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1 UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM (BACHARELADO) Fabiana Pamela Lima de Oliveira (UP22108480) Janilson Pinheiro Negrão (UP22109398) Paula Fonseca Ferreira (UP22118482) Raquel keyla Moreira Silva de Lima (UP22107505) ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NOS CUIDADOS DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA BELÉM-PA 2025 2 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NOS CUIDADOS DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Pré-projeto apresentado à Faculdade de UNIP (UNIVERSIDADE PAULISTA), como requisito parcial para a obtenção do grau em enfermagem. Orientadora: Prof.ª Ms Eliana Maria dos Santos. BELÉM-PA 2025 3 SUMÁRIO 1. Introdução; ........................................................................................................... 04 2. Objetivo ................................................................................................................. 05 2.1 Objetivo Geral ...................................................................................................... 06 2.2 Objetivos Específicos ........................................................................................... 06 3. Problemática ......................................................................................................... 07 4. Justificativa........................................................................................................... 07 5. Referencial Teórico .............................................................................................. 08 6. Metodologia...................................................................................................... 10 7 .Cronograma ..................................................................................................... 11 8. Orçamento ........................................................................................................ 11 9. REFERÊNCIAS.................................................................................................. 12 4 1. INTRODUÇÃO: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, interação social e comportamento dos indivíduos. O papel da enfermagem no cuidado a pessoas com TEA é fundamental para garantir um atendimento humanizado, individualizado e inclusivo. Este artigo discute a importância da capacitação dos profissionais de enfermagem, estratégias de abordagem adequadas e desafios enfrentados na assistência a pacientes autistas. O TEA, nomenclatura atribuida por Lorna Wing (1981), era considerado antigamente como síndrome de Asperger em alusão ao psiquiatra Hans Asperger, apresenta uma ampla variedade de manifestações clínicas, exigindo dos profissionais de saúde, especialmente da enfermagem, conhecimento e habilidades específicas para um atendimento eficaz. A sensibilidade às necessidades individuais desses pacientes é essencial para garantir um cuidado de qualidade e minimizar barreiras no acesso à saúde. Em alguns pacientes encontram-se : Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, identificar expressões faciais e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos. Dificuldade na comunicação, caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um diálogo. Ressalta-se a importância de identificar o hiperfoco da criança, o hiperfoco é um fenômeno predominante entre pessoas com TEA ou com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), mas não é uma característica exclusiva dessas pessoas. O foco em questão pode ser em diversos tipos de coisas, em áreas como arte, esportes, botânica, números e por aí vai. Geralmente, o hiperfoco é relacionado a algo que transmite algum tipo de bem-estar para o indivíduo focado. O hiperfoco no autismo lembra uma espécie de “fascínio” ou “fixação” sobre um assunto específico e pode impactar as interações sociais e até mesmo a saúde da pessoa com TEA. Isso porque esse interesse intenso pode contribuir para o isolamento social, principalmente quando se trata, por exemplo, de interesses muito específicos, como galáxias ou números. É 5 comum vê-las brincando sozinhas, conectadas em um universo que as interessa muito. De toda forma, é possível alguma conexão ocorrer por este interesse em comum. O enfermeiro desempenha um papel crucial no atendimento a indivíduos com TEA, oferecendo suporte tanto ao paciente quanto à família. Dentre as principais funções da enfermagem nesse contexto ANJOS, Maria (2019), destacam-se: Avaliação Individualizada: Compreender as particularidades de cada paciente, como sensibilidades sensoriais, dificuldades de comunicação e níveis de interação social; Abordagem Humanizada: Utilizar linguagem clara, respeitar o tempo do paciente para responder e evitar estímulos excessivos; Adaptação do Ambiente: Reduzir ruídos, luzes fortes e elementos que possam causar desconforto ao paciente autista; Educação em Saúde: Orientar familiares e cuidadores sobre práticas que favorecem o desenvolvimento e bem-estar do paciente.; Intervenção Multidisciplinar: Trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde, como terapeutas ocupacionais, psicólogos e fonoaudiólogos. Diante deste, o trabalho corrobora com diversas áreas através de uma revisão bibliográfica de autores, professores e profissionais da saúde com intuito de esclarecer e demonstrar algumas metodologias e desafios referentes ao cuidado especial e inclusivo de indivíduos com o transtorno do espectro autista durante a infância até a fase adulta. 6 . 2. OBJETIVO: Descrever através da revisão bibliográfica a atuação da enfermagem no diagnóstico, cuidado especial e intervenção no cotidiano do indivíduo com o Transtorno do Espectro Autista promovendo o atendimento inclusivo através de uma revisão de literatura. 2.1 OBJETIVO ESPECIFICOS: Capacitar profissionais da enfermagem com o foco no Transtorno do Espectro Autista e suas particularidades de forma contínua. Investigar protocolos específicos para atendimento de pacientes TEA’s com objetivo de dinamizar o acolhimento dos indivíduos através da revisão bibliográfica. Promover um ambiente hospitalar mais acolhedor e acessível. 7 3. PROBLEMÁTICA: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvimental que impacta a comunicação, a interação social e o comportamento da criança. Diante desse cenário, a enfermagem desempenha um papel fundamental no cuidado e no acompanhamento dessas crianças, proporcionando suporte às famílias e promovendo práticas que favoreçam a qualidade de vida. No entanto, observa-se uma lacuna, a qual precisa-se revisar na literatura sobre práticas específicas de enfermagem distintas para essa população, bem como dificuldades enfrentadas pelos profissionais na implementação de cuidados individualizados e eficazes. Assim : Quais são as principais estratégias utilizadas pela enfermagem no cuidado de crianças com TEA e quais desafios esses profissionais enfrentam na assistência a essa população? 4. JUSTIFICATIVA: A relevância deste estudo se dá pela necessidade de qualificação e aprimoramento da assistência de enfermagem às crianças com TEA. O diagnóstico precoce e a intervenção adequada são essenciais para o desenvolvimento da criança e para o apoio às famílias. A enfermagem, como profissão central no cuidado à saúde, deve estar capacitada para lidar com as especificidades dessa condição, compreendendo as necessidadesindividuais das crianças e utilizando abordagens baseadas em evidências científicas. Através de uma revisão de literatura, pretende-se identificar e sintetizar os principais desafios, estratégias e práticas impostas pela enfermagem no cuidado a essa população, contribuindo para a melhoria da assistência e para o desenvolvimento de novas diretrizes de atuação da respectiva profissão. 8 5. REFERENCIAL TEÓRICO: 5.1 Em producão O enfermeiro é um dos profissionais que tem o primeiro contato com a criança/ paciente nos serviços de saúde, portanto, durante a anamnese, ele pode conhecer o histórico e os aspectos comportamentais da criança. Mota e Mesquita (2022) no diz que o transtorno do espectro autista (TEA), popularmente conhecido como autismo, é um distúrbio relacionado ao desenvolvimento neurológico e está associado a aspectos genéticos, imunológicos e cerebrais, com exteriorização usualmente durante a primeira infância. Caracteriza-se pela dificuldade de socialização, de contato visual e de demonstração de afeto, além de retardo no desenvolvimento da fala, comportamentos repetitivos e estereotipados, interesses limitados, inflexibilidade a rotinas e hipersensibilidade a estímulos. A criança autista requer maior atenção em seus cuidados. A equipe de enfermagem, além de executar seus procedimentos, precisa oferecer cuidados especiais para tornar o atendimento mais humanizado e, desse modo, pode estabelecer vínculos que facilitarão a comunicação com a criança. Ao demonstrar afetividae , a equipe de enfermangem fortalecerá os laços, proporcionando um vinculo mais seguro e entre equipe e criança ocasionando na melhoria do atendimento ao indivíduo. Segundo, Conterno e Marchiorato (2022) a prevalência do TEA, no Brasil estima-se uma ocorrência de 25/1000, comparado com os Estados Unidos da América, onde tem-se como número 23/1000. No ano de 2000, estimava-se uma pessoa com TEA a cada 150, a estimativa mais atual é de 2018, em que uma a cada 44 pessoas tem o diagnóstico de TEA. Considerando o aumento do diagnóstico de pessoas com TEA, o governo brasileiro no ano de 2012, criou a Lei Federal nº 12.7645, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, a qual garante vários direitos, entre eles o diagnóstico precoce e atendimento multiprofissional. 9 Ribas e Alves (2020) em “O Cuidado de Enfermagem a criança com transtorno do espectro autista: um desafio no cotidiano” Ressalta o fato da criança autista ter sua dependência por cuidadores aumentada, pode ser um fator estressante para a família. Assim sendo,estima-se que o manejo do profissional enfermeiro vise a criança e sua família, capaz de promover uma assistência eficaz, evitando o adoecimento desse cuidador. Em contrapartida, este manejo profissional só será alcançado quando as dificuldades como falta de conhecimento sobre o transtorno forem supridas. Essas dificuldades poderiam ser supridas com o aumento de literaturas, estudos científicos que abordem o tema e maior diversidade nos acervos bibliográficos que relatem experiências com crianças portadoras de TEA, além da inserção de teorias e práticas sobre o manejo da assistência à criança com TEA, durante a academia. A enfermagem familiar é essencial para a promoção da saúde, prevenção de doenças e suporte no cuidado de pacientes dentro do ambiente familiar. Por meio da educação em saúde, auxilia na adoção de hábitos saudáveis, Seu papel vai além do cuidado físico, pois também considera o contexto emocional e social da família, promovendo uma atenção integral e humanizada. Nos cuidados paliativos, oferece conforto ao paciente e apoio emocional aos familiares. Sendo assim , Bonfim e Arruda (2020) nos contam que é possível compreender a família por meio de suas próprias lentes, reconhecendo a sua realidade, necessidades, demandas e sofrimento. Ajudá-las na compreensão do sofrimento e das mudanças decorridas do adoecimento, de suas forças e potencialidades, e na elaboração de estratégias de enfrentamento e de reorganização da dinâmica familiar proporciona uma diminuição no sofrimento e melhor qualidade de vida. Desde o diagnóstico, os pais podem enfrentar desafios emocionais, como medo, insegurança e preocupação com o futuro da criança. A necessidade de adaptações na rotina, como terapias, acompanhamento médico e suporte educacional, pode gerar sobrecarga física e mental, logo é necessário criar e propor um ambiente acolhedor, acessível e inclusivo para potencialização da dinâmica do tratamento. 10 No artigo de MOTA E MARIANE (2022) o enfermeiro tem o papel de ser agente de socialização diante da criança autista, juntamente com a família, com o papel de educador. Esclarecemos aqui a importância da assistência de enfermagem no cuidado e na identificação da criança autista: com diagnóstico precoce, tratamento adequado e ajuda de uma equipe multidisciplinar, o paciente 318 poderá ter uma melhor qualidade de vida e uma recuperação considerável dependendo do grau da patologia . Os portadores de TEA gozam de todos os direitos inerentes à pessoa humana, porém, em 2012, o Governo Federal instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conhecida como Lei Berenice Piana (n. 12.764/2012), que determina o direito da pessoa autista a um diagnóstico precoce e a tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), bem como acesso e oportunidade de inserção no mercado de trabalho que proporcionem igualdade e equidade para todos . O enfermeiro é um dos profissionais que têm o primeiro contato com a criança/ paciente nos serviços de saúde, portanto, durante a consulta de enfermagem, ele tem a oportunidade de realizar a anamnese e conhecer o histórico e os aspectos comportamentais da criança. Além disso, ele pode observar desde comportamentos incomuns até sinais precisos de TEA, por meio de componentes do método científico, bem como realizar intervenções – psicoeducacionais, de reabilitação à sociedade – para promoção de saúde e efetivação dos direitos da criança. De acordo com o relatório do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) (2023), 1 em cada 36 crianças aos 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com uma prevalência em crescente aumento, o TEA representa um desafio significativo para os sistemas de saúde e, consequentemente, para os profissionais de enfermagem, que desempenham um papel crucial no cuidado desta população. O cuidado do autista é um processo prolongado e exigente para a equipe, que deve envolver profissionais desaúde, a família e o próprio paciente, visando incentivar uma melhora significativa e gradual. Para isso, é crucial que o grupo de profissionais desenvolva estratégias de cuidado personalizadas para cada caso, com cada profissional desempenhando um papel fundamental nessa evolução (BERG, 2023). 11 No contexto do atendimento de saúde, a equipe de enfermagem desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar e na assistência integral aos pacientes. Entender as nuances específicas do TEA e adaptar as práticas de cuidado a essa realidade é essencial para garantir uma abordagem eficaz e respeitosa (SILVA, 2023). O cuidado sensível é uma abordagem na prestação de cuidados de saúde que valoriza as necessidades individuais necessidades individuais de cada paciente. Envolve muito além de uma triagem, pois ela é baseada em uma atenção empática, respeitosa e personalizada, levando em consideração não apenas a questão médica, mas também as emoções, os aspectos sociais e culturais do paciente. O cuidado envolve como um todo o paciente em todas suas perspectivas, preferências e autonomia, tornando eficaz a comunicaçãoentre o paciente e o profissional de saúde, além de trazer uma abordagem colaborativa na tomada de decisões sobre o tratamento (SILVA, 2023) Ademais, o reconhecimento da diversidade entre os pacientes, levando em conta suas diferenças culturais e contextuais, adaptando os cuidados de saúde de acordo com as necessidades especificas de cada paciente, respeitando limitações, crenças, valores e práticas culturais (FERRAZ, 2023). O paciente autista é o principal exemplo de cuidado sensível, pois o transtorno de espectro autista é uma condição que afeta o desenvolvimento cerebral, manifestando-se em diferentes graus de comprometimento em diversas áreas comportamentais e em épocas diferentes do desenvolvimento. Cada criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem sua maneira particular de se expressar, sendo possível observar alterações no desenvolvimento da comunicação, interações sociais, padrões repetitivos de comportamento, hipersensibilidade ou hiposensibilidade sensorial (sons, texturas, cheiros), dificuldade de aprendizagem e flexibilidade cognitiva, todos esses sinais são variáveis em intensidades e manifestações, necessitando de níveis de suporte diferentes em cada caso aser assistido pela equipe (FERRAZ, 2023). 12 Ambientes de cuidado para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) devem ser cuidadosamente adaptados e individualizados. A equipe de enfermagem deve promover interações sociais eficazes e criar espaços que atendam às necessidades específicas dos pacientes, incluindo a utilização de elementos visuais e a redução de estímulos sensoriais excessivos. Essas adaptações ajudam a diminuir ansiedade e estresse, além de apoiar o desenvolvimento e bem-estar do paciente. SABEH, OLIVEIRA E VEIGA (2024) HOFZMANN, Rafaela da Rosa (2019) enfatiza que o Autismo é classificado no grupo de Transtornos do Espectro Autista (TEA). Com base no DSM 5, sabe-se que o diagnóstico é clínico, feito a partir da observação da criança, relato dos cuidadores e aplicação de instrumentos específicos. A causa do autismo ainda é desconhecida, considerando-se o envolvimento de fatores genéticos, idade avançada dos pais, baixo peso ao nascer e exposição fetal ao ácido valpróico. Associado ao diagnóstico de TEA, estão as manifestações comportamentais acompanhadas de déficits de comunicação e interação social, comportamentos repetitivos e estereotipados, havendo assim alterações precoces nas áreas de socialização, comunicação e cognição, com variações individuais. Os comprometimentos advindos do autismo trazem impactos ao autista e sua família, que devem se ajustar às novas demandas e às exigências advindas da condição de deficiência da criança, ressalta-se a importância do atendimento especializado por enfermeiros dentro do ambiente hospitalar, proporcionando o acolhimento dos mesmos. Esse processo de adaptação da família pode gerar efeitos estressores, com prejuízo às atividades sociais, expondo as famílias a cuidados extensos e por longos períodos de dedicação à criança com TEA. Durante o trajeto de adaptação dessas famílias, há sentimentos de desânimo, desesperança e cansaço, que podem prejudicar a estrutura familiar, fundamental para o progresso da criança autista, outro ponto importante no elo de interação e atuação da enfermagem, no ambiente familiar. HOFZMANN, Rafaela da Rosa (2019) 13 6.METODOLOGIA: Trata-se de revisão integrativa da literatura, que se caracteriza por determinar o conhecimento atual sobre um tema em específico, com o objetivo de identificar, analisar e sintetizar resultados de estudos independentes que abordem o mesmo assunto, podendo contribuir para um melhor cuidado prestado. O tema central que orientou a busca foi “ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NOS CUIDADOS DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): UM BIBLIOGRÁFICA” com a questão norteadora: “Quais são as principais estratégias utilizadas pela enfermagem no cuidado de crianças com TEA e quais desafios esses profissionais enfrentam na assistência a essa população?”. Adotou-se como critério de inclusão: artigos que estivessem disponíveis na íntegra com acesso livre em meio eletrônico para download, em português, no período de 2020 a junho de 2024. Os descritores utilizados para a busca foram “enfermagem e transtorno do espectro autista”, a pesquisa dos trabalhos ocorreu pelo sistema de seleção e busca de artigos na Biblioteca Virtual SCIELLO, PUBMED, LILACS, COFEN e REVISTA SAÚDE COLETIVA . Os estudos resultantes da pesquisa foram analisados, com base em título e resumo e após a seção lidos na íntegra. As informações foram extraídas dos artigos considerando um instrumento próprio, contemplando título do artigo, título do periódico, país publicado, banco de dados, ano de publicação, objetivos, metodologia, resultados e conclusão. Análise dos resultados foi realizada de forma descritiva e apresentada a síntese dos estudos por meio de comparações. 14 7. CRONOGRAMA: 8. ORÇAMENTO: MATERIAIS QUANTIDADE VALORES (R$) RESMA DE PAPEL A4 1 29.90 PRANCHETA 5 25,00 CANETAS (AZUL) 5 10,00 ENCADERNAÇÃO 1 7,00 IMPRESSÃO 2 30,00 TOTAL 131,90 ATIVIDADES ANO 2025 FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Revisão Bibliográfica X X Estudo e proposição dos objetivos X Elaboração Pre-Projeto X X Qualificação Pre-tcc X Resultados/ Discussão X X X X X Defesa do tcc X 15 9. REFERÊNCIAS: BRASIL. Senado Federal. Aprova da criação de centros de assistência integral ao portador de espectro autista. Agência Senado.Praça dos três poderes, Brasília, 2021. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materi as/2021/10/06/aprovado-projeto-que- cria-centros-de-assistencia-integral-aoportador-de-espectro-autista. ANJOS, Maria de Fátima Silva dos. Ações de Enfermagem no acompanhamento de pacientes com Transtorno de Espectro Autista. 2019. TCC (Graduação de Enfermagem). Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos, Brasília, 2019. Wing, L. (1980). Autismo infantil e classe social: Uma questão de seleção? British Journal of Psychiatry, 137 , 410–417. MOTA, MARIANE. Contribuições da enfermagem na assistência à criança com transtorno do espectro autista: UMA REVISÃO DA LITERATURA, julho/2022 LIMA, MATHEUS. OS OBSTÁCULOS ENFRENTADOS PELOS PAIS NA CONVIVÊNCIA COM CRIANÇAS AUTISTAS, 2018 RIBAS,LARA ; ALVES ,MANUELA. O Cuidado de Enfermagem a criança com transtorno do espectro autista: um desafio no cotidiano, 2020 COTERNO, JULIA ; Marchiorato, ALEXA . ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A CRIANÇA COM TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA: REVISÃO INTEGRATIVA, 2022 BONFIM, TASSIA; ARRUDA, BIANCA. Vivências familiares na descoberta do Transtorno do Espectro Autista: implicações para a enfermagem familiar: UMA REVISÃO DA LITERATURA, 2020 16 MAGALHÃES, JULIANA; SOUSA, GEOVANA. DIAGNÓSTICOS E INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: PERSPECTIVA PARA O AUTOCUIDADO. 2022 RODRIGUES, MARIA; QUEIROZ, REBECA. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTE COM TRANSTORNO DO ESPECTRO. 2021 BRAZ, AYRANA; CARVALHO, ANNY. Atuação da enfermagem no acompanhamento da criança do transtorno autista. 2024 Sabeh, M. E. G., Oliveira , A. C. D. de, & Veiga, A. G. M. (2024). CUIDADO SENSÍVEL: ABORDAGEM DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM PACIENTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA). 2024 FERRAZ, M. O. A.; OLIVEIRA, S. S. et al. Sensibilidade moral na enfermagem e interações com o cuidado: revisão integrativa.Revista de Enfermagem UFPE Online. v.17 n.1 (2023) DOI: 10.5205/1981-8963.2023.257593. Disponível em:https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem. BERG, Kristen A et al. “Don’t Promise Something You can’t Deliver:” Caregivers’ Advice for Improving Services to Adolescents and Young Adults with Autism. Hindawi, Autism Research and Treatment, v. 1, n. 13, ed. 1, 2023. DOI https://doi.org/10.1155/2023/6597554. Disponível em: https://www.hindawi.com/journals/aurt/2023/6597554/. SILVA, Eloir Marques da. ENFERMAGEM: CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE AO CUIDAR. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 9, n. 9, p. 308– 321, 2023. DOI: 10.51891/rease.v9i9.11143. Disponível em:https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/11143. FREITAS, S. M de. .& Ferreira, S.. (2023). CRIANÇA COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: A FAMÍLIA NO PROCESSO DIAGNÓSTICO. REVISTAFOCO, 16(5), e1785 HOFZMANN, Rafaela da Rosa et al. Experiências dos familiares no convívio de https://doi.org/10.1155/2023/6597554 https://www.hindawi.com/journals/aurt/2023/6597554/ 17 crianças com o transtorno do espectro autista (TEA). Revista Enfermagem UFPA,Pará, v. 10, n.2 (2019). Disponível em: https://doi.org/10.21675/2357- 707X.2019.v10.n2.1671.