5 3 2 6 Fração de quantidade 134
21 5 3 2 6 Comparação de frações 136
21 5 3 2 6 Adição de frações 138
21 5 3 2 6 Subtração de frações 140
22 5 3 2 6 Frações e divisão 142
22 5 3 2 6 Classificando frações 144
22 5 3 2 6 Número misto 146
23 6 3 2 6 Vamos resolver! – Avaliação formativa 148
23 6 3 2 6 Multiplicação de fração por número natural 150
23 6 3 2 6 Divisão de fração por número natural 152
24 6 3 2 6 Frações equivalentes 154
24 6 3 2 6 Porcentagem 158
25 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Cálculo de probabilidade 162
25 6 3 2 6 Vamos ler imagens! – Poemas visuais 164
25 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 16625 6 3 2 6 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 167A
26 6 3 3 7 Abertura de capítulo – Decimais 168A
26 6 3 3 7 Números decimais 170
26 6 3 3 7 O sistema de numeração e os decimais 172
27 6 3 3 7 Comparando números decimais 174
27 6 3 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 176
27 7 4 3 7 Adição com decimais 178
28 7 4 3 7 Subtração com decimais 180
28 7 4 3 7 Multiplicação com decimais 182
28 7 4 3 7 Multiplicação com decimais por 10, por 100 e por 1 000 184
29 7 4 3 7 Quociente decimal 186
29 7 4 3 7 Divisão com decimais 188
29 7 4 3 7 Divisão com decimais por 10, por 100 e por 1 000 190
30 7 4 3 7 Calculadora e operações com decimais 192
30 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Média aritmética 194
30 7 4 3 7 Jogo – Dominó das escritas numéricas 196
30 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 198
31 7 4 3 7 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 199A
31 8 4 3 8 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 200A
31 8 4 3 8 Medidas de comprimento 202
31 8 4 3 8 Medidas de massa 206
32 8 4 3 8 Medidas de capacidade 209
32 8 4 3 8 Medidas de temperatura 212
32 8 4 3 8 Hora, minuto e segundo 214
33 8 4 3 8 Década, século e milênio 216
33 8 4 3 8 O dinheiro 218
33 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 220
34 8 4 3 8 Perímetro e área 222
34 8 4 3 8 Centímetro quadrado 226
34 8 4 3 8 Metro quadrado 228
35 8 4 3 8 Ideia de volume 230
35 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 234
35 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas, em 
gráficos de linha e em pictogramas 236
36 8 4 3 8 Jogo – Desenhando retângulos 238
36 8 4 3 8 Pessoas e lugares – Diferentes calendários 240
36 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 242
36 8 4 3 8 Retorno da avaliação formativa e estratégias de remediação 243A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 244A
XXIIIProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 23 16/07/2021 08:42
SEÇÃO DE REFERÊNCIA AO LIVRO DO ALUNO
A Seção de referência ao Livro do Aluno apresenta a reprodução reduzida do Livro do Aluno em pá-
ginas duplas, posicionadas na parte central do manual. Ao redor dessa reprodução, nas colunas laterais 
e na parte inferior, são apresentadas orientações que auxiliam no trabalho do professor em sala de aula.
Para facilitar a localização, a numeração das páginas é a mesma do Livro do Aluno. 
Além disso, na Seção de referência ao Livro do Aluno, antes e depois de cada capítulo existem pági-
nas cuja numeração é seguida da letra A e que também trazem contribuições para a prática docente. 
Dessa maneira, todas as informações relacionadas aos conteúdos do Livro do Aluno, necessárias à 
preparação das aulas, estão disponíveis para o professor.
A seguir, apresentamos a organização do Manual do Professor.
Boas-vindas! e Até breve!
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Orientações didáticas 
 y A avaliação diagnóstica oferece aos 
alunos oportunidade de expor os co-
nhecimentos que eles têm a respeito 
das temáticas abordadas, sendo que 
as atividades oferecem uma referência 
da aprendizagem esperada para alguns 
conteúdos relativos ao 5º ano. Se julgar 
necessário, a cada atividade, faça a lei-
tura do enunciado para otimizar as reso-
luções. Entretanto, nessa etapa escolar, 
espera-se que os alunos consigam ler 
com autonomia. Considere o tempo de 
resolução necessário para cada uma 
das atividades, observando a incidência 
de dúvidas no decorrer do processo. O 
atendimento individualizado, carteira a 
carteira, é recomendado para o acom-
panhamento fiel da construção de hi-
póteses feita pelos alunos para chegar 
à resolução. Questionamentos verbais 
e atendimentos individualizados nas 
carteiras podem facilitar a compreen-
são dos enunciados, proporcionando 
aos alunos uma visão mais prática da 
Matemática. 
 y Uma consideração importante é orien-
tar os alunos a preencher as atividades 
individualmente, para que depois você 
consiga auxiliá-los de maneira perso-
nalizada, com intervenções específicas 
de acordo com o perfil de cada um: o 
que conhecem, o que não conhecem, 
o que conseguiram perceber com a rea-
lização da atividade, etc.
Atividade complementar 
 y Amplie a atividade 2 propondo aos alu-
nos outros problemas que envolvam a 
adição e a subtração como operações 
inversas e aproveite para retomar os 
termos da adição e da subtração. A se-
guir, apresentamos alguns exemplos.
a) A soma de dois números é igual a 
1 403. Se uma das parcelas é 670, qual 
é a outra parcela? 
 733
b) O resto de uma subtração é igual a 
574. Se o minuendo é 2 407, qual é o 
subtraendo? 
 1 833
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 » (EF05MA08) Resolver e elaborar 
problemas de multiplicação e divi-
são com números naturais e com 
números racionais cuja represen-
tação decimal é finita (com multi-
plicador natural e divisor natural e 
diferente de zero), utilizando es-
tratégias diversas, como cálculo 
por estimativa, cálculo mental e 
algoritmos.
 » (EF05MA11) Resolver e elaborar 
problemas cuja conversão em sen-
tença matemática seja uma igual-
dade com uma operação em que 
um dos termos é desconhecido.
 » (EF05MA14) Utilizar e compreen- 
der diferentes representações para 
a localização de objetos no plano, 
como mapas, células em planilhas 
eletrônicas e coordenadas geo-
gráficas, a fim de desenvolver as 
primeiras noções de coordena-
das cartesianas.
 » (EF05MA16) Associar figuras es-
paciais a suas planificações (pris-
mas, pirâmides, cilindros e cones) 
e analisar, nomear e comparar 
seus atributos.
 » (EF05MA17) Reconhecer, nomear 
e comparar polígonos, conside-
rando lados, vértices e ângulos, 
e desenhá-los, utilizando mate-
rial de desenho ou tecnologias 
digitais.
 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Eles 
estão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
2 4
3 6
4 8
5 10
6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
6
5
4
3
2
1
A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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POR DENTRO DAS ATIVIDADES 
DA SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 y Atividade 1: Essa atividade tra-
balha a localização de figuras 
geométricas na malha quadri-
culada e o reconhecimento e a 
nomenclatura de figuras planas 
e não planas. Para responder ao 
item a, os alunosdevem procu-
rar na malha o quadrinho corres-
pondente às coordenadas forne-
cidas e, então, escrever o nome 
da figura que se encontra nesse 
quadrinho. No caso da pirâmi-
de e do prisma, peça aos alunos 
que escrevam o nome completo 
da figura, ou seja, que incluam o 
formato de sua base. Para res-
ponder ao item b, eles devem 
primeiro identificar as figuras 
solicitadas para depois localizá-
-las na malha e indicar sua loca-
lização usando uma letra e um 
número.
 y Atividade 2: O objetivo dessa 
atividade é verificar se os alu-
nos compreenderam a adição 
e a subtração como operações 
inversas. Com base na soma 
de dois números e em uma das 
parcelas, eles devem descobrir 
qual é a outra parcela. Para isso, 
podem fazer uma subtração, 
transformando a parcela no sub-
traendo e usando a soma como 
minuendo.
 y Atividade 3: Por meio dessa ati-
vidade, é possível avaliar se os 
alunos conseguem reconhecer 
e aplicar a ideia de proporcio-
nalidade da multiplicação. Para 
responder ao item a, eles de-
vem perceber que, ao aumentar 
em uma unidade a quantidade 
de peixes pescados, a quanti-
dade de prendas aumenta em 
duas unidades. Para responder 
ao item b, eles podem pensar em 
adicionar a quantidade de peixes 
que os dois irmãos conseguiram 
pescar e então multiplicar essa 
quantidade por 2, já que a quan-
tidade de prendas é sempre o 
dobro da quantidade de peixes 
pescados. Outra estratégia pos-
sível é observar o quadro que 
preencheram no item a para ob-
ter a quantidade de prendas que 
cada um dos irmãos vai ganhar e 
adicioná-las.
 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Eles 
estão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
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4 8
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6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
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A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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008A009_AJM5_LA_PNLD23_BOAS_VINDAS.indd 8 7/6/21 4:46 PM c) O resto de uma subtração é igual a 
235. Se o subtraendo é 916, qual é o 
minuendo? 
 1 151
9Boas-vindas!
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Subsídios para a avaliação diagnóstica
As atividades da seção Boas-vindas! foram elaboradas para a sondagem do repertório do aluno e da consolida-
ção de habilidades fundamentais referentes ao ano anterior. Com os resultados obtidos nesse registro, será possível 
planejar abordagens metodológicas mais específicas para o perfil da turma que você tem. Assim, caso note que a 
aprendizagem dos conhecimentos necessários como pré-requisitos para o ano vigente não se tornou significativa, 
será necessário abordar cada novo tema de maneira mais abrangente, de modo a contemplar as primeiras compreen- 
sões sobre o assunto. 
A avaliação diagnóstica também auxilia na compreensão de necessidades individuais, possibilitando uma inter-
venção personalizada, de acordo com as possíveis dificuldades de cada aluno em relação às temáticas.
Cada observação registrada nessa avaliação diagnóstica oferecerá um indicativo da aprendizagem inicial dos alu-
nos, que, comparada aos resultados da avaliação final, demonstrará qualitativamente a efetivação das aprendizagens.
A seguir, apresentamos alguns comentários que poderão auxiliar o trabalho com os alunos que tiverem alguma 
dificuldade na resolução das atividades propostas.
• Atividade 1: Se os alunos apresentarem alguma dificuldade para localizar as figuras a partir das coordenadas 
fornecidas ou para indicar a localização das figuras pedidas, desenhe a malha na lousa e acompanhe com eles a 
leitura de cada quadrinho da malha. Comece apontando para uma das letras na parte de baixo da malha e depois 
para os números do lado esquerdo da malha. Aponte para a letra A, por exemplo, e mostre os quadrinhos dessa 
coluna, sempre fazendo associação com o número da linha em que o quadrinho está. Leia com os alunos a loca-
lização dos quadrinhos dessa coluna: A1, A2, A3, A4, A5 e A6. Faça isso para as outras colunas e depois verifique 
se algum aluno ainda tem dúvidas sobre como localizar uma figura nessa malha.
• Atividade 2: Caso os alunos não se lembrem que a adição e a subtração são operações inversas e que essa re-
lação pode ajudá-los a resolver essa atividade, retome na lousa alguns exemplos de como podemos relacionar 
três números por meio da adição e da subtração. Por exemplo, para os números 15, 24 e 39, escreva as seguintes 
operações na lousa: 15 1 24 5 39; 24 1 15 5 39; 39 2 24 5 15; 39 2 15 5 24. 
• Atividade 3: Se os alunos apresentarem dificuldade com o conceito de proporcionalidade trabalhado na ativi-
dade, pode-se sugerir a resolução em duplas ou em trios, considerando a técnica de agrupamentos produtivos. 
Organize a turma em pequenos grupos de modo a contemplar cada um deles com pelo menos um aluno que 
domine o conceito solicitado, para que possam auxiliar os demais na resolução.
Atividade de remediação
• O jogo Batalha-naval pode contribuir para o trabalho com a localização de objetos em uma malha quadriculada. 
Distribua uma malha quadriculada, como a mostrada abaixo, aos alunos e organize a turma em duplas, para que 
joguem Batalha-naval. Cada aluno deve ficar com duas malhas: uma para marcar seus navios e outra para marcar 
as tentativas que fizer para achar os navios do colega. Solicite aos alunos que desenhem seis navios na malha, pin-
tando os quadrinhos para representar cada navio, sem que o colega veja sua localização. Devem ser dois navios de 
1 quadrinho, dois navios de 2 quadrinhos, um navio de 3 quadrinhos e um navio de 4 quadrinhos. Depois, cada um, 
na sua vez, deve dizer uma coordenada composta de uma letra e um número para que seja assinalada no registro 
do colega, tentando acertar os navios desenhados na malha. Ganha o aluno que conseguir atingir o maior número 
de navios do colega.
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Orientações didáticas 
 y A avaliação de resultados é mais um 
instrumento de investigação da apren-
dizagem dos alunos para levantamento 
de habilidades de que tenham domínio 
ou que estejam em consolidação. Ao 
longo do ano, é importante manter um 
registro com as informações de cada 
recurso considerado avaliação: obser-
vações, estratégias para resolução das 
atividades por escrito e verbais, avalia-
ções formais, atividades para casa, etc. 
De posse desse registro, é possível con-
siderar as respostas que serão dadas 
pelos alunos nas atividades, incluindo 
as hipóteses equivocadas que pode-
rão apresentar, de modo a direcionar 
o emprego de recursos metodológicos 
específicos para intervenções nas di-
ficuldadesdos alunos. Com o registro 
detalhado a respeito do que os alunos 
sabem (ou não) dos conteúdos, pode-
-se analisar quais habilidades foram 
atingidas e quais ainda estão em de-
senvolvimento. É nesse aspecto que a 
evolução da aprendizagem, compreen-
dida como um processo constituído de 
refinamento de saberes, pode ser obser-
vada. Se considerada um momento isola-
do, a avaliação de resultados talvez não 
ofereça recursos suficientes para que 
o aluno mostre o que sabe em relação 
aos conteúdos. Nesta etapa da escola-
ridade, pode ser necessário realizar a 
leitura das atividades de avaliação com 
os alunos e dar um tempo para que eles 
as façam com tranquilidade.
 y É fundamental analisar as respostas 
“erradas”, uma vez que, ao construir a 
resolução de um problema, o aluno, em 
geral, apresenta tudo o que conhece a 
respeito da temática. Na maioria das 
vezes, o erro pode ter como causa uma 
visão superficial da atividade (pouca 
concentração, falta de foco) ou, ainda, 
o uso de uma estratégia ineficiente. Em 
ambos os casos, é importante que o 
erro seja considerado propulsor de no-
vos saberes.
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO ATÉ BREVE!
 » (EF05MA03) Identificar e repre-
sentar frações (menores e maiores 
que a unidade), associando-as ao 
resultado de uma divisão ou à ideia 
de parte de um todo, utilizando a 
reta numérica como recurso.
 » (EF05MA06) Associar as repre-
sentações 10%, 25%, 50%, 75% e 
100% respectivamente à décima 
parte, quarta parte, metade, três 
quartos e um inteiro, para calcu-
lar porcentagens, utilizando es-
tratégias pessoais, cálculo mental 
e calculadora, em contextos de 
educação financeira, entre outros.
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 » (EF05MA09) Resolver e elaborar 
problemas simples de contagem 
envolvendo o princípio multipli-
cativo, como a determinação do 
número de agrupamentos possí-
veis ao se combinar cada elemen-
to de uma coleção com todos os 
elementos de outra coleção, por 
meio de diagramas de árvore ou 
por tabelas. 
 » (EF05MA17) Reconhecer, nomear 
e comparar polígonos, conside-
rando lados, vértices e ângulos, 
e desenhá-los, utilizando mate-
rial de desenho ou tecnologias 
digitais.
 » (EF05MA19) Resolver e elaborar 
problemas envolvendo medidas 
das grandezas comprimento, 
área, massa, tempo, temperatu-
ra e capacidade, recorrendo a 
transformações entre as unida-
des mais usuais em contextos 
socioculturais.
Até breve!
 1 Nina tem 3 opções de tênis e 3 opções de meias para vestir.
a. Pinte as possíveis combinações que Nina pode fazer com as opções 
de meia e de tênis que ela tem.
A cada ano escolar, 
você e os colegas vivenciam 
novos desafios e adquirem diversos 
conhecimentos. Já parou para pensar nisso? 
As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar 
alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
Tênis cinza 
e meia azul
Tênis cinza e 
meia amarela
Tênis cinza e 
meia marrom
Tênis preto 
e meia azul
Tênis preto e 
meia amarela
Tênis preto e 
meia marrom
Tênis vermelho 
e meia azul
Tênis vermelho 
e meia 
amarela
Tênis vermelho 
e meia 
marrom
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b. Quantas combinações diferentes Nina pode fazer com esses tênis e 
essas meias? Nina pode fazer 9 combinações diferentes. 
c. Escreva uma multiplicação que represente a quantidade de combi-
nações que Nina pode fazer. 3 3 3 5 9 
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 2 As ilustrações a seguir foram feitas usando algumas figuras geométricas 
planas. Para cada ilustração, registre em cada quadrinho a quantidade 
de figuras que lembram polígonos.
 3 As tiras abaixo têm o mesmo tamanho, e cada uma delas está dividida 
em partes iguais. Observe-as e, depois, complete as frases.
a. A tira branca equivale a 3 partes da tira verde.
b. Uma parte da tira amarela equivale a 2 partes da tira azul.
c. Uma parte da tira vermelha equivale a da tira inteira.
d. Uma parte da tira verde equivale a da tira inteira.
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POR DENTRO DAS 
ATIVIDADES DA SEÇÃO 
ATÉ BREVE!
 y Atividade 1: O objetivo dessa 
atividade é avaliar se os alunos 
conseguem resolver um proble-
ma simples de contagem que 
envolve a determinação do nú-
mero de agrupamentos possí-
veis ao combinar um par de tênis 
com um par de meias. No item a, 
ao pintar as combinações apre-
sentadas no quadro, os alunos 
chegam a todas as combinações 
possíveis de serem feitas com os 
tênis e as meias que Nina tem. 
Para responder ao item b, os 
alunos podem contar as dife-
rentes combinações que pinta-
ram no quadro. Para escrever a 
multiplicação pedida no item c, 
espera-se que eles levem em 
consideração que Nina tem três 
opções de tênis e três opções 
de meias e cheguem à multipli-
cação 3 3 3 5 9.
 y Atividade 2: Por meio dessa 
atividade, é possível avaliar se 
os alunos entenderam o que é 
um polígono ao quantificar quan-
tos polígonos compõem cada uma 
das ilustrações apresentadas.
 y Atividade 3: Essa atividade tem 
o objetivo de avaliar se os alu-
nos compreenderam o conceito 
de fração. Eles podem entender 
cada parte da tira como uma 
parte do todo ou então como o 
resultado da divisão da tira em 
certo número de partes iguais. 
Para responder ao item a, os 
alunos devem contar a quanti-
dade de partes que compõem a 
tira verde (três) para determinar 
quantas partes dessa tira equi-
valem à tira branca. Como a tira 
branca equivale à tira verde in-
teira (pois as duas têm o mesmo 
tamanho), basta observar quan-
tas partes a tira verde tem. Para 
responder ao item b, os alunos 
podem observar que a tira ama-
rela está divida em duas partes 
iguais, e a tira azul está dividida 
em quatro partes iguais. Como 
as tiras têm o mesmo tamanho, 
uma parte da tira amarela equi-
vale a duas partes da tira azul. 
Para responder aos itens c e d, 
os alunos devem verificar em 
quantas partes, respectivamen-
te, a tira vermelha e a tira verde 
foram divididas para, então, de-
terminar quanto uma parte des-
sas tiras representa em relação à 
tira inteira.
Até breve!
 1 Nina tem 3 opções de tênis e 3 opções de meias para vestir.
a. Pinte as possíveis combinações que Nina pode fazer com as opções 
de meia e de tênis que ela tem.
A cada ano escolar, 
você e os colegas vivenciam 
novos desafios e adquirem diversos 
conhecimentos. Já parou para pensar nisso? 
As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar 
alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
Tênis cinza 
e meia azul
Tênis cinza e 
meia amarela
Tênis cinza e 
meia marrom
Tênis preto 
e meia azul
Tênis preto e 
meia amarela
Tênis preto e 
meia marrom
Tênis vermelho 
e meia azul
Tênis vermelho 
e meia 
amarela
Tênis vermelho 
e meia 
marrom
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b. Quantas combinações diferentes Nina pode fazer com esses tênis e 
essas meias? Nina pode fazer 9 combinações diferentes. 
c. Escreva uma multiplicação que represente a quantidade de combi-
nações que Nina pode fazer. 3 3 3 5 9 
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 2 As ilustrações a seguir foram feitas usando algumas figuras geométricas 
planas. Para cada ilustração, registre em cada quadrinho a quantidade 
de figuras que lembram polígonos.
 3 As tiras abaixo têm o mesmo tamanho, e cada uma delas está dividida 
em partes iguais. Observe-as e, depois, complete as frases.
a. A tira branca equivale a 3 partes da tira verde.
b. Uma parte da tiraamarela equivale a 2 partes da tira azul.
c. Uma parte da tira vermelha equivale a da tira inteira.
d. Uma parte da tira verde equivale a da tira inteira.
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245Até breve!
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DE RESULTADO 
As atividades da seção Até breve! foram elaboradas com 
o intuito de verificar a aprendizagem dos alunos em relação 
a alguns conhecimentos importantes que foram explorados 
ao longo do ano. Os resultados dessa avaliação podem servir 
como base para o planejamento do ano seguinte, no qual os 
alunos estarão no Ensino Fundamental II, ou até mesmo para 
a programação de uma remediação ainda no próprio ano. 
Ressaltamos que, além dos resultados apresentados 
pelos alunos, é fundamental avaliar as estratégias que eles 
utilizam e o repertório que eles acessam para resolver as ati-
vidades propostas. 
Caso você tenha feito anotações sobre cada aluno ou en-
globando grupos de alunos na avaliação diagnóstica (seção 
Boas-vindas!), sugerimos que retome seus registros com o 
objetivo de mensurar a evolução dos alunos. Esse trabalho, 
além de medir o grau de aprendizagem dos alunos, pode 
contribuir para a melhoria de sua prática docente.
A seguir, comentamos algumas dificuldades que os alunos 
podem apresentar em cada uma das atividades propostas.
• Atividade 1: Caso os alunos apresentem dificuldade em 
escrever uma multiplicação para a situação apresentada, 
monte uma árvore de possibilidades na lousa para ilustrar 
as combinações possíveis. A árvore deve ficar assim:
tênis cinza
meias azuis
meias amarelas
meias marrons
tênis preto
meias azuis
meias amarelas
meias marrons
tênis vermelho
meias azuis
meias amarelas
meias marrons
 Talvez com o apoio da árvore de possibilidades os alunos 
consigam enxergar que há 3 opções de meia para cada 
tipo de tênis e há 3 opções de tênis e que podemos es-
crever a multiplicação 3 3 3 5 9 para representar essa 
situação.
• Atividade 2: Se os alunos apresentarem alguma dificul-
dade para quantificar os polígonos de cada ilustração, 
peça que identifiquem cada uma das figuras que com-
põem a ilustração, nomeando-as. Como as ilustrações 
são compostas somente de triângulos, retângulos, círcu-
los e hexágonos, eles devem estar familiarizados com es-
sas figuras e não devem ter dificuldade em identificá-las. 
Relembre a definição de um polígono com os alunos (figu-
ra geométrica plana com o contorno fechado e formado 
apenas por linhas retas que não se cruzam) e peça que 
indiquem se cada uma das figuras que identificaram é ou 
não um polígono.
• Atividade 3: Se os alunos apresentarem dificuldade com 
essa atividade, recorte cinco retângulos do mesmo tama-
nho, pinte os retângulos com as cores da atividade e divida-
-os da mesma maneira que as tiras apresentadas no Livro 
do Aluno, para que os alunos possam manusear todas as 
partes. Desse modo, eles poderão sobrepor as partes para 
verificar quantas partes de um retângulo correspondem a 
uma parte de outro, além de visualizar de modo concreto 
em quantas partes cada retângulo está dividido.
• Atividade 4: Caso os alunos apresentem alguma dificulda-
de para calcular 10% de uma quantia, reforce a relação da 
representação 10% com a décima parte. Se a dificuldade 
for operar com números decimais, uma vez que a ativida-
de trabalha com valores em real, peça a eles que imaginem 
que a parte decimal do número corresponde aos centavos. 
Como as moedas de centavos têm valores inteiros (5, 10, 
25, 50), os alunos podem operar primeiro com a parte in-
teira do número e depois com a parte decimal, converten-
do esta última em valores inteiros, fazendo a correspon-
dência com os centavos. Assim, por exemplo, na subtração 
74,00 2 7,40, os alunos podem fazer a subtração 74 2 7, 
chegando ao resultado 67. Depois, devem trocar 1 real dos 
67 por 100 centavos, para então tirar os 40 centavos que 
faltam para completar a subtração 100 2 40, chegando ao 
resultado 60. Juntando os dois valores, eles chegam a 66 
reais e 60 centavos, ou R$ 66,60.
• Atividade 5: É possível que alguns alunos tenham difi-
culdade em realizar as transformações entre as unidades 
apresentadas. Nesse caso, desenhe na lousa o quadro a 
seguir, que mostra as transformações entre as unidades 
que aparecem na atividade.
Metro 
(m)
Decímetro 
(dm)
Centímetro 
(cm)
Milímetro 
(mm)
1
0, 1
0, 0 1
0, 0 0 1
Atividades de remediação
• Proponha aos alunos atividades que envolvam o cálculo 
de 10%, 25% e 50% de uma quantia. Relembre-os de que:
 y calcular 10% de um valor é o mesmo que calcular um 
décimo desse valor;
 y calcular 25% de um valor é o mesmo que calcular um 
quarto desse valor;
 y calcular 50% de um valor é o mesmo que calcular me-
tade desse valor.
4 10
4 10
4 10
244ASubsídios para a avaliação de resultado
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Habilidades avaliadas na seção
As seções Boas-vindas! e Até-breve! podem ser utilizadas como instrumentos de avaliação 
diagnóstica e de resultado, respectivamente. Assim, nessa área estão especificadas as habilidades 
avaliadas na seção em questão.
Por dentro das 
atividades da 
seção
Indica os aspectos 
avaliados e 
as possíveis 
dificuldades dos 
alunos em cada 
atividade proposta 
na seção.
XXIV Seção de referência ao Livro do Aluno
Subsídios para a avaliação
Apresenta subsídios de como conduzir a avaliação com o 
intuito de assegurar a aprendizagem efetiva dos alunos.
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30A
Objetivos pedagógicos
1. Levar os alunos a resolver adições e subtrações com o algoritmo usual e com o algoritmo da decomposição.
2. Levar os alunos a utilizar os termos da adição e da subtração.
3. Levar os alunos a compreender e a utilizar as propriedades da adição.
4. Levar os alunos a reconhecer a adição e a subtração como operações inversas.
5. Auxiliar os alunos a reconhecer que a relação de igualdade entre dois membros se mantém ao adicionar ou sub-
trair um mesmo número a cada um desses membros.
6. Auxiliar os alunos a resolver problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma igualdade com uma 
adição ou uma subtração em que um dos termos é desconhecido.
7. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na construção de gráficos de barras duplas.
8. Auxiliar os alunos a produzir um texto com base na análise de dados apresentados em um gráfico de barras 
duplas.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está nas unidades temáticas 
Números e Álgebra. Há também um trabalho específico com 
a leitura, a interpretação e a construção de gráficos de bar-
ras duplas relacionado à unidade temática Probabilidade e 
Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam realizar adições e subtra-
ções que envolvem números de até cinco algarismos. Caso 
alguns deles ainda apresentem dificuldades para realizar ta-
refas como as descritas, proponha algumas atividades para 
suprir essa deficiência, como resolver uma mesma adição ou 
subtração de diferentes maneiras, aproveitando para esclare-
cer eventuais dúvidas nos processos utilizados. Por exemplo, 
resolva com os alunos uma adição sem trocas usando o al-
goritmo usual e uma calculadora. Depois, resolva uma adição 
com trocas usando o algoritmo usual e o da decomposição. 
Repita o processo para subtrações. Peça também aos alu-
nos que tentem resolver as adições e as subtrações por meio 
do cálculo mental e que expliquem o raciocínio que utilizaram 
aos colegas, para que todos conheçam diferentes estratégias.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e or-
ganizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os ob-
jetivos pedagógicos listados anteriormentee, dessa maneira, 
desenvolver algumas das competências e habilidades previs-
tas na BNCC. De modo geral, as atividades trabalham com 
as diferentes maneiras de resolver problemas que envolvem 
adições e subtrações com números de até seis algarismos. 
Ao resolvê-las, os alunos ampliam o repertório de estratégias 
que podem usar para resolver essas operações. Além disso, 
as atividades trabalham com as propriedades da adição e da 
igualdade, possibilitando aos alunos compreender e utilizar 
essas propriedades.
CAPÍTULO 2 ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO
Competências gerais da Educação Básica
2 e 4.
Competências específicas da área de Matemática
2, 3 e 6.
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Problemas: adição e subtração de números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita
 x Propriedades da igualdade e noção de equivalência
 x Leitura, coleta, classificação, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada, gráfico de 
colunas agrupadas, gráficos pictóricos e gráfico de linhas
Habilidades específicas da área de Matemática
EF05MA07, EF05MA10, EF05MA11 e EF05MA24.
Introdução do capítulo 2
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43A
CONCLUSÃO DO CAPÍTULO 2
Sugestões de avaliação formativa para os objetivos 
pedagógicos do capítulo
1. Levar os alunos a resolver adições e subtrações com o 
algoritmo usual e com o algoritmo da decomposição.
 Por meio do tema “Situações com adição e subtração”, os 
alunos podem resolver adições e subtrações com núme-
ros até 999 999 por meio do algoritmo usual e do algo-
ritmo da decomposição, retomando conceitos estudados 
em anos anteriores. Utilize esses momentos para avaliar e 
acompanhar os alunos, auxiliando nas dúvidas que pos-
sam subsistir, principalmente nas operações que envol-
vem trocas. Se necessário, utilize o ábaco de pinos para 
que eles relembrem que 10 unidades equivalem a 1 dezena, 
10 dezenas equivalem a 1 centena e assim por diante, fa-
zendo essas relações até a centena de milhar.
2. Levar os alunos a utilizar os termos da adição e da 
subtração.
 Para verificar se os alunos compreendem e utilizam os ter-
mos da adição e da subtração corretamente, sempre que 
possível, retome esses conceitos ao longo das atividades 
deste capítulo. Identifique com eles, no caso da adição, as 
parcelas e a soma (ou total). Para a subtração, identifique 
o minuendo, o subtraendo e o resto (ou diferença).
3. Levar os alunos a compreender e a utilizar as proprieda-
des da adição.
 No tema “Situações com adição e subtração”, os alunos 
têm a oportunidade de compreender e utilizar as pro-
priedades comutativa, associativa e do elemento neutro 
da adição. Ao realizar as atividades 2, 4 e 6 desse tema, 
deixe claro que o objetivo é compreender cada uma das 
propriedades, pois elas poderão ser úteis em diversas si-
tuações. Se julgar oportuno, relembre as propriedades da 
multiplicação, fazendo a relação entre as nomenclaturas e 
as especificidades de cada operação, com especial aten-
ção para a propriedade do elemento neutro. Verifique se 
os alunos percebem que a expressão “neutro” não sig-
nifica necessariamente o número zero, pois, no caso da 
multiplicação, o elemento neutro é o número 1.
4. Levar os alunos a reconhecer a adição e a subtração 
como operações inversas.
 Avalie se os alunos compreendem a adição e a subtra-
ção como operações inversas, trabalhando com situações 
que envolvem números até 999 999 nas atividades do 
tema “Relacionando a adição e a subtração”. Utilizando 
como referência a atividade 1, peça aos alunos que es-
crevam três números diferentes que possam ser relacio-
nados entre si por meio de uma adição e uma subtração. 
Trabalhe também com esquemas que possibilitem perce-
ber essas relações de outra maneira. Observe um exemplo 
com os números do item a dessa atividade.
5 789
8 776
5 789
2 987
5
25
12 987
8 776
2 967
5 789
5
25
1
5. Auxiliar os alunos a reconhecer que a relação de igual-
dade entre dois membros se mantém ao adicionar ou 
subtrair um mesmo número a cada um desses membros.
 A atividade 3 do tema “Mais adição e subtração” auxilia os 
alunos a reconhecer que a relação de igualdade entre dois 
membros permanece quando se adiciona ou se subtrai um 
mesmo número a cada um desses termos. Para ampliar 
esse estudo e verificar como os alunos lidam com esses 
conceitos, oriente-os a escrever um mesmo número de 
duas maneiras diferentes, fazendo uma decomposição e 
estabelecendo uma igualdade entre dois termos, adicio-
nando ou subtraindo um número.
6. Auxiliar os alunos a resolver problemas cuja conver-
são em sentença matemática seja uma igualdade com 
uma adição ou uma subtração em que um dos termos é 
desconhecido.
 Para auxiliar os alunos a resolver problemas cuja conver-
são em sentença matemática seja uma igualdade com 
uma adição ou uma subtração em que um dos termos 
é desconhecido, verifique as estratégias utilizadas pelos 
alunos na resolução da atividade 3 da seção Aprender 
sempre. Inicialmente, incentive-os a representar a igualda-
de, deixando uma lacuna para o termo desconhecido, da 
seguinte maneira: 2 853 1 3 869 1     5 9 382. Em se-
guida, eles podem fazer a subtração 9 382 2 3 869 5 5 513 
e depois a subtração 5 513 2 2 853 5 2 660. Logo, o núme-
ro desconhecido é 2 660.
7. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na cons-
trução de gráficos de barras duplas.
 Verifique se os alunos constroem adequadamente o grá-
fico da atividade 2 na seção Probabilidade e Estatística 
e se respeitam o espaçamento entre as barras duplas. 
Acompanhe a passagem dos dados da tabela de dupla 
entrada para o gráfico de barras duplas, atentando a se 
os alunos identificam que a escala é de cinco em cinco. 
Na atividade 1, solicite a eles que determinem a quanti-
dade total de domicílios, por meio da informação das te-
levisões (180 1 200 1 150 1 70 5 600) ou dos celulares 
(90 1 210 1 250 1 50 5 600).
8. Auxiliar os alunos a produzir um texto com base na 
análise de dados apresentados em um gráfico de barras 
duplas.
 Auxilie os alunos a produzir um texto com base na aná-
lise de dados apresentados em um gráfico de barras, 
propondo questionamentos que exploram os dados 
dessa representação gráfica. Na atividade 1 da seção 
Probabilidade e Estatística, incentive os alunos a utili-
zar no texto do item d a quantidade total de domicílios. 
É possível buscar relações entre essa quantidade e usar 
a ideia de terço para dizer que em um terço dos domi-
cílios pesquisados há duas televisões, pois 200 equivale 
a um terço de 600.
Conclusão do capítulo 2
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Introdução do capítulo
No início de cada capítulo, apresentamos os objetivos pedagógicos e, em Ideias e 
conceitos-chave, um panorama geral dos conteúdos e das atividades que serão trabalhados 
no capítulo e como eles se relacionam aos objetivos e aos pré-requisitos pedagógicos. Há 
também um quadro com as competências gerais, as competências específicas, os objetos 
de conhecimento e as habilidades da BNCC que serão desenvolvidas.
Conclusão do capítulo
No final de cada capítulo, são apresentadas sugestões de 
avaliações formativas para cada um dos objetivos pedagógicos 
propostos no início do capítulo.
Início e fim de capítulo
Durante os capítulos
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CAPÍTULO
3
Saber
Ser
Rosana e Alberto vão reformar a 
casa e querem trocar a porta que dá 
acesso ao quintal. A intenção deles é 
colocar uma porta de vidro. O vende-
dor da loja disse a eles que a porta 
pode ser montada com vidros de co-
res diferentes. Os vidros da parte que 
abre e fecha podem ser nas cores 
cinza, roxa, verde ou azul, e os vidros 
da parte fixa podem ser nas cores 
vermelha, laranja ou amarela.
Para começo de conversa
 1 Quais são as possibilidades de 
montar a porta utilizando as cores 
de vidro disponíveis nessa loja?
 2 Há quantas opções para montar a 
porta?
 3 Que multiplicação você usaria pa- 
ra calcular o número de opçõespara montar a porta?
 4 Rosana quer que os vidros da 
parte móvel seja cinza, mas Al-
berto quer que sejam na cor 
verde. Como você acha que eles 
podem decidir as cores da porta?
Multiplicação
Veja as respostas ao lado.
45quarenta e cinco
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA ABERTURA
 » (EF05MA09) Resolver e elaborar 
problemas simples de contagem 
envolvendo o princípio multipli-
cativo, como a determinação do 
número de agrupamentos possí-
veis ao se combinar cada elemen-
to de uma coleção com todos os 
elementos de outra coleção, por 
meio de diagramas de árvore ou 
por tabelas.
Orientações didáticas
 y As atividades da abertura trabalham 
com a resolução de problemas de mul-
tiplicação que envolvem contagem.
 y Atividade 1: Leia a atividade com os 
alunos e escreva na lousa, em duas 
colunas, as cores dos vidros da parte 
móvel e da parte fixa da porta. Ques-
tione-os: “Como podemos fazer para 
descobrir todas as possibilidades para 
montar essa porta utilizando as dife-
rentes cores dos vidros?”. Peça a alguns 
alunos que digam como pensaram para 
responder à questão e registre na lousa.
Observe como os alunos organizam as 
respostas: se fixam uma cor para os vi-
dros da parte fixa, por exemplo, e variam 
as cores dos vidros da parte móvel e 
depois vão trocando a cor dos vidros 
da parte fixa até mencionar todas, ou 
se tentam obter as combinações de 
modo aleatório. Caso não pensem em 
um modo organizado para obter todas 
as possibilidades, pergunte como eles 
podem fazer para conferir se não esque-
ceram de nenhuma possibilidade.
 y Atividade 2: Observe se eles contam 
o total de possibilidades que obtive-
ram para chegar ao número de opções 
possíveis para montar a porta.
 y Atividade 3: Verifique se os alunos 
percebem que há três opções de cor 
para os vidros da parte fixa e qua-
tro opções de cor para os vidros da 
parte móvel e que eles podem multi-
plicar a quantidade de opções de cada 
vidro para obter o total de opções para 
montar a porta.
44 MultiplicaçãoCapítulo 3
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CAPÍTULO
3
Saber
Ser
Rosana e Alberto vão reformar a 
casa e querem trocar a porta que dá 
acesso ao quintal. A intenção deles é 
colocar uma porta de vidro. O vende-
dor da loja disse a eles que a porta 
pode ser montada com vidros de co-
res diferentes. Os vidros da parte que 
abre e fecha podem ser nas cores 
cinza, roxa, verde ou azul, e os vidros 
da parte fixa podem ser nas cores 
vermelha, laranja ou amarela.
Para começo de conversa
 1 Quais são as possibilidades de 
montar a porta utilizando as cores 
de vidro disponíveis nessa loja?
 2 Há quantas opções para montar a 
porta?
 3 Que multiplicação você usaria pa- 
ra calcular o número de opções 
para montar a porta?
 4 Rosana quer que os vidros da 
parte móvel seja cinza, mas Al-
berto quer que sejam na cor 
verde. Como você acha que eles 
podem decidir as cores da porta?
Multiplicação
Veja as respostas ao lado.
45quarenta e cinco
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Respostas 
1. A porta pode ter vidros nas cores 
cinza e vermelho, cinza e laranja, 
cinza e amarelo, roxo e vermelho, 
roxo e laranja, roxo e amarelo, ver- 
de e vermelho, verde e laranja, 
verde e amarelo, azul e vermelho, 
azul e laranja ou azul e amarelo.
2. 12 opções.
3. Espera-se que os alunos respon-
dam 4 3 3 5 12 ou 3 3 4 5 12.
4. Resposta pessoal.
Habilidades de 
relacionamento
Certifique-se de que os alunos 
percebam que é sempre pre-
ciso buscar soluções de modo 
construtivo e respeitoso, para 
manter relacionamentos sau-
dáveis com as outras pessoas. 
Pergunte se eles já passaram 
por alguma situação parecida 
e como fizeram para resolvê-la. 
Essa conversa possibilita aos 
alunos desenvolver a compe-
tência socioemocional habili-
dades de relacionamento.
Saber
Ser
45Multiplicação Capítulo 3
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Habilidades desenvolvidas 
no tema ou na seção
Presente no início das aberturas de capítulo, 
no início dos temas e das seções, indica as 
habilidades que serão trabalhadas.
Respostas das atividades da 
abertura de capítulo
Apresenta as respostas das 
atividades propostas no 
Para começo de conversa.
Saber Ser
Orienta o trabalho com as 
competências socioemocionais.
XXVSeção de referência ao Livro do Aluno
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XXVI
 4 Luís trabalha em uma agência de turismo que faz passeios usando três 
meios de transporte. Veja a tabela que ele montou para organizar os 
passeios agendados para o próximo fim de semana.
Dados obtidos por Luís.
a. Quantas pessoas haverá em cada grupo que escolheu fazer o pas- 
seio de trem? E quantas haverá em cada grupo que optou pelo 
passeio de ônibus?
Em cada grupo do passeio de trem haverá 68 pessoas, e em 
cada grupo do passeio de ônibus haverá 92 pessoas.
b. Quantas pessoas haverá em cada grupo que escolheu utilizar a van?
Haverá 102 pessoas em cada grupo que escolheu utilizar a van.
 5 Elabore um problema que envolva a divisão de um número de minitortas 
em bandejas com a mesma quantidade. Depois, troque o livro com um co-
lega. No caderno, ele resolve o problema que você elaborou e você, o dele.
Resposta pessoal.
 
Cálculo possível:
Cálculos possíveis:
Passeios agendados para o fim de semana
Meio de 
transporte
Quantidade 
de pessoas 
Quantidade de 
grupos que devem 
ser formados
Trem 408 6
Ônibus 368 4
Van 510 5
5 1 0 5
2 5 1 0 2
0 1 0
2 1 0
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4 0 8 6
2 3 6 6 8
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2 3 6 9 2
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105cento e cinco
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Ideias da divisão
 1 Rafaela trabalha em uma loja que vende chás. Nesta semana, ela rece-
beu 99 caixas de chá e distribuiu as caixas igualmente entre os 3 com-
partimentos de um mostruário.
Para saber quantas caixas de chá ficaram em cada compartimento, po-
demos fazer uma divisão. Observe e complete as lacunas.
Rafaela colocou 33 caixas de chá em cada compartimento.
 2 Mirela faz enfeites com tampinhas de garrafa PET. Ela ganhou 48 tam-
pinhas para usar. Sabendo que em cada enfeite ela coloca 4 tampi-
nhas, quantos enfeites Mirela conseguirá fazer com as tampinhas que 
ganhou?
Mirela conseguirá fazer 12 enfeites com as tampinhas que ganhou.
 3 Tiago fabrica canecas. Em um fim de semana, ele fez 78 canecas e 
quer guardá-las em caixas com capacidade para 6 canecas em cada 
uma. Quantas caixas Tiago usará para guardar essas canecas?
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9 9 3
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2
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9
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Tiago usará 13 caixas para guardar as canecas.
Cálculo possível:
Cálculo possível:
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104 cento e quatro
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 y Atividade 5: Solicite aos alunos que, ao 
trocar o problema com o colega, leiam 
atentamente o enunciado e, se necessá-
rio, peça a eles que reescrevam algum 
trecho do enunciado que não esteja 
claro. Em seguida, peça a três alunos 
que escrevam na lousa o problema que 
inventaram. A turma toda deve copiá-
-los no caderno e resolvê-los. Chame 
três outros alunos e peça que resolvam 
os problemas da lousa. Corrija esses 
problemas coletivamente.
Atividades complementares
 y Proponha aos alunos a tabuada 
da divisão. Ela consiste em fazer 
divisões por 1, 2, 3, ..., 9, em que 
o resultado seja de 1 a 10. Veja o 
exemplo da tabuada da divisão 
do 2:
2 4 2 5 1 12 4 2 5 6
4 4 2 5 2 14 4 2 5 7
6 4 2 5 3 16 4 2 5 8
8 4 2 5 4 18 4 2 5 9
10 4 2 5 5 20 4 2 5 10
Em seguida, sugira a resolução de 
outras divisões, no caderno, que 
possam ser resolvidas recorren-
do-se apenas às tabuadas.
 y Sugerimos o jogo “Maior quocien-te”. Esse jogo auxilia os alunos a 
estimar a ordem de grandeza de 
um quociente e a refletir sobre o 
que garante que o quociente de 
uma divisão seja maior ou menor. 
 y Organização da turma: em 
trios ou em quartetos.
 y Recursos necessários: um ba-
ralho (sem as cartas das figu-
ras), lápis e papel para cada 
jogador. O ás representará o 1, 
e o coringa, o zero. Uma folha 
de papel com um esquema da 
divisão (dividendos da ordem 
das centenas e divisor da or-
dem das unidades). Veja:
        
 y Meta: conseguir obter o maior 
quociente em cada rodada.
 y Como jogar: Embaralhe as car-
tas e coloque-as com os núme-
ros virados para baixo. Cada 
jogador, na sua vez, pega uma 
carta e lê o número em voz alta 
para que todos os jogadores 
possam escrevê-lo em uma la-
cuna qualquer de seu esquema. 
Depois de quatro cartas terem 
sido sorteadas, cada jogador 
terá uma divisão com um alga-
rismo no divisor e três no di-
videndo e poderá efetuar sua 
divisão. Ganha o jogo quem ob-
tiver o maior quociente.
105Divisão Capítulo 5
102A129_AJM5_MP_PNLD23_C05.indd 105 7/13/21 2:03 PM
Atividades complementares
Contém propostas de atividades 
complementares e preparatórias para a 
ampliação dos estudos.
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 3 Complete os quadros com o que se pede e, depois, represente os nú-
meros dos quadros nos ábacos.
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 4 Decomponha os números de acordo com o exemplo abaixo.
a. 3 769 5 3 000 1 700 1 60 1 9 
b. 15 921 5 10 000 1 5 000 1 900 1 20 1 1 
c. 34 172 5 30 000 1 4 000 1 100 1 70 1 2 
d. 97 894 5 90 000 1 7 000 1 800 1 90 1 4 
 5 Escreva os números indicados abaixo usando algarismos.
a. Doze mil, trezentos e setenta e um: 12 371 
b. Vinte e sete mil e oitenta e quatro: 27 084 
c. Noventa e três mil, quatrocentos e cinco: 93 405 
d. Setenta mil e sete: 70 007 
A origem dos números, de Majungmul. Editora Callis.
Você sabe como as pessoas contavam quantidades antigamente? Nesse 
livro, você vai descobrir como algumas pessoas usavam o nariz e os olhos 
para representar quantidades. Além disso, vai entender como a invenção 
dos números contribuiu para melhorar a comunicação entre as pessoas.
Para explorar
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Sistema de Numeração Decimal
 1 Leia o texto abaixo.
A 8a edição da Copa do Mundo de 
Futebol Feminino aconteceu na França, 
em junho de 2019. O evento contou com 
a participação de 24 países. No total, fo-
ram realizadas 52 partidas e marcados 
146 gols. A final teve o maior público pa-
gante do evento, 57 900 pessoas, e foi 
disputada pelas seleções da Holanda e 
dos Estados Unidos. A seleção dos Esta-
dos Unidos foi a vencedora e tornou-se 
campeã do mundo pela 4a vez.
Fontes de pesquisa: Quadro de medalhas. Disponível em: http://www.
quadrodemedalhas.com/futebol/copa-do-mundo-futebol-feminino/copa-do-mundo-
feminino-estatisticas.htm; Tabela de jogos. Sr. Goool. Disponível em: https://www.
srgoool.com.br/classificacao/Copa-do-Mundo/Feminino/2019. Acessos em: 2 jun. 2021.
Marta se tornou a maior 
goleadora em Copas do 
Mundo com 17 gols. 
França. Foto de 2019.
 • Escreva por extenso os números que aparecem no texto acima.
Oito (8); dois mil e dezenove (2019); vinte e quatro (24); cinquenta e dois (52); cento
e quarenta e seis (146); cinquenta e sete mil e novecentos (57 900); quatro (4).
 2 Leia o texto abaixo e, depois, responda às questões.
O sistema de numeração que usamos é chamado de sistema de 
numeração indo-arábico. 
Nosso sistema de numeração é decimal porque, nele, os agrupa-
mentos são feitos de 10 em 10.
a. Para formar uma centena, quantas unidades são necessárias? E quan-
tas dezenas? 100 unidades. 10 dezenas. 
b. Quantas dezenas são necessárias para formar uma unidade de mi-
lhar? E uma dezena de milhar? 100 dezenas. 1 000 dezenas. 
c. Em uma dezena de milhar há quantas unidades? E quantas cente-
nas? 10 000 unidades. 100 centenas. 
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “SISTEMA DE 
NUMERAÇÃO DECIMAL”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Compor e decompor números na-
turais por meio de adições e de mul-
tiplicações por potências de dez.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas retomam 
o trabalho com o Sistema de Numera-
ção Decimal, a decomposição de nú-
meros da ordem das unidades e das 
dezenas de milhar, a leitura, a escrita e 
a representação de números no ábaco 
de pinos. A composição e a ordenação 
de números naturais serão trabalhadas 
mais adiante neste capítulo.
 y Caso julgue pertinente, organize a tur-
ma em grupos com cinco alunos. Es-
creva, na lousa, os algarismos de 0 a 9 
e faça um quadro de ordens da ordem 
das dezenas de milhar. Peça a cada 
aluno do grupo que escolha um alga-
rismo e, à medida que falarem o alga-
rismo que escolheram, escreva-os no 
quadro de ordens de maneira a formar 
um número de cinco algarismos. De-
pois que todos os grupos formarem 
um número, oriente os alunos a copiar 
os números representados na lousa no 
caderno e a escrevê-los por extenso.
 y Atividade 1: Essa atividade retoma a 
escrita dos números por extenso. Veri-
fique se os alunos consideraram os nú-
meros ordinais que aparecem no texto. 
É possível que alguns deles registrem 
“oitava” e “quarta”, em vez de “oito” e 
“quatro”, respectivamente. Se isso ocor-
rer, aproveite o momento para retomar 
os números ordinais. Se julgar oportu-
no, dite alguns números de até cinco 
algarismos para que os alunos os escre-
vam por extenso no caderno para com-
plementar a atividade.
 y Atividade 2: Essa atividade retoma as 
características do Sistema de Nume-
ração Decimal, enfatizando os agru-
pamentos de 10 em 10. Explore mais 
a atividade, fazendo perguntas como: 
“Quantas centenas são necessárias 
para formar uma unidade de milhar? 
E para formar uma dezena de milhar?”, 
“Quantas dezenas são necessárias para 
formar uma centena? E para formar 
uma dezena de milhar?”.
 y Atividade 3: Se julgar conveniente, for-
neça ábacos de pinos para os alunos e 
proponha outros números para serem 
12 NúmerosCapítulo 1
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 3 Complete os quadros com o que se pede e, depois, represente os nú-
meros dos quadros nos ábacos.
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antecessor sucessor
18 719 18 72118 720
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 4 Decomponha os números de acordo com o exemplo abaixo.
a. 3 769 5 3 000 1 700 1 60 1 9 
b. 15 921 5 10 000 1 5 000 1 900 1 20 1 1 
c. 34 172 5 30 000 1 4 000 1 100 1 70 1 2 
d. 97 894 5 90 000 1 7 000 1 800 1 90 1 4 
 5 Escreva os números indicados abaixo usando algarismos.
a. Doze mil, trezentos e setenta e um: 12 371 
b. Vinte e sete mil e oitenta e quatro: 27 084 
c. Noventa e três mil, quatrocentos e cinco: 93 405 
d. Setenta mil e sete: 70 007 
A origem dos números, de Majungmul. Editora Callis.
Você sabe como as pessoas contavam quantidades antigamente? Nesse 
livro, você vai descobrir como algumas pessoas usavam o nariz e os olhos 
para representar quantidades. Além disso, vai entender como a invenção 
dos números contribuiu para melhorar a comunicação entre as pessoas.
Para explorar
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Sistema de Numeração Decimal
 1 Leia o texto abaixo.
A 8a edição da Copa do Mundo de 
Futebol Feminino aconteceu na França, 
em junho de 2019. O evento contou com 
a participação de 24 países. No total, fo-
ram realizadas 52 partidas e marcados 
146 gols. A final teve o maior público pa-gante do evento, 57 900 pessoas, e foi 
disputada pelas seleções da Holanda e 
dos Estados Unidos. A seleção dos Esta-
dos Unidos foi a vencedora e tornou-se 
campeã do mundo pela 4a vez.
Fontes de pesquisa: Quadro de medalhas. Disponível em: http://www.
quadrodemedalhas.com/futebol/copa-do-mundo-futebol-feminino/copa-do-mundo-
feminino-estatisticas.htm; Tabela de jogos. Sr. Goool. Disponível em: https://www.
srgoool.com.br/classificacao/Copa-do-Mundo/Feminino/2019. Acessos em: 2 jun. 2021.
Marta se tornou a maior 
goleadora em Copas do 
Mundo com 17 gols. 
França. Foto de 2019.
 • Escreva por extenso os números que aparecem no texto acima.
Oito (8); dois mil e dezenove (2019); vinte e quatro (24); cinquenta e dois (52); cento
e quarenta e seis (146); cinquenta e sete mil e novecentos (57 900); quatro (4).
 2 Leia o texto abaixo e, depois, responda às questões.
O sistema de numeração que usamos é chamado de sistema de 
numeração indo-arábico. 
Nosso sistema de numeração é decimal porque, nele, os agrupa-
mentos são feitos de 10 em 10.
a. Para formar uma centena, quantas unidades são necessárias? E quan-
tas dezenas? 100 unidades. 10 dezenas. 
b. Quantas dezenas são necessárias para formar uma unidade de mi-
lhar? E uma dezena de milhar? 100 dezenas. 1 000 dezenas. 
c. Em uma dezena de milhar há quantas unidades? E quantas cente-
nas? 10 000 unidades. 100 centenas. 
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12 doze
010A019_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 12 09/07/21 10:51 representados com seu antecessor e 
seu sucessor. É importante os alunos 
perceberem que ocorre a subtração ou 
a adição de uma argola (uma unidade) 
para representá-los.
 y Atividade 4: Nessa atividade, os alunos 
devem decompor números de até cinco 
algarismos. Se julgar oportuno, escreva 
outros números na lousa e peça a eles 
que os decomponham.
 y Atividade 5: Nessa atividade, os alu-
nos devem transpor os números repre-
sentados da linguagem escrita para a 
linguagem numérica, ou seja, eles de-
verão fazer o caminho inverso do que 
fizeram na atividade 1, quando escreve-
ram por extenso os números lidos com 
algarismos. 
Atividade complementar
 y Organize os alunos em duplas e peça a 
eles que representem números no ába-
co de pinos. Um dos alunos deve falar 
um número, e o outro deve representar 
esse número no ábaco. Depois de ditar 
cinco números, os integrantes da dupla 
devem inverter as posições, ou seja, o 
aluno que estava ditando os números 
agora deve representar no ábaco os nú-
meros ditados pelo outro integrante da 
dupla. Pode-se trabalhar também o su-
cessor ou o antecessor desses números.
13Números Capítulo 1
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Atividades de lazer preferidas
Faixa etária
Atividade
Adolescentes Adultos
Ver televisão 75 70
Ler jornais, livros ou revistas 60 60
Escrever 70 40
Reunir-se com amigos ou 
familiares
50 45
Acessar a internet 65 30
Escutar música 25 20
Outros 35 50
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
 2 O Instituto Tempo Livre fez uma pesquisa para saber quais são as 
atividades de lazer preferidas por adolescentes e adultos. Observe, na 
tabela abaixo, os dados obtidos nessa pesquisa.
 • Agora, com base nos dados da tabela, construa um gráfico de barras 
duplas verticais.
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Outros
 
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10
15
20
25
30
35
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45
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60
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70
75
80
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Ver
televisão
Escutar
música
Acessar a
internet
Reunir-se
com amigos
ou familiares
EscreverLer jornais,
livros
ou revistas
Adolescentes Adultos
Atividade
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Atividades de lazer preferidas
41quarenta e um
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Probabilidade e Estatística
Gráficos de barras duplas
 1 Alessandra entrevistou uma pessoa de cada família de um bairro para 
descobrir a quantidade de televisões e de celulares presentes nos do-
micílios. Observe o gráfico que Alessandra elaborou e, depois, respon-
da às questões com base nessas informações.
a. Quantos domicílios têm 2 televisões? 200 domicílios. 
b. Quantos domicílios têm 4 celulares? 50 domicílios. 
c. Há mais domicílios com quantos celulares? E com quantas televisões?
Com 3 celulares. Com 2 televisões. 
d. Escreva um pequeno texto com suas conclusões sobre esse gráfico.
Resposta pessoal. 
 
 
 
Dados obtidos por Alessandra.
ID
/B
R
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
110
120
1 2 3 4
0
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150
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180
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240
250
130
Quantidade de aparelhos
Televisão
Celular
Quantidade de aparelhos por domicílio
40 quarenta
038A043_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 40 7/15/21 11:40 AM
HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO PROBABILIDADE 
E ESTATÍSTICA
 » (EF05MA24) Interpretar dados 
estatísticos apresentados em tex-
tos, tabelas e gráficos (colunas ou 
linhas), referentes a outras áreas 
do conhecimento ou a outros 
contextos, como saúde e trânsito, 
e produzir textos com o objetivo 
de sintetizar conclusões.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver essa seção.
 y Leia o enunciado da atividade 1 com os 
alunos.
 y Peça aos alunos que observem o grá-
fico e comentem sobre o que ele tra-
ta. Verifique se eles perceberam que 
o gráfico apresenta números tanto no 
eixo vertical como no eixo horizontal. 
Para isso, pergunte o que representam 
as informações em cada eixo. 
 y Interprete os dados do gráfico coletiva- 
mente, comentando que a primeira 
coluna verde da esquerda representa o 
número de domicílios que têm um apa-
relho de televisão, ou seja, 180 domi-
cílios. Repita esse procedimento para 
todas as colunas do gráfico ou faça 
perguntas de modo que os alunos res-
pondam o que representa cada coluna.
 y Solicite que respondam aos itens da 
atividade e oriente-os para a escrita so-
licitada no item d, conforme as orienta-
ções didáticas.
 y Faça uma leitura coletiva da tabela da 
atividade 2 com o objetivo de verificar a 
compreensão dos dados apresentados.
 y Depois, seguindo as orientações didá-
ticas, peça aos alunos que completem 
o gráfico.
Orientações didáticas
 y Nas atividades dessa seção, os alunos 
vão interpretar dados estatísticos apre-
sentados em uma tabela de dupla en-
trada e em um gráfico de barras duplas 
e produzir um texto com o objetivo de 
sintetizar as conclusões. Além disso, 
eles vão transpor dados de uma tabe-
la de dupla entrada para um gráfico de 
barras duplas. 
 Em outro momento, ainda neste ano, 
será feito um trabalho com gráficos de 
linha.
 y Atividade 1: Caso considere oportuno, 
deixe que os alunos escrevam o texto 
proposto no item d em pequenos gru-
pos. Oriente-os a fazer comparações 
40 Adição e subtraçãoCapítulo 2
030A043_AJM5_MP_PNLD23_C02.indd 40 16/07/21 15:10
A
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Atividades de lazer preferidas
Faixa etária
Atividade
Adolescentes Adultos
Ver televisão 75 70
Ler jornais, livros ou revistas 60 60
Escrever 70 40
Reunir-se com amigos ou 
familiares
50 45
Acessar a internet 65 30
Escutar música 25 20
Outros 35 50
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
 2 O Instituto Tempo Livre fez uma pesquisa para saber quais são as 
atividades de lazer preferidas por adolescentes e adultos. Observe, na 
tabela abaixo, os dados obtidos nessa pesquisa.
 • Agora, com base nos dados da tabela, construa um gráfico de barras 
duplas verticais.
ID
/B
R
Outros
 
0
5
10
15
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25
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35
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50
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65
70
75
80
Q
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d
e 
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es
so
as
Ver
televisão
Escutar
música
Acessar a
internet
Reunir-se
com amigos
ou familiares
EscreverLer jornais,
livros
ou revistas
Adolescentes Adultos
Atividade
M
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/ID
/B
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Atividades de lazer preferidas
41quarenta e um
038A043_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 41 09/07/21 11:31
Probabilidade e Estatística
Gráfico de barras duplas
 1 Alessandra entrevistou uma pessoa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102A
Capítulo 6 – Frações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130A
Capítulo 7 – Decimais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168A
Capítulo 8 – Grandezas e medidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200A
Até breve! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244A
Bibliografia comentada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247
Material complementar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249
Início da reprodução do Livro do Aluno
Seção introdutória
O ensino de Matemática no Ensino Fundamental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . V
Objetivos gerais da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VIII
Avaliação e aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . X
Organização e estrutura da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI
O uso das letras de imprensa maiúsculas e minúsculas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI
Organização dos conteúdos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Estrutura do livro didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Boas-vindas! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Abertura de capítulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Desenvolvimento do conteúdo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Finalização de capítulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XII
Até breve! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
Selo Saber Ser . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIV
Volume 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIV
Volume 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVI
Volume 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .de cada família de um bairro para 
descobrir a quantidade de televisões e de celulares presentes nos do-
micílios. Observe o gráfico que Alessandra elaborou e, depois, respon-
da às questões com base nessas informações.
a. Quantos domicílios têm 2 televisões? 200 domicílios. 
b. Quantos domicílios têm 4 celulares? 50 domicílios. 
c. Há mais domicílios com quantos celulares? E com quantas televisões?
Com 3 celulares. Com 2 televisões. 
d. Escreva um pequeno texto com suas conclusões sobre esse gráfico.
Resposta pessoal. 
 
 
 
Dados obtidos por Alessandra.
ID
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10
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50
60
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130
Quantidade de aparelhos
Televisão
Celular
Quantidade de aparelhos por domicílio
40 quarenta
038A043_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 40 09/07/21 11:31 entre a quantidade de celulares e de 
televisões; para isso, eles podem com-
parar as alturas das colunas. 
 y Atividade 2: Verifique se os alunos 
pintam as barras e as legendas corre-
tamente. Verifique ainda se eles sabem 
informar qual é a escala do gráfico, ou 
seja, quanto vale cada quadradinho. 
Amplie a atividade, orientando-os a es-
crever um texto sobre as informações 
que esse gráfico traz.
41Adição e subtração Capítulo 2
030A043_AJM5_MP_PNLD23_C02.indd 41 13/07/2021 11:00
A
P
O
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 D
ID
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IC
O
 3 Na escola em que Alice estuda, haverá uma campanha de vacinação. 
As pessoas responsáveis pela campanha organizaram as 288 crianças 
que estudam nessa escola em grupos com 12 crianças cada um. Quan-
tos grupos foram formados?
Para responder a essa pergunta, podemos dividir 288 por 12. Veja como 
Alice calculou o resultado dessa divisão usando o algoritmo usual.
a. Agora, responda à pergunta do problema. Foram formados 24 grupos. 
b. Com base na divisão acima, complete o quadro a seguir.
c. Que número multiplicado por 12 é igual a 288? 24 
C D U
2 8 8 1 2
2 2 4 0 2
4 C D U
2 3 12 5 24
Então, troquei 2 centenas por 
20 dezenas. 20 dezenas mais 
8 dezenas são 28 dezenas. 
Dividi 28 dezenas por 12. 
Obtive 2 dezenas, e sobraram 
4 dezenas.
C D U
2 8 8 1 2
2 2 4 0 2 4
4 8 C D U
2 4 8
0
4 3 12 5 48
Troquei as 4 dezenas por 
40 unidades. 40 unidades mais 
8 unidades são 48 unidades. 
 Dividi 48 unidades por 12. 
Obtive 4 unidades, e não sobrou 
nenhuma unidade.
Dividendo Divisor Quociente Resto
288 12 24 0
C D U
2 8 8 1 2
0
C D U
Não é possível dividir 
2 centenas por 12 e obter 
centenas inteiras.
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S
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111cento e onze
102A111_AJM5_LA_PNLD23_C05.indd 111 7/9/21 1:11 PM
Diferentes maneiras de dividir
 1 Felipe trabalha em uma loja de chaveiros. Na última encomenda, ele re-
cebeu um pedido de 69 chaveiros do mesmo modelo. Para fazer a entre-
ga ao cliente, ele precisou distribuir os chaveiros igualmente em 3 caixas.
a. Acompanhe como Felipe pensou para descobrir quantos chaveiros 
deveria colocar em cada caixa para que elas tivessem quantidades 
iguais e, depois, complete.
b. Quantos chaveiros devem ser colocados em cada caixa para que 
elas fiquem com a mesma quantidade?
Devem ser colocados 23 chaveiros em cada caixa.
 2 Uma fábrica produz a mesma quantidade de lápis todos os dias. 
Sabendo que essa fábrica produziu 968 lápis em 4 dias, quantos lápis 
ela produz por dia?
Para responder a essa pergunta, podemos calcular 968 4 4 fazendo 
estimativas. Veja como Laura pensou.
Agora, complete: 968 4 4 5 242 .
Essa fábrica produz 242 lápis por dia.
Estimo que o 4 cabe 200 vezes em 968.
200 3 4 5 800, e 968 2 800 5 168. 
Sobrou 168. Estimo que o 4 cabe 40 vezes 
em 168. 40 3 4 5 160, e 168 2 160 5 8. 
Sobrou 8. Sei que 4 cabe 2 vezes em 8. 
2 3 4 5 8, e 8 2 8 5 0.
9 6 8 4
2 8 0 0 2 0 0
1 6 8 4 0
2 1 6 0 2
8 2 4 2
2 8
0
1
Vou decompor 
o número 69 como 
60 1 9 e dividir cada 
parcela por 3. Depois, 
adiciono os 
resultados obtidos.
69 5 60 1 9
60 4 3 5 20 
9 4 3 5 3 
 20 1 3 5 23 
Ilu
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S
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R
110 cento e dez
102A111_AJM5_LA_PNLD23_C05.indd 110 7/9/21 1:11 PM
Para complementar
Bittar, M; Freitas, J. L. M. 
de; Pais, L. C. Técnicas e 
tecnologias no trabalho com 
as operações aritméticas 
nos anos iniciais do ensino 
fundamental. In: smole, K. S.; 
muniz, C. A. (org.). A mate-
mática em sala de aula: refle-
xões e propostas para os anos 
iniciais do ensino fundamental. 
Porto Alegre: Penso, 2013. 
Nesse texto, sugerimos a lei-
tura do item sobre divisão, que 
trata das ideias de repartir em 
partes iguais e de medir, bem 
como do algoritmo da divisão.
111Divisão Capítulo 5
102A129_AJM5_MP_PNLD23_C05.indd 111 7/13/21 2:03 PM
Para complementar
Traz sugestões de 
leitura, sites, vídeos e 
outros conteúdos para 
o aprofundamento dos 
debates sobre os temas e 
os contextos propostos.
Ao longo dos capítulos também é possível encontrar sugestões de roteiros de aulas, atividades e 
textos complementares, indicações de leituras e sites, e orientações didáticas.
Seção de referência ao Livro do Aluno
Roteiros de aula
Em alguns temas e 
seções, apresentamos 
sugestões de roteiros 
que explicitam 
procedimentos de aula 
de maneira prática, 
orientando a atuação 
do professor.
Orientações 
didáticas
Comentários gerais 
sobre os temas 
trabalhados e sobre 
as seções, além de 
orientações para a 
realização de todas as 
atividades.
XXIVaXXVI_AJM5_MP_PNLD23_CONHECA.indd 26 23/07/2021 09:17
Ballester, M. et al. Avaliação como apoio à aprendizagem. 
Porto Alegre: Artmed, 2003.
A autora aborda a função pedagógica da avaliação por 
meio de seus fundamentos e propostas aplicadas aos 
segmentos da Educação Básica.
Baqués, M. 600 juegos para educación infantil. Barcelona: 
Ceac, 2007.
Esse livro oferece um acervo de atividades lúdicas que 
promovem o desenvolvimento da aprendizagem da lei- 
tura e da escrita. Os jogos contribuem para identificar 
determinadas situações nas quais o professor pode atuar 
como mediador e possibilitam interações lúdicas para apri-
morar habilidades como concentração, percepção espa-
cial, sequência temporal, coordenação motora, aspectos 
cognitivos e sociais, raciocínio lógico e linguagem. 
Beltrán, J. M. M. La mediación en el proceso de aprendizaje. 
Madrid: Bruño, 1994.
A autora apresenta como os estudantes aprendem e 
organizam suas estratégias de aprendizagem ao interagir 
entre si e com o professor. Além disso, ressalta que o 
processo de interação entre o ser humano em desenvol-
vimento e o professor deve identificar, focar, e fornecer 
feedback sobre experiências sociais e hábitos de apren-
dizagem.
Borin, J. Jogos e resolução de problemas: uma estratégia 
para as aulas de Matemática. São Paulo: Caem-IME/
USP, 2007.
O autor comenta a introdução dos jogos nas aulas de Ma- 
temática para reduzir a dificuldade e a resistência apre-
sentada por alguns alunos. À medida que os alunos vão 
jogando com seus pares, eles percebem que a atividade 
não tem apenas um caráter lúdico, pois desenvolve habi-
lidades relacionadas às regras estabelecidas e às estraté-
gias desenvolvidas com base em conceitos matemáticos. 
Boyer, C. B.; MerzBach, U. C. História da matemática. 3. ed. 
São Paulo: Blucher, 2012.
Esse livro apresenta a história da relação da humanidade 
com números, formas e padrões.
Brandão, H.; Froeseler, M. G. V. G. O livro dos jogos e das 
brincadeiras. Belo Horizonte: Leitura, 1998.
Esse livro apresenta diversos jogos, brincadeiras e gêne-
ros orais que foram passados de geração em geração e 
que proporcionam interação e mobilizam a criatividade 
das crianças.
Brasil. Lei n. 9 394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece 
as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: 
Diário Oficial da União, 1996. Disponível em: http://
www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso 
em: 12 jun. 2021.
O documento estabelece as competências e as habilidades 
para a formação dos estudantes diante dos desafios do 
mundo queos espera, contribuindo para a elaboração, pos-
teriormente, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Alfabetização. 
PNA: Política Nacional de Alfabetização. Brasília: MEC/
Sealf, 2019. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/
images/banners/caderno_pna_final.pdf. Acesso em: 
12 jun. 2021. 
Esse documento apresenta importantes relatórios científi-
cos internacionais e aborda conceitos sobre alfabetização, 
literacia e numeracia de acordo com estudos recentes.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Base nacional comum curricular : educação 
é a base. Brasília: MEC/SEB, 2018. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 12 
jun. 2021.
Esse documento, elaborado pelo MEC de acordo com a 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, 
estabelece os conhecimentos, as competências e as habi-
lidades que os estudantes devem desenvolver nas etapas 
desde a Educação Básica até o Ensino Médio.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Competências socioemocionais como fator de 
proteção à saúde mental e ao bullying. Brasília: MEC/
SEB, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.
mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-
praticas/aprofundamentos/195-competencias-
socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-
mental-e-ao-bullying. Acesso em: 12 jun. 2021.
As competências socioemocionais no contexto escolar 
estão de acordo com as novas diretrizes propostas pela 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC). No contexto da 
educação para o século XXI, os alunos devem se preparar 
para além das competências cognitivas, mantendo a inter- 
-relação dos conteúdos, mas por meio do gerenciamento 
das emoções, para que possam resolver problemas em 
todas as áreas que a vida prática venha exigir deles.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Bá- 
sica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Infantil. Brasília: MEC/SEB, 2010. Disponível em: https://
www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/
educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/
view. Acesso em: 12 jun. 2021.
Esse documento apresenta orientações para a Educação 
Infantil que norteiam a organização, a articulação e a 
aplicação das propostas pedagógicas nacionais para sis-
temas de ensino, creches e pré-escolas, de modo a prover 
o desenvolvimento integral na infância.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. 
Diretrizes curriculares nacionais gerais da Educação 
Básica. Brasília: MEC/SEB/Dicei, 2013.
Esse documento traz as diretrizes que estabelecem a 
base nacional comum, responsável por orientar a organi-
zação, a articulação, o desenvolvimento e a avaliação das 
propostas pedagógicas das redes de ensino brasileiras.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação 
Fundamental. Ensino Fundamental de nove anos: 
orientações para a inclusão da criança de seis anos de 
idade. Brasília: MEC/SEF, 2007.
Esse documento foi elaborado segundo o diálogo com 
gestores dos sistemas de ensino para desenvolver uma 
metodologia de trabalho voltada à ampliação do programa 
de Ensino Fundamental para os alunos de nove anos.
BIBLIOGRAFIA COMENTADA
XXVIIBibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 27 16/07/2021 12:00
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
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http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
http://www.gov.br/mec/pt-br/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/diretrizescurriculares_2012.pdf/view
Brasil. Ministério da Educação e Cultura. Instituto 
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio 
Teixeira. Sistema de Avaliação da Educação Básica: 
documentos de referência. Versão 1.0. Brasília: MEC/
Inep/Saeb, 2018. Disponível em: https://download.
inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/
saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf. 
Acesso em: 12 jun. 2021.
Esse texto contém uma série de documentos de referên-
cia para orientar as edições do Sistema de Avaliação da 
Educação Básica.
Brasil. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de 
Educação Básica. Pacto nacional pela alfabetização 
na idade certa: organização do trabalho pedagógico; 
construção do sistema de numeração decimal; geo-
metria; saberes matemáticos e outros campos do 
saber. Brasília: MEC/SEB, 2014.
Esses cadernos do Pnaic foram organizados para a 
formação continuada de professores, ressaltando a 
alfabetização matemática na perspectiva do letramento 
dos alunos.
Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de 
Educação Fundamental. Referencial curricular nacional 
para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3 v.
Essa coleção apresenta reflexões sobre os objetivos, os 
conteúdos e as orientações didáticas para os professores 
que atuam com crianças de zero a seis anos, respeitando 
as práticas pedagógicas e a diversidade cultural brasileira.
Bushaw, D. et al. Aplicações da matemática escolar. São 
Paulo: Atual, 1997.
Essa obra apresenta artigos de pesquisadores e educa-
dores sobre a metodologia do ensino de Matemática e as 
aplicações da matemática escolar.
cajori, F. A history of mathematical notations. Chicago: 
Open Court Pub. Co., 1928-1929. 
Esse estudo é organizado em dois volumes, dos quais o 
primeiro refere-se à história da sintaxe em matemática 
elementar e o segundo aborda os símbolos na matemá-
tica e sua origem.
cardoso, V. C. Materiais didáticos para as quatro operações. 
3. ed. São Paulo: Caem-IME/USP, 1996.
Esse caderno traz contribuições e sugestões de estraté-
gias metodológicas e atividades para a sala de aula.
casel. Casel guide: effective social and emotional learning 
programs – preschool and elementary school edition, 
2015. Disponível em: https://casel.org/wp-content/
uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf. Acesso em: 
12 jun. 2021.
Esse caderno foi elaborado pela organização estaduniden-
se Casel, que desenvolve há mais de vinte anos pesquisa 
na área de aprendizagem socioemocional. De acordo com 
esses estudos, o desenvolvimento das competências socio-
emocionais, aliadas às cognitivas, capacita os alunos para 
desenvolver habilidades e atuar em contextos reais e na 
resolução de problemas complexos da vida real.
centurión, M. Números e operações: conteúdo e meto-
dologia da matemática. São Paulo: Scipione, 1994.
Essa obra aborda a ideia de que o aluno constrói seu 
próprio conhecimento com base nas suas ações e pro-
blematizações.
cerquetti-aBerkane, F.; Berdonneau, C. O ensino da matemática 
na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1997.
Os autores apresentam elementos teóricos e informações 
históricas sobre o ensino da Matemática, bem como ativi-
dades destinadas à Educação Infantil.
coll, C. Psicologia e currículo: uma aproximaçãopsico-
pedagógica à elaboração do currículo escolar. São 
Paulo: Ática, 2000.
Esse livro apresenta um modelo de projeto curricular 
que orienta como elaborar propostas curriculares na 
educação escolar desde as relações entre aprendizagem, 
desenvolvimento e educação até as funções do currículo 
no planejamento de ensino.
coll, C. et al. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: 
Ática, 2006.
O autor apresenta discussões que permeiam os processos 
de ensino e aprendizagem, o objetivo dos conhecimentos 
prévios e outros pontos relevantes que diferenciam o 
construtivismo dos outros métodos de aprendizagem.
coll, C. et al. Os conteúdos na reforma: ensino e apren-
dizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. 
Porto Alegre: Artmed, 2000.
Esse livro aborda a distinção entre conceitos, procedi-
mentos e atitudes como conteúdos que devem ser con-
siderados ao planejar e desenvolver o currículo escolar.
cortesão, L. Formas de ensinar, formas de avaliar: breve 
análise de práticas correntes de avaliação. In: aBrantes, 
P.; araújo, F. (coord.). Reorganização curricular do 
ensino básico – avaliação das aprendizagens: das con- 
cepções às novas práticas. Lisboa: Ministério da Edu- 
cação, 2002. 
Esse material aborda e conceitua alguns tipos de avalia-
ção: avaliação somativa, formativa e diagnóstica. 
d’aMBrosio, U. Da realidade à ação: reflexões sobre educação 
e matemática. 5. ed. Campinas: Ed. da Unicamp; São 
Paulo: Summus, 1986.
Esse livro aborda a experiência do autor como docente e, 
com base nessa experiência, traz reflexões sobre a mate-
mática e o bem-estar social de modo a contribuir para a 
ação educacional.
danyluk, O. S. Alfabetização matemática: as primeiras 
manifestações da escrita infantil. 5. ed. Porto Alegre: 
Sulina; Passo Fundo: Ed. da UPF, 2015.
A autora, com base nos dados obtidos por meio de sua 
análise, identifica aspectos matemáticos presentes na 
escrita das crianças.
delors, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir. São 
Paulo: Cortez: Unesco, 2003.
Esse relatório aponta problemas causados pelos desní-
veis da educação entre os países em desenvolvimento e 
os desenvolvidos.
diniz, M. I.; sMole, K. C. S. O conceito de ângulo e o ensino 
de geometria. São Paulo: Caem-IME/USP, 1993.
As autoras verificaram que o ensino do conceito de 
ângulo é essencial para a aprendizagem de alunos nos 
anos iniciais, desde que as propriedades das figuras e as 
relações geométricas entre ângulos não sejam elaboradas 
como regras prontas, mas sim por meio de trabalhos de 
ângulos e polígonos. 
XXVIII Bibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 28 16/07/2021 12:00
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://download.inep.gov.br/educacao_basica/saeb/2018/documentos/saeb_documentos_de_referencia_versao_1.0.pdf
http://casel.org/wp-content/uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf
http://casel.org/wp-content/uploads/2016/01/2013-casel-guide-1.pdf
eves, H. Introdução à história da matemática. 5. ed. 
Campinas: Ed. da Unicamp, 2011.
O autor descreve a história da matemática desde a 
Antiguidade, além de apresentar recursos pedagógicos e 
o panorama cultural de cada época abordada. 
Fazenda, I. (org.). O que é interdisciplinaridade? São Paulo: 
Cortez, 2013.
Essa coletânea aborda a interdisciplinaridade como um 
instrumento para uma educação voltada à relação entre 
as várias áreas do conhecimento para o desenvolvimento 
do saber humano.
Freire, M. et al. Observação, registro, reflexão: instrumentos 
metodológicos. São Paulo: Espaço Pedagógico, 2003. 
Em dois volumes, essa obra aborda as três dimensões 
pedagógicas: a observação, o registro e a reflexão no 
processo de formação do educador em relação ao aluno.
GuiMarães, G.; BorBa, R. (org.). Reflexões sobre o ensino de 
matemática nos anos iniciais de escolarização. Recife: 
SBEM, 2009.
Esse livro retrata a diversidade de conceitos teóricos e 
metodológicos desenvolvidos, refletidos com base no 
trabalho de investigação de ensino e aprendizagem de 
Matemática nas salas de aula dos anos iniciais de escola-
rização dos alunos.
hadji, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 
2001.
O autor propõe aos docentes aplicar a avaliação escolar 
de acordo com as aprendizagens na prática e como des-
cobrir subsídios durante essa ação pedagógica.
haydt, R. C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 
São Paulo: Ática, 2001.
A autora descreve a avaliação do processo ensino-apren-
dizagem de maneira inovadora, prática e sistematizada.
iFrah, G. Os números: a história de uma grande invenção. 
11. ed. São Paulo: Globo, 2005.
Essa obra apresenta a história da matemática por meio 
da evolução do raciocínio de diversas civilizações. 
iMenes, L. M. Problemas curiosos. São Paulo: Scipione, 1996 
(Coleção Vivendo a Matemática).
Esse livro apresenta diversos problemas para resolver, 
que são boas estratégias de resolução.
kaMii, C.; declark, G. Reinventando a aritmética: implicações 
da teoria de Piaget. 14. ed. Campinas: Papirus, 1999.
As autoras fazem uma análise por meio de atividades de 
aritmética para crianças dos anos iniciais da Educação 
Básica com base na teoria piagetiana. 
kaMii, C.; devries, R. Jogos em grupo na educação infantil: 
implicações da teoria de Piaget. Porto Alegre: Artmed, 
2009.
Essa obra ressalta a importância dos jogos em grupo para 
o desenvolvimento dos aspectos cognitivo e interpessoal 
dos alunos e como o professor deve escolher e modificar 
os jogos de acordo com a aprendizagem deles. 
kishiMoto, T. M. O jogo e a educação infantil. São Paulo: 
Cengage Learning, 2016.
A autora resgata a importância dos jogos tradicionais 
para o desenvolvimento dos alunos, a despeito do pro-
cesso de industrialização e urbanização, com base em 
estudos de teóricos da educação, como Piaget, Wallon, 
Vygotsky e Bruner.
krulik, S.; reys, R. E. A resolução de problemas na 
matemática escolar. São Paulo: Atual, 1997.
Essa obra apresenta artigos de alguns especialistas 
estadunidenses na área de metodologias no ensino da 
Matemática.
liBâneo, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2009.
Essa obra, além de investigar objetivos, propõe conteú- 
dos, métodos, conexões entre o processo de ensino e o 
de aprendizagem e as condições e formas que vigoram 
no ensino, bem como os fatores materiais e sociais das 
relações entre docência e aprendizagem.
lindquist, M. M.; shulte, A. P. (org.). Aprendendo e 
ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994.
Esse anuário do Conselho Nacional de Professores de 
Matemática (NCTM, na sigla em inglês) apresenta uma 
série de artigos sobre a metodologia do ensino de 
Matemática.
lorenzato, S. Educação infantil e percepção matemática. 
Campinas: Autores Associados, 2011 (Coleção Forma-
ção de Professores).
O autor trata dos principais aspectos que compõem o 
conhecimento matemático da criança: o espacial, o numé- 
rico e o de medida e a ação pedagógica do professor.
lorenzato, S. Para aprender matemática. Campinas: Autores 
Associados, 2010 (Coleção Formação de Professores).
Nesse livro, o autor aborda as dificuldades vivenciadas 
pelos docentes em operacionalizar princípios didáticos à 
prática pedagógica e as exemplifica por meio de ativida-
des realizadas em sala de aula.
luckesi, C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e 
proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2018.
Esse livro apresenta estudos sobre avaliação da aprendi-
zagem escolar, bem como proposições para torná-la mais 
viável e construtiva para alunos e professores.
Machado, N. J. Epistemologia e didática: as concepções de 
conhecimento e inteligência e a prática docente. 7. ed. 
São Paulo: Cortez, 2016.
O autor busca uma articulação entre a generalidade de 
questões e as especificidades das ações docentes.
Machado, N. J. Matemática e língua materna: análise de uma 
impregnação mútua.6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
O autor analisa a relação de impregnação entre Matemática 
e Língua Portuguesa e propõe práticas para superar as 
dificuldades encontradas no ensino de Matemática.
Machado, N. J. Matemática e realidade: análise dos pres-
supostos filosóficos que fundamentam o ensino da ma- 
temática. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
Essa obra descreve a relação do conhecimento matemá-
tico com a realidade e seu papel na ciência.
Machado, N. J. Sobre a ideia de competência. In: Perrenoud, 
P. et al. As competências para ensinar no século XXI. 
Porto Alegre: Artmed, 2002.
Esse texto faz parte de uma conferência da qual o autor 
participou, realizada também por outros estudiosos da 
educação. Segundo ele, a escola, além de transmitir os 
conteúdos curriculares, deve incentivar o desenvolvimen-
to das competências pessoais para formar um cidadão.
XXIXBibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 29 16/07/2021 12:00
ochi, F. H. et al. O uso de quadriculados no ensino de geo-
metria. 4. ed. São Paulo: Caem-IME/USP, 2003.
Os autores verificaram a ausência de um trabalho mais 
aprofundando em geometria nos anos iniciais e, portanto, 
optaram pelo uso de papel quadriculado e outras malhas 
como recurso didático para o ensino-aprendizagem do 
pensamento geométrico.
oPie, I.; oPie, P. Children’s game in street and playground. 
Oxford, UK: Floris Books, 2013.
Os autores compilaram uma série de jogos, rimas e dita-
dos de crianças que jogavam ao ar livre no Reino Unido 
nos anos 1960. A obra revela como incentivar as crianças 
a ter tempo e espaço físico para serem elas mesmas ao 
interagir com outras crianças.
Parra, C.; saiz, I. (org.) Didática da matemática: reflexões 
psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996.
Essa obra apresenta reflexões e propostas didáticas 
sobre a matemática que deve ser ensinada na Educação 
Básica, sob uma perspectiva atual do ensino e da apren-
dizagem de conteúdos considerados importantes no 
Ensino Fundamental.
Perrenoud, P. Construir as competências desde a escola. 
Porto Alegre: Artmed, 1999.
O autor apresenta perspectivas e limitações na prática 
em sala de aula para a construção das competências e a 
transposição didática.
Perrenoud, P. et al. As competências para ensinar no 
século XXI. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Essa obra contém textos de vários autores apresentados 
em uma conferência sobre o papel das competências no 
aprimoramento do Ensino Fundamental.
Polya, G. A arte de resolver problemas. São Paulo: Inter-
ciência, 1978.
Essa obra aborda a prática de resolver problemas, que 
implica uma série de procedimentos cognitivos para des-
pertar a curiosidade, a atenção e o interesse pelo trabalho 
mental, contribuindo para outras atividades da vida.
silveira, d. da s.; Fonseca, d. a. Relações entre a prática 
pedagógica e a cibercultura: o uso das tecnologias 
digitais no ensino de matemática na formação inicial 
de professores. Educação Matemática em Revista, 
v. 1, n. 21, 2020. Disponível em: http://sbem.iuri0094.
hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/
article/view/2382. Acesso em: 12 jun. 2021. 
Esse artigo aborda as relações entre a prática pedagógica 
e a cibercultura por meio do uso das tecnologias digitais 
no ensino de Matemática no contexto da formação inicial 
de professores.
sMole, K. C. S. et al. Era uma vez na matemática: uma 
conexão com a literatura infantil. 4. ed. São Paulo: IME/
USP, 2001.
A autora conduz à reflexão sobre o uso de gêneros tex- 
tuais da literatura infantil com os quais o professor pode 
incentivar os alunos ao pensamento matemático por 
meio de mediações ao longo da leitura.
sMole, K. C. S.; diniz, M. I.; cândido, P. Matemática de 0 a 6, 
v. 1: Brincadeiras infantis nas aulas de matemática; v. 2: 
Resolução de problemas; v. 3: Figuras e formas. Porto 
Alegre: Artmed, 2000.
Essa coleção apresenta uma série de atividades para a 
Educação Infantil que visam incentivar os alunos a refletir 
sobre as ideias matemáticas, como geometria, medidas e 
noções de estatística.
sMole, K. C. S.; diniz, M. I. (org.). Ler, escrever e resolver 
problemas: habilidades básicas para aprender 
matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Esse livro contribui para a discussão das competências 
e das habilidades no Ensino Fundamental, com foco no 
desenvolvimento das habilidades de ler, escrever e resol-
ver problemas em Matemática.
souza, E. R. et al. A matemática das sete peças do tan-
gram. São Paulo: Caem-IME/USP, 2008.
Esse caderno apresenta atividades elaboradas para o 
ensino de geometria e práticas pedagógicas com o uso 
do tangram para alunos desde a pré-escola até os anos 
finais do Ensino Fundamental.
teBerosky, A.; tolchinsky, L. (org.). Além da alfabetização: 
a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e 
matemática. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.
Esse livro retrata o processo de aprendizagem da escrita 
e apresenta propostas para o ensino desse processo por 
meio das relações entre leitura e escrita e entre significa-
do referencial e formal no ensino de Matemática.
viGotski, L. S. Pensamento e linguagem. 4. ed. São Paulo: 
Martins Fontes, 2008.
O autor apresenta a relação entre pensamento e lingua-
gem para o desenvolvimento cognitivo do aluno.
viGotski, L. S.; luria, A. R.; leontiev, A. N. Linguagem, 
desenvolvimento e aprendizagem. 16. ed. São Paulo: 
Ícone, 2017.
Em seus estudos, os autores relacionaram não apenas 
temas de psicologia do desenvolvimento, como também 
as relações entre linguagem e pensamento, com implica- 
ções em neurologia, psiquiatria e educação.
zaBala, A. A prática educativa: como ensinar. Porto 
Alegre: Artmed, 1998.
O autor aborda a ação educativa e como ensinar por 
meio da função social do ensino e pela concepção dos 
processos de aprendizagem.
XXX Bibliografia comentada
XXVIIaXXX_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_BIBLIOGRAFIA_COMENTADA.indd 30 16/07/2021 12:00
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/EMR-RS/article/view/2382
São Paulo, 7a edição, 2021
ANGELA LEITE
Licenciada em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística 
(IME) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra em Educação Matemática pelo Instituto de Geociências e 
Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita 
Filho” (Unesp).
Professora do Ensino Superior.
ROBERTA TABOADA
Licenciada em Matemática pelo IME-USP. Mestra em Educação 
Matemática pelo Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp.
Coordenadora da área de Matemática e professora do 
Ensino Fundamental.
EDITORA RESPONSÁVEL: ISABELLA SEMAAN
Bacharela em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal 
do ABC (UFABC). 
Editora e elaboradora de conteúdo para materiais didáticos. 
5
MATEMÁTICA
5
5o ANO
Organizadora: SM Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida por SM Educação.
ENSINO 
FUNDAMENTAL 
ANOS INICIAIS
AJ_PNLD2023_FRONTS_5_MAT_LA.indd 1 30/07/2021 12:09
1
001A007_AJM5_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 1 05/08/2021 10:48
Apresentação
Querido aluno, querida aluna,
Este livro foi cuidadosamente pensado 
para ajudar você a construir uma aprendizagem 
significativa e que beneficie você não somente hoje, 
mas também no futuro. Nele, você vai encontrar 
incentivo para criar, expressar ideias e pensamentos, 
refletir sobre o que está aprendendo e compartilhar 
experiências e conhecimentos.
Os temas, os textos, as imagens e as atividades 
propostos possibilitam o desenvolvimento de 
competências e habilidades fundamentais para 
viver em sociedade. Além disso, ajudam você a 
lidar com suas emoções, a demonstrar empatia, 
a alcançar objetivos, a manter relações sociais 
positivas e a tomar decisões de maneira responsável, 
proporcionando oportunidades valiosas para que 
você se desenvolva como cidadão ou cidadã.
Acreditamos que por meio de atitudespositivas e construtivas conquistamos autonomia e 
capacidade para tomar decisões acertadas, resolver 
problemas e superar conflitos.
Esperamos que este material contribua para seu 
desenvolvimento e para sua formação.
Bons estudos!
Equipe editorial
003A007_AJM5_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 3 13/07/2021 16:18
SM Educação
Rua Cenno Sbrighi, 25 – Edifício West Tower n. 45 – 1o andar
Água Branca 05036-010 São Paulo SP Brasil
Tel. 11 2111-7400
atendimento@grupo-sm.com
www.grupo-sm.com/br
 Aprender Juntos Matemática 5o ano 
 © SM Educação 
 Todos os direitos reservados
 Direção editorial Cláudia Carvalho Neves
 Gerência editorial Lia Monguilhott Bezerra
 Gerência de design e produção André Monteiro
 Edição executiva Isabella Semaan
 Edição: Cármen Matricardi, Cristiano Oliveira da Conceição, Diana Maia, Patricia Nakata, 
Tomas Masatsugui Hirayama
 Colaboração técnico-pedagógica: Eduardo Chavante, Millyane M. Moura Moreira, 
Walkiria Cibelle Roque
 Suporte editorial: Fernanda de Araújo Fortunato
 Coordenação de preparação e revisão Cláudia Rodrigues do Espírito Santo
 Preparação: Helena Alves Costa, Maria Angélica Lau P. Soares, Valéria Cristina Borsanelli
 Revisão: Helena Alves Costa, Márcio Dias Medrado, Maria Angélica Lau P. Soares, 
Valéria Cristina Borsanelli
 Apoio de equipe: Camila Durães Torres, Lívia Taioque
 Coordenação de design Gilciane Munhoz
 Design: Thatiana Kalaes, Lissa Sakajiri
 Coordenação de arte Andressa Fiorio
 Edição de arte: Vitor Trevelin
 Assistência de arte: Elizabeth Kamazuka, Viviane Ayumi Yonamine
 Assistência de produção: Leslie Morais
 Coordenação de iconografia Josiane Laurentino
 Pesquisa iconográfica: Fabio Matsuura
 Tratamento de imagem: Marcelo Casaro
 Capa APIS Design
 Ilustração da capa: Henrique Mantovani Petru
 Projeto gráfico APIS Design
 Editoração eletrônica Fórmula Produções Editoriais
 Pre-impressão Américo Jesus
 Fabricação Alexander Maeda
 Impressão 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Leite, Angela
Aprender juntos matemática, 5º ano : ensino 
fundamental : anos iniciais / Angela Leite, Roberta 
Taboada ; editora responsável Isabella Semaan ; 
organizadora SM Educação ; obra coletiva concebida, 
desenvolvida e produzida por SM Educação. -- 
7. ed. -- São Paulo : Edições SM, 2021. -- (Aprender juntos)
ISBN 978-65-5744-327-9 (aluno)
ISBN 978-65-5744-328-6 (professor)
1. Matemática (Ensino fundamental) I. Taboada, 
Roberta. II. Semaan, Isabella. III. Título. IV. Série.
21-67653 CDD-372.7
Índices para catálogo sistemático:
1. Matemática : Ensino fundamental  372.7
Cibele Maria Dias — Bibliotecária — CRB-8/9427
7ª edição, 2021
Em respeito ao meio ambiente, as 
folhas deste livro foram produzidas com 
fibras obtidas de árvores de florestas 
plantadas, com origem certificada.
002_AJM5_LA_PNLD23_CREDITO.indd 2 04/08/2021 17:35
2 Créditos
001A007_AJM5_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 2 04/08/2021 22:16
Apresentação
Querido aluno, querida aluna,
Este livro foi cuidadosamente pensado 
para ajudar você a construir uma aprendizagem 
significativa e que beneficie você não somente hoje, 
mas também no futuro. Nele, você vai encontrar 
incentivo para criar, expressar ideias e pensamentos, 
refletir sobre o que está aprendendo e compartilhar 
experiências e conhecimentos.
Os temas, os textos, as imagens e as atividades 
propostos possibilitam o desenvolvimento de 
competências e habilidades fundamentais para 
viver em sociedade. Além disso, ajudam você a 
lidar com suas emoções, a demonstrar empatia, 
a alcançar objetivos, a manter relações sociais 
positivas e a tomar decisões de maneira responsável, 
proporcionando oportunidades valiosas para que 
você se desenvolva como cidadão ou cidadã.
Acreditamos que por meio de atitudes 
positivas e construtivas conquistamos autonomia e 
capacidade para tomar decisões acertadas, resolver 
problemas e superar conflitos.
Esperamos que este material contribua para seu 
desenvolvimento e para sua formação.
Bons estudos!
Equipe editorial
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3Apresentação
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3
2
6
4
2
4
 2 As ilustrações a seguir foram feitas usando algumas figuras geométricas 
planas. Para cada ilustração, registre em cada quadrinho a quantidade de figuras que lembram polígonos.
 3 As tiras abaixo têm o mesmo tamanho, e cada uma delas está dividida 
em partes iguais. Observe-as e, depois, complete as frases.
a. A tira branca equivale a 3 partes da tira verde.
b. Uma parte da tira amarela equivale a 2 partes da tira azul.
c. Uma parte da tira vermelha equivale a da tira inteira.
d. Uma parte da tira verde equivale a da tira inteira.
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Até breve!
 1 Nina tem 3 opções de tênis e 3 opções de meias para vestir.a. Pinte as possíveis combinações que Nina pode fazer com as opções de meia e de tênis que ela tem.
A cada ano escolar, 
você e os colegas vivenciam novos desafios e adquirem diversos conhecimentos. Já parou para pensar nisso? As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
Tênis cinza 
e meia azul
Tênis cinza e 
meia amarela
Tênis cinza e 
meia marrom
Tênis preto 
e meia azul
Tênis preto e 
meia amarela
Tênis preto e 
meia marrom
Tênis vermelho 
e meia azul
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amarela
Tênis vermelho 
e meia 
marrom
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b. Quantas combinações diferentes Nina pode fazer com esses tênis e essas meias? Nina pode fazer 9 combinações diferentes. 
c. Escreva uma multiplicação que represente a quantidade de combi-nações que Nina pode fazer. 3 3 3 5 9 
duzentos e quarenta e quatro
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 2 Durante 6 dias, Sabrina anotou em um quadro a temperatura em sua 
residência às 10 horas da manhã. Observe.
a. Qual foi a média das temperaturas nesses 6 dias? Faça o cálculo 
usando uma calculadora.
A média da temperatura nesses 6 dias foi de 24 °C.
b. A média das temperaturas é igual à temperatura de cada dia? 
Não.
c. Quais temperaturas foram maiores que a média das temperaturas? 
E quais foram menores?
As temperaturas de segunda-feira, terça-feira e quarta-feira foram maiores. As 
temperaturas de quinta-feira, sexta-feira e sábado foram menores.
 3 Observe alguns jogadores da equipe masculina de basquete da escola 
de Débora.
 • O irmão de Débora é 3 centímetros mais alto que a média das alturas 
desses jogadores. Quem é o irmão de Débora? Use uma calculadora 
para realizar os cálculos.
O irmão de Débora é o Marcos .
Danilo
137 cm
Marcos
143 cm
Ronaldo
128 cm
Elias
161 cm
Lucas
131 cm
Dia da 
semana
Segunda- 
-feira
Terça- 
-feira
Quarta- 
-feira
Quinta- 
-feira
Sexta- 
-feira
Sábado
Temperatura 26 °C 25 °C 26 °C 23 °C 22 °C 22 °C
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cento e noventa e cinco
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Probabilidade e Estatística
Média aritmética
 1 Carla e Henrique reuniram-se para comemorar o final do campeonato 
de futebol misto.
a. Você já escutou ou leu a expressão “em média” alguma vez? Se 
sim, em qual situação? Converse com os colegas e o professor. 
b. Para chegar à média de gols marcados por jogo, primeiro 
vamos calcular o total de gols em todos os jogos e, depois, dividir o 
total de gols pelo número de jogos. Acompanhe e complete.
Total de gols: 5 1 6 1 4 5 15 
15 4 3 5  5 
total de gols 
marcados
média de gols 
por jogo
número de jogos
Henrique, neste 
campeonato, marcamos 
5 gols no primeiro jogo, 
6 gols no segundo e 
4 gols no terceiro.
É verdade, Carla! 
Em média, 
marcamos 5 golspor jogo.
A média de 5 gols 
por jogo não significa 
que em todos os jogos 
foi marcada a mesma 
quantidade de gols. 
Isso mesmo! Se adicionarmos 
todos os gols feitos pela nossa 
equipe e distribuirmos o resultado 
igualmente pelo número de jogos 
realizados, é como se tivéssemos 
feito 5 gols em cada jogo.
1o jogo
5 gols
5 gols
2o jogo
6 gols
5 gols
3o jogo
4 gols
5 gols
1o jogo 2o jogo 3o jogo
Respostas pessoais.
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194 cento e noventa e quatro
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 Depois do jogo
 1 Observe uma das cartas que Manuela tem e o retângulo que ela desenhou.
a. Manuela desenhou um retângulo com perímetro correto? E com 
área correta? Sim. Não. 
b. Esse retângulo pode ser considerado na contagem final? Explique.
Não, porque a área não está correta.
c. Desenhe na malha abaixo o retângulo indicado na carta de Manuela.
Espera-se que os alunos percebam que retângulos com perímetros iguais podem ter 
áreas diferentes.
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
6 cm2
d. Qual é a diferença entre os retângulos que você e Manuela 
desenharam?
As áreas dos retângulos são diferentes. 
e. Se os perímetros dos retângulos forem iguais, as áreas tam-
bém serão? Converse com os colegas e o professor. 
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duzentos e trinta e nove
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Jogo
Desenhando retângulos
Material
 • Cartas das páginas 249 e 251.
 • Malha quadriculada da página 253.
 • Lápis de cor.
Número de participantes
 • 2 jogadores.
Objetivo
 • Desenhar e pintar corretamente o maior número 
de retângulos indicados nas cartas.
Regras
 1. Recortem as cartas das páginas 249 e 251 e a malha da página 253. 
 2. Para esse jogo, será usado apenas um conjunto de 16 cartas. 
 3. Embaralhem as cartas e distri- 
buam 8 cartas para cada jogador. 
 4. Cada jogador deve desenhar em 
sua malha os retângulos indica-
dos nas suas 8 cartas. 
 5. Lembrem-se de que o lado de 
cada quadradinho da malha tem 
1 cm e que a área de um quadra-
dinho da malha é 1 cm2.
 6. O jogador que terminar primei-
ro de pintar os retângulos que 
estão indicados nas suas cartas 
deve avisar que acabou. Então, 
os jogadores devem conferir os 
retângulos um do outro. Ven-
ce aquele que tiver desenhado 
mais retângulos corretamente.
PERÍMETRO
ÁREA
20 cm
25 cm
2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
6 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
10 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
12 cm
8 cm2
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238 duzentos e trinta e oito
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 1 Que jogos de tabuleiro você costuma jogar? 
 2 Você já conhecia esse jogo? Já tinha ouvido falar em jogos de 
tabuleiros de outros países?
 3 Junte-se a um colega para montar um tabuleiro de Shisima com a 
ajuda do professor. Depois, joguem uma partida e contem aos cole-
gas e ao professor o que vocês acharam do jogo.
 4 No total, quantas peças sua turma utilizou para jogar Shisima? Re-
presente essa quantidade com uma multiplicação.
Respostas pessoais.
Cada jogador deve ter três peças, que devem ser diferentes das pe-
ças do outro jogador. As peças podem ser de cores ou de tipos diferen-
tes (por exemplo, um jogador pode usar pedrinhas, e o outro jogador 
pode usar botões).
No início do jogo, um jogador deve posicio-
nar suas três peças em um lado do tabuleiro, e 
o outro jogador deve posicionar suas três peças 
do outro lado do tabuleiro, como indicado na 
figura ao lado. 
Durante a partida, os jogadores, um de cada vez, devem movimentar 
suas peças até o próximo ponto vazio, sem pular as outras peças. 
Vence o jogo aquele que primeiro conseguir posicionar as peças na 
mesma linha. Observe nas imagens a seguir quatro maneiras de alinhar as 
peças e ganhar o jogo, ilustradas pelas peças vermelhas.
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63sessenta e três
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Pessoas e lugares
Shisima é um jogo africano antigo e muito jogado por crianças do 
Quênia. O desafio desse jogo é alinhar três peças. Seu nome, na língua 
tiriki, significa “extensão de água” , e as peças são chamadas imbalavali, 
que quer dizer “pulgas-d’água” . As pulgas-d’água são animais que se 
movimentam rapidamente sobre a água e, por isso, é difícil acompanhar 
o movimento delas. As pessoas acostumadas a jogar Shisima mexem as 
peças no tabuleiro tão rapidamente que os movimentos realizados se 
parecem com os das pulgas-d’água. 
Nesse jogo, participam dois jogadores, e utiliza-se um tabuleiro e al-
guns marcadores. Quando não há tabuleiro, pode-se desenhar na areia o 
formato do tabuleiro e usar tampas de garrafa, botões ou moedas como 
marcadores. 
Shisima
Tabuleiro 
de Shisima.
Crianças brincando. 
Foto de 2012.
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Exemplo de 
marcadores.
62 sessenta e dois
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Agora é a sua vez!
 1 Observe outro poema visual e, depois, responda às questões.
Tchello d’Barros. Cubos3. Desenho digital vetorizado.
a. Qual é a figura geométrica que se repete nesse poema visual?
b. Quantas palavras se repetem em todo o espaço nessa expressão 
poética?
c. Quais são essas palavras?
d. Represente, na forma de fração, o número de vezes que cada palavra 
aparece em cada face dessa figura geométrica.
 2 Sobre as palavras escritas no poema visual, responda às questões a seguir.
a. O que há de parecido entre essas palavras?
b. Quanto ao sentido, que relação é possível estabelecer entre essas 
palavras?
c. Em sua opinião, por que foi escolhida essa figura geométrica para 
esse poema visual?
O cubo.
Três.
Ter, ser e ver.
 1 __ 
3
 
Elas são verbos, remetem a ações 
ou práticas e são escritas de 
Resposta pessoal.
Resposta possível: Algumas pessoas, ao ver algo, desejam ter e podem maneira muito parecida, ou seja, com apenas a letra inicial diferenciando-as.
confundir ter com ser, que são ações muito diferentes. 
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cento e sessenta e cinco
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Vamos ler imagens!
Os poemas visuais são formas de expressão artística em que ima-
gens e palavras têm uma relação muito próxima.
Nesta seção, você vai perceber algumas situações em que a Mate-
mática brinca com as palavras.
Nesse poema visual, podemos observar, centralizada em um papel, 
uma imagem com diversos elementos que se combinam. Há uma linha 
que se parece com uma reta numérica e, sobre ela, um transferidor. Esses 
dois elementos remetem o leitor ao universo da Matemática.
No entanto, no lugar de números, há letras na parte de baixo da reta 
que, juntas, formam a palavra horizonte. Se olharmos de outra maneira, o 
transferidor já não é apenas um objeto utilizado nas aulas de Matemática: 
ele representa também o Sol sobre o horizonte.
Portanto, o poema mistura imagem e texto escrito para dar sentido 
à leitura.
Diego Dourado. Estudos para o sol, 2016. Impressão sobre papel. 
Poemas visuais
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 3 Lídia trabalha com transporte escolar. Na semana passada, houve um 
problema com o veículo dela. Observe a cena e responda às questões.
a. O equipamento usado por Lídia para sinalizar que o veículo está 
com problemas lembra qual polígono? Um triângulo. 
b. Os ângulos nesse equipamento são menores, iguais ou maiores que 
o ângulo reto? São menores. 
c. Esse equipamento é usado para a segurança de quem 
está com problemas no veículo e também para a se-
gurança de outros motoristas. Por que é importante 
agir sempre com segurança no trânsito? Converse 
com os colegas e o professor. 
 4 Tomas e Marcelogostam muito de jogar xadrez. Veja uma jogada que 
eles fizeram. 
 • No quadro abaixo, escreva a localização de cada peça.
Peças
Localização (A, 8) (F, 2) (A, 7) (E, 4) (A, 1)
(B, 8)
(H, 8)
(B, 1)
(B, 2)
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Resposta pessoal.
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Aprender sempre
a. Quais polígonos você consegue identificar nessas obras?
Respostas possíveis: triângulos, quadrados, retângulos, entre outros.
b. Você já viu outros tipos de artesanato com figuras que lem-
bram polígonos? Conte aos colegas e ao professor. 
c. Nas pinturas corporais dos indígenas, encontramos várias figuras 
que lembram polígonos. Procure conhecer um pouco mais sobre 
essas pinturas e compartilhe suas descobertas com a turma.
 2 Desenhe uma figura que tenha um ângulo maior que o ângulo reto 
e uma figura que tenha um ângulo menor que o ângulo reto. Depois, 
destaque esses ângulos. 
Resposta pessoal.
 1 Os povos indígenas fazem uso de figuras geométricas em 
suas produções artesanais – nas cestarias, nas redes de 
dormir, nos abanos, nas cerâmicas, entre outros. Veja estas 
obras indígenas com figuras que lembram polígonos.
Desenhos do aluno.
Representação 
sem proporção 
de tamanho 
entre os 
elementos.
A. Peneira de arumã do povo Sateré-Mawé (AM). B. Vaso indígena com desenho 
geométrico, Xingu (MT). C. Máscara indígena dos povos Wayana e Aparai (PA).
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Finalizando o capítulo
Ao final de cada capítulo, há seções que buscam ampliar seus conhecimentos.
Na seção Probabilidade e Estatística, são 
trabalhados conteúdos como leitura, 
interpretação e registro de dados em tabelas 
e gráficos, além de tópicos relacionados 
à Probabilidade.
Na seção Pessoas e lugares, 
você vai conhecer algumas 
características culturais de 
diferentes comunidades.
As atividades da 
seção Aprender 
sempre são uma 
oportunidade para 
você verificar e 
analisar o que 
aprendeu e refletir 
sobre os assuntos 
estudados.
Na seção Jogo, você e os 
colegas vão aprender e se 
divertir com jogos e brincadeiras.
A seção Vamos ler 
imagens! explora a 
análise de uma ou mais 
imagens e é acompanhada 
de atividades que vão 
ajudar você a desenvolver 
essa habilidade.
Recortar e jogar
PERÍMETRO
ÁREA
8 cm
3 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
10 cm
6 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
10 cm2
PERÍMETRO PERÍMETRO
ÁREA ÁREA
14 cm 12 cm
12 cm2 8 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
16 cm
16 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
18 cm
14 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
20 cm
9 cm2
Página 238 • Cartas para o jogo Desenhando retângulos
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249duzentos e quarenta e nove
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cinco
Saber Ser
Sinaliza momentos 
propícios para o 
desenvolvimento 
de competências 
socioemocionais.
Atividade oral
Indica que a atividade 
deve ser respondida 
oralmente.
Ícones usados no livro
Finalizando 
o livro
Até breve!
Nesta seção, ao final do 
volume, você tem a 
oportunidade de verificar 
o que aprendeu ao longo 
do ano por meio de 
algumas atividades. 
Material 
complementar
No final do livro, você 
vai encontrar material 
complementar para 
usar em algumas 
atividades.
Saber
Ser
5
003A007_AJM5_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 5 22/07/2021 12:01
seu livro
Conheça
CAPÍTULO
6 Jorge, Yasmin e Mateus são da 
mesma turma de natação e, nesse 
semestre, estão treinando para par-
ticipar de um campeonato.
Para começo de conversa
 1 Que fração pode ser usada para 
representar o número de raias 
ocupadas nessa piscina? Como 
essa fração é lida?
 2 Mateus tinha um compromisso e 
precisou sair mais cedo do treino. 
Após a saída de Mateus, como você 
representaria, usando uma fração, 
o número de raias ocupadas?
 3 Ana chegou ao treino meia hora 
atrasada e o professor não deixou 
que ela participasse, pois os ou-
tros alunos haviam começado no 
horário combinado, e ela não con-
seguiria acompanhá-los. Ana ficou 
chateada, mas sabia que o profes-
sor só estava cumprindo as normas. 
Você já passou por uma situação 
parecida com essa?
Frações
Veja as respostas ao lado.
Saber
Ser
131cento e trinta e um
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130 cento e trinta130
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 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Eles 
estão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
2 4
3 6
4 8
5 10
6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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7/6/21 4:46 PM
Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
6
5
4
3
2
1
A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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7/6/21 4:46 PM
Desenvolvimento do assunto 
O conteúdo é apresentado por meio de atividades, imagens e textos. Esses recursos 
foram organizados de maneira que você possa compreender as ideias propostas.
Para explorar
Neste livro, você vai 
encontrar sugestões 
de sites e de livros 
relacionados aos 
temas estudados.
Conhecer seu livro vai 
ajudar você a aproveitar 
melhor as oportunidades de 
aprendizagem que ele oferece.
Este volume contém oito capítulos.
Veja como cada livro está organizado.
 3 Leia o texto abaixo e, depois, faça o que se pede.
 Poliedro.
Poliedro.
 Corpo redondo.
Corpo redondo.
Corpo redondo.
Poliedro.
Agora, classifique cada uma das figuras a seguir em poliedro ou corpo 
redondo.
a. c. e. 
b. d. f. 
 4 Classifique cada afirmação abaixo em verdadeira (V) ou falsa (F). De-
pois, reescreva as afirmações falsas, corrigindo-as.
F Os poliedros são figuras geométricas não planas que não têm 
nenhuma face plana.
Os poliedros são figuras geométricas não planas que têm todas as faces planas.
V Os corpos redondos têm superfícies arredondadas.
 
Os prismas e as pirâmides são exemplos de figuras geométri-
cas não planas não arredondadas. Essas figuras são chamadas de 
poliedros e todas as faces dessas figuras são superfícies planas. 
Observe o exemplo.
superfície plana
superfícies planas
superfície plana
superfície plana
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73setenta e três
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Hora, minuto e segundo1 Frederico faz aula de dança uma vez por semana. A aula tem duração de 
1 hora e é dividida em duas partes, cada uma com 30 minutos, sendo 
uma parte para cada ritmo.
a. Quantos minutos tem a aula de dança? 60 minutos. 
b. Que fração da aula representa a parte de cada ritmo? 1 __ 
2
 
30 minutos é o mesmo que  
1
 
__
 2  hora.
15 minutos é o mesmo que  1 __ 4  de hora.
30 segundos é o mesmo que  1 __ 2  minuto.
 2 Na aula de hoje, a professora de Frederico quer trabalhar com quatro 
ritmos diferentes, então ela vai dividir a aula em quatro partes com a 
mesma duração.
a. Quantos minutos terá cada parte da aula? 15 minutos. 
b. Que fração da aula representa a parte de cada ritmo? 1 __ 
4
 
 3 Helena participou de uma competição de natação e terminou a prova 
em 1 minuto. A 1a colocada chegou meio minuto antes dela.
a. Em quantos segundos Helena completou a prova? 60 segundos. 
b. A 1a colocada terminou a prova em quantos segundos? 30 segundos. 
c. Que fração do minuto representa o tempo da 1a colocada? 1 __ 
2
 
 4 Complete as igualdades abaixo.
a. 1 __ 4 h 5 15 minutos
b. 2 __ 4 h 5 30 minutos
c. 3 __ 4 h 5 45 minutos
d. 1 __ 4 min 5 15 segundos
e. 2 __ 4 min 5 30 segundos
f.   3 __ 4 min 5 45 segundos
214 duzentos e catorze
210A217_AJM5_LA_PNLD23_C08.indd 214 7/9/21 9:54 AM
Algumas 
informações 
importantes 
também estão 
destacadas.
Para auxiliar você 
em seus estudos, 
os principais 
conceitos estão 
destacados.
Vamos resolver!
Esta seção aparece 
ao longo dos 
capítulos e 
apresenta atividades 
de retomada 
e de aplicação 
de alguns conteúdos 
estudados até 
o momento.
Abertura de capítulo
Cada capítulo se inicia com uma 
grande imagem. Nesse momento, 
você vai fazer os primeiros 
contatos com alguns temas que 
vão ser estudados no capítulo.
Vamos resolver!
 • Quantos dias Rogério vai ficar fora? 63 dias. 
 3 Observe o cartaz abaixo e, depois, responda às questões.
 1 Veja como Renata obteve o resultado de 6 3 12 e, depois, calcule as 
multiplicações abaixo da mesma maneira que ela fez.
a. Se uma pessoa comprar 4 caixas de lenços, quanto ela vai pagar?
26 reais. 
b. Se comprar 6 caixas de lenços, quanto ela vai pagar? 39 reais. 
c. E se ela comprar 8 caixas de lenços, quanto vai pagar? 52 reais. 
a. 4 3 25 5 25 1 25 1 25 1 25 5 100 
b. 7 3 15 5 15 1 15 1 15 1 15 1 15 1 15 1 15 5 105 
c. 5 3 200 5 200 1 200 1 200 1 200 1 200 5 1 000 
 2 Rogério vai viajar 9 semanas a traba-
lho e decidiu fazer um quadro para 
marcar quantos dias vai ficar fora. 
Ajude Rogério a completar o quadro.
6 3 12 5
5 12 1 12 1 12 1 12 1 12 1 12 5 72
ID
/B
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Número de semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Número de dias 7 14 21 28 35 42 49 56 63
Lembre-se de 
que 1 semana 
tem 7 dias.
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52 cinquenta e dois
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06/07/2021 09:51
 6 Alexandre tem uma coleção com muitos gibis. Ele vai distribuí-los igualmente em 8 caixas.
a. Você consegue dizer quantos gibis 
Alexandre tem ao todo? Não. 
b. Para saber quantos gibis ele vai colocar em cada caixa, qual é a informação que 
está faltando? A quantidade de gibis que Alexandre tem. c. Reescreva o enunciado desse problema de modo que ele apresente 
todas as informações necessárias para ser resolvido. Depois, troque 
de livro com um colega. No caderno, ele resolve o problema que você 
reescreveu e você resolve o problema dele.Resposta pessoal.
 7 Ana, Bete e Carla têm juntas R$ 19 000,00. Sabendo que Ana tem 
R$ 6 200,00 e que Bete e Carla têm quantias iguais, quantos reais Bete 
e Carla têm cada uma? 
Bete e Carla têm R$ 6 400,00 cada uma.
Cálculos possíveis:
1 2 8 0 0 2
2 1 2 6 4 0 0
0 8
2 8
0 0 0
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Poemas e problemas, de Renata Bueno. Editora do Brasil. 
Você gosta de poemas e charadas? Use todo seu conhecimento matemá-tico nas brincadeiras, nas charadas e nos enig-mas que, nesse livro, são apresentados de manei-ra poética.
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Para explorar
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cento e vinte e cinco
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09/07/2021 13:10
quatro
Abertura do livro
Boas-vindas!
Antes de mergulhar nos capítulos, 
você vai encontrar a seção Boas-vindas!, 
que traz atividades que ajudam você 
a verificar alguns conhecimentos 
que já tem e que serão importantes 
para o trabalho com este livro.
4
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4 Conheça seu livro
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3
2
6
4
2
4
 2 As ilustrações a seguir foram feitas usando algumas figuras geométricas 
planas. Para cada ilustração, registre em cada quadrinho a quantidade de figuras que lembram polígonos.
 3 As tiras abaixo têm o mesmo tamanho, e cada uma delas está dividida 
em partes iguais. Observe-as e, depois, complete as frases.
a. A tira branca equivale a 3 partes da tira verde.
b. Uma parte da tira amarela equivale a 2 partes da tira azul.
c. Uma parte da tira vermelha equivale a da tira inteira.
d. Uma parte da tira verde equivale a da tira inteira.
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1
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duzentos e quarenta e cinco
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Até breve!
 1 Nina tem 3 opções de tênis e 3 opções de meias para vestir.a. Pinte as possíveis combinações que Nina pode fazer com as opções de meia e de tênis que ela tem.
A cada ano escolar, 
você e os colegas vivenciam novos desafios e adquirem diversos conhecimentos. Já parou para pensar nisso? As atividades a seguir vão ajudar você a avaliar alguns dos conhecimentos vistos ao longo deste ano. 
Tênis cinza 
e meia azul
Tênis cinza e 
meia amarela
Tênis cinza e 
meia marrom
Tênis preto 
e meia azul
Tênis preto e 
meia amarela
Tênis preto e 
meia marrom
Tênis vermelho 
e meia azul
Tênis vermelho 
e meia 
amarela
Tênis vermelho 
e meia 
marrom
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b. Quantas combinações diferentes Nina pode fazer com esses tênis e essas meias? Nina pode fazer 9 combinações diferentes. 
c. Escreva uma multiplicação que represente a quantidade de combi-nações que Nina pode fazer. 3 3 3 5 9 
duzentos e quarenta e quatro
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09/07/2021 14:05
 2 Durante 6 dias, Sabrina anotou em um quadro a temperatura em sua 
residência às 10 horas da manhã. Observe.
a. Qual foi a média das temperaturas nesses 6 dias? Faça o cálculo 
usando uma calculadora.
A média da temperatura nesses 6 dias foi de 24 °C.
b. A média das temperaturas é igual à temperatura de cada dia? 
Não.
c. Quais temperaturas foram maiores que a média das temperaturas? 
E quais foram menores?
As temperaturas de segunda-feira, terça-feira e quarta-feira foram maiores. As 
temperaturas de quinta-feira, sexta-feira e sábado foram menores.
 3 Observe alguns jogadores da equipe masculina de basquete da escola 
de Débora.
 • O irmão de Débora é 3 centímetros mais alto que a média das alturas 
desses jogadores. Quem é o irmão de Débora? Use uma calculadora 
para realizar os cálculos.
O irmão de Débora é o Marcos .
Danilo
137 cm
Marcos
143 cm
Ronaldo
128 cm
Elias
161 cm
Lucas
131 cm
Dia da 
semana
Segunda- 
-feira
Terça- 
-feira
Quarta- 
-feira
Quinta- 
-feira
Sexta- 
-feira
Sábado
Temperatura 26 °C 25 °C 26 °C 23 °C 22 °C 22 °C
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cento e noventa e cinco
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7/9/21 7:35 AM
Probabilidade e Estatística
Média aritmética
 1 Carla e Henrique reuniram-se para comemorar o final do campeonato 
de futebol misto.
a. Você já escutou ou leu a expressão “em média” alguma vez? Se 
sim, em qual situação? Converse com os colegas e o professor. 
b. Para chegar à média de gols marcados por jogo, primeirovamos calcular o total de gols em todos os jogos e, depois, dividir o 
total de gols pelo número de jogos. Acompanhe e complete.
Total de gols: 5 1 6 1 4 5 15 
15 4 3 5  5 
total de gols 
marcados
média de gols 
por jogo
número de jogos
Henrique, neste 
campeonato, marcamos 
5 gols no primeiro jogo, 
6 gols no segundo e 
4 gols no terceiro.
É verdade, Carla! 
Em média, 
marcamos 5 gols 
por jogo.
A média de 5 gols 
por jogo não significa 
que em todos os jogos 
foi marcada a mesma 
quantidade de gols. 
Isso mesmo! Se adicionarmos 
todos os gols feitos pela nossa 
equipe e distribuirmos o resultado 
igualmente pelo número de jogos 
realizados, é como se tivéssemos 
feito 5 gols em cada jogo.
1o jogo
5 gols
5 gols
2o jogo
6 gols
5 gols
3o jogo
4 gols
5 gols
1o jogo 2o jogo 3o jogo
Respostas pessoais.
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194 cento e noventa e quatro
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10/07/2021 09:08
 Depois do jogo
 1 Observe uma das cartas que Manuela tem e o retângulo que ela desenhou.
a. Manuela desenhou um retângulo com perímetro correto? E com 
área correta? Sim. Não. 
b. Esse retângulo pode ser considerado na contagem final? Explique.
Não, porque a área não está correta.
c. Desenhe na malha abaixo o retângulo indicado na carta de Manuela.
Espera-se que os alunos percebam que retângulos com perímetros iguais podem ter 
áreas diferentes.
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
6 cm2
d. Qual é a diferença entre os retângulos que você e Manuela 
desenharam?
As áreas dos retângulos são diferentes. 
e. Se os perímetros dos retângulos forem iguais, as áreas tam-
bém serão? Converse com os colegas e o professor. 
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duzentos e trinta e nove
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09/07/2021 19:29
Jogo
Desenhando retângulos
Material
 • Cartas das páginas 249 e 251.
 • Malha quadriculada da página 253.
 • Lápis de cor.
Número de participantes
 • 2 jogadores.
Objetivo
 • Desenhar e pintar corretamente o maior número 
de retângulos indicados nas cartas.
Regras
 1. Recortem as cartas das páginas 249 e 251 e a malha da página 253. 
 2. Para esse jogo, será usado apenas um conjunto de 16 cartas. 
 3. Embaralhem as cartas e distri- 
buam 8 cartas para cada jogador. 
 4. Cada jogador deve desenhar em 
sua malha os retângulos indica-
dos nas suas 8 cartas. 
 5. Lembrem-se de que o lado de 
cada quadradinho da malha tem 
1 cm e que a área de um quadra-
dinho da malha é 1 cm2.
 6. O jogador que terminar primei-
ro de pintar os retângulos que 
estão indicados nas suas cartas 
deve avisar que acabou. Então, 
os jogadores devem conferir os 
retângulos um do outro. Ven-
ce aquele que tiver desenhado 
mais retângulos corretamente.
PERÍMETRO
ÁREA
20 cm
25 cm
2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
6 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
10 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
12 cm
8 cm2
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238 duzentos e trinta e oito
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09/07/2021 12:50
 1 Que jogos de tabuleiro você costuma jogar? 
 2 Você já conhecia esse jogo? Já tinha ouvido falar em jogos de 
tabuleiros de outros países?
 3 Junte-se a um colega para montar um tabuleiro de Shisima com a 
ajuda do professor. Depois, joguem uma partida e contem aos cole-
gas e ao professor o que vocês acharam do jogo.
 4 No total, quantas peças sua turma utilizou para jogar Shisima? Re-
presente essa quantidade com uma multiplicação.
Respostas pessoais.
Cada jogador deve ter três peças, que devem ser diferentes das pe-
ças do outro jogador. As peças podem ser de cores ou de tipos diferen-
tes (por exemplo, um jogador pode usar pedrinhas, e o outro jogador 
pode usar botões).
No início do jogo, um jogador deve posicio-
nar suas três peças em um lado do tabuleiro, e 
o outro jogador deve posicionar suas três peças 
do outro lado do tabuleiro, como indicado na 
figura ao lado. 
Durante a partida, os jogadores, um de cada vez, devem movimentar 
suas peças até o próximo ponto vazio, sem pular as outras peças. 
Vence o jogo aquele que primeiro conseguir posicionar as peças na 
mesma linha. Observe nas imagens a seguir quatro maneiras de alinhar as 
peças e ganhar o jogo, ilustradas pelas peças vermelhas.
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63sessenta e três
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7/6/21 1:54 PM
Pessoas e lugares
Shisima é um jogo africano antigo e muito jogado por crianças do 
Quênia. O desafio desse jogo é alinhar três peças. Seu nome, na língua 
tiriki, significa “extensão de água” , e as peças são chamadas imbalavali, 
que quer dizer “pulgas-d’água” . As pulgas-d’água são animais que se 
movimentam rapidamente sobre a água e, por isso, é difícil acompanhar 
o movimento delas. As pessoas acostumadas a jogar Shisima mexem as 
peças no tabuleiro tão rapidamente que os movimentos realizados se 
parecem com os das pulgas-d’água. 
Nesse jogo, participam dois jogadores, e utiliza-se um tabuleiro e al-
guns marcadores. Quando não há tabuleiro, pode-se desenhar na areia o 
formato do tabuleiro e usar tampas de garrafa, botões ou moedas como 
marcadores. 
Shisima
Tabuleiro 
de Shisima.
Crianças brincando. 
Foto de 2012.
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Exemplo de 
marcadores.
62 sessenta e dois
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7/6/21 1:54 PM
Agora é a sua vez!
 1 Observe outro poema visual e, depois, responda às questões.
Tchello d’Barros. Cubos3. Desenho digital vetorizado.
a. Qual é a figura geométrica que se repete nesse poema visual?
b. Quantas palavras se repetem em todo o espaço nessa expressão 
poética?
c. Quais são essas palavras?
d. Represente, na forma de fração, o número de vezes que cada palavra 
aparece em cada face dessa figura geométrica.
 2 Sobre as palavras escritas no poema visual, responda às questões a seguir.
a. O que há de parecido entre essas palavras?
b. Quanto ao sentido, que relação é possível estabelecer entre essas 
palavras?
c. Em sua opinião, por que foi escolhida essa figura geométrica para 
esse poema visual?
O cubo.
Três.
Ter, ser e ver.
 1 __ 
3
 
Elas são verbos, remetem a ações 
ou práticas e são escritas de 
Resposta pessoal.
Resposta possível: Algumas pessoas, ao ver algo, desejam ter e podem maneira muito parecida, ou seja, com apenas a letra inicial diferenciando-as.
confundir ter com ser, que são ações muito diferentes. 
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165
cento e sessenta e cinco
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09/07/2021 12:12
Vamos ler imagens!
Os poemas visuais são formas de expressão artística em que ima-
gens e palavras têm uma relação muito próxima.
Nesta seção, você vai perceber algumas situações em que a Mate-
mática brinca com as palavras.
Nesse poema visual, podemos observar, centralizada em um papel, 
uma imagem com diversos elementos que se combinam. Há uma linha 
que se parece com uma reta numérica e, sobre ela, um transferidor. Esses 
dois elementos remetem o leitor ao universo da Matemática.
No entanto, no lugar de números, há letras na parte de baixo da reta 
que, juntas, formam a palavra horizonte. Se olharmos de outra maneira, o 
transferidor já não é apenas um objeto utilizado nas aulas de Matemática: 
ele representa também o Sol sobre o horizonte.
Portanto, o poema mistura imagem e texto escrito para dar sentido 
à leitura.
Diego Dourado. Estudos para o sol, 2016. Impressão sobre papel. 
Poemas visuais
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164 cento e sessenta e quatro
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09/07/2021 12:12
 3 Lídia trabalha com transporte escolar. Na semana passada, houve um 
problema com o veículo dela. Observe a cena e responda às questões.
a. O equipamento usado por Lídia para sinalizar que o veículo estácom problemas lembra qual polígono? Um triângulo. 
b. Os ângulos nesse equipamento são menores, iguais ou maiores que 
o ângulo reto? São menores. 
c. Esse equipamento é usado para a segurança de quem 
está com problemas no veículo e também para a se-
gurança de outros motoristas. Por que é importante 
agir sempre com segurança no trânsito? Converse 
com os colegas e o professor. 
 4 Tomas e Marcelo gostam muito de jogar xadrez. Veja uma jogada que 
eles fizeram. 
 • No quadro abaixo, escreva a localização de cada peça.
Peças
Localização (A, 8) (F, 2) (A, 7) (E, 4) (A, 1)
(B, 8)
(H, 8)
(B, 1)
(B, 2)
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Resposta pessoal.
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101cento e um
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09/07/21 11:51
Aprender sempre
a. Quais polígonos você consegue identificar nessas obras?
Respostas possíveis: triângulos, quadrados, retângulos, entre outros.
b. Você já viu outros tipos de artesanato com figuras que lem-
bram polígonos? Conte aos colegas e ao professor. 
c. Nas pinturas corporais dos indígenas, encontramos várias figuras 
que lembram polígonos. Procure conhecer um pouco mais sobre 
essas pinturas e compartilhe suas descobertas com a turma.
 2 Desenhe uma figura que tenha um ângulo maior que o ângulo reto 
e uma figura que tenha um ângulo menor que o ângulo reto. Depois, 
destaque esses ângulos. 
Resposta pessoal.
 1 Os povos indígenas fazem uso de figuras geométricas em 
suas produções artesanais – nas cestarias, nas redes de 
dormir, nos abanos, nas cerâmicas, entre outros. Veja estas 
obras indígenas com figuras que lembram polígonos.
Desenhos do aluno.
Representação 
sem proporção 
de tamanho 
entre os 
elementos.
A. Peneira de arumã do povo Sateré-Mawé (AM). B. Vaso indígena com desenho 
geométrico, Xingu (MT). C. Máscara indígena dos povos Wayana e Aparai (PA).
A
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09/07/21 11:51
Finalizando o capítulo
Ao final de cada capítulo, há seções que buscam ampliar seus conhecimentos.
Na seção Probabilidade e Estatística, são 
trabalhados conteúdos como leitura, 
interpretação e registro de dados em tabelas 
e gráficos, além de tópicos relacionados 
à Probabilidade.
Na seção Pessoas e lugares, 
você vai conhecer algumas 
características culturais de 
diferentes comunidades.
As atividades da 
seção Aprender 
sempre são uma 
oportunidade para 
você verificar e 
analisar o que 
aprendeu e refletir 
sobre os assuntos 
estudados.
Na seção Jogo, você e os 
colegas vão aprender e se 
divertir com jogos e brincadeiras.
A seção Vamos ler 
imagens! explora a 
análise de uma ou mais 
imagens e é acompanhada 
de atividades que vão 
ajudar você a desenvolver 
essa habilidade.
Recortar e jogar
PERÍMETRO
ÁREA
8 cm
3 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
10 cm
6 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
14 cm
10 cm2
PERÍMETRO PERÍMETRO
ÁREA ÁREA
14 cm 12 cm
12 cm2 8 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
16 cm
16 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
18 cm
14 cm2
PERÍMETRO
ÁREA
20 cm
9 cm2
Página 238 • Cartas para o jogo Desenhando retângulos
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249duzentos e quarenta e nove
249A256_AJM5_LA_PNLD23_MATERIAL_COMPLEMENTAR.indd 249
7/5/21 8:11 AM
cinco
Saber Ser
Sinaliza momentos 
propícios para o 
desenvolvimento 
de competências 
socioemocionais.
Atividade oral
Indica que a atividade 
deve ser respondida 
oralmente.
Ícones usados no livro
Finalizando 
o livro
Até breve!
Nesta seção, ao final do 
volume, você tem a 
oportunidade de verificar 
o que aprendeu ao longo 
do ano por meio de 
algumas atividades. 
Material 
complementar
No final do livro, você 
vai encontrar material 
complementar para 
usar em algumas 
atividades.
Saber
Ser
5
003A007_AJM5_LA_PNLD23_INICIAIS.indd 5 22/07/2021 12:01
seu livro
Conheça
CAPÍTULO
6 Jorge, Yasmin e Mateus são da 
mesma turma de natação e, nesse 
semestre, estão treinando para par-
ticipar de um campeonato.
Para começo de conversa
 1 Que fração pode ser usada para 
representar o número de raias 
ocupadas nessa piscina? Como 
essa fração é lida?
 2 Mateus tinha um compromisso e 
precisou sair mais cedo do treino. 
Após a saída de Mateus, como você 
representaria, usando uma fração, 
o número de raias ocupadas?
 3 Ana chegou ao treino meia hora 
atrasada e o professor não deixou 
que ela participasse, pois os ou-
tros alunos haviam começado no 
horário combinado, e ela não con-
seguiria acompanhá-los. Ana ficou 
chateada, mas sabia que o profes-
sor só estava cumprindo as normas. 
Você já passou por uma situação 
parecida com essa?
Frações
Veja as respostas ao lado.
Saber
Ser
131cento e trinta e um
130A139_AJM5_LA_PNLD23_C06.indd 131
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130 cento e trinta130
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 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Eles 
estão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
2 4
3 6
4 8
5 10
6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
6
5
4
3
2
1
A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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Desenvolvimento do assunto 
O conteúdo é apresentado por meio de atividades, imagens e textos. Esses recursos 
foram organizados de maneira que você possa compreender as ideias propostas.
Para explorar
Neste livro, você vai 
encontrar sugestões 
de sites e de livros 
relacionados aos 
temas estudados.
Conhecer seu livro vai 
ajudar você a aproveitar 
melhor as oportunidades de 
aprendizagem que ele oferece.
Este volume contém oito capítulos.
Veja como cada livro está organizado.
 3 Leia o texto abaixo e, depois, faça o que se pede.
 Poliedro.
Poliedro.
 Corpo redondo.
Corpo redondo.
Corpo redondo.
Poliedro.
Agora, classifique cada uma das figuras a seguir em poliedro ou corpo 
redondo.
a. c. e. 
b. d. f. 
 4 Classifique cada afirmação abaixo em verdadeira (V) ou falsa (F). De-
pois, reescreva as afirmações falsas, corrigindo-as.
F Os poliedros são figuras geométricas não planas que não têm 
nenhuma face plana.
Os poliedros são figuras geométricas não planas que têm todas as faces planas.
V Os corpos redondos têm superfícies arredondadas.
 
Os prismas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVIII
Volume 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XX
Volume 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXII
Seção de referência ao Livro do Aluno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXIV
Bibliografia comentada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVII
SUMÁRIO
IV_AJM5_MP_PNLD23_SUMARIO.indd 4 16/07/2021 15:53
O ENSINO DE MATEMÁTICA NO 
ENSINO FUNDAMENTAL
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) teve sua 
formulação coordenada pelo Ministério da Educação 
(MEC), com ampla consulta à comunidade educacional 
e à sociedade. Trata-se de um documento que define as 
aprendizagens essenciais que todos os alunos devem 
desenvolver ao longo da Educação Básica, em confor-
midade com o Plano Nacional de Educação (PNE).
A BNCC está orientada pelos princípios éticos, 
políticos e estéticos que visam à formação huma-
na integral e à construção de uma sociedade justa, 
democrática e inclusiva, como determinam as Diretrizes 
Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).
Denomina-se educação integral a formação voltada 
ao desenvolvimento humano global, integrando o de-
senvolvimento intelectual (cognitivo) e a dimensão 
afetiva, segundo o processo complexo e não linear 
do desenvolvimento da criança, do adolescente e do 
jovem, em um ambiente de democracia inclusiva, fir-
mada nas práticas de não discriminação, não precon-
ceito e respeito às diferenças e às diversidades.
Nessas concepções, a BNCC propõe que, ao longo 
da Educação Básica, o aprendizado deve concorrer para 
que o aluno desenvolva as dez competências gerais, 
a saber:
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historica-
mente construídos sobre o mundo físico, social, cul-
tural e digital para entender e explicar a realidade, 
continuar aprendendo e colaborar para a constru-
ção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à 
abordagem própria das ciências, incluindo a inves-
tigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação 
e a criatividade, para investigar causas, elaborar e 
testar hipóteses, formular e resolver problemas e 
criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos 
conhecimentos das diferentes áreas.
3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artís-
ticas e culturais, das locais às mundiais, e também 
participar de práticas diversificadas da produção 
artístico-cultural.
4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou 
visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, 
sonora e digital –, bem como conhecimentos das 
linguagens artística, matemática e científica, para se 
expressar e partilhar informações, experiências, 
ideias e sentimentos em diferentes contextos e pro-
duzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digi-
tais de informação e comunicação de forma crítica, 
significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas 
sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, 
acessar e disseminar informações, produzir conhe-
cimentos, resolver problemas e exercer protagonis-
mo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências 
culturais e apropriar-se de conhecimentos e expe-
riências que lhe possibilitem entender as relações 
próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas ali-
nhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de 
vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica 
e responsabilidade.
7. Argumentar com base em fatos, dados e in-
formações confiáveis, para formular, negociar e 
defender ideias, pontos de vista e decisões comuns 
que respeitem e promovam os direitos humanos, a 
consciência socioambiental e o consumo responsá-
vel em âmbito local, regional e global, com posicio-
namento ético em relação ao cuidado de si mesmo, 
dos outros e do planeta.
8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde 
física e emocional, compreendendo-se na diversidade 
humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, 
com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de con-
flitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promo-
vendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, 
com acolhimento e valorização da diversidade de 
indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identi-
dades, culturas e potencialidades, sem preconceitos 
de qualquer natureza.
10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, 
responsabilidade, flexibilidade, resiliência e deter-
minação, tomando decisões com base em princípios 
éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e soli-
dários. (Brasil, 2018, p. 9-10.)
BNCC
Formação humana 
integral
Construção de 
uma sociedade 
justa, democrática 
e inclusiva
Desenvolvimento 
intelectual
Educação integral
Dimensão afetiva
VO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 5 16/07/2021 08:34
O trabalho pedagógico dos professores nas insti-
tuições de ensino, relativo aos componentes curricu-
lares, deve ser norteado pelas referências da BNCC 
desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Por isso, 
é essencial uma transição gradativa de conhecimen-
tos dos alunos da primeira para a segunda etapa da 
Educação Básica. 
Na etapa de transição da Educação Infantil para 
o Ensino Fundamental, é fundamental levar em 
consideração a vivência dos alunos no universo mate-
mático e o percurso do trabalho pedagógico desen-
volvido nesse período, que foi construído de maneira 
lúdica, com base em contextos significativos e por meio 
de práticas cotidianas, mas sem antecipar o Ensino 
Fundamental. As Diretrizes Curriculares Nacionais 
para a Educação Infantil (DCNEI) corroboram que 
a Educação Infantil deve garantir experiências que 
“recriem, em contextos significativos para as crianças, 
relações quantitativas, medidas, formas e orientações 
espaçotemporais”. (Brasil, 2010, p. 25-26.)
Segundo a Política Nacional de Alfabetização (PNA),
As principais habilidades de todo o processo 
de escolarização consistem em ler, escrever e 
realizar operações matemáticas básicas. Não por 
acaso o professor alfabetizador também ocupa 
o importante papel de ensinar habilidades de 
matemática básica. Além disso, os professores 
da educação infantil igualmente contribuem 
para o desenvolvimento do raciocínio lógico-
-matemático, promovendo atividades e jogos que 
ensinam noções básicas numéricas, espaciais, 
geométricas, de medidas e de estatística. (Brasil, 
2019, p. 24.)
A numeracia1 nessa fase da vida dá-se por meio de 
contextos sociais e escolares diversos, como o desloca-
mento entre os espaços na sala de aula, o número do 
telefone, as horas, o calendário, os materiais manipulá-
veis de formatos variados, a reflexão sobre o cotidiano, 
as brincadeiras, os gêneros orais e as interações com 
seus pares, e leva em consideraçãoe as pirâmides são exemplos de figuras geométri-
cas não planas não arredondadas. Essas figuras são chamadas de 
poliedros e todas as faces dessas figuras são superfícies planas. 
Observe o exemplo.
superfície plana
superfícies planas
superfície plana
superfície plana
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73setenta e três
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Hora, minuto e segundo
 1 Frederico faz aula de dança uma vez por semana. A aula tem duração de 
1 hora e é dividida em duas partes, cada uma com 30 minutos, sendo 
uma parte para cada ritmo.
a. Quantos minutos tem a aula de dança? 60 minutos. 
b. Que fração da aula representa a parte de cada ritmo? 1 __ 
2
 
30 minutos é o mesmo que  
1
 
__
 2  hora.
15 minutos é o mesmo que  1 __ 4  de hora.
30 segundos é o mesmo que  1 __ 2  minuto.
 2 Na aula de hoje, a professora de Frederico quer trabalhar com quatro 
ritmos diferentes, então ela vai dividir a aula em quatro partes com a 
mesma duração.
a. Quantos minutos terá cada parte da aula? 15 minutos. 
b. Que fração da aula representa a parte de cada ritmo? 1 __ 
4
 
 3 Helena participou de uma competição de natação e terminou a prova 
em 1 minuto. A 1a colocada chegou meio minuto antes dela.
a. Em quantos segundos Helena completou a prova? 60 segundos. 
b. A 1a colocada terminou a prova em quantos segundos? 30 segundos. 
c. Que fração do minuto representa o tempo da 1a colocada? 1 __ 
2
 
 4 Complete as igualdades abaixo.
a. 1 __ 4 h 5 15 minutos
b. 2 __ 4 h 5 30 minutos
c. 3 __ 4 h 5 45 minutos
d. 1 __ 4 min 5 15 segundos
e. 2 __ 4 min 5 30 segundos
f.   3 __ 4 min 5 45 segundos
214 duzentos e catorze
210A217_AJM5_LA_PNLD23_C08.indd 214 7/9/21 9:54 AM
Algumas 
informações 
importantes 
também estão 
destacadas.
Para auxiliar você 
em seus estudos, 
os principais 
conceitos estão 
destacados.
Vamos resolver!
Esta seção aparece 
ao longo dos 
capítulos e 
apresenta atividades 
de retomada 
e de aplicação 
de alguns conteúdos 
estudados até 
o momento.
Abertura de capítulo
Cada capítulo se inicia com uma 
grande imagem. Nesse momento, 
você vai fazer os primeiros 
contatos com alguns temas que 
vão ser estudados no capítulo.
Vamos resolver!
 • Quantos dias Rogério vai ficar fora? 63 dias. 
 3 Observe o cartaz abaixo e, depois, responda às questões.
 1 Veja como Renata obteve o resultado de 6 3 12 e, depois, calcule as 
multiplicações abaixo da mesma maneira que ela fez.
a. Se uma pessoa comprar 4 caixas de lenços, quanto ela vai pagar?
26 reais. 
b. Se comprar 6 caixas de lenços, quanto ela vai pagar? 39 reais. 
c. E se ela comprar 8 caixas de lenços, quanto vai pagar? 52 reais. 
a. 4 3 25 5 25 1 25 1 25 1 25 5 100 
b. 7 3 15 5 15 1 15 1 15 1 15 1 15 1 15 1 15 5 105 
c. 5 3 200 5 200 1 200 1 200 1 200 1 200 5 1 000 
 2 Rogério vai viajar 9 semanas a traba-
lho e decidiu fazer um quadro para 
marcar quantos dias vai ficar fora. 
Ajude Rogério a completar o quadro.
6 3 12 5
5 12 1 12 1 12 1 12 1 12 1 12 5 72
ID
/B
R
Número de semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Número de dias 7 14 21 28 35 42 49 56 63
Lembre-se de 
que 1 semana 
tem 7 dias.
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52 cinquenta e dois
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06/07/2021 09:51
 6 Alexandre tem uma coleção com muitos gibis. Ele vai distribuí-los igualmente em 8 caixas.
a. Você consegue dizer quantos gibis 
Alexandre tem ao todo? Não. 
b. Para saber quantos gibis ele vai colocar em cada caixa, qual é a informação que 
está faltando? A quantidade de gibis que Alexandre tem. c. Reescreva o enunciado desse problema de modo que ele apresente 
todas as informações necessárias para ser resolvido. Depois, troque 
de livro com um colega. No caderno, ele resolve o problema que você 
reescreveu e você resolve o problema dele.Resposta pessoal.
 7 Ana, Bete e Carla têm juntas R$ 19 000,00. Sabendo que Ana tem 
R$ 6 200,00 e que Bete e Carla têm quantias iguais, quantos reais Bete 
e Carla têm cada uma? 
Bete e Carla têm R$ 6 400,00 cada uma.
Cálculos possíveis:
1 2 8 0 0 2
2 1 2 6 4 0 0
0 8
2 8
0 0 0
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/B
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Poemas e problemas, de Renata Bueno. Editora do Brasil. 
Você gosta de poemas e charadas? Use todo seu conhecimento matemá-tico nas brincadeiras, nas charadas e nos enig-mas que, nesse livro, são apresentados de manei-ra poética.
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Para explorar
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cento e vinte e cinco
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quatro
Abertura do livro
Boas-vindas!
Antes de mergulhar nos capítulos, 
você vai encontrar a seção Boas-vindas!, 
que traz atividades que ajudam você 
a verificar alguns conhecimentos 
que já tem e que serão importantes 
para o trabalho com este livro.
4
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5Conheça seu livro
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Ideias da divisão • 104
Divisões exatas ou não exatas • 106
Situações com divisão • 108
Diferentes maneiras de dividir • 110
Vamos resolver! • 112
Divisão com milhares • 114
Multiplicação e divisão: operações inversas • 120
Mais divisões • 122
Probabilidade e Estatística
Pesquisa e organização de dados 
em tabelas, em gráficos de barras 
e em planilhas eletrônicas • 126
Aprender sempre • 128
CA
PÍTULO
Divisão 1025
Revendo as frações • 132
Fração de quantidade • 134
Comparação de frações • 136
Adição de frações • 138
Subtração de frações • 140
Frações e divisão • 142
Classificando frações • 144
Número misto • 146
Vamos resolver! • 148
Multiplicação de fração por número natural • 150
Divisão de fração por número natural • 152
Frações equivalentes • 154
Porcentagem • 158
Probabilidade e Estatística
Cálculo de probabilidade • 162
Vamos ler imagens!
Poemas visuais • 164
Aprender sempre • 166
CA
PÍTULO
Frações 1306
Até breve! • 244
Bibliografia comentada • 247
Material complementar • 249
Medidas de comprimento • 202
Medidas de massa • 206
Medidas de capacidade • 209
Medidas de temperatura • 212
Hora, minuto e segundo • 214
Década, século e milênio • 216
O dinheiro • 218
Vamos resolver! • 220
Perímetro e área • 222
Centímetro quadrado • 226
Metro quadrado • 228
Ideia de volume • 230
Vamos resolver! • 234
Probabilidade e Estatística
Pesquisa e organização de dados 
em tabelas, em gráficos de linha 
e em pictogramas • 236
Jogo
Desenhando retângulos • 238
Pessoas e lugares
Diferentes calendários • 240
Aprender sempre • 242
CA
PÍTULO
 Grandezas e medidas 2008
Números decimais • 170
O sistema de numeração e os decimais • 172
Comparando números decimais • 174
Vamos resolver! • 176
Adição com decimais • 178
Subtração com decimais • 180
Multiplicação com decimais • 182
Multiplicação com decimais 
por 10, por 100 e por 1 000 • 184
Quociente decimal • 186
Divisão com decimais • 188
Divisão com decimais 
por 10, por 100 e por 1 000 • 190
Calculadora e operações com decimais • 192
Probabilidade e estatística
Média aritmética • 194
Jogo
Dominó das escritas numéricas • 196
Aprender sempre • 198
Decimais 168CA
PÍTULO
7
7sete
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SumárioSumário
Boas-vindas! • 8
Sistema de Numeração Decimal • 12
Valor dos algarismos em um número • 14
Os números naturais • 16
Centenas de milhar inteiras • 17
Números de seis algarismos • 19
Comparação • 22
Arredondamento • 23
Probabilidade e Estatística
Chance de um evento ocorrer • 24
Jogo
Sudoku • 26
Aprender sempre • 28
CA
PÍTULO
Números 101
Planificações • 68
Corpos redondos • 70
Poliedros • 72
Vamos resolver! • 74
Ângulos • 76
Polígonos • 78
Classificando polígonos • 80
Círculo e circunferência • 82
Ampliação e redução de figuras • 83
Simetria • 86
Vamos resolver! • 88
Localização • 90
Coordenadas cartesianas • 94
Probabilidade e Estatística
Construção de 
gráficos delinha • 96
Vamos ler imagens!
Ilusão de óptica • 98
Aprender sempre • 100
CA
PÍTULO
Geometria 664
Situações com adição e subtração • 32
Relacionando a adição e a subtração • 36
Mais adição e subtração • 38
Probabilidade e Estatística
Gráficos de barras duplas • 40
Aprender sempre • 42
CA
PÍTULO
2 Adição e subtração 30
Ideias da multiplicação • 46
Combinando possibilidades • 49
Vamos resolver! • 52
Diferentes maneiras de multiplicar • 54
Mais multiplicação • 58
Regularidades nas multiplicações • 59
Probabilidade e Estatística
Leitura e interpretação 
de gráficos de linha • 60
Pessoas e lugares
Shisima • 62
Aprender sempre • 64
CA
PÍTULO
3 Multiplicação 44
Ilu
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6 seis
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6 Sumário
001A007_AJM5_MP_PNLD23_INICIAIS.indd 6 16/07/21 15:07
Ideias da divisão • 104
Divisões exatas ou não exatas • 106
Situações com divisão • 108
Diferentes maneiras de dividir • 110
Vamos resolver! • 112
Divisão com milhares • 114
Multiplicação e divisão: operações inversas • 120
Mais divisões • 122
Probabilidade e Estatística
Pesquisa e organização de dados 
em tabelas, em gráficos de barras 
e em planilhas eletrônicas • 126
Aprender sempre • 128
CA
PÍTULO
Divisão 1025
Revendo as frações • 132
Fração de quantidade • 134
Comparação de frações • 136
Adição de frações • 138
Subtração de frações • 140
Frações e divisão • 142
Classificando frações • 144
Número misto • 146
Vamos resolver! • 148
Multiplicação de fração por número natural • 150
Divisão de fração por número natural • 152
Frações equivalentes • 154
Porcentagem • 158
Probabilidade e Estatística
Cálculo de probabilidade • 162
Vamos ler imagens!
Poemas visuais • 164
Aprender sempre • 166
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Frações 1306
Até breve! • 244
Bibliografia comentada • 247
Material complementar • 249
Medidas de comprimento • 202
Medidas de massa • 206
Medidas de capacidade • 209
Medidas de temperatura • 212
Hora, minuto e segundo • 214
Década, século e milênio • 216
O dinheiro • 218
Vamos resolver! • 220
Perímetro e área • 222
Centímetro quadrado • 226
Metro quadrado • 228
Ideia de volume • 230
Vamos resolver! • 234
Probabilidade e Estatística
Pesquisa e organização de dados 
em tabelas, em gráficos de linha 
e em pictogramas • 236
Jogo
Desenhando retângulos • 238
Pessoas e lugares
Diferentes calendários • 240
Aprender sempre • 242
CA
PÍTULO
 Grandezas e medidas 2008
Números decimais • 170
O sistema de numeração e os decimais • 172
Comparando números decimais • 174
Vamos resolver! • 176
Adição com decimais • 178
Subtração com decimais • 180
Multiplicação com decimais • 182
Multiplicação com decimais 
por 10, por 100 e por 1 000 • 184
Quociente decimal • 186
Divisão com decimais • 188
Divisão com decimais 
por 10, por 100 e por 1 000 • 190
Calculadora e operações com decimais • 192
Probabilidade e Estatística
Média aritmética • 194
Jogo
Dominó das escritas numéricas • 196
Aprender sempre • 198
Decimais 168CA
PÍTULO
7
7sete
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SumárioSumário
Boas-vindas! • 8
Sistema de Numeração Decimal • 12
Valor dos algarismos em um número • 14
Os números naturais • 16
Centenas de milhar inteiras • 17
Números de seis algarismos • 19
Comparação • 22
Arredondamento • 23
Probabilidade e Estatística
Chance de um evento ocorrer • 24
Jogo
Sudoku • 26
Aprender sempre • 28
CA
PÍTULO
Números 101
Planificações • 68
Corpos redondos • 70
Poliedros • 72
Vamos resolver! • 74
Ângulos • 76
Polígonos • 78
Classificando polígonos • 80
Círculo e circunferência • 82
Ampliação e redução de figuras • 83
Simetria • 86
Vamos resolver! • 88
Localização • 90
Coordenadas cartesianas • 94
Probabilidade e Estatística
Construção de 
gráficos de linha • 96
Vamos ler imagens!
Ilusão de óptica • 98
Aprender sempre • 100
CA
PÍTULO
Geometria 664
Situações com adição e subtração • 32
Relacionando a adição e a subtração • 36
Mais adição e subtração • 38
Probabilidade e Estatística
Gráficos de barras duplas • 40
Aprender sempre • 42
CA
PÍTULO
2 Adição e subtração 30
Ideias da multiplicação • 46
Combinando possibilidades • 49
Vamos resolver! • 52
Diferentes maneiras de multiplicar • 54
Mais multiplicação • 58
Regularidades nas multiplicações • 59
Probabilidade e Estatística
Leitura e interpretação 
de gráficos de linha • 60
Pessoas e lugares
Shisima • 62
Aprender sempre • 64
CA
PÍTULO
3 Multiplicação 44
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7Sumário
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Orientações didáticas 
 y A avaliação diagnóstica oferece aos 
alunos oportunidade de expor os co-
nhecimentos que eles têm a respeito 
das temáticas abordadas, sendo que 
as atividades oferecem uma referência 
da aprendizagem esperada para alguns 
conteúdos relativos ao 5º ano. Se julgar 
necessário, a cada atividade, faça a lei-
tura do enunciado para otimizar as reso-
luções. Entretanto, nessa etapa escolar, 
espera-se que os alunos consigam ler 
com autonomia. Considere o tempo de 
resolução necessário para cada uma 
das atividades, observando a incidência 
de dúvidas no decorrer do processo. O 
atendimento individualizado, carteira a 
carteira, é recomendado para o acom-
panhamento fiel da construção de hi-
póteses feita pelos alunos para chegar 
à resolução. Questionamentos verbais 
e atendimentos individualizados nas 
carteiras podem facilitar a compreen-
são dos enunciados, proporcionando 
aos alunos uma visão mais prática da 
Matemática. 
 y Uma consideração importante é orien-
tar os alunos a preencher as atividades 
individualmente, para que depois você 
consiga auxiliá-los de maneira perso-
nalizada, com intervenções específicas 
de acordo com o perfil de cada um: o 
que conhecem, o que não conhecem, 
o que conseguiram perceber com a rea-
lização da atividade, etc.
Atividade complementar 
 y Amplie a atividade 2 propondo aos alu-
nos outros problemas que envolvam a 
adição e a subtração como operações 
inversas e aproveite para retomar os 
termos da adição e da subtração. A se-
guir, apresentamos alguns exemplos.
a) A soma de dois números é igual a 
1 403. Se uma das parcelas é 670, qual 
é a outra parcela? 
 733
b) O resto de uma subtração é igual a 
574. Se o minuendo é 2 407, qual é o 
subtraendo? 
 1 833
HABILIDADES AVALIADAS NA 
SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 » (EF05MA08) Resolver e elaborar 
problemas de multiplicação e divi-
são com números naturais e com 
números racionais cuja represen-
tação decimal é finita (com multi-
plicador natural e divisor natural e 
diferente de zero), utilizando es-
tratégias diversas, como cálculo 
por estimativa, cálculo mental e 
algoritmos.
 » (EF05MA11) Resolver e elaborar 
problemas cuja conversão em sen-
tença matemática seja uma igual-
dade com uma operação em que 
um dos termos é desconhecido.
 » (EF05MA14) Utilizar e compreen- 
der diferentes representações para 
a localização de objetos no plano, 
como mapas, células em planilhas 
eletrônicas e coordenadas geo-
gráficas, a fim de desenvolver as 
primeiras noções de coordena-
das cartesianas.
 » (EF05MA16) Associar figuras es-
paciais a suas planificações (pris-
mas, pirâmides, cilindros e cones) 
e analisar, nomear e comparar 
seus atributos.
 » (EF05MA17) Reconhecer, nomear 
e comparar polígonos, conside-
rando lados, vértices e ângulos, 
e desenhá-los, utilizando mate-
rial de desenho ou tecnologias 
digitais.
 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Elesestão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
2 4
3 6
4 8
5 10
6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
6
5
4
3
2
1
A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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POR DENTRO DAS ATIVIDADES 
DA SEÇÃO BOAS-VINDAS!
 y Atividade 1: Essa atividade tra-
balha a localização de figuras 
geométricas na malha quadri-
culada e o reconhecimento e a 
nomenclatura de figuras planas 
e não planas. Para responder ao 
item a, os alunos devem procu-
rar na malha o quadrinho corres-
pondente às coordenadas forne-
cidas e, então, escrever o nome 
da figura que se encontra nesse 
quadrinho. No caso da pirâmi-
de e do prisma, peça aos alunos 
que escrevam o nome completo 
da figura, ou seja, que incluam o 
formato de sua base. Para res-
ponder ao item b, eles devem 
primeiro identificar as figuras 
solicitadas para depois localizá-
-las na malha e indicar sua loca-
lização usando uma letra e um 
número.
 y Atividade 2: O objetivo dessa 
atividade é verificar se os alu-
nos compreenderam a adição 
e a subtração como operações 
inversas. Com base na soma 
de dois números e em uma das 
parcelas, eles devem descobrir 
qual é a outra parcela. Para isso, 
podem fazer uma subtração, 
transformando a parcela no sub-
traendo e usando a soma como 
minuendo.
 y Atividade 3: Por meio dessa ati-
vidade, é possível avaliar se os 
alunos conseguem reconhecer 
e aplicar a ideia de proporcio-
nalidade da multiplicação. Para 
responder ao item a, eles de-
vem perceber que, ao aumentar 
em uma unidade a quantidade 
de peixes pescados, a quanti-
dade de prendas aumenta em 
duas unidades. Para responder 
ao item b, eles podem pensar em 
adicionar a quantidade de peixes 
que os dois irmãos conseguiram 
pescar e então multiplicar essa 
quantidade por 2, já que a quan-
tidade de prendas é sempre o 
dobro da quantidade de peixes 
pescados. Outra estratégia pos-
sível é observar o quadro que 
preencheram no item a para ob-
ter a quantidade de prendas que 
cada um dos irmãos vai ganhar e 
adicioná-las.
 2 A soma de dois números é igual a 4 376. Se um dos números é 1 933, 
marque com um X qual é o outro número.
 3 443
 6 309
X 2 443
 5 209
 3 Daniel e o irmão estão na festa junina da escola em que estudam. Eles 
estão se divertindo na barraca da pescaria. Cada peixe pescado dá 
direito a duas prendas.
a. Complete o quadro com a quantidade de prendas.
Cálculo possível: 
4 376 2 1 933 5 2 443
Quantidade 
de peixes 
pescados
Quantidade 
de prendas
1 2
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4 8
5 10
6 12
b. Daniel pescou 3 peixes, e o irmão dele pescou 4 peixes. Quantas 
prendas eles conseguiram nessa brincadeira?
Estratégia possível:
Como Daniel pescou 3 peixes, então vai ganhar 6 prendas.
Como o irmão de Daniel pescou 4 peixes, então vai ganhar 8 prendas.
Total de prendas: 6 1 8 5 14
Daniel e o irmão conseguiram 14 prendas nessa brincadeira.
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Boas-vindas! Bem-vindo ao 5º ano! Desejamos 
a você um ótimo período de estudos.
Para iniciar, propomos um aquecimento por 
meio de atividades. Vamos começar?
 1 Observe as figuras geométricas na malha abaixo e, depois, faça o que 
se pede.
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1
A B C D E F G
a. Escreva o nome da figura que está localizada em:
B3: Triângulo. 
A6: Prisma de base hexagonal. 
F5: Pirâmide de base pentagonal. 
C4: Quadrado. 
b. Indique com uma letra e com um número a localização de cada 
figura a seguir.
esfera: A1 
cilindro: D5 
cone: G3 
círculo: D1 
retângulo: E2 
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008A009_AJM5_LA_PNLD23_BOAS_VINDAS.indd 8 7/6/21 4:46 PM c) O resto de uma subtração é igual a 
235. Se o subtraendo é 916, qual é o 
minuendo? 
 1 151
9Boas-vindas!
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SUBSÍDIOS PARA A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Subsídios para a avaliação diagnóstica
As atividades da seção Boas-vindas! foram elaboradas para a sondagem do repertório do aluno e da consolida-
ção de habilidades fundamentais referentes ao ano anterior. Com os resultados obtidos nesse registro, será possível 
planejar abordagens metodológicas mais específicas para o perfil da turma que você tem. Assim, caso note que a 
aprendizagem dos conhecimentos necessários como pré-requisitos para o ano vigente não se tornou significativa, 
será necessário abordar cada novo tema de maneira mais abrangente, de modo a contemplar as primeiras compreen- 
sões sobre o assunto. 
A avaliação diagnóstica também auxilia na compreensão de necessidades individuais, possibilitando uma inter-
venção personalizada, de acordo com as possíveis dificuldades de cada aluno em relação às temáticas.
Cada observação registrada nessa avaliação diagnóstica oferecerá um indicativo da aprendizagem inicial dos alu-
nos, que, comparada aos resultados da avaliação final, demonstrará qualitativamente a efetivação das aprendizagens.
A seguir, apresentamos alguns comentários que poderão auxiliar o trabalho com os alunos que tiverem alguma 
dificuldade na resolução das atividades propostas.
• Atividade 1: Se os alunos apresentarem alguma dificuldade para localizar as figuras a partir das coordenadas 
fornecidas ou para indicar a localização das figuras pedidas, desenhe a malha na lousa e acompanhe com eles a 
leitura de cada quadrinho da malha. Comece apontando para uma das letras na parte de baixo da malha e depois 
para os números do lado esquerdo da malha. Aponte para a letra A, por exemplo, e mostre os quadrinhos dessa 
coluna, sempre fazendo associação com o número da linha em que o quadrinho está. Leia com os alunos a loca-
lização dos quadrinhos dessa coluna: A1, A2, A3, A4, A5 e A6. Faça isso para as outras colunas e depois verifique 
se algum aluno ainda tem dúvidas sobre como localizar uma figura nessa malha.
• Atividade 2: Caso os alunos não se lembrem que a adição e a subtração são operações inversas e que essa re-
lação pode ajudá-los a resolver essa atividade, retome na lousa alguns exemplos de como podemos relacionar 
três números por meio da adição e da subtração. Por exemplo, para os números 15, 24 e 39, escreva as seguintes 
operações na lousa: 15 1 24 5 39; 24 1 15 5 39; 39 2 24 5 15; 39 2 15 5 24. 
• Atividade 3: Se os alunos apresentarem dificuldade com o conceito de proporcionalidade trabalhado na ativi-
dade, pode-se sugerir a resolução em duplas ou em trios, considerando a técnica de agrupamentos produtivos. 
Organize a turma em pequenos grupos de modo a contemplar cada um deles com pelo menos um aluno que 
domine o conceito solicitado, para que possam auxiliar os demais na resolução.
Atividade de remediação
• O jogoBatalha-naval pode contribuir para o trabalho com a localização de objetos em uma malha quadriculada. 
Distribua uma malha quadriculada, como a mostrada abaixo, aos alunos e organize a turma em duplas, para que 
joguem Batalha-naval. Cada aluno deve ficar com duas malhas: uma para marcar seus navios e outra para marcar 
as tentativas que fizer para achar os navios do colega. Solicite aos alunos que desenhem seis navios na malha, pin-
tando os quadrinhos para representar cada navio, sem que o colega veja sua localização. Devem ser dois navios de 
1 quadrinho, dois navios de 2 quadrinhos, um navio de 3 quadrinhos e um navio de 4 quadrinhos. Depois, cada um, 
na sua vez, deve dizer uma coordenada composta de uma letra e um número para que seja assinalada no registro 
do colega, tentando acertar os navios desenhados na malha. Ganha o aluno que conseguir atingir o maior número 
de navios do colega.
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Objetivos pedagógicos
1. Levar os alunos a identificar as características do Sistema de Numeração Decimal.
2. Levar os alunos a identificar o valor posicional de um algarismo no número.
3. Auxiliar os alunos a compreender o que são números naturais.
4. Promover a leitura e a escrita de números até 999 999.
5. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, comparação, ordenação, composição e decomposição de 
números até 999 999.
6. Levar os alunos a realizar arredondamentos.
7. Auxiliar os alunos a compreender a ideia de chance.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está na unidade temática Números. 
Há também um trabalho específico com a ideia de chance 
relacionado à unidade temática Probabilidade e Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam ler, escrever, compor e 
decompor números de até cinco algarismos. Caso alguns 
deles ainda apresentem dificuldades para realizar tarefas 
como as descritas, proponha algumas atividades para suprir 
essa deficiência, como escrever na lousa alguns números de 
até cinco algarismos e pedir a eles que leiam e escrevam 
como esses números são lidos. Outra atividade que pode ser 
feita é a composição e a decomposição de números de até 
cinco algarismos. Observe se os alunos apresentam alguma 
dificuldade ao trabalhar com números de certa ordem. Se 
isso acontecer, retome com eles as ordens que eles já conhe-
cem (unidade, dezena, centena, unidade de milhar e dezena 
de milhar) uma a uma, esclarecendo eventuais dúvidas que 
ainda possam ter.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e 
organizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os 
objetivos pedagógicos listados anteriormente e, dessa ma-
neira, desenvolver algumas das competências e habilidades 
previstas na BNCC. De modo geral, as atividades trabalham 
com números de até seis algarismos. Ao resolvê-las, os alu-
nos conseguem desenvolver a contagem, a representação, a 
escrita, a leitura, a comparação, a ordenação, a composição 
e a decomposição de números até 999 999.
CAPÍTULO 1 NÚMEROS
Competências gerais da Educação Básica
2, 4, 7, 9 e 10.
Competências específicas da área de Matemática
2 e 4.
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Sistema de numeração decimal: leitura, escrita e ordenação de números naturais (de até seis ordens)
 x Espaço amostral: análise de chances de eventos aleatórios
Habilidades específicas da área de Matemática
EF05MA01 e EF05MA22.
10AIntrodução do capítulo 1
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CAPÍTULO
1 Tamires e o irmão, Marcos, foram 
assistir a um show em um parque. A in-
tenção do show era arrecadar alimen-
tos para doar a instituições de carida-
de. Cada pessoa na plateia doou 1 kg 
de alimento não perecível para entrar 
no show.
Para começo de conversa
 1 Você consegue dizer qual é a ca-
pacidade do parque?
 2 Tamires disse ao irmão que o nú-
mero que indica a capacidade do 
parque é maior que o número que 
indica a quantidade de alimentos 
arrecadados. Você concorda com 
o que ela disse? Como você pen-
sou para responder a essa per-
gunta?
 3 Você já participou de algum 
evento beneficente? Em sua 
opinião, qual é a importância 
de serem realizados eventos 
desse tipo?
Números
Veja as respostas ao lado. 
Saber
Ser
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA ABERTURA
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
Orientações didáticas
 y As atividades da abertura trabalham 
com a leitura e a comparação de núme-
ros naturais até a ordem das centenas 
de milhar. Neste capítulo, serão propos-
tas atividades que exploram as caracte-
rísticas do Sistema de Numeração De-
cimal, permitindo aos alunos que leiam, 
escrevam e ordenem números naturais 
até a ordem das centenas de milhar.
 y A cena da abertura apresenta uma si- 
tuação que evidencia o uso dos núme-
ros naturais da ordem das centenas e 
das dezenas de milhar em situações do 
cotidiano.
 y Atividade 1: Como os alunos ainda não 
estudaram números da ordem da cen-
tena de milhar, observe se eles conse-
guem associar o conhecimento que 
têm de unidade, dezena e centena com 
a unidade de milhar, a dezena de milhar 
e a centena de milhar. Caso eles não 
consigam, comente que o número que 
representa a capacidade do parque é 
lido como cem mil e que se trata de um 
número da ordem das centenas de mi-
lhar, assunto que eles vão estudar neste 
capítulo.
 y Atividade 2: Os alunos devem compa-
rar os números apresentados na cena 
e perceber que o número 100 000 é 
maior que 95 736. Observe se os alu-
nos que não conseguiram ler o número 
100 000 na atividade anterior também 
conseguem chegar a essa conclusão. 
Uma maneira de comparar esses nú-
meros é observar a ordem de cada um. 
O número 100 000 é da ordem das cen-
tenas de milhar, e o número 95 736 é da 
ordem das dezenas de milhar. Assim, é 
possível concluir que 100 000 é maior 
que 95 736. Peça aos alunos que com-
partilhem as estratégias que utilizaram 
para chegar à resposta. Depois de res-
ponderem à pergunta, observe se eles 
percebem que, se cada pessoa precisa 
doar 1 kg de alimento para participar 
do show, o fato de a quantidade de 
alimentos arrecadados ser menor que 
a capacidade do parque indica que o 
parque não está com a capacidade to-
tal preenchida.
10 NúmerosCapítulo 1
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CAPÍTULO
1 Tamires e o irmão, Marcos, foram 
assistir a um show em um parque. A in-
tenção do show era arrecadar alimen-
tos para doar a instituições de carida-
de. Cada pessoa na plateia doou 1 kg 
de alimento não perecível para entrar 
no show.
Para começo de conversa
 1 Você consegue dizer qual é a ca-
pacidade do parque?
 2 Tamires disse ao irmão que o nú-
mero que indica a capacidade do 
parque é maior que o número que 
indica a quantidade de alimentos 
arrecadados. Você concorda com 
o que ela disse? Como você pen-
sou para responder a essa per-
gunta?
 3 Você já participou de algum 
evento beneficente? Em sua 
opinião, qual é a importância 
de serem realizados eventos 
desse tipo?
Números
Veja as respostas ao lado. 
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010A019_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 10 09/07/21 10:51 Atividade complementar
 y Aproveite os números apresentados 
na cena e amplie a atividade sugerindo 
questões que abordem temas traba-
lhados anteriormente, como: “Escreva 
por extenso os números apresentados”; 
“Decomponhao maior número”.
Respostas 
1. Espera-se que os alunos respon-
dam que a capacidade do par-
que é de 100 000 pessoas.
2. Espera-se que os alunos concor-
dem com a afirmação de Tami-
res. Resposta pessoal.
3. Respostas pessoais.
Consciência social
Espera-se que os alunos co-
mentem a importância de ser 
solidário e, na medida do pos-
sível, ajudar o próximo. Caso 
algum aluno tenha participado 
de um evento beneficente, per-
gunte a ele qual era a finalidade 
do evento e peça que compar-
tilhe com a turma como foi a 
experiência. É importante, sem- 
pre que possível, encorajar os 
alunos a exercitar a empatia, a 
compaixão, a união, a gentileza 
e o respeito pelos outros, pois 
esse trabalho auxilia no desen-
volvimento da competência so-
cioemocional consciência social.
Saber
Ser
11Números Capítulo 1
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 3 Complete os quadros com o que se pede e, depois, represente os nú-
meros dos quadros nos ábacos.
43 615 5 40 000 1 3 000 1 600 1 10 1 5
antecessor sucessor
18 719 18 72118 720
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 4 Decomponha os números de acordo com o exemplo abaixo.
a. 3 769 5 3 000 1 700 1 60 1 9 
b. 15 921 5 10 000 1 5 000 1 900 1 20 1 1 
c. 34 172 5 30 000 1 4 000 1 100 1 70 1 2 
d. 97 894 5 90 000 1 7 000 1 800 1 90 1 4 
 5 Escreva os números indicados abaixo usando algarismos.
a. Doze mil, trezentos e setenta e um: 12 371 
b. Vinte e sete mil e oitenta e quatro: 27 084 
c. Noventa e três mil, quatrocentos e cinco: 93 405 
d. Setenta mil e sete: 70 007 
A origem dos números, de Majungmul. Editora Callis.
Você sabe como as pessoas contavam quantidades antigamente? Nesse 
livro, você vai descobrir como algumas pessoas usavam o nariz e os olhos 
para representar quantidades. Além disso, vai entender como a invenção 
dos números contribuiu para melhorar a comunicação entre as pessoas.
Para explorar
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Sistema de Numeração Decimal
 1 Leia o texto abaixo.
A 8a edição da Copa do Mundo de 
Futebol Feminino aconteceu na França, 
em junho de 2019. O evento contou com 
a participação de 24 países. No total, fo-
ram realizadas 52 partidas e marcados 
146 gols. A final teve o maior público pa-
gante do evento, 57 900 pessoas, e foi 
disputada pelas seleções da Holanda e 
dos Estados Unidos. A seleção dos Esta-
dos Unidos foi a vencedora e tornou-se 
campeã do mundo pela 4a vez.
Fontes de pesquisa: Quadro de medalhas. Disponível em: http://www.
quadrodemedalhas.com/futebol/copa-do-mundo-futebol-feminino/copa-do-mundo-
feminino-estatisticas.htm; Tabela de jogos. Sr. Goool. Disponível em: https://www.
srgoool.com.br/classificacao/Copa-do-Mundo/Feminino/2019. Acessos em: 2 jun. 2021.
Marta se tornou a maior 
goleadora em Copas do 
Mundo com 17 gols. 
França. Foto de 2019.
 • Escreva por extenso os números que aparecem no texto acima.
Oito (8); dois mil e dezenove (2019); vinte e quatro (24); cinquenta e dois (52); cento
e quarenta e seis (146); cinquenta e sete mil e novecentos (57 900); quatro (4).
 2 Leia o texto abaixo e, depois, responda às questões.
O sistema de numeração que usamos é chamado de sistema de 
numeração indo-arábico. 
Nosso sistema de numeração é decimal porque, nele, os agrupa-
mentos são feitos de 10 em 10.
a. Para formar uma centena, quantas unidades são necessárias? E quan-
tas dezenas? 100 unidades. 10 dezenas. 
b. Quantas dezenas são necessárias para formar uma unidade de mi-
lhar? E uma dezena de milhar? 100 dezenas. 1 000 dezenas. 
c. Em uma dezena de milhar há quantas unidades? E quantas cente-
nas? 10 000 unidades. 100 centenas. 
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “SISTEMA DE 
NUMERAÇÃO DECIMAL”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Compor e decompor números na-
turais por meio de adições e de mul-
tiplicações por potências de dez.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas retomam 
o trabalho com o Sistema de Numera-
ção Decimal, a decomposição de nú-
meros da ordem das unidades e das 
dezenas de milhar, a leitura, a escrita e 
a representação de números no ábaco 
de pinos. A composição e a ordenação 
de números naturais serão trabalhadas 
mais adiante neste capítulo.
 y Caso julgue pertinente, organize a tur-
ma em grupos com cinco alunos. Es-
creva, na lousa, os algarismos de 0 a 9 
e faça um quadro de ordens da ordem 
das dezenas de milhar. Peça a cada 
aluno do grupo que escolha um alga-
rismo e, à medida que falarem o alga-
rismo que escolheram, escreva-os no 
quadro de ordens de maneira a formar 
um número de cinco algarismos. De-
pois que todos os grupos formarem 
um número, oriente os alunos a copiar 
os números representados na lousa no 
caderno e a escrevê-los por extenso.
 y Atividade 1: Essa atividade retoma a 
escrita dos números por extenso. Veri-
fique se os alunos consideraram os nú-
meros ordinais que aparecem no texto. 
É possível que alguns deles registrem 
“oitava” e “quarta”, em vez de “oito” e 
“quatro”, respectivamente. Se isso ocor-
rer, aproveite o momento para retomar 
os números ordinais. Se julgar oportu-
no, dite alguns números de até cinco 
algarismos para que os alunos os escre-
vam por extenso no caderno para com-
plementar a atividade.
 y Atividade 2: Essa atividade retoma as 
características do Sistema de Nume-
ração Decimal, enfatizando os agru-
pamentos de 10 em 10. Explore mais 
a atividade, fazendo perguntas como: 
“Quantas centenas são necessárias 
para formar uma unidade de milhar? 
E para formar uma dezena de milhar?”, 
“Quantas dezenas são necessárias para 
formar uma centena? E para formar 
uma dezena de milhar?”.
 y Atividade 3: Se julgar conveniente, for-
neça ábacos de pinos para os alunos e 
proponha outros números para serem 
12 NúmerosCapítulo 1
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 3 Complete os quadros com o que se pede e, depois, represente os nú-
meros dos quadros nos ábacos.
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antecessor sucessor
18 719 18 72118 720
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 4 Decomponha os números de acordo com o exemplo abaixo.
a. 3 769 5 3 000 1 700 1 60 1 9 
b. 15 921 5 10 000 1 5 000 1 900 1 20 1 1 
c. 34 172 5 30 000 1 4 000 1 100 1 70 1 2 
d. 97 894 5 90 000 1 7 000 1 800 1 90 1 4 
 5 Escreva os números indicados abaixo usando algarismos.
a. Doze mil, trezentos e setenta e um: 12 371 
b. Vinte e sete mil e oitenta e quatro: 27 084 
c. Noventa e três mil, quatrocentos e cinco: 93 405 
d. Setenta mil e sete: 70 007 
A origem dos números, de Majungmul. Editora Callis.
Você sabe como as pessoas contavam quantidades antigamente? Nesse 
livro, você vai descobrir como algumas pessoas usavam o nariz e os olhos 
para representar quantidades. Além disso, vai entender como a invenção 
dos números contribuiu para melhorar a comunicação entre as pessoas.
Para explorar
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Sistema de Numeração Decimal
 1 Leia o texto abaixo.
A 8a edição da Copa do Mundo de 
Futebol Feminino aconteceu na França, 
em junho de 2019. O evento contou com 
a participação de 24 países. No total, fo-
ram realizadas 52 partidas e marcados 
146 gols. A final teve o maior público pa-
gante do evento, 57 900 pessoas, e foi 
disputada pelas seleções da Holanda e 
dos Estados Unidos. A seleção dos Esta-
dos Unidos foi a vencedora e tornou-se 
campeã do mundo pela 4a vez.
Fontes de pesquisa: Quadro de medalhas. Disponível em: http://www.
quadrodemedalhas.com/futebol/copa-do-mundo-futebol-feminino/copa-do-mundo-
feminino-estatisticas.htm;Tabela de jogos. Sr. Goool. Disponível em: https://www.
srgoool.com.br/classificacao/Copa-do-Mundo/Feminino/2019. Acessos em: 2 jun. 2021.
Marta se tornou a maior 
goleadora em Copas do 
Mundo com 17 gols. 
França. Foto de 2019.
 • Escreva por extenso os números que aparecem no texto acima.
Oito (8); dois mil e dezenove (2019); vinte e quatro (24); cinquenta e dois (52); cento
e quarenta e seis (146); cinquenta e sete mil e novecentos (57 900); quatro (4).
 2 Leia o texto abaixo e, depois, responda às questões.
O sistema de numeração que usamos é chamado de sistema de 
numeração indo-arábico. 
Nosso sistema de numeração é decimal porque, nele, os agrupa-
mentos são feitos de 10 em 10.
a. Para formar uma centena, quantas unidades são necessárias? E quan-
tas dezenas? 100 unidades. 10 dezenas. 
b. Quantas dezenas são necessárias para formar uma unidade de mi-
lhar? E uma dezena de milhar? 100 dezenas. 1 000 dezenas. 
c. Em uma dezena de milhar há quantas unidades? E quantas cente-
nas? 10 000 unidades. 100 centenas. 
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010A019_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 12 09/07/21 10:51 representados com seu antecessor e 
seu sucessor. É importante os alunos 
perceberem que ocorre a subtração ou 
a adição de uma argola (uma unidade) 
para representá-los.
 y Atividade 4: Nessa atividade, os alunos 
devem decompor números de até cinco 
algarismos. Se julgar oportuno, escreva 
outros números na lousa e peça a eles 
que os decomponham.
 y Atividade 5: Nessa atividade, os alu-
nos devem transpor os números repre-
sentados da linguagem escrita para a 
linguagem numérica, ou seja, eles de-
verão fazer o caminho inverso do que 
fizeram na atividade 1, quando escreve-
ram por extenso os números lidos com 
algarismos. 
Atividade complementar
 y Organize os alunos em duplas e peça a 
eles que representem números no ába-
co de pinos. Um dos alunos deve falar 
um número, e o outro deve representar 
esse número no ábaco. Depois de ditar 
cinco números, os integrantes da dupla 
devem inverter as posições, ou seja, o 
aluno que estava ditando os números 
agora deve representar no ábaco os nú-
meros ditados pelo outro integrante da 
dupla. Pode-se trabalhar também o su-
cessor ou o antecessor desses números.
13Números Capítulo 1
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 • O número é par.
 • O valor posicional do algarismo das dezenas 
de milhar é 10 000.
 • A soma de todos os algarismos desse número é 17.
63 502 5 6 3 10 000 1 3 3 1  000 1 5 3 100 1 0 3 10 1 2 3 1
 3 Decomponha os números como mostra o exemplo abaixo.
10 032 16 579
12 446
39 866
54 697
 5 Usando algarismos, escreva o que é solicitado em cada item.
a. Um número com três algarismos em que o algarismo 1 tenha valor 
posicional 10. 417 
b. Um número com cinco algarismos em que o algarismo 2 tenha valor 
posicional 20 000. 23 453 
c. Um número em que o algarismo 9 tenha valor posicional 900 e seja 
maior que 15 871. 15 900 
d. Um número de cinco algarismos em que o algarismo 4 tenha valor 
posicional 40 000 e a soma dos algarismos seja 9. 42 111 
a. 21 344
21 344 5 2 3 10 000 1 1 3 1 000 1 3 3 100 1 4 3 10 1 4 3 1
b. 58 391
58 391 5 5 3 10 000 1 8 3 1 000 1 3 3 100 1 9 3 10 1 1 3 1
 4 Leia as pistas que estão o quadro abaixo, descubra qual é o número 
e, depois, contorne-o.
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Respostas possíveis:
15quinze
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Valor dos algarismos em um número
 1 No Sistema de Numeração Decimal, cada algarismo de um número as-
sume um valor de acordo com a posição que ele ocupa nesse número. 
Desse modo, cada algarismo tem um valor posicional. 
Observe o número 52 873 representado no quadro abaixo e, depois, 
complete as frases.
DM UM C D U
5 2 8 7 3
a. O valor posicional do algarismo 5 é 5 dezenas de milhar, 50 uni-
dades de milhar, 500 centenas, 5 000 dezenas ou 50 000 unidades.
b. O valor posicional do algarismo 2 é 2 unidades de milhar, 
20 centenas, 200 dezenas ou 2 000 unidades.
c. O valor posicional do algarismo 8 é 8 centenas, 80 dezenas 
ou 800 unidades.
d. O valor posicional do algarismo 7 é 7 dezenas ou 70 unidades.
e. O valor posicional do algarismo 3 é 3 unidades.
 2 Complete com o valor que cada algarismo representa no número 82 325. 
82 325
 5 unidades
 2 dezenas ou 20 unidades
 3 centenas ou 30 dezenas ou 300 unidades
 2 unidades de milhar ou 20 centenas ou 
 200 dezenas ou 2 000 unidades
 8 dezenas de milhar ou 80 unidades de milhar 
ou 800 centenas ou 8 000 dezenas ou 
 80 000 unidades
14 catorze
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “VALOR DOS 
ALGARISMOS EM UM NÚMERO”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Compor e decompor números na-
turais por meio de adições e de mul-
tiplicações por potências de dez.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y O objetivo das atividades dessas pági-
nas é permitir aos alunos compreender 
o Sistema de Numeração Decimal, evi-
denciando o valor posicional do algaris-
mo no número. Elas também exploram a 
decomposição de números naturais por 
meio de adições e de multiplicações por 
potências de dez e a representação no 
quadro de ordens.
 y Se julgar pertinente, escreva na lousa 
alguns números de cinco algarismos e 
um quadro de ordens até a dezena de 
milhar. Em seguida, escreva os números 
no quadro de ordens, sempre eviden-
ciando o número e seu valor posicional. 
 y Atividade 1: Faça essa atividade com os 
alunos e verifique se todos compreen-
dem que o Sistema de Numeração De-
cimal é posicional. 
 y Atividade 2: O foco dessa atividade é 
identificar a posição do algarismo no nú-
mero e seu respectivo valor posicional. 
 y Atividade 3: O objetivo dessa atividade 
é a decomposição dos números de até 
cinco algarismos. Verifique se os alunos 
percebem que, nesse tipo de decom-
posição, o resultado de cada multipli-
cação corresponde ao valor posicional 
de cada algarismo.
 y Atividade 4: O objetivo dessa ativida-
de é trabalhar com o valor posicional 
do número. Para realizá-la, os alunos 
devem seguir as pistas para identifi-
car corretamente o número. Após essa 
identificação, peça a eles que escrevam 
no caderno o motivo de cada um dos 
outros números não estarem corretos.
 y Atividade 5: Incentive os alunos a com-
partilhar com os colegas as respostas 
por eles encontradas. Aproveite esse 
momento para verificar se eles respon-
deram corretamente à atividade.
14 NúmerosCapítulo 1
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 • O número é par.
 • O valor posicional do algarismo das dezenas 
de milhar é 10 000.
 • A soma de todos os algarismos desse número é 17.
63 502 5 6 3 10 000 1 3 3 1  000 1 5 3 100 1 0 3 10 1 2 3 1
 3 Decomponha os números como mostra o exemplo abaixo.
10 032 16 579
12 446
39 866
54 697
 5 Usando algarismos, escreva o que é solicitado em cada item.
a. Um número com três algarismos em que o algarismo 1 tenha valor 
posicional 10. 417 
b. Um número com cinco algarismos em que o algarismo 2 tenha valor 
posicional 20 000. 23 453 
c. Um número em que o algarismo 9 tenha valor posicional 900 e seja 
maior que 15 871. 15 900 
d. Um número de cinco algarismos em que o algarismo 4 tenha valor 
posicional 40 000 e a soma dos algarismos seja 9. 42 111 
a. 21 344
21 344 5 2 3 10 000 1 1 3 1 000 1 3 3 100 1 4 3 10 1 4 3 1
b. 58 391
58 391 5 5 3 10 000 1 8 3 1 000 1 3 3 100 1 9 3 10 1 1 3 1
 4 Leia as pistas que estão o quadro abaixo, descubra qual é o número 
e, depois, contorne-o.
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Respostas possíveis:
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Valor dos algarismos em um número
 1 No Sistema de Numeração Decimal, cada algarismo de um número as-
sume um valor de acordo com a posição que ele ocupa nesse número. 
Desse modo, cada algarismo tem um valor posicional. 
Observe o número 52 873 representado no quadro abaixo e, depois, 
complete as frases.
DM UM C D U
5 2 8 7 3
a. O valor posicional do algarismo 5 é 5 dezenas de milhar, 50 uni-
dades de milhar, 500 centenas, 5 000 dezenas ou 50 000 unidades.
b. O valor posicional do algarismo 2 é 2 unidades de milhar, 
20 centenas, 200 dezenas ou 2 000 unidades.
c. O valor posicional do algarismo 8 é 8 centenas, 80 dezenas 
ou 800 unidades.
d. O valor posicional do algarismo 7 é 7 dezenas ou 70 unidades.
e. O valor posicional do algarismo 3 é 3 unidades.
 2 Complete com o valor que cada algarismo representa no número 82 325. 
82 325
 5 unidades
 2 dezenas ou 20 unidades
 3 centenas ou 30 dezenas ou 300 unidades
 2 unidades de milhar ou 20 centenas ou 
 200 dezenas ou 2 000 unidades
 8 dezenas de milhar ou 80 unidades de milhar 
ou 800 centenas ou 8 000 dezenas ou 
 80 000 unidades
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010A019_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 14 09/07/21 10:51 Atividade complementar
 y Proponha aos alunos algumas situações 
em que a troca de posição de um alga-
rismo com outro na escrita de um nú-
mero produza erro em operações (en-
fatize o aspecto posicional do Sistema 
de Numeração Decimal). Situações de 
compra e venda e operações em calcu-
ladora são bons contextos para eviden-
ciar essas situações.
15Números Capítulo 1
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Centenas de milhar inteiras
 1 O hodômetro de um veículo mostra quantos 
quilômetros ele já percorreu. Observe a ima-
gem ao lado.
Após o veículo percorrer mais 1 quilômetro, que 
número esse hodômetro vai indicar?
Para responder a essa pergunta, vamos repre-
sentar essa situação usando o ábaco de pinos. Acompanhe a sequência 
de trocas. 
 • Agora, complete: Após o carro percorrer mais um quilômetro, o ho-
dômetro vai indicar o número 100 000 .
 2 Veja como representamos em um quadro as duas últimas marcações 
registradas pelo hodômetro da atividade 1.
 • Agora, complete a frase abaixo usando os termos sucessor ou ante-
cessor.
O número 100 000 (cem mil) é o sucessor de 99 999.
99 999 1 1 Trocamos 10 unidades 
por 1 dezena.
Trocamos 10 dezenas 
por 1 centena.
Trocamos 10 centenas 
por 1 unidade de milhar.
Trocamos 10 unidades 
de milhar por 
1 dezena de milhar.
Trocamos 10 dezenas 
de milhar por 1 centena 
de milhar e obtemos 
100 000 (cem mil).
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Centena 
de milhar 
(CM)
Dezena 
de milhar 
(DM)
Unidade 
de milhar 
(UM)
Centena 
(C)
Dezena 
(D)
Unidade 
(U)
9 9 9 9 9
1 0 0 0 0 0
17dezessete
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Os números naturais
 1 Observe a sequência de números abaixo e responda às questões.
0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, …
a. Qual é o primeiro número dessa sequência? 0 
b. Como você descreveria a sequência dos números naturais? 
Converse com os colegas e o professor. Resposta pessoal.
c. Qual é o próximo número da sequência mostrada acima? 13 
 2 Siga as dicas e descubra qual é o número.
 • É um número natural de 4 algarismos.
 • Nesse número, só há os algarismos 2, 4, 5 e 7.
 • O algarismo 4 vale 4 dezenas.
 • O número é maior que 6 mil.
7 542 ou 7 245.
 3 Complete as frases com os números que estão faltando.
a. O número 637 é o sucessor do sucessor de 635.
b. O número 1 000 é o antecessor do sucessor de 1 000.
c. O número 23 320 é o sucessor do antecessor de 23 320.
 4 Converse com os colegas e o professor sobre as questões abaixo.
a. Quantos números naturais maiores que 90 000 é possível 
escrever? 
b. Na sequência dos números naturais, todos os números têm sucessor? 
E antecessor?
Resposta possível: Quantos números se desejar.
Na sequência dos números naturais, todos têm sucessor e, com 
exceção do zero, todos têm antecessor.
Os três pontinhos (as reticências) no final dessa sequência in-
dicam que ela continua indefinidamente.
Os números que formam essa sequência são chamados números 
naturais.
16 dezesseis
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NO TEMA “OS NÚMEROS 
NATURAIS”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver esse tema.
 y Para iniciar o trabalho com as atividades 
dessa página, escreva na parte superior 
da lousa a sequência dos números de 
0 a 9.
 y Escolha um aluno da turma e oriente-o 
a escrever um número com muitos al-
garismos na lousa.
 y Após o aluno escrever o número de sua 
preferência, chame outro aluno e peça 
a ele que escreva um número maior que 
o número escrito pelo colega; repita o 
procedimento enquanto apresentarem 
interesse.
 y Ao final da atividade, pergunte aos alu-
nos se eles acham que é possível escre-
ver um número de modo que não haja 
números maiores que ele. Espera-se que 
eles percebam que isso não é possível.
 y Seguindo as orientações didáticas, soli-
cite aos alunos que façam as atividades.
Orientações didáticas
 y As atividades dessa página permitem 
aos alunos ler, escrever e compor nú-
meros naturais com base nas caracte-
rísticas do Sistema de Numeração De-
cimal, bem como identificar o sucessor 
e o antecessor de um número.
 y Atividade 1: Analise as respostas dadas 
pelos alunos ao item b. Espera-se que 
eles cheguem à conclusão de que o pri-
meiro número dessa sequência é zero 
e que os demais números são obtidos 
pela adição de uma unidade ao número 
anterior.
 y Atividade 2: Essa atividade tem duas 
respostas possíveis. Permita aos alunos 
que comparem a resposta deles e discu-
tam com a turma por que eles escreve-
ram determinado número e não o outro. 
Dê mais uma dica aos alunos, como: “O 
número é o maior possível”; ou “A uni-
dade é composta pelo menor algarismo 
possível”, para que eles determinem ape-
nas um número entre os dois possíveis.
 y Atividade 3: No item a, por exemplo, 
ao saber que o número é o sucessor do 
16 NúmerosCapítulo 1
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A
P
O
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ID
ÁT
IC
O
Centenas de milhar inteiras
 1 O hodômetro de um veículo mostra quantos 
quilômetros ele já percorreu. Observe a ima-
gem ao lado.
Após o veículo percorrer mais 1 quilômetro, que 
número esse hodômetro vai indicar?
Para responder a essa pergunta, vamos repre-
sentar essa situação usando o ábaco de pinos. Acompanhe a sequência 
de trocas. 
 • Agora, complete: Após o carro percorrer mais um quilômetro, o ho-
dômetro vai indicar o número 100 000 .
 2 Veja como representamos em um quadro as duas últimas marcações 
registradas pelo hodômetro da atividade 1.
 • Agora, complete a frase abaixo usando os termos sucessor ou ante-
cessor.
O número 100 000 (cem mil) é o sucessor de 99 999.
99 999 1 1 Trocamos 10 unidades 
por 1 dezena.
Trocamos 10 dezenas 
por 1 centena.
Trocamos 10 centenas 
por 1 unidade de milhar.
Trocamos 10 unidades 
de milhar por 
1 dezena de milhar.
Trocamos 10 dezenas 
de milhar por 1 centena 
de milhar e obtemos 
100 000 (cem mil).
H
él
io
 S
en
at
or
e/
ID
/B
R
Ilu
st
ra
çõ
es
: I
D
/B
R
Centena 
de milhar 
(CM)
Dezena 
de milhar 
(DM)
Unidade 
de milhar 
(UM)
Centena 
(C)
Dezena 
(D)
Unidade 
(U)
9 9 9 9 9
1 0 0 0 0 0
17dezessete
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Os números naturais
 1 Observe a sequência de números abaixo e responda às questões.
0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, …
a. Qual é o primeiro número dessa sequência? 0 
b. Como vocêdescreveria a sequência dos números naturais? 
Converse com os colegas e o professor. Resposta pessoal.
c. Qual é o próximo número da sequência mostrada acima? 13 
 2 Siga as dicas e descubra qual é o número.
 • É um número natural de 4 algarismos.
 • Nesse número, só há os algarismos 2, 4, 5 e 7.
 • O algarismo 4 vale 4 dezenas.
 • O número é maior que 6 mil.
7 542 ou 7 245.
 3 Complete as frases com os números que estão faltando.
a. O número 637 é o sucessor do sucessor de 635.
b. O número 1 000 é o antecessor do sucessor de 1 000.
c. O número 23 320 é o sucessor do antecessor de 23 320.
 4 Converse com os colegas e o professor sobre as questões abaixo.
a. Quantos números naturais maiores que 90 000 é possível 
escrever? 
b. Na sequência dos números naturais, todos os números têm sucessor? 
E antecessor?
Resposta possível: Quantos números se desejar.
Na sequência dos números naturais, todos têm sucessor e, com 
exceção do zero, todos têm antecessor.
Os três pontinhos (as reticências) no final dessa sequência in-
dicam que ela continua indefinidamente.
Os números que formam essa sequência são chamados números 
naturais.
16 dezesseis
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “CENTENAS DE 
MILHAR INTEIRAS”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
sucessor de tal número, primeiro o alu-
no deve escrever o sucessor (636) e, 
em seguida, o outro sucessor (637). 
Esse mesmo procedimento pode ser 
utilizado para os outros itens.
 y Atividade 4: O objetivo dessa atividade 
é fazer os alunos perceberem que os 
números naturais são infinitos, ou seja, 
sempre é possível escrever seu sucessor, 
e que o zero é o único número natural 
que não tem antecessor.
Orientações didáticas
 y As atividades desse tema abordam os 
números da ordem das centenas de 
milhar e exploram a leitura, a escrita e 
a representação dos números naturais 
de maneiras diversas, como represen-
tação no ábaco de pinos e no quadro 
de ordens. O valor posicional também 
é retomado.
 y Atividade 1: O foco dessa atividade é 
identificar a ordem da centena de mi-
lhar utilizando a representação no ába-
co para mostrar as trocas realizadas 
quando se acrescenta uma unidade ao 
número 99 999. 
 y Atividade 2: O objetivo da atividade é 
possibilitar aos alunos perceber que o 
número 100 000 é o sucessor do núme-
ro 99 999. Se julgar conveniente, inicie 
essa atividade desenhando um quadro 
de ordens na lousa e comece com o 
sucessor do 9, depois do 99 e assim 
por diante, até chegar ao sucessor de 
99 999.
17Números Capítulo 1
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A
P
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IO
 D
ID
ÁT
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O
Números de seis algarismos
 1 Observe como podemos representar em um quadro de ordens e classes 
o número 216 465. Depois, leia o que as crianças estão dizendo e faça 
o que se pede.
a. Qual é a ordem de grandeza do número 216 465? Centena de milhar. 
b. Quantas classes ele tem? 2 classes. 
c. Escreva como lemos esse número. Duzentos e dezesseis mil, quatrocentos e 
sessenta e cinco. 
 2 Complete o quadro com os números das fichas.
Cada algarismo do número 
corresponde a uma ordem, 
que é numerada da direita 
para a esquerda.
A ordem do 
primeiro algarismo 
da esquerda indica a 
ordem de grandeza 
do número.
Além disso, para facilitar a 
leitura de um número, nós 
o separamos em classes, 
agrupando os algarismos 
de três em três, da direita 
para a esquerda.
2a classe ou classe dos milhares 1a classe ou classe das unidades simples
6a ordem 5a ordem 4a ordem 3a ordem 2a ordem 1a ordem
CM DM UM C D U
2 1 6 4 6 5
Classe dos milhares Classe das unidades simples
CM DM UM C D U
9 0 6 2 1 0
5 3 0 2 9
Novecentos e seis mil, 
duzentos e dez
Cinquenta e três mil 
e vinte e nove
C
ar
lit
os
 P
in
he
iro
/ID
/B
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19dezenove
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 3 Observe o ábaco abaixo e, depois, responda às questões.
100 000
200 000
400 000 900 000
700 000
300 000
500 000 800 000
600 000
a. Nesse ábaco, quantas argolas há no pino das centenas de milhar? 
3 argolas. 
b. Que número está representado nesse ábaco? 300 000 
c. Se quisermos representar o número 400 000 no ábaco, quantas ar-
golas devemos colocar no pino das centenas de milhar? 4 argolas. 
 4 Registre os números abaixo usando algarismos.
a. 6 centenas de milhar: 600 000 
b. 8 centenas de milhar: 800 000 
c. Novecentos mil: 900 000 
d. Setecentos mil: 700 000 
 5 Complete a sequência abaixo.
 • Os números dessa sequência são as centenas de milhar inteiras. 
Entre eles, quais são maiores que 400 000 e menores que 700 000?
500 000 e 600 000.
ID
/B
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18 dezoito
010A019_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 18 09/07/21 10:51 y Atividade 3: Nessa atividade, o número 
trezentos mil é representado no ábaco. 
O aluno deve perceber que números 
desse tipo, ou seja, centenas de milhar 
inteiras, têm o algarismo zero em todas 
as ordens inferiores à centena de milhar.
 y Atividade 4: Nessa atividade, os alunos 
devem transpor os números represen-
tados da linguagem escrita para a lin-
guagem numérica, observando o valor 
posicional que o algarismo ocupa no 
número representado. Se julgar opor-
tuno, pergunte como esses números 
seriam representados no ábaco.
 y Atividade 5: Nessa atividade, os alunos 
devem identificar que o padrão da se- 
quência apresentada é a adição de uma 
centena de milhar inteira.
Atividade complementar
 y Escreva na lousa o número 999 999 e 
pergunte aos alunos: “Vocês já viram 
números desse ‘tamanho’ em algum 
lugar?”, “É comum o uso desses núme-
ros no cotidiano?“. É possível que nem 
todos os alunos já tenham observado 
números dessa ordem de grandeza. 
Por isso, peça a eles que realizem uma 
pesquisa para verificar em que contex-
tos ou situações os números com cen-
tenas de milhar são usados. Números 
dessa ordem de grandeza podem não 
estar muito presentes no cotidiano de 
crianças dessa faixa etária, e o objetivo 
dessa atividade é permitir aos alunos 
perceber que esses números são usa-
dos frequentemente.
18 NúmerosCapítulo 1
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A
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Números de seis algarismos
 1 Observe como podemos representar em um quadro de ordens e classes 
o número 216 465. Depois, leia o que as crianças estão dizendo e faça 
o que se pede.
a. Qual é a ordem de grandeza do número 216 465? Centena de milhar. 
b. Quantas classes ele tem? 2 classes. 
c. Escreva como lemos esse número. Duzentos e dezesseis mil, quatrocentos e 
sessenta e cinco. 
 2 Complete o quadro com os números das fichas.
Cada algarismo do número 
corresponde a uma ordem, 
que é numerada da direita 
para a esquerda.
A ordem do 
primeiro algarismo 
da esquerda indica a 
ordem de grandeza 
do número.
Além disso, para facilitar a 
leitura de um número, nós 
o separamos em classes, 
agrupando os algarismos 
de três em três, da direita 
para a esquerda.
2a classe ou classe dos milhares 1a classe ou classe das unidades simples
6a ordem 5a ordem 4a ordem 3a ordem 2a ordem 1a ordem
CM DM UM C D U
2 1 6 4 6 5
Classe dos milhares Classe das unidades simples
CM DM UM C D U
9 0 6 2 1 0
5 3 0 2 9
Novecentos e seis mil, 
duzentos e dez
Cinquenta e três mil 
e vinte e nove
C
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lit
os
 P
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he
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/ID
/B
R
19dezenove
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 3 Observe o ábaco abaixo e, depois, responda às questões.
100 000
200 000
400 000 900 000
700 000
300 000
500 000 800 000
600 000
a. Nesse ábaco, quantas argolas há no pino das centenas de milhar? 
3 argolas. 
b. Que número está representado nesse ábaco? 300 000 
c. Se quisermos representar o número 400 000 no ábaco, quantas ar-
golas devemos colocar no pino das centenas de milhar? 4 argolas. 
 4 Registreos números abaixo usando algarismos.
a. 6 centenas de milhar: 600 000 
b. 8 centenas de milhar: 800 000 
c. Novecentos mil: 900 000 
d. Setecentos mil: 700 000 
 5 Complete a sequência abaixo.
 • Os números dessa sequência são as centenas de milhar inteiras. 
Entre eles, quais são maiores que 400 000 e menores que 700 000?
500 000 e 600 000.
ID
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R
18 dezoito
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “NÚMEROS DE SEIS 
ALGARISMOS”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y As atividades desse tema abordam os 
números da ordem das centenas de 
milhar (números de seis algarismos) 
explorando a leitura, a escrita, a com-
posição e a decomposição desses nú-
meros, bem como sua representação 
no ábaco e no quadro de ordens.
 y Atividade 1: Explore o quadro de clas-
ses e ordens, mostrando aos alunos a 
regra de agrupamento do sistema deci-
mal. Os números de seis algarismos têm 
centenas de milhar, dezenas de milhar, 
unidades de milhar, centena, dezena e 
unidade. Por exemplo, o número 216 465 
é formado por 2 centenas de milhar, 
1 dezena de milhar, 6 unidades de milhar,
4 centenas, 6 dezenas e 5 unidades, ou 
seja, 216 465 5 200 000 1 10 000 1 
1 6 000 1 400 1 60 1 5.
É importante que os alunos percebam 
que, no Sistema de Numeração Deci-
mal, a cada 10 unidades de uma ordem 
forma-se uma unidade de ordem supe-
rior, que deve ser escrita à esquerda da 
primeira, e que o valor de um algarismo 
em um número depende de seu próprio 
valor e da posição que ocupa dentro da 
ordem de unidades. 
 y Atividade 2: Se julgar conveniente, am-
plie a atividade solicitando aos alunos a 
decomposição dos números propostos.
19Números Capítulo 1
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 6 Escreva os números a seguir usando algarismos e por extenso.
a. 800 000 + 20 000 + 6 000 + 50 + 7
826 057; oitocentos e vinte e seis mil e cinquenta e sete. 
b. 1 centena de milhar, 9 unidades de milhar, 3 centenas e 2 unidades.
109 302; cento e nove mil, trezentos e dois. 
c. 2 centenas de milhar, 7 unidades de milhar e 6 centenas.
207 600; duzentos e sete mil e seiscentos. 
 
 7 Observe duas decomposições do número 618 323.
Em ordens: 618 323 5 600 000 1 10 000 1 8 000 1 300 1 20 1 3
Em classes: 618 323 5 618 000 1 323
Agora, faça como no exemplo e decomponha os números a seguir em 
ordens e em classes.
a. 725 549
Em ordens: 725 549 5 700 000 1 20 000 1 5 000 1 500 1 40 1 9 
Em classes: 725 549 5 725 000 1 549 
b. 278 153
Em ordens: 278 153 5 200 000 1 70 000 1 8 000 1 100 1 50 1 3 
Em classes: 278 153 5 278 000 1 153 
c. 906 478
Em ordens: 906 478 5 900 000 1 6 000 1 400 1 70 1 8 
Em classes: 906 478 5 906 000 1 478 
d. 452 030
Em ordens: 452 030 5 400 000 1 50 000 1 2 000 1 30 
Em classes: 452 030 5 452 000 1 30 
21vinte e um
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 909 990 990 009 99 099 
 3 Usando algarismos, escreva os números representados nos ábacos.
a. b. c. 
 4 Escreva a ordem de grandeza e como se lê cada número abaixo.
a. 52 137
Ordem de grandeza: Dezena de milhar. 
Como se lê: Cinquenta e dois mil, cento e trinta e sete. 
 
b. 645 734
Ordem de grandeza: Centena de milhar. 
Como se lê: Seiscentos e quarenta e cinco mil, setecentos e trinta e quatro. 
 5 Qual é a ordem que o algarismo 3 ocupa nos números a seguir?
a. 346 817: Centena de milhar. 
b. 768 143: Unidade. 
c. 643 187: Unidade de milhar. 
d. 468 317: Centena. 
e. 817 436: Dezena. 
f. 134 678: Dezena de milhar. 
Ilu
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20 vinte
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 20 06/07/2021 08:14 y Atividade 3: Se julgar oportuno, solicite 
aos alunos que escrevam no caderno o 
maior e o menor número.
 y Atividade 4: Antes de iniciar essa ativi-
dade, disponha as carteiras em fileiras e 
escreva na lousa um número para cada 
fileira. Supondo que haja cinco fileiras, 
escreva os seguintes números: 1 392; 
349 319; 94 201; 74 320; 129 693. Propo-
nha à turma um jogo rápido. Aponte um 
dos números que está na lousa e esco-
lha dois alunos de uma fileira; o primeiro 
aluno diz qual é a ordem de grandeza 
do número e o segundo, como se lê esse 
número. A fileira que responder mais rá-
pida e corretamente a essas perguntas 
ganha o jogo. Em seguida, peça aos alu-
nos que façam a atividade 4.
 y Atividade 5: Se julgar pertinente, peça 
aos alunos que leiam o número de cada 
item em voz alta. A leitura em voz alta 
vai ajudá-los a associar corretamente as 
ordens utilizadas.
 y Atividade 6: Amplie essa atividade pe-
dindo aos alunos que escrevam cada 
número fazendo a decomposição do 
mesmo modo que na atividade 3 da pá-
gina 15.
 y Atividade 7: Verifique se os alunos 
apresentam alguma dificuldade na rea-
lização dessa atividade e, caso conside-
re necessário, sugira que escrevam os 
números no quadro de ordens e classes 
para responder às questões.
Atividades complementares
 y Providencie revistas e jornais que pos-
sam ser recortados. Oriente os alunos 
a recortar e a colar, no caderno, núme-
ros da ordem das centenas de milhar. 
Em seguida, peça a eles que escrevam 
em que situação esses números foram 
utilizados e como podem ser lidos.
 y Prepare um jogo de cartões numerados 
de 0 a 9 para cada aluno e organize a 
turma em duplas. Peça aos alunos que 
embaralhem suas cartas. Cada aluno 
da dupla deve ter uma folha de papel 
com um quadro de ordens desenhado, 
como o modelo a seguir.
20 NúmerosCapítulo 1
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A
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 6 Escreva os números a seguir usando algarismos e por extenso.
a. 800 000 + 20 000 + 6 000 + 50 + 7
826 057; oitocentos e vinte e seis mil e cinquenta e sete. 
b. 1 centena de milhar, 9 unidades de milhar, 3 centenas e 2 unidades.
109 302; cento e nove mil, trezentos e dois. 
c. 2 centenas de milhar, 7 unidades de milhar e 6 centenas.
207 600; duzentos e sete mil e seiscentos. 
 
 7 Observe duas decomposições do número 618 323.
Em ordens: 618 323 5 600 000 1 10 000 1 8 000 1 300 1 20 1 3
Em classes: 618 323 5 618 000 1 323
Agora, faça como no exemplo e decomponha os números a seguir em 
ordens e em classes.
a. 725 549
Em ordens: 725 549 5 700 000 1 20 000 1 5 000 1 500 1 40 1 9 
Em classes: 725 549 5 725 000 1 549 
b. 278 153
Em ordens: 278 153 5 200 000 1 70 000 1 8 000 1 100 1 50 1 3 
Em classes: 278 153 5 278 000 1 153 
c. 906 478
Em ordens: 906 478 5 900 000 1 6 000 1 400 1 70 1 8 
Em classes: 906 478 5 906 000 1 478 
d. 452 030
Em ordens: 452 030 5 400 000 1 50 000 1 2 000 1 30 
Em classes: 452 030 5 452 000 1 30 
21vinte e um
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 909 990 990 009 99 099 
 3 Usando algarismos, escreva os números representados nos ábacos.
a. b. c. 
 4 Escreva a ordem de grandeza e como se lê cada número abaixo.
a. 52 137
Ordem de grandeza: Dezena de milhar. 
Como se lê: Cinquenta e dois mil, cento e trinta e sete. 
 
b. 645 734
Ordem de grandeza: Centena de milhar. 
Como se lê: Seiscentos e quarenta e cinco mil, setecentos e trinta e quatro. 
 5 Qual é a ordem que o algarismo 3 ocupa nos números a seguir?
a. 346 817: Centena de milhar. 
b. 768 143: Unidade. 
c. 643 187: Unidade de milhar. 
d. 468 317: Centena. 
e. 817 436: Dezena. 
f. 134 678: Dezena de milhar. 
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20 vinte
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CM DM UM C D U
1o jogador
2o jogador
Um dos alunos da dupla vira um cartão 
e o coloca na ordem das unidades na 
sua “linha”. O outro aluno vira um cartão 
e o posiciona da mesma maneira na sua 
“linha”. Os alunos se revezam por mais 
cinco jogadas, virando um cartão por veze colocando esses cartões, ordem após 
ordem, da direita para a esquerda. Ao 
final das seis jogadas de cada um, com-
param-se os números e ganha um ponto 
o aluno que formou o maior número. Em 
seguida, cada aluno registra o número 
formado no quadro de ordens da folha 
de registro. Os cartões são embaralhados 
novamente e uma nova rodada é inicia-
da. Avalie o tempo para realizar o jogo. 
Uma sugestão é realizar partidas de cin-
co rodadas. Ao final da partida, declara-
-se o vencedor.
 y Organize a turma em grupos de três 
alunos, forneça fichas com os alga-
rismos 7, 5, 9, 4, 3 e 2 e sugira situa-
ções como: “Se o algarismo 3 estiver 
na ordem das unidades de milhar, qual 
é o maior (ou menor) número possí-
vel que pode ser formado utilizando 
todas as fichas?”, “Qual é o maior (ou 
menor) número par de seis algaris-
mos distintos que podemos formar 
utilizando as fichas?”.
 y Forme grupos de seis alunos. Distribua 
a cada grupo fichas numeradas de 0 a 
9. O grupo deve deixar os números 
virados para a mesa, de maneira que 
não possam vê-los. Um integrante de 
cada grupo arrasta uma ficha, e todos 
as viram ao mesmo tempo. Eles devem 
formar o maior número possível com as 
fichas escolhidas. Vence o grupo que 
obtiver o maior número representado.
21Números Capítulo 1
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Arredondamento
 1 Em jornais e revistas, é comum arredondar 
números para facilitar a leitura. Por exem-
plo, se pelo pedágio de uma rodovia passa-
ram 618 323 veículos, pode-se arredondar 
esse número para o número mais próximo 
com unidade de milhar inteira e escrever 
618 000 ou 618 mil.
Para fazer esse arredondamento, observamos que 618 323 está entre 
618 000 e 619 000, porém está mais próximo de 618 000. Veja a repre-
sentação na reta numérica.
 • Agora, observe a reta abaixo e responda à questão a seguir.
Qual é o arredondamento do número 618 323 para a dezena de milhar 
inteira mais próxima? 620 000 ou 620 mil. 
 2 Arredonde cada número para a dezena de milhar inteira mais próxima.
a. 879 456: 880 000 
b. 232 987: 230 000 
c. 176 426: 180 000 
d. 488 596: 490 000 
e. 321 945: 320 000 
f. 964 890: 960 000 
 3 Arredonde cada número para a unidade de milhar inteira mais próxima.
a. 725 847: 726 000 
b. 189 127: 189 000 
c. 536 325: 536 000 
d. 237 421: 237 000 
e. 395 698: 396 000 
f. 634 222: 634 000 
618 000 618 500
618 323
619 000
610 000 620 000618 323615 000
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23vinte e três
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Comparação
 1 Observe a tabela abaixo.
975 431 134 579 247 284 242 361 103 493
129 356 129 346
diferentes
a. Complete a frase abaixo com os termos crescente ou decrescente.
 Na tabela, os números de alunos matriculados foram organizados em 
ordem decrescente .
b. Como você pensou para responder ao item a? Conte aos 
colegas e ao professor. Resposta pessoal.
 2 Compare os números a seguir usando os símbolos . (maior que), 
, (menor que) ou 5 (igual a).
a. 37 895 . 37 435
b. 125 157 5 125 157
c. 65 720 , 65 723
d. 275 682 . 275 437
 3 Escreva os números a seguir em ordem crescente.
103 493 , 134 579 , 242 361 , 247 284 , 975 431
Dados obtidos em: IBGE Cidades. Disponível em: 
https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 2 jun. 2021.
Número de alunos matriculados em 2018 no 
Ensino Fundamental em alguns estados do Brasil
Estado Número de alunos matriculados
Goiás (GO) 877 593
Mato Grosso (MT) 471  613
Mato Grosso do Sul (MS) 404 114
Para saber qual é o maior número entre dois números de mesma 
ordem de grandeza, comparamos os algarismos de mesma ordem, da 
esquerda para a direita, até encontrar dois algarismos diferentes. Observe.
Como 5 é maior que 4, então 129 356 é maior que 129 346.
Podemos representar essa comparação usando o símbolo . 
(maior que): 129 356 . 129 346
22 vinte e dois
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “COMPARAÇÃO”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Comparar números naturais até 
a ordem das centenas de milhar.
Orientações didáticas
 y As atividades desse tema trabalham 
com a ordenação e a comparação de 
números de até seis algarismos, fazen-
do uso dos símbolos . (maior que), 
, (menor que) e 5 (igual a).
 y Se julgar pertinente, antes de iniciar as 
atividades dessa página, peça aos alu-
nos que pesquisem textos que apresen-
tem números da ordem das centenas de 
milhar e os tragam para a sala de aula. 
Proponha a comparação entre alguns 
dos números encontrados.
 y Atividade 1: Nessa atividade, os alunos 
devem perceber que o primeiro núme-
ro da tabela é o maior dos três e que o 
último é o menor; portanto, o número 
de alunos matriculados de cada estado 
foi organizado em ordem decrescente. 
Se julgar oportuno, peça aos alunos 
que ordenem os números dessa ativi-
dade também em ordem crescente. 
 y Atividade 2: O objetivo dessa atividade 
é a comparação de números de cinco 
ou seis algarismos com base nos crité-
rios apresentados na atividade 1 ou ou-
tra estratégia adotada pelos alunos.
 y Atividade 3: Aproveite essa atividade 
para verificar se os alunos compreen-
deram como ordenar números de seis 
algarismos.
Atividade complementar
 y Escreva diferentes números na lousa, 
dos quais alguns devem ter a mesma 
ordem de grandeza e outros, não. Peça 
aos alunos que comparem os números 
e os escrevam em ordem crescente. Se 
preferir, escreva números em fichas e 
peça a eles que as ordenem de maneira 
crescente ou decrescente.
22 NúmerosCapítulo 1
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Arredondamento
 1 Em jornais e revistas, é comum arredondar 
números para facilitar a leitura. Por exem-
plo, se pelo pedágio de uma rodovia passa-
ram 618 323 veículos, pode-se arredondar 
esse número para o número mais próximo 
com unidade de milhar inteira e escrever 
618 000 ou 618 mil.
Para fazer esse arredondamento, observamos que 618 323 está entre 
618 000 e 619 000, porém está mais próximo de 618 000. Veja a repre-
sentação na reta numérica.
 • Agora, observe a reta abaixo e responda à questão a seguir.
Qual é o arredondamento do número 618 323 para a dezena de milhar 
inteira mais próxima? 620 000 ou 620 mil. 
 2 Arredonde cada número para a dezena de milhar inteira mais próxima.
a. 879 456: 880 000 
b. 232 987: 230 000 
c. 176 426: 180 000 
d. 488 596: 490 000 
e. 321 945: 320 000 
f. 964 890: 960 000 
 3 Arredonde cada número para a unidade de milhar inteira mais próxima.
a. 725 847: 726 000 
b. 189 127: 189 000 
c. 536 325: 536 000 
d. 237 421: 237 000 
e. 395 698: 396 000 
f. 634 222: 634 000 
618 000 618 500
618 323
619 000
610 000 620 000618 323615 000
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23vinte e três
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Comparação
 1 Observe a tabela abaixo.
975 431 134 579 247 284 242 361 103 493
129 356 129 346
diferentes
a. Complete a frase abaixo com os termos crescente ou decrescente.
 Na tabela, os números de alunos matriculados foram organizados em 
ordem decrescente .
b. Como você pensou para responder ao item a? Conte aos 
colegas e ao professor. Resposta pessoal.
 2 Compare os números a seguir usando os símbolos . (maior que), 
, (menor que) ou 5 (igual a).
a. 37 895 . 37 435
b. 125 157 5 125 157
c. 65 720 , 65 723
d. 275 682 . 275 437
 3 Escreva os números a seguir em ordem crescente.
103 493 , 134 579 , 242 361 , 247 284 , 975 431
Dados obtidos em: IBGE Cidades. Disponível em: 
https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 2 jun. 2021.
Número de alunos matriculados em 2018 no 
Ensinoo contexto pessoal, 
histórico e social no qual a criança está inserida. 
Ao organizar brincadeiras, jogar com os amigos, 
planejar atividades diárias com os adultos – como 
determinar o tempo de lazer e o de estudo, calcular 
a quantia necessária para pequenas despesas, pensar 
em determinado trajeto –, os alunos realizam ativida-
1 “A literacia numérica diz respeito às habilidades de matemática que 
permitem resolver problemas da vida cotidiana e lidar com informações 
matemáticas. O termo “literacia matemática” originou-se do inglês 
numerical literacy, popularizado como numeracy, e em português se 
convencionou chamar numeracia (Unesco, 2006). 
“[…] A numeracia não se limita à habilidade de usar números para 
contar, mas se refere antes à habilidade de usar a compreensão e as 
habilidades matemáticas para solucionar problemas e encontrar 
respostas para as demandas da vida cotidiana. […]” 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_
pna_final.pdf. Acesso em: 11 jun. 2021.
des que envolvem objetos de estudo da Matemática, 
como contagens, medições, comparações, operações, 
observação de formas, localização no espaço, entre 
outras. Ou seja, de acordo com Lorenzato (2011, p. 1),
[...] é preciso sempre se basear na vivência da criança, 
aproveitando o conhecimento que ela adquiriu 
antes e fora da escola; o objetivo é proporcionar à 
criança condições para ela trabalhar significativa-
mente com as noções matemáticas, com o fazer 
matemático, para que aprecie novos conhecimentos, 
a beleza da matemática, e se beneficie das descober-
tas desses conhecimentos no cotidiano. Assim, com 
certeza, isso estimulará sua autoconfiança e refor-
çará sua autoimagem.
Nesse período, os alunos tiveram contato com um 
saber matemático investigativo dentro e fora da escola, 
construído por meio da brincadeira, da observação e 
do levantamento de hipóteses. Cabe a você, portanto, 
elaborar práticas pedagógicas de acordo com o con-
texto dos alunos, o que se confirma com a BNCC:
Conversas ou visitas e troca de materiais entre os pro-
fessores das escolas de Educação Infantil e de Ensino 
Fundamental – Anos Iniciais também são importan-
tes para facilitar a inserção das crianças nessa nova 
etapa da vida escolar. (Brasil, 2018, p. 53.)
Também é importante estabelecer parcerias com 
a coordenação pedagógica, com os demais docentes 
e, se possível, com a comunidade, para rever os pro-
cessos de avaliação e o projeto político-pedagógico 
(PPP), de modo que essa transição seja tranquila para 
os alunos.
Segundo Lorenzato (2010, p. 1), “o papel que o pro-
fessor desempenha é fundamental na aprendizagem [da 
Matemática], e a metodologia de ensino por ele empre-
gada é determinante para o comportamento dos alunos”. 
Dessa maneira, o professor deve incentivar os alunos a 
desenvolver habilidades de resolução de problemas, de 
levantamento de hipóteses e de justificação escrita ou 
oral de acordo com o histórico escolar e social deles, 
contribuindo, assim, para que a inserção nessa nova fase 
seja feita de maneira acolhedora e gradativa. Em relação 
às práticas de leitura e de numeracia na etapa do Ensino 
Fundamental, segundo a PNA (Brasil, 2019, p. 25):
A compreensão do desenvolvimento do raciocínio 
lógico-matemático pela criança, desde o senso nu-
mérico (sistema primário) até a aprendizagem da 
matemática formal (sistema secundário), é muito 
importante para professores da educação infantil 
e para professores alfabetizadores, os quais podem 
contribuir para o desenvolvimento da numeracia 
dos alunos por meio do ensino de matemática bási-
ca na educação infantil e nos anos iniciais do ensino 
fundamental. (Corso; Dorneles, 2010.) 
VI O Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
http://portal.mec.gov.br/images/banners/caderno_pna_final.pdf
Nesse sentido, a BNCC destaca que, no Ensino 
Fundamental, a Matemática,
por meio da articulação de seus diversos campos 
[...], precisa garantir que os alunos relacionem 
observações empíricas do mundo real a re-
presentações (tabelas, figuras e esquemas) e 
associem essas representações a uma atividade 
matemática (conceitos e propriedades), fazendo 
induções e conjecturas. Assim, espera-se que 
eles desenvolvam a capacidade de identificar 
oportunidades de utilização da matemática para 
resolver problemas, aplicando conceitos, pro-
cedimentos e resultados para obter soluções e 
interpretá-las segundo os contextos das situações. 
(Brasil, 2018, p. 265.)
Cabe ao corpo docente e à coordenação pedagó-
gica organizar, sistematizar e ampliar os conceitos e 
procedimentos informais que os alunos trazem, ressig-
nificando-os com base no saber matemático em suas 
diferentes concepções:
• Matemática como linguagem
 Permite representar e interpretar aspectos quanti-
tativos e qualitativos (numéricos, geométricos e de 
medida) da realidade. Esses conhecimentos possibi-
litarão ao aluno, por exemplo, compreender notícias 
de gêneros jornalísticos nos quais os dados estão 
representados em linguagens gráficas, como tabelas 
e gráficos, ou utilizar esses recursos para argumentar, 
ler mapas e localizar-se corretamente no espaço em 
que se encontra.
• Matemática como ciência
 Corpo de conhecimento socialmente construído 
e organizado pela humanidade, cuja historicidade 
deve permear a discussão dos conteúdos propos-
tos; desempenha papel importante na formação de 
habilidades do pensamento lógico, como formular 
e validar hipóteses, generalizar relações e construir 
argumentações.
• Matemática como meio para resolver problemas
 Contribui para a construção e o desenvolvimento de 
uma série de estratégias e saberes que auxiliam na re-
solução de situações do cotidiano ou de problemas 
relacionados a outras áreas do conhecimento. Pro-
blemas, nesse caso, referem-se não apenas a proble-
mas convencionais como estratégia previsível para 
a aplicação de conhecimentos construídos, mas a 
situações que desafiam o aluno a buscar soluções 
elaborando hipóteses, discutindo ideias e compa-
rando resultados. De acordo com Smole, Diniz e 
Cândido (2000, p. 13):
Para uma criança, assim como para um adulto, um 
problema é toda situação que ela enfrenta e não 
encontra solução imediata que lhe permita ligar os 
dados de partida ao objetivo a atingir. A noção de 
problema comporta a ideia de novidade, de algo 
nunca feito, de algo ainda não compreendido.
Dessa forma, a primeira característica da aborda-
gem de resolução de problemas que propomos 
é considerar como problema toda situação que 
permita algum questionamento ou investigação.
Corroborando o saber matemático nesse contexto, 
a BNCC destaca que:
[...] Os processos matemáticos de resolução de 
problemas, de investigação, de desenvolvimento de 
projetos e da modelagem podem ser citados como for-
mas privilegiadas da atividade matemática, motivo 
pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia 
para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino 
Fundamental. Esses processos de aprendizagem 
são potencialmente ricos para o desenvolvimento 
de competências fundamentais para o letramento 
matemático (raciocínio, representação, comunica-
ção e argumentação) e para o desenvolvimento do 
pensamento computacional. (Brasil, 2018, p. 266.)
Com isso, deve-se garantir que os alunos no Ensino 
Fundamental desenvolvam, juntamente com as com-
petências gerais da Educação Básica, as competên-
cias específicas de Matemática:
1. Reconhecer que a Matemática é uma ciência 
humana, fruto das necessidades e preocupações 
de diferentes culturas, em diferentes momentos 
históricos, e é uma ciência viva, que contribui para 
solucionar problemas científicos e tecnológicos e 
para alicerçar descobertas e construções, inclusive 
com impactos no mundo do trabalho.
2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de 
investigação e a capacidade de produzir argumentos 
convincentes, recorrendo aos conhecimentosFundamental em alguns estados do Brasil
Estado Número de alunos matriculados
Goiás (GO) 877 593
Mato Grosso (MT) 471  613
Mato Grosso do Sul (MS) 404 114
Para saber qual é o maior número entre dois números de mesma 
ordem de grandeza, comparamos os algarismos de mesma ordem, da 
esquerda para a direita, até encontrar dois algarismos diferentes. Observe.
Como 5 é maior que 4, então 129 356 é maior que 129 346.
Podemos representar essa comparação usando o símbolo . 
(maior que): 129 356 . 129 346
22 vinte e dois
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “ARREDONDAMENTO”
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Arredondar números da ordem 
das centenas de milhar com 
apoio da reta numérica.
Orientações didáticas
 y As atividades desse tema buscam de-
senvolver estratégia de arredondamen-
to de números da ordem das centenas 
de milhar com apoio da reta numérica. 
Além disso, os alunos vão ler e escre-
ver números naturais até a ordem das 
centenas de milhar de acordo com as 
principais características do Sistema de 
Numeração Decimal.
 y O tema arredondamento é introduzido 
com o suporte da reta numérica. Por ser 
um recurso visual, é possível que os alu-
nos tenham mais facilidade em perceber 
se o arredondamento de certo número 
deve ser feito para um número maior 
(à direita) ou para um número menor 
(à esquerda). Desse modo, espera-se que 
eles compreendam que, para arredondar 
determinado número, devem optar por 
aquele que está localizado a uma menor 
distância dele na reta numérica.
 y Atividade 1: O objetivo dessa atividade 
é fazer com que os alunos percebam 
que é possível arredondar um número 
de mais de uma maneira. Em um pri-
meiro momento, o número 618 323 é 
arredondado para a unidade de milhar 
mais próxima e, em seguida, é proposto 
aos alunos que arredondem para a de-
zena de milhar mais próxima. Comente 
com eles que, na primeira reta numéri-
ca, o arredondamento foi feito para um 
número menor (à esquerda) e, na se-
gunda, o arredondamento foi feito para 
um número maior (à direita). Amplie a 
atividade pedindo aos alunos que fa-
çam o arredondamento para a centena 
inteira mais próxima.
 y Atividades 2 e 3: Se julgar necessário, 
oriente os alunos a representar cada 
número em uma reta numérica e, en-
tão, a fazer o arredondamento. Amplie 
essa atividade propondo a eles que, na 
atividade 2, arredondem os números 
também para a unidade de milhar mais 
próxima e que, na atividade 3, arredon-
dem os números para a dezena de mi-
lhar mais próxima. 
23Números Capítulo 1
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A
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 3 Fabíola ganhou alguns bombons do tio dela. Todos os bombons são 
do mesmo tamanho e do mesmo formato, mas têm sabores diferentes. 
Os bombons com embrulho vermelho são de morango, os com embru-
lho amarelo são de maracujá, os com embrulho marrom são de choco-
late e os com embrulho verde são de coco. Observe a quantidade de 
cada bombom que Fabíola ganhou.
Fabíola guardou todos os bombons em um pote de sobremesa e vai 
pegar um deles sem olhar.
a. Quais são os sabores de bombom que Fabíola pode pegar?
Morango, maracujá, chocolate e coco.
b. Qual é a chance de ela pegar um bombom de maracujá? E a de pe-
gar um bombom de morango?
2 em 14. 4 em 14.
c. Cada sabor tem a mesma chance de sair que os outros? Por quê?
Não, pois a quantidade de bombons de cada sabor é diferente.
d. Qual dos sabores tem maior chance de sair? Por quê?
Chocolate, pois há mais bombons de chocolate do que de qualquer outro sabor.
e. Qual é a chance de sair um bombom de nozes?
0 em 14 ou nenhuma.
C
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25vinte e cinco
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Probabilidade e Estatística
Chance de um evento ocorrer
 1 Laura tem um baralho com cartas numeradas de 1 a 10. Ela vai tirar 
uma carta desse baralho e observar o número que saiu.
a. Quais são os números que Laura pode tirar?
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10.
b. Há quantas possibilidades de sair a carta de número 7? E de sair a 
carta de número 10?
1 possibilidade. 1 possibilidade.
c. Cada número desse baralho tem a mesma chance de sair? Por quê?
Sim, pois cada carta tem um número diferente e os números não se repetem.
 2 Observe a roleta abaixo e responda às questões.
a. Quais são os números em que o ponteiro pode parar?
1, 2, 3, 4, 5 e 6.
b. Há quantas possibilidades de o ponteiro parar no número 2? E de 
parar no número 6?
2 possibilidades. 2 possibilidades.
c. Todos os números da roleta têm a mesma chance de sair? Por quê?
Sim, pois a quantidade de vezes que cada número aparece na roleta é a mesma 
(duas vezes).
C
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24 vinte e quatro
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO PROBABILIDADE 
E ESTATÍSTICA
 » (EF05MA22) Apresentar todos 
os possíveis resultados de um 
experimento aleatório, estiman-
do se esses resultados são igual-
mente prováveis ou não.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver essa seção.
 y Leia o enunciado da atividade 1 com os 
alunos. Para ilustrar a situação apresen-
tada, providencie cartas numeradas de 
1 a 10, confeccionadas em papel-cartão, 
todas de mesmo tamanho e cor.
 y Leia o item a e pergunte: “Como po-
demos saber quantas são as possibi-
lidades de resultado, considerando a 
retirada de uma carta do baralho?”, “É 
possível determinar qual será o número 
da carta virada?”.
 y Discuta os itens b e c com os alunos e 
conduza a discussão de modo que eles 
percebam que, nesse jogo, as possibilida-
des são equiprováveis (chances iguais) e 
que não há relação com sorte.
 y Solicite aos alunos que respondam aos 
itens da atividade 2 individualmente e 
faça questionamentos parecidos aos 
que foram feitos na atividade 1.
 y Leia a atividade 3 com os alunos e peça 
que descrevam a ilustração. Em segui-
da, solicite que respondam ao item a.
 y Discuta o item b com os alunos e con-
duza a conversa de modo que eles per-
cebam que, nessa situação, os resulta-
dos possíveis não têm a mesma chance 
de sair.
 y Peça aos alunos que respondam aos 
demais itens individualmente e depois 
faça a correção oralmente. 
 y Para complementar as discussões reali-
zadas, siga as orientações didáticas.
Orientações didáticas
 y As atividades dessa seção solicitam aos 
alunos que descrevam todos os resulta-
dos possíveis de um experimento alea-
tório e, depois, estimem se esses resul-
tados são igualmente prováveis ou não.
 y Atividades 1 e 2: Nessas atividades, to-
dos os resultados são equiprováveis, ou 
seja, têm a mesma chance de sair. Es-
pera-se que os alunos percebam que, 
nas cartas do baralho da atividade 1, 
cada número aparece uma única vez 
e, por isso, todos têm a mesma chan-
ce de sair. Já na atividade 2, cada nú-
24 NúmerosCapítulo 1
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 3 Fabíola ganhou alguns bombons do tio dela. Todos os bombons são 
do mesmo tamanho e do mesmo formato, mas têm sabores diferentes. 
Os bombons com embrulho vermelho são de morango, os com embru-
lho amarelo são de maracujá, os com embrulho marrom são de choco-
late e os com embrulho verde são de coco. Observe a quantidade de 
cada bombom que Fabíola ganhou.
Fabíola guardou todos os bombons em um pote de sobremesa e vai 
pegar um deles sem olhar.
a. Quais são os sabores de bombom que Fabíola pode pegar?
Morango, maracujá, chocolate e coco.
b. Qual é a chance de ela pegar um bombom de maracujá? E a de pe-
gar um bombom de morango?
2 em 14. 4 em 14.
c. Cada sabor tem a mesma chance de sair que os outros? Por quê?
Não, pois a quantidade de bombons de cada sabor é diferente.
d. Qual dos sabores tem maior chance de sair? Por quê?
Chocolate, pois há mais bombonsde chocolate do que de qualquer outro sabor.
e. Qual é a chance de sair um bombom de nozes?
0 em 14 ou nenhuma.
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25vinte e cinco
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Probabilidade e Estatística
Chance de um evento ocorrer
 1 Laura tem um baralho com cartas numeradas de 1 a 10. Ela vai tirar 
uma carta desse baralho e observar o número que saiu.
a. Quais são os números que Laura pode tirar?
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10.
b. Há quantas possibilidades de sair a carta de número 7? E de sair a 
carta de número 10?
1 possibilidade. 1 possibilidade.
c. Cada número desse baralho tem a mesma chance de sair? Por quê?
Sim, pois cada carta tem um número diferente e os números não se repetem.
 2 Observe a roleta abaixo e responda às questões.
a. Quais são os números em que o ponteiro pode parar?
1, 2, 3, 4, 5 e 6.
b. Há quantas possibilidades de o ponteiro parar no número 2? E de 
parar no número 6?
2 possibilidades. 2 possibilidades.
c. Todos os números da roleta têm a mesma chance de sair? Por quê?
Sim, pois a quantidade de vezes que cada número aparece na roleta é a mesma 
(duas vezes).
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24 vinte e quatro
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 24 06/07/2021 08:14 mero aparece duas vezes na roleta, ou 
seja, cada número aparece na mesma 
quantidade de vezes que os outros e, 
portanto, todos têm a mesma chance 
de sair.
 y Atividade 3: Nessa atividade, os resul-
tados possíveis não têm a mesma chan-
ce de sair, uma vez que a quantidade 
de bombons de cada sabor é diferen-
te. Se julgar oportuno, faça perguntas 
como: “Se Fabíola comer três bombons 
de chocolate, dois de morango e um de 
coco, da próxima vez que ela for pegar 
um bombom do pote sem olhar, qual 
sabor de bombom tem maior chance 
de sair?”. Nesse caso, como os sabores 
agora aparecem na mesma quantidade, 
todos têm a mesma chance de sair. 
25Números Capítulo 1
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 • Agora é a sua vez de jogar! Descubra a solução de cada tabuleiro de 
sudoku.
 Depois do jogo Respostas pessoais.
 1 Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. 
a. Como você pensou para descobrir o algarismo que faltava na 
primeira linha do tabuleiro A?
b. E para descobrir os algarismos que faltavam na sétima linha do tabu-
leiro C?
 2 Escolha um dos tabuleiros do jogo e escreva, no caderno, como você 
pensou para completá-lo. Depois, compare suas anotações com as 
de um colega que tenha escolhido o mesmo tabuleiro que você.
8 9 6 3 4 2 5 7 1
2 4 1 7 6 5 8 3 9
5 7 3 1 8 9 6 2 4
6 8 5 9 7 1 2 4 3
3 1 9 4 2 6 7 8 5
4 2 7 8 5 3 1 9 6
9 3 2 6 1 8 4 5 7
1 5 4 2 3 7 9 6 8
7 6 8 5 9 4 3 1 2
8 9 7 6 1 3 4 2 5
1 4 6 5 2 8 9 7 3
2 3 5 7 9 4 6 8 1
6 5 1 8 4 2 3 9 7
9 7 2 1 3 6 5 4 8
4 8 3 9 7 5 2 1 6
5 1 8 4 6 9 7 3 2
3 6 4 2 8 7 1 5 9
7 2 9 3 5 1 8 6 4
3 1 7 5 6 2 4 8 9
2 5 4 3 8 9 1 7 6
9 6 8 1 7 4 5 3 2
6 4 2 7 1 8 3 9 5
1 7 3 4 9 5 6 2 8
5 8 9 6 2 3 7 1 4
7 9 5 8 3 6 2 4 1
8 3 6 2 4 1 9 5 7
4 2 1 9 5 7 8 6 3
1 5 2 8 4 9 6 3 7
6 9 8 1 7 3 2 5 4
4 3 7 5 6 2 1 8 9
5 8 4 6 2 7 3 9 1
3 2 1 9 8 4 7 6 5
9 7 6 3 5 1 8 4 2
7 1 3 4 9 8 5 2 6
8 6 9 2 1 5 4 7 3
2 4 5 7 3 6 9 1 8
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Jogo
Sudoku
Leia o texto a seguir e conheça um pouco da história desse jogo.
O sudoku é um quebra-cabeça de números. Acredita-se que tenha 
sido inventado por Euler, matemático suíço, que viveu entre 1707 e 1783.
Esse quebra-cabeça foi encontrado em 1997 pelo neozelandês 
Wayne Gould, um juiz aposentado que vivia em Hong Kong, em uma re-
vista japonesa, com o nome de sudoku (“número solitário”). Gould apai-
xonou-se pelo quebra-cabeça e criou um programa de computador que 
gera milhares de sudokus, com diferentes níveis de dificuldade, porém 
todos com apenas uma solução. Desde essa época, o sudoku é publicado 
em jornais e tem desafiado milhares de pessoas em todos os continentes.
Fonte de pesquisa: Revista do Professor de Matemática, São Paulo, 
Sociedade Brasileira de Matemática, n. 59, p. 16, 2006. Disponível em: 
http://rpm.org.br/cdrpm/59/4.htm. Acesso em: 2 jun. 2021.
Na página seguinte, há quatro tabuleiros para você jogar sudoku, mas 
antes leia o objetivo e as regras desse jogo!
Objetivo 
 • Completar os quadrinhos de um tabuleiro utilizando os algarismos de 1 a 9.
Regras
 1. Não repetir nenhum algarismo em uma mesma linha ou coluna.
 2. Não usar o mesmo algarismo duas ou mais vezes em um quadrante 
(região com 9 quadrinhos cercados pelo fio mais grosso).
 Veja exemplos do que você não pode fazer ao jogar sudoku.
Repetir um algarismo 
no mesmo quadrante.
Repetir um algarismo 
em uma coluna.
Repetir um algarismo 
em uma linha.
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
9 8 ? 3 ? 2 ? 1 4
5 ? 2 ? 3 ? 4 8 1
8 7 ? ? 4 ? ? 3 2
? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
? 9 8 ? 5 1 ? ? 6
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
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5 ? 2 ? 3 ? 4 8 ?
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? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
? 9 8 ? 5 1 2 ? 6
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
9 8 ? 3 ? 2 ? 1 4
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? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
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26 vinte e seis
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 26 06/07/2021 08:14Orientações didáticas
 y Nessa seção, os alunos vão trabalhar o 
raciocínio lógico-matemático por meio 
de um jogo chamado sudoku. Esse jogo 
contribui para aprimorar a leitura e a in-
terpretação da disposição dos números 
no tabuleiro, bem como a capacidade de 
concentração.
 y Socialize as estratégias utilizadas na re- 
solução de cada tabuleiro de sudoku.
Algumas estratégias podem ser encontra-
das na internet. As apresentadas a seguir 
têm nível de dificuldade mais fácil, mas 
podem ajudar jogadores iniciantes a se in-
teressar pelo jogo. É importante observar 
que esta é apenas uma das muitas estraté-
gias possíveis para a resolução desse jogo. 
Os alunos podem desenvolver outras. 
a) No começo do jogo, encontre o núme-
ro que está presente em maior quan-
tidade e verifique as possíveis jogadas 
com ele, como no exemplo a seguir, 
em que estamos procurando as posi-
ções possíveis para o número 6.
b) Essas posições possíveis serão encon-
tradas eliminando-se as linhas e as 
colunas em que o número não pode 
aparecer.
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6 3 9
8 3 2
2 3 4 8
8 4 2
4 6 7 1
7 6 5
5 7 4
9 8 5 1 6
1 9 8 2 6
6 3 9
8 3 2
2 3 4 8
8 4 2
4 6 7 1
7 6 5
5 7 4
9 8 5 1 6
HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO JOGO
 »Desenvolver raciocínio lógico-
-matemático.
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26 NúmerosCapítulo 1
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 • Agora é a sua vez de jogar! Descubra a solução de cada tabuleiro de 
sudoku.
 Depois do jogo Respostas pessoais.
 1 Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. 
a. Como você pensou para descobrir o algarismo que faltava na 
primeira linha do tabuleiro A?
b. E para descobrir os algarismos que faltavam na sétima linha do tabu-
leiro C?
 2 Escolha um dos tabuleiros do jogo e escreva, no caderno, como você 
pensou para completá-lo. Depois, compare suas anotações com as 
de um colega que tenha escolhido o mesmo tabuleiro que você.
8 9 6 3 4 2 5 7 1
2 4 1 7 6 5 8 3 9
5 7 3 1 8 9 6 2 4
6 8 5 9 7 1 2 4 3
3 1 9 4 2 6 7 8 5
4 2 7 8 5 3 1 9 6
9 3 2 6 1 8 4 5 7
1 5 4 2 3 7 9 6 8
7 6 8 5 9 4 3 1 2
8 9 7 6 1 3 4 2 5
1 4 6 5 2 8 9 7 3
2 3 5 7 9 4 6 8 1
6 5 1 8 4 2 3 9 7
9 7 2 1 3 6 5 4 8
4 8 3 9 7 5 2 1 6
5 1 8 4 6 9 7 3 2
3 6 4 2 8 7 1 5 9
7 2 9 3 5 1 8 6 4
3 1 7 5 6 2 4 8 9
2 5 4 3 8 9 1 7 6
9 6 8 1 7 4 5 3 2
6 4 2 7 1 8 3 9 5
1 7 3 4 9 5 6 2 8
5 8 9 6 2 3 7 1 4
7 9 5 8 3 6 2 4 1
8 3 6 2 4 1 9 5 7
4 2 1 9 5 7 8 6 3
1 5 2 8 4 9 6 3 7
6 9 8 1 7 3 2 5 4
4 3 7 5 6 2 1 8 9
5 8 4 6 2 7 3 9 1
3 2 1 9 8 47 6 5
9 7 6 3 5 1 8 4 2
7 1 3 4 9 8 5 2 6
8 6 9 2 1 5 4 7 3
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Jogo
Sudoku
Leia o texto a seguir e conheça um pouco da história desse jogo.
O sudoku é um quebra-cabeça de números. Acredita-se que tenha 
sido inventado por Euler, matemático suíço, que viveu entre 1707 e 1783.
Esse quebra-cabeça foi encontrado em 1997 pelo neozelandês 
Wayne Gould, um juiz aposentado que vivia em Hong Kong, em uma re-
vista japonesa, com o nome de sudoku (“número solitário”). Gould apai-
xonou-se pelo quebra-cabeça e criou um programa de computador que 
gera milhares de sudokus, com diferentes níveis de dificuldade, porém 
todos com apenas uma solução. Desde essa época, o sudoku é publicado 
em jornais e tem desafiado milhares de pessoas em todos os continentes.
Fonte de pesquisa: Revista do Professor de Matemática, São Paulo, 
Sociedade Brasileira de Matemática, n. 59, p. 16, 2006. Disponível em: 
http://rpm.org.br/cdrpm/59/4.htm. Acesso em: 2 jun. 2021.
Na página seguinte, há quatro tabuleiros para você jogar sudoku, mas 
antes leia o objetivo e as regras desse jogo!
Objetivo 
 • Completar os quadrinhos de um tabuleiro utilizando os algarismos de 1 a 9.
Regras
 1. Não repetir nenhum algarismo em uma mesma linha ou coluna.
 2. Não usar o mesmo algarismo duas ou mais vezes em um quadrante 
(região com 9 quadrinhos cercados pelo fio mais grosso).
 Veja exemplos do que você não pode fazer ao jogar sudoku.
Repetir um algarismo 
no mesmo quadrante.
Repetir um algarismo 
em uma coluna.
Repetir um algarismo 
em uma linha.
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
9 8 ? 3 ? 2 ? 1 4
5 ? 2 ? 3 ? 4 8 1
8 7 ? ? 4 ? ? 3 2
? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
? 9 8 ? 5 1 ? ? 6
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
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5 ? 2 ? 3 ? 4 8 ?
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? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
? 9 8 ? 5 1 2 ? 6
1 5 ? 9 8 ? 2 6 ?
? 6 3 ? 1 4 9 ? 8
9 8 ? 3 ? 2 ? 1 4
5 ? 2 ? 3 ? 4 8 3
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? 4 6 ? 7 ? 1 9 ?
4 3 ? 7 ? 6 ? 5 ?
6 ? 5 ? 9 ? 7 4 ?
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020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 26 06/07/2021 08:14 c) Após verificar as jogadas, coloque os 
número na(s) posição(ões) em que 
existe apenas uma possibilidade.
d) Note que agora é possível posicionar 
o último número 6 do jogo. Observe o 
número destacado em vermelho.
 y Atividade 1: Promova uma roda de con-
versa para que os alunos possam com-
partilhar suas estratégias. É provável 
que eles não tenham dificuldade em 
relatar a estratégia utilizada no item a. 
Já no item b, uma estratégia possível é 
verificar que na oitava coluna falta 
apenas um número e que, ao preen-
cher esse número, fica fácil descobrir o 
número que falta na sétima linha.
 y Atividade 2: Depois de os alunos es-
creverem suas estratégias, organize-os 
em duplas, de modo que os integrantes 
da dupla tenham feito anotações sobre o 
mesmo tabuleiro. Ao fazer a verificação 
das anotações, eles poderão perceber 
se cometeram algum erro e corrigi-lo.
1 9 8 2 6
6 3 9
8 3 6 2
2 3 4 8
8 4 6 2
4 6 7 1
7 6 5
6 5 7 4
9 8 5 1 6
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8 4 6 2
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27Números Capítulo 1
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 4 O Brasil é um país que recebe turistas do mundo todo e durante o ano 
inteiro. Observe na tabela abaixo quantos turistas chegaram ao Brasil 
por alguns estados em 2019. Depois, responda às questões.
Dados obtidos em: Ministério do Turismo. Disponível em: http://www.dadosefatos.
turismo.gov.br/2016-02-04-11-53-05/item/395-anuario-estatistico-de-turismo-2020-
ano-base-2019/395-anuario-estatistico-de-turismo-2020-ano-base-2019.html. 
Acesso em: 2 jun. 2021.
a. Que centena de milhar inteira está mais próxima do número de 
turistas que chegaram ao Brasil por Santa Catarina? 200 000 
b. Qual é a ordem de grandeza do número de turistas que chegaram 
ao Brasil por Minas Gerais? Dezena de milhar. 
c. Escreva os números da tabela em ordem decrescente usando o sím-
bolo .. 200 746 . 152 221 . 111 920 . 54 424 
402 325
2 unidades de milhar ou 2 000 unidades
2 dezenas ou 20 unidades
8 unidades 
6 centenas ou 600 unidades 
8 centenas de milhar ou 800 000 unidades 
6 dezenas de milhar ou 60 000 unidades 
 3 Observe o exemplo e escreva o valor posicional dos algarismos desta-
cados nos números a seguir.
b. 362 614
a. 810 258
Chegadas de turistas no Brasil por alguns estados em 2019
Estado Número de turistas
Bahia 152 221
Minas Gerais 54 424
Santa Catarina 200 746
Pernambuco 111 920
29vinte e nove
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 29 09/07/2021 17:37
Aprender sempre
 1 Leia a seguir um texto sobre o lixo produzido no Brasil.
Entre 2010 e 2019, a geração de lixo por dia no Brasil passou de 
cerca de 183 mil toneladas para cerca de 217 mil toneladas. 
Nesse mesmo período, São Paulo é o estado brasileiro que 
mais produziu lixo por dia, passando de cerca de 51 mil toneladas 
para 63 mil toneladas, enquanto Roraima continua sendo o estado 
que menos produziu lixo, passando de 304 toneladas para cerca 
de 454 toneladas.
Fonte de pesquisa: Abrelpe. Panorama dos resíduos sólidos no Brasil 2020. 
Disponível em: https://abrelpe.org.br/panorama/. Acesso em: 2 jun. 2021.
a. Escreva o número correspondente a:
 • 183 mil: 183 000 
 • 217 mil: 217 000 
 • 51 mil: 51 000 
 • 63 mil: 63 000 
b. Qual é o valor posicional do algarismo 2 no número 217 mil? 
Resposta possível: 200 000 unidades.
c. Você já parou para refletir sobre a quantidade de 
lixo que produzimos em um dia? Converse com os 
colegas e o professor e elabore com a turma uma 
lista de atitudes que podemos tomar para ajudar a 
diminuir a produção do lixo nas cidades. 
 2 Escreva, nos quadrinhos, V para as frases verdadeiras e F para as falsas.
F
 O número trezentos e quarenta e dois mil e sessenta e seis tem 
apenas uma classe.
V A ordem de grandeza do número quinhentos e trinta mil, cento e 
noventa e quatro é centena de milhar.
V O número três mil, duzentos e treze pertence à classe dos milhares.
F
 A ordem de grandeza do número quatrocentos e cinquenta e sete 
é unidade de milhar.
V O número setecentos e quarenta e um pertence à classe das uni-
dades simples.
Resposta pessoal.
Saber
Ser
28 vinte e oito
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 28 09/07/2021 18:32
HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NA SEÇÃO APRENDER SEMPRE
 » (EF05MA01) Ler, escrever e or-
denar números naturais até a 
ordem das centenas de milhar 
com compreensão das principais 
características do sistema de nu-
meração decimal.
 »Compor e decompor números 
naturais por meio de adições 
e de multiplicações por potên-
cias de dez.
 »Comparar números naturais até 
a ordem das centenas de milhar.
 »Representar números naturais de 
diferentes maneiras.
Orientações didáticas
 y As atividades dessa seção retomam 
alguns conteúdos trabalhados no capí-
tulo: a leitura, a escrita, a ordenação e a 
composição de números naturais, bem 
como o conceito de valor posicional. 
 y Atividade 1: Os alunos vão ler números 
de até seis algarismos no texto e deve-
rão escrevê-los usando apenas algaris-
mos. Além disso, vão identificar o valor 
posicional de determinado algarismo. 
Para verificar a compreensão do texto, 
faça perguntas como: “De quanto foi o 
aumento de lixo gerado pelo Brasil 
entre 2010 e 2019?”; “Qual foi o esta-
do brasileiro que mais produziu lixo no 
período apresentado?”; “Qual foi o es-
tado brasileiro que menos produziu lixo 
nesse período?”.
 y Atividade 2: Para ampliar essa ativida-
de, peça aos alunos que corrijam as fra-
ses falsas e compartilhem as respostas.
 y Atividade 3: Antes de iniciar essa ativi- 
dade, escreva alguns números com seis 
algarismos na lousa. Esses números 
devem ter dois algarismos iguaisem 
posições diferentes. Mostre um desses 
números à turma. Aponte para o primei-
ro algarismo repetido e pergunte: “Esse 
algarismo vale quantas unidades?”. 
Agora, aponte para o outro algarismo 
e pergunte: “E esse algarismo?”. Certi-
fique-se de que todos conseguem per-
ceber a diferença de valor entre esses 
algarismos. Em seguida, peça aos alu-
nos que realizem a atividade. Para con-
solidar a aprendizagem, escreva na lou-
sa, por exemplo, os números 596 079, 
233 785 e 642 405 e solicite aos alunos 
que decomponham esses números oral-
mente. Verifique se eles percebem que 
os algarismos repetidos têm valores di-
ferentes de acordo com a posição que 
ocupam no número. 
 y Atividade 4: Caminhe pela sala de aula 
enquanto os alunos estão realizando 
a atividade. Se necessário, dê atenção 
individual ao aluno que tiver dificulda-
de. Aproveite a oportunidade e pergun-
te se eles já foram visitar esses estados 
Tomada de decisão 
responsável
Caso os alunos não citem, co-
mente com eles a importância 
de ter uma garrafa ou um copo 
para tomar água, evitando, as-
sim, o uso de copos descartá-
veis ou a compra de água, pois, 
geralmente, a embalagem desta 
também será descartada. A re-
flexão sugerida nesse item con-
tribui para o desenvolvimento 
da competência socioemocional 
tomada de decisão responsável.
Saber
Ser
28 NúmerosCapítulo 1
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 4 O Brasil é um país que recebe turistas do mundo todo e durante o ano 
inteiro. Observe na tabela abaixo quantos turistas chegaram ao Brasil 
por alguns estados em 2019. Depois, responda às questões.
Dados obtidos em: Ministério do Turismo. Disponível em: http://www.dadosefatos.
turismo.gov.br/2016-02-04-11-53-05/item/395-anuario-estatistico-de-turismo-2020-
ano-base-2019/395-anuario-estatistico-de-turismo-2020-ano-base-2019.html. 
Acesso em: 2 jun. 2021.
a. Que centena de milhar inteira está mais próxima do número de 
turistas que chegaram ao Brasil por Santa Catarina? 200 000 
b. Qual é a ordem de grandeza do número de turistas que chegaram 
ao Brasil por Minas Gerais? Dezena de milhar. 
c. Escreva os números da tabela em ordem decrescente usando o sím-
bolo .. 200 746 . 152 221 . 111 920 . 54 424 
402 325
2 unidades de milhar ou 2 000 unidades
2 dezenas ou 20 unidades
8 unidades 
6 centenas ou 600 unidades 
8 centenas de milhar ou 800 000 unidades 
6 dezenas de milhar ou 60 000 unidades 
 3 Observe o exemplo e escreva o valor posicional dos algarismos desta-
cados nos números a seguir.
b. 362 614
a. 810 258
Chegadas de turistas no Brasil por alguns estados em 2019
Estado Número de turistas
Bahia 152 221
Minas Gerais 54 424
Santa Catarina 200 746
Pernambuco 111 920
29vinte e nove
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Aprender sempre
 1 Leia a seguir um texto sobre o lixo produzido no Brasil.
Entre 2010 e 2019, a geração de lixo por dia no Brasil passou de 
cerca de 183 mil toneladas para cerca de 217 mil toneladas. 
Nesse mesmo período, São Paulo é o estado brasileiro que 
mais produziu lixo por dia, passando de cerca de 51 mil toneladas 
para 63 mil toneladas, enquanto Roraima continua sendo o estado 
que menos produziu lixo, passando de 304 toneladas para cerca 
de 454 toneladas.
Fonte de pesquisa: Abrelpe. Panorama dos resíduos sólidos no Brasil 2020. 
Disponível em: https://abrelpe.org.br/panorama/. Acesso em: 2 jun. 2021.
a. Escreva o número correspondente a:
 • 183 mil: 183 000 
 • 217 mil: 217 000 
 • 51 mil: 51 000 
 • 63 mil: 63 000 
b. Qual é o valor posicional do algarismo 2 no número 217 mil? 
Resposta possível: 200 000 unidades.
c. Você já parou para refletir sobre a quantidade de 
lixo que produzimos em um dia? Converse com os 
colegas e o professor e elabore com a turma uma 
lista de atitudes que podemos tomar para ajudar a 
diminuir a produção do lixo nas cidades. 
 2 Escreva, nos quadrinhos, V para as frases verdadeiras e F para as falsas.
F
 O número trezentos e quarenta e dois mil e sessenta e seis tem 
apenas uma classe.
V A ordem de grandeza do número quinhentos e trinta mil, cento e 
noventa e quatro é centena de milhar.
V O número três mil, duzentos e treze pertence à classe dos milhares.
F
 A ordem de grandeza do número quatrocentos e cinquenta e sete 
é unidade de milhar.
V O número setecentos e quarenta e um pertence à classe das uni-
dades simples.
Resposta pessoal.
Saber
Ser
28 vinte e oito
020A029_AJM5_LA_PNLD23_C01.indd 28 09/07/2021 18:32 como turistas. Em caso afirmativo, peça 
a eles que compartilhem a experiência 
com os colegas. Solicite aos alunos que 
digam o valor posicional de alguns al-
garismos nos números que represen-
tam a quantidade de turistas em cada 
estado. Para isso, faça perguntas como: 
“Qual é o valor posicional de cada al-
garismo 2 no número que representa a 
quantidade de turistas da Bahia?”.
Atividades complementares
 y Disponibilize aos alunos ábacos de 
pinos e solicite que representem os 
números indicados a seguir. Se não 
houver ábacos para todos, peça que 
desenhem no caderno os ábacos com 
os números representados.
a)  5 dezenas de milhar, 4 centenas e 1 
unidade. 
50 401 
b) Oitocentos e vinte e um mil, novecen-
tos e noventa e cinco. 
821 995 
c) 1 centena de milhar, 5 unidades de mi-
lhar e 5 centenas. 
105 500
 y Leia as informações a seguir e peça aos 
alunos que escrevam os números cor-
respondentes no caderno. 
a) Tem 2 unidades de milhar a mais que 
829 345. 
831 345 
b) É o dobro de 125 418. 
250 836 
c) É metade de 621 850. 
310 925
29Números Capítulo 1
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CONCLUSÃO DO CAPÍTULO 1
Sugestões de avaliação formativa para os objetivos 
pedagógicos do capítulo
1. Levar os alunos a identificar as características do Sistema 
de Numeração Decimal.
 Neste capítulo, os alunos têm a oportunidade de retomar 
o estudo de características do Sistema de Numeração 
Decimal, reconhecendo o valor posicional dos algarismos 
e percebendo que os agrupamentos são feitos de dez em 
dez. Com o auxílio do ábaco de pinos, eles podem perce-
ber como se dão os agrupamentos que envolvem unida-
des, dezenas, centenas, unidades de milhar e dezenas de 
milhar. A realização da atividade 3 do tema “Sistema de 
Numeração Decimal” propicia aos alunos compreender a 
ideia de antecessor e de sucessor e observar as trocas 
entre dezenas e unidades. Aproveite a atividade para re-
forçar a importância do zero para o funcionamento do 
Sistema de Numeração Decimal. Discuta com os alunos 
o valor posicional do algarismo 1 na ordem das unidades 
e na ordem das dezenas de milhar, bem como dos outros 
algarismos do número 18 721. 
2. Levar os alunos a identificar o valor posicional de um 
algarismo no número.
 O tema “Valor dos algarismos em um número” retoma a 
ideia de valor posicional em números de até cinco algaris-
mos, preparando os alunos para estudar esse conceito nos 
próximos temas, com números de até seis algarismos. 
 Verifique se os alunos recordam os nomes das ordens 
(unidades, dezenas, centenas, unidades de milhar e deze-
nas de milhar) e de como os números são lidos. Na ativi-
dade 4, verifique se eles se recordam da ideia de número 
par e número ímpar, questionando quais são os algarismos 
das unidades que auxiliam na identificação desses núme-
ros. Para explorar ainda mais a ideia de valor posicional, 
complemente a atividade 5 questionando qual é o menor 
e qual é o maior número possível em cada item.
3. Auxiliar os alunos a compreender o que são os números 
naturais.
 Verifique a compreensão dos alunos a respeito dos núme-
ros naturais e de suas principais características. Reforce a 
ideia de que esses números formam uma sequência que 
inicia em zero e aumenta de uma em uma unidade sem 
que haja um último número natural, pois sempre é possível 
adicionar uma unidade ao maior número imaginável. 
 Por meio da atividade4 do tema “Os números naturais”, 
retome os conceitos de antecessor e de sucessor, apli-
cando-os aos números naturais. Os alunos podem perce-
ber a passagem de um número de cinco algarismos para 
um de seis algarismos refletindo sobre a ideia de suces-
sor, própria dos números naturais. Proponha a eles que 
criem dicas para descobrir números, como na atividade 2. 
Organize-os em pequenos grupos para que, juntos, elabo-
rem as afirmações e indiquem os números que podem ser 
a resposta dessas afirmações.
4. Promover a leitura e a escrita de números até 999 999.
 A leitura e a escrita de números até 999 999 pode ser ava-
liada por meio da atividade 5 do tema “Números de seis 
algarismos”. Depois de os alunos terem resolvido essa ati-
vidade, leia com eles os números dos itens e solicite que 
escrevam no caderno a maneira como esses números são 
lidos, para que você tenha mais evidências de como eles 
lidam com a escrita de números de seis algarismos. 
5. Auxiliar os alunos a realizar contagem, representação, 
comparação, ordenação, composição e decomposição 
de números até 999 999.
 Ao longo do capítulo, pode ser feito um acompanhamento 
de como os alunos se apropriam dos conceitos de conta-
gem, representação, comparação, ordenação, composição 
e decomposição de números até 999 999. 
 Para verificar a aprendizagem dos alunos a respeito de 
comparação e de ordenação, amplie a atividade 2 do tema 
“Comparação” solicitando que representem todos os nú-
meros dessa atividade em ordem crescente ou em ordem 
decrescente. 
 Para verificar como os alunos trabalham com a decompo-
sição de números até 999 999, solicite que escrevam os 
números da atividade 7 do tema “Números de seis algaris-
mos” utilizando multiplicações, como no exemplo a seguir.
 618 323 5 6 3 100 000 1 1 3 10 000 1 8 3 1 000 1 
1 3 3 100 1 2 3 10 1 3 3 1
6. Levar os alunos a realizar arredondamentos.
 Verifique a compreensão dos alunos a respeito da rea-
lização de arredondamentos de números com até seis 
algarismos por meio da retomada das atividades do tema 
“Arredondamento”. Proponha a eles novos critérios para 
os arredondamentos, como para a centena de milhar intei-
ra na atividade 2 ou para a dezena de milhar inteira mais 
próxima na atividade 3. 
 Uma situação que pode ser desafiadora e significativa 
para os alunos é a produção de textos jornalísticos que 
envolvam o arredondamento de dados coletados cujo 
contexto seja, por exemplo, o número de habitantes do 
município onde vivem.
7. Auxiliar os alunos a compreender a ideia de chance.
 O trabalho com a seção Probabilidade e Estatística de-
senvolve nos alunos a percepção do espaço amostral, na 
medida em que precisam descrever os resultados possí-
veis em um experimento, bem como a quantidade de pos-
sibilidades de determinado evento ocorrer. Nas atividades 
propostas, avalie se os alunos compreendem os eventos 
que têm maior ou menor chance de ocorrer, solicitando 
também que criem eventos associados aos experimentos 
apresentados. Um exemplo de questionamento que pode 
ser proposto aos alunos na atividade 2 é sobre a chance 
de o ponteiro parar em um número par ou a chance de 
parar em um número menor que 4.
29A Conclusão do capítulo 1
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30A
Objetivos pedagógicos
1. Levar os alunos a resolver adições e subtrações com o algoritmo usual e com o algoritmo da decomposição.
2. Levar os alunos a utilizar os termos da adição e da subtração.
3. Levar os alunos a compreender e a utilizar as propriedades da adição.
4. Levar os alunos a reconhecer a adição e a subtração como operações inversas.
5. Auxiliar os alunos a reconhecer que a relação de igualdade entre dois membros se mantém ao adicionar ou sub-
trair um mesmo número a cada um desses membros.
6. Auxiliar os alunos a resolver problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma igualdade com uma 
adição ou uma subtração em que um dos termos é desconhecido.
7. Auxiliar os alunos na leitura, na interpretação e na construção de gráficos de barras duplas.
8. Auxiliar os alunos a produzir um texto com base na análise de dados apresentados em um gráfico de barras 
duplas.
Competências, habilidades e objetos de conhecimento 
da BNCC trabalhados no capítulo
Ideias e conceitos-chave do capítulo
O foco deste capítulo está nas unidades temáticas 
Números e Álgebra. Há também um trabalho específico com 
a leitura, a interpretação e a construção de gráficos de bar-
ras duplas relacionado à unidade temática Probabilidade e 
Estatística.
Para que as aprendizagens propostas sejam alcançadas, 
espera-se que os alunos consigam realizar adições e subtra-
ções que envolvem números de até cinco algarismos. Caso 
alguns deles ainda apresentem dificuldades para realizar ta-
refas como as descritas, proponha algumas atividades para 
suprir essa deficiência, como resolver uma mesma adição ou 
subtração de diferentes maneiras, aproveitando para esclare-
cer eventuais dúvidas nos processos utilizados. Por exemplo, 
resolva com os alunos uma adição sem trocas usando o al-
goritmo usual e uma calculadora. Depois, resolva uma adição 
com trocas usando o algoritmo usual e o da decomposição. 
Repita o processo para subtrações. Peça também aos alu-
nos que tentem resolver as adições e as subtrações por meio 
do cálculo mental e que expliquem o raciocínio que utilizaram 
aos colegas, para que todos conheçam diferentes estratégias.
As atividades e as seções propostas foram pensadas e or-
ganizadas de modo a possibilitar aos alunos alcançar os ob-
jetivos pedagógicos listados anteriormente e, dessa maneira, 
desenvolver algumas das competências e habilidades previs-
tas na BNCC. De modo geral, as atividades trabalham com 
as diferentes maneiras de resolver problemas que envolvem 
adições e subtrações com números de até seis algarismos. 
Ao resolvê-las, os alunos ampliam o repertório de estratégias 
que podem usar para resolver essas operações. Além disso, 
as atividades trabalham com as propriedades da adição e da 
igualdade, possibilitando aos alunos compreender e utilizar 
essas propriedades.
CAPÍTULO 2 ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO
Competências gerais da Educação Básica
2 e 4.
Competências específicas da área de Matemática
2, 3 e 6.
Objetos de conhecimento da área de Matemática
 x Problemas: adição e subtração de números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita
 x Propriedades da igualdade e noção de equivalência
 x Leitura, coleta, classificação, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada, gráfico de 
colunas agrupadas, gráficos pictóricos e gráfico de linhas
Habilidades específicas da área de Matemática
EF05MA07, EF05MA10, EF05MA11 e EF05MA24.
Introdução do capítulo 2
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CAPÍTULO
2 Isabela está fazendo um trabalho 
sobre a quantidade de crianças nas-
cidas no Brasil. Durante as pesquisas 
que fez, ela encontrou a quantidade 
de meninas e de meninos nascidos 
em alguns estados do Brasil em 2019. 
Para facilitar a leitura desses dados, 
ela organizou uma tabela.
Para começo de conversa
 1 De acordo com a pesquisa feita 
por Isabela, quantas meninas nas-
ceram na Bahia em 2019? E quan-
tos meninos?
 2 Quantas crianças nasceram na 
Bahia em 2019?
 3 Quantos meninos nasceram a 
mais que meninas em São Paulo 
em 2019?
 4 Para realizar a pesquisa, Isabe-
la acessou o site do IBGE, que 
contém informações confiáveis. 
Você sabe quais são os riscos de 
acessar sites não confiáveis?
Adição e 
subtração
Saber
Ser
Veja as respostas ao lado.
31trinta e um
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Nascimentos no Brasil em 2019 
Genêro
Estado
Meninos Meninas
Amapá 7 430 7 016
Bahia 100 533 96 390
São Paulo 296 488 284 217
Paraná 78 811 74 723
Goiás 49 071 46 755
Dados obtidos em: IBGE.Disponível em: https://www.ibge.gov.br/
estatisticas/sociais/populacao/9110-estatisticas-do-registro-civil.
html?=&t=resultados. Acesso em: 2 jun. 2021.
30
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA ABERTURA
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
Orientações didáticas
 y As atividades apresentadas na abertu-
ra buscam verificar os conhecimentos 
prévios dos alunos com relação às ope-
rações de adição e de subtração. Para 
isso, os alunos serão estimulados a resol-
ver problemas de adição e de subtração 
com números naturais que envolvam nú-
meros de até seis algarismos. O trabalho 
relacionado à elaboração de problemas 
de adição e de subtração será realizado 
ainda neste capítulo. Nos capítulos 6 e 
7, os alunos vão resolver problemas de 
adição e de subtração com números 
racionais.
 y Atividades 1 a 3: Observe se os alunos 
apresentam alguma dificuldade para 
localizar os dados na tabela e, se for o 
caso, incentive-os a compartilhar as es-
tratégias utilizadas. Para que eles rea- 
lizem os cálculos, permita que utilizem 
uma folha avulsa ou oriente-os a utilizar 
o caderno. 
Para responder à atividade 1, os alunos 
devem localizar os dados na tabela da 
imagem. Já na atividade 2, eles devem 
adicionar os números 100 533 e 96 390 e, 
na atividade 3, subtrair o número 284 217 
do número 296 488. Essas atividades en-
volvem adição e subtração com números 
da ordem da centena de milhar, assuntos 
que serão estudados neste capítulo. Ob-
serve se os alunos conseguem resolver 
essas operações com o conhecimento 
que têm das operações que já estudaram 
(com números até a ordem da dezena de 
milhar). Ao final de cada atividade, peça 
a eles que expliquem como pensaram 
para resolver. Essa pode ser uma boa 
oportunidade para eles relembrarem es-
tratégias de cálculo.
30 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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CAPÍTULO
2 Isabela está fazendo um trabalho 
sobre a quantidade de crianças nas-
cidas no Brasil. Durante as pesquisas 
que fez, ela encontrou a quantidade 
de meninas e de meninos nascidos 
em alguns estados do Brasil em 2019. 
Para facilitar a leitura desses dados, 
ela organizou uma tabela.
Para começo de conversa
 1 De acordo com a pesquisa feita 
por Isabela, quantas meninas nas-
ceram na Bahia em 2019? E quan-
tos meninos?
 2 Quantas crianças nasceram na 
Bahia em 2019?
 3 Quantos meninos nasceram a 
mais que meninas em São Paulo 
em 2019?
 4 Para realizar a pesquisa, Isabe-
la acessou o site do IBGE, que 
contém informações confiáveis. 
Você sabe quais são os riscos de 
acessar sites não confiáveis?
Adição e 
subtração
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Veja as respostas ao lado.
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Nascimentos no Brasil em 2019 
Genêro
Estado
Meninos Meninas
Amapá 7 430 7 016
Bahia 100 533 96 390
São Paulo 296 488 284 217
Paraná 78 811 74 723
Goiás 49 071 46 755
Dados obtidos em: IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/
estatisticas/sociais/populacao/9110-estatisticas-do-registro-civil.
html?=&t=resultados. Acesso em: 2 jun. 2021.
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Tomada de decisão 
responsável
Ao refletir sobre as consequên- 
cias de acessar sites não con- 
fiáveis, os alunos desenvolvem 
a competência socioemocio-
nal tomada de decisão respon-
sável. Comente com eles que, 
ao utilizar sites não confiá- 
veis, além da possibilidade de 
expor as informações daque-
les que usam o computador a 
pessoas com más intenções, 
eles podem estar consumindo 
(e espalhando) fake news ou, 
ainda, contaminando o apa-
relho que utilizam com algum 
vírus. Explique a eles o que são 
fake news (notícias falsas) e 
como elas podem disseminar 
desinformação.
Saber
Ser
Respostas 
1. 96 390 meninas. 100 533 meninos.
2. 196 923 crianças.
3. 12 271 meninos.
4. Resposta pessoal.
Para complementar
Como identificar fake news? 
Disponível em: https://sites.
ufpe.br/dagi/2020/07/05/
como-identificar-fake-news/. 
Acesso em: 7 jul. 2021.
Esse artigo traz dicas de como 
identificar e evitar o comparti-
lhamento de fake news.
31Adição e subtração Capítulo 2
030A043_AJM5_MP_PNLD23_C02.indd 31 13/07/2021 11:00
http://sites.ufpe.br/dagi/2020/07/05/como-identificar-fake-news/
http://sites.ufpe.br/dagi/2020/07/05/como-identificar-fake-news/
https://sites.ufpe.br/dagi/2020/07/05/como-identificar-fake-news/
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Em qualquer adição, quando trocamos a ordem das parcelas, a soma 
não se altera. Essa é a propriedade comutativa da adição.
 • Você chegou ao mesmo resultado da atividade 1? O que você 
observou? Converse com os colegas e o professor.
 3 Veja o número de visitantes de duas outras unidades de conservação 
nacionais em 2019.
 • Qual foi a diferença entre o número de visitantes dessas duas unidades 
de conservação em 2019?
Podemos calcular essa diferença fazendo uma subtração. Complete 
o algoritmo usual abaixo e, em seguida, responda à questão.
A diferença do número de visitantes entre essas duas unidades de 
conservação foi de 252 957 visitantes em 2019.
Parque Estadual Costa do Sol, Arraial 
do Cabo, RJ. Foto de 2020.
Monumento Natural do Rio São 
Francisco, Delmiro Gouveia, AL. Foto 
de 2019. 
Reserva Extrativista Marinha Arraial 
do Cabo: 966 357 visitantes.
Monumento Natural do Rio São 
Francisco: 713 400 visitantes.
resto ou diferença
minuendo
CM DM UM C D U
9 6 6 3 5 7
7 1 3 4 0 0
 2 5 2 9 5 7 
2 subtraendo
Espera-se que os alunos cheguem ao mesmo resultado da atividade 1 e percebam que o 
resultado de 298 554 1 314 705 é o mesmo resultado de 314 705 1 298 554.
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33trinta e três
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Situações com adição e subtração
 1 Bruna fez uma pesquisa para descobrir o número de visitantes em algu-
mas unidades de conservação nacionais em 2019. Veja os dados que ela 
encontrou.
De acordo com a pesquisa de Bruna, quantos visitantes o Parque Na-
cional Marinho de Fernando de Noronha recebeu em 2019?
Para saber o número de visitantes desse parque, é preciso calcular o 
resultado de 314 705 1 298 554. Acompanhe como efetuar essa adição 
de duas maneiras diferentes e, depois, complete.
 • Decompondo os números:
 • Usando o algoritmo usual:
O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha recebeu 
 613 259 visitantes em 2019.
 2 Calcule o resultado de 298 554 1 314 705 usando o algoritmo usual. 
 314 705 5 300 000  1 10 000  1  4 000 1 700 1 00 1 5
298 554 5 200 000  1 90 000  1 8 000 1 500 1 50 1 4
 500 000 1 100 000 1 12 000 1 1 200 1 50 1 9 5 613 259 
1
parcela
parcela
soma ou total
CM DM UM C D U
3 1 4 7 0 5
2 9 8 5 5 4
 6 1 3 2 5 9 
1
1
CM DM UM C D U
2 9 8 5 5 4
3 1 4 7 0 5
 6 1 3 2 5 9 
1
1
1 1
1 1
Em 2019, o Parque Nacional Marinho de 
Fernando de Noronha recebeu 
298 554 visitantes a mais que a Área de 
Proteção Ambiental da Costa dos Corais, 
que recebeu 314 705 visitantes.E
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32 trinta e dois
030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 32 09/07/21 11:24Orientações didáticas 
 y Nas atividades desse tema, os alunos 
vão resolver e elaborar problemas de 
adição e subtração utilizando o ábaco, 
o cálculo mental, o algoritmo usual e o 
da decomposição. Além disso, vão re-
tomar algumas dessas estratégias de 
cálculo explorando a propriedade co-
mutativa, a propriedade associativa e a 
do elemento neutro da adição.
 y Antes de trabalhar as atividades dessaspáginas, escreva na lousa uma adição 
de três parcelas. Veja um exemplo a 
seguir.
 Peça aos alunos que copiem a adição 
no caderno e expliquem o que signi-
ficam os números 1 e 2 pequenos que 
estão na parte de cima do algoritmo. 
Verifique se eles compreendem que o 2 
se refere a 20 dezenas trocadas por 2 
centenas e que o 1 se refere a 10 cen-
tenas trocadas por 1 unidade de milhar. 
 y Atividade 1: Nessa atividade, são reto-
mados os termos da adição e duas es-
tratégias para o cálculo de adições: a de-
composição das parcelas em ordens e 
o algoritmo usual. Observe se os alunos 
sentem alguma dificuldade em acom-
panhar o que está sendo feito em cada 
uma das estratégias apresentadas e 
intervenha caso considere necessário.
 y Atividade 2: Nessa atividade, é pro-
posto o mesmo cálculo da atividade 1, 
porém com a posição das parcelas tro-
cada no algoritmo usual. A ideia é reto-
mar a propriedade comutativa da adi-
HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “SITUAÇÕES COM 
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO”
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 »Compreender e utilizar as pro-
priedades da adição.
 1 2
 1 4 2 6 0
 3 5 9 2
 2 1 1 8 6
 3 9 0 3 8
DCUMDM U
1
32 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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Em qualquer adição, quando trocamos a ordem das parcelas, a soma 
não se altera. Essa é a propriedade comutativa da adição.
 • Você chegou ao mesmo resultado da atividade 1? O que você 
observou? Converse com os colegas e o professor.
 3 Veja o número de visitantes de duas outras unidades de conservação 
nacionais em 2019.
 • Qual foi a diferença entre o número de visitantes dessas duas unidades 
de conservação em 2019?
Podemos calcular essa diferença fazendo uma subtração. Complete 
o algoritmo usual abaixo e, em seguida, responda à questão.
A diferença do número de visitantes entre essas duas unidades de 
conservação foi de 252 957 visitantes em 2019.
Parque Estadual Costa do Sol, Arraial 
do Cabo, RJ. Foto de 2020.
Monumento Natural do Rio São 
Francisco, Delmiro Gouveia, AL. Foto 
de 2019. 
Reserva Extrativista Marinha Arraial 
do Cabo: 966 357 visitantes.
Monumento Natural do Rio São 
Francisco: 713 400 visitantes.
resto ou diferença
minuendo
CM DM UM C D U
9 6 6 3 5 7
7 1 3 4 0 0
 2 5 2 9 5 7 
2 subtraendo
Espera-se que os alunos cheguem ao mesmo resultado da atividade 1 e percebam que o 
resultado de 298 554 1 314 705 é o mesmo resultado de 314 705 1 298 554.
1
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33trinta e três
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Situações com adição e subtração
 1 Bruna fez uma pesquisa para descobrir o número de visitantes em algu-
mas unidades de conservação nacionais em 2019. Veja os dados que ela 
encontrou.
De acordo com a pesquisa de Bruna, quantos visitantes o Parque Na-
cional Marinho de Fernando de Noronha recebeu em 2019?
Para saber o número de visitantes desse parque, é preciso calcular o 
resultado de 314 705 1 298 554. Acompanhe como efetuar essa adição 
de duas maneiras diferentes e, depois, complete.
 • Decompondo os números:
 • Usando o algoritmo usual:
O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha recebeu 
 613 259 visitantes em 2019.
 2 Calcule o resultado de 298 554 1 314 705 usando o algoritmo usual. 
 314 705 5 300 000  1 10 000  1  4 000 1 700 1 00 1 5
298 554 5 200 000  1 90 000  1 8 000 1 500 1 50 1 4
 500 000 1 100 000 1 12 000 1 1 200 1 50 1 9 5 613 259 
1
parcela
parcela
soma ou total
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3 1 4 7 0 5
2 9 8 5 5 4
 6 1 3 2 5 9 
1
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CM DM UM C D U
2 9 8 5 5 4
3 1 4 7 0 5
 6 1 3 2 5 9 
1
1
1 1
1 1
Em 2019, o Parque Nacional Marinho de 
Fernando de Noronha recebeu 
298 554 visitantes a mais que a Área de 
Proteção Ambiental da Costa dos Corais, 
que recebeu 314 705 visitantes.E
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32 trinta e dois
030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 32 09/07/21 11:24 ção de maneira investigativa. Se julgar 
oportuno, proponha outras adições 
com números da ordem dos milhares 
para que os alunos possam resolver 
trocando a ordem das parcelas e, en-
tão, verificar a propriedade comutati-
va da adição.
 y Antes de explorar a atividade 3, escre-
va na lousa uma subtração. Caso você 
tenha proposto uma adição antes de 
iniciar o trabalho com esse tema, 
de preferência utilize o resultado des-
sa adição (39 038 no exemplo dado) 
como minuendo.
 8 9 
 3 9 10 13 8
 2 0 3 7 5
 1 8 6 6 3
DCUMDM U
2
 Novamente, solicite aos alunos que 
copiem a subtração no caderno e per-
gunte: “O que indica o 1 pequeno na 
coluna das dezenas?”, “O que significa 
o 8 pequeno na coluna das unidades 
de milhar?”. Verifique se eles perce-
bem que, como não é possível subtrair 
7 dezenas de 3 dezenas, é necessário 
trocar 1 centena por 10 dezenas. Mas, 
como há 0 centena, troca-se uma das 
9 unidades de milhar por 10 centenas e 
uma dessas centenas por 10 dezenas. 
Assim, obtemos 13 dezenas, 9 centenas 
e 8 unidades de milhar. Peça aos alunos 
que registrem a operação no caderno.
 y Atividade 3: Nesse momento serão re-
tomados os termos da subtração e o 
algoritmo usual da subtração. Caminhe 
pela sala de aula e observe se os alunos 
sentem dificuldade em completar as la-
cunas do algoritmo proposto. Amplie a 
atividade propondo que resolvam no 
caderno a mesma subtração decom-
pondo os números.
33Adição e subtração Capítulo 2
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 6 Calcule mentalmente as adições a seguir.
a. 493 442 1 0 5 493 442 
b. 0 1 888 888 5 888 888 
c. 0 1 900 000 5 900 000 
d. 111 111 1 0 5 111 111 
 • O que você observa quando adicionamos zero a qualquer nú-
mero? Converse com os colegas e o professor.
Quando realizamos uma adição de duas parcelas e uma das 
parcelas é zero, a soma será igual à outra parcela. Por isso, dizemos 
que o zero é o elemento neutro da adição.
alunos percebam que, ao adicionar 0 a qualquer número, o resultado é o próprio número.
 7 Em cada ábaco, está indicada uma etapa de cálculo de uma operação. 
Observe os ábacos e escreva a operação representada em cada item.
a. 
263 290 1 53 989 5 317 279
b. 
Espera-se que os 
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987 654 2 846 550 5 141 104
 8 Elabore um problema que envolva pelo menos uma operação de adi-
ção ou de subtração. Depois, troque de livro com um colega para que, 
no caderno, um resolva o problema elaborado pelo outro. 
Respostas pessoais.
 
35trinta e cinco
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CM DM UM C D U
3 1 5 8 7 1
2 8 7 6 7 4
6 0 3 5 4 5
CM DM UM C D U
6 0 3 5 4 5
1 4 8 1 2 7
7 5 1 6 7 2
CM DM UM C D U
4 6 3 9 9 8
2 8 7 6 7 4
7 5 1 6 7 2
CM DM UM C D U
3 1 5 8 7 1
1 4 8 1 2 7
4 6 3 9 9 8
1
1
1
 5 Calcule o resultado de 315 871 1 148 127 1 287 674 de duas maneiras 
diferentes. 
1a maneira 2a maneira
1
1 1 1 1 1
1 1 1 1 1 11
Cálculos possíveis:
Em qualquer adição, quando associamos as parcelas de modos dife-
rentes, a soma não se altera. Essa é a propriedade associativa da adição.
 • É possível calcular o resultado de 263 290 1 218 124 1 137 512 
agrupando as parcelas de um modo diferente de como Bruna 
e Caio fizeram? Converse com os colegas e o professor. *
 4 Observe como Bruna e Caio pensaram para calcular o resultado de 
263 290 1 218 124 1 137 512.
* Sim. É possível trocar a ordem das parcelas e associá-las de outra maneira; por 
exemplo: (263 290 + 137 512) + 218 124
(263 290 1 218 124) 1 137 512 5
5 481 414 1 137 512 5
5 618 926
263 290 1 (218 124 1 137 512) 5
5 263 290 1 355 636 5
5 618 926
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Primeiro,calculo 
o resultado de 
263 290 1 218 124. 
Em seguida, adiciono 
137 512 ao resultado 
encontrado. Primeiro, 
calculo o resultado de 
218 124 1 137 512. 
Em seguida, adiciono 
263 290 ao resultado 
encontrado. 
Quando existe mais de uma operação em um cálculo, usam-se 
parênteses para indicar qual delas deve ser feita primeiro.
34 trinta e quatro
030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 34 09/07/21 11:24 y Atividade 4: Leia a atividade com os 
alunos e certifique-se de que eles com-
preenderam o uso dos parênteses. O 
objetivo da atividade é retomar a pro-
priedade associativa da adição.
 y Atividade 5: Os alunos devem utilizar 
o conhecimento sobre a propriedade 
associativa para responder à atividade. 
Incentive-os a compartilhar as estraté-
gias utilizadas. Se julgar oportuno, peça 
a eles que escrevam a expressão efe- 
tuada com o uso de parênteses.
 y Atividade 6: Essa atividade trabalha 
com o elemento neutro da adição. Ob-
serve se os alunos percebem que, nos 
casos em que uma das parcelas da 
soma de dois números é zero, eles não 
precisam realizar a operação, pois o 
resultado será sempre igual à parcela 
que não é zero.
 y Atividade 7: Os alunos devem observar 
a sequência dos ábacos apresentada 
em cada item e, então, identificar a ope-
ração realizada. No item a, trata-se de 
uma adição e, no item b, de uma subtra-
ção. Solicite aos alunos que expliquem 
como perceberam a qual operação se 
referia cada representação. Espera-se 
que eles tenham observado o sentido 
da seta azul ou comparado os números 
representados no primeiro e no último 
ábaco. Incentive-os a narrar as etapas 
de cada cálculo. No item a, os alunos 
podem dizer, por exemplo: “Represen-
tou-se o número 263 290. Depois, fo-
ram adicionadas nove argolas no pino 
das unidades, oito argolas no pino das 
dezenas, nove argolas no pino das cen-
tenas, três argolas no pino das unidades 
de milhar e cinco argolas no pino das 
dezenas de milhar, isto é, foi adicionado 
o número 53 989. Por fim, trocaram-
-se dez argolas do pino das dezenas 
por uma argola no pino das centenas, 
dez argolas do pino das centenas por 
uma argola no pino das unidades de mi-
lhar e dez argolas do pino das dezenas 
de milhar por uma argola no pino das 
centenas de milhar, obtendo-se o nú-
mero 317 279”. No item b, por sua vez, os 
alunos podem dizer: “Representou-se 
o número 987 654. Foram retiradas cin-
34 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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 6 Calcule mentalmente as adições a seguir.
a. 493 442 1 0 5 493 442 
b. 0 1 888 888 5 888 888 
c. 0 1 900 000 5 900 000 
d. 111 111 1 0 5 111 111 
 • O que você observa quando adicionamos zero a qualquer nú-
mero? Converse com os colegas e o professor.
Quando realizamos uma adição de duas parcelas e uma das 
parcelas é zero, a soma será igual à outra parcela. Por isso, dizemos 
que o zero é o elemento neutro da adição.
alunos percebam que, ao adicionar 0 a qualquer número, o resultado é o próprio número.
 7 Em cada ábaco, está indicada uma etapa de cálculo de uma operação. 
Observe os ábacos e escreva a operação representada em cada item.
a. 
263 290 1 53 989 5 317 279
b. 
Espera-se que os 
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987 654 2 846 550 5 141 104
 8 Elabore um problema que envolva pelo menos uma operação de adi-
ção ou de subtração. Depois, troque de livro com um colega para que, 
no caderno, um resolva o problema elaborado pelo outro. 
Respostas pessoais.
 
35trinta e cinco
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CM DM UM C D U
3 1 5 8 7 1
2 8 7 6 7 4
6 0 3 5 4 5
CM DM UM C D U
6 0 3 5 4 5
1 4 8 1 2 7
7 5 1 6 7 2
CM DM UM C D U
4 6 3 9 9 8
2 8 7 6 7 4
7 5 1 6 7 2
CM DM UM C D U
3 1 5 8 7 1
1 4 8 1 2 7
4 6 3 9 9 8
1
1
1
 5 Calcule o resultado de 315 871 1 148 127 1 287 674 de duas maneiras 
diferentes. 
1a maneira 2a maneira
1
1 1 1 1 1
1 1 1 1 1 11
Cálculos possíveis:
Em qualquer adição, quando associamos as parcelas de modos dife-
rentes, a soma não se altera. Essa é a propriedade associativa da adição.
 • É possível calcular o resultado de 263 290 1 218 124 1 137 512 
agrupando as parcelas de um modo diferente de como Bruna 
e Caio fizeram? Converse com os colegas e o professor. *
 4 Observe como Bruna e Caio pensaram para calcular o resultado de 
263 290 1 218 124 1 137 512.
* Sim. É possível trocar a ordem das parcelas e associá-las de outra maneira; por 
exemplo: (263 290 + 137 512) + 218 124
(263 290 1 218 124) 1 137 512 5
5 481 414 1 137 512 5
5 618 926
263 290 1 (218 124 1 137 512) 5
5 263 290 1 355 636 5
5 618 926
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Primeiro, calculo 
o resultado de 
263 290 1 218 124. 
Em seguida, adiciono 
137 512 ao resultado 
encontrado. Primeiro, 
calculo o resultado de 
218 124 1 137 512. 
Em seguida, adiciono 
263 290 ao resultado 
encontrado. 
Quando existe mais de uma operação em um cálculo, usam-se 
parênteses para indicar qual delas deve ser feita primeiro.
34 trinta e quatro
030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 34 09/07/21 11:24 co argolas do pino das dezenas, cinco 
argolas do pino das centenas, seis ar-
golas do pino das unidades de milhar, 
quatro argolas no pino das dezenas de 
milhar e oito argolas do pino das cen-
tenas de milhar, correspondentes ao 
número 846 550. O resultado apresen-
tado foi 141 104.”.
 y Atividade 8: Após a realização da ati-
vidade, converse com os alunos sobre 
as dificuldades encontradas, que tanto 
podem ocorrer na elaboração do pro-
blema como na compreensão do enun-
ciado elaborado pelo colega e em sua 
resolução.
35Adição e subtração Capítulo 2
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a. Use uma calculadora para obter o resultado de:
467 953 1 309 077 5 777 030    777 030 2 467 953 5 309 077 
b. As operações que João e Laís estão fazendo podem auxiliá-los 
na conferência da subtração 777 030 2 309 077 5 467 953? 
Converse com os colegas e o professor. Sim.
 5 Agora, faça como João e Laís: verifique se o resultado das subtrações a 
seguir está correto escrevendo uma adição e uma subtração. Faça os 
cálculos das operações que você escrever. Cálculos possíveis:
a. 507 405 2 299 809 5 207 596 b. 704 958 2 310 019 5 394 939
 4 Agora, observe como João e Laís estão conferindo se o resultado da 
subtração 777 030 2 309 077 5 467 953 está correto.
207 596 1 299 809 5 507 405
507 405 2 207 596 5 299 809
O resultado está correto.
394 939 1 310 019 5 704 958
704 958 2 394 939 5 310 019
O resultado está correto.
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37trinta e sete
030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 37 09/07/21 11:24
a. Use uma calculadora para obter o resultado de:
123 365 2 23 909 5 99 456 123 365 2 99 456 5 23 909 
b. As operações que João e  Laís estão fazendo podem auxiliá-los na 
conferência do resultado da adição 23 909 1 99 456 5 123 365? 
Converse com os colegas e o professor. Sim.
Relacionando a adição e a subtração
 1 Faça os cálculos a seguir usando uma calculadora e, depois, registre os 
resultados.
a. 5 789 1 2 987 5 8 776 
b. 2 987 1 5 789 5 8 776 
c. 8 776 2 5 789 5 2 987 
d. 8 776 2 2 987 5 5 789 
 2 Com base nos itens da atividade 1, classifique cada afirmação a seguir 
em verdadeira (V) ou falsa (F). Depois, corrija as falsas.
V
 O resto da subtração do item d é uma das parcelas da adição do 
item a.
 
F O minuendo da subtração do item c é uma das parcelas da adição 
do item b.
O minuendo da subtração do item c é a soma da adição dos itens a e b. Ou: O
subtraendo da subtração do item c é uma das parcelas da adição dos itens a e b.
 3 Observe como João e Laís estão conferindo se o resultado da adição 
23 909 1 99 456 5 123 365 está correto.
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “RELACIONANDO A 
ADIÇÃO E A SUBTRAÇÃO”
 » (EF05MA07)Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 »Calcular o resultado de adições e 
de subtrações utilizando diferen-
tes estratégias.
 »Reconhecer adição e subtração 
como operações inversas.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver esse tema.
 y Peça com antecedência à turma que 
leve calculadoras simples para a sala 
de aula ou, se possível, disponibilize 
algumas para grupos de três ou quatro 
alunos.
 y Leia a atividade 1 para os alunos e peça 
que façam os cálculos solicitados. Ve-
rifique se eles percebem que não é 
necessário efetuar todas as operações.
 y Retome a nomenclatura dos termos 
da adição e da subtração, escrevendo 
na lousa uma adição e uma subtração 
com as indicações dos termos dessas 
operações, para que os alunos possam 
consultá-las ao resolver a atividade 2.
 y Seguindo as orientações didáticas, soli-
cite aos alunos que façam as atividades 
3 e 4 e, depois, converse com eles so-
bre as descobertas feitas no item b de 
cada uma delas.
 y Em seguida, peça que façam a ativida-
de 5 e siga as orientações didáticas.
Orientações didáticas
 y As atividades dessas páginas possibili-
tam aos alunos resolver problemas com 
o intuito de reconhecer a adição e a sub-
tração como operações inversas. Para 
isso, eles vão utilizar diferentes procedi-
mentos de cálculo de adição e de sub-
tração de números naturais.
 y Atividade 1: Os três números que apa-
recem no item a são o mesmos que 
aparecem no item b; o mesmo aconte-
ce com os números dos itens c e d. Ca-
sos os alunos não percebam isso, faça 
questionamentos que os levem a veri-
ficar que se tratam dos mesmos núme-
ros, mas em posições diferentes. 
36 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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a. Use uma calculadora para obter o resultado de:
467 953 1 309 077 5 777 030    777 030 2 467 953 5 309 077 
b. As operações que João e Laís estão fazendo podem auxiliá-los 
na conferência da subtração 777 030 2 309 077 5 467 953? 
Converse com os colegas e o professor. Sim.
 5 Agora, faça como João e Laís: verifique se o resultado das subtrações a 
seguir está correto escrevendo uma adição e uma subtração. Faça os 
cálculos das operações que você escrever. Cálculos possíveis:
a. 507 405 2 299 809 5 207 596 b. 704 958 2 310 019 5 394 939
 4 Agora, observe como João e Laís estão conferindo se o resultado da 
subtração 777 030 2 309 077 5 467 953 está correto.
207 596 1 299 809 5 507 405
507 405 2 207 596 5 299 809
O resultado está correto.
394 939 1 310 019 5 704 958
704 958 2 394 939 5 310 019
O resultado está correto.
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37trinta e sete
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a. Use uma calculadora para obter o resultado de:
123 365 2 23 909 5 99 456 123 365 2 99 456 5 23 909 
b. As operações que João e  Laís estão fazendo podem auxiliá-los na 
conferência do resultado da adição 23 909 1 99 456 5 123 365? 
Converse com os colegas e o professor. Sim.
Relacionando a adição e a subtração
 1 Faça os cálculos a seguir usando uma calculadora e, depois, registre os 
resultados.
a. 5 789 1 2 987 5 8 776 
b. 2 987 1 5 789 5 8 776 
c. 8 776 2 5 789 5 2 987 
d. 8 776 2 2 987 5 5 789 
 2 Com base nos itens da atividade 1, classifique cada afirmação a seguir 
em verdadeira (V) ou falsa (F). Depois, corrija as falsas.
V
 O resto da subtração do item d é uma das parcelas da adição do 
item a.
 
F O minuendo da subtração do item c é uma das parcelas da adição 
do item b.
O minuendo da subtração do item c é a soma da adição dos itens a e b. Ou: O
subtraendo da subtração do item c é uma das parcelas da adição dos itens a e b.
 3 Observe como João e Laís estão conferindo se o resultado da adição 
23 909 1 99 456 5 123 365 está correto.
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030A037_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 36 09/07/21 11:24 y Atividade 2: Incentive os alunos a com-
partilhar a justificativa dada para a afir-
mação falsa e aproveite para verificar e 
fazer possíveis correções no vocabulá-
rio utilizado por eles. 
 y Atividades 3 e 4: Espera-se que os alu-
nos percebam que as operações reali-
zadas por João e Laís podem ser usadas 
para fazer as conferências solicitadas. 
Essas atividades relacionam a adição e 
a subtração como operações inversas. 
No item b da atividade 3, observe se os 
alunos percebem que João e Laís pen-
saram do mesmo modo, mas utilizaram 
parcelas diferentes: eles subtraíram do 
resultado da adição (123 365) o valor de 
uma das parcelas (João subtraiu 23 909 
e Laís, 99 456) e obtiveram a outra par-
cela da adição (João obteve 99 456 e 
Laís, 23 909). Já no item b da atividade 4, 
eles utilizaram estratégias diferentes: 
João adicionou o resultado da subtra-
ção (467 953) ao subtraendo (309 077) 
e obteve o minuendo (777 030); e Laís 
subtraiu do minuendo (777 030) o resul-
tado da subtração (467 953) e obteve o 
subtraendo (309 077).
 Caso perceba que os alunos sentem al-
guma dificuldade em compreender as 
ideias propostas nessas atividades, faça 
perguntas como: “Dado o resultado 
de uma adição e uma das parcelas, 
como podemos obter a outra parcela?”, 
“Dado o resultado de uma subtração e 
o minuendo, como podemos encontrar 
o subtraendo?”. Aproveite o uso da cal-
culadora e proponha essas situações 
com outros valores.
 y Atividade 5: Use essa atividade para 
verificar os conhecimentos adquiridos 
pelos alunos nessas páginas. Caminhe 
pela sala de aula enquanto eles resol-
vem a atividade e, caso considere ne-
cessário, faça intervenções. Por fim, 
incentive-os a compartilhar as estraté-
gias que utilizaram e reforce que existe 
mais de uma maneira de fazer as verifi-
cações propostas.
Atividade complementar
 y Proponha a seguinte atividade 
aos alunos e deixe que eles utili-
zem a calculadora para resolvê-la.
 Copie cada item a seguir no ca-
derno e complete as operações 
substituindo o símbolo  pelo 
sinal de 1 ou de 2. 
 a) 39 653  15 678 5 23 975
 b) 15 678  23 975 5 39 653
 c) 900 867  132 878 5 
5 767 989
 d) 900 867  767 989 5 
5 132 878
 Espera-se que os alunos respon-
dam, respectivamente, com os 
sinais de 2, 1, 2 e 2.
 O objetivo dessa atividade é ve-
rificar se eles percebem que, se o 
resultado da operação for maior 
que as duas parcelas, trata-se de 
uma adição e, se o resultado for 
menor que a primeira parcela, 
então se trata de uma subtração.
37Adição e subtração Capítulo 2
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 3 Veja o que Jéssica está falando.
Também sei que 
88 1 12 5 137 2 37. 
Adicionando 26 unidades a 
cada um dos membros dessa 
igualdade, tenho:
88 1 12 1 26 5 137 2 37 1 26
 100 1 26 5 100 1 26
 126 5 126
A igualdade se 
manteve verdadeira.
Sei que 
74 1 20 5 50 1 44. 
Subtraindo 15 unidades 
de cada um dos membros dessa 
igualdade, tenho:
74 1 20 2 15 5 50 1 44 2 15
94 2 15 5 94 2 15
79 5 79
A igualdade se 
manteve verdadeira.
Uma igualdade se mantém verdadeira quando adicionamos ou 
subtraímos de cada membro o mesmo número.
Agora, complete as igualdades abaixo para que elas se mantenham ver-
dadeiras.
a. 70 1  15  5 55 1 30
70 1 15 1 20 5 55 1 30 1 20 
 85 1 20 5 85 1 20 
 105 5 105 
b. 98 2 48 5 25 1 25
98 2 48 1 13 5 25 1 25 1 13 
 50 1 13 5 50 1 13 
 63 5 63 
O que você faz com uma ideia?, de Kobi Yamada. Editora Vooinho.
Você já teve uma ideia para resolver um problema ou criar algo novo? 
As ideias podem ser esquisitas ou difíceis, mas, nesse livro, você vai 
ver que mesmo as ideias mais malucas podem ter um lindo resultado.
Para explorar
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Rc. 42 1 50 5 60 1 32
42 1 50 2 22 5 60 1 32 2 22 
 92 2 22 5 92 2 22 
 70 5 70 
d. 56 1 14 5 83 2 13
56 1 14 2 35 5 83 2 13 2 35 
 70 2 35 5 70 2 35 
 35 5 35 
39trinta e nove
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a. Calcule o resultado de 150 1 835 1 14 e de 985 1 14 e, depois, 
responda à pergunta de Juliana.
 150 1 835 1 14 5 999
 985 1 14 5 999
Sim, o resultado das duas operações é igual.
b. Se Juliana tivesse subtraído 14 unidades de 150 1 835 e 
subtraído 14 unidades de 985, ela teria obtido resultados iguais 
ou diferentes? Converse com os colegas e o professor. 
 2 Pedro e Carla saíram para comprar roupas. Pedro comprou uma calça 
de 41 reais e uma camiseta de 27 reais, e Carla comprou uma blusa de 
35 reais e uma camiseta de 33 reais. 
a. Quantos reais cada um gastou? 
Mais adição e subtração
 1 Leia o que Juliana está dizendo.
Juliana teria obtido resultados iguais. 
 41 1 27 5 35 1 33
 68 5 68 
Será que se eu 
adicionar 14 unidades a 
150 1 835, vou obter 
o mesmo resultado
que se eu adicionar 
14 unidades a 985?
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Cada um gastou 68 reais. 
b. Pedro e Carla gastaram a mesma quantia em suas compras. Então, 
podemos escrever a seguinte igualdade: 41 1 27 5 35 1 33, em que 
41 1 27 é o primeiro membro da igualdade e 35 1 33 é o segundo 
membro da igualdade. Agora, complete o esquema com o resultado 
de cada membro dessa igualdade.
Cálculos possíveis:
Pedro: 41 1 27 5 68
Carla: 35 1 33 5 68
38 trinta e oito
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HABILIDADES DESENVOLVIDAS 
NO TEMA “MAIS ADIÇÃO E 
SUBTRAÇÃO”
 » (EF05MA07) Resolver e elabo-
rar problemas de adição e sub-
tração com números naturais e 
com números racionais, cuja re-
presentação decimal seja finita, 
utilizando estratégias diversas, 
como cálculo por estimativa, cál-
culo mental e algoritmos.
 » (EF05MA10) Concluir, por meio 
de investigações, que a rela- 
ção de igualdade existente entre 
dois membros permanece ao adi-
cionar, subtrair, multiplicar ou divi-
dir cada um desses membros por 
um mesmo número, para cons-
truir a noção de equivalência.
Orientações didáticas
 y O objetivo das atividades dessas pági- 
nas é que os alunos concluam, por meio 
de investigações, que a relação de igual-
dade entre dois membros se mantém ao 
adicionar ou subtrair um mesmo núme-
ro a cada um desses membros, e, assim, 
construam a noção de equivalência.
 Esse mesmo trabalho será desenvolvi-
do com as operações de multiplicação 
e divisão nos capítulos 3 e 5, respecti-
vamente.
 Além disso, nas atividades propostas 
nessas páginas, os alunos vão calcular 
adições e subtrações utilizando dife-
rentes estratégias.
 y Atividade 1: O objetivo dessa atividade 
é iniciar a compreensão do significado 
de equivalência. Proponha que o item b 
seja resolvido de maneira coletiva e 
registre na lousa as operações que os 
alunos devem fazer:
 150 1 835 2 14 5 985 2 14 5 971
 985 2 14 5 971
 Por fim, pergunte aos alunos se conside- 
ram as seguintes sentenças como ver-
dadeiras:
 150 1 835 1 14 5 985 1 14
 150 1 835 2 14 5 985 2 14
 y Atividade 2: Verifique se os alunos per- 
cebem que, se:
41 1 27 5 68
e
35 1 33 5 68
então é possível estabelecer a relação de 
equivalência:
41 1 27 5 35 1 33
 Certifique-se de que os alunos com-
preenderam o significado de primeiro 
e de segundo membro. Caso conside-
re pertinente, faça na lousa o seguinte 
esquema: 
41 1 27 5 35 1 33
1o membro 2o membro
 y Atividade 3: Leia os balões de fala da 
personagem com os alunos. É possível 
38 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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 3 Veja o que Jéssica está falando.
Também sei que 
88 1 12 5 137 2 37. 
Adicionando 26 unidades a 
cada um dos membros dessa 
igualdade, tenho:
88 1 12 1 26 5 137 2 37 1 26
 100 1 26 5 100 1 26
 126 5 126
A igualdade se 
manteve verdadeira.
Sei que 
74 1 20 5 50 1 44. 
Subtraindo 15 unidades 
de cada um dos membros dessa 
igualdade, tenho:
74 1 20 2 15 5 50 1 44 2 15
94 2 15 5 94 2 15
79 5 79
A igualdade se 
manteve verdadeira.
Uma igualdade se mantém verdadeira quando adicionamos ou 
subtraímos de cada membro o mesmo número.
Agora, complete as igualdades abaixo para que elas se mantenham ver-
dadeiras.
a. 70 1  15  5 55 1 30
70 1 15 1 20 5 55 1 30 1 20 
 85 1 20 5 85 1 20 
 105 5 105 
b. 98 2 48 5 25 1 25
98 2 48 1 13 5 25 1 25 1 13 
 50 1 13 5 50 1 13 
 63 5 63 
O que você faz com uma ideia?, de Kobi Yamada. Editora Vooinho.
Você já teve uma ideia para resolver um problema ou criar algo novo? 
As ideias podem ser esquisitas ou difíceis, mas, nesse livro, você vai 
ver que mesmo as ideias mais malucas podem ter um lindo resultado.
Para explorar
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c. 42 1 50 5 60 1 32
42 1 50 2 22 5 60 1 32 2 22 
 92 2 22 5 92 2 22 
 70 5 70 
d. 56 1 14 5 83 2 13
56 1 14 2 35 5 83 2 13 2 35 
 70 2 35 5 70 2 35 
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a. Calcule o resultado de 150 1 835 1 14 e de 985 1 14 e, depois, 
responda à pergunta de Juliana.
 150 1 835 1 14 5 999
 985 1 14 5 999
Sim, o resultado das duas operações é igual.
b. Se Juliana tivesse subtraído 14 unidades de 150 1 835 e 
subtraído 14 unidades de 985, ela teria obtido resultados iguais 
ou diferentes? Converse com os colegas e o professor. 
 2 Pedro e Carla saíram para comprar roupas. Pedro comprou uma calça 
de 41 reais e uma camiseta de 27 reais, e Carla comprou uma blusa de 
35 reais e uma camiseta de 33 reais. 
a. Quantos reais cada um gastou? 
Mais adição e subtração
 1 Leia o que Juliana está dizendo.
Juliana teria obtido resultados iguais. 
 41 1 27 5 35 1 33
 68 5 68 
Será que se eu 
adicionar 14 unidades a 
150 1 835, vou obter 
o mesmo resultado
que se eu adicionar 
14 unidades a 985?
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Cada um gastou 68 reais. 
b. Pedro e Carla gastaram a mesma quantia em suas compras. Então, 
podemos escrever a seguinte igualdade: 41 1 27 5 35 1 33, em que 
41 1 27 é o primeiro membro da igualdade e 35 1 33 é o segundo 
membro da igualdade. Agora, complete o esquema com o resultado 
de cada membro dessa igualdade.
Cálculos possíveis:
Pedro: 41 1 27 5 68
Carla: 35 1 33 5 68
38 trinta e oito
038A043_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 38 09/07/21 11:31 que alguns deles tenham dificuldade em 
compreender a relação de equivalência 
apresentada no balão da direita, pois 
no primeiro membro há uma operação 
de adição e, no segundo, uma opera-
ção de subtração. Se julgar apropriado, 
peça a eles que resolvam as operações 
em cada um dos membros para verificar 
que elas são válidas: 
100  5  100
88 1 12 5 137 2 37
 Quando os alunos terminarem de resol-
ver os itens, leia com eles o texto des-
tacado no quadro e verifique se eles o 
compreenderam.
O sinal de igualdade e seus 
significados
Em um artigo publicado em 1981, 
Kieran identifica três significados 
que o sinal de igualdade assume na 
matemática escolar: os significados 
relacional, operacional e de equiva-
lência*. Neste trabalho, Kieran aponta 
que o significado operacional apare-
ce primeiro na educação escolar e 
predomina sobre o significado de 
equivalência, sendo que, muitas ve-
zes, este último não é compreendido 
pelos estudantes ao longo de todo o 
Ensino Fundamental.
Kieran (1981) argumenta que, 
matematicamente falando, o sinal 
de igualdade sempre indica uma 
equivalência, mas que dentro da 
matemática escolar, dada a manei-
ra como as operações aritméticas 
são introduzidas e trabalhadas 
nas escolas primárias – o equiva- 
lente ao nosso EFI – o significa-
do operacional é desenvolvido e 
prevalece nos anos iniciais. Um 
exemplo são os exercícios da forma 
3 1 4 5 u, nos quais o sinal de 
igualdadematemáticos para compreender e atuar no mundo.
3. Compreender as relações entre conceitos e 
procedimentos dos diferentes campos da Matemática 
(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e 
Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, 
sentindo segurança quanto à própria capacidade 
de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, 
desenvolvendo a autoestima e a perseverança na 
busca de soluções.
4. Fazer observações sistemáticas de aspectos 
quantitativos e qualitativos presentes nas práticas 
sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, 
representar e comunicar informações relevantes, 
para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, 
produzindo argumentos convincentes.
VIIO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 7 16/07/2021 08:34
5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, 
inclusive tecnologias digitais disponíveis, para 
modelar e resolver problemas cotidianos, sociais 
e de outras áreas de conhecimento, validando 
estratégias e resultados.
6. Enfrentar situações-problema em múltiplos 
contextos, incluindo-se situações imaginadas, 
não diretamente relacionadas com o aspecto 
prático-utilitário, expressar suas respostas e sin-
tetizar conclusões, utilizando diferentes registros 
e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de 
texto escrito na língua materna e outras lingua-
gens para descrever algoritmos, como fluxogra-
mas, e dados).
7. Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, 
sobretudo, questões de urgência social, com base 
em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e 
solidários, valorizando a diversidade de opiniões de 
indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos 
de qualquer natureza.
8. Interagir com seus pares de forma cooperativa, 
trabalhando coletivamente no planejamento e de-
senvolvimento de pesquisas para responder a ques-
tionamentos e na busca de soluções para problemas, 
de modo a identificar aspectos consensuais ou não 
na discussão de uma determinada questão, respei-
tando o modo de pensar dos colegas e aprendendo 
com eles. (Brasil, 2018, p. 267.)
Não há dúvida de que a Matemática tem impor-
tância fundamental em nossa sociedade, sobretudo 
como recurso para lidar com as diversas situações que 
surgem no cotidiano. Trata-se de uma ferramenta para 
o desenvolvimento de diversas habilidades e compe-
tências e para a compreensão e o aprendizado de ou-
tras áreas do conhecimento. É também parte integrante 
da área científica e tecnológica, apresentando-se 
como uma ciência com características próprias de in-
vestigação e linguagem.
Assim, é necessário que, como componente curri-
cular, a Matemática seja percebida como instrumento 
de análise e compreensão da realidade que favorece a 
tomada de decisão diante de situações-problema do 
dia a dia. Se a realidade requer habilidades matemá-
ticas, a escola é o local privilegiado para que elas se 
desenvolvam, pois nela os alunos têm a oportunidade 
de vivenciar diferentes contextos de análise, discussão 
e prática dos conhecimentos adquiridos formalmente. 
Em síntese, realizar descobertas, refletir sobre os 
conhecimentos, aprimorar e ampliar estratégias são 
atividades que auxiliam os alunos a desenvolver as 
competências cognitivas por meio do uso social da li-
teracia e da numeracia e que contribuem para que eles 
se relacionem com outras pessoas, sejam protagonis-
tas e desenvolvam o pensamento crítico-reflexivo na 
sociedade.
Objetivos gerais da coleção
A educação do século XXI tem como desafio 
promover o desenvolvimento de habilidades e de 
competências do aluno. Ou seja, deve formar pessoas 
que dominem a escrita e a leitura, comuniquem-se com 
clareza, saibam buscar informações e consigam utili-
zá-las com propriedade para elaborar argumentos e 
tomar decisões, sejam capazes de trabalhar em equipe, 
de construir um olhar crítico sobre a sociedade, de 
criar soluções próprias para os problemas e, principal-
mente, de avaliar a própria aprendizagem.
Nesta coleção, compreende-se a educação como 
um agente social de transformação para o aprimora-
mento do ser humano e, consequentemente, da socie-
dade, fator que influencia o desenvolvimento intelec-
tual e a aquisição de conhecimentos. Com esse parâ-
metro, propomos um projeto didático que contribua 
para o desenvolvimento integral do aluno.
Com base nesse propósito, a coleção:
• referencia as atividades no desenvolvimento de 
competências e habilidades de acordo com as refe-
rências utilizadas na BNCC e na PNA;
• mobiliza o processo de ensino-aprendizagem por 
meio de uma abordagem conceitual significativa e 
consistente;
• contribui para o desenvolvimento de competências 
socioemocionais – autogestão, autoconsciência, to-
mada de decisão responsável, consciência social e 
habilidades de relacionamento.
Para concretizar essa proposta, optou-se por uma 
metodologia que propicie a efetiva participação e o 
desenvolvimento da autonomia e do pensamento re-
flexivo-crítico. 
pensamento 
crítico-reflexivo
participação 
efetiva
desenvolvimento 
da autonomia
A metodologia 
escolhida propicia...
Em consequência das oportunidades oferecidas, 
espera-se que o aluno se torne protagonista de seu 
processo de formação.
Os objetivos gerais propostos pela coleção incenti-
vam o aluno do Ensino Fundamental a:
• reconhecer e saber utilizar os conhecimentos mate-
máticos para a compreensão e a transformação do 
mundo que o cerca;
VIII O Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 8 16/07/2021 08:34
• desenvolver o interesse, a curiosidade e o espírito 
de investigação para a resolução de problemas;
• estabelecer relações entre os diferentes aspectos 
da Matemática (aritmético, geométrico, métrico, 
estatístico, algébrico, probabilístico) e utilizar essas 
relações no dia a dia e em situações que envolvam 
outras áreas do conhecimento;
• resolver situações-problema e validar estratégias e 
resultados;
• resolver problemas de maneira autônoma, elabo-
rando estratégias de resolução e desenvolvendo a 
criatividade;
• apresentar e descrever resultados por meio da 
linguagem matemática, argumentando sobre suas 
soluções e defendendo suas ideias;
• desenvolver autonomia e demonstrar perseverança 
na busca de soluções;
• interagir com os colegas de maneira cooperativa, 
respeitando diferentes opiniões e pensamentos;
• reconhecer e valorizar o uso de tecnologias na cons-
trução dos conhecimentos matemáticos e o uso da 
matemática na construção de tecnologias.
Por acreditarmos que a construção do conheci-
mento não se dá de forma isolada, inserida apenas 
no contexto de um único conteúdo ou de uma única 
disciplina, procuramos, nesta coleção, criar estratégias 
diferenciadas que propiciem ao aluno estabelecer rela-
ções entre os conceitos abordados e seus significados. 
Nossa intenção é que o aluno seja visto como sujeito 
ativo de sua aprendizagem, reagindo intelectualmente 
a estímulos e desafios que o levem à construção do 
conhecimento matemático.
Os conteúdos abordados na coleção estão, sempre 
que possível, relacionados a situações da realidade, para 
mostrar ao aluno que os conhecimentos estudados em 
sala de aula têm aplicação na vida prática das pessoas. 
Esses conteúdos abrangem, além dos conhecimentos 
específicos da área, procedimentos e atitudes. Essa di-
versidade de conteúdos (coll, 2006) contribui para a 
educação desejada e pode ser compreendida como:
• Conteúdos factuais
 Envolvem nomenclaturas, classificações e símbolos.
• Conteúdos conceituais
 A elaboração de noções, categorias e conceitos, 
relacionada a capacidades intelectuais de operar 
com símbolos, ideias, imagens e representações, nos 
permite organizar e compreender a realidade e pre-
vê-la; depende de abstrações, do estabelecimento 
de relações, de generalizações e da compreensão do 
conteúdo.
• Conteúdos procedimentais
 Os procedimentos envolvem uma série de etapas e 
estratégias organizadas e ordenadas para se atingir 
determinadoindica, aos olhos dos 
alunos, a necessidade de se realizar 
uma operação. […] 
 […]
Desta forma, concluímos que a 
ressignificação do sinal de igual-
dade marca a introdução da álgebra 
nos anos finais do Ensino Funda-
mental I, além de ampliar o do-
mínio das noções aritméticas e da 
compreensão do conceito de equi-
valência, que será importante em 
outros momentos, como no estudo 
de frações e de geometria. Desta 
maneira, se os significados do sinal 
de igualdade não são ampliados, 
parece-nos que a aprendizagem 
em matemática, especialmente nos 
conteúdos e conceitos trabalhados 
no EFII, pode ficar fortemente pre-
judicada. […]
* Em Kieran (1981) são discutidos 
três significados para o sinal de 
igualdade, como apontado no texto. 
Entretanto, em nossa pesquisa, 
faremos referência e discutiremos 
somente dois deles, a saber: o 
“operacional” e o de “equivalência”.
Silva, T. H. I.; RibeiRo, A. J. O sinal de 
igualdade e seus diferentes significados: 
buscando rupturas na transição entre os 
Ensinos Fundamental I e II. REnCiMa, 
v. 5, n. 2, p. 80-82, 2014. Disponível em: 
http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/
index.php/rencima/article/view/999/724.
Acesso em: 7 jul. 2021.
39Adição e subtração Capítulo 2
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http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/view/999/724
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Atividades de lazer preferidas
Faixa etária
Atividade
Adolescentes Adultos
Ver televisão 75 70
Ler jornais, livros ou revistas 60 60
Escrever 70 40
Reunir-se com amigos ou 
familiares
50 45
Acessar a internet 65 30
Escutar música 25 20
Outros 35 50
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
 2 O Instituto Tempo Livre fez uma pesquisa para saber quais são as 
atividades de lazer preferidas por adolescentes e adultos. Observe, na 
tabela abaixo, os dados obtidos nessa pesquisa.
 • Agora, com base nos dados da tabela, construa um gráfico de barras 
duplas verticais.
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Ver
televisão
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música
Acessar a
internet
Reunir-se
com amigos
ou familiares
EscreverLer jornais,
livros
ou revistas
Adolescentes Adultos
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Atividades de lazer preferidas
41quarenta e um
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Probabilidade e Estatística
Gráficos de barras duplas
 1 Alessandra entrevistou uma pessoa de cada família de um bairro para 
descobrir a quantidade de televisões e de celulares presentes nos do-
micílios. Observe o gráfico que Alessandra elaborou e, depois, respon-
da às questões com base nessas informações.
a. Quantos domicílios têm 2 televisões? 200 domicílios. 
b. Quantos domicílios têm 4 celulares? 50 domicílios. 
c. Há mais domicílios com quantos celulares? E com quantas televisões?
Com 3 celulares. Com 2 televisões. 
d. Escreva um pequeno texto com suas conclusões sobre esse gráfico.
Resposta pessoal. 
 
 
 
Dados obtidos por Alessandra.
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Quantidade de aparelhos
Televisão
Celular
Quantidade de aparelhos por domicílio
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HABILIDADE DESENVOLVIDA 
NA SEÇÃO PROBABILIDADE 
E ESTATÍSTICA
 » (EF05MA24) Interpretar dados 
estatísticos apresentados em tex-
tos, tabelas e gráficos (colunas ou 
linhas), referentes a outras áreas 
do conhecimento ou a outros 
contextos, como saúde e trânsito, 
e produzir textos com o objetivo 
de sintetizar conclusões.
Roteiro de aula
A seguir, apresentamos uma sugestão de 
como desenvolver essa seção.
 y Leia o enunciado da atividade 1 com os 
alunos.
 y Peça aos alunos que observem o grá-
fico e comentem sobre o que ele tra-
ta. Verifique se eles perceberam que 
o gráfico apresenta números tanto no 
eixo vertical como no eixo horizontal. 
Para isso, pergunte o que representam 
as informações em cada eixo. 
 y Interprete os dados do gráfico coletiva- 
mente, comentando que a primeira 
coluna verde da esquerda representa o 
número de domicílios que têm um apa-
relho de televisão, ou seja, 180 domi-
cílios. Repita esse procedimento para 
todas as colunas do gráfico ou faça 
perguntas de modo que os alunos res-
pondam o que representa cada coluna.
 y Solicite que respondam aos itens da 
atividade e oriente-os para a escrita so-
licitada no item d, conforme as orienta-
ções didáticas.
 y Faça uma leitura coletiva da tabela da 
atividade 2 com o objetivo de verificar a 
compreensão dos dados apresentados.
 y Depois, seguindo as orientações didá-
ticas, peça aos alunos que completem 
o gráfico.
Orientações didáticas
 y Nas atividades dessa seção, os alunos 
vão interpretar dados estatísticos apre-
sentados em uma tabela de dupla en-
trada e em um gráfico de barras duplas 
e produzir um texto com o objetivo de 
sintetizar as conclusões. Além disso, 
eles vão transpor dados de uma tabe-
la de dupla entrada para um gráfico de 
barras duplas. 
 Em outro momento, ainda neste ano, 
será feito um trabalho com gráficos de 
linha.
 y Atividade 1: Caso considere oportuno, 
deixe que os alunos escrevam o texto 
proposto no item d em pequenos gru-
pos. Oriente-os a fazer comparações 
40 Adição e subtraçãoCapítulo 2
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Atividades de lazer preferidas
Faixa etária
Atividade
Adolescentes Adultos
Ver televisão 75 70
Ler jornais, livros ou revistas 60 60
Escrever 70 40
Reunir-se com amigos ou 
familiares
50 45
Acessar a internet 65 30
Escutar música 25 20
Outros 35 50
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
Dados obtidos pelo Instituto Tempo Livre.
 2 O Instituto Tempo Livre fez uma pesquisa para saber quais são as 
atividades de lazer preferidas por adolescentes e adultos. Observe, na 
tabela abaixo, os dados obtidos nessa pesquisa.
 • Agora, com base nos dados da tabela, construa um gráfico de barras 
duplas verticais.
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Reunir-se
com amigos
ou familiares
EscreverLer jornais,
livros
ou revistas
Adolescentes Adultos
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Atividades de lazer preferidas
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Probabilidade e Estatística
Gráfico de barras duplas
 1 Alessandra entrevistou uma pessoa de cada família de um bairro para 
descobrir a quantidade de televisões e de celulares presentes nos do-
micílios. Observe o gráfico que Alessandra elaborou e, depois, respon-
da às questões com base nessas informações.
a. Quantos domicílios têm 2 televisões? 200 domicílios. 
b. Quantos domicílios têm 4 celulares? 50 domicílios. 
c. Há mais domicílios com quantos celulares? E com quantas televisões?
Com 3 celulares. Com 2 televisões. 
d. Escreva um pequeno texto com suas conclusões sobre esse gráfico.
Resposta pessoal. 
 
 
 
Dados obtidos por Alessandra.
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Quantidade de aparelhos
Televisão
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Quantidade de aparelhos por domicílio
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038A043_AJM5_LA_PNLD23_C02.indd 40 09/07/21 11:31 entre a quantidade de celulares e de 
televisões; para isso, eles podem com-
parar as alturas das colunas. 
 y Atividade 2: Verifique se os alunos 
pintam as barras e as legendas corre-
tamente. Verifique ainda se eles sabem 
informar qual é a escala do gráfico, ou 
seja, quanto vale cada quadradinho. 
Amplie a atividade, orientando-os a es-
crever um texto sobre as informações 
que esseobjetivo.
• Conteúdos atitudinais
 Referem-se a comportamentos, valores e normas; en-
globam o respeito às diferentes opiniões, a solução de 
conflitos pelo diálogo e a participação adequada nas 
atividades escolares, ou seja, comportamentos rela-
cionados à atitude do aluno dentro e fora da escola.
Para desenvolver os conteúdos matemáticos, foram 
selecionadas estratégias como:
• situações-problema apresentadas em momentos 
diversos do trabalho, tanto na abordagem dos con-
ceitos como nas diversas atividades que compõem 
a obra;
• cálculo mental integrado às atividades;
• uso de calculadora nas diversas situações em que 
sua utilização é possível e desejável para auxiliar 
na compreensão de algoritmos ou regras de cálcu-
lo ou, ainda, para que a interpretação e a compre-
ensão dos conceitos ou informações prevaleçam 
naquele momento do estudo;
• uso de materiais manipuláveis, como o Material 
Dourado, o ábaco e o tangram, ressaltando que es-
ses materiais didáticos precisam servir a um propó-
sito, ou seja, devem ser apresentados com finalidade 
específica, como para simplificar um procedimento 
ou dar suporte à construção e à compreensão dos 
algoritmos das operações fundamentais;
• ilustrações, fotografias, mapas, tabelas e gráficos 
apresentados como recursos para fundamentar as 
explicações de maneira tal que, gradativamente, 
o aluno possa dominar a leitura, a interpretação e o 
uso desses recursos;
• jogos que procuram expor o lado lúdico da Matemá-
tica, explorando os conceitos estudados, analisando 
estratégias e concluindo fatos que possam desenvol-
ver a compreensão sobre esses conceitos. Assim, ao 
longo dos cinco volumes há propostas de jogos ao 
final de certos capítulos, alguns de estratégia, outros 
de treinamento. A seleção que fizemos baseia-se, es-
pecialmente, no fato de os jogos poderem propiciar 
um ambiente de aprendizagem lúdico e prazeroso.
As estratégias mencionadas envolvem atividades 
que, realizadas individualmente, em duplas ou em pe-
quenos grupos, procuram viabilizar a aprendizagem, 
pois possibilitam a mobilização intelectual necessária 
para a elaboração do conhecimento, a capacidade de 
argumentação e a troca de experiências. Para que cum-
pram essa função mobilizadora, as atividades propostas 
são de vários tipos e com diferentes graus de comple-
xidade. Dessa forma, pretende-se estimular o desenvol-
vimento das competências específicas de Matemática 
para o Ensino Fundamental e das competências gerais 
da Educação Básica, conforme consta no documento 
da BNCC (Brasil, 2018, p. 267), já citado neste manual.
IXO Ensino de Matemática no Ensino Fundamental
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Avaliar é um aspecto importante no processo de 
ensino-aprendizagem. Um dos propósitos dessa prática 
pedagógica é obter informações que orientem a 
prática docente, permitindo diagnosticar se os obje-
tivos didático-pedagógicos concebidos e planejados 
estão sendo alcançados. Ao analisar essas informa-
ções, é possível inferir quais práticas e atividades têm 
propiciado a aprendizagem e quais aspectos do en-
sino e do trabalho docente podem ser modificados 
(liBâneo, 1992). Assim, o planejamento e a avaliação 
são indissociáveis.
Realizar essa ação requer uma atitude de constante 
análise e interpretação dos resultados das atividades 
de diferentes naturezas que são propostas à turma, e 
não apenas ao final de uma sequência de conteúdos, 
cuja correção consiste apenas na atribuição de um 
conceito, como “certo” ou “errado”. As situações di-
dáticas que envolvem erro, inclusive, são consideradas 
etapas de aprendizagem. Dessa maneira, é essencial 
incentivar os alunos a pensar sobre o erro, pesquisar 
o percurso que os levou a esse equívoco, analisar com 
eles o que falta aprender e os cuidados que devem ter 
para não errar. Essas são práticas que devem permear 
o processo de avaliação, uma vez que errar é inerente 
ao processo de aprender na escola e na vida. 
Nessa perspectiva de acolhida e de ressignificação 
do erro como oportunidade de aprendizagem, cada 
intervenção requer novos dados, novo diagnóstico e 
análise de informações para determinar se a interven-
ção realizada foi efetiva ou precisa ser repensada. 
Zabala (1998) destaca três importantes momentos 
no processo avaliativo: 
• o início, que permite avaliar o conhecimento prévio 
do aluno e identificar as possibilidades de apren-
dizagem, realizando-se a denominada avaliação 
inicial;
• o desenvolvimento, que permite observar como o 
aluno aprende, realizando-se a avaliação reguladora, 
também chamada de avaliação formativa ou de mo-
nitoramento; 
• o fim, quando são analisados os conhecimentos 
elaborados e os resultados obtidos, realizando-se a 
avaliação final.
Embora a nomenclatura usada para a avaliação nes-
ses três momentos distintos varie de acordo com a 
abordagem de cada autor, para fins de simplificação, 
vamos tratar esses processos respectivamente pelos 
termos avaliação diagnóstica, avaliação formativa e 
avaliação de resultado.
Desse modo, a avaliação sob uma perspectiva for-
mativa apresenta-se como um ciclo em um processo 
de retroalimentação de acordo com a aprendizagem 
de cada aluno.
Ciclo 
avaliativo
Análise
Intervenção
Diagnóstico
A avaliação diagnóstica permite reconhecer o que 
os alunos já sabem, o que eles trazem de suas expe-
riências de mundo. Esses conhecimentos prévios nem 
sempre estão corretos sob o ponto de vista científi-
co, mas são importantes para nortear decisões sobre 
os caminhos a serem trilhados em sala de aula. Esse 
tipo de avaliação não deve ter como atributo notas, 
visto tratar-se de um diagnóstico sobre aquilo que já 
se sabe (Ballester, 2003).
O instrumento tradicionalmente mais utilizado 
nesse momento é a sondagem diagnóstica, recurso 
que permite o registro de maneira aberta ou fechada 
do que os alunos trazem como repertório. Nesta obra, 
apresentamos a seção Boas-vindas! como um pos-
sível instrumento para a realização dessa avaliação 
no início do ano letivo. Sugerimos ainda que sempre 
que o trabalho com um novo tema for iniciado seja 
proposta uma sondagem diagnóstica. Nas aberturas 
de capítulo, por exemplo, algumas das questões sob 
o título Para começo de conversa foram elaboradas 
com a finalidade de facilitar a coleta de informações 
sobre os conhecimentos prévios dos alunos. No en-
tanto, essas não são as únicas maneiras de detectar 
o estágio de aprendizagem dos alunos. Recursos 
como o debate oral aberto, o questionamento par-
ticipativo e o convite ao diálogo permitem avaliar o 
que os alunos já sabem e o que ainda precisam apren-
der. Nesse ponto, seu registro qualitativo é essen-
cial. Os registros podem ocorrer por meio de notas 
pontuais ou ficar dispostos em uma grade de habilida-
des e competências.
Muitos autores chamam de avaliação formativa 
(PerrenoUd et al., 2002; Hadji, 2001) o processo em que o 
professor devolve ao aluno não apenas a nota (que 
somente informa e classifica seu rendimento de modo 
numérico), mas também comentários (que o ajudam a 
verificar seus acertos e erros, regulando, assim, tanto 
a aprendizagem do aluno quanto a avaliação do próprio 
professor). Nessa fase, atividades de leitura e de produ-
AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM
X Avaliação e aprendizagem
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 10 16/07/2021 08:34
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA COLEÇÃO
A seguir, apresentamos a organização e a estrutura 
desta coleção.
O uso das letras de imprensa 
maiúsculas e minúsculas
Em geral, recomenda-se, no período inicial de alfa-
betização, o uso de letras maiúsculas nos textos, uma 
vez que essa grafia individualiza melhor os caracteres, 
o que facilita o reconhecimento visual deles pelos alu-
nos. Por isso, uma das preocupações da organização 
da coleção foi a de adotá-las em todo o volume 1 e em 
metade do volume 2. Dessa maneira, os alunos que não 
leem nem escrevem com autonomia vão ter a opor-
tunidade de se familiarizar com esse tipo de letra e, à 
medidaque forem refletindo sobre o funcionamento 
da leitura e da escrita e entrando em contato com o 
sistema de escrita e as interações com o meio – desde 
a fase pré-silábica até a fase alfabética consolidada –, 
vão acompanhar pouco a pouco, com a ponta do dedo 
ou com o lápis, a sequência textual lida pelo professor. 
Nessa fase do desenvolvimento da leitura e da escrita, 
é importante formar grupos de alunos que estejam 
no mesmo ano, mas em fases diferentes e, ao mesmo 
tempo, próximas, de alfabetização, para que se ajudem 
mutuamente, o que contribui para desenvolver as habi-
lidades de literacia e de numeracia.
De acordo com a habilidade específica de Língua 
Portuguesa indicada na BNCC (Brasil, 2018) sob o có-
digo EF02LP01, a partir do 2o ano os alunos devem uti-
lizar letras maiúsculas no início das frases e em subs-
tantivos próprios. Dessa maneira, compreende-se que, 
ao longo desse ano escolar, eles vão se apropriar da 
distinção entre maiúsculas e minúsculas.
Considerando essa transição do uso das letras duran-
te o 2o ano, optou-se por apresentar os textos dos capí-
tulos de 1 a 4 do mesmo modo como foi feito no volume 
do 1o ano: apenas com as letras de imprensa maiúsculas. 
A partir do capítulo 5 do 2o ano, os textos fazem uso 
das letras de imprensa maiúsculas e minúsculas. 
ção textual, trabalhos coletivos de investigação e de re-
solução de problemas e desafios cotidianos relacionados 
ao tema estudado também informam sobre possíveis 
necessidades de alteração em seu curso de trabalho 
e reorientação do processo de ensino-aprendizagem 
(cortesão, 2002). As atividades propostas nos capítulos 
e, principalmente, nas seções Aprender sempre e Vamos 
resolver! (a partir do 2o ano) contribuem para a observa-
ção e o registro da aprendizagem dos alunos, tornando 
possível a percepção dos avanços, o que favorece uma 
análise sistemática. 
A avaliação de resultado ou final pode ter como 
base provas escritas, a exemplo da seção Até breve!, 
que foi elaborada para auxiliá-lo na realização desse 
tipo de avaliação, mas também pode ser feita utilizan-
do-se outros instrumentos, como apresentações orais 
e trabalhos em grupo, entre outros, por meio dos quais 
é possível verificar se os objetivos de aprendizagem 
traçados foram alcançados pelos alunos. A avaliação 
final também permite analisar os alunos com relação 
ao grau de aproveitamento de suas aprendizagens 
(Haydt, 2000). Aqui, porém, cabe uma ressalva: nem 
sempre o rendimento dos alunos em uma prova revela 
o que eles realmente sabem. Por isso, não se reco-
menda utilizar apenas a avaliação de resultado, ainda 
que ela seja, por exemplo, composta pela média de 
três provas. Dessa maneira, utilize diferentes registros 
de atividades para que que a avaliação seja abrangen-
te e, assim, contemple diversas habilidades e compe-
tências dos alunos.
Especificamente sobre o tema avaliação, as 
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Básica dão a seguinte orientação:
Ainda que já dito em termos mais gerais, vale 
enfatizar que no início do Ensino Fundamental, 
atendendo às especificidades do desenvolvimento 
infantil, a avaliação deverá basear-se, sobretudo, 
em procedimentos de observação e registro 
das atividades dos alunos e portfólios de seus 
trabalhos, seguidos de acompanhamento contínuo 
e de revisão das abordagens adotadas, sempre que 
necessário. (Brasil, 2013, p. 123.)
Com base nas informações dos três momentos de 
avaliação, é possível encontrar meios para corrigir fa-
lhas, propor alternativas e investir nos aspectos positi-
vos. O registro constante e sistemático dos resultados 
das avaliações é documento indispensável para ga-
rantir a eficácia dessa prática pedagógica. Além disso, 
as práticas avaliativas realizadas pelos alunos também 
servem para que você se autoavalie constantemente, 
analisando o modo como expõe os conteúdos, as es-
tratégias utilizadas, as dúvidas que consegue ou não 
esclarecer. Em resumo, o processo de avaliação de 
aprendizagem configura um meio para aperfeiçoar as 
práticas docentes.
Por fim, é importante que os alunos percebam a 
avaliação como uma oportunidade de revisão e apro-
fundamento do estudo. Isso contribui para a autoesti-
ma, a reflexão e a aceitação de críticas e o desejo de 
vencer desafios para alcançar o sucesso pessoal. 
XIOrganização e estrutura da coleção
VaXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_GERAL.indd 11 16/07/2021 08:34
Organização dos conteúdos
No desenvolvimento do trabalho para esta coleção, 
foram consideradas as cinco unidades temáticas pro-
postas pela BNCC para Matemática: Números, Álgebra, 
Geometria, Grandezas e medidas e Probabilidade e 
Estatística.
• Em Números, destaca-se o desenvolvimento de 
diferentes estratégias (estimativa, arredondamento, 
cálculo mental, algoritmos) no cálculo e/ou na reso-
lução de problemas que envolvem números naturais 
e racionais (representação fracionária ou decimal 
finita), além de viabilizar-se a compreensão do Sis-
tema de Numeração Decimal, favorecendo a leitu-
ra, a escrita, a comparação e a ordenação desses 
números.
• Em Grandezas e medidas, promove-se um tra-
balho que visa inicialmente conduzir o aluno à 
reflexão sobre o que é medir (mobilizando pro-
cedimentos como comparar e estimar), para de-
pois chegar ao estudo das diferentes grandezas e 
suas principais unidades de medida padronizadas 
(comprimento, massa, capacidade, tempo, superfí-
cie e temperatura).
• Em Geometria, prioriza-se o desenvolvimento do 
senso espacial, a familiarização com as caracterís-
ticas de figuras geométricas planas e não planas e 
sua identificação, associando as figuras não planas 
às suas respectivas planificações. Além disso, é pro-
posto um trabalho com atividades de localização no 
plano e no espaço e atividades de representação de 
figuras geométricas planas e não planas.
• Em Álgebra, apresentam-se atividades de agrupar e 
ordenar objetos com base em diferentes atributos, 
reconhecer padrões de uma sequência, identificar e 
completar os elementos de uma sequência, produzir 
padrões simples (numéricos ou usando figuras geo- 
métricas). Essa unidade temática traz habilidades 
que, de alguma maneira, já são apresentadas em 
outras, como o reconhecimento de padrões numé-
ricos, em Números, e o reconhecimento de padrões 
geométricos, em Geometria.
• Em Probabilidade e Estatística, o trabalho com a 
estatística envolve desde a coleta e a organização 
de dados até sua apresentação por meio de tabelas 
e gráficos. O aluno é incentivado a interpretar infor-
mações e a resolver problemas com base na leitura 
e análise de dados apresentados em tabelas e gráfi-
cos. Já o trabalho com a probabilidade é desenvol-
vido por meio de atividades que trazem a noção de 
acaso, começando com a identificação de eventos 
possíveis e impossíveis ou prováveis e improváveis, 
passando pela identificação de eventos que têm 
maior chance ou menor chance de ocorrência até 
chegar à indicação da probabilidade de ocorrência 
de um evento.
Estrutura do livro didático
Os volumes estão organizados em oito capítulos. 
Cada capítulo é composto de abertura, desenvolvi-
mento do assunto e finalização.
No início e no término de cada volume, apresentamos, 
respectivamente, as seções Boas-vindas! e Até breve!, 
que vão auxiliá-lo no processo avaliativo dos alunos.
Ao longo de cada capítulo, são propostas ativida-
des, identificadas com o ícone Saber Ser, que permi-
tem que os alunos desenvolvam as competências so-
cioemocionais e reflitam sobre elas.
Boas-vindas!
No início de cada volume, antes do primeiro capítu-
lo, apresentamos a seção Boas-vindas!. Essa seção foi 
pensada para ser um instrumento de avaliação diag-
nóstica. O objetivo é verificar os conhecimentos que o 
aluno já detém e quais devem ser retomados para que 
ele consiga acompanhar o ano letivo.
Abertura de capítulo
Essa seção compõe-se de uma cena que explora 
múltiplas linguagens: ilustrações, fotos ou composições 
de ambas. Do lado direito da imagem, são propos-
tas algumas atividades,sob o subtítulo Para começo 
de conversa, que exploram a leitura da imagem e 
permitem avaliar alguns dos conhecimentos prévios 
dos alunos sobre assuntos tratados no capítulo, além 
de possibilitar o trabalho com temas relacionados às 
competências socioemocionais.
As questões que compõem as atividades são sem-
pre de resolução oral, possibilitando a argumentação e 
a troca de ideias entre os alunos. Nelas, são exploradas 
situações contextualizadas que permitem a eles recor-
rer a estratégias pessoais para responder às questões 
propostas, discutir essas estratégias e validá-las (ou 
não) ao longo do capítulo.
Desenvolvimento do conteúdo
São apresentadas atividades com textos, ilus-
trações, fotos, tabelas e gráficos que permitem aos 
alunos a compreensão do conteúdo que está sendo 
trabalhado. A partir do volume do 2o ano, a seção 
Vamos resolver! propõe atividades que retomam o 
que já foi estudado.
Finalização de capítulo
Cada capítulo é finalizado pela seção Aprender 
sempre, que retoma, aplica e amplia os conteúdos 
trabalhados ao propor atividades diversificadas e de 
diferentes níveis de complexidade.
Há também a seção Probabilidade e Estatística, 
presente no final de cada capítulo e que apresen-
ta atividades que se inserem na unidade temática 
Probabilidade e Estatística e possibilitam aos alunos 
XII Organização e estrutura da coleção
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um primeiro contato com as fases de uma pesquisa 
estatística (coleta de dados, apresentação dos dados 
em tabelas e/ou gráficos, interpretação dos dados) e 
com a noção de aleatoriedade.
As seções Jogo, Vamos ler imagens! e Pessoas e 
lugares podem aparecer ao fim de alguns capítulos para 
trabalhar os conteúdos de maneira lúdica e incentivar 
os alunos a entrar em contato com diferentes temas 
de cunho artístico, cultural, social e histórico.
O brincar também faz parte do aprender nessa 
etapa da Educação Básica. Assim, na seção Jogo, são 
mobilizados, além da ludicidade, os aspectos cogniti-
vos e interacionais. Os alunos não só se divertem, como 
também aprendem a lidar com símbolos e a pensar 
por meio de analogias, desenvolvendo a capacidade 
de seguir regras, de se concentrar, de argumentar e de 
trabalhar em equipe, o que contribui para seu desen-
volvimento interpessoal e sua integração na sociedade.
A seção Vamos ler imagens! convida os alunos a 
fruir as diversas manifestações artísticas por meio da 
análise de uma ou mais imagens. As atividades au-
xiliam os alunos a formular e a confirmar hipóteses 
sobre o objeto analisado (obras de arte, capas de li-
vros, entre outros), contribuindo para o desenvolvi-
mento da autonomia leitora.
Na seção Pessoas e lugares, os alunos entram em con-
tato com características culturais de diferentes comuni-
dades para aprender a valorizar a diversidade de saberes, 
as vivências culturais, a tolerância e o respeito ao outro.
Até breve!
No fim de cada volume, após o capítulo 8, apresenta-
mos a seção Até breve!. Essa seção, assim como a seção 
Boas-vindas!, no início do volume, também foi pensada 
para ser um instrumento de avaliação. Nela, porém, a 
ideia é apresentar uma proposta de avaliação de resul-
tado. O intuito é propor atividades que explorem alguns 
dos conteúdos desenvolvidos ao longo do ano letivo 
para verificar a aprendizagem dos alunos e, se for o caso, 
rever o planejamento e aplicar propostas de remediação.
Selo Saber Ser
O selo Saber Ser indica momentos em que é possí-
vel explorar as competências socioemocionais com os 
alunos. O objetivo é incentivar a discussão de determi-
nados temas que propiciem aos alunos desenvolver o 
gerenciamento de suas emoções nos relacionamentos 
intrapessoal e interpessoal. A seguir, apresentamos as 
competências exploradas na coleção.
• Autoconsciência
 Capacidade de reconhecer as próprias emoções, 
pensamentos e valores e como eles influenciam o 
comportamento. Assim, podem-se avaliar os pontos 
fortes e as limitações de uma pessoa.
• Autogestão
 Capacidade de regular as próprias emoções, os 
pensamentos e os comportamentos em diferentes 
situações, administrando o estresse, controlando 
os impulsos e motivando a si mesmo. Essa é uma 
capacidade importante para trabalhar os objetivos 
pessoais e acadêmicos.
• Consciência social
 Capacidade de poder trabalhar a cooperação e a 
empatia com os outros para lidar com as diferen-
ças (étnicas, culturais e contextuais). Por intermédio 
dessa consciência, pode-se compreender as normas 
sociais e éticas e os comportamentos. Necessita do 
exercício da empatia, do colocar-se “no lugar do 
outro”, respeitando a diversidade. Inclui a capacidade 
de sentir compaixão pelo outro e compreender nor-
mas históricas e sociais.
• Habilidades de relacionamento
 Relacionam-se com as habilidades de ouvir com 
empatia, falar clara e objetivamente, cooperar com 
os demais, resistir à pressão social (ao bullying, por 
exemplo), solucionar conflitos de modo construtivo 
e respeitoso, bem como auxiliar o outro quando 
necessário. Capacidade de estabelecer e manter 
relacionamentos saudáveis e gratificantes com diver-
sos indivíduos e grupos.
• Tomada de decisão responsável
 Preconiza as escolhas pessoais e as interações so-
ciais de acordo com as normas, os cuidados com a 
segurança e os padrões éticos de uma sociedade. 
Por meio dela, pode-se avaliar as consequências das 
próprias ações e a relação delas com o bem-estar 
de si mesmo e dos outros. 
XIIIOrganização e estrutura da coleção
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PROPOSTA DE DISTRIBUIÇÃO DOS 
CONTEÚDOS DA COLEÇÃO 
A seguir, apresentamos uma proposta de plano de distribuição anual dos conteúdos da coleção con-
siderando 36 semanas letivas. Entretanto, sabemos que a dinamicidade do contexto escolar exige uma 
prática docente que se flexibilize diante dos desafios que surgem ao longo do ano letivo. Assim, esse 
planejamento tem o objetivo de nortear sua prática pedagógica de maneira que você possa adaptá-lo 
à sua realidade escolar e ao projeto pedagógico desenvolvido na escola. 
As linhas destacadas em azul correspondem aos momentos sugeridos para avaliação. Após a rea-
lização da seção Aprender sempre, recomendamos que seja feito o retorno das avaliações formativas 
propostas ao longo do capítulo. Para auxiliar em seu trabalho nesse momento, referenciamos a página 
do Manual do Professor no qual apresentamos sugestões de avaliações formativas para os objetivos 
pedagógicos do capítulo e possíveis atividades de remediação. 
Na coluna relativa à página, deixamos indicada a página em que se inicia o conteúdo, o tema ou a 
seção referida.
Volume 1
Se
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Conteúdo/Tema/Seção
Pá
gi
na
1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números até 10 10A
1 1 1 1 1 Números no dia a dia 12
1 1 1 1 1 Comparando quantidades 14
2 1 1 1 1 Representando quantidades 16
2 1 1 1 1 Os números 1, 2 e 3 18
3 1 1 1 1 Os números 4 e 5 20
3 1 1 1 1 Os números 6 e 7 22
4 1 1 1 1 Os números 8 e 9 24
4 1 1 1 1 O número zero 26
4 1 1 1 1 O número 10 28
5 2 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas 30
5 2 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 32
5 2 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 33A
6 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Algumas noções de Matemática 34A
6 2 1 1 2 Em cima ou embaixo 36
6 2 1 1 2 Na frente, atrás ou entre 37
7 2 1 1 2 Dentro ou fora 38
7 2 1 1 2 Longe ou perto 40
7 2 1 1 2 Direita ou esquerda 42
8 2 1 1 2 Mesmo sentido ou sentido contrário 44
8 2 1 1 2 Maior ou menor 46
8 2 1 1 2 Antes ou depois 47
9 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Construção de tabelas 48
9 3 1 1 2 Vamos ler imagens! – Pinturas 50
10 3 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 52
10 3 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 53A
11 3 2 1 3 Abertura de capítulo – Adição e subtração 54A
11 32 1 3 Adição 56
12 3 2 1 3 Representar e efetuar adições 59
12 3 2 1 3 Adições na malha quadriculada 61
13 3 2 1 3 Subtração 63
13 3 2 1 3 Representar e efetuar subtrações 66
14 4 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Classificação de eventos 68
XIV Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 14 16/07/2021 08:41
14 4 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 70
15 4 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 71A
15 4 2 2 4 Abertura de capítulo – Números até 31 72A
16 4 2 2 4 Maior que ou menor que 74
16 4 2 2 4 Sequência numérica 76
16 4 2 2 4 Números em ordem 78
17 4 2 2 4 Reta numérica 80
17 4 2 2 4 A dezena 81
18 5 2 2 4 Números até 20 82
18 5 2 2 4 Dúzia e meia dúzia 86
19 5 2 2 4 Números até 31 88
19 5 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 92
20 5 2 2 4 Vamos ler imagens! – Capas de livros 94
20 5 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 96
20 5 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 97A
21 5 3 2 5 Abertura de capítulo – Geometria 98A
21 5 3 2 5 Organização de objetos 100
21 5 3 2 5 Localização 103
22 5 3 2 5 Padrões 106
22 5 3 2 5 Figuras não planas 108
22 5 3 2 5 Figuras planas 110
23 6 3 2 5 Tangram 112
23 6 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Construção de gráficos de barras 114
23 6 3 2 5 Jogo – Formando pares 116
23 6 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 118
24 6 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 119A
24 6 3 2 6 Abertura de capítulo – Mais números 120A
24 6 3 2 6 Números até 40 122
25 6 3 2 6 Comparação de números até 40 124
25 6 3 2 6 Dezenas inteiras 126
26 6 3 2 6 Mais números 128
26 6 3 2 6 O número 100 136
27 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Tabelas e gráficos 138
27 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 140
27 6 3 2 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 141A
28 7 4 3 7 Abertura de capítulo – Mais adição e subtração 142A
28 7 4 3 7 Mais adições 144
29 7 4 3 7 Mais subtrações 148
30 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Noções iniciais de probabilidade 152
30 7 4 3 7 Jogo – Jogo dos dados 154
31 7 4 3 7 Pessoas e lugares – Aprendendo Matemática com parlendas 156
31 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 158
31 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 159A
32 7 4 3 8 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 160A
32 7 4 3 8 Comparando comprimentos 162
32 7 4 3 8 Comparando massas 166
33 8 4 3 8 Comparando capacidades 168
33 8 4 3 8 O dia 170
33 8 4 3 8 Os dias da semana 172
34 8 4 3 8 O calendário 174
34 8 4 3 8 Conhecendo o dinheiro brasileiro 176
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Pesquisa 178
35 8 4 3 8 Jogo – Jogo das comparações 180
35 8 4 3 8 Pessoas e lugares – Conhecendo a peteca 182
35 8 4 3 8 Aprender sempre – Avaliação formativa 184
36 8 4 3 8 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 185A
36 8 4 3 – Até breve! – Avaliação de resultado 186A
XVProposta de distribuição dos conteúdos da coleção
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Conteúdo/Tema/Seção
Pá
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na
1 1 1 1 – Boas-vindas! – Avaliação diagnóstica 8
1 1 1 1 1 Abertura de capítulo – Números 10A
1 1 1 1 1 Números de 0 a 9 12
1 1 1 1 1 Ordem crescente e ordem decrescente 14
1 1 1 1 1 O que vem antes e o que vem depois 16
2 1 1 1 1 Números ordinais 18
2 1 1 1 1 A dezena 20
2 1 1 1 1 Números de 11 a 19 22
3 1 1 1 1 Agrupando para contar 24
3 1 1 1 1 Dúzia e meia dúzia 26
3 1 1 1 1 Dezenas inteiras 28
4 1 1 1 1 Adição e subtração com dezenas inteiras 30
4 1 1 1 1 Números até 99 32
4 1 1 1 1 Vamos resolver! – Avaliação formativa 36
5 1 1 1 1 Decomposição de um número 38
5 1 1 1 1 Representação no ábaco 39
5 2 1 1 1 Comparando números 40
6 2 1 1 1 Probabilidade e Estatística – Construção e interpretação de tabelas 42
6 2 1 1 1 Aprender sempre – Avaliação formativa 44
6 2 1 1 1 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 45A
6 2 1 1 2 Abertura de capítulo – Adição e subtração 46A
7 2 1 1 2 Adição 48
7 2 1 1 2 Subtração 51
7 2 1 1 2 Diferentes maneiras de adicionar e subtrair 54
8 2 1 1 2 Adição de três números 58
8 2 1 1 2 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de gráficos de barras 60
8 2 1 1 2 Aprender sempre – Avaliação formativa 62
8 2 1 1 2 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 63A
9 2 2 1 3 Abertura de capítulo – Geometria 64A
9 2 2 1 3 Diferentes formas 66
9 3 2 1 3 Arredondado ou não arredondado 67
10 3 2 1 3 Figuras planas ou não planas 68
10 3 2 1 3 Algumas figuras não planas 70
10 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 74
11 3 2 1 3 Algumas figuras planas 76
11 3 2 1 3 Figuras na malha pontilhada 80
11 3 2 1 3 Vamos resolver! – Avaliação formativa 82
12 3 2 1 3 Padrões 84
12 3 2 1 3 Probabilidade e Estatística – Estudo de eventos 86
12 3 2 1 3 Jogo – É minha! 88
13 3 2 1 3 Vamos ler imagens! – Museus a céu aberto 90
13 3 2 1 3 Aprender sempre – Avaliação formativa 92
13 3 2 1 3 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 93A
14 4 2 2 4 Abertura de capítulo – Mais números 94A
14 4 2 2 4 A centena 96
14 4 2 2 4 Números até 199 98
15 4 2 2 4 Comparando números 100
15 4 2 2 4 Centenas inteiras 102
15 4 2 2 4 Adição e subtração com centenas inteiras 104
16 4 2 2 4 Vamos resolver! – Avaliação formativa 106
16 4 2 2 4 Números até 999 108
Volume 2
XVI Proposta de distribuição dos conteúdos da coleção
XIVaXXIII_AJM1aAJM5_MP_PNLD23_QUADROS.indd 16 16/07/2021 08:41
16 4 2 2 4 O milhar 113
17 4 2 2 4 Probabilidade e Estatística – Construção de um gráfico com base em uma tabela 114
17 4 2 2 4 Aprender sempre – Avaliação formativa 116
17 4 2 2 4 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 117A
18 4 3 2 5 Abertura de capítulo – Localização e movimentação 118A
18 4 3 2 5 Localização 120
18 4 3 2 5 Movimentação 124
19 5 3 2 5 Movimentação na malha 128
19 5 3 2 5 Probabilidade e Estatística – Construção de uma tabela com base em um gráfico 130
19 5 3 2 5 Pessoas e lugares – Jogos indígenas 132
20 5 3 2 5 Aprender sempre – Avaliação formativa 134
20 5 3 2 5 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 135A
20 5 3 2 6 Abertura de capítulo – Mais adição e subtração 136A
21 5 3 2 6 Adições e subtrações com o ábaco 138
21 5 3 2 6 Algoritmos para a adição 140
22 6 3 2 6 Algoritmos para a subtração 142
22 6 3 2 6 Mais adição e subtração 144
23 6 3 2 6 Adições e subtrações com a calculadora 146
23 6 3 2 6 Probabilidade e Estatística – Pesquisa e organização de dados em tabelas 
e em gráficos 148
24 6 3 2 6 Aprender sempre – Avaliação formativa 150
24 6 3 2 6 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 151A
25 6 4 3 7 Abertura de capítulo – Grandezas e medidas 152A
25 6 4 3 7 Comparando comprimentos 154
26 6 4 3 7 Medindo comprimentos 155
26 6 4 3 7 O metro 156
26 6 4 3 7 O centímetro e o milímetro 158
27 7 4 3 7 Medindo massas 160
27 7 4 3 7 Medindo capacidades 162
27 7 4 3 7 Vamos resolver! – Avaliação formativa 164
28 7 4 3 7 O relógio e as horas 166
28 7 4 3 7 O calendário 170
28 7 4 3 7 O real 174
29 7 4 3 7 Probabilidade e Estatística – Leitura e interpretação de tabelas de dupla entrada 176
29 7 4 3 7 Jogo – Ligue pontos 178
29 7 4 3 7 Pessoas e lugares – Diferentes maneiras de comemorar o Ano-Novo 180
30 7 4 3 7 Aprender sempre – Avaliação formativa 182
30 7 4 3 7 Retorno das avaliações formativas e estratégias de remediação 183A
30 7 4 3 8 Abertura de capítulo – Multiplicação e divisão 184A
31 7 4 3 8 Quantos são? 186
31 7 4 3 8 Multiplicação 188
31 7 4 3 8 Vezes 2 190
31 7 4 3 8 Vezes 3 192
32 8 4 3 8 Vezes 4 194
32 8 4 3 8 Vezes 5 196
32 8 4 3 8 Vamos resolver! – Avaliação formativa 198
33 8 4 3 8 Dobro e triplo 200
33 8 4 3 8 Divisão 202
34 8 4 3 8 Probabilidade e Estatística – Um pouco mais sobre eventos 206
34 8 4 3 8 Jogo – Jogo da multiplicação 208
35 8 4 3 8 Vamos ler

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