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Sumário 1. Introdução 2. Estados limites 3. Método dos estados limites 4. Ações 5. Coeficientes de resistência 6. Exemplos de combinação de ações para os estados limites últimos 48 1. Introdução 49 50 1. Introdução Modernização da engenharia Formação novos engenheiros Atividades interdisciplinares Viabilidade econômica Estruturas de Aço Projeto estrutural Técnicas construtivas Entendimento comportamento estrutural 51 • Formação de profissionais voltados para o projeto de estruturas de aço e mistas: • utilização de novas tecnologias em construções, principalmente em habitações populares. • comportamento dinâmico de sistemas estruturais (pisos de edificação, pontes rodoviárias, torres de telecomunicações, etc.). • pórticos industriais para redução de materiais (uso de ligações semirrígidas, etc.) 1. Introdução 52 1. Introdução 2. Estados limites 53 54 • Estados limites estados a partir dos quais uma estrutura não mais atende aos objetivos para os quais foi projetada. 2. Estados limites Estados limites Último (ou de ruína) Utilização (ou de serviço) Parte ou todo atinge a ruína Estrutura atingir a capacidade de suporte de cargas fatoradas Não adequada para finalidade Desempenho satisfatório para cargas nominais 55 2. Estados limites Estados limites Último (ou de ruína) Utilização (ou de serviço) • ruptura de seções críticas da estrutura; • plastificação não contida; • flambagem (local ou global); • flambagem lateral; • deslizamento ou tombamento; • resistência da seção ou dos elementos de ligação; • fadiga; • esmagamento do material; • falhas nas fundações. • deslocamentos excessivos, que podem causar danos aos elementos de vedação da edificação; • vibrações, que podem causar desconforto aos usuários da edificação; • corrosão; • fissuração; • fadiga (reparável). 56 2. Estados limites Proposta NBR 8880 4.7.2.1 Para os efeitos desta Norma, devem ser considerados os estados-limite últimos (ELU) e os estados-limite de serviço (ELS). Os estados-limite últimos estão relacionados com a segurança da estrutura sujeita às combinações mais desfavoráveis de ações previstas em toda a vida útil, durante a construção ou quando atuar uma ação especial ou excepcional. Os estados-limite de serviço estão relacionados com o desempenho da estrutura sob condições normais de utilização. 4.7.2.2 O método dos estados-limite utilizado para o dimensionamento de uma estrutura exige que nenhum estado-limite aplicável seja excedido quando a estrutura for submetida a todas as combinações apropriadas de ações. Se um ou mais estados-limite forem excedidos, a estrutura não atende mais aos objetivos para os quais foi projetada. 57 • Antes Normas consideravam o conceito de dimensionamento baseado em tensões admissíveis. • A partir da minoração da máxima tensão resistente da estrutura (Rn) por meio de um fator de segurança (F.S.) compara-se a máxima tensão atuante (Si). 2. Estados limites Tensão máxima calculada 58 • Concentra-se do F.S. para margem de segurança para refletir as incertezas na avaliação e na fixação dos valores das cargas atuantes na estrutura, às aproximações dos métodos, imperfeições geométricas da estrutura, variações de propriedades dos materiais e variações nas dimensões dos elementos estruturais. • Consequência colapsos estruturais em estruturas calculadas corretamente mudança para avaliações estatísticas (para carga e resistências estruturais). 2. Estados limites 59 • Projeto de estados limites o coeficiente de segurança é então dividido em duas partes: 2. Estados limites Coeficiente de ponderação de ações (cargas) Coeficiente de ponderação das resistências (resistência) NBR 8800 Critérios de segurança NBR 8681 3. Método dos estados limites 60 3. Métodos dos estados limites 61 • Reconhece a natureza não determinística das ações e das resistências na formulação das equações. • S e R valores médios das ações e resistência •Sn e Rn valores nominais (normas de ações ou fabricante dos materiais) • Seu entendimento pressupõe a definição de alguns parâmetros/ grandezas fundamentais. • Variância indica quanto uma certa variável ou dado de ação ou resistência apresenta dispersão de valores 3. Métodos dos estados limites 62 • Função probabilidade Variância amostral Variância populacional 3. Métodos dos estados limites 63 • Desvio padrão • Coeficiente de variação Adimensional (%) 3. Métodos dos estados limites 64 • Magnitude de S, R • Exemplo distribuição da resistência da amostragem da tensão de escoamento 3. Métodos dos estados limites 65 • Resistência da peça é afetada pela variação estatística, pela variação na geometria e pelas incertezas oriundas das hipóteses simplificadoras adotadas no método de cálculo. • Condição básica nos estados limites últimos resistência reduzida por um fator adequado, seja sempre maior que o efeito das ações modificadas por fatores de majoração, os quais são chamados de coeficientes de ponderação de ações. 3. Métodos dos estados limites 66 Sd são os valores de cálculo dos esforços solicitantes (em alguns casos específicos, das tensões atuantes), obtidos com base nas combinações últimas de ações dadas em 4.8.7.2; Rd são os valores de cálculo dos correspondentes esforços resistentes (em alguns casos específicos, das tensões resistentes), obtidos em diversas partes desta Norma, conforme o tipo de situação. ELU 3. Métodos dos estados limites 67 • A determinação dos fatores (NBR 8800/2008) se faz por meio de uma probabilidade de ruína da estrutura que seja adequada do ponto de vista de economia e de segurança. A probabilidade de ocorrência é avaliada pelo período de recorrência adotado para a avaliação de determinada ação atuante na estrutura: 3. Métodos dos estados limites 68 3. Métodos dos estados limites 69 3. Métodos dos estados limites 70 • Vantagem do método permite ao projetista o controle da probabilidade de ruína da estrutura e de componentes de ligações. • Quanto menor a probabilidade de ruína desejada, maior é o custo da estrutura, e não existe necessidade de que certa estrutura projetada apresente riscos de colapso inferiores aos riscos naturais da atividade humana. Daí a necessidade de ser empregados coeficientes recomendados pela norma, obtendo a probabilidade de ruína aceitável e que se pode pagar. 3. Métodos dos estados limites 71 Sser são os valores dos efeitos estruturais de interesse, obtidos com base nas combinações de serviço das ações dadas em 4.8.7.3; Slim são os valores-limite adotados para esses efeitos, fornecidos no Anexo B e no Anexo H, para estado-limite de fadiga. ELS 4. Ações 72 4. Ações 73 Permanente (G) Incluem peso próprio da estrutura e peso de todos os elementos componentes da construção, tais como pisos, paredes permanentes, revestimentos e acabamentos, instalações e equipamentos fixos. 4. Ações 74 Variáveis (Q) Incluem as sobrecargas decorrentes do uso e ocupação da edificação, tais como equipamentos, divisórias, móveis, sobrecargas em coberturas, pressão hidrostática, empuxo de terra, vento e variação de temperatura. 4. Ações 75 Excepcionais (E) Incluem as ações de grande intensidade e baixa probabilidade de ocorrência do tipo explosões, choques de veículos e efeitos sísmicos. 4. Ações 76 • Ações permanentes atuam de forma contínua. • Ações variáveis e excepcionais podem ou não atuar na estrutura em determinado instante da vida útil. 4. Ações 77 • Diferença de comportamento ponderação diferenciada (NBR 8800/2008) • Combinações normais e construtivas • Situações excepcionais onde g é o coeficiente de ponderação da carga permanente; q1 da ação variável predominante; qi demais variáveis; ψ é baixa probabilidade simultânea 4. Ações 78 • Diferença de comportamento ponderação diferenciada (NBR 8800/2008) • Combinações normais e construtivas FGi,ksão os valores característicos das ações permanentes; FQ1,k é o valor característico da ação variável considerada principal para a combinação; FQj,k são os valores característicos das ações variáveis que podem atuar concomitantemente com a ação variável principal. 4. Ações 79 • NBR 8800/2008 4. Ações 80 • Ação permanente atua de forma favorável parcela da carga (G) com o valor mais real possível. Recomenda-se os valores da tabela entre parênteses. Caso seja de grande variabilidade, pode-se usar o valor de 0,90. • Ação truncada é aquela cuja distribuição de valores máximos é truncada por um dispositivo físico ou pela impossibilidade de ser superado tal valor limite (ex. peso líquido de tubulações). • Casos omissos empuxo de terra (1,50); efeito de protensão na estrutura (1,00). 4. Ações 81 •NBR 8800/2008 4. Ações 82 • Dependendo do tipo de ocupação, pode-se incorporar coeficientes de ponderação das cargas de vento um fator de chamado de “Fator de importância”. • Este fator considera as consequências da ruína estrutural nas condições de uso da edificação. • Igual a 1,0 para a maioria das edificações; 1,15 tais como hospitais, centrais de comunicações, centrais de polícia, escolas e centros comunitários, rodoviários, aeroportos e demais de grande escala; 1,25 para estruturas que devem permanecer estáveis após algum tipo de desastre; 0,80 para armazenagem rural. 5. Coeficiente de resistência 83 5. Coeficiente de resistência 84 • Obtido por meio de estudo estatístico das ações e resistências. 5. Coeficiente de resistência 85 • Obtido por meio de estudo estatístico das ações e resistências. 5. Coeficiente de resistência 86 • β (índice de segurança) número de desvios padrões que ln X está acima de zero. Quanto maior o valor de β, menor será a área hachurada e menor probabilidade de ruína. Porém, valores elevados geram estruturas antieconômicas. • Ve é o fator de incerteza no cálculo das cargas; Vt é a variância da carga nominal total. 5. Coeficiente de resistência 87 • Vm é a incerteza dos materiais (ex. resistência real de uma solda); Vg é relacionado a geometria (ex. largura real da perna de uma solda); Vp é o fator profissional (ex. precisão na determinação dos efeitos das forças atuantes na solda). 5. Coeficiente de resistência 88 • Relacionando o parâmetro β com os coeficientes de ponderação das ações: 5. Coeficiente de resistência 89 • Observa-se que: • o parâmetro ϕ depende do parâmetro e vice- versa; • quando o parâmetro ϕ decresce, o parâmetros também decresce; • o parâmetro ϕ é proporcional à razão R / R; • quando o parâmetro ϕ decresce, a variância das resistência cresce; • o parâmetro ϕ é influenciado pela razão S / S e pela variância das ações (Vs). 5. Coeficiente de resistência 90 • Valor de β demais parâmetros 5. Coeficiente de resistência 91 • Pela Norma Canadense (CAN S16/1989): 5. Coeficiente de resistência 92 • Menor variação do parâmetro β que as outras normas de tensões admissíveis, mostrando uma segurança mais uniforme para as estruturas por ele dimensionadas (maior confiabilidade estrutural). 5. Coeficiente de resistência 93 • NBR 8800 / 2008 4.8.3 Os limites estabelecidos para os estados-limite de serviço não necessitam de ponderação; portanto, deve-se considerar m = 1,00. 6. Exemplos de combinação de ações para estados limites últimos 94 95 EXEMPLO 1 – Cálculo dos esforços de projeto de uma coluna de estrutura de suporte de reservatório elevado • Dados: • Capacidade do reservatório: 30.000 litros; • Altura do reservatório: 4,0 metros; • Altura da torre: 12,0 metros; • Carga de vento nominal atuante no reservatório: 20 kN; • Carga permanente da torre e do reservatório: 48 kN; • A torre possui base quadrada de 6,0 x 6,0m e topo de 4,0 x 4,0m • Fator de importância: 1.00. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 96 EXEMPLO 1 – Cálculo dos esforços de projeto de uma coluna de estrutura de suporte de reservatório elevado 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 97 EXEMPLO 1 • Carregamentos simétricos Esforços de compressão na coluna da estrutura: • Ação G produz uma força nominal 12 kN; • Carga do líquido no reservatório cheio 75 kN (truncada); • Carga do vento força de compressão nominal 23,3 kN. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 98 EXEMPLO 1 • Considerando-se inicialmente a carga Q como sendo a carga predominante e o vento como carga secundária: 1,25G + 1,20Q + 1,4 x 0,6 W NSd = 1,25x12 + 1,20x75 + 0,6x1,4x23,3 = 119,6 kN • Segunda variável (vento) como predominante: 1,25G + 0,8x1,20Q + 1,4W NSd = 1,25x12 + 0,8x1,20x75 + 1,4x23,3 = 124,6 kN 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 99 EXEMPLO 1 • Conclusões: • Carga de projeto 124,6 kN • Considerando um evento que a caixa d´água estivesse totalmente vazia (Q=0,0). Assim, a ação do vento predominante, ocorrendo tração na base. -1,00G + 1,4W NSd = -1,0x12 + 1,4x23,3 = 20,6 kN • Este valor é utilizado para dimensionamento dos chumbadores de ancoragem da perna da torre do bloco de fundação. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 0 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Dados: 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 1 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Dados: 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 2 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Dados: • Os pórticos dos eixos 1 e 4 são considerados deslocáveis e as suas ligações viga-coluna são do tipo rígidas. Na outra direção existem contraventamentos entre os pilares A2 e A3, bem como entre D2 e D3. • Todas as vigas serão conectadas à laje mista por meio stud bolts para assegurar o efeito de diafragma no plano do pavimento. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 3 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Dados: • Todas as vigas de 10 m de vão e as vigas dos eixos 02 e 03 são executadas com ligações flexíveis e podem ser consideradas como biapoiadas. • Comprimento das colunas = 5600 mm. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 4 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Combinação de esforços: 1,30 (G1+G2) + 1,25 G3 + 1,50 (Q1+Q2) + 1,4x0,6W (Ψ0 = 0,6) qd = 1,30x3,37 + 1,25x0,25 + 1,50x3,50 = 9,94 kN/m² • Vigas internas (esp. = 2,50m) qd=9,94x2,5=24,9 kN/m² / Md=24,9x10²/ 8=311,2 kN.m • Vigas eixos A e D qd=9,94x1,25=12,5kN/m² / Md=12,5x10²/ 8=156,2kN.m 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 5 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Carregamentos fatorados (eixo A e D): 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 6 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • 15,9 kN devido ao vento • 0,6 x (0,6x1,4) x 22,5 x (5,6/2) = 31,8 kN, sendo 15,9 kN atuantes no pórtico do eixo A / D. • NBR 8800/ 20018 (seção 4.9.7) introduzir os efeitos de imperfeições geométricas iniciais da coluna (h/500) Capítulo 9. • Força nocional 0,3% das cargas gravitacionais H* = 0,003 x (30x22,5x9,94) = 20,2 kN. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 7 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Resistência a cargas laterais (A e D) H* = 10,1 kN para cada eixo 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos - 342,8 - 61,4 10 8 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Avaliar o vento como carga predominante:1,30 (G1+G2) + 1,25G3 + 1,4xW + 0,7x1,50 (Q1+Q2) Ψ0 = 1,7 qd=1,30x3,37 + 1,25x0,25 + 0,7x1,50x3,50=8,37 kN/m² H* = 0,003 (30x22,5x8,37) = 8,5 kN H = 15,9/0,6 = 26,5 kN 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 10 9 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Nd = 272,1 kN (colunas internas) e Nd = 54,3 kN (contraventamento). Comparando com a primeira combinação A2, D2, A3, D3 projetado para 342,8kN; B2, C2, B3, C3 para 747,0kN. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 11 0 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Eixos 1 e 4 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 111 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • Eixos 1 e 4 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 11 2 EXEMPLO 2 – Cálculo dos esforços de projeto de uma viga-coluna de pórtico de edificação • B1, B4, C1, C4: • Nd = 391,9 kN (maior esforço normal) / Md = 44,1 kN.m • Nd = 330,0 kN / Md=49,9 kN.m (maior momento fletor) • Vigas-colunas (A1, A4, D1, D4): • Nd = 173,6 kN / Md = 127,0 kN.m • Vigas com 7,5m • Md = -252 kN.m / Md = 164,1 kN.m 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos Esforços de primeira ordem 11 3 EXEMPLO 3 – Combinações de cargas para estrutura de uma treliça de cobertura • Dados: • G peso próprio da treliça, terças, tirantes, travamentos e telhas (pequena variabilidade); • Q sobrecarga da cobertura; • W vento, suposto carregamento de sucção • Para combinações normais de carga: • Situação mais desfavorável “de cima para baixo” 1,25G + 1,5Q •Situação mais desfavorável “de baixo para cima” 1,0G + 1,4W 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 11 4 EXEMPLO 4 – Combinações de cargas para coluna de um prédio industrial com duas pontes rolantes de diferentes capacidades • Dados: • G peso da estrutura (grande variabilidade); • Q1 carga da ponte rolante 1; • Q2 carga da ponte rolante 2; • Q3 sobrecarga na cobertura; • Q4 sobrecarga no mezanino; • W vento. 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos 11 5 EXEMPLO 4 – Combinações de cargas para coluna de um prédio industrial com duas pontes rolantes de diferentes capacidades • Combinações Q predominante: • 1,4G + 1,5 (Q1+Q2+Q3+Q4) ou • 1,4G + 1,5 (Q1+Q2+Q3+Q4) +0,6x1,4W • Combinações W predominante: • 1,4G + 1,4W ou • 1,4G + 1,4x0,8 (Q1+Q2+Q3) +1,4W • 0,9G – 1,4W (ex. vento sucção na cobertura) 6. Exemplos de combinação de ações - estados limites últimos Capítulo 1 Introdução ao projeto de estruturas de aço 11 7 • Livro Comportamento e Projeto de Estruturas de Aço. Autores: Sebastião Andrade e Pedro Vellasco. • http://www.fec.unicamp.br/~jls/EC-804- 1s07/Introducao/Introducao.pdf. Acesso em 11 ago 2019. •http://www.dcc.ufpr.br/mediawiki/images/4/47/1._Apr esenta%C3%A7%C3%A3o_e_Hist%C3%B3rico_de_ Estruturas_em_A%C3%A7o_-_Atualizada.pdf. Acesso em 11 ago. 2019. Referências bibliográficas