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Podcast 
Disciplina: Construção, mensuração e fomento de indicadores 
de desempenho 
Título do tema: Os subsistemas de RH e os tipos de 
indicadores 
Autoria: Edson Massola Junior 
Leitura crítica: Renato Cividini Matthiesen 
 
Abertura: 
Olá, ouvinte! No podcast de hoje vamos falar sobre gestão de pessoas e a sua 
importância para a evolução das empresas. Toda e qualquer organização 
depende do desempenho humano para a sua existência. O comportamento das 
pessoas dita o caminho que determinada instituição irá seguir, por isso, da 
importância de se monitorá-lo constantemente. 
Quando falamos em monitoramento, não estamos nos referindo a vigiar 
coercitivamente um indivíduo para produzir e seguir regras, mas sim para auxiliá-
lo no cumprimento de suas metas, motivá-lo para novos desafios e ajudá-lo em 
seu desenvolvimento pessoal e profissional. 
Desde o término da Revolução Industrial até o início do século XX, a área que 
cuidava da mão de obra em uma empresa era considerada secundária diante 
dos seus objetivos estratégicos e era intitulada Relações Industriais. Ela 
intermediava os contatos escassos entre o patrão e os empregados. A relação 
entre o tempo e a quantidade produzida e por fim, a produtividade e as suas 
possíveis melhorias eram os assuntos mais cogitados nesse período. O homem 
era considerado uma peça, uma engrenagem em meio a um gigantesco 
complexo industrial. 
A partir de 1950 até os anos de 1970, o departamento que supervisionava os 
empregados foi chamado de Administração de Pessoal, mas era bem diferente 
do que conhecemos hoje. Essencialmente ele cuidava das admissões, 
demissões, realizava os pagamentos e só. Algo bem burocrático e frio, baseado 
unicamente na execução das leis trabalhistas, vigentes na época. O termo 
colaborador ainda não era utilizado no ambiente empresarial para termos uma 
ideia. 
A mudança da denominação para Gestão de Pessoas ocorreu gradativamente 
com a conquista de novos direitos pelos trabalhadores, mas por um bom tempo, 
poucas alterações ocorreram na prática. 
Só no final da década de 1970, o termo Recursos Humanos passou a ser 
utilizado para referir-se à relevância do comportamento humano. Ao invés de ser 
tratado como um recurso substituível, as empresas passaram a valorizar as 
pessoas. A área de RH ficou incumbida de administrar o capital humano, 
relacionando-o aos objetivos empresariais. 
Hoje as corporações reconhecem que as pessoas são mais importantes que os 
demais recursos, pois estão atreladas diretamente aos resultados, sejam eles 
tangíveis ou intangíveis. Em tempos de economia globalizada e alta 
competitividade, mudanças ocorrer permanentemente. As alterações são 
impulsionadas por várias tendências e demandas que se tornaram realidade no 
 
mundo empresarial como o enxugamento das estruturas, a diminuição dos 
custos, a diversidade da força de trabalho, a necessidade de inovação constante 
e outros. Diante desses fatores, as empresas perceberam a real importância do 
desenvolvimento das pessoas, que se tornaram uma indispensável vantagem 
competitiva. 
O sucesso das organizações depende exclusivamente de sua capacidade de 
inovar e só as pessoas podem fazer isso. Por esse motivo, os trabalhadores 
passaram a ser chamados de colaboradores, pois agora, ajudam a administrar 
a empresa. 
Segundo o especialista em gestão, Idalberto Chiavenato, o RH apoia todos os 
tomadores de decisão de uma organização, encabeçando atividades 
importantes em seu dia a dia como: agregar, aplicar, recompensar, manter e 
monitorar pessoas. Com isso, o RH se demonstra como uma área de vanguarda 
e de grande responsabilidade para a realização da estratégia e dos objetivos 
corporativos. Menosprezar o poder do capital humano é, determinantemente, 
fatal para qualquer negócio. 
Este foi o nosso podcast de hoje! Fiquem bem e até uma próxima!

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