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NECROSE PULPAR ABSCESSO CRONICO and INTEGRANTES Alecsandra Rodrigues Beatriz Caroline Iala Mendonça Meicielly Leal Teresa Caroline Inara Nicole INTRODUÇÃO - O que é? - Quais suas causas? - Diagnostico - Tratamento - Estudo de caso É a morte do tecido pulpar do dente, ou seja, a falência do sistema nervoso e vascular que mantém o dente vivo. Resumindo consiste na completa cessação dos processos metabólicos do tecido pulpar NECROSE PULPAR ABSCESSO CRÔNICO Infecção que se desenvolve lentamente e pode durar por meses ou anos. Geralmente não apresenta sintomas, mas pode ser observado uma fístula perto do dente afetado Cárie é o principal agente causador, mas pode ser agentes físicos, químicos e/ou microbianos CAUSAS DIAGNOSTICO Inicialmente, um bom exame clinico e anamnese Necrose pulpar and abscesso crônico TRATAMENTO O tratamento de CANAL É a melhor alternativa para tratar um dente que evoluiu para a necrose pulpar. Isto se deve ao fato do tratamento endodôntico conseguir acessar o local da infecção, neutralizar e curar a lesão instalada quando bem realizado NECROSE PULPAR Tratamento Drenagem cirúrgica ou punção percutânea por agulha, antibiótico, tratamento de CANAL. ABSCESSO CRÔNICO ESTUDO DE CASO Revascularização pulpar de incisivos central permanente imaturo com abscesso apical crônico Um menino de 11 anos apareceu a clinica odontológica de São Luiz do Maranhão em outubro de 2017 acompanhado pela mãe, querendo tratar um canal que já tinha sido aberto em uma clinica local. ESTUDO DE CASO II Terapia endodôntica em dente permanente com morte pulpar e rizogênese incompleto. Paciente de 11 anos compareceu a clínica odontológica em junho de 2014, acompanhado da mãe, com necessidade de tratamento nos dentes superiores anteriores 12, 11 e 21 que estavam com rizogênese incompleto e necrose pulpar em razão de trauma. FIGURA 1. Aspecto inicial da rizogênese incompleta, radiografia inicial dos incisivos centrais. FIGURA 2. Aspecto inicial da rizogênese incompleta, radiografia inicial do incisivo lateral. Aspecto clínico após três meses de proservação. Referências https://archhealthinvestigation.emnuvens.com.br/ArcHI/article/view/1318 https://rosario.ufma.br/jspui/handle/123456789/6084 https://revista.saojose.br/index.php/cafsj/article/view/311 https://uceff.edu.br/anais/index.php/odonto/article/view/367 image1.png image2.svg image3.png image4.svg image5.png image6.svg image7.png image8.svg image9.png image10.svg image11.png image12.svg image13.png image14.svg image15.png image16.svg image17.png image18.svg image19.png image20.svg image21.jpeg image22.jpeg image23.jpeg image24.jpeg image25.png image26.png image27.jpg image28.jpg image29.jpg