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100 cobradas em concursos patologias MAIS @concurseiradaodontologia Volume 3 Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos à Vanessa Nascimento Menezes e Leonardo dos Santos pela lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. é proibida a reprodução deste volume ou qualquer parte deste e-book, no todo ou em partes, sob qualquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, gravação, fotocópia ou outros), essas proibições aplicam-se também à editoração da obra, bem como às suas características, sem permissão expressa dos autores. A violação dos direitos autorais é punível como Crime (Código Penal art. 184 e §§; Lei 9.895/80), com busca e apreensão e indenizações diversas (Lei 9.610/98 – Lei dos Direitos Autorais - arts. 122, 123, 124 e 126) 100 cobradas em concursos patologias mais @concurseiradaodontologia Atenção Sobre os Autores Vanessa Nascimento Menezes é formada em Odontologia em pela Universidade Federal de Sergipe, é concurseira e é viciada em estudar de forma mais prática. Graças a sua dedicação aos estudos que você está lendo sobre a Vanessa agora e adquiriu esse E-book. Em janeiro de 2016, criou o instagram @concurseiradaodontologia para aprender sobre o mundo dos concursos e como estudar melhor. Leonardo dos Santos é formado em Odontologia em pela Universidade Federal de Sergipe, é colega e ex-dupla da Vanessa e graças a sua ampla experiência em aturá-la, pode fazer co-autoria da criação desse material. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br 100 cobradas em concursos patologias (que podem ser) N es te m at er ia l @concurseiradaodontologia Sumário Mixoma Odontogênico Cementoblastoma Pênfigo Penfigoide das Membranas Mucosas Penfigoide Bolhoso Eritema Multiforme Eritema Migratório Líquen Plano Estomatite Ulcerativa Crônica Lúpus Eritematoso Deficiência Vitamínica Diabetes Melito Anemia Ferropriva Osteite Alveolar Osteonecrose associada aos bisfosfonatos Disfunções Temporandibulares Ameloblastoma Cisto Dentígero Cisto de Erupção Hiperplasia gengival medicamentosa Cisto Gengival (Alveolar) do Recém-nascido. Cisto Gengival do Adulto Cisto Periodontal Lateral Cisto Odontogênico Calcificante Queratocisto (Tumor Odontogênico Queratocisto) Paralisia de Bell Neuralgia do Trigêmeo Transtorno de Ardência Bucal Sinusite Hanseniase Tuberculose Alterações de normalidade da língua - Língua Fissurada Alterações de normalidade da língua - Língua Pilosa mucosite Corona Vírus 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br A B C D Ameloblastoma, tumor odontogênico adenomatoide, tumor odontogênico escamoso. Mixoma odontogênico, odontoma, tumor odontogênico escamoso. Fibro-odontoma ameloblástico, cementoblastoma, tumor odontogênico adenomatoide. Mixoma odontogênico, fibroma odontogênico central, cementoblastoma. Fibroma odontogênico central, odontoma, fibro-odontoma ameloblástico. 2015 : HCFMUSP : VUNESP - - HCFMUSP - Odontologia Hospitalar Com relação aos tumores de origem odontogênica, assinale a alternativa que apresenta apenas tumores de origem do ectomesênquima odontogênico Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 Mixoma Odontogênico Mixoma Odontogênico grande semelhança microscópica com a porção mesenquimal de um dente em desenvolvimento atualmente considerados como sendo de origem odontogênica Características Clínicas e Radiográficas Não há predileção por gênero Grandes mixomas da mandíbula podem apresentar o padrão radiolúcido em “bolhas de sabão” predominantemente encontrados em adultos jovens, mas podem ocorrer em qualquer faixa etária Tratamento e Prognóstico Pequenos mixomas: curetagem lesões maiores: ressecções mais extensas prognóstico no geral é bom, e metástases não ocorrem E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Tumores Odontogênicos#67 pode ser encontrado em qualquer região mandíbula é mais acometida que a maxila Lesões menores podem ser assintomáticas (maiores assintomáticas) Em alguns caso o crescimento pode ser rápido As margens da lesão são em geral irregulares ou festonadas lesão radiolúcida uni ou multilocular, que pode deslocar ou causar a reabsorção dos dentes na região do tumor Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, se apresentou com aumento de volume no corpo da mandíbula, região dos dentes 45, 46 e 47, assintomático e com evolução de aproximadamente 1 ano. Pelo exame clínico constatamos expansão óssea e deslocamento dos dentes 45 e 46 de suas posições normais. Através de radiografia panorâmica observamos uma imagem radiográfica multilocular onde as trabéculas ósseas se encontravam perpendicularmente umas às outras e em outras regiões com aspecto de bolha de sabão. Com base no quadro clínico, o diagnóstico é: Ceratocisto e mixoma odontogênico Odontoma composto e ameloblastoma Mixoma odontogênico ameloblastoma Mixoma odontogênico e odontoma composto Ameloblastoma e ceratocisto Prefeitura de Curitiba - PR 2004: Dentista: Universidade Federal do Paraná (NC/FUNPAR/UFPR) 2 Gabarito 1. D 2. C E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Cementoblastoma A B C D tumor odontogênico epitelial calcificante. displasia cemento-óssea florida cementoblastoma benigno fibroma ameloblástico. Tumor Dentinogênico de Células Fantasmas Cementoblastoma 2019 : FUNDEP (Gestão de Concursos) : Prefeitura de Lagoa Santa - MG : FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Dentista Bucomaxilofacial Analise a definição a seguir.“Neoplasia de origem mesenquimal, caracterizada pela proliferação do tecido semelhante a cemento e localizada junto à raiz ou raízes de um dente permanente”. FREITAS, R. Tratado de cirurgia Bucomaxilofacial. Ed. Santos, 2006.Essa é a definição de 1 E neoplasia benigna Características Clínicas e Radiográficas preferência :mandíbula; surgindo na região de molares e pré- molares afeta principalmente pacientes jovens O dente associado responde normalmente ao teste de vitalidade pulpar lesão inócua; no entanto, podem ser observados sinais de comportamento localmente agressivo ( expansão óssea, erosão cortical, deslocamento dos dentes, envolvimento do seio maxilar e infiltração da câmara pulpar e raízes Tratamento e Prognóstico extração cirúrgica dos dentes juntamente com a massa calcificada anexada excisão da massa com a amputação da raiz seguida de tratamento endodôntico do dente envolvido potencial de recorrência baixo 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Tumores Odontogênicos#68 Dentes impactados, inclusos ou dentes decíduos raramente podem ser acometidos Dor e aumento de volume (geralmente) O contorno da raiz ou das raízes do dente envolvido está geralmente obscurecido (reabsorção) a lesão aparece como uma massa radiopaca que está fundida a um ou mais dentes e é circundada por um fino halo radiolúcido Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D De acordo com Haiter et al (2014),fala e na mastigação As áreas edêntulas geralmente não são afetadas, mas a hiperplasia sob as dentaduras ou em torno dos implantes, ambos com manutenção deficiente, tem sido observada a gengiva afetada se torna vermelha escura e edemaciada, com uma superfície friável, sangrando com facilidade e ulcerada forte associação foi observada apenas com a ciclosporina , fenitoína e nifedipina. Além da nifedipina, uma associação definitiva, porém mais branda, foi documentada com outros agentes bloqueadores do canal de cálcio, como o diltiazem, amlodipina e verapamil 1 #86 Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D AAS e Diclofenaco Sódico. Piroxicam e Dilantin Sódico. Diclofenaco Sódico e Nimesulida. Dilantin Sódico e Ciclosporina. Ciclosporina e Acetaminofeno. 2014 : IESES Órgão: TRT - 14ª Região (RO e AC) : IESES - 2014 - TRT - 14ª Região (RO e AC) - Analista Judiciário - Odontologia Quais medicamentos podem estar associados à hiperplasia gengival generalizada?2 E A B C D fenitoína e AAS nimesulida e ácido valproico ciclosporina e nifedipina diclofenaco sódio e Verapamil 2020 : SELECON : Prefeitura de Boa Vista - RR : SELECON - 2020 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Cirurgião - Dentista Periodontista A hiperplasia gengival pode ser um efeito colateral associado ao uso de medicamentos. São drogas que podem causar aumento gengival:3 Gabarito 1. B 2. D 3. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D cisto gengival do recém-nascido. nódulos de Bohn. cisto palatino do recém-nascido. pérolas de Epstein. grânulos de Fordyce. 2020 : IBADE : Prefeitura de Vila Velha - ES : IBADE - 2020 - Prefeitura de Vila Velha - ES - Cirurgião Dentista 20h A lesão comumente encontrada em um paciente recémnascido de origem da lâmina dentária e que desaparece espontaneamente é conhecida como:1 E são pequenos, superficiais, preenchidos de queratina, sendo encontrados na mucosa alveolar de crianças Características Clínicas surgem como múltiplas pequenas pápulas esbranquiçadas, na mucosa que recobre o processo alveolar dos neonatos em geral, medem não mais do que 2 a 3 mm de diâmetro O rebordo alveolar superior é acometido de forma mais comum do que o inferior Tratamento e Prognóstico Nenhum tratamento é indicado para os cistos gengivais do recém- nascido, pois as lesões tendem a regredir espontaneamente como consequência da ruptura dos cistos e resultante contato com a superfície da mucosa oral 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#87 Cisto Gengival (Alveolar) do Recém-nascido Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. A 2. D O cisto botrioide, com imagem multicística e epitélio pavimentoso-queratizado, com poucas camadas revestindo múltiplas cavidades que se comunicam é uma variante frequente do cisto glandular-odontogênico. Cisto de erupção do recém-nascido é uma variante frequente em bebês de um cisto que acomete dentes permanentes de jovens pacientes chamado cisto nasoalveolar. Queratocisto ortoceratinizante é a variante mais agressiva dos atualmente classificados como tumores odontogênico-queratocísticos. O cisto dentígero apresenta-se comumente em terceiros molares ou caninos inclusos, promovendo grandes deslocamentos dos dentes envolvidos pela lesão, que apresentam, nas imagens, sua coroa no interior da luz cística, sendo uma de suas características histopatológicas a presença de espessa cápsula fibrosa, revestida por fino epitélio de duas camadas. 2016 : Prefeitura de Fortaleza - CE : Prefeitura de Fortaleza - CE : Prefeitura de Fortaleza - CE - 2016 - Prefeitura de Fortaleza - CE - Cirurgião Dentista (Edital nº 97) Sobre os cistos dos maxilares, marque a opção CORRETA.2 A B C D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Analise as afirmações relacionadas aos cistos e tumores odontogênicos. I- A reabsorção das raízes adjacentes irrompidos é mais comum com o ceratocisto odontogênico do que com cisto dentígero. II- O tumor odontogênico adenomatóide está classificado como um tumor de epitélio odontogênico sem ectomesênquima odontogênico. III- O cisto gengival do adulto é mais comum em pacientes na 5ª e 6ª década de vida e quase sempre localizado na mucosa alveolar ou gengival vestibular. IV- No ameloblastoma tipo desmoplásico, células colunares periféricas semelhantes a ameloblastos são evidentes nas ilhas epiteliais. predileção marcante pela ocorrência na região de canino e pré-molares inferiores; e na gengiva vestibular ou mucosa alveolar nódulo indolor, em forma de cúpula, com menos de 0,5 cm de diâmetro cor azulada ou cinza-azulada o cisto pode causar uma “reabsorção em taça” superficial do osso alveolar Tratamento e Prognóstico Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011Cargo: OdontólogoBanca: Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (NUCEPE/UESPI) 1 É considerado um representante da contraparte em tecidos moles do cisto periodontal lateral Características Clínicas Em alguns casos, o cisto pode causar uma “reabsorção em taça” superficial do osso alveolar, o que geralmente não se detecta na radiografia, mas se torna aparente quando o cisto é removido simples excisão cirúrgica O prognóstico é excelente 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#88 Cisto Gengival do Adulto Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Há apenas uma alternativa correta. Há duas alternativas corretas. Há três alternativas corretas. Há quatro alternativas corretas. Todas as alternativas são corretas. V- O ameloblastoma é um tumor odontogênico de maior significado clínico e, excluindo os odontomas, sua frequência é relativamente igual à dos outros tumores odontogênicos. Assinale a alternativa CORRETA. E Gabarito 1. B 2. E cisto dentígero e cisto residual. cisto periodontal apical e granuloma periapical. cisto periodontal lateral e cisto dentígero. cisto periapical e cisto paradental. cisto periapical e granuloma periapical. 2014 : FCC : TRF - 1ª REGIÃO : FCC - 2014 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Odontologia Se um paciente apresenta um dente pré-molar inferior não vital confirmado por semiotécnica endodôntica e, na radiografia periapical, apresenta área radiolúcida na região do periápice do mesmo dente, a hipótese diagnóstica e o diagnóstico diferencial prováveis são, respectivamente, 2 A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Os cistos odontogênicos são encontrados na prática odontológica de forma relativamente comum. De acordo com sua origem, eles são subclassificados em cistos de desenvolvimento ou inflamatórios. Sobre suas características gerais, julgue as afirmações abaixo: I- O cisto dentígero é definido como um cisto que se origina pela separação do folículo que fica ao redor da coroa de um dente incluso. Esse é o tipo mais comum de cisto odontogênico de desenvolvimento. II- Os ceratocistos odontogênicos exibem uma área radiolúcida, com margens escleróticas frequentemente bem definidas. São classificados como cistos inflamatórios. III- O cisto periodontal lateral é um tipo incomum de cisto odontogênico de desenvolvimento que ocorre tipicamente ao longo da superfície radicular lateral na região de pré-molares, caninos e incisivos laterais. Cisto Periodontal Lateral 2018 : CPCON : Prefeitura de Serra Branca - PB : CPCON - 2018 - Prefeitura de Serra Branca - PB - Odontólogo 1 é um tipo incomum de cisto odontogênico de desenvolvimento que ocorre ao longo da superfície radicular lateralde um dente Características Clínicas e Radiográficas lesão assintomática raramente acomete pessoas com menos de 30 anos de idade maior predileção na região de pré-molares, canino e incisivo lateral inferiores área radiolúcida bem circunscrita localizada de modo lateral à raiz ou raízes de dentes com vitalidade geralmente menores que 1,0 cm Raramente: múltiplos cistos e podem se desenvolver em áreas edêntulas Por vezes, a lesão pode apresentar um aspecto policístico; tais exemplos foram denominados cistos odontogênicos botrioides. Tratamento e Prognóstico Enucleação conservadora A recidiva não é comum 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#89 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com IV- Geralmente, os pacientes que apresentam cistos radiculares não exibem sintomatologia. O padrão radiográfico é idêntico ao do granuloma periapical podendo-se observar perda da lâmina dura ao longo da raiz adjacente e uma imagem radiolúcida arredondada circundando o ápice do dente acometido. Está CORRETO o que se afirma apenas em: III e IV. I, III e IV. I, II e III. II e III. I, II e IV. A B C D E Gabarito 1. B 2. B Os cistos que aparecem como pequenas pápulas esbranquiçadas, frequentemente múltiplas na mucosa de recobrimento dos processos alveolares, são denominados cistos de erupção. B.Uma grande desvantagem da marsupialização para o tratamento dos cistos é deixar tecido patológico na cavidade, sem possibilidade de exame histopatológico. Uma imagem radiográfica panorâmica de um cisto dentígero pode apresentar, como diagnóstico diferencial, cisto paradentário, mixoma odontogênico e ameloblastoma sólido. O cisto periodontal lateral apresenta-se, na maioria dos casos, assintomático, sendo mais frequentemente encontrado na maxila, geralmente associado a um dente sem vitalidade. A enucleação é o tratamento de primeira escolha para a primeira abordagem de uma lesão suspeita de cisto com grandes proporções e totalmente intraósseo. Assembléia Legislativa de Goiás - GO (ALE/GO) 2019: Analista Legislativo - Área Cirurgião Dentista: Instituto Americano de desenvolvimento (IADES) Quanto aos cistos odontogênicos (diagnóstico, características clínicas e radiográficas) e às respectivas formas de tratamento cirúrgico, assinale a alternativa correta.2 A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D odontoma. fibro-odontoma ameloblástico. tumor odontogênico epitelial calcificante. cisto odontogênico calcificante. tumor odontogênico adenomatoide Cisto Odontogênico Calcificante 2011 : FCC : TRE-RN : FCC - 2011 - TRE-RN - Analista Judiciário Em paciente com 15 anos de idade, sexo masculino, exame radiográfico de rotina mostra o dente 37 impactado. Observa-se nesta região uma área radiolúcida de forma arredondada, com algumas áreas calcificadas cuja radiopacidade assemelha-se à do esmalte. As margens são bem delineadas, com uma cortical fina. Não há relato de dor ou outros sintomas, apenas uma discreta expansão alveolar. Este quadro é compatível com o diagnóstico de 1 E Tumor odontogênico cístico calcificante Tumor dentinogênico de células fantasma Carcinoma odontogênico de células fantasma No último sistema de classificação da OMS, essas lesões foram classificadas como tumores odontogênicos em três categorias (baseadas na natureza cística, tumoral ou maligna da lesão): Características Clínicas e Radiográficas frequência praticamente igual na maxila e mandíbula é normalmente uma lesão radiolúcida bem definida, unilocular, embora em alguns momentos possa aparecer multilocular. Estruturas radiopacas no interior da lesão em cerca de um terço a metade dos casos Podem estar associados a dentes não erupcionados Tamanho entre 2,0 a 4,0 cm em seu maior diâmetro (comumente) Variantes extraósseas podem aparecer como nódulos gengivais localizados, sésseis ou pediculados, com nenhuma característica clínica distinta Reabsorção radicular ou divergência dos dentes adjacentes são vistos com certa frequência Tratamento e Prognóstico O prognóstico de um paciente com cisto odontogênico calcificante é favorável; apenas poucas recidivas após a enucleação simples foram relatadas. 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#90 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. B 2. A Tumor epitelial odontogênico calcificante. Cisto dentígero. Tumor odontogênico adenomatóide. Fibroma ameloblástico. Cisto Odontogênico calcificante. Ministério da Justiça (MJ) 2009: Odontólogo: FUNRIO Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Assistência (FUNRIO) A uma lesão rara, tumoral, que acomete indivíduos entre 30 e 50 anos (média de 40 anos), sem predileção por sexo, com cerca de 75% dos casos acometendo a mandíbula, mais comumente a região posterior, frequentemente associado a um dente impactado, podendo ser unilocular ou multilocular, muitas vezes com margens festonadas, basicamente radiotransparente podendo conter focos radiopacos de calcificação em seu interior, muito mais proeminentes em torno da coroa do dente impactado (quando este está presente), é denominada 2 A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A Características Clínicas e Radiográficas podem ser encontrados em pacientes com idade variável leve preferência pelo gênero masculino A mandíbula é mais acometida Pequenos geralmente são assintomáticos Os de grandes dimensões podem estar associados à dor, aumento de volume ou drenagem de secreção tendem a crescer em uma direção anteroposterior, sem causar expansão óssea exibem uma área radiolúcida, com margens radiopacas regulares bem definidas A reabsorção das raízes dos dentes erupcionados adjacentes aos queratocistos é menos comum do que a notada com os cistos dentígero e radicular Podem ter relação com dentes não erupcionados Tratamento e Prognóstico B Certo Errado 2004 : CESPE / CEBRASPE : Prefeitura de Natal - RN A região do complexo maxilomandibular pode sediar inúmeras lesões, associadas ou não ao desenvolvimento dentário, que produzem imagens radiográficas variáveis. Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.O queratocisto odontogênico, também conhecido como cisto primordial, é originado da degeneração cística do órgão do esmalte, antes do desenvolvimento dos tecidos duros dentários calcificados. Por essa razão, o queratocisto ocorre no lugar de um dente. 1 Múltiplos queratocistos podem estar presentes e tais pacientes devem ser avaliados em busca de outras manifestações da síndrome do carcinoma nevoide basocelular (Gorlin) enucleação e curetagem têm tendência de recidiva após o tratamento o prognóstico para a maioria dos queratocistos é bom 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#91 Queratocisto (Tumor Odontogênico Queratocisto) Diversos investigadores têm sugerido que o queratocisto pode ser considerado mais como um cisto neoplásico benigno do que um cisto Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. B 2. E afeta mais freqüentemente a maxila. apresenta nítida predileção pelo sexo feminino. apresenta pico de incidência na 6a década de vida. causa expansão vestibular em 95% dos casos. as lesões maiores podem se apresentar como multinucleadas. 2008 : CESGRANRIO : Petrobras : CESGRANRIO - 2008 - BR Distribuidora - Dentista Com relação ao Ceratocisto Odontogênico, é correto afirmar que2 A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Paralisia de BellA B A2018 : Marinha : CSM : Marinha - 2018 - CSM - Primeiro Tenente - Patologia Bucal e Estomatologia Segundo Neville et al (2016), a Paralisia de Bell é uma debilidade ou paralisia aguda do nervo facial sem uma causa identificável. Embora a etiologia seja indefinida, as evidências sugerem que esse processo pode estar relacionado a uma infecção causada pelo herpesvírus(herpes simples ou varicela-zóster) ou a uma reação autoimune mediada por células que resulta na desmielinização do nervo. Diversos fatores podem aumentar o risco para o desenvolvimento da Paralisia de Bell, EXCETO: Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Dor Facial e Doenças Neuromusculares#92 É uma debilidade ou paralisia aguda do nervo facial sem uma causa identificável. Gravidez (especialmente no terceiro trimestre) Pré-eclâmpsia Diabetes Hipertensão Obesidade Infecções do trato respiratório superior Diversos fatores podem aumentar o risco para o desenvolvimento da paralisia de Bell, incluindo: Características Clínicas pode ocorrer em qualquer idade perda repentina do controle muscular em um dos lados da face incapacidade de sorrir, fechar o olho, piscar ou levantar a sobrancelha A comissura labial normalmente se curva para baixo A fala torna-se desarticulada e o paladar pode apresentar-se alterado pode ocorrer ressecamento ou ulceração da conjuntiva Poucos pacientes apresentam dor prodrômica no lado afetado antes do início da paralisia. Raramente observa-se envolvimento bilateral A paralisia pode levar várias horas para se completar, mas, em geral, os pacientes acordam com o caso clínico totalmente estabelecido. Tratamento e Prognóstico é uma condição autolimitante, e a maioria dos pacientes se recupera em um período de três a quatro meses. O tratamento mais eficaz e consistente é a terapia sistêmica com corticosteroides A proteção do olho é fundamental para os pacientes com fechamento do olho prejudicado diabetes Bobesidade. As evidências sugerem que esse processo pode estar relacionado ou a uma infecção causada pelo herpes- vírus (herpes simples ou varicela- zóster) ou a uma reação autoimune mediada por células que resulta na desmielinização do nervo. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com hipertensão. hipertireoidismo. gravidez (especialmente no terceiro trimestre). C D E Gabarito 1. D 2. C A paralisia de Bell é uma paralisia facial central, conhecida por acometer o núcleo motor principal do nervo facial. A paralisia de Bell decorre da nevralgia do trigêmeo e é considerada uma paralisia facial periférica. A paralisia de Bell é uma disfunção do nervo facial, geralmente unilateral, conhecida como paralisia facial periférica. A paralisia de Bell acomete o quadrante superior da face, que compromete a ação do músculo elevador da pálpebra superior. 2019 : COTEC : Prefeitura de Lagoa Grande - MG : COTEC - 2019 - Prefeitura de Lagoa Grande As afirmativas abaixo descrevem características anatômicas e clínicas da paralisia facial de Bell. Analise-as e assinale a alternativa CORRETA.1I A B C D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A Neuralgia do Trigêmeo B O “ataque" de dor é abrupto, muitas vezes iniciado por um toque suave em um ponto de gatilho específico e constante. A dor não é diminuída com o uso da carbamazepina ao menos inicialmente e por vários minutos após um ataque, ataques adicionais podem ser provocados por toque no ponto de disparo. 2015 : FCC : TRT - 3ª Região (MG) : FCC - 2015 - TRT - 3ª Região (MG) - Analista Judiciário As regiões da cabeça e pescoço são os locais mais comuns de ocorrência de neuralgias. Como as neuralgias faciais geralmente produzem dores que são semelhante às dores de origem dentária, o Cirurgião-Dentista necessita excluir as causas odontogênicas ou inflamatórias. NÃO faz parte dos critérios necessários para o diagnóstico de neuralgia do trigêmeo: 1 caracteriza-se por uma dor semelhante a um choque elétrico ou lancinante (ou seja, aguda, cortante), restrita a um ou mais ramos do nervo trigêmeo. Na maioria dos casos, a dor está localizada na distribuição das ramificações maxilares (V2) ou mandibulares (V3) do nervo. A nevralgia clássica do trigêmeo não apresenta etiologia definida, embora, com frequência, seja tida como relacionada à compressão do nervo trigêmeo pelo envelhecimento dos vasos sanguíneos, o que torna o nervo suscetível à desmielinização localizada. Características Clínicas envolvimento bilateral é raro Nos estágios iniciais, a dor da nevralgia do trigêmeo pode apresentar-se de forma mais branda ( pontada, dor contínua e imprecisa ou sensação de queimação) sensações semelhantes a “choque elétrico”, “descarga de um raio” ou “estar sendo picado por um quebrador de gelo” Para a maioria dos pacientes, a dor é provocada pela estimulação de uma zona específica Em geral, cada episódio doloroso não dura mais de dois minutos os sinais objetivos de perda sensorial não podem ser demonstrados no exame físico. Tratamento e Prognóstico tratamento inicial para a nevralgia do trigêmeo é medicamentoso ( carbamazepina) Se o tratamento medicamentoso não for bem-sucedido, diversos tratamentos cirúrgicos podem ser considerados 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Dor Facial e Doenças Neuromusculares#93 A nevralgia sintomática do trigêmeo ou secundária pode desenvolver-se em pacientes com esclerose múltipla ou ocorrer após a compressão do nervo por neoplasias ou malformações arteriovenosas. Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com C D A dor é extrema, paroxística e lancinante. A duração de uma única dor “espasmódica" é inferior a 2 minutos, embora o ataque total possa constituir em numerosos espasmos de curta duração. A dor deve ser limitada para a distribuição de um ou mais ramos conhecidos do nervo trigêmeo, sem déficit motor na área afetada. E Gabarito 1. B 2. B a divisão oftálmica do nervo trigêmeo é a mais frequentemente afetada pela condição patológica; a dor pode ser significativamente diminuída, ao menos inicialmente, com o uso de carbamazepina; a dor está associada a um déficit motor na área afetada; a dor é de baixa intensidade e crônica, ou seja, presente na maior parte do tempo; a neuralgia do trigêmeo está associada à perda de sensibilidade facial, fragilidade facial ou ataxia. 2015 : FGV : TJ-RO : FGV - 2015 - TJ-RO Neuralgias podem ser definidas como quadros dolorosos que se estendem ao longo do trajeto de um nervo. Como as neuralgias faciais geralmente produzem dores semelhantes às de origem dentária, o dentista é frequentemente consultado para excluir causas odontogênicas ou inflamatórias. A neuralgia do trigêmeo leva a uma das mais altas taxas de suicídio em relação a qualquer doença, sendo considerada uma das mais dolorosas patologias conhecidas. Sobre essa condição, é correto afirmar que: 1I A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir: Na entrevista diagnóstica de paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, o cirurgião- dentista buscou obter a história da queixa principal, que consiste em desconforto na boca, com sensação de queimação difusa e dor na língua, iniciadas há cerca de 4 meses. A paciente relatou que o ato de ingerir líquidos ou alimentos alivia a dor e, em momentos de “estresse no trabalho”, a dor aumenta. A paciente referiu não ter problemas sistêmicos, à exceção da menopausa, iniciada há cerca de três anos. Não houve perda de peso recente, diarreias ou problemas gastrointestinais. Não houve infecções recentemente e nem uso de medicação. Não se submeteu a quimioterapia ou radioterapia e não há outros casos semelhantesna família. Ao exame clínico, não foram detectadas alterações visíveis na língua. O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de Afeta mais as mulheres rara antes dos 30 anos início caracteristicamente espontâneo O dorso da língua desenvolve uma sensação de ardência (ou queimação), pode ser agravada (ou exacerbada) por alimentos ácidos ou condimentados As alterações da mucosa raramente são visíveis outras regiões orais podem ser afetadas de forma semelhante, Rara mente há decréscimo significativo na produção de saliva leve desconforto ao despertar O contato com alimentos ou líquidos quentes pode intensificar os sintomas Pode sre exacerbada na presença de estressores pessoais Tratamento e Prognóstico 2018 : FCC : ALESE : FCC - 2018 - ALESE - Analista Legislativo - 1 é uma condição de dor com aspectos confusos, cuja natureza, em geral, é considerada neuropática, com ambos os componentes centrais e periféricos Características Clínicas Se uma causa local ou sistêmica subjacente for identificada e corrigida, os sintomas de ardência provavelmente vão desapare cer; terapias farmacológicas que incluem: ansiolíticos, antioxidantes, antidepressivos e/ou anticonvulsivantes isolados ou em combinação com outros medicamentos. O prognóstico a longo prazo para o TAB é variável 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Dor Facial e Doenças Neuromusculares#94 Transtorno da ardência bucal Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D glossite atrófica. glossite migratória benigna. síndrome da ardência bucal. candidíase atrófica. varizes linguais.E Gabarito 1. C 2. B síndrome da ardência bucal. escorbuto. escarlatina. síndrome de Eagle. 2018 : FUNDEP (Gestão de Concursos) : Prefeitura de Itatiaiuçu - MG : FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - Prefeitura de Itatiaiuçu - MG - Analise o caso clínico a seguir. Paciente de 26 anos de idade, desnutrida, com baixo consumo de frutas e legumes, fatigada, com edemas visíveis nos tecidos cutâneos, epistaxe frequente, dificuldade de cicatrização de feridas, apresentando na cavidade bucal edema e supuração na língua e periodonto, mobilidade dentária, sangramento periodontal sem motivo aparente. Um possível diagnóstico para esse quadro é 1I A B C D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Sinusite A B Certo Errado 2018 : CESPE / CEBRASPE : HUB : CESPE / CEBRASPE - 2018 - HUB - Residência Multiprofissional - Odontologia Julgue o item seguinte, relativo a dor na região oral.A odontalgia pode induzir sintomas autonômicos secundários, como congestão nasal, lacrimejamento e edema na face, que a levam a ser facilmente confundida com sinusite ou neuralgias faciais Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Infecções Bacterianas#95 Por um longo tempo, pesquisadores acreditaram que a inflamação primária do revestimento do seio maxilar fosse a maior causa da sinusite; entretanto, avanços tem demonstrado que a maioria das doenças sinusais começa a partir de um bloqueio do complexo ostiomeatal que compromete a drenagem normal, diminui a ventilação e precipita a doença. A maioria dos casos de sinusite aguda é de origem viral e aparecem logo após uma infecção do trato respiratório superior. Em contraste, a maioria dos exemplos de sinusite crônica são bacterianos. Características Clínicas e Radiográficas Tratamento e Prognóstico As opções de tratamento da sinusite aguda incluem sprays hidratantes, descongestionantes, mucolíticos, corticosteroides, antibióticos ou intervenção mecânica, como punção ou lavagem sinusal Quando do uso de antibióticos, a terapia de primeira escolha para sinusite aguda em pacientes saudáveis é a amoxicilina Nos adultos, a sinusite aguda se manifesta com sintomas que incluem cefaleia, febre e dor facial sobre o seio afetado. Podem ser ainda observados anorexia, fotofobia e mal-estar. A secreção nasal anterior ou faringiana posterior está presente e pode ter consistência espessa ou fluida, apresentando-se clara, mucoide ou purulenta As crianças apresentam caracteristicamente apenas tosse persistente, febre e rinorreia purulenta. dor na região do zigoma, odontalgia, cefaleia, dor periorbitária ou cefaleia temporal A sinusite crônica apresenta pouca sintomatologia e a imagem radiográfica torna-se importante. Queixas frequentes incluem pressão facial, dor ou uma sensação de obstrução Radiograficamente, o seio envolvido apresenta-se turvo e com densidade aumentada Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D A prescrição de antibióticos é necessária somente em casos de sinusite aguda. Prescreve-se um descongestionante nasal para manter a comunicação oro-antral livre de muco e antibiótico para prevenir uma sinusite. Prescreve-se antibiótico e descongestionante nasal apenas em pacientes portadores de rinite, pois apresentam maior risco de desenvolver sinusite. Presecreve-se antibiótico e descongestionante nasal para manter o óstio do seio maxilar aberto no meato nasal médio. Presecreve-se antibiótico e descongestionante nasal para manter o óstio do seio maxilar aberto no meato nasal inferior. Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011: Odontólogo Cirurgião Buco Maxilofacial: Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (NUCEPE/UESPI) Sobre comunicação buco-sinusal, marque a opção CORRETA.1I E A B C D a remoção do coágulo alveolar e antibioticoterapia. a curetagem da comunicação e instrução de compressas de calor para facilitar a reparação tecidual. a curetagem da comunicação sinusal e antibioticoterapia. o tamponamento da comunicação com compressa analgésica e instrução para ingestão de alimentos quentes. a sutura para imobilização da gengiva situada junto à comunicação e do coágulo seguido de antibioticoterapia. Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE/RR ) 2015: Analista Judiciário - Área Odontologia: Fundação Carlos Chagas (FCC) Cirurgião-dentista detecta, durante uma exodontia do dente 25, a ocorrência de invasão do seio maxilar, resultando em uma comunicação buco-sinusal. A conduta a ser adotada é 1II E Gabarito 1. A 2. D 3. E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D menor comprometimento dos locais onde há passagem de ar, como palato duro e mole, úvula e língua. .comprometimento no desenvolvimento e formação dos germes dentais, produzindo hipercementose e raízes alongadas. lesões bucais mais frequentes nos primeiros anos da infecção, com infecção da polpa dentária ocasionando reabsorção interna e necrose pulpar. escassez de lesões bucais e perda de sensibilidade ao toque, dor e temperatura devido ao envolvimento neurológico periférico. despigmentações bem circunscritas e em poucas áreas na pele, com diminuição de sensibilidade pelo comprometimento de nervos sensitivos periféricos. Hanseniase Características Clínicas O tecido mole afetado inicialmente se apresenta como pápulas sésseis e firmes amareladas ou avermelhadas que vão aumentando de tamanho, seguidas de ulceração e necrose e por uma tentativa de cicatrização Vamos Revisar? Vamos Revisar? Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT 6) 2012: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Odontologia: Fundação Carlos Chagas (FCC) No Brasil, a hanseníase tem destaque devido ao elevado número de casos, posicionando-se em segundo lugar no mundo, atrás da Índia. A região brasileira de maior prevalência é a Amazônia e algumas características da hanseníase lepromatosa incluem 1 E é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae.O microrganismo tem baixa infectividade e a exposição raramente resulta em doença clínica. As lesões linguaisaparecem inicialmente no terço anterior e frequentemente iniciam como áreas de erosão, as quais podem evoluir para grandes nódulos. a infecção cria um padrão único de destruição facial que tem sido chamado de fácies leprosa e demonstra uma tríade de lesões que consistem em atrofia da espinha nasal anterior, atrofia do processo alveolar maxilar anterior e alterações inflamatórias endonasais. Tratamento e Prognóstico terapia multidroga 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Infecções Bacterianas#96 Sitios mais afetados: palato duro, o palato mole, a gengiva vestibular superior, a língua, os lábios, a gengiva palatina, a gengiva inferior e a mucosa jugal. Perda completa da úvula e fixação do palato mole podem ocorrer. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D as lesões bucais não são contagiosas. raramente é encontrada linfadenopatia. o exame clínico faz o diagnóstico diferencial entre uma lesão ulcerada maligna e a lesão ulcerada por tuberculose. o palato mole e as amígdalas raramente são afetados pela tuberculose. o sítio mais comum de tuberculose na cavidade bucal é a base da língua. Secretaria Municipal de Administração de Vitória - ES (SEMAD/ES) 2007 (3ª edição): Dentista - Área Cirurgião Dentista (Pacientes com Necessidades Especiais): Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE) A tuberculose primária , é em geral assintomática. Ocasionalmente, podem ocorrer febre e efusão pleural Com relação a tuberculose, é correto afirmar que1 é uma doença infecciosa crônica, causada por Mycobacterium tuberculosis Características Clínicas e Radiográficas Frequentemente, lesões ulceradas orais de TB coexistem com linfonodos palpáveis O diagnóstico da doença ativa deve ser confirmado pelas colorações especiais para o microrganismo e pela cultura de tecido infectado ou do escarro. Tratamento terapia com múltiplos agentes é o tratamento de escolha para uma infecção ativa e o tratamento geralmente envolve duas ou mais drogas ativas por vários meses ou anos E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Infecções Bacterianas#97 Tuberculose Vamos Revisar? Vamos Revisar? tuberculose secundária: febre baixa, mal-estar, anorexia, perda de peso e sudorese noturna, hemoptise ou dor torácica Lesões orais de TB são incomuns; ulcerações crônicas e aumentos de volume, Achados menos frequentes incluem alvéolos pós-extrações não cicatrizados, áreas de granulação da mucosa ou áreas de inflamação difusa, Úlceras crônicas na língua, aumentos mandibulares associados ao envolvimento intraósseo A maioria das lesões orais representa uma infecção secundária a partir de um foco pulmonar inicial, ocorrendo mais frequentemente em adultos de meia-idade. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Conhecer a incidência de doença e propor medidas de prevenção e controle Fornecer dados para o estudo de esperança de vida ao nascer e seguimento dos casos notificados Isolar o paciente em hospitais especializados e propor medidas de quarentena. Conhecer a prevalência da doença e propor o isolamento compulsório dos casos. Isolar os casos, erradicar os comunicantes e eliminar as fontes de infecção. Prefeitura de Caruaru - PE 2006: Dentista: Instituto de Planejamento e Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico e Científico (IPAD) Como profissional de saúde, o cirurgião-dentista desempenha um importante papel na consolidação do Sistema Único de Saúde. As normas vigentes de vigilância sanitária requerem a notificação compulsória de algumas doenças emergentes, como dengue, cólera e tuberculose. Esta notificação constitui um documento legal e tem entre seus principais objetivos: 1 E Gabarito 1. E 2. A 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Alterações de normalidade da língua Alterações de normalidade da língua “Esta alteração de desenvolvimento é comum em crianças, e em adultos está associada à higiene precária, desnutrição e tabagismo, apresentando língua escrotal, caracterizada pela distribuição de sulcos pelo dorso lingual, podendo estar associada à ulceração e dor. Seu tratamento não se faz necessário ao menos em casos sintomáticos, podendo ser feito o uso de corticoterapia tópica nestes casos.”De qual variação da normalidade se trata essa afirmação? Língua Geográfica. Glossite Romboide Mediana. Língua Pilosa Língua Fissurada. A LÍNGUA FISSURADA (LÍNGUA ESCROTAL) A sua causa é incerta, mas a hereditariedade parece ter um papel significante Nos casos mais graves, numerosas fissuras cobrem completamente a superfície dorsal e dividem as papilas linguais em múltiplas “ilhas”. Tratamento e Prognóstico 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia 2017 : CONSESP : Prefeitura de Mesópolis - SP : CONSESP - 2017 - Prefeitura de Mesópolis - SP - Cirurgião Dentista Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 B C D é uma condição relativamente comum caracterizada pela presença de várias fissuras ou sulcos na superfície dorsal da língua Características Clínicas múltiplos sulcos ou fissuras, na superfície da língua, variando de 2 a 6 mm de profundidade Em geral, tal condição é assintomática alguns pacientes podem se queixar de uma discreta ardência ou mesmo dor a prevalência e a gravidade parecem aumentar com a idade forte associação entre a língua fissurada e a língua geográfica A língua fissurada é uma condição benigna, e nenhum tratamento específico é indicado O paciente deve ser orientado a escovar a língua, uma vez que restos alimentares retidos podem atuar como fonte de irritação #98 Defeito de desenvolvimento Oral e maxilo facial Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com O conhecimento do padrão de normalidade da cavidade bucal é imprescindível para um plano de tratamento satisfatório. Algumas alterações dentro do padrão de normalidade podem assemelhar-se a condições patológicas e levar a diagnóstico e conduta errôneas. Assinale a alternativa que apresenta alterações bucais não patológicas. Varicosidade lingual, líquen plano, saburra lingual, Guna. Pigmentação melânica fisiológica, sarcoma de kaposi, SIDA, herpes. Grânulos de fordyce, leucoplasia, língua geográfica, gengivoestomatite herpética. Varicosidade lingual, grânulos de fordyce, pigmentação melânica fisiológica, torus. Torus, leucoedema, guna, língua geográfica. A Prefeitura de Nova Tebas - PR 2012: Cirurgião Dentista: Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV) 1I B C D E Gabarito 1. D 2. D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A língua pilosa é o termo clínico utilizado para se referir à condição de crescimento excessivo das papilas filiformes na superfície dorsal de uma língua que exibe cor variável. Em relação à língua pilosa pode-se afirmar que pode ocorrer antes e depois do diagnóstico de AIDS. sua etiologia está relacionada ao uso indiscriminado de anti-inflamatórios. escovar/raspar a língua com bicarbonato de sódio é uma das formas de tratamento. para determinar a sua ocorrência, faz-se necessária a confirmação por meio de uma biópsia. A LÍNGUA PILOSA (LÍNGUA PILOSA NEGRA, LÍNGUA SABURROSA caracteriza-se por acúmulo acentuado de queratina nas papilas filiformes do dorso lingual, resultando em uma aparência semelhante a pelos Aparentemente, essa condição ocorre por um aumento na produção de queratina ou por um decréscimo na descamação da queratina normal. Tratamento e Prognóstico Alterações de normalidade da língua Alterações de normalidade da língua 2017 : Aeronáutica : CIAAR : Aeronáutica - 2017 - CIAAR- Primeiro Tenente - Clinica Geral Odontológica 1 B C D fatores possivelmente associados são: debilitação geral, higiene oral deficiente, tabagismo drogas que induzam a hipossalivação e um histórico de radioterapia na região de cabeça e pescoço Características Clínicas Pigmentação negra transitória do dorso da língua, sem a elevação das papilas filiformes, pode, às vezes ocorrer em pacientes que utilizam salicilato de bismuto é uma condição benigna que não traz sequelas relevantes Quaisquer fatores predisponentes, como tabaco, antibióticos ou antissépticos bucais, devem ser eliminados, e uma excelente higiene oral deve ser efetuada raspagem periódica ou limpeza com escova de dentes ou raspador de língua Vamos Revisar? Vamos Revisar? 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia #99 Defeito de desenvolvimento Oral e maxilo facial é mais comum na linha média anterior às papilas circunvaladas, espalhando-se para as bordas lateral e anterior As papilas alongadas em geral são acastanhadas, amareladas ou enegrecidas, As múltiplas papilas podem ser elevadas utilizando-se uma gaze ou um instrumental dental A condição é tipicamente assintomática, embora, em certos casos, alguns pacientes se queixem de sensação de náusea ou de um gosto desagradável na boca Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com É caracterizada por acúmulo acentuado de ceratina nas papilas filiformes da superfície dorsal da língua, resultando numa aparência semelhante a cabelos. Trata- se de: língua fissurada. língua escrotal. lingua pilosa. anquiloglossia. macroglossia. A 2013 : FUNCAB : SESACRE I1 B C D E Gabarito 1. C 2. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Os tratamentos antineoplásicos (radioterapia e quimioterapia) apresentam repercussões importantes na região de cabeça e pescoço. Os cirurgiões-dentistas devem ter conhecimento das possíveis alterações orais e dos cuidados especiais no tratamento odontológico. Nesse contexto, é correto afirmar que as exodontias pré-radioterapia devem ser realizadas, no mínimo, um mês antes do início da radioterapia. as glândulas salivares presentes na área irradiada podem sofrer atrofia, fibrose e degeneração causadas pela radioterapia. Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010: Cirurgião Dentista: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 Lesões Físicas e Químicas#100 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Complicações orais não infecciosas do tratamento antineoplasico Duas mudanças agudas, a mucosite e a hemorragia, são os problemas mais predominantes associados à quimioterapia; Dependendo dos campos irradiados, da dose e da idade do paciente, as seguintes consequências são possíveis: dermatite, Xerostomia Perda do paladar (hipogeusia) Osteorradionecrose Trismo Dermatite crônica Anormalidades do desenvolvimento Nenhum tratamento sistêmico anticâncer disponível atualmente é capaz de destruir as células neoplásicas sem causar a morte de pelo menos algumas células normais, sendo os tecidos com renovação rápida (p.ex., epitélio oral) especialmente suscetíveis. Características Clínicas Mucosite Tratamento e Prognóstico O planejamento do tratamento ideal envolve a atuação do cirurgião-dentista antes do início da terapia antineoplásica. A eliminação de todos os focos orais ou potenciais de infecção é fundamental, além da educação do paciente sobre a manutenção de uma excelente higiene oral. Mucosite: crioterapia Xerostomia: substitutos da saliva e sialogogos, aplicação diária de flúor tópico, A B A escala mais utilizada para medir a mucosite bucal é aquela da Organização Mundial de Saúde (OMS), que classifica a mucosite em quatro graus: Grau 0: É aquele no qual não existem sinais ou sintomas. Grau 1: a mucosa apresenta-se eritematosa e dolorida. Grau 2: É caracterizado por úlceras, e o paciente alimenta-se normalmente. Grau 3: O paciente apresenta úlceras e só consegue ingerir líquidos. Grau 4: O paciente não consegue se alimentar. envolve comumente as superfícies não queratinizadas a mucosite por radiação pode começar a aparecer durante a segunda semana de tratamento Tanto a mucosite por quimioterapia quanto a induzida por radiação desaparecem lentamente duas a três semanas após o término do tratamento desenvolvimento de uma coloração esbranquiçada mucosa atrófica, a qual é edemaciada, eritematosa e friáveláreas de ulceração se desenvolvem com a formação de uma membrana superficial fibrinopurulenta, amarelada e removível dor, a ardência e o desconforto são sintomas relatados Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com as exodontias pré-radioterapia devem ser realizadas, no mínimo, um mês antes do início da radioterapia.B.as glândulas salivares presentes na área irradiada podem sofrer atrofia, fibrose e degeneração causadas pela radioterapia. a mucosite tem início imediatamente após o término da administração dos agentes quimioterápicos e, normalmente, não são processos autolimitantes. o uso de solução de fluoreto de sódio e antissépticos alcoólicos devem ser incentivados nos pacientes submetidos à radioterapia ou quimioterapia.E.pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos odontológicos após tratamento quimioterápico podem desenvolver osteoradionecrose. 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia C D E 2012 : FCC : TRE-PR : FCC - 2012 - TRE-PR - Analista Judiciário - Odontologia A B C I e II. I e III. III e IV. II e III. I e IV. Paciente com 59 anos de idade, sexo feminino, submetida à radioterapia e ao uso de quimioterápicos para tratamento de neoplasia uterina, apresenta mucosite bucal, que I. mostra aspecto de eritema recoberto por pseudomembrana, sem sintomatologia dolorosa. II. não está associada com o quadro neoplásico, devido ao sítio de localização do carcinoma. III. pode predispor a paciente mielossuprimida a uma bacteremia letal. IV. constitui efeito colateral clínico agudo da terapia antineoplásica, causandodesconforto e dor à paciente. Está correto o que se afirma APENAS em I1 D E Gabarito 1. B 2. C Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A pandemia de Covid-19 gerou a necessidade de se repensar protocolos de biossegurança, de controle de infecção e de segurança do paciente em todos os serviços de saúde, com impacto significativo para o atendimento odontológico, tanto que a Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA no 4/2020 apresenta, no respectivo anexo 4, medidas de prevenção e controle de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) na assistência odontológica. Considerando as recomendações da Nota Técnica e os conhecimentos de biossegurança, controle de infecção e segurança do paciente, julgue os itens a seguir. A assistência odontológica apresenta um risco moderado para a disseminação do Novo Coronavírus (SARS-CoV-2) pela alta carga viral presente nas vias aéreas superiores dos pacientes infectados, devido à grande possibilidade de exposição aos materiais biológicos, proporcionada pela geração de gotículas e aerossóis, e pela proximidade que a prática exige entre profissional e paciente. A Vamos Revisar? Vamos Revisar? 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia vÍRUS#101 IADES - 2020 - SES-DF - Multiprofissional em Gestão de Políticas Públicas para a Saúde - Odontologia 1 B PATOLOGIA EXTRA SINTOMAS típicos: febre, tosse e mialgia ou fadiga com TC torácica anormal. SINTOMAS MENOS COMUNS: produção de escarro, dor de cabeça, hemoptise e diarréia PERÍODO DE INCUBAÇÃO o período de incubação assintomática: ~ 1 a 14 dias e após 24 dias foram relatados indivíduos. foi confirmado que aqueles sem sintomas podem espalhar o vírus. Atualmente, existem quatro gêneros de coronavírus: α- CoV, β-CoV, γ-CoV e δ-CoV15,16. As infecções podemestar presentes através de qualquer uma dessas condições envolvidas em um indivíduo infectado em clínicas dentárias e hospitais, especialmente durante o surto de 2019- nCoV (Fig. 1) corona vírus (covid-19) morcego Rhinolophus affinis, já que 2019-nCoV mostrou 96,2% da identidade do genoma inteiro ao BatCoV RaTG13. Iniciou-se na cidade de Wuhan, no final de dezembro de 2019 A Organização Mundial da Saúde declarou uma emergência de saúde pública de preocupação internacional e mais recentemente a OMS declarou pandemia do novo vírus. O sétimo membro da família dos coronavírus que infectam humanos HOSPEDEIRO NATURAL transmissão direta, como tosse, espirro, transmissão por inalação de gotículas. Também pode ser transmitido através da saliva, e as rotas fetal-orais também podem ser uma rota potencial de transmissão. inalação de microrganismos no ar (podem permanecer suspensos no ar por longos períodos). contato direto com sangue, fluidos orais ou outros materiais do paciente. contato de mucosa conjuntival, nasal ou oral com gotículas e aerossóis contendo microorganismos gerados a partir de um indivíduo infectado e propelidos a curta distância. tossindo e conversando sem máscara. Contato indireto com instrumentos contaminados e / ou superfícies ambientais. TRANSMISSÃO transmissão por contato, como o contato com mucosas orais, nasais e oculares. TRANSMISSÃO NA ODONTOLOGIA Certo Errado Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. Errado 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Maria Helena Martins Tommasi, Diagnóstico Em Patologia Bucal - 4ª Edição - 2014 - GUEDES-PINTO, Antonio Carlos et al. Odontopediatria. São Paulo: Santos, 2009. 100 cobradas em concursos patologias mais @concurseiradaodontologia Referências usadas nesta obra NEVILLE, Brad W. Patologia oral e maxilofacial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. PETERSON, Larry J. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2000. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-br https://www.instagram.com/concurseiradaodontologia/?hl=pt-brqual opção apresenta apenas Tumores Odontogênicos Mesenquimais? Tumor Odontogênico Adenomatóide, Odontoma e Fibroma Odontogênico. Tumor Dentinogênico de Células Fantasmas, Cementoblastoma e Tumor Odontogênico Escamoso. Tumor Odontogênico Queratocístico, Ameloblastoma Unicístico e Fibroma Ameloblástico. Cementoblastoma, Odontoameloblastoma e Fibroma Odontogênico. Fibroma Odontogênico, Mixoma Odontogênico e Cementoblastoma. 2018 : Marinha - 2018 - CSM - Primeiro Tenente - Radiologia 1I Gabarito 1. C 2. E E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com PênfigoPênfigo A B C D idiopática. neoplásica. autoimune. viral. Bacteriana representa quatro doenças relacionadas de origem autoimune: Pênfigo vulgar Pênfigo vegetante Pênfigo eritematoso Pênfigo foliáceo 1. 2. 3. 4. Somente as duas primeiras doenças afetam a mucosa bucal 2016 : FADESP : PM-PA: FADESP - 2016 - PM-PA - 2º Tenente - Cirurgião Dentista - Clínico Geral O pênfigo vulgar é uma doença sistêmica dermatomucosa que apresenta lesões vesículo- bolhosas que podem acometer a mucosa oral, sendo considerado de origem Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Doenças Dermatológivas#69 as lesões bucais frequentemente são o primeiro sinal da doença, consideradas as mais difíceis de resolver com o tratamento Características Clínicas dor na mucosa bucal, o exame clínico exibe erosões superficiais e irregulares eulcerações distribuídas de forma aleatória na mucosa bucal Os pacientes dificilmente relatam a formação de vesículas ou bolhas intrabucais sinal de Nikolsky positivo: uma bolha pode ser induzida em pele de aparência normal, caso seja exercida uma pressão lateral firme Tratamento e Prognóstico o tratamento consiste basicamente em corticosteroides sistêmicos De forma ideal, um médico com experiência em terapia imunossupressora deve tratar o paciente. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre o tipo de doença vesículoulcerativa crônica, média de idade de acometimento e característica(s) clínica(s). Penfigoide Cicatricial - ocorre entre a 6ª (sexta) e 7ª (sétima) décadas de vida; apresenta vesículas, erosões e ulcerações em qualquer superfície da mucosa bucal ou superfície da pele. Eritema Multiforme - ocorre entre a 5ª (quinta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta lesões bucais e/ou na pele que podem ou não ser erosivas. Pênfigo Vulgar - ocorre entre a 4ª (quarta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta vesículas, erosões e ulcerações em qualquer ponto da mucosa bucal ou superfície da pele. Pênfigo Paraneoplásico - ocorre entre a 5ª (quinta) e 6ª (sexta) décadas de vida; apresenta principalmente lesões de mucosa. Prefeitura de Campinas - SP 2012 (4ª edição): Dentista Geral: Cetro Concursos Públicos (CETRO) 1I Gabarito 1. C 2. C 3. B A B C D A doença sistêmica cuja etiologia mais aceita é a autoimunidade com sinais e sintomas incluindo a formação de bolha, principalmente na mucosa jugal, dorso e borda da língua com rompimento rápido e, na evolução, podem envolver a faringe, laringe, esôfago, uretra e ânus, é Eritema Multiforme. Pênfigo Vulgar. Líquen Plano. Penfigoide benigno de mucosa. Gengivoestomatite herpética primária aguda. 2014 : FCC Órgão: TRF - 1ª REGIÃO : FCC - 2014 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário - Odontologia 1II E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D ( ) Geralmente afeta adolescentes, com média de 15 anos de idade. ( ) A complicação mais significativa é o envolvimento ocular. ( ) O envolvimento gengival produz um padrão de reação clínica denominado gengivite descamativa. ( ) As lesões bucais se iniciam como vesículas ou bolhas que, ocasionalmente, podem ser identificadas clinicamente. Em contraste, os pacientes com pênfigo, raramente, exibirão bolhas. A explicação mais provável para essa diferença é que as bolhas no penfigoide se formam em localização intraepitelial, produzindo um teto mais espesso e resistente do que a bolha subepitelial acantolítica do pênfigo. 2013 : Aeronáutica : CIAAR : CIAAR - 2013 - CIAAR - Primeiro Tenente Sobre o penfigoide das membranas mucosas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.1 E represente um grupo de doenças autoimunes mucocutâneas bolhosas crônicas Características Clínicas Lesões bucais : Vesículas ou bolhas que muitas vezes podem ser identificadas clinicamente; Em contraste, os pacientes com pênfigo raramente exibirão essas bolhas. As lesões ulceradas costumam ser dolorosas e podem persistir por semanas ou meses, se não forem tratadas As lesões bucais são observadas na maioria dos pacientes, mas outras localizações, como as mucosas conjuntival, nasal, esofágica, laríngea e a vaginal, bem como a pele podem estar envolvidas. o paciente deve ser encaminhado para um oftalmologista tratamento deve ser individualizado corticosteroides tópicos Agentes sistêmicos 1. 2. Tratamento e Prognóstico as bolhas bucais se rompem, deixando uma área extensa de ulceração superficial e áreas desnudas de mucosa. O envolvimento gengival produz um padrão de reação clínica denominado gengivite descamativa ( o padrão é semelhante ao líquen plano erosivo e pênfigo vulgar A complicação mais significativa é o envolvimento ocular Penfigoide das Membranas Mucosas Penfigoide das Membranas Mucosas 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Doenças Dermatológivas#70 Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D V – F – F – V V – V – F – F F – V – V – F F – F – V – V Gabarito 1. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Penfigoide BolhosoPenfigoide Bolhoso A Ulcerações rasas e extensas com bordas planas e distintas estão presentes após a ruptura das bolhas leve ou moderado: aplicação de corticosteroides tópicos severo: terapia imunossupressora sistêmica Em geral, o prognóstico é bom B C D penfigoide cicatricial, lúpus eritematoso, epidermólise bolhosa. síndrome de Reiter, líquen plano, epidermólise bolhosa. penfigoide bolhoso, pênfigo vulgar, lúpus eritematoso. pênfigo vulgar, líquen plano, epidermólise bolhosa. penfigoide cicatricial, síndrome de Reiter, varicela. é a mais comum das condições autoimunes bolhosas O envolvimento da mucosa bucal é incomum Características Clínicas geralmente se desenvolve em pessoas idosas Tratamento e Prognóstico Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH (EBSERH) 2015: Cirurgião Dentista (Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais): Instituto AOCP (AOCP) São doenças imunológicas com manifestações bucais:1 E geralmente se desenvolve em pessoas idosas desenvolvimento de múltiplas bolhas tensas na pele normal ou eritematosa prurido pode ser um sintoma precoce formação de uma crosta superficial cura sem cicatrizes 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Doenças Dermatológivas#71 Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Os lábios, a mucosa labial, a mucosa jugal, a língua, o assoalho bucal e o palato mole são os locais mais comuns de envolvimento Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010: Cirurgião Dentista: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) O eritema multiforme é uma condição mucocutânea ulcerativae bolhosa de etiopatogenia incerta que afeta adultos jovens e pode ser iniciado pela exposição a uma grande variedade de medicamentos, incluindo agentes antibióticos e analgésicos. As lesões orais têm início com manchas eritematosas que sofrem necrose epitelial, evoluem para erosões e ulcerações com bordas irregulares, com distribuição difusa. O tratamento adequado para o eritema multiforme é 1 condição mucocutânea bolhosa e ulcerativa de etiopatogenia incerta Características Clínicas Os sinais prodrômicos ocorrem aproximadamente uma semana antes do início da condição e incluem febre, mal-estar, cefaleia, tosse e dor de garganta Tratamento e Prognóstico corticosteroides sistêmicos ou tópicos Caso uma droga seja identificada ou suspeita como fator causal, então ela deverá ser descontinuada de imediato Na maioria dos casos, o eritema multiforme não apresenta risco de vida, exceto nas suas formas mais graves. terapia bucal contínua com aciclovir ou valaciclovir (motivo relacionado a Herpes) Em cerca de 50% dos casos, o clínico pode identificar uma infecção precedente, como o herpes simples ou Mycoplasma pneumoniae, ou com menos frequência a exposição a várias drogas e medicamentos, particularmente antibióticos ou analgésicos 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Doenças Dermatológivas#72 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Eritema MultiformeEritema Multiforme As lesões bucais iniciam-se como placas eritematosas que sofrem necrose epitelial e evoluem para grandes erosões rasas e ulcerações com bordas irregulares As crostas hemorrágicas na região do vermelhão labial são comuns Desidratação é comum Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D excisão cirúrgica local. excisão cirúrgica com margem de segurança. crioterapia. administração de corticosteroides sistêmicos. administração de medicação paliativa.E Gabarito 1. D 2. B Petrobras 2011: Dentista Júnior: Fundação CESGRANRIO (CESGRANRIO) O paciente C.S.A. apresenta-se para consulta com ulcerações e erosões difusas, envolvendo a superfície dorsal da língua. Segundo relato feito pelo próprio paciente, aproximadamente, há 1 semana do aparecimento das lesões, houve um estado semelhante à gripe, com febre, mal-estar, cefaleia, tosse e dor de garganta. Durante a anamnese foi possível observar uma lesão na pele da mão, com anéis eritematosos circulares e concêntricos, semelhante a um alvo. O diagnóstico desse paciente é 1I Eritema migratório areata. Eritema multiforme. Líquen plano erosivo. Psoríase. Lúpus eritematoso sistêmico. A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Leucemia aguda e Gengivoestomatite herpética primária Gengivite associada à placa e Eritema multiforme Líquen plano reticular e Periodontite necrosante Líquen plano erosivo e Gengivite descamativa Penfigoide benigno das membranas e Eritema migratório CESGRANRIO - Dentista (PETROBRAS)/Júnior/2011/PSP-RH-1 2011 A Gengivite Ulcerativa Necrosante algumas vezes é confundida com outras doenças da mucosa oral. Dentre elas, têm-se1 E Eritema MigratórioEritema Migratório condição benigna comum que afeta principalmente a língua Características Clínicas As lesões são observadas nos dois terços anteriores da superfície dorsal da língua múltiplas zonas bem-demarcadas de eritema na ponta e bordas laterais da língua áreas atróficas são tipicamente circundadas parcialmente por bordas sinuosas ou festonadas, branco-amareladas levemente elevadas as lesões surgem com rapidez em uma área e regridem dentro de poucos dias As lesões geralmente são assintomáticas, embora possa ocorrer uma sensação de ardência ou sensibilidade a alimentos quentes ou picantes quando as lesões estão ativas Cerca de um terço dos pacientes com língua fissurada também são afetados pelo eritema migratório Tratamento e Prognóstico Em geral, nenhum tratamento é indicado corticosteroides tópicos em casos de muita sensibilidade ou sensação de ardência (incomum) 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Doenças Dermatológivas#73 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. A 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Características Clínicas Líquen Plano é uma doença dermatológica crônica relativamente comum, que afeta frequentemente a mucosa bucal Diagnóstico e Tratamento achados clínicos biopsia (forma erosiva) líquen plano reticular: nenhum tratamento é necessário. líquen plano erosivo: corticosteroides são recomendados (tópicos) 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Doenças Dermatológivas#74 raro o acometimento em crianças mulheres são mais afetadas pápulas poligonais, púrpuras e pruriginosas As escoriações podem não ser visíveis Líquen Plano Líquen Plano ReticularLíquen Plano Erosivo Caracteristicas clínicas Muito mais comum do que a forma erosiva. não costuma causar sintomas Envolve a região posterior da mucosa jugal bilateralmente. Outras áreas da mucosa bucal também podem estar envolvidas de forma concomitante, como a borda lateral e o dorso da língua, a gengiva, o palato e o vermelhão labial. É assim chamado por causa de seu padrão característico de linhas brancas entrelaçadas (também conhecido como estrias de Wickham); no entanto, as lesões brancas podem, em alguns casos, apresentar-se como pápulas. não é tão comum quanto a forma reticular. As lesões em geral são sintomáticas. Clinicamente, observam-se áreas eritematosas, atróficas, com graus variáveis de ulceração central. A periferia das regiões atróficas costuma ser circundada por finas estrias brancas irradiadas. Algumas vezes, a atrofia e ulceração estão confinadas à mucosa gengival produzindo um padrão de reação denominado gengivite descamativa. Nestes casos, um espécime de biopsia deve ser obtido para estudos de microscopia de luz e de imunofluorescência do tecido perilesional, pois o penfigoide das membranas mucosas e o pênfigo vulgar podem apresentar aspecto clínico semelhante. Caracteristicas clínicas Vamos Revisar? Vamos Revisar? Tratamento e prognóstico líquen plano reticular normalmente não produz sintomas e nenhum tratamento é necessário. Regezi e Sciubba (2008), "as lesões do lúpus eritematoso bucal se assemelham com frequência ao líquen plano erosivo". Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D A maioria dos pacientes com líquen plano são adultos de meia idade. O sexo feminino é o mais acometido. As lesões de pele têm sido classicamente descritas como pápulas poligonais, púrpuras e pruríticas. O líquen plano erosivo é muito mais comum do que a forma reticular. O líquen plano reticular é assim chamado por causa do seu padrão característico de linhas brancas que se entrelaçam (também conhecidas como estrias de Wickham). O líquen plano erosivo é mais significativo porque as lesões geralmente são sintomáticas; clinicamente, observam-se áreas eritematosas atróficas com graus variáveis de ulceração central. 2019 : FUNDATEC : Prefeitura de Coronel Bicaco - RS O líquen plano é uma doença dermatológica relativamente comum que, frequentemente, afeta a mucosa bucal. Sobre ele, assinale a alternativa INCORRETA.1I E A O líquen plano reticular apresenta lesões extremamente doloridas e envolve a região posterior da mucosa da bochecha bilateralmente. O líquen plano reticular é menos comum que o líquen plano erosivo e quando as lesões são confinadas à mucosa gengival pode produzir um quadro conhecido como gengivite descamativa. No líquen plano erosivo, pode ocorrer separação epitelial, resultando na apresentação rara do líquen plano bolhoso. No líquen plano erosivo, observa-se ausência de degeneração hidrópica. No líquen plano reticular,as estrias de Wickham não são observadas. Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual - SP (IAMSPE - SP/SP) 2012: Cirurgião Dentista - Área Estomatologia Clínica: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) Assinale a alternativa que contém informações corretas em relação ao líquen plano.1II B C D E Gabarito 1. B 2. C 3. C 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia A B C D No líquen plano oral, as regiões geralmente afetadas são mucosa oral e língua, e as lesões tendem a ser bilaterais. O líquen plano oral tem maior prevalência na população jovem. Reações liquenoides podem ser desencadeadas por medicamentos, como os anti-inflamatórios não esteriodais e os anti-hipertensivos. No fenômeno de Köbner, observa-se o aparecimento da lesão decorrente de um trauma, como placa de cálculo, restaurações ou outros. 2017 : MS CONCURSOS : Prefeitura de Piraúba - MG : MS CONCURSOS - 2017 - Prefeitura de Piraúba - MG O líquen plano é uma doença mediada imunologicamente e tem etiologia diversa, apresenta-se como lesões na pele ou na boca, isoladas ou associadas. Sobre essa patologia, assinale a alternativa incorreta.1 Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Estomatite Ulcerativa Crônica Doenças Dermatológivas Doença vesículoulcerativa, crônica, mucocutânea, imunomediada, relativamente comum, que afeta frequentemente a mucosa bucal. Raramente acomete crianças, sendo as mulheres mais afetadas. Existe mais de uma forma de lesões bucais. O diagnóstico pode ser realizado frequentemente apenas com achados clínicos, sem suporte dos achados histopatológicos. Contudo, a biópsia, com estudos de imunofluorescência direta, muitas vezes é necessária para fazer diagnóstico exclusivo de outras entidades patológicas como o lúpus eritematoso ou a estomatite ulcerativa crônica; para imunofluorescência indireta apresenta resultado negativo. As características estão relacionadas a qual doença dermatológica? Estomatite Ulcerativa Crônica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - IFPA - PA (IFPA/PA) 2019 (3ª edição): OdontólogoBanca: (IFPA) 1 #75 Características Clínicas desordem imunomediada que afeta a mucosa bucal A diferenciação do líquen plano deve ser realizada (imunofluorescênci a direta), já que a estomatite ulcerativa crônica normalmente não responde de forma eficaz ao uso de corticosteroides geralmente afeta mulheres adultas As úlceras geralmente são circundadas por áreas de eritema entremeadas a finas bandas de queratose que se assemelham um pouco ao líquen plano, ainda que a formação das estrias clássicas não seja evidente As úlceras se curam sem deixar cicatrizes e muitas vezes migram ao redor da mucosa bucal. episódios de melhora e piora Tratamento e Prognóstico Diferentemente das lesões de líquen plano erosivo, as lesões associadas à estomatite ulcerativa crônica podem não responder à terapia com corticosteroides tópicos ou sistêmicos hidroxicloroquina deve ser considerada 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Pênfigo Vulgar. Eritema multiforme. Pênfigo paraneoplásico. Penfigoide bolhoso. Líquen PlanoE Gabarito 1. E 2. C Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010Cargo: Cirurgião DentistaBanca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) Lesões ulcerativas da mucosa oral como a estomatite aftosa recorrente (aftas) apresentam alta prevalência, sintomatologia álgica importante e desenvolvimento de ulceração recoberta por membrana fibrinopurulenta e halo eritematoso. A presença de lesões ulcerativas orogenitais similares às ulcerações aftosas presentes comumente na região de palato mole e orofaringe, associadas à inflamação ocular crônica, caracterizam a síndrome de 1I Sturge-Weber. Jadassohn-Lewandowsky. Behçet. Melkersson-Rosenthal. Ramsay Hunt. A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Lúpus Eritematoso Lúpus Eritematoso Sistêmico(LES): períodos de remissão ou de inatividade da doença, Em geral as lesões afetam o palato, a mucosa jugal e a gengiva, aparecem como áreas liquenoides, mas também podem ser inespecíficas ou até mesmo granulomatosas, queilite por lúpus, ulceração, dor, eritema, hiperqueratose Outras manifestações: xerostomia, a estomatodinia, a candidíase, a doença periodontal e a disgeusia Lúpus Eritematoso 2012 : FCC : TRT - 6ª Região (PE) : FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia Este quadro é compatível com o diagnóstico de: 1 exemplo clássico de uma condição imunomediada lúpus eritematoso sistêmico (LES): é uma doença grave que envolve diversos sistemas, com uma variedade de manifestações cutâneas e bucais lúpus eritematoso cutâneo crônico: Afeta principalmente a pele e a mucosa bucal e o prognóstico é bom O lúpus eritematoso cutâneo subagudo (LECS): apresenta características clínicas intermédias entre o LES e LECC Características Clínicas (bucais) Diagnóstico e tratamento estudos imunológicos podem auxiliar no estabelecimento do diagnóstico do LE. devem evitar a exposição excessiva à luz solar uso de anti-inflamatórios não esteroides associadas a drogas antimaláricas corticosteroides sistêmicos (casos severos) corticosteroides tópicos 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Doenças Dermatológivas#76 Lúpus Eritematoso Cutâneo Crônico(LECC): Na maioria dos casos, as manifestações bucais do LECC se apresentam clinicamente idênticas às lesões do líquen plano erosivo. No entanto, ao contrário das lesões bucais do líquen plano, as lesões do LECC raramente ocorrem na ausência de lesões cutâneas. Lúpus Eritematoso Cutâneo Subagudo: apresentam manifestações clínicas intermediárias entre o LES e o LECC Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C Dsíndrome de Hunt. neuralgia de trigêmio. síndrome de Sjögren E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Gabarito 1. A 2. A 3. D O lúpus eritematoso é uma doença inflamatória autoimune, de causa desconhecida, com incidência maior em mulheres na faixa etária de 30 a 40 anos. Nessas pacientes, a trombocitopenia é um achado frequente. Procedimentos invasivos de urgência em pacientes com lúpus podem ser realizados em pacientes com contagem de plaquetas a partir de: Ano: 2020 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Prova: INSTITUTO AOCP - 2020 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Odontólogo - Especialista em PNE A B C D E 20.000 / ml. 50.000 / ml. 80.000 / ml. Antes de iniciar qualquer tipo de tratamento odontológico, mesmo que a queixa do paciente seja específica e pontual, o dentista deve ter em mente que os objetivos principais de uma adequada avaliação do paciente, antes do tratamento, deve lhe permitir: determinar o diagnóstico correto; conhecer as condições médicas preexistentes; descobrir doenças concomitantes; controlar emergência e por fim tratar o paciente da melhor forma possível. Deste modo, além de um acurado exame dos tecidos dentais e periodontais, é recomendado que o dentista execute um cuidadoso exame das estruturas da cavidade bucal, pois muitas doenças sistêmicas têm manifestações em tecidos intrabucais e o diagnóstico precoce destas é de relevante importância médica. São doenças sistêmicas com manifestação na cavidade bucal: Ano: 2020 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Prova: INSTITUTO AOCP - 2020 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Odontólogo - Especialista em PNE A B C D E lúpus eritematoso sistêmico, síndrome de Sjögren e epicondilite lateral. pênfigo foliáceo, leucemia e doença renal crônica. gengivite plasmocitária, tuberculose e diabetes mellitus.neutropenia cíclica, lúpus eritematoso sistêmico e pênfigo vulgar. esclerose lateral amiotrófica, doença renal crônica e escorbuto. síndrome de Costen. lúpus eritematoso sistêmico. 100.000 / ml. 120.000 / ml. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Deficiência VitamínicaDeficiência Vitamínica A B C D pelagra causada pela baixa ingestão de tiamina. anemia megaloblástica causada pela baixa ingestão de ácido pantotênico. estomatite angular causada pela baixa ingestão de riboflavina. hiperceratose folicular causada pela baixa ingestão de vitamina Eberibéri causado pela baixa ingestão de vitamina B12. Manifestações Orais de Doenças Sistêmicas Vitamina C (escorbuto): hemorragia sob a forma de petéquias disseminadas e equimose, retardo na cicatrização de feridas, edema gengival generalizado, com hemorragia espontânea, ulceração, mobilidade dentária e aumento da gravidade da infecção periodontal e perda óssea. Vitamina D: raquitismo, osteomalácia, hipomineralização dos dentes Vitamina E: anomalias no sistema nervoso central e no sistema nervoso Vitamina K: coagulopatia (Intraoralmente se periférico manifesta sob a forma de sangramento gengival Vitamina A: complicações oculares Tiamina (B1): beribéri. problemas cardiovasculares e neurológicos Riboflavina (B): diversas manifestações orais, incluindo glossite, queilite angular, dor de garganta, edema e eritema da mucosa oral Niacina (B3): pelagra. a tríade de dermatite, demência e diarreia Piridoxina (B6): fraqueza, tonturas ou convulsões, queilite e glossite 2010 : CESGRANRIO Órgão: Petrobras Prova: CESGRANRIO - 2010 As vitaminas são necessárias para o bom funcionamento de muitos processos fisiológicos e, quando não ingeridas em quantidades suficientes, podem causar deficiências nutricionais, tais como, a(o) 1 E #77 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Os pacientes com as síndromes de má absorção ou com distúrbios alimentares, pessoas que seguem “dietas da moda” e alcoólatras são os grupos mais afetados. Características Clínicas ( e carências) Tratamento e Prognóstico A terapia de reposição é indicada para deficiências vitamínicas Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. C 2. D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia A B C D vitamina A; riboflavina; tiamina; niacina; piridoxina. Prova: FGV - 2015 - TJ-SC - Odontólogo Paciente adulto chega ao consultório e durante a anamnese queixa-se da tríade de dermatite, demência e diarreia. Ao exame clínico observou-se estomatite e glossite, com língua apresentando-se vermelha, lisa e inflamada.Tal descrição está associada à deficiência de: 2 E Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C Em caso de pacientes diabéticos, o tratamento cirúrgico deve ser realizado, preferencialmente, no período da manhã com controle da pressão arterial antes, durante e após o tratamento. Em caso de pacientes diabéticos, a antibioticoterapia deve ser adotada somente nas situações em que houver evidente comprometimento valvular cardíaco, renal ou glicemia acima de 400 mg/dL. Em caso de paciente diabético descompensado, com taxa glicêmica capilar acima de 110 mg/dL, deve-se suspender o atendimento cirúrgico e encaminhar o paciente ao médico responsável. 2016 : CESPE / CEBRASPE : TRT - 8ª Região (PA e AP): CESPE - 2016 - TRT - 8ª Região (PA e AP) - Analista Judiciário - Odontologia Um homem de cinquenta e seis anos de idade, portador de diabetes melito tipo II, foi atendido em consultório odontológico. O paciente relatou fazer uso de cloridrato de metformina, 500 mg, um comprimido ao dia pela manhã. No exame físico, foi constatada a necessidade de cirurgia pré-protética. No teste de glicemia capilar, quinze minutos antes da intervenção, foi verificada a taxa de 196 mg/dL. A pressão arterial aferida foi normal.A partir dessa situação hipotética, assinale a opção correta. 1 doença comum do metabolismo de carboidratos que se acredita possuir muitas causas, apesar de o problema básico ser ou a produção diminuída de insulina, ou a resistência tecidual aos efeitos da insulina. Uma das principais complicações do diabetes é a doença vascular periférica, um problema que resulta em falência renal, assim como em isquemia e envolvimento dos membros por gangrena Características Clínicas Tratamento e Prognóstico diabetes tipo I: injeções de insulina diabetes tipo II: modificação na dieta associada a exercícios físicos, hipoglicemiantes orais Consultas periódicas Diabetes Melito Tipo I: paciente se sente cansado e letárgico, perda de peso,poliúria, polidipsia. Diabetes Melito Tipo II: Os sintomas associados ao diabetes do tipo II são muito mais sutis em comparação com aqueles observados no tipo I. Frequentemente, o primeiro sinal do diabetes tipo II é detectado ao exame hematológico de rotina e não como uma consequência de qualquer queixa específica do paciente. Complicações: isquemia, microangiopatia, infecções graves, amputação, infarto, acidente vascular cerebral ou apoplexia, aumento difuso, indolor e bilateral das glândulas parótidas (sialodenose diabética), glossite migratória benigna, xerostomia, Manifestações Orais de Doenças Sistêmicas#78 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Diabetes MelitoDiabetes Melito Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Em caso de pacientes diabéticos, com taxa glicêmica capilar acima de 400 mg/dL, deve-se aplicar 1 mL de insulina subcutânea e iniciar o tratamento somente após 1 hora. Antes do tratamento cirúrgico, deve ser indicada a ampliação da dose do cloridrato de metformina por quarenta e oito horas, dois comprimidos ao dia, para melhor controle glicêmico. B C Fundação Municipal de Saúde do Piauí - PI (FMS/PI) 2011: OdontólogoBanca: Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (NUCEPE/UESPI) A B C O diabetes mellitus Tipo I acomete pacientes de zero a 40 anos, e é conhecida como diabetes juvenil. O diabetes mellitus Tipo II acomete mais a obesos e os pacientes não são insulinodependentes. O aumento da sensação de fome e sede, urinar em excesso, e a perda de peso são sintomas clássicos do diabetes mellitus. A polidipsia é um sintoma clássico do paciente com diabetes mellitus caracterizado pelo aumento da sensação de fome. O diabetes melittus aumenta à suscetibilidade do paciente idoso a doença periodontal. Assinale a alternativa INCORRETA.I1 D E CONPASS - 2018 - Prefeitura de Morro do Chapéu - BA - Odontólogo - Especialista em Pacientes Especiais: Odontologia Gabarito 1. A 2. D 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Vamos Revisar? Vamos Revisar? A B C D queilite angular e glossite atrófica ou atrofia generalizada da mucosa oral. sensação de ardência na língua, lábios, mucosa jugal ou em outras localizações da mucosa. placas brancas e dolorosas, ou crostas distribuídas predominantemente na mucosa jugal, língua e assoalho da boca. O hálito pode apresentar odor de amônia ou urina. lábios com aspecto espessado e aumento difuso da língua. Pode ocorrer falha na erupção dos dentes embora a formação dentária não seja prejudicada. os pacientes podem se queixar de fadiga, cansaço fácil, palpitações, sensação de desfalecimento ou desmaio iminente e falta de energia As manifestações orais incluem a queilite angular e glossite atrófica, ou atrofia generalizada da mucosa oral. O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de uma contagem sanguínea completa incluindo as hemácias Perda excessiva de sangue Aumento da demanda por hemácias Diminuição da ingestão de ferro Diminuição da absorção de ferro Esse tipo de anemia se desenvolve sob quatro condições: suplementação do ferro da dieta por meio de sulfato ferroso oral Aresposta à terapia geralmente é imediata A causa de base da anemia deve ser identificada, de modo que, se possível, seja corrigida Anemia FerroprivaAnemia Ferropriva Unilavras - 2018 - Prefeitura de Bom Despacho - MG - Gestor Público Municipal - Odontologia A anemia ferropriva é a causa mais comum de anemia em todo o mundo e ocorre por uma deficiência de ferro no organismo. As manifestações orais desse tipo de anemia incluem1 Essa forma de anemia se desenvolve quando a quantidade de ferro disponível para o organismo não acompanha a necessidade de ferro para a produção de hemácias. Características Clínicas Tratamento e Prognóstico Manifestações Orais de Doenças Sistêmicas#79 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. A 2. C Tribunal de Justiça de São Paulo - SP (TJ/SP/SP) 2010Cargo: Cirurgião DentistaBanca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP) As deficiências carenciais podem causar alterações na cavidade oral. São alterações comumente observadas na anemia ferropriva:1I fraturas mandibulares. hemorragias e sangramento periodontal. atrofia da mucosa e atrofia das papilas linguais. mobilidade dental e hemorragia. queilite esfoliativa e xerostomia. A B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D é um quadro de infecção por fungos e bactérias; é conhecida como osteíte alveolar provoca dor moderada a intensa, febre, edema e eritema o tratamento indicado é a curetagem do alvéolo e prescrição de antibioticoterapia oral o tratamento indicado é a colocação de um curativo à base de oncylon orobase. Osteíte Alveolar (Alvéolo Seco; Alveolite Fibrinolítica, alveolite) 2009 : UFF : UFF : UFF - 2009 - UFF - Odontólogo Com relação à alveolite, pode-se afirmar: Vamos Revisar? Vamos Revisar? 1 E Patologia pulpar#80 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Após a extração de um dente, forma-se um coágulo sanguíneo no local, com a eventual organização do coágulo pelo tecido de granulação, substituição gradual por osso fibrilar grosseiro e, finalmente, substituição por osso maduro. Acredita-se que a fibrinólise prematura do coágulo inicial seja responsável pela condição clínica conhecida como osteíte alveolar. fatores: uso de contraceptivos orais, uso de tabaco, infecção préoperatória, extração difícil, cirurgiões inexperientes, desenho do retalho cirúrgico (retalho em envelope em vez de retalho triangular modificado), uso de um anestésico local com vasoconstritor e irrigação pós-operatória inadequada Características Clínicas O sítio de extração acometido é preenchido inicialmente com um coágulo contaminado acinzentado que é perdido e deixa um alvéolo ósseo vazio (alvéolo seco). A detecção do alvéolo vazio pode ser prejudicada pela retenção parcial do coágulo ou pelo tecido inflamado sobrejacente que cobre o sítio. dor, odor fétido e (com menos frequência) tumefação e linfadenopatia, três a quatro dias após a extração do dente Tratamento e Prognóstico deve ser feita uma radiografia da área afetada para excluir a possibilidade de uma ponta de raiz retida ou de um corpo estranho, Todas as suturas devem ser removidas O alvéolo é irrigado com soro morno, seguido pela inspeção clínica completa do alvéolo Devem ser prescritos analgésicos orais A curetagem do alvéolo não é recomendada Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D A alveolite seca causa dor intensa após o 3º ou 4º dia do pós-operatório, mas não provoca odor ou gosto alterado na cavidade bucal. A alveolite úmida causa uma dor intensa 24 horas após o ato operatório e provoca odor e gosto desagradável na cavidade bucal. O tratamento de alveolite seca e úmida deve ser feito com a curetagem do alvéolo para que haja um novo sangramento, sutura e prescrição de analgésico e anti-inflamatório. A alveolite seca é a perda do coágulo com exposição óssea, causando uma dor intensa entre o 3º e o 4º dia do pós-operatório. A alveolite seca apresenta o alvéolo com corpos estranhos e um coágulo em desarranjo, com ausência de dor, mas com gosto altamente desagradável na cavidade oral. 2015 : CETRO : AMAZUL : CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista Complicações pós-operatórias podem ocorrer após uma exodontia. Uma delas é a alveolite. Sobre a alveolite, assinale a alternativa correta. 1I E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Gabarito 1. B 2. D Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C Com intuito de tornar os bisfosfonatos de primeira geração mais potentes foi adicionada uma cadeia lateral de carbono, criando a segunda geração de bisfosfonatos, sendo chamados de carbonobisfosfonatos. Os bisfosfonatos intravenosos (pamidronato e ácido zoledrônico) são considerados de menor risco para o desenvolvimento da osteonecrose associada ao uso de bisfosfonatos, em comparação com os bisfosfonatos orais (alendronato e residronato). Embora uma predominância da osteonecrose associada ao uso dos bisfosfonatos tenha sido observada na mandíbula, o envolvimento da maxila não é incomum, sendo que na grande maioria dos casos a necrose ocorre de forma espontânea sem qualquer estímulo traumático. Osteonecrose associada/induzida/relacionada aos bisfosfonatos ou relacionada a antireabsorção Osteonecrose associada/induzida/relacionada aos bisfosfonatos ou relacionada a antireabsorção Fatores de risco adicionais: idade avançada do paciente, o uso de corticosteroides, quimioterápicas, diabetes, tabagismo ou o uso de álcool, higiene oral deficiente e o uso da droga por mais de três anos 2014 : Marinha : CSM : Marinha - 2014 - CSM - Primeiro Tenente - Quadro de Cirurgiões-Dentistas Em relação ã osteonecrose associada ao uso de bisfosfonatos, assinale a opção correta.1 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Vamos Revisar? Vamos Revisar? Lesões Físicas e Químicas#81 Características Clínicas e Radiográficas Tratamento e Prognóstico A melhor abordagem terapêutica é a prevenção: inclui a eliminação de focos de infecção oral e a remoção de grandes tórus ou de dentes parcialmente impactados (antes do inicio do tratamento para a doença, ex: câncer.) Definição de Osteonecrose dos Maxilares Relacionada a Medicamentos Tratamento atual ou prévio com agentes antirreabsortivos ou antiangiogênicos Osso exposto na região maxilofacial por não mais de oito semanas Ausência de história de radioterapia ou de doença metastática óbvia nos ossos gnáticos ocorreram em pacientes tratados com formulações intravenosas (principalmente pamidronato e ácido zoledrônico) para câncer Características necessárias para o diagnóstico o osso em risco iminente de osteonecrose costuma demonstrar uma radiopacidade aumentada antes da evidência clínica de necrose a necrose pode levar ao desenvolvimento de uma fístula cutânea ou de fratura patológica Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D É caracterizada por osso necrótico exposto há menos de duas semanas. Está associada ao tratamento com bisfosfonato oral ou endovenoso por mais de um ano. É frequentemente encontrada em pacientes com história de radioterapia dos maxilares. Ocorre apenas em pacientes usando bisfosfonatos que foram submetidos a exodontia. O risco de osteonecrose aumenta conforme a potência e o tempo de uso do medicamento. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 2013: Odontólogo - Área Pacientes com Necessidades EspeciaisBanca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Assinale a alternativa correta em relação à osteonecrose dos maxilares associada ao uso de bisfosfonato, em pacientes com câncer de mama.2 E D Em pacientes que fazem uso de bisfosfonatos intravenosos (pamidronato e ácido zoledrônico),procedimentos cirúrgicos invasivos podem ser realizados, bastando apenas suspender o uso da medicação por 1 mês. Os bisfosfonatos são usados principalmente para retardar o envolvimento ósseo em várias condições malignas (mieloma múltiplo, carcinoma de mama ou próstata metastático), no tratamento da doença de Paget e para reverter a osteoporose. E Gabarito 1. E 2. E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Disfunções temporomandibulares 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Dor Facial e Doenças Neuromusculares#82 grupo de condições muscoloesqueléticas e neuromusculares que envolvem as ATMs, os músculos mastigatórios e todos os tecidos associados Dor na região pré- auricular é o quadro clínico mais frequente para esse grupo de disfunções, e as DTMs representam as principais causas para a dor orofacial de origem não dentária Em geral, as DTMs dolorosas têm origem miogênica (muscular) ou artrogênica (articulação) Características Clínicas e Radiográficas Em geral, a dor é localizada na região pré-auricular, mas também pode irradiar-se para as regiões temporal, frontal ou occipital limitações no movimento mandibular durante as excursões funcionais e o movimento articular restrito, com ou sem ruídos articulares associados, são queixas frequentes Pode apresentar-se como uma dor de cabeça (cefalalgia), um zumbido nos ouvidos (tinido), uma dor de ouvido(otalgia), uma dor de dente (odontalgia) ou qualquer combinação desses sintomas contrações musculares involuntárias As disfunções inflamatórias não artríticas da ATM se caracterizam por dor profunda e contínua. A dor é desencadeada pela palpação da articulação afetada ou por um movimento mandibular, especialmente mastigação e apertamento. Os desarranjos do côndilo e do complexo meniscal estão mais frequentemente associados à disfunção (artropatia) do que à dor articular (artralgia). Muitas condições sistêmicas são consideradas contribuintes para o desenvolvimento de DTMs, devendo ser incluídas no diagnóstico diferencial de dor orofacial crônica. Tratamento e Prognóstico Os tratamentos conservadores incluem repouso e imobilização da articulação, aplicação de frio (em geral, reservado a casos agudos) ou calor, imobilização oclusal através de splints e ajuste oclusal e fisioterapia; Deslocamentos dos discos articulares podem ocorrer em uma direção anterior, posterior e mediolateral, caracterizando-se por uma variedade de ruídos articulares e limitações na abertura da mandíbula. A frouxidão e o alongamento dos ligamentos articulares são considerados os principais fatores contribuintes para os transtornos de deslocamento do côndilodisco. A intervenção cirúrgica pode ser necessária no caso de haver articulações comprometidas de forma mais grave, especialmente com lesão do menisco, deslocamento ou fratura condilar, anquilose e deformidades degenerativas ou de desenvolvimento. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com CONTRAÇÃO PERIFÉRICA/ PROTETORA (CONTRATURA MUSCULAR) Disfunções Temporomandibulares Disfunções Temporomandibulares Dor Facial e Doenças Neuromusculares #82 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia 1. Desordens dos músculos mastigatórios Cocontração protetora - Dor na contração muscular. Frost (1977): Reflexo protetor, pelo qual os músculos esqueletais se tornam hipertônicos e dolorosos, quando contraídos, não há dor em repouso. Okeson (1992), tratamento: remoção dos fatores etiológicos, e utilização de terapia de suporte, instruindo o paciente a restringir o uso da mandíbula dentro do limite indolor, dieta pastosa, uso de analgésico por curto período. MIO ESPASMO (MIALGIA DE CONTRAÇÃO TÔNICA) Dores profundas e aumento da fadiga - câimbra aguda. Bell (1986), definiu como contrações musculares involuntárias induzidas pelo SNC e Okeson (1992), acrescentou que se diferencia da contratura pelo fato do SNC recrutar unidades motoras para contrações contínuas DOR MIO-FASCIAL DE PONTOS ÁLGICOS/PONTOS DE GATILHO (“Trigger-Points” ou Pontos Gatilhos). Embora a fisiopatologia não esteja bem esclarecida, para Reeves et al. (1986), os pontos gatilhos miofasciais podem ser caracterizados clinicamente como: pontos específicos de sensibilidade em uma musculatura tensa, na presença de contração muscular local em resposta a estímulo mecânico na região. MIALGIA NÃO- INFLAMATÓRIA Sensibilidade dolorosa muscular local. Fadiga. Desordem de origem muscular, não inflamatória. Pode ser causada por contração prolongada, por um estimulo de dor profunda, por trauma ou por estresse emocional. MIALGIA CENTRALMEN1E MEDIADA Miosite crônica - impulso nervoso. Tem origem no SNC. É tipicamente bilateral, e descrita como ‘’pressão deaperto’’ de moderada intensidade. Presença de dor miogênica constante, mesmo durante o repouso, intensificando-se durante a função. A B fibromialgia. mialgia de contração tônica. mialgia crônica mediada centralmente. dor miofascial dos músculos mastigatórios, secundária a uma dor cervical. dor muscular cíclica associada a fraqueza muscular e co-contração protetora. FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia Paciente com 63 anos de idade, sexo masculino, refere sensação dolorosa moderada, contínua, prolongada e leve, difusamente localizada na região esquerda da face, têmpora e mandíbula. A dor é acompanhada de redução acentuada na abertura bucal e agravada por qualquer tentativa de abrir a boca ou mastigar. A radiografia panorâmica mostra ausência de alterações ósseas e as articulações temporomandibulares parecem estruturalmente normais. Este quadro é compatível com o diagnóstico de 1 Vamos Revisar? Vamos Revisar? C D E Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B fibromialgia, causada pelo aumento do estresse emocional e da fadiga muscular crônica. mialgia crônica mediada centralmente, decorrente de dor miofascial prolongada e constante. mialgia com ponto de gatilho em estado ativo, decorrente da interrupção do ciclo normal do sono. mialgia de contração tônica, decorrente de sensibilidade dolorosa muscular prolongada. mialgia não inflamatória, causada por estresse emocional aumentado e co-contração muscular prolongada. Consultor Técnico Legislativo - Área OdontologiaBanca - Fundação Carlos Chagas (FCC) - SP 2014 Paciente com 29 anos de idade, sexo feminino, relata sentir dores nos músculos da face há alguns meses quando em repouso, sendo que a dor aumenta muito durante a mastigação. A paciente relata uma sensação de enrijecimento muscular e refere não ter dor de cabeça. O exame clínico mostra uma redução do movimento de abertura da boca e a palpação dos músculos provoca uma sensação dolorosa evidente. Este quadro é compatível com o diagnóstico clínico de 2 C D E A B II e IV. II e III. I e III. I e IV. III e IV. FCC - 2016 - TRT - 20ª REGIÃO (SE) - Analista Judiciário - Odontologia Com relação ao ponto-gatilho, considere as afirmativas abaixo. I. O tratamento dos pontos-gatilho nos músculos do ombro não resolve a disfunção muscular mastigatória. II. Os pontos-gatilho são ativados por alguns fatores, como distensão muscular ou tensão emocional. III. O tratamento dos músculos mastigatórios alivia a dor resultante dos pontos-gatilho cervicais. IV. Os pontos-gatilho não podem ser eliminados sem tratamento, mas podem permanecer latentes, criando alívio temporário da dor. Está correto o que se afirma APENAS em 3 C D E E B A Gabarito 1. 2. 3. 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Disfunções Temporomandibulares Disfunções Temporomandibulares Dor Facial e Doenças Neuromusculares #82 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia 2. Desordens Funcionais das ATMs - Desordem do complexo Côndilo-DiscoDESLOCAMENTO DO DISCO COM REDUÇÃO Refere-se ao estágio em que o disco é deslocado para posição anterior ou anteromedial no fechamento e retorna aposição mais estável em relação ao côndilo, durante a abertura. Atividade secundaria dos músculos mastigatórios sempre acompanha o deslocamento do disco, causando dor e limitação da abertura bucal. O fato mais característico do deslocamento do disco com redução é o estalido durante a abertura e fechamento mandibular. DESLOCAMENTO DO DISCO SEM REDUÇÃO Caracterizado pelo deslocamento do disco seguido do fracasso em reduzir ou recapturá-lo durante a translação. O côndilo é incapaz de passar sob o disco deslocado, devido ao espessamento da banda posterior, há uma modificação na forma do disco de bicôncavo para biconvexo e uma diminuição ou perda da tensão na inserção posterior. SINOVITE E CAPSULITE a sinovite é uma inflamação do líquido sinovial secundária à infecção, trauma ou pela degeneração do disco articular e/ou do tecido fibroso que cobre a articulação. Já a capsulite é a inflamação da cápsula articular estando relacionada à distensão dos ligamentos capsulares. Clinicamente, é difícil estabelecer um diagnóstico diferencial e, para ambas, a dor localizada na ATM e aumentada pela função, carga ou palpação; a limitação do movimento mandibular (pela dor) e a dor tida como de orelha, são achados comuns. Nos casos de sinovite, uma diminuição na capacidade de ocluir os dentes posteriores do lado ipsilateral é um sinal característico. RETRODISCITE A inflamação dos tecidos rctrodiscais (recrodiscitc) pode resultar de um macrotrauma, como uma pancada no queixo. limitação do movimento mandibular é devida à artr31gia. Uma sensação termina] macia está presente, a menos que a infbm3ção esteja associada ao deslocamento do disco sem redução. ANQUILOSE pode ser fibrosa ou óssea, sendo que a maioria dos casos de anquilose verdadeira combina ambos, (anquilose fibro-óssea) e estão frequentemente associadas a história de trauma, incluindo-se aqui as fraturas mandibulares. A limitação de movimento mandibular com deflexão acentuada para o lado afetado na abertura, por limitação da função de translação da articulação, é característica frequente. Vamos Revisar? Vamos Revisar? A B Capsulite. Retrodiscite. Exército - 2010 - EsSEx - Primeiro Tenente - Ortodontia Uma Paciente adulta, com quadro de dor à palpação sobre a cabeça da mandíbula e ao realizar abertura bucal bordejante, apresentando alívio ao ocluir em máxima intercuspidação. Trata-se de um quadro de: 1 C D Doença articular degenerativa. Dor nos ligamentos do disco. Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B anquilose fibrosa. artropatia degenerativa com artrite inflamatória aguda na articulação direita. inflamação capsular e periarticular da ATM direita. imobilização da ATM esquerda. fibrose capsular. 2010 : FCC : TRE-AM : FCC - 2010 - TRE-AM - Analista Judiciário - Odontologia Paciente com 64 anos de idade, sexo masculino, tem a dor na região da ATM como queixa principal. Na anamne- se, ele relata sensação dolorosa moderada, constante, variável, contínua e leve, difusamente localizada na ATM direita e agravada pelo uso da articulação. Existe sensibilidade localizada ao tato e pressão diretamente sobre o polo lateral da articulação, além de dor nos movimentos protrusivos e laterais e na abertura de boca superior a 23 mm. Sua história clínica mostra sinais e sintomas sugestivos de 2 C D E A B F F V V V F V F V F V V F V V V F F F V V V V F F Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina - SC (SES/SC) 2012Cargo: Odontólogo - : Odontopediatra: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Sobre disfunções temporomandibulares (DTM) na infância e adolescência, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo. ( ) Desvio de mandíbula durante a mordida habitual, abertura de boca limitada e presença de ruídos articulares são alguns sinais da presença de DTM. ( ) Em caso de fraturas intracapsulares e subcondilares, uni ou bilaterais, a imobilização prolongada pode levar à anquilose da articulação temporomandibular. ( ) A onicofagia não está associada ao desenvolvimento de DTM. ( ) Partos realizados a fórceps e traumas na região de mento são fatores de DTM em crianças. ( ) O uso excessivo de gomas de mascar pode levar ao desenvolvimento de DTM.Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. 3 C D E A C C Gabarito 1. 2. 3. 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Características Clínicas e Radiográficas Ameloblastoma intraósseo sólido convencional ou multicístico: ampla variação etária, assintomático, Dor e parestesia são incomuns, lesão radiolúcida multilocular (favo de mel), reabsorção da raiz dos dentes adjacentes é comum, margens dessas lesões radiolúcidas mostram festonamento irregular. Ameloblastoma Prefeitura de Curitiba - PR 2004Cargo: DentistaBanca: Universidade Federal do Paraná (NC/FUNPAR/UFPR) Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, se apresentou com aumento de volume no corpo da mandíbula, região dos dentes 45, 46 e 47, assintomático e com evolução de aproximadamente 1 ano. Pelo exame clínico constatamos expansão óssea e deslocamento dos dentes 45 e 46 de suas posições normais. Através de radiografia panorâmica observamos uma imagem radiográfica multilocular onde as trabéculas ósseas se encontravam perpendicularmente umas às outras e em outras regiões com aspecto de bolha de sabão. Com base no quadro clínico, o diagnóstico é: 1 Tratamento e Prognóstico 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Os ameloblastomas são tumores de crescimento lento, localmente invasivos, que apresentam um curso benigno na maior parte dos casos. Sólido convencional ou multicístico Unicístico Periférico têm sido descritos como possuindo três diferentes apresentações clínico radiográficas: 1. 2. 3. Vamos Revisar? Vamos Revisar? ameloblastoma multicístico ou sólido: enucleação seguida por curetagem,ressecção em bloco muito raramente pode levar ao óbito ameloblastoma unicístico: enucleação, pode-se considerar a realização da ressecção local ameloblastoma periférico: comportamento clínico inofensivo, Os pacientes respondem bem à excisão cirúrgica local Cistos e Tumores Odontogênicos#83 Ameloblastoma Ameloblastoma unicístico: pacientes mais jovens, mais são encontrados na mandíbula, assintomático, área radiolúcida bem demarcada (podem apresentar festonamento e muito presentes em terceiros molares [coroa] inferiores não erupcionados) ameloblastoma periférico (extraósseo): incomum, lesão indolor, não ulcerada, séssil ou pediculada, que acomete a mucosa gengival ou alveolar, variada faixa etária, maioria dos casos mede menos de 1,5 cm, mais comuns na mandíbula Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Ceratocisto e mixoma odontogênico Odontoma composto e ameloblastoma Mixoma odontogênico e ameloblastoma Mixoma odontogênico e odontoma composto Ameloblastoma e ceratocisto A B C D E 2017 : IADES : Fundação Hemocentro de Brasília - DF : IADES - 2017 - Fundação Hemocentro de Brasília - DF - Odontologia A B C Cisto folicular/enucleação da lesão e extração do dente 38. Ceratocisto de envolvimento/enucleação da lesão e extração do dente 38. Mixoma odontogênico/ressecção da lesão com margem de segurança. Ameloblastoma intraósseo convencional/ressecção da lesão com margem de segurança. Ameloblastoma unicístico/enucleação da lesão e extração do dente 38. Um homem de 23 anos de idade procurou atendimento odontológico com queixa de aumento de volume indolor em fundo de vestíbulo e ausência do dente 38. Os exames de imagem revelaram área radiolúcida (hipodensa) unilocular bem delimitada, exibindo expansão da cortical óssea e envolvendo a coroa do elemento 38 que se encontrava deslocado próximoà base da mandíbula. O canal mandibular também encontrava-se deslocado para baixo pela lesão. A biópsia revelou cavidade cística única, e houve saída de líquido amarelado. O exame histopatológico revelou parede cística fibrosa revestida por epitélio cuja camada basal é composta por células colunares com núcleos hipercromáticos e polaridade reversa, e as células adjacentes lembram o retículo estrelado do órgão do esmalte. Com base nesse caso clínico hipotético, assinale a alternativa que indica, respectivamente, o diagnóstico e o tratamento adequado. 2 D E Gabarito 1. C 2. E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C D Cisto periapical; Cisto dentígero Cisto periapical residual Cisto da bifurcação vestibular; Cisto de erupção. Prefeitura de Sengés - PR 2012Cargo: DentistaBanca: Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV) Tipo mais comum de cisto odontogênico, compreendendo cerca de 20% de todos os cistos epiteliais dos maxilares, envolve a coroa de um dente incluso e está unido ao dente na junção esmalte-cemento. A patogênese deste cisto é desconhecida, mas, aparentemente ele se desenvolve pelo acúmulo de líquido entre o epitélio reduzido do esmalte e a coroa do dente. Neville. Patologia oral e maxilo facial . A descrição é compatível com: 1 é definido como um cisto que tem origem pela separação do folículo que circunda a coroa de um dente não erupcionado. Características Clínicas e Radiográficas ocorrer em associação a qualquer dente incluso (mais frequente em terceiros molares inferiores). Pequenos cistos são assintomáticos. Amplos cistos (incomuns) podem estar associados à expansão óssea dolorosa. Podem estar infectados. Área radiolúcida unilocular associada à coroa de um dente incluso. Margens bem definidas e em geral com margens radiopacas (se infectado pode apresentar margens pouco definidas) Os cistos dentígeros podem deslocar o dente acometido Tratamento e Prognóstico enucleação cuidadosa do cisto junto com a remoção do dente nãorupcionado Se a erupção do dente acometido é considerada possível, então se opta por deixar o dente na posição após a remoção parcial da parede cística E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cistos e Tumores Odontogênicos#84 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Cisto DentígeroCisto Dentígero Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com A B C O cisto de erupção é o mais comum dos cistos odontológicos de desenvolvimento e, algumas vezes, são denominados de hematomas de erupção. O diagnóstico do ceratocisto odontogênico é obtido sem obrigatoriedade do exame histopatológico, pois os aspectos clínicos e radiográficos são particulares e exclusivos desta lesão. O cisto gengival do recém-nascido é raro, mais freqüente na mandíbula, assintomático, e o tratamento de escolha é a remoção cirúrgica. O ceratocisto odontogênico é potencialmente agressivo com índice de recorrência menor que de outros cistos odontogênicos, menos freqüente nos ossos gnáticos e radiograficamente revela uma imagem radiotransparente bem circunscrita com margens regulares e geralmente esclerótica. O cisto dentígero se desenvolve, quando existe líquido ou um espaço entre o tecido folicular revestido por epitélio reduzido do órgão do esmalte e a coroa de um dente não-irrompido e que se encontra aderido ao dente na região cervical. Sobre os Cistos que acometem o complexo buço-maxilo-facial, é correto afirmar.2 D E Gabarito 1. B 2. E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Cisto nasolabial. Cisto periapical radicular. Cisto periodontal lateral. Cisto dentígero. Cisto de erupção A 2015 : CETRO : AMAZUL : CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista Assinale a alternativa que não apresenta um cisto odontogênico.1 Análogo, do tecido mole, do cisto dentígero. O cisto se desenvolve a partir do resultado da separação do folículo dentário que envolve a coroa de um dente em erupção que está recoberto pelos tecidos moles do osso alveolar sobrejacente. Características Clínicas pequeno aumento de volume, muitas vezes translúcido na mucosa gengival que se sobrepõe à coroa de um dente decíduo ou um dente permanente em estágio de erupção ocorrer em qualquer dente em erupção Traumana região pode resultar em uma considerável quantidade de sangue na cavidade cística coloração de aspecto azulado a marrom- arroxeada Tais lesões são, por vezes, referidas como hematomas de erupção Tratamento e Prognóstico Pode não ser necessário tratamento, pois o cisto em geral se rompe de forma espontânea, permitindo a erupção do dente. Se isto não acontecer, uma simples incisão no teto do cisto geralmente permite a aceleração no processo de erupção do dente. B C D E 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Cisto de ErupçãoCisto de Erupção Cistos e Tumores Odontogênicos#85 Vamos Revisar? Vamos Revisar? Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Gabarito 1. A 2. E A B C O cisto de erupção é o mais comum dos cistos odontológicos de desenvolvimento e, algumas vezes, são denominados de hematomas de erupção. O diagnóstico do ceratocisto odontogênico é obtido sem obrigatoriedade do exame histopatológico, pois os aspectos clínicos e radiográficos são particulares e exclusivos desta lesão. O cisto gengival do recém-nascido é raro, mais freqüente na mandíbula, assintomático, e o tratamento de escolha é a remoção cirúrgica. O ceratocisto odontogênico é potencialmente agressivo com índice de recorrência menor que de outros cistos odontogênicos, menos freqüente nos ossos gnáticos e radiograficamente revela uma imagem radiotransparente bem circunscrita com margens regulares e geralmente esclerótica. O cisto dentígero se desenvolve, quando existe líquido ou um espaço entre o tecido folicular revestido por epitélio reduzido do órgão do esmalte e a coroa de um dente não-irrompido e que se encontra aderido ao dente na região cervical. Sobre os Cistos que acometem o complexo buço-maxilo-facial, é correto afirmar.2 D E 2015 : CETRO : AMAZUL Prova: CETRO - 2015 - AMAZUL - Cirurgião Dentista 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia Licenciado para - A ntonia M aria C lara - 03447719389 - P rotegido por E duzz.com Hiperplasia Gengival Medicamentosa (supercrescimento gengival medicamentoso A Doença Periodontal B Certo Errado Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal - DF (SES/DF) 2015: Odontólogo (MULTIPROFISSIONAL - Programa de Residência ): Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE/CEBRASPE) Julgue os itens seguintes, que versam sobre doenças periodontais. A prevalência de hiperplasia gengival medicamentosa em pacientes usuários de ciclosporinas é de cerca de 50%. Vamos Revisar? Vamos Revisar? 100 patologias (que podem ser) cobradas em odontologia se refere a um crescimento anormal dos tecidos gengivais, secundário ao uso de uma medicação sistêmica O grau de aumento gengival parece estar relacionado com a suscetibilidade do paciente e com o nível de higiene oral Características Clínicas Os aumentos similares ao granuloma piogênico são vistos ocasionalmente na presença de inflamação intensa. Tratamento e Prognóstico descontinuação ou substituição da medicação limpeza profissional, as reavaliações frequentes e o controle caseiro do biofilme são medidas importantes O ácido fólico sistêmico ou tópico azitromicina erradicação do tecido gengival excessivo Após um a três meses de uso do medicamento, os aumentos se originam nas papilas interdentais e espalham-se pelas superfícies dentárias Os segmentos anterior e facial são as áreas mais envolvidas Nos casos extensos, a gengiva hiperplásica pode cobrir uma parte (ou toda) das coroas de muitos dos dentes envolvidosA extensão lingual e oclusal pode interferir na