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Volume 3
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Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos à
Vanessa Nascimento Menezes e Leonardo dos Santos pela lei 9.610, de
19 de fevereiro de 1998. é proibida a reprodução deste volume ou
qualquer parte deste e-book, no todo ou em partes, sob qualquer
formas ou por quaisquer meios (eletrônico, gravação, fotocópia ou
outros), essas proibições aplicam-se também à editoração da obra,
bem como às suas características, sem permissão expressa dos
autores. 
A violação dos direitos autorais é punível como Crime (Código Penal
art. 184 e §§; Lei 9.895/80), com busca e apreensão e indenizações
diversas (Lei 9.610/98 – Lei dos Direitos Autorais - arts. 122, 123, 124 e
126)
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Atenção
Sobre os Autores
Vanessa Nascimento Menezes é formada em Odontologia em pela
Universidade Federal de Sergipe, é concurseira e é viciada em estudar
de forma mais prática. Graças a sua dedicação aos estudos que você
está lendo sobre a Vanessa agora e adquiriu esse E-book. Em janeiro de
2016, criou o instagram @concurseiradaodontologia para aprender
sobre o mundo dos concursos e como estudar melhor. 
Leonardo dos Santos é formado em Odontologia em pela Universidade
Federal de Sergipe, é colega e ex-dupla da Vanessa e graças a sua ampla
experiência em aturá-la, pode fazer co-autoria da criação desse
material. 
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patologias (que podem ser)
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es
te
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at
er
ia
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Sumário
Mixoma Odontogênico
Cementoblastoma
Pênfigo
Penfigoide das Membranas Mucosas
Penfigoide Bolhoso
Eritema Multiforme
Eritema Migratório
Líquen Plano
Estomatite Ulcerativa Crônica
Lúpus Eritematoso
Deficiência Vitamínica
Diabetes Melito
Anemia Ferropriva
Osteite Alveolar
Osteonecrose associada aos bisfosfonatos
Disfunções Temporandibulares
Ameloblastoma
Cisto Dentígero
Cisto de Erupção
Hiperplasia gengival medicamentosa
Cisto Gengival (Alveolar) do Recém-nascido.
Cisto Gengival do Adulto
Cisto Periodontal Lateral
Cisto Odontogênico Calcificante
Queratocisto (Tumor Odontogênico Queratocisto)
Paralisia de Bell
Neuralgia do Trigêmeo
Transtorno de Ardência Bucal
Sinusite
Hanseniase
Tuberculose
Alterações de normalidade da língua - Língua Fissurada
Alterações de normalidade da língua - Língua Pilosa
mucosite
Corona Vírus
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
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A
B
C
D
Ameloblastoma, tumor odontogênico adenomatoide, tumor odontogênico escamoso.
Mixoma odontogênico, odontoma, tumor odontogênico escamoso.
Fibro-odontoma ameloblástico, cementoblastoma, tumor odontogênico adenomatoide.
Mixoma odontogênico, fibroma odontogênico central, cementoblastoma.
Fibroma odontogênico central, odontoma, fibro-odontoma ameloblástico.
2015 : HCFMUSP : VUNESP - - HCFMUSP - Odontologia Hospitalar
Com relação aos tumores de origem odontogênica, assinale a alternativa que apresenta apenas
tumores de origem do ectomesênquima odontogênico
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
Mixoma
Odontogênico
Mixoma
Odontogênico
grande semelhança
microscópica com a
porção mesenquimal de
um dente em
desenvolvimento
atualmente
considerados como
sendo de origem
odontogênica
Características Clínicas e Radiográficas
Não há predileção
por gênero
 
Grandes mixomas da
mandíbula podem
apresentar o padrão
radiolúcido em
“bolhas de sabão”
predominantemente
encontrados em adultos
jovens, mas podem ocorrer
em qualquer faixa etária
Tratamento e Prognóstico
Pequenos mixomas: curetagem
lesões maiores: ressecções
mais extensas
prognóstico no geral é bom, e
metástases não ocorrem
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Tumores
Odontogênicos#67 pode ser
encontrado em
qualquer região
mandíbula é mais
acometida que a
maxila
Lesões menores
podem ser
assintomáticas
(maiores
assintomáticas)
Em alguns caso o
crescimento pode
ser rápido As margens da
lesão são em geral
irregulares ou
festonadas
lesão radiolúcida
uni ou
multilocular, que
pode deslocar ou
causar a
reabsorção dos
dentes na região
do tumor
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ntonia M
aria C
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A
B
C
D
Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, se apresentou com aumento de volume no corpo
da mandíbula, região dos dentes 45, 46 e 47, assintomático e com evolução de
aproximadamente 1 ano. Pelo exame clínico constatamos expansão óssea e deslocamento dos
dentes 45 e 46 de suas posições normais. Através de radiografia panorâmica observamos uma
imagem radiográfica multilocular onde as trabéculas ósseas se encontravam
perpendicularmente umas às outras e em outras regiões com aspecto de bolha de sabão. Com
base no quadro clínico, o diagnóstico é:
Ceratocisto e mixoma odontogênico
Odontoma composto e ameloblastoma
Mixoma odontogênico 
ameloblastoma
Mixoma odontogênico e odontoma composto
Ameloblastoma e ceratocisto
Prefeitura de Curitiba - PR 2004: Dentista: Universidade Federal do Paraná (NC/FUNPAR/UFPR)
2
Gabarito
1. D
2. C
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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aria C
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Cementoblastoma
A
B
C
D
tumor odontogênico epitelial calcificante.
displasia cemento-óssea florida
cementoblastoma benigno
fibroma ameloblástico.
Tumor Dentinogênico de Células Fantasmas
Cementoblastoma
2019 : FUNDEP (Gestão de Concursos) : Prefeitura de Lagoa Santa - MG : FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 -
Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Dentista Bucomaxilofacial
Analise a definição a seguir.“Neoplasia de origem mesenquimal, caracterizada pela
proliferação do tecido semelhante a cemento e localizada junto à raiz ou raízes de um dente
permanente”. FREITAS, R. Tratado de cirurgia Bucomaxilofacial. Ed. Santos, 2006.Essa é a
definição de
1
E
neoplasia benigna
Características Clínicas e Radiográficas
preferência :mandíbula; surgindo na região de molares e pré-
molares
afeta principalmente 
pacientes jovens
O dente associado
responde
normalmente ao
teste de vitalidade
pulpar
lesão inócua; no entanto, podem
ser observados sinais de
comportamento localmente
agressivo ( expansão óssea,
erosão cortical, deslocamento
dos dentes, envolvimento do seio
maxilar e infiltração da câmara
pulpar e raízes
Tratamento e Prognóstico
extração cirúrgica dos dentes
juntamente com a massa
calcificada anexada
excisão da massa com a amputação
da raiz seguida de tratamento
endodôntico do dente envolvido
potencial de recorrência baixo
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Tumores
Odontogênicos#68
Dentes impactados, inclusos ou dentes decíduos raramente
podem ser acometidos
Dor e aumento de volume (geralmente) 
O contorno da raiz ou das raízes do dente envolvido está
geralmente obscurecido (reabsorção)
a lesão aparece como uma massa radiopaca que está fundida a
um ou mais dentes e é circundada por um
fino halo radiolúcido
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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A
B
C
D
De acordo com Haiter et al (2014),fala e na
mastigação As áreas edêntulas geralmente
não são afetadas, mas a
hiperplasia sob as dentaduras ou
em torno dos implantes, ambos
com manutenção deficiente, tem
sido observada
a gengiva afetada se torna
vermelha escura e edemaciada,
com uma superfície friável,
sangrando com facilidade e
ulcerada
forte associação foi
observada apenas com a
ciclosporina , fenitoína
e nifedipina. 
Além da nifedipina, uma
associação definitiva,
porém mais branda, foi
documentada com
outros agentes
bloqueadores do canal
de cálcio,
como o diltiazem,
amlodipina e
verapamil
1
#86
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A
B
C
D
AAS e Diclofenaco Sódico.
Piroxicam e Dilantin Sódico.
Diclofenaco Sódico e Nimesulida.
Dilantin Sódico e Ciclosporina.
Ciclosporina e Acetaminofeno.
2014 : IESES Órgão: TRT - 14ª Região (RO e AC) : IESES - 2014 - TRT - 14ª Região (RO e AC) - Analista Judiciário -
Odontologia
Quais medicamentos podem estar associados à hiperplasia gengival generalizada?2
E
A
B
C
D
fenitoína e AAS
nimesulida e ácido valproico
ciclosporina e nifedipina
diclofenaco sódio e Verapamil
2020 : SELECON : Prefeitura de Boa Vista - RR : SELECON - 2020 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Cirurgião - Dentista
Periodontista
A hiperplasia gengival pode ser um efeito colateral associado ao uso de
medicamentos. São drogas que podem causar aumento gengival:3
Gabarito
1. B
2. D
3. C
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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A
B
C
D
cisto gengival do recém-nascido.
nódulos de Bohn.
cisto palatino do recém-nascido.
pérolas de Epstein.
grânulos de Fordyce.
2020 : IBADE : Prefeitura de Vila Velha - ES : IBADE - 2020 - Prefeitura de Vila Velha - ES - Cirurgião Dentista 20h
A lesão comumente encontrada em um paciente recémnascido de origem da lâmina
dentária e que desaparece espontaneamente é conhecida como:1
E
são pequenos, superficiais,
preenchidos de queratina, sendo
encontrados na mucosa alveolar
de crianças
Características Clínicas
surgem como múltiplas pequenas pápulas
esbranquiçadas, na mucosa que recobre o
processo alveolar dos neonatos
em geral, medem não mais do que 2 a 3
mm de diâmetro
O rebordo alveolar superior é acometido
de forma mais comum do que o inferior
 
Tratamento e Prognóstico
Nenhum tratamento é indicado
para os cistos gengivais do recém-
nascido, pois as lesões tendem a
regredir espontaneamente
como consequência da ruptura dos
cistos e resultante contato com a
superfície da mucosa oral
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Cistos e Tumores
Odontogênicos#87
Cisto Gengival (Alveolar)
do Recém-nascido
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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Gabarito
1. A
2. D
O cisto botrioide, com imagem multicística e epitélio pavimentoso-queratizado, com poucas
camadas revestindo múltiplas cavidades que se comunicam é uma variante frequente do cisto
glandular-odontogênico.
Cisto de erupção do recém-nascido é uma variante frequente em bebês de um cisto que
acomete dentes permanentes de jovens pacientes chamado cisto nasoalveolar.
Queratocisto ortoceratinizante é a variante mais agressiva dos atualmente classificados como
tumores odontogênico-queratocísticos.
O cisto dentígero apresenta-se comumente em terceiros molares ou caninos inclusos,
promovendo grandes deslocamentos dos dentes envolvidos pela lesão, que apresentam, nas
imagens, sua coroa no interior da luz cística, sendo uma de suas características
histopatológicas a presença de espessa cápsula fibrosa, revestida por fino epitélio de duas
camadas.
2016 : Prefeitura de Fortaleza - CE : Prefeitura de Fortaleza - CE : Prefeitura de Fortaleza - CE - 2016 - Prefeitura de Fortaleza - CE
- Cirurgião Dentista (Edital nº 97)
Sobre os cistos dos maxilares, marque a opção CORRETA.2
A
B
C
D
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Analise as afirmações relacionadas aos cistos e tumores odontogênicos.
I- A reabsorção das raízes adjacentes irrompidos é mais comum com o ceratocisto
odontogênico do que com cisto dentígero.
II- O tumor odontogênico adenomatóide está classificado como um tumor de epitélio
odontogênico sem ectomesênquima odontogênico.
III- O cisto gengival do adulto é mais comum em pacientes na 5ª e 6ª década de vida e quase
sempre localizado na mucosa alveolar ou gengival vestibular.
IV- No ameloblastoma tipo desmoplásico, células colunares periféricas semelhantes a
ameloblastos são evidentes nas ilhas epiteliais.
predileção marcante pela ocorrência na
região de canino e pré-molares inferiores;
e na gengiva vestibular ou mucosa
alveolar
nódulo indolor, em forma de cúpula, com
menos de 0,5 cm de diâmetro
cor azulada ou cinza-azulada
o cisto pode causar uma “reabsorção em
taça” superficial do osso alveolar
Tratamento e Prognóstico
Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011Cargo: OdontólogoBanca: Núcleo de Concursos e
Promoção de Eventos (NUCEPE/UESPI)
1
É considerado um representante
da contraparte em tecidos moles
do cisto periodontal lateral
Características Clínicas
Em alguns casos, o
cisto pode causar uma
“reabsorção em taça”
superficial do osso
alveolar, o que
geralmente não se
detecta na radiografia,
mas se torna aparente
quando o cisto é
removido
simples excisão cirúrgica
O prognóstico é excelente
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Cistos e Tumores
Odontogênicos#88
Cisto Gengival
do Adulto
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A
B
C
D
Há apenas uma alternativa correta.
Há duas alternativas corretas.
Há três alternativas corretas.
Há quatro alternativas corretas.
Todas as alternativas são corretas.
V- O ameloblastoma é um tumor odontogênico de maior significado clínico e, excluindo os
odontomas, sua frequência é relativamente igual à dos outros tumores odontogênicos.
Assinale a alternativa CORRETA.
E
Gabarito
1. B
2. E
cisto dentígero e cisto residual.
cisto periodontal apical e granuloma periapical.
cisto periodontal lateral e cisto dentígero.
cisto periapical e cisto paradental.
cisto periapical e granuloma periapical.
2014 : FCC : TRF - 1ª REGIÃO : FCC - 2014 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Odontologia
Se um paciente apresenta um dente pré-molar inferior não vital confirmado por
semiotécnica endodôntica e, na radiografia periapical, apresenta área radiolúcida na região
do periápice do mesmo dente, a hipótese diagnóstica e o diagnóstico diferencial prováveis
são, respectivamente,
2
A
B
C
D
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Os cistos odontogênicos são encontrados na prática odontológica de forma relativamente
comum. De acordo com sua origem, eles são subclassificados em cistos de desenvolvimento
ou inflamatórios. Sobre suas características gerais, julgue as afirmações abaixo:
I- O cisto dentígero é definido como um cisto que se origina pela separação do folículo que fica
ao redor da coroa de um dente incluso. Esse é o tipo mais comum de cisto odontogênico de
desenvolvimento.
II- Os ceratocistos odontogênicos exibem uma área radiolúcida, com margens escleróticas
frequentemente bem definidas. São classificados como cistos inflamatórios.
III- O cisto periodontal lateral é um tipo incomum de cisto odontogênico de desenvolvimento
que ocorre tipicamente ao longo da superfície radicular lateral na região de pré-molares,
caninos e incisivos laterais.
Cisto Periodontal
Lateral
2018 : CPCON : Prefeitura de Serra Branca - PB : CPCON - 2018 - Prefeitura de Serra Branca - PB - Odontólogo
1
é um tipo incomum
de cisto odontogênico
de desenvolvimento
que ocorre ao longo
da superfície radicular
lateralde um dente
Características Clínicas e Radiográficas
lesão assintomática
raramente acomete pessoas com menos de 30
anos de idade
maior predileção na região de pré-molares,
canino e incisivo lateral inferiores
área radiolúcida bem circunscrita localizada de
modo lateral à raiz ou raízes de dentes com
vitalidade
geralmente menores que 1,0 cm 
Raramente: múltiplos cistos e podem se
desenvolver em áreas edêntulas
Por vezes, a lesão
pode apresentar um
aspecto policístico;
tais exemplos foram
denominados cistos
odontogênicos
botrioides.
Tratamento e Prognóstico
Enucleação conservadora
A recidiva não é comum
 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Cistos e Tumores
Odontogênicos#89
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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IV- Geralmente, os pacientes que apresentam cistos radiculares não exibem sintomatologia. O
padrão radiográfico é idêntico ao do granuloma periapical podendo-se observar perda da
lâmina dura ao longo da raiz adjacente e uma imagem radiolúcida arredondada circundando o
ápice do dente acometido.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
III e IV.
I, III e IV.
I, II e III.
II e III.
I, II e IV.
A
B
C
D
E
Gabarito
1. B
2. B
Os cistos que aparecem como pequenas pápulas esbranquiçadas, frequentemente múltiplas
na mucosa de recobrimento dos processos alveolares, são denominados cistos de erupção.
B.Uma grande desvantagem da marsupialização para o tratamento dos cistos é deixar tecido
patológico na cavidade, sem possibilidade de exame histopatológico.
Uma imagem radiográfica panorâmica de um cisto dentígero pode apresentar, como
diagnóstico diferencial, cisto paradentário, mixoma odontogênico e ameloblastoma sólido.
O cisto periodontal lateral apresenta-se, na maioria dos casos, assintomático, sendo mais
frequentemente encontrado na maxila, geralmente associado a um dente sem vitalidade.
A enucleação é o tratamento de primeira escolha para a primeira abordagem de uma lesão
suspeita de cisto com grandes proporções e totalmente intraósseo.
Assembléia Legislativa de Goiás - GO (ALE/GO) 2019: Analista Legislativo - Área Cirurgião Dentista: Instituto
Americano de desenvolvimento (IADES)
Quanto aos cistos odontogênicos (diagnóstico, características clínicas e radiográficas) e às
respectivas formas de tratamento cirúrgico, assinale a alternativa correta.2
A
B
C
D
E
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A
B
C
D
odontoma.
fibro-odontoma ameloblástico.
tumor odontogênico epitelial calcificante.
cisto odontogênico calcificante.
tumor odontogênico adenomatoide
Cisto Odontogênico
Calcificante
2011 : FCC : TRE-RN : FCC - 2011 - TRE-RN - Analista Judiciário 
Em paciente com 15 anos de idade, sexo masculino, exame radiográfico de rotina mostra o
dente 37 impactado. Observa-se nesta região uma área radiolúcida de forma arredondada,
com algumas áreas calcificadas cuja radiopacidade assemelha-se à do esmalte. As margens são
bem delineadas, com uma cortical fina. Não há relato de dor ou outros sintomas, apenas uma
discreta expansão alveolar. Este quadro é compatível com o diagnóstico de
1
E
Tumor odontogênico cístico
calcificante
Tumor dentinogênico de células
fantasma
Carcinoma odontogênico de células
fantasma
No último sistema de classificação da
OMS, essas lesões foram classificadas
como tumores odontogênicos em três
categorias (baseadas na natureza
cística, tumoral ou maligna da lesão):
Características Clínicas e Radiográficas
frequência praticamente igual na maxila e mandíbula
é normalmente uma lesão radiolúcida bem definida,
unilocular, embora em alguns momentos possa
aparecer multilocular.
Estruturas radiopacas no interior da lesão em cerca
de um terço a metade dos casos
Podem estar associados a dentes não erupcionados
 Tamanho entre 2,0 a 4,0 cm em seu maior diâmetro
(comumente)
Variantes extraósseas podem aparecer como nódulos
gengivais localizados, sésseis ou pediculados, com
nenhuma característica clínica distinta
Reabsorção radicular
ou divergência dos
dentes adjacentes são
vistos com certa
frequência
Tratamento e Prognóstico
O prognóstico de um paciente
com cisto odontogênico
calcificante é favorável;
apenas poucas recidivas após
a enucleação simples foram
relatadas.
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Cistos e Tumores
Odontogênicos#90
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Gabarito
1. B
2. A
Tumor epitelial odontogênico calcificante.
Cisto dentígero.
Tumor odontogênico adenomatóide.
Fibroma ameloblástico.
Cisto Odontogênico calcificante.
Ministério da Justiça (MJ) 2009: Odontólogo: FUNRIO Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência
(FUNRIO)
A uma lesão rara, tumoral, que acomete indivíduos entre 30 e 50 anos (média de 40 anos),
sem predileção por sexo, com cerca de 75% dos casos acometendo a mandíbula, mais
comumente a região posterior, frequentemente associado a um dente impactado, podendo
ser unilocular ou multilocular, muitas vezes com margens festonadas, basicamente
radiotransparente podendo conter focos radiopacos de calcificação em seu interior, muito
mais proeminentes em torno da coroa do dente impactado (quando este está presente), é
denominada
2
A
B
C
D
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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A
Características Clínicas e Radiográficas
podem ser encontrados em pacientes com idade
variável
leve preferência pelo gênero masculino
A mandíbula é mais acometida
Pequenos geralmente são assintomáticos
Os de grandes dimensões podem estar associados à
dor, aumento de volume ou drenagem de secreção
tendem a crescer em uma direção anteroposterior,
sem causar expansão óssea
exibem uma área radiolúcida, com margens
radiopacas regulares bem definidas
A reabsorção das raízes dos dentes erupcionados
adjacentes aos queratocistos é menos comum do que
a notada com os cistos dentígero e radicular
Podem ter
relação com
dentes não
erupcionados 
Tratamento e Prognóstico
B
Certo
Errado
2004 : CESPE / CEBRASPE : Prefeitura de Natal - RN
A região do complexo maxilomandibular pode sediar inúmeras lesões, associadas ou não ao
desenvolvimento dentário, que produzem imagens radiográficas variáveis. Acerca desse
assunto, julgue o item seguinte.O queratocisto odontogênico, também conhecido como cisto
primordial, é originado da degeneração cística do órgão do esmalte, antes do desenvolvimento
dos tecidos duros dentários calcificados. Por essa razão, o queratocisto ocorre no lugar de um
dente.
1
Múltiplos queratocistos
podem estar presentes
e tais pacientes devem
ser avaliados em busca
de outras
manifestações da
síndrome do
carcinoma nevoide
basocelular (Gorlin)
enucleação e curetagem
têm tendência de recidiva após
o tratamento
o prognóstico para a maioria
dos queratocistos é bom
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Cistos e Tumores
Odontogênicos#91
Queratocisto (Tumor
Odontogênico Queratocisto)
Diversos investigadores têm
sugerido que o queratocisto
pode ser considerado mais
como um cisto neoplásico
benigno do que um cisto
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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Gabarito
1. B
2. E
afeta mais freqüentemente a maxila.
apresenta nítida predileção pelo sexo feminino.
apresenta pico de incidência na 6a década de vida.
causa expansão vestibular em 95% dos casos.
as lesões maiores podem se apresentar como multinucleadas.
2008 : CESGRANRIO : Petrobras : CESGRANRIO - 2008 - BR Distribuidora - Dentista
Com relação ao Ceratocisto Odontogênico, é correto afirmar que2
A
B
C
D
E
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Paralisia de BellA
B
A2018 : Marinha : CSM : Marinha - 2018 - CSM - Primeiro Tenente - Patologia Bucal e Estomatologia
Segundo Neville et al (2016), a Paralisia de Bell é uma debilidade ou paralisia aguda do nervo
facial sem uma causa identificável. Embora a etiologia seja indefinida, as evidências sugerem
que esse processo pode estar relacionado a uma infecção causada pelo herpesvírus(herpes
simples ou varicela-zóster) ou a uma reação autoimune mediada por células que resulta na
desmielinização do nervo. Diversos fatores podem aumentar o risco para o desenvolvimento
da Paralisia de Bell, EXCETO:
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Dor Facial e Doenças
Neuromusculares#92
É uma debilidade ou paralisia
aguda do nervo facial sem
uma causa identificável. 
Gravidez (especialmente no
terceiro trimestre)
Pré-eclâmpsia
Diabetes
Hipertensão
Obesidade
Infecções do trato respiratório
superior
Diversos fatores podem aumentar
o risco para o desenvolvimento da
paralisia de Bell, incluindo:
Características Clínicas
pode ocorrer em qualquer idade
perda repentina do controle muscular em um dos
lados da face
incapacidade de sorrir, fechar o olho, piscar ou
levantar a sobrancelha 
A comissura labial normalmente se curva para baixo
A fala torna-se
desarticulada e o paladar pode apresentar-se
alterado
pode ocorrer
ressecamento ou ulceração da conjuntiva
Poucos pacientes apresentam dor prodrômica no
lado afetado antes do início da paralisia.
Raramente observa-se envolvimento bilateral
A paralisia pode levar várias
horas para se completar,
mas, em geral, os pacientes
acordam com o caso clínico
totalmente estabelecido.
Tratamento e Prognóstico
é uma condição autolimitante, e a
maioria dos pacientes se recupera
em um período de três a quatro
meses.
O tratamento mais eficaz e
consistente é a terapia sistêmica
com corticosteroides
A proteção do olho é fundamental
para os pacientes com
fechamento do olho prejudicado
diabetes
Bobesidade.
As evidências sugerem que esse
processo pode estar relacionado ou
a uma infecção causada pelo herpes-
vírus (herpes simples ou varicela-
zóster) ou a uma reação autoimune
mediada por células que resulta na
desmielinização do nervo.
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hipertensão.
hipertireoidismo.
gravidez (especialmente no terceiro trimestre).
C
D
E
Gabarito
1. D
2. C
A paralisia de Bell é uma paralisia facial central, conhecida por acometer o núcleo motor
principal do nervo facial.
A paralisia de Bell decorre da nevralgia do trigêmeo e é considerada uma paralisia facial
periférica.
A paralisia de Bell é uma disfunção do nervo facial, geralmente unilateral, conhecida como
paralisia facial periférica.
A paralisia de Bell acomete o quadrante superior da face, que compromete a ação do músculo
elevador da pálpebra superior.
2019 : COTEC : Prefeitura de Lagoa Grande - MG : COTEC - 2019 - Prefeitura de Lagoa Grande 
As afirmativas abaixo descrevem características anatômicas e clínicas da paralisia facial de
Bell. Analise-as e assinale a alternativa CORRETA.1I
A
B
C
D
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A
Neuralgia do
Trigêmeo
B
O “ataque" de dor é abrupto, muitas vezes iniciado por um toque suave em um ponto de gatilho
específico e constante.
A dor não é diminuída com o uso da carbamazepina ao menos inicialmente e por vários minutos
após um ataque, ataques adicionais podem ser provocados por toque no ponto de disparo.
2015 : FCC : TRT - 3ª Região (MG) : FCC - 2015 - TRT - 3ª Região (MG) - Analista Judiciário 
As regiões da cabeça e pescoço são os locais mais comuns de ocorrência de neuralgias. Como
as neuralgias faciais geralmente produzem dores que são semelhante às dores de origem
dentária, o Cirurgião-Dentista necessita excluir as causas odontogênicas ou inflamatórias. NÃO
faz parte dos critérios necessários para o diagnóstico de neuralgia do trigêmeo:
1
caracteriza-se por uma dor
semelhante a um choque elétrico ou
lancinante (ou seja, aguda, cortante),
restrita a um ou mais ramos do
nervo trigêmeo. Na maioria dos
casos, a dor está localizada na
distribuição das ramificações
maxilares (V2) ou mandibulares (V3)
do nervo.
A nevralgia clássica do
trigêmeo não apresenta
etiologia definida, embora,
com frequência, seja tida
como relacionada à
compressão do nervo
trigêmeo pelo
envelhecimento dos vasos
sanguíneos, o que torna o
nervo suscetível à
desmielinização localizada.
Características Clínicas
envolvimento bilateral é raro
Nos estágios iniciais, a dor da nevralgia do trigêmeo
pode apresentar-se de forma mais branda ( pontada,
dor contínua e imprecisa ou sensação de queimação)
sensações semelhantes a “choque elétrico”, “descarga
de um raio” ou “estar sendo picado por um
quebrador de gelo”
Para a maioria dos pacientes, a dor é provocada pela
estimulação de uma zona específica
Em geral, cada episódio doloroso não dura mais de
dois minutos
os sinais objetivos de perda sensorial não podem ser
demonstrados no exame físico.
Tratamento e Prognóstico
tratamento inicial para a nevralgia
do trigêmeo é medicamentoso (
carbamazepina)
Se o tratamento medicamentoso
não for bem-sucedido, diversos
tratamentos cirúrgicos podem ser
considerados
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Dor Facial e Doenças
Neuromusculares#93
A nevralgia sintomática do
trigêmeo ou secundária pode
desenvolver-se em pacientes
com esclerose múltipla ou
ocorrer após a compressão
do nervo por neoplasias ou
malformações
arteriovenosas.
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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C
D
A dor é extrema, paroxística e lancinante.
A duração de uma única dor “espasmódica" é inferior a 2 minutos, embora o ataque total possa
constituir em numerosos espasmos de curta duração.
A dor deve ser limitada para a distribuição de um ou mais ramos conhecidos do nervo trigêmeo,
sem déficit motor na área afetada.
E
Gabarito
1. B
2. B
a divisão oftálmica do nervo trigêmeo é a mais frequentemente afetada pela condição
patológica;
a dor pode ser significativamente diminuída, ao menos inicialmente, com o uso de
carbamazepina;
a dor está associada a um déficit motor na área afetada;
a dor é de baixa intensidade e crônica, ou seja, presente na maior parte do tempo;
a neuralgia do trigêmeo está associada à perda de sensibilidade facial, fragilidade facial ou
ataxia.
2015 : FGV : TJ-RO : FGV - 2015 - TJ-RO 
Neuralgias podem ser definidas como quadros dolorosos que se estendem ao longo do
trajeto de um nervo. Como as neuralgias faciais geralmente produzem dores semelhantes às
de origem dentária, o dentista é frequentemente consultado para excluir causas
odontogênicas ou inflamatórias. A neuralgia do trigêmeo leva a uma das mais altas taxas de
suicídio em relação a qualquer doença, sendo considerada uma das mais dolorosas
patologias conhecidas. Sobre essa condição, é correto afirmar que:
1I
A
B
C
D
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir: 
Na entrevista diagnóstica de paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, o cirurgião-
dentista buscou obter a história da queixa principal, que consiste em desconforto na boca, com
sensação de queimação difusa e dor na língua, iniciadas há cerca de 4 meses. A paciente
relatou que o ato de ingerir líquidos ou alimentos alivia a dor e, em momentos de “estresse no
trabalho”, a dor aumenta. A paciente referiu não ter problemas sistêmicos, à exceção da
menopausa, iniciada há cerca de três anos. Não houve perda de peso recente, diarreias ou
problemas gastrointestinais. Não houve infecções recentemente e nem uso de medicação. Não
se submeteu a quimioterapia ou radioterapia e não há outros casos semelhantesna família. Ao
exame clínico, não foram detectadas alterações visíveis na língua.
 
O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
Afeta mais as mulheres
rara antes dos 30 anos
início caracteristicamente espontâneo
O dorso da língua desenvolve uma sensação de ardência
(ou queimação), 
pode ser agravada (ou exacerbada) por alimentos ácidos
ou condimentados
As alterações da mucosa raramente são visíveis
outras regiões orais podem ser afetadas de forma
semelhante,
Rara mente há decréscimo significativo na produção de
saliva
leve desconforto ao despertar
O contato com alimentos ou líquidos quentes pode
intensificar os sintomas
 Pode sre exacerbada na presença de estressores pessoais
Tratamento e Prognóstico
2018 : FCC : ALESE : FCC - 2018 - ALESE - Analista Legislativo - 
1
é uma condição de dor com
aspectos confusos, cuja
natureza, em geral, é
considerada neuropática,
com ambos os componentes
centrais e periféricos
Características Clínicas
Se uma causa local ou sistêmica
subjacente for identificada e corrigida,
os sintomas de ardência
provavelmente vão desapare cer;
terapias farmacológicas que incluem:
ansiolíticos, antioxidantes,
antidepressivos e/ou
anticonvulsivantes isolados ou em
combinação com outros
medicamentos.
O prognóstico a longo prazo para 
 o TAB é variável
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Dor Facial e Doenças
Neuromusculares#94
Transtorno da
ardência bucal
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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A
B
C
D
glossite atrófica.
glossite migratória benigna.
síndrome da ardência bucal.
candidíase atrófica.
varizes linguais.E
Gabarito
1. C
2. B
síndrome da ardência bucal.
escorbuto.
escarlatina.
síndrome de Eagle.
2018 : FUNDEP (Gestão de Concursos) : Prefeitura de Itatiaiuçu - MG : FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 -
Prefeitura de Itatiaiuçu - MG - 
Analise o caso clínico a seguir. Paciente de 26 anos de idade, desnutrida, com baixo consumo
de frutas e legumes, fatigada, com edemas visíveis nos tecidos cutâneos, epistaxe frequente,
dificuldade de cicatrização de feridas, apresentando na cavidade bucal edema e supuração
na língua e periodonto, mobilidade dentária, sangramento periodontal sem motivo aparente.
Um possível diagnóstico para esse quadro é
1I
A
B
C
D
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Sinusite
A
B
Certo
Errado
2018 : CESPE / CEBRASPE : HUB : CESPE / CEBRASPE - 2018 - HUB - Residência Multiprofissional - Odontologia
Julgue o item seguinte, relativo a dor na região oral.A odontalgia pode induzir sintomas
autonômicos secundários, como congestão nasal, lacrimejamento e edema na face,
que a levam a ser facilmente confundida com sinusite ou neuralgias faciais
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Infecções
Bacterianas#95
Por um longo tempo,
pesquisadores acreditaram que a
inflamação primária do
revestimento do seio maxilar
fosse a maior causa da sinusite;
entretanto, avanços tem
demonstrado que a maioria das
doenças sinusais começa a partir
de um bloqueio do complexo
ostiomeatal que compromete a
drenagem normal, diminui a
ventilação e precipita a doença.
A maioria dos casos de
sinusite aguda é de origem
viral e aparecem logo após
uma infecção do trato
respiratório superior.
Em contraste, a maioria dos
exemplos de sinusite crônica
são bacterianos.
Características Clínicas e Radiográficas
Tratamento e Prognóstico
As opções de tratamento da
sinusite aguda incluem sprays
hidratantes, descongestionantes,
mucolíticos, corticosteroides,
antibióticos ou intervenção
mecânica, como punção ou
lavagem sinusal
Quando do uso de antibióticos, a
terapia de primeira escolha para
sinusite aguda em pacientes
saudáveis é a amoxicilina
Nos adultos, a sinusite aguda
se manifesta com sintomas
que incluem cefaleia, febre e
dor facial sobre o seio
afetado. Podem ser ainda
observados anorexia,
fotofobia e mal-estar.
A secreção nasal anterior ou
faringiana posterior está
presente e pode ter
consistência espessa ou fluida,
apresentando-se clara,
mucoide ou purulenta
As crianças apresentam
caracteristicamente apenas
tosse persistente, febre e
rinorreia purulenta.
dor na região do zigoma,
odontalgia, cefaleia, dor
periorbitária ou cefaleia
temporal
A sinusite crônica apresenta
pouca sintomatologia e a imagem
radiográfica torna-se importante.
Queixas frequentes incluem
pressão facial, dor ou uma
sensação de obstrução
Radiograficamente, o seio
envolvido apresenta-se turvo
e com densidade aumentada
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A
B
C
D
A prescrição de antibióticos é necessária somente em casos de sinusite aguda.
Prescreve-se um descongestionante nasal para manter a comunicação oro-antral livre
de muco e antibiótico para prevenir uma sinusite.
Prescreve-se antibiótico e descongestionante nasal apenas em pacientes portadores de
rinite, pois apresentam maior risco de desenvolver sinusite.
Presecreve-se antibiótico e descongestionante nasal para manter o óstio do seio
maxilar aberto no meato nasal médio.
Presecreve-se antibiótico e descongestionante nasal para manter o óstio do seio
maxilar aberto no meato nasal inferior.
Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011: Odontólogo Cirurgião Buco Maxilofacial: Núcleo de
Concursos e Promoção de Eventos (NUCEPE/UESPI)
Sobre comunicação buco-sinusal, marque a opção CORRETA.1I
E
A
B
C
D
a remoção do coágulo alveolar e antibioticoterapia.
a curetagem da comunicação e instrução de compressas de calor para facilitar a
reparação tecidual.
a curetagem da comunicação sinusal e antibioticoterapia.
o tamponamento da comunicação com compressa analgésica e instrução para ingestão
de alimentos quentes.
a sutura para imobilização da gengiva situada junto à comunicação e do coágulo
seguido de antibioticoterapia.
Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE/RR ) 2015: Analista Judiciário - Área Odontologia: Fundação Carlos
Chagas (FCC)
Cirurgião-dentista detecta, durante uma exodontia do dente 25, a ocorrência de
invasão do seio maxilar, resultando em uma comunicação buco-sinusal. A conduta a
ser adotada é
1II
E
Gabarito
1. A
2. D
3. E
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A
B
C
D
menor comprometimento dos locais onde há passagem de ar, como palato duro e mole, úvula
e língua.
.comprometimento no desenvolvimento e formação dos germes dentais, produzindo
hipercementose e raízes alongadas.
lesões bucais mais frequentes nos primeiros anos da infecção, com infecção da polpa dentária
ocasionando reabsorção interna e necrose pulpar.
escassez de lesões bucais e perda de sensibilidade ao toque, dor e temperatura devido ao
envolvimento neurológico periférico.
despigmentações bem circunscritas e em poucas áreas na pele, com diminuição de
sensibilidade pelo comprometimento de nervos sensitivos periféricos.
Hanseniase
Características Clínicas 
O tecido mole afetado
inicialmente se apresenta como
pápulas sésseis e firmes
amareladas ou avermelhadas
que vão aumentando de
tamanho, seguidas de ulceração
e necrose e por uma tentativa
de cicatrização
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT 6) 2012: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado -
Especialidade: Odontologia: Fundação Carlos Chagas (FCC)
No Brasil, a hanseníase tem destaque devido ao elevado número de casos, posicionando-se em
segundo lugar no mundo, atrás da Índia. A região brasileira de maior prevalência é a Amazônia
e algumas características da hanseníase lepromatosa incluem
1
E
é uma doença infecciosa
crônica causada pelo
Mycobacterium leprae.O
microrganismo tem baixa
infectividade e a exposição
raramente resulta em
doença clínica. As lesões linguaisaparecem
inicialmente no terço anterior e
frequentemente iniciam como
áreas de erosão, as quais
podem evoluir para grandes
nódulos.
a infecção cria um padrão
único de destruição facial
que tem sido chamado de
fácies leprosa e demonstra
uma tríade de lesões que
consistem em atrofia da
espinha nasal anterior,
atrofia do processo alveolar
maxilar anterior e alterações
inflamatórias endonasais. Tratamento e
Prognóstico
terapia multidroga
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Infecções
Bacterianas#96
Sitios mais afetados:
palato duro, o palato mole, a
gengiva vestibular superior, a
língua, os lábios, a gengiva
palatina, a gengiva inferior e a
mucosa jugal.
Perda completa da úvula e
fixação do palato mole podem
ocorrer.
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Gabarito
1. C
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A
B
C
D
as lesões bucais não são contagiosas.
raramente é encontrada linfadenopatia.
o exame clínico faz o diagnóstico diferencial entre uma lesão ulcerada maligna e a
lesão ulcerada por tuberculose.
o palato mole e as amígdalas raramente são afetados pela tuberculose.
o sítio mais comum de tuberculose na cavidade bucal é a base da língua.
Secretaria Municipal de Administração de Vitória - ES (SEMAD/ES) 2007 (3ª edição): Dentista - Área Cirurgião
Dentista (Pacientes com Necessidades Especiais): Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB
(CESPE/CEBRASPE)
A tuberculose primária , é
em geral assintomática.
Ocasionalmente, podem
ocorrer febre e efusão
pleural
Com relação a tuberculose, é correto afirmar que1
é uma doença
infecciosa crônica,
causada por
Mycobacterium
tuberculosis
Características Clínicas e Radiográficas
Frequentemente,
lesões ulceradas
orais de TB
coexistem com
linfonodos palpáveis
O diagnóstico da doença
ativa deve ser confirmado
pelas colorações especiais
para o microrganismo e
pela cultura de tecido
infectado ou do escarro.
Tratamento
terapia com múltiplos
agentes é o tratamento de
escolha para uma infecção
ativa e o tratamento
geralmente envolve
duas ou mais drogas ativas
por vários meses ou anos
 
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Infecções
Bacterianas#97
Tuberculose
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
tuberculose secundária: febre
baixa, mal-estar, anorexia, perda
de peso e sudorese noturna,
hemoptise ou dor torácica
Lesões orais de TB são
incomuns; ulcerações
crônicas e aumentos de
volume,
Achados menos frequentes
incluem alvéolos pós-extrações
não cicatrizados, áreas de
granulação da mucosa ou
áreas de inflamação difusa,
Úlceras crônicas na língua,
aumentos mandibulares
associados ao envolvimento
intraósseo
A maioria das lesões orais
representa uma infecção
secundária a partir de um
foco pulmonar inicial,
ocorrendo mais
frequentemente em
adultos de meia-idade.
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A
B
C
D
Conhecer a incidência de doença e propor medidas de prevenção e controle
Fornecer dados para o estudo de esperança de vida ao nascer e seguimento dos casos
notificados
Isolar o paciente em hospitais especializados e propor medidas de quarentena.
Conhecer a prevalência da doença e propor o isolamento compulsório dos casos.
Isolar os casos, erradicar os comunicantes e eliminar as fontes de infecção.
Prefeitura de Caruaru - PE 2006: Dentista: Instituto de Planejamento e Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico e
Científico (IPAD)
Como profissional de saúde, o cirurgião-dentista desempenha um importante papel
na consolidação do Sistema Único de Saúde. As normas vigentes de vigilância sanitária
requerem a notificação compulsória de algumas doenças emergentes, como dengue,
cólera e tuberculose. Esta notificação constitui um documento legal e tem entre seus
principais objetivos:
1
E
Gabarito
1. E
2. A
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Alterações de normalidade
da língua
Alterações de normalidade
da língua
“Esta alteração de desenvolvimento é comum em crianças, e em adultos está
associada à higiene precária, desnutrição e tabagismo, apresentando língua escrotal,
caracterizada pela distribuição de sulcos pelo dorso lingual, podendo estar associada
à ulceração e dor. Seu tratamento não se faz necessário ao menos em casos
sintomáticos, podendo ser feito o uso de corticoterapia tópica nestes casos.”De qual
variação da normalidade se trata essa afirmação?
Língua Geográfica.
Glossite Romboide Mediana.
Língua Pilosa
Língua Fissurada.
A
LÍNGUA FISSURADA
(LÍNGUA ESCROTAL)
A sua causa é
incerta, mas a
hereditariedade
parece ter um
papel significante
Nos casos mais graves,
numerosas fissuras
cobrem completamente a
superfície dorsal e dividem
as papilas linguais em
múltiplas “ilhas”.
Tratamento e Prognóstico
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2017 : CONSESP : Prefeitura de Mesópolis - SP : CONSESP - 2017 - Prefeitura de Mesópolis - SP - Cirurgião Dentista
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
B
C
D
é uma condição
relativamente
comum
caracterizada pela
presença de várias
fissuras ou sulcos
na superfície
dorsal da língua
Características Clínicas
múltiplos sulcos ou fissuras, na
superfície da língua, variando de 2 a 6
mm de profundidade
Em geral, tal condição é assintomática
alguns pacientes podem se queixar
de uma discreta ardência ou mesmo
dor
a prevalência e a gravidade parecem
aumentar com a idade
forte associação entre a língua
fissurada e a língua geográfica
A língua fissurada é uma
condição benigna, e nenhum
tratamento específico é
indicado
O paciente deve ser orientado
a escovar a língua, uma vez
que restos alimentares retidos
podem atuar como fonte de
irritação
#98
Defeito de
desenvolvimento
Oral e maxilo facial
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O conhecimento do padrão de normalidade da cavidade bucal é imprescindível para
um plano de tratamento satisfatório. Algumas alterações dentro do padrão de
normalidade podem assemelhar-se a condições patológicas e levar a diagnóstico e
conduta errôneas. 
Assinale a alternativa que apresenta alterações bucais não patológicas.
Varicosidade lingual, líquen plano, saburra lingual, Guna.
Pigmentação melânica fisiológica, sarcoma de kaposi, SIDA, herpes.
Grânulos de fordyce, leucoplasia, língua geográfica, gengivoestomatite herpética.
Varicosidade lingual, grânulos de fordyce, pigmentação melânica fisiológica, torus.
Torus, leucoedema, guna, língua geográfica.
A
Prefeitura de Nova Tebas - PR 2012: Cirurgião Dentista: Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV)
1I
B
C
D
E
Gabarito
1. D
2. D
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A língua pilosa é o termo clínico utilizado para se referir à condição de crescimento
excessivo das papilas filiformes na superfície dorsal de uma língua que exibe cor
variável. Em relação à língua pilosa pode-se afirmar que
pode ocorrer antes e depois do diagnóstico de AIDS.
sua etiologia está relacionada ao uso indiscriminado de anti-inflamatórios.
escovar/raspar a língua com bicarbonato de sódio é uma das formas de tratamento.
para determinar a sua ocorrência, faz-se necessária a confirmação por meio de uma
biópsia.
A
LÍNGUA PILOSA
(LÍNGUA PILOSA
NEGRA, LÍNGUA
SABURROSA
caracteriza-se por acúmulo
acentuado de queratina nas
papilas filiformes do dorso
lingual, resultando em uma
aparência semelhante a
pelos
Aparentemente, essa
condição ocorre por um
aumento na produção de
queratina ou por um
decréscimo na
descamação da queratina
normal. Tratamento e Prognóstico
Alterações de
normalidade da
língua
Alterações de
normalidade da
língua
2017 : Aeronáutica : CIAAR : Aeronáutica - 2017 - CIAAR- Primeiro Tenente - Clinica Geral Odontológica
1
B
C
D
fatores possivelmente
associados são: debilitação
geral, higiene oral
deficiente, tabagismo
drogas que induzam a
hipossalivação e um
histórico de radioterapia na
região de cabeça e pescoço
Características Clínicas
Pigmentação negra transitória
do dorso da língua, sem a
elevação das papilas filiformes,
pode, às vezes ocorrer em
pacientes
que utilizam salicilato de
bismuto
é uma condição benigna que não traz
sequelas relevantes
Quaisquer fatores predisponentes,
como tabaco,
antibióticos ou antissépticos bucais,
devem ser eliminados, e uma
excelente higiene oral deve ser
efetuada
raspagem periódica ou limpeza com
escova de dentes ou raspador de
língua
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
#99
Defeito de
desenvolvimento
Oral e maxilo facial
é mais comum na linha média
anterior às papilas
circunvaladas, espalhando-se
para as bordas lateral e anterior
As papilas alongadas em geral
são acastanhadas, amareladas
ou enegrecidas,
As múltiplas papilas podem ser
elevadas utilizando-se uma gaze
ou um instrumental dental
A condição é tipicamente
assintomática, embora, em
certos casos, alguns pacientes
se queixem de sensação de
náusea ou de um gosto
desagradável na boca
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É caracterizada por acúmulo acentuado de ceratina nas papilas filiformes da
superfície dorsal da língua, resultando numa aparência semelhante a cabelos. Trata-
se de:
língua fissurada.
língua escrotal.
lingua pilosa.
anquiloglossia.
macroglossia.
A
 2013 : FUNCAB : SESACRE
I1
B
C
D
E
Gabarito
1. C
2. C
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Os tratamentos antineoplásicos (radioterapia e quimioterapia) apresentam repercussões
importantes na região de cabeça e pescoço. Os cirurgiões-dentistas devem ter conhecimento
das possíveis alterações orais e dos cuidados especiais no tratamento odontológico. Nesse
contexto, é correto afirmar que
as exodontias pré-radioterapia devem ser realizadas, no mínimo, um mês antes do início da
radioterapia.
as glândulas salivares presentes na área irradiada podem sofrer atrofia, fibrose e degeneração
causadas pela radioterapia.
Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010: Cirurgião Dentista: Fundação para o Vestibular da
Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
Lesões Físicas
e Químicas#100
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Complicações orais não
infecciosas do tratamento
antineoplasico
Duas mudanças agudas, a
mucosite e a hemorragia, são os
problemas mais predominantes
associados à quimioterapia;
Dependendo dos campos
irradiados, da dose e da idade do
paciente, as seguintes
consequências são possíveis:
dermatite, Xerostomia Perda do
paladar (hipogeusia)
Osteorradionecrose Trismo
Dermatite crônica Anormalidades
do desenvolvimento
Nenhum tratamento sistêmico
anticâncer disponível
atualmente é capaz de destruir
as células neoplásicas sem
causar a morte de pelo menos
algumas células normais, sendo
os tecidos com renovação
rápida (p.ex., epitélio oral)
especialmente suscetíveis.
Características Clínicas
Mucosite
Tratamento e Prognóstico
O planejamento do tratamento ideal envolve a
atuação do cirurgião-dentista antes do início da
terapia antineoplásica. A eliminação de todos
os focos orais ou potenciais de infecção é
fundamental, além da educação do paciente
sobre a manutenção de uma excelente higiene
oral.
Mucosite: crioterapia
Xerostomia: substitutos da saliva e sialogogos,
aplicação diária de flúor tópico,
 
A
B
A escala mais utilizada para medir a mucosite
bucal é aquela da Organização Mundial de
Saúde (OMS), que classifica a mucosite em
quatro graus:
Grau 0: É aquele no qual não existem sinais
ou sintomas.
Grau 1: a mucosa apresenta-se eritematosa e
dolorida.
Grau 2: É caracterizado por úlceras, e o
paciente alimenta-se normalmente. 
Grau 3: O paciente apresenta úlceras e só
consegue ingerir líquidos.
Grau 4: O paciente não consegue se
alimentar.
envolve comumente as
superfícies não
queratinizadas
a mucosite por radiação
pode começar a aparecer
durante a segunda
semana de tratamento
Tanto a mucosite por
quimioterapia quanto a
induzida por radiação
desaparecem lentamente
duas a três semanas após
o término do tratamento
desenvolvimento de uma
coloração esbranquiçada
mucosa atrófica, a qual é
edemaciada, eritematosa
e friáveláreas de ulceração se
desenvolvem com a
formação de uma
membrana superficial
fibrinopurulenta,
amarelada e removível
dor, a ardência e o
desconforto são sintomas
relatados
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as exodontias pré-radioterapia devem ser realizadas, no mínimo, um mês antes do início da
radioterapia.B.as glândulas salivares presentes na área irradiada podem sofrer atrofia, fibrose
e degeneração causadas pela radioterapia.
a mucosite tem início imediatamente após o término da administração dos agentes
quimioterápicos e, normalmente, não são processos autolimitantes.
o uso de solução de fluoreto de sódio e antissépticos alcoólicos devem ser incentivados nos
pacientes submetidos à radioterapia ou quimioterapia.E.pacientes submetidos a
procedimentos cirúrgicos odontológicos após tratamento quimioterápico podem desenvolver
osteoradionecrose.
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
C
D
E
2012 : FCC : TRE-PR : FCC - 2012 - TRE-PR - Analista Judiciário - Odontologia
A
B
C
I e II.
I e III.
III e IV.
II e III.
I e IV.
Paciente com 59 anos de idade, sexo feminino, submetida à radioterapia e ao uso de
quimioterápicos para tratamento de neoplasia uterina, apresenta mucosite bucal, que
I. mostra aspecto de eritema recoberto por pseudomembrana, sem sintomatologia dolorosa.
II. não está associada com o quadro neoplásico, devido ao sítio de localização do carcinoma.
III. pode predispor a paciente mielossuprimida a uma bacteremia letal.
IV. constitui efeito colateral clínico agudo da terapia antineoplásica, causandodesconforto e
dor à paciente.
Está correto o que se afirma APENAS em
I1
D
E
Gabarito
1. B
2. C
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A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de
controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto
significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no
4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo
coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica.
Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de
infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. 
A assistência odontológica apresenta um risco moderado para a disseminação do Novo Coronavírus
(SARS-CoV-2) pela alta carga viral presente nas vias aéreas superiores dos pacientes infectados,
devido à grande possibilidade de exposição aos materiais biológicos, proporcionada pela geração de
gotículas e aerossóis, e pela proximidade que a prática exige entre profissional e paciente.
A
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
vÍRUS#101
IADES - 2020 - SES-DF - Multiprofissional em Gestão de Políticas Públicas para a Saúde - Odontologia
1
B
PATOLOGIA
EXTRA
SINTOMAS
típicos: febre, tosse e mialgia
ou fadiga com TC torácica
anormal.
SINTOMAS MENOS COMUNS:
produção de escarro, dor de
cabeça, hemoptise e diarréia
PERÍODO DE
INCUBAÇÃO
o período de incubação
assintomática:
~ 1 a 14 dias e após 24 dias foram
relatados indivíduos.
foi confirmado que
aqueles sem sintomas
podem espalhar o vírus.
Atualmente,
existem quatro
gêneros de
coronavírus: α-
CoV, β-CoV, γ-CoV
e δ-CoV15,16.
 As infecções podemestar
presentes através de
qualquer uma dessas
condições envolvidas em um
indivíduo infectado em
clínicas dentárias e
hospitais, especialmente
durante o surto de 2019-
nCoV (Fig. 1)
corona vírus
(covid-19)
morcego Rhinolophus affinis, já
que 2019-nCoV mostrou 96,2%
da identidade do genoma
inteiro ao BatCoV RaTG13.
Iniciou-se na cidade de Wuhan,
no final de dezembro de 2019
A Organização Mundial da
Saúde declarou uma
emergência de saúde pública
de preocupação internacional
e mais recentemente a OMS
  declarou  pandemia do novo
vírus.
O sétimo membro da família dos coronavírus
que infectam humanos
HOSPEDEIRO NATURAL
transmissão direta, como
tosse, espirro, transmissão
por inalação de gotículas.
Também pode ser
transmitido através da
saliva, e as rotas fetal-orais
também podem ser uma
rota potencial de
transmissão.
inalação de microrganismos no ar (podem
permanecer suspensos no ar por longos
períodos).
contato direto com sangue, fluidos orais ou
outros materiais do paciente. 
contato de mucosa conjuntival, nasal ou oral
com gotículas e aerossóis contendo
microorganismos gerados a partir de um
indivíduo infectado e propelidos a curta
distância.
tossindo e conversando sem máscara.
Contato indireto com instrumentos
contaminados e / ou superfícies ambientais.
TRANSMISSÃO
transmissão por contato,
como o contato com
mucosas orais, nasais e
oculares.
TRANSMISSÃO NA
ODONTOLOGIA
Certo Errado
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Gabarito
1. Errado
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Maria Helena Martins Tommasi, Diagnóstico Em Patologia Bucal - 4ª Edição -
2014 - 
GUEDES-PINTO, Antonio Carlos et al. Odontopediatria. São Paulo: Santos,
2009.
100
cobradas em concursos
patologias mais
@concurseiradaodontologia
Referências usadas nesta obra
NEVILLE, Brad W. Patologia oral e maxilofacial. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009.
PETERSON, Larry J. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 3. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, c2000.
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https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br
https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-brqual opção apresenta apenas Tumores Odontogênicos
Mesenquimais?
Tumor Odontogênico Adenomatóide, Odontoma e Fibroma Odontogênico.
Tumor Dentinogênico de Células Fantasmas, Cementoblastoma e Tumor Odontogênico
Escamoso.
Tumor Odontogênico Queratocístico, Ameloblastoma Unicístico e Fibroma Ameloblástico.
Cementoblastoma, Odontoameloblastoma e Fibroma Odontogênico.
Fibroma Odontogênico, Mixoma Odontogênico e Cementoblastoma.
2018 : Marinha - 2018 - CSM - Primeiro Tenente - Radiologia
1I
Gabarito
1. C
2. E
E
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PênfigoPênfigo
A
B
C
D
idiopática.
neoplásica.
autoimune.
viral.
Bacteriana
representa quatro doenças
relacionadas de origem autoimune:
Pênfigo vulgar
Pênfigo vegetante
Pênfigo eritematoso
Pênfigo foliáceo
1.
2.
3.
4.
Somente as duas 
primeiras doenças 
afetam a mucosa bucal
 2016 : FADESP : PM-PA: FADESP - 2016 - PM-PA - 2º Tenente - Cirurgião Dentista - Clínico Geral
O pênfigo vulgar é uma doença sistêmica dermatomucosa que apresenta lesões vesículo-
bolhosas que podem acometer a mucosa oral, sendo considerado de origem
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Doenças
Dermatológivas#69
as lesões bucais
frequentemente são o
primeiro sinal da doença,
consideradas as mais
difíceis de resolver com o
tratamento
Características Clínicas
dor na mucosa bucal, 
o exame clínico exibe erosões
superficiais e irregulares eulcerações
distribuídas de forma aleatória na
mucosa bucal
Os pacientes dificilmente relatam a
formação de vesículas ou bolhas
intrabucais
sinal de Nikolsky positivo:
uma bolha pode ser induzida em
pele de aparência normal, caso seja
exercida uma pressão lateral firme
Tratamento e Prognóstico
o tratamento consiste
basicamente em corticosteroides
sistêmicos
De forma ideal, um médico com
experiência em terapia
imunossupressora deve tratar o
paciente.
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A
B
C
D
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre o tipo de doença vesículoulcerativa
crônica, média de idade de acometimento e característica(s) clínica(s).
Penfigoide Cicatricial - ocorre entre a 6ª (sexta) e 7ª (sétima) décadas de vida; apresenta
vesículas, erosões e ulcerações em qualquer superfície da mucosa bucal ou superfície da pele.
Eritema Multiforme - ocorre entre a 5ª (quinta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta lesões
bucais e/ou na pele que podem ou não ser erosivas.
Pênfigo Vulgar - ocorre entre a 4ª (quarta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta vesículas,
erosões e ulcerações em qualquer ponto da mucosa bucal ou superfície da pele.
Pênfigo Paraneoplásico - ocorre entre a 5ª (quinta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta
principalmente lesões de mucosa.
Prefeitura de Campinas - SP 2012 (4ª edição): Dentista Geral: Cetro Concursos Públicos (CETRO)
1I
Gabarito
1. C
2. C
3. B
A
B
C
D
A doença sistêmica cuja etiologia mais aceita é a autoimunidade com sinais e sintomas
incluindo a formação de bolha, principalmente na mucosa jugal, dorso e borda da língua com
rompimento rápido e, na evolução, podem envolver a faringe, laringe, esôfago, uretra e ânus, é
Eritema Multiforme.
Pênfigo Vulgar.
Líquen Plano.
Penfigoide benigno de mucosa.
Gengivoestomatite herpética primária aguda.
2014 : FCC Órgão: TRF - 1ª REGIÃO : FCC - 2014 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Odontologia
1II
E
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A
B
C
D
( ) Geralmente afeta adolescentes, com média de 15 anos de idade.
( ) A complicação mais significativa é o envolvimento ocular.
( ) O envolvimento gengival produz um padrão de reação clínica denominado gengivite
descamativa.
( ) As lesões bucais se iniciam como vesículas ou bolhas que, ocasionalmente, podem ser
identificadas clinicamente. Em contraste, os pacientes com pênfigo, raramente, exibirão
bolhas. A explicação mais provável para essa diferença é que as bolhas no penfigoide se
formam em localização intraepitelial, produzindo um teto mais espesso e resistente do que a
bolha subepitelial acantolítica do pênfigo.
2013 : Aeronáutica : CIAAR : CIAAR - 2013 - CIAAR - Primeiro Tenente
Sobre o penfigoide das membranas mucosas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se
afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.1
E
represente um grupo de
doenças autoimunes
mucocutâneas bolhosas
crônicas
Características Clínicas
Lesões bucais : Vesículas ou bolhas que muitas
vezes podem ser identificadas clinicamente; Em
contraste, os pacientes com pênfigo raramente
exibirão essas bolhas. 
As lesões
ulceradas
costumam ser
dolorosas e
podem persistir
por semanas ou
meses, se não
forem tratadas
As lesões bucais são
observadas na maioria dos
pacientes, mas outras
localizações, como as
mucosas conjuntival, nasal,
esofágica, laríngea e a
vaginal, bem como a pele 
 podem estar envolvidas.
o paciente deve ser
encaminhado para um
oftalmologista
tratamento deve ser
individualizado
corticosteroides tópicos
Agentes sistêmicos
1.
2.
Tratamento e Prognóstico
as bolhas bucais se rompem, deixando uma área
extensa de ulceração superficial e áreas desnudas de
mucosa.
O envolvimento gengival produz um padrão de
reação clínica denominado gengivite descamativa ( o
padrão é semelhante ao líquen plano erosivo e
pênfigo vulgar
A complicação mais significativa é o envolvimento
ocular
Penfigoide das
Membranas Mucosas
Penfigoide das
Membranas Mucosas
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Doenças
Dermatológivas#70
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A
B
C
D
V – F – F – V
V – V – F – F
F – V – V – F
F – F – V – V
Gabarito
1. C
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Penfigoide BolhosoPenfigoide Bolhoso
A
Ulcerações rasas e
extensas com
bordas planas
e distintas estão
presentes após a
ruptura das bolhas
 leve ou moderado: aplicação
de corticosteroides tópicos
severo: terapia
imunossupressora sistêmica
Em geral, o prognóstico é
bom
B
C
D
penfigoide cicatricial, lúpus eritematoso, epidermólise bolhosa.
síndrome de Reiter, líquen plano, epidermólise bolhosa.
penfigoide bolhoso, pênfigo vulgar, lúpus eritematoso.
pênfigo vulgar, líquen plano, epidermólise bolhosa.
penfigoide cicatricial, síndrome de Reiter, varicela.
é a mais
comum das
condições
autoimunes
bolhosas
O envolvimento
da mucosa
bucal é
incomum
Características Clínicas
geralmente se
desenvolve em
pessoas idosas
Tratamento e Prognóstico
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH (EBSERH) 2015: Cirurgião Dentista (Cirurgia e
Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais): Instituto AOCP (AOCP)
São doenças imunológicas com manifestações bucais:1
E
geralmente se
desenvolve em
pessoas idosas
desenvolvimento
de múltiplas
bolhas tensas na
pele normal ou
eritematosa
prurido pode ser
um sintoma
precoce
formação de
uma crosta
superficial cura sem cicatrizes
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Doenças
Dermatológivas#71
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Gabarito
1. C
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Os lábios, a mucosa
labial, a mucosa jugal, a
língua, o assoalho bucal
e o palato mole são os
locais mais comuns de
envolvimento
Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010: Cirurgião Dentista: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual
Paulista (VUNESP)
O eritema multiforme é uma condição mucocutânea ulcerativae bolhosa de
etiopatogenia incerta que afeta adultos jovens e pode ser iniciado pela exposição a
uma grande variedade de medicamentos, incluindo agentes antibióticos e
analgésicos. As lesões orais têm início com manchas eritematosas que sofrem
necrose epitelial, evoluem para erosões e ulcerações com bordas irregulares, com
distribuição difusa. O tratamento adequado para o eritema multiforme é
1
condição mucocutânea
bolhosa e ulcerativa de
etiopatogenia incerta
Características Clínicas
Os sinais prodrômicos ocorrem aproximadamente
uma semana antes do início da condição e incluem
febre, mal-estar, cefaleia, tosse e dor de garganta
Tratamento e Prognóstico
corticosteroides sistêmicos ou tópicos
Caso uma droga seja identificada ou
suspeita como fator causal, então ela
deverá ser descontinuada de
imediato
Na maioria dos casos, o eritema
multiforme não apresenta risco de
vida, exceto nas suas formas mais
graves.
terapia bucal contínua com aciclovir
ou valaciclovir (motivo relacionado a
Herpes)
Em cerca de 50% dos
casos, o clínico pode
identificar
uma infecção precedente,
como o herpes simples ou
Mycoplasma pneumoniae,
ou com menos frequência
a exposição a várias
drogas e medicamentos,
particularmente
antibióticos ou analgésicos
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Doenças
Dermatológivas#72
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Eritema MultiformeEritema Multiforme
As lesões bucais iniciam-se como placas eritematosas
que sofrem necrose epitelial e evoluem para grandes
erosões rasas e ulcerações com bordas irregulares
As crostas hemorrágicas na região do vermelhão labial
são comuns
Desidratação é comum
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A
B
C
D
excisão cirúrgica local.
excisão cirúrgica com margem de segurança.
crioterapia.
administração de corticosteroides sistêmicos.
administração de medicação paliativa.E
Gabarito
1. D
2. B
Petrobras 2011: Dentista Júnior: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO)
O paciente C.S.A. apresenta-se para consulta com ulcerações e erosões difusas,
envolvendo a superfície dorsal da língua. Segundo relato feito pelo próprio paciente,
aproximadamente, há 1 semana do aparecimento das lesões, houve um estado
semelhante à gripe, com febre, mal-estar, cefaleia, tosse e dor de garganta. Durante a
anamnese foi possível observar uma lesão na pele da mão, com anéis eritematosos
circulares e concêntricos, semelhante a um alvo. O diagnóstico desse paciente é
1I
Eritema migratório areata.
Eritema multiforme.
Líquen plano erosivo.
Psoríase.
Lúpus eritematoso sistêmico.
A
B
C
D
E
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A
B
C
D
Leucemia aguda e Gengivoestomatite herpética primária 
Gengivite associada à placa e Eritema multiforme 
Líquen plano reticular e Periodontite necrosante 
 Líquen plano erosivo e Gengivite descamativa
Penfigoide benigno das membranas e Eritema migratório
CESGRANRIO - Dentista (PETROBRAS)/Júnior/2011/PSP-RH-1 2011
A Gengivite Ulcerativa Necrosante algumas vezes é confundida com outras doenças da
mucosa oral. Dentre elas, têm-se1
E
Eritema MigratórioEritema Migratório
condição benigna
comum que afeta
principalmente a
língua
Características Clínicas
As lesões são observadas nos dois terços
anteriores da superfície dorsal da língua
múltiplas zonas bem-demarcadas de eritema
na ponta e bordas laterais da língua
áreas atróficas são tipicamente circundadas
parcialmente por bordas sinuosas ou
festonadas, branco-amareladas levemente
elevadas
as lesões surgem com rapidez em uma área
e regridem dentro de poucos dias
 
As lesões geralmente são
assintomáticas, embora possa
ocorrer uma sensação de
ardência ou sensibilidade
a alimentos quentes ou
picantes quando as lesões
estão ativas
Cerca de um terço dos pacientes com
língua fissurada também são
afetados pelo eritema migratório
Tratamento e
Prognóstico
Em geral, nenhum
tratamento é indicado
corticosteroides tópicos
em casos de muita
sensibilidade ou
sensação de ardência
(incomum)
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Doenças
Dermatológivas#73
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Gabarito
1. A
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Características Clínicas
Líquen Plano
é uma doença dermatológica
crônica relativamente comum,
que afeta frequentemente a
mucosa bucal
Diagnóstico e Tratamento
achados clínicos
biopsia (forma erosiva)
líquen plano reticular: nenhum tratamento é
necessário. 
líquen plano erosivo: corticosteroides são
recomendados (tópicos)
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Doenças
Dermatológivas#74 raro o acometimento em crianças
mulheres são mais afetadas
pápulas poligonais, púrpuras e pruriginosas
As escoriações podem não ser visíveis
Líquen Plano
Líquen Plano ReticularLíquen Plano Erosivo
Caracteristicas clínicas
Muito mais comum do que a forma erosiva. 
não costuma causar sintomas
Envolve a região posterior da mucosa jugal
bilateralmente.
Outras áreas da mucosa bucal também podem
estar envolvidas de forma concomitante, como
a borda lateral e o dorso da língua, a gengiva, o
palato e o vermelhão labial.
É assim chamado por causa de seu padrão
característico de linhas brancas entrelaçadas
(também conhecido como estrias de
Wickham); no entanto, as lesões brancas
podem, em alguns casos, apresentar-se como
pápulas. 
não é tão comum quanto a forma
reticular.
As lesões em geral são sintomáticas.
Clinicamente, observam-se áreas
eritematosas, atróficas, com graus
variáveis de ulceração central.
A periferia das regiões atróficas costuma
ser circundada por finas estrias brancas
irradiadas. 
Algumas vezes, a atrofia e ulceração
estão confinadas à mucosa gengival
produzindo um padrão de reação
denominado gengivite descamativa.
Nestes casos, um espécime de biopsia
deve ser obtido para estudos de
microscopia de luz e de
imunofluorescência do tecido
perilesional, pois o penfigoide das
membranas mucosas e o pênfigo
vulgar podem apresentar aspecto
clínico semelhante.
Caracteristicas clínicas
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Tratamento e prognóstico
líquen plano reticular normalmente não produz
sintomas e nenhum tratamento é necessário.
Regezi e Sciubba (2008), "as
lesões do lúpus eritematoso
bucal se assemelham com
frequência ao líquen plano
erosivo". 
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A
B
C
D
A maioria dos pacientes com líquen plano são adultos de meia idade. O sexo feminino é o mais
acometido.
As lesões de pele têm sido classicamente descritas como pápulas poligonais, púrpuras e pruríticas.
O líquen plano erosivo é muito mais comum do que a forma reticular.
O líquen plano reticular é assim chamado por causa do seu padrão característico de linhas brancas que
se entrelaçam (também conhecidas como estrias de Wickham).
O líquen plano erosivo é mais significativo porque as lesões geralmente são sintomáticas; clinicamente,
observam-se áreas eritematosas atróficas com graus variáveis de ulceração central.
2019 : FUNDATEC : Prefeitura de Coronel Bicaco - RS
O líquen plano é uma doença dermatológica relativamente comum que, frequentemente, afeta a
mucosa bucal. Sobre ele, assinale a alternativa INCORRETA.1I
E
A O líquen plano reticular apresenta lesões extremamente doloridas e envolve a região posterior da
mucosa da bochecha bilateralmente.
O líquen plano reticular é menos comum que o líquen plano erosivo e quando as lesões são confinadas
à mucosa gengival pode produzir um quadro conhecido como gengivite descamativa.
No líquen plano erosivo, pode ocorrer separação epitelial, resultando na apresentação rara do líquen
plano bolhoso.
No líquen plano erosivo, observa-se ausência de degeneração hidrópica.
No líquen plano reticular,as estrias de Wickham não são observadas.
Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual - SP (IAMSPE - SP/SP) 2012: Cirurgião Dentista - Área
Estomatologia Clínica: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Assinale a alternativa que contém informações corretas em relação ao líquen plano.1II
B
C
D
E
Gabarito
1. B
2. C
3. C
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
A
B
C
D
No líquen plano oral, as regiões geralmente afetadas são mucosa oral e língua, e as lesões tendem
a ser bilaterais.
O líquen plano oral tem maior prevalência na população jovem.
Reações liquenoides podem ser desencadeadas por medicamentos, como os anti-inflamatórios
não esteriodais e os anti-hipertensivos.
No fenômeno de Köbner, observa-se o aparecimento da lesão decorrente de um trauma, como
placa de cálculo, restaurações ou outros.
2017 : MS CONCURSOS : Prefeitura de Piraúba - MG : MS CONCURSOS - 2017 - Prefeitura de Piraúba - MG 
O líquen plano é uma doença mediada imunologicamente e tem etiologia diversa, apresenta-se como
lesões na pele ou na boca, isoladas ou associadas. Sobre essa patologia, assinale a alternativa incorreta.1
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Estomatite
Ulcerativa Crônica
Doenças
Dermatológivas
Doença vesículoulcerativa, crônica, mucocutânea, imunomediada, relativamente
comum, que afeta frequentemente a mucosa bucal. Raramente acomete crianças,
sendo as mulheres mais afetadas. Existe mais de uma forma de lesões bucais. O
diagnóstico pode ser realizado frequentemente apenas com achados clínicos, sem
suporte dos achados histopatológicos. Contudo, a biópsia, com estudos de
imunofluorescência direta, muitas vezes é necessária para fazer diagnóstico
exclusivo de outras entidades patológicas como o lúpus eritematoso ou a
estomatite ulcerativa crônica; para imunofluorescência indireta apresenta resultado
negativo. As características estão relacionadas a qual doença dermatológica?
Estomatite
Ulcerativa Crônica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - IFPA - PA (IFPA/PA) 2019 (3ª edição):
OdontólogoBanca: (IFPA)
1
#75
Características Clínicas
desordem
imunomediada que
afeta a mucosa bucal
A diferenciação do
líquen plano deve
ser realizada
(imunofluorescênci
a direta), já que a
estomatite
ulcerativa crônica
normalmente não
responde de
forma eficaz ao
uso de
corticosteroides
geralmente afeta mulheres adultas
As úlceras geralmente são circundadas por
áreas de eritema entremeadas a finas bandas
de queratose que se assemelham um pouco
ao líquen plano, ainda que a formação das
estrias clássicas não seja evidente
As úlceras se curam sem deixar cicatrizes e
muitas vezes migram ao redor da mucosa
bucal.
episódios de melhora e piora
Tratamento e Prognóstico
Diferentemente das lesões de
líquen plano erosivo, as lesões
associadas à estomatite
ulcerativa crônica podem não
responder à terapia com
corticosteroides tópicos ou
sistêmicos
hidroxicloroquina deve ser
considerada
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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A
B
C
D
Pênfigo Vulgar.
Eritema multiforme.
Pênfigo paraneoplásico.
Penfigoide bolhoso.
Líquen PlanoE
Gabarito
1. E
2. C
Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010Cargo: Cirurgião DentistaBanca: Fundação para o Vestibular
da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Lesões ulcerativas da mucosa oral como a estomatite aftosa recorrente (aftas)
apresentam alta prevalência, sintomatologia álgica importante e desenvolvimento de
ulceração recoberta por membrana fibrinopurulenta e halo eritematoso. A presença
de lesões ulcerativas orogenitais similares às ulcerações aftosas presentes
comumente na região de palato mole e orofaringe, associadas à inflamação ocular
crônica, caracterizam a síndrome de
1I
Sturge-Weber.
Jadassohn-Lewandowsky.
Behçet.
Melkersson-Rosenthal.
Ramsay Hunt.
A
B
C
D
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Lúpus Eritematoso
Lúpus Eritematoso Sistêmico(LES): períodos de remissão ou
de inatividade da doença, Em geral as lesões afetam o palato, a
mucosa jugal e a gengiva, aparecem como áreas liquenoides,
mas também podem ser inespecíficas ou até mesmo
granulomatosas, queilite por lúpus, ulceração, dor, eritema,
hiperqueratose Outras manifestações: xerostomia, a
estomatodinia, a candidíase, a doença periodontal e a disgeusia
Lúpus Eritematoso
2012 : FCC : TRT - 6ª Região (PE) : FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia
Este quadro é compatível com o diagnóstico de:
1
exemplo clássico de uma
condição imunomediada
lúpus eritematoso sistêmico
(LES): é uma doença grave que
envolve diversos sistemas, com
uma variedade de
manifestações cutâneas e bucais
lúpus eritematoso cutâneo
crônico: Afeta principalmente a
pele e a mucosa bucal e o
prognóstico é bom
O lúpus eritematoso
cutâneo subagudo (LECS):
apresenta características
clínicas
intermédias entre o LES e
LECC
Características Clínicas (bucais)
Diagnóstico e tratamento
estudos imunológicos podem
auxiliar no estabelecimento do
diagnóstico do LE.
devem evitar a exposição
excessiva à luz solar
uso de anti-inflamatórios não
esteroides associadas
a drogas antimaláricas
corticosteroides sistêmicos
(casos severos)
corticosteroides tópicos
 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Doenças
Dermatológivas#76
Lúpus Eritematoso Cutâneo Crônico(LECC): Na maioria dos
casos, as manifestações bucais do LECC se apresentam
clinicamente idênticas às lesões do líquen plano erosivo. No
entanto, ao contrário das lesões bucais do líquen plano, as
lesões do LECC raramente ocorrem na ausência de lesões
cutâneas.
Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo: apresentam 
 manifestações clínicas intermediárias entre o LES e o LECC
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
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A
B
C
Dsíndrome de Hunt.
neuralgia de trigêmio.
síndrome de Sjögren
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Gabarito
1. A
2. A
3. D
O lúpus eritematoso é uma doença inflamatória autoimune, de causa desconhecida, com
incidência maior em mulheres na faixa etária de 30 a 40 anos. Nessas pacientes, a
trombocitopenia é um achado frequente. Procedimentos invasivos de urgência em pacientes
com lúpus podem ser realizados em pacientes com contagem de plaquetas a partir de:
Ano: 2020 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Prova: INSTITUTO AOCP - 2020 -
Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Odontólogo - Especialista em PNE
A
B
C
D
E
20.000 / ml.
50.000 / ml.
80.000 / ml.
Antes de iniciar qualquer tipo de tratamento odontológico, mesmo que a queixa do paciente seja
específica e pontual, o dentista deve ter em mente que os objetivos principais de uma adequada
avaliação do paciente, antes do tratamento, deve lhe permitir: determinar o diagnóstico correto;
conhecer as condições médicas preexistentes; descobrir doenças concomitantes; controlar
emergência e por fim tratar o paciente da melhor forma possível. Deste modo, além de um acurado
exame dos tecidos dentais e periodontais, é recomendado que o dentista execute um cuidadoso
exame das estruturas da cavidade bucal, pois muitas doenças sistêmicas têm manifestações em
tecidos intrabucais e o diagnóstico precoce destas é de relevante importância médica. São doenças
sistêmicas com manifestação na cavidade bucal:
Ano: 2020 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Prova: INSTITUTO AOCP - 2020 -
Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Odontólogo - Especialista em PNE
A
B
C
D
E
lúpus eritematoso sistêmico, síndrome de Sjögren e epicondilite lateral.
pênfigo foliáceo, leucemia e doença renal crônica.
gengivite plasmocitária, tuberculose e diabetes mellitus.neutropenia cíclica, lúpus eritematoso sistêmico e pênfigo vulgar.
esclerose lateral amiotrófica, doença renal crônica e escorbuto.
síndrome de Costen.
lúpus eritematoso sistêmico.
100.000 / ml.
120.000 / ml.
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Deficiência VitamínicaDeficiência Vitamínica
A
B
C
D
pelagra causada pela baixa ingestão de tiamina.
anemia megaloblástica causada pela baixa ingestão de ácido pantotênico.
estomatite angular causada pela baixa ingestão de riboflavina.
hiperceratose folicular causada pela baixa ingestão de vitamina 
Eberibéri causado pela baixa ingestão de vitamina B12.
Manifestações Orais
de Doenças Sistêmicas
Vitamina C (escorbuto): hemorragia sob a
forma de petéquias disseminadas e equimose,
retardo na cicatrização de feridas, edema
gengival generalizado, com hemorragia
espontânea, ulceração, mobilidade dentária e
aumento da gravidade da infecção periodontal
e perda óssea.
Vitamina D: raquitismo, osteomalácia,
hipomineralização dos dentes
Vitamina E: anomalias no sistema nervoso
central e no sistema nervoso
Vitamina K: coagulopatia (Intraoralmente se
periférico 
manifesta sob a forma de sangramento gengival
Vitamina A: complicações oculares
Tiamina (B1): beribéri. problemas
cardiovasculares e neurológicos
Riboflavina (B): diversas manifestações orais,
incluindo glossite, queilite angular, dor de
garganta, edema e eritema da mucosa oral
Niacina (B3): pelagra. a tríade de dermatite,
demência e diarreia
Piridoxina (B6): fraqueza, tonturas ou
convulsões, queilite e glossite
2010 : CESGRANRIO Órgão: Petrobras Prova: CESGRANRIO - 2010
As vitaminas são necessárias para o bom funcionamento de muitos processos
fisiológicos e, quando não ingeridas em quantidades suficientes, podem causar
deficiências nutricionais, tais como, a(o)
1
E
#77
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Os pacientes com as síndromes de
má absorção ou com distúrbios
alimentares, pessoas que seguem
“dietas da moda” e alcoólatras são
os grupos mais afetados.
Características Clínicas ( e carências)
Tratamento e Prognóstico
A terapia de reposição é
indicada para deficiências
vitamínicas
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Gabarito
1. C
2. D
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
A
B
C
D
vitamina A;
riboflavina;
tiamina;
niacina;
piridoxina.
Prova: FGV - 2015 - TJ-SC - Odontólogo
Paciente adulto chega ao consultório e durante a anamnese queixa-se da tríade de
dermatite, demência e diarreia. Ao exame clínico observou-se estomatite e glossite,
com língua apresentando-se vermelha, lisa e inflamada.Tal descrição está associada à
deficiência de:
2
E
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A
B
C
Em caso de pacientes diabéticos, o tratamento cirúrgico deve ser realizado,
preferencialmente, no período da manhã com controle da pressão arterial antes, durante e
após o tratamento.
Em caso de pacientes diabéticos, a antibioticoterapia deve ser adotada somente nas situações
em que houver evidente comprometimento valvular cardíaco, renal ou glicemia acima de 400
mg/dL.
Em caso de paciente diabético descompensado, com taxa glicêmica capilar acima de 110
mg/dL, deve-se suspender o atendimento cirúrgico e encaminhar o paciente ao médico
responsável.
2016 : CESPE / CEBRASPE : TRT - 8ª Região (PA e AP): CESPE - 2016 - TRT - 8ª Região (PA e AP) - Analista Judiciário -
Odontologia
Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de diabetes melito tipo II, foi
atendido em consultório odontológico. O paciente relatou fazer uso de cloridrato de
metformina, 500 mg, um comprimido ao dia pela manhã. No exame físico, foi constatada a
necessidade de cirurgia pré-protética. No teste de glicemia capilar, quinze minutos antes da
intervenção, foi verificada a taxa de 196 mg/dL. A pressão arterial aferida foi normal.A partir
dessa situação hipotética, assinale a opção correta.
1
doença comum do
metabolismo de
carboidratos que se
acredita possuir muitas
causas, apesar de o
problema básico ser ou a
produção diminuída de
insulina, ou a resistência
tecidual aos efeitos da
insulina.
Uma das principais
complicações do diabetes é
a doença vascular periférica,
um problema que resulta
em falência renal, assim
como em isquemia e
envolvimento dos membros
por gangrena
Características Clínicas
Tratamento e Prognóstico
diabetes tipo I: injeções de
insulina
diabetes tipo II: modificação na
dieta associada a exercícios
físicos, hipoglicemiantes orais 
Consultas periódicas
Diabetes Melito Tipo I: paciente se sente cansado e letárgico,
perda de peso,poliúria, polidipsia.
Diabetes Melito Tipo II: Os sintomas associados ao diabetes
do tipo II são muito mais sutis em comparação com aqueles
observados no tipo I. 
Frequentemente, o primeiro sinal do diabetes tipo II é
detectado ao exame hematológico de rotina e não como
uma consequência de qualquer queixa específica do
paciente.
Complicações: isquemia, microangiopatia, infecções graves,
amputação, infarto, acidente vascular cerebral ou apoplexia,
aumento difuso, indolor e bilateral das glândulas parótidas
(sialodenose diabética), glossite migratória benigna,
xerostomia, 
Manifestações Orais
de Doenças Sistêmicas#78
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Diabetes MelitoDiabetes Melito
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Em caso de pacientes diabéticos, com taxa glicêmica capilar acima de 400 mg/dL, deve-se
aplicar 1 mL de insulina subcutânea e iniciar o tratamento somente após 1 hora.
Antes do tratamento cirúrgico, deve ser indicada a ampliação da dose do cloridrato de
metformina por quarenta e oito horas, dois comprimidos ao dia, para melhor controle
glicêmico.
B
C
Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011: OdontólogoBanca: Núcleo de Concursos e Promoção de
Eventos (NUCEPE/UESPI)
A
B
C
O diabetes mellitus Tipo I acomete pacientes de zero a 40 anos, e é conhecida como diabetes
juvenil.
O diabetes mellitus Tipo II acomete mais a obesos e os pacientes não são
insulinodependentes.
O aumento da sensação de fome e sede, urinar em excesso, e a perda de peso são sintomas
clássicos do diabetes mellitus.
A polidipsia é um sintoma clássico do paciente com diabetes mellitus caracterizado pelo
aumento da sensação de fome.
O diabetes melittus aumenta à suscetibilidade do paciente idoso a doença periodontal.
Assinale a alternativa INCORRETA.I1
D
E
CONPASS - 2018 - Prefeitura de Morro do Chapéu - BA - Odontólogo - Especialista em Pacientes Especiais:
Odontologia
Gabarito
1. A
2. D
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Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
A
B
C
D
queilite angular e glossite atrófica ou atrofia generalizada da mucosa oral.
sensação de ardência na língua, lábios, mucosa jugal ou em outras localizações da mucosa.
placas brancas e dolorosas, ou crostas distribuídas predominantemente na mucosa jugal,
língua e assoalho da boca. O hálito pode apresentar odor de amônia ou urina.
lábios com aspecto espessado e aumento difuso da língua. Pode ocorrer falha na erupção dos
dentes embora a formação dentária não seja prejudicada.
os pacientes podem se queixar de fadiga, cansaço
fácil, palpitações, sensação de desfalecimento ou
desmaio iminente e falta de energia
As manifestações orais incluem a queilite angular e
glossite atrófica, ou atrofia generalizada da mucosa
oral.
O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de
uma contagem sanguínea completa incluindo as
hemácias
Perda excessiva de
sangue
Aumento da demanda
por hemácias
Diminuição da
ingestão de ferro
Diminuição da
absorção de ferro
Esse tipo de anemia se
desenvolve sob quatro
condições: suplementação do ferro da dieta
por meio de sulfato ferroso oral
Aresposta à terapia geralmente é
imediata
A causa de base da anemia deve ser
identificada, de modo que, se
possível, seja corrigida
Anemia FerroprivaAnemia Ferropriva
Unilavras - 2018 - Prefeitura de Bom Despacho - MG - Gestor Público Municipal - Odontologia
A anemia ferropriva é a causa mais comum de anemia em todo o mundo e ocorre por uma
deficiência de ferro no organismo. As manifestações orais desse tipo de anemia incluem1
Essa forma de
anemia se desenvolve quando a
quantidade de ferro disponível
para o organismo não acompanha
a necessidade de ferro para a
produção de hemácias.
Características Clínicas
Tratamento e Prognóstico
Manifestações Orais
de Doenças Sistêmicas#79
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Gabarito
1. A
2. C
Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010Cargo: Cirurgião DentistaBanca: Fundação para o Vestibular
da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
As deficiências carenciais podem causar alterações na cavidade oral. São alterações
comumente observadas na anemia ferropriva:1I
fraturas mandibulares.
hemorragias e sangramento periodontal.
atrofia da mucosa e atrofia das papilas linguais.
mobilidade dental e hemorragia.
queilite esfoliativa e xerostomia.
A
B
C
D
E
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A
B
C
D
é um quadro de infecção por fungos e bactérias;
é conhecida como osteíte alveolar
provoca dor moderada a intensa, febre, edema e eritema
o tratamento indicado é a curetagem do alvéolo e prescrição de antibioticoterapia oral
o tratamento indicado é a colocação de um curativo à base de oncylon orobase.
Osteíte Alveolar (Alvéolo
Seco; Alveolite
Fibrinolítica, alveolite)
2009 : UFF : UFF : UFF - 2009 - UFF - Odontólogo
Com relação à alveolite, pode-se afirmar:
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
1
E
Patologia
pulpar#80
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Após a extração de um dente, forma-se um
coágulo sanguíneo no local, com a eventual
organização do coágulo pelo tecido de
granulação, substituição gradual por osso
fibrilar grosseiro e, finalmente, substituição
por osso maduro. Acredita-se que a
fibrinólise prematura do coágulo inicial
seja responsável pela condição clínica 
 conhecida como osteíte alveolar.
fatores: uso de
contraceptivos orais, uso de
tabaco, infecção
préoperatória, extração
difícil, cirurgiões
inexperientes, desenho do
retalho cirúrgico (retalho em
envelope em vez de retalho
triangular modificado), uso
de um anestésico local com
vasoconstritor e irrigação
pós-operatória inadequada
Características Clínicas
O sítio de extração acometido é preenchido
inicialmente com um coágulo contaminado
acinzentado que é perdido e deixa um
alvéolo ósseo vazio (alvéolo seco). A detecção
do alvéolo vazio pode ser prejudicada pela
retenção parcial do coágulo ou pelo tecido
inflamado sobrejacente que cobre o sítio.
dor, odor fétido e (com menos frequência)
tumefação e linfadenopatia, três a quatro
dias após a extração do dente
Tratamento e Prognóstico
deve ser feita uma radiografia da
área afetada para excluir a
possibilidade de uma ponta de raiz
retida ou de um corpo estranho, 
Todas as suturas devem ser
removidas
O alvéolo é irrigado
com soro morno, seguido pela
inspeção clínica completa do alvéolo
Devem ser prescritos analgésicos
orais
A curetagem do
alvéolo não é
recomendada
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A
B
C
D
A alveolite seca causa dor intensa após o 3º ou 4º dia do pós-operatório, mas não provoca
odor ou gosto alterado na cavidade bucal.
A alveolite úmida causa uma dor intensa 24 horas após o ato operatório e provoca odor e
gosto desagradável na cavidade bucal.
O tratamento de alveolite seca e úmida deve ser feito com a curetagem do alvéolo para que
haja um novo sangramento, sutura e prescrição de analgésico e anti-inflamatório.
A alveolite seca é a perda do coágulo com exposição óssea, causando uma dor intensa entre
o 3º e o 4º dia do pós-operatório.
A alveolite seca apresenta o alvéolo com corpos estranhos e um coágulo em desarranjo,
com ausência de dor, mas com gosto altamente desagradável na cavidade oral.
2015 : CETRO : AMAZUL : CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista
Complicações pós-operatórias podem ocorrer após uma exodontia. Uma delas é a alveolite.
Sobre a alveolite, assinale a alternativa correta.
1I
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Gabarito
1. B
2. D
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A
B
C
Com intuito de tornar os bisfosfonatos de primeira geração mais potentes foi adicionada uma
cadeia lateral de carbono, criando a segunda geração de bisfosfonatos, sendo chamados de
carbonobisfosfonatos.
Os bisfosfonatos intravenosos (pamidronato e ácido zoledrônico) são considerados de menor
risco para o desenvolvimento da osteonecrose associada ao uso de bisfosfonatos, em
comparação com os bisfosfonatos orais (alendronato e residronato).
Embora uma predominância da osteonecrose associada ao uso dos bisfosfonatos tenha sido
observada na mandíbula, o envolvimento da maxila não é incomum, sendo que na grande
maioria dos casos a necrose ocorre de forma espontânea sem qualquer estímulo traumático.
Osteonecrose
associada/induzida/relacionada
aos bisfosfonatos
 ou relacionada a antireabsorção 
Osteonecrose
associada/induzida/relacionada
aos bisfosfonatos
 ou relacionada a antireabsorção 
Fatores de risco adicionais: idade avançada do
paciente, o uso de corticosteroides, 
 quimioterápicas, diabetes, tabagismo ou o uso de
álcool, higiene oral deficiente e o uso da droga por
mais de três anos
2014 : Marinha : CSM : Marinha - 2014 - CSM - Primeiro Tenente - Quadro de Cirurgiões-Dentistas
Em relação ã osteonecrose associada ao uso de bisfosfonatos, assinale a opção correta.1
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Lesões Físicas e
Químicas#81
Características Clínicas e Radiográficas
Tratamento e Prognóstico
A melhor abordagem terapêutica é a
prevenção:
inclui a eliminação de focos de
infecção oral e a remoção de
grandes tórus ou de dentes
parcialmente impactados (antes do
inicio do tratamento para a doença,
ex: câncer.)
Definição de Osteonecrose dos Maxilares
Relacionada a Medicamentos
Tratamento atual ou prévio com agentes
antirreabsortivos ou antiangiogênicos
Osso exposto na região maxilofacial por não mais de
oito semanas
Ausência de história de radioterapia ou de doença
metastática óbvia nos ossos gnáticos
ocorreram em pacientes
tratados com formulações
intravenosas (principalmente
pamidronato e ácido
zoledrônico) para câncer
Características necessárias para o diagnóstico
o osso em risco iminente de osteonecrose costuma
demonstrar uma radiopacidade aumentada antes da
evidência clínica de necrose
a necrose pode levar ao desenvolvimento de uma
fístula cutânea ou de fratura patológica
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A
B
C
D
É caracterizada por osso necrótico exposto há menos de duas semanas.
Está associada ao tratamento com bisfosfonato oral ou endovenoso por mais de um ano.
É frequentemente encontrada em pacientes com história de radioterapia dos maxilares.
Ocorre apenas em pacientes usando bisfosfonatos que foram submetidos a exodontia.
O risco de osteonecrose aumenta conforme a potência e o tempo de uso do medicamento.
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 2013: Odontólogo - Área Pacientes com Necessidades
EspeciaisBanca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Assinale a alternativa correta em relação à osteonecrose dos maxilares associada ao uso
de bisfosfonato, em pacientes com câncer de mama.2
E
D Em pacientes que fazem uso de bisfosfonatos intravenosos (pamidronato e ácido zoledrônico),procedimentos cirúrgicos invasivos podem ser realizados, bastando apenas suspender o uso da
medicação por 1 mês.
Os bisfosfonatos são usados principalmente para retardar o envolvimento ósseo em várias
condições malignas (mieloma múltiplo, carcinoma de mama ou próstata metastático), no
tratamento da doença de Paget e para reverter a osteoporose.
E
Gabarito
1. E
2. E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
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Disfunções
temporomandibulares 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Dor Facial e Doenças
Neuromusculares#82
grupo de condições
muscoloesqueléticas e
neuromusculares que
envolvem as ATMs, os
músculos mastigatórios e
todos os tecidos associados
Dor na região pré-
auricular é o quadro
clínico mais frequente
para esse grupo de
disfunções, e as DTMs
representam as
principais causas para a
dor orofacial de origem
não dentária
Em geral, as DTMs
dolorosas têm origem
miogênica (muscular)
ou artrogênica
(articulação)
Características Clínicas e Radiográficas
Em geral, a dor é localizada na região pré-auricular,
mas também pode irradiar-se para as regiões
temporal, frontal ou occipital
limitações no movimento mandibular durante as
excursões funcionais e o movimento articular
restrito, com ou sem ruídos articulares associados,
são queixas frequentes
Pode apresentar-se como uma dor de cabeça
(cefalalgia), um zumbido nos ouvidos (tinido), uma
dor de ouvido(otalgia), uma dor de dente
(odontalgia) ou qualquer combinação desses
sintomas
contrações musculares involuntárias
As disfunções inflamatórias não
artríticas da ATM se caracterizam
por dor profunda e contínua. A dor
é desencadeada pela
palpação da articulação afetada ou
por um movimento mandibular,
especialmente mastigação e
apertamento.
Os desarranjos do
côndilo e do complexo
meniscal estão mais
frequentemente
associados à disfunção
(artropatia) do que à dor
articular (artralgia). 
Muitas condições sistêmicas são consideradas
contribuintes para o desenvolvimento de
DTMs, devendo ser incluídas no diagnóstico
diferencial de dor orofacial crônica.
Tratamento e Prognóstico
Os tratamentos
conservadores incluem
repouso e imobilização da
articulação, aplicação de
frio (em geral, reservado a
casos agudos) ou calor,
imobilização oclusal através
de splints e ajuste oclusal e
fisioterapia;
Deslocamentos dos discos articulares podem
ocorrer em uma direção anterior, posterior e
mediolateral, caracterizando-se por uma
variedade de ruídos articulares e limitações na
abertura da mandíbula. A frouxidão e o
alongamento dos ligamentos articulares são
considerados os principais fatores
contribuintes para os transtornos de
deslocamento do côndilodisco.
A intervenção cirúrgica pode ser
necessária no caso de haver
articulações comprometidas de
forma mais grave,
especialmente com lesão do
menisco, deslocamento ou
fratura condilar, anquilose e
deformidades degenerativas ou
de desenvolvimento.
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CONTRAÇÃO
PERIFÉRICA/
PROTETORA
(CONTRATURA
MUSCULAR)
Disfunções
Temporomandibulares
Disfunções
Temporomandibulares
Dor Facial e
Doenças
Neuromusculares
#82
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
1. Desordens dos músculos mastigatórios
Cocontração protetora - Dor na contração muscular. Frost (1977): Reflexo protetor,
pelo qual os músculos esqueletais se tornam hipertônicos e dolorosos, quando 
 contraídos, não há dor em repouso. Okeson (1992), tratamento: remoção dos
fatores etiológicos, e utilização de terapia de suporte, instruindo o paciente a
restringir o uso da mandíbula dentro do limite indolor, dieta pastosa, uso de
analgésico por curto período.
MIO ESPASMO
(MIALGIA DE
CONTRAÇÃO TÔNICA)
Dores profundas e aumento da fadiga - câimbra aguda. Bell (1986), definiu como
contrações musculares involuntárias induzidas pelo SNC e Okeson (1992),
acrescentou que se diferencia da contratura pelo fato do SNC recrutar unidades
motoras para contrações contínuas
DOR MIO-FASCIAL DE 
PONTOS
ÁLGICOS/PONTOS DE
GATILHO
(“Trigger-Points” ou Pontos Gatilhos). Embora a fisiopatologia não esteja bem
esclarecida, para Reeves et al. (1986), os pontos gatilhos miofasciais podem ser
caracterizados clinicamente como: pontos específicos de sensibilidade em uma
musculatura tensa, na presença de contração muscular local em resposta a
estímulo mecânico na região.
MIALGIA NÃO-
INFLAMATÓRIA
Sensibilidade dolorosa muscular local. Fadiga. Desordem de origem muscular, não
inflamatória. Pode ser causada por contração prolongada, por um estimulo de dor
profunda, por trauma ou por estresse emocional. 
MIALGIA
CENTRALMEN1E
MEDIADA
Miosite crônica - impulso nervoso. Tem origem no SNC. É tipicamente bilateral, e
descrita como ‘’pressão deaperto’’ de moderada intensidade. Presença de dor
miogênica constante, mesmo durante o repouso, intensificando-se durante a
função.
A
B
fibromialgia.
mialgia de contração tônica.
mialgia crônica mediada centralmente.
dor miofascial dos músculos mastigatórios, secundária a uma dor cervical.
dor muscular cíclica associada a fraqueza muscular e co-contração protetora.
FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia
Paciente com 63 anos de idade, sexo masculino, refere sensação dolorosa moderada,
contínua, prolongada e leve, difusamente localizada na região esquerda da face, têmpora e
mandíbula. A dor é acompanhada de redução acentuada na abertura bucal e agravada por
qualquer tentativa de abrir a boca ou mastigar. A radiografia panorâmica mostra ausência de
alterações ósseas e as articulações temporomandibulares parecem estruturalmente normais.
Este quadro é compatível com o diagnóstico de
1
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
C
D
E
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A
B
fibromialgia, causada pelo aumento do estresse emocional e da fadiga muscular crônica.
mialgia crônica mediada centralmente, decorrente de dor miofascial prolongada e constante.
mialgia com ponto de gatilho em estado ativo, decorrente da interrupção do ciclo normal do
sono.
mialgia de contração tônica, decorrente de sensibilidade dolorosa muscular prolongada.
mialgia não inflamatória, causada por estresse emocional aumentado e co-contração
muscular prolongada.
Consultor Técnico Legislativo - Área OdontologiaBanca - Fundação Carlos Chagas (FCC) - SP 2014
Paciente com 29 anos de idade, sexo feminino, relata sentir dores nos músculos da face há
alguns meses quando em repouso, sendo que a dor aumenta muito durante a
mastigação. A paciente relata uma sensação de enrijecimento muscular e refere não ter dor
de cabeça. O exame clínico mostra uma redução do movimento de abertura da boca e a
palpação dos músculos provoca uma sensação dolorosa evidente. Este quadro é compatível
com o diagnóstico clínico de
2
C
D
E
A
B
II e IV.
II e III.
I e III.
I e IV.
III e IV.
FCC - 2016 - TRT - 20ª REGIÃO (SE) - Analista Judiciário - Odontologia
Com relação ao ponto-gatilho, considere as afirmativas abaixo. 
I. O tratamento dos pontos-gatilho nos músculos do ombro não resolve a disfunção muscular
mastigatória. 
II. Os pontos-gatilho são ativados por alguns fatores, como distensão muscular ou tensão
emocional. 
III. O tratamento dos músculos mastigatórios alivia a dor resultante dos pontos-gatilho
cervicais. 
IV. Os pontos-gatilho não podem ser eliminados sem tratamento, mas podem permanecer
latentes, criando alívio temporário da dor. Está correto o que se afirma APENAS em
3
C
D
E
 E 
 B
 A
Gabarito
1.
2.
3.
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Disfunções
Temporomandibulares
Disfunções
Temporomandibulares
Dor Facial e
Doenças
Neuromusculares
#82
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
2. Desordens Funcionais das ATMs - Desordem do complexo Côndilo-DiscoDESLOCAMENTO DO 
DISCO COM REDUÇÃO
Refere-se ao estágio em que o disco é deslocado para posição anterior ou
anteromedial no fechamento e retorna aposição mais estável em relação ao
côndilo, durante a abertura. Atividade secundaria dos músculos mastigatórios
sempre acompanha o deslocamento do disco, causando dor e limitação da abertura
bucal. O fato mais característico do deslocamento do disco com redução é o
estalido durante a abertura e fechamento mandibular.
DESLOCAMENTO DO 
DISCO SEM REDUÇÃO
Caracterizado pelo deslocamento do disco seguido do fracasso em reduzir ou
recapturá-lo durante a translação. O côndilo é incapaz de passar sob o disco
deslocado, devido ao espessamento da banda posterior, há uma modificação na
forma do disco de bicôncavo para biconvexo e uma diminuição ou perda da tensão
na inserção posterior.
SINOVITE E CAPSULITE
a sinovite é uma inflamação do líquido sinovial secundária à infecção, trauma ou
pela degeneração do disco articular e/ou do tecido fibroso que cobre a articulação.
Já a capsulite é a inflamação da cápsula articular estando relacionada à distensão
dos ligamentos capsulares. Clinicamente, é difícil estabelecer um diagnóstico
diferencial e, para ambas, a dor localizada na ATM e aumentada pela função, carga
ou palpação; a limitação do movimento mandibular (pela dor) e a dor tida como de
orelha, são achados comuns. Nos casos de sinovite, uma diminuição na capacidade
de ocluir os dentes posteriores do lado ipsilateral é um sinal característico.
RETRODISCITE
A inflamação dos tecidos rctrodiscais (recrodiscitc) pode resultar de um
macrotrauma, como uma pancada no queixo. limitação do movimento mandibular
é devida à artr31gia. Uma sensação termina] macia está presente, a menos que a
infbm3ção esteja associada ao deslocamento do disco sem redução.
ANQUILOSE
 pode ser fibrosa ou óssea, sendo que a maioria dos casos de anquilose verdadeira
combina ambos, (anquilose fibro-óssea) e estão frequentemente associadas a
história de trauma, incluindo-se aqui as fraturas mandibulares. A limitação de
movimento mandibular com deflexão acentuada para o lado afetado na abertura,
por limitação da função de translação da articulação, é característica frequente.
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
A
B
Capsulite.
Retrodiscite.
Exército - 2010 - EsSEx - Primeiro Tenente - Ortodontia
Uma Paciente adulta, com quadro de dor à palpação sobre a cabeça da mandíbula e ao
realizar abertura bucal bordejante, apresentando alívio ao ocluir em máxima intercuspidação.
Trata-se de um quadro de:
1
C
D
Doença articular degenerativa.
Dor nos ligamentos do disco.
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A
B
anquilose fibrosa.
artropatia degenerativa com artrite inflamatória aguda na articulação direita.
inflamação capsular e periarticular da ATM direita.
imobilização da ATM esquerda.
fibrose capsular.
2010 : FCC : TRE-AM : FCC - 2010 - TRE-AM - Analista Judiciário - Odontologia
Paciente com 64 anos de idade, sexo masculino, tem a dor na região da ATM como queixa
principal. Na anamne- se, ele relata sensação dolorosa moderada, constante, variável,
contínua e leve, difusamente localizada na ATM direita e agravada pelo uso da articulação.
Existe sensibilidade localizada ao tato e pressão diretamente sobre o polo lateral da
articulação, além de dor nos movimentos protrusivos e laterais e na abertura de boca
superior a 23 mm. Sua história clínica mostra sinais e sintomas sugestivos de
2
C
D
E
A
B
F F V V V
F V F V F
V V F V V
V F F F V
V V V F F
Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina - SC (SES/SC) 2012Cargo: Odontólogo - : Odontopediatra:
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Sobre disfunções temporomandibulares (DTM) na infância e adolescência, identifique se são
verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
( ) Desvio de mandíbula durante a mordida habitual, abertura de boca limitada e presença de
ruídos articulares são alguns sinais da presença de DTM.
( ) Em caso de fraturas intracapsulares e subcondilares, uni ou bilaterais, a imobilização
prolongada pode levar à anquilose da articulação temporomandibular.
( ) A onicofagia não está associada ao desenvolvimento de DTM. 
( ) Partos realizados a fórceps e traumas na região de mento são fatores de DTM em crianças.
( ) O uso excessivo de gomas de mascar pode levar ao desenvolvimento de DTM.Assinale a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
3
C
D
E
 A 
 C
 C
Gabarito
1.
2.
3.
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Características Clínicas e Radiográficas
Ameloblastoma intraósseo sólido convencional ou
multicístico: ampla variação etária, assintomático, Dor e
parestesia são incomuns, lesão radiolúcida multilocular (favo de
mel), reabsorção da raiz dos dentes adjacentes é comum,
margens dessas lesões radiolúcidas mostram festonamento
irregular.
Ameloblastoma
Prefeitura de Curitiba - PR 2004Cargo: DentistaBanca: Universidade Federal do Paraná (NC/FUNPAR/UFPR)
Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, se apresentou com aumento de volume no
corpo da mandíbula, região dos dentes 45, 46 e 47, assintomático e com evolução de
aproximadamente 1 ano. Pelo exame clínico constatamos expansão óssea e deslocamento dos
dentes 45 e 46 de suas posições normais. Através de radiografia panorâmica observamos uma
imagem radiográfica multilocular onde as trabéculas ósseas se encontravam
perpendicularmente umas às outras e em outras regiões com aspecto de bolha de sabão. Com
base no quadro clínico, o diagnóstico é:
1
Tratamento e Prognóstico
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Os ameloblastomas são
tumores de crescimento lento,
localmente invasivos, que
apresentam um curso benigno
na maior parte dos casos.
Sólido convencional ou
multicístico 
Unicístico 
Periférico
têm sido descritos como
possuindo três diferentes
apresentações clínico
radiográficas:
1.
2.
3.
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
ameloblastoma multicístico ou sólido:
enucleação seguida por
curetagem,ressecção em bloco muito
raramente pode levar ao óbito
ameloblastoma unicístico: enucleação,
pode-se considerar a realização da
ressecção local
ameloblastoma periférico:
comportamento clínico inofensivo, Os
pacientes respondem bem à excisão
cirúrgica local
Cistos e Tumores
Odontogênicos#83
Ameloblastoma
Ameloblastoma unicístico: pacientes mais jovens, mais são
encontrados na mandíbula, assintomático, área radiolúcida bem
demarcada (podem apresentar festonamento e muito presentes
em terceiros molares [coroa] inferiores não erupcionados)
ameloblastoma periférico (extraósseo): incomum, lesão
indolor, não ulcerada, séssil ou pediculada, que acomete a
mucosa gengival ou alveolar, variada faixa etária, maioria dos
casos mede menos de 1,5 cm, mais comuns na mandíbula
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Ceratocisto e mixoma odontogênico
Odontoma composto e ameloblastoma
Mixoma odontogênico e ameloblastoma
Mixoma odontogênico e odontoma composto
Ameloblastoma e ceratocisto
A
B
C
D
E
2017 : IADES : Fundação Hemocentro de Brasília - DF : IADES - 2017 - Fundação Hemocentro de Brasília - DF -
Odontologia
A
B
C
Cisto folicular/enucleação da lesão e extração do dente 38.
Ceratocisto de envolvimento/enucleação da lesão e extração do dente 38.
Mixoma odontogênico/ressecção da lesão com margem de segurança.
Ameloblastoma intraósseo convencional/ressecção da lesão com margem de segurança.
Ameloblastoma unicístico/enucleação da lesão e extração do dente 38.
Um homem de 23 anos de idade procurou atendimento odontológico com queixa de
aumento de volume indolor em fundo de vestíbulo e ausência do dente 38. Os exames de
imagem revelaram área radiolúcida (hipodensa) unilocular bem delimitada, exibindo
expansão da cortical óssea e envolvendo a coroa do elemento 38 que se encontrava
deslocado próximoà base da mandíbula. O canal mandibular também encontrava-se
deslocado para baixo pela lesão. A biópsia revelou cavidade cística única, e houve saída de
líquido amarelado. O exame histopatológico revelou parede cística fibrosa revestida por
epitélio cuja camada basal é composta por células colunares com núcleos hipercromáticos e
polaridade reversa, e as células adjacentes lembram o retículo estrelado do órgão do esmalte.
Com base nesse caso clínico hipotético, assinale a alternativa que indica, respectivamente, o
diagnóstico e o tratamento adequado.
2
D
E
Gabarito
1. C
2. E
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A
B
C
D
Cisto periapical;
Cisto dentígero
Cisto periapical residual
Cisto da bifurcação vestibular;
Cisto de erupção.
Prefeitura de Sengés - PR 2012Cargo: DentistaBanca: Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV)
Tipo mais comum de cisto odontogênico, compreendendo cerca de 20% de todos os
cistos epiteliais dos maxilares, envolve a coroa de um dente incluso e está unido ao
dente na junção esmalte-cemento. A patogênese deste cisto é desconhecida, mas,
aparentemente ele se desenvolve pelo acúmulo de líquido entre o epitélio reduzido do
esmalte e a coroa do dente. Neville. Patologia oral e maxilo facial . A descrição é
compatível com:
1
é definido como um cisto
que tem origem pela
separação do folículo que
circunda a coroa de um
dente não erupcionado.
Características Clínicas e Radiográficas
ocorrer em associação a qualquer dente incluso
(mais frequente em terceiros molares inferiores).
Pequenos cistos são assintomáticos. 
Amplos cistos (incomuns) podem estar
associados à expansão óssea dolorosa.
Podem estar infectados. 
Área radiolúcida unilocular associada à coroa de
um dente incluso. Margens bem definidas e em
geral com margens radiopacas (se infectado
pode apresentar margens pouco definidas)
Os cistos
dentígeros podem
deslocar o dente
acometido
Tratamento e Prognóstico
enucleação cuidadosa do cisto junto
com a remoção do dente
nãorupcionado
Se a erupção do dente acometido é
considerada possível, então se opta
por deixar o dente na posição após
a remoção parcial da parede cística
E
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
Cistos e Tumores
Odontogênicos#84
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
Cisto DentígeroCisto Dentígero
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A
B
C
O cisto de erupção é o mais comum dos cistos odontológicos de desenvolvimento e, algumas
vezes, são denominados de hematomas de erupção.
O diagnóstico do ceratocisto odontogênico é obtido sem obrigatoriedade do exame
histopatológico, pois os aspectos clínicos e radiográficos são particulares e exclusivos desta
lesão.
O cisto gengival do recém-nascido é raro, mais freqüente na mandíbula, assintomático, e o
tratamento de escolha é a remoção cirúrgica.
O ceratocisto odontogênico é potencialmente agressivo com índice de recorrência menor que
de outros cistos odontogênicos, menos freqüente nos ossos gnáticos e radiograficamente
revela uma imagem radiotransparente bem circunscrita com margens regulares e geralmente
esclerótica.
O cisto dentígero se desenvolve, quando existe líquido ou um espaço entre o tecido folicular
revestido por epitélio reduzido do órgão do esmalte e a coroa de um dente não-irrompido e
que se encontra aderido ao dente na região cervical.
Sobre os Cistos que acometem o complexo buço-maxilo-facial, é correto afirmar.2
D
E
Gabarito
1. B
2. E
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Cisto nasolabial.
Cisto periapical radicular.
Cisto periodontal lateral.
Cisto dentígero.
Cisto de erupção
A
2015 : CETRO : AMAZUL : CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista
Assinale a alternativa que não apresenta um cisto odontogênico.1
Análogo, do tecido mole, do cisto
dentígero. O cisto se desenvolve a
partir do resultado da separação do
folículo dentário que envolve a
coroa de um dente em erupção que
está recoberto pelos tecidos moles
do osso alveolar sobrejacente.
Características Clínicas
pequeno aumento de volume, muitas vezes
translúcido na mucosa gengival que se
sobrepõe à coroa de um dente decíduo ou
um dente permanente em estágio de
erupção
ocorrer em qualquer dente em erupção
Traumana região pode resultar em uma
considerável quantidade de sangue na
cavidade cística
coloração de aspecto azulado a marrom-
arroxeada
Tais lesões são, por
vezes, referidas como
hematomas de
erupção
Tratamento e Prognóstico
Pode não ser necessário tratamento, pois o
cisto em geral se rompe de forma
espontânea, permitindo a erupção do
dente. Se isto não acontecer, uma simples
incisão no teto do cisto geralmente permite
a aceleração no processo de erupção do
dente.
B
C
D
E
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Cisto de ErupçãoCisto de Erupção
Cistos e Tumores
Odontogênicos#85
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Gabarito
1. A
2. E
A
B
C
O cisto de erupção é o mais comum dos cistos odontológicos de desenvolvimento e, algumas
vezes, são denominados de hematomas de erupção.
O diagnóstico do ceratocisto odontogênico é obtido sem obrigatoriedade do exame
histopatológico, pois os aspectos clínicos e radiográficos são particulares e exclusivos desta
lesão.
O cisto gengival do recém-nascido é raro, mais freqüente na mandíbula, assintomático, e o
tratamento de escolha é a remoção cirúrgica.
O ceratocisto odontogênico é potencialmente agressivo com índice de recorrência menor que
de outros cistos odontogênicos, menos freqüente nos ossos gnáticos e radiograficamente
revela uma imagem radiotransparente bem circunscrita com margens regulares e geralmente
esclerótica.
O cisto dentígero se desenvolve, quando existe líquido ou um espaço entre o tecido folicular
revestido por epitélio reduzido do órgão do esmalte e a coroa de um dente não-irrompido e
que se encontra aderido ao dente na região cervical.
Sobre os Cistos que acometem o complexo buço-maxilo-facial, é correto afirmar.2
D
E
2015 : CETRO : AMAZUL Prova: CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista
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Hiperplasia Gengival
Medicamentosa
(supercrescimento gengival
medicamentoso
A
Doença
Periodontal
B
Certo
Errado
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal - DF (SES/DF) 2015: Odontólogo (MULTIPROFISSIONAL -
Programa de Residência ): Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE)
Julgue os itens seguintes, que versam sobre doenças periodontais. A prevalência de
hiperplasia gengival medicamentosa em pacientes usuários de ciclosporinas é de
cerca de 50%.
Vamos Revisar? Vamos Revisar? 
100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia
se refere a um
crescimento anormal
dos tecidos gengivais,
secundário ao uso de
uma medicação
sistêmica
O grau de aumento gengival
parece estar relacionado
com a suscetibilidade do
paciente e com o nível de
higiene oral
Características Clínicas
Os aumentos similares ao
granuloma piogênico são
vistos ocasionalmente na
presença de
inflamação intensa.
Tratamento e Prognóstico
descontinuação ou substituição
da medicação
limpeza profissional, as
reavaliações frequentes e o
controle caseiro do biofilme são
medidas importantes
O ácido fólico sistêmico ou
tópico
azitromicina
erradicação do tecido gengival
excessivo
Após um a três meses de uso do
medicamento, os aumentos se
originam nas papilas interdentais
e espalham-se pelas superfícies
dentárias
Os segmentos anterior e facial
são as áreas mais envolvidas
Nos casos extensos, a gengiva
hiperplásica pode cobrir uma
parte (ou toda) das coroas de
muitos dos dentes envolvidosA extensão lingual e oclusal
pode interferir na