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Eva Lacerda

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Questões resolvidas

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D. Síndrome de Kawasaki.
E. Sarampo.
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Doenças exantemáticas.
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Alternativa A: CORRETA. A escarlatina costuma acontecer em crianças de 5 a 15
anos com evolução bem aguda. Inicia com quadro de odinofagia e febre na
ausência de tosse. No exame físico, podemos encontrar faringe hiperemiada com
amígdalas aumentadas e cobertas com exsudato, petéquias no palato e
adenomegalia cervical. O exantema costuma surgir 24 ou 48 horas após o início
das manifestações clínicas. Nessa doença, temos numerosas lesões papulares
puntiformes eritematosas que sofrem clareamento à digitopressão. A pele
encontra-se áspera e o exantema surge em torno do pescoço e se dissemina para
o tronco e extremidades. Costuma ser mais intenso em áreas de dobras como
nas axilas, região inguinal e prega cubital. A face em geral é poupada, mas pode
haver hiperemia na região malar com palidez peribucal caracterizando o Sinal de
Filatov.
Alternativa B: INCORRETA. A síndrome da pele escaldada é causada por toxina
pidermolítica liberada por algumas cepas de estafilococos. Caracteriza-se pelo
aparecimento de eritema macular e edema em áreas intertriginosas e
periorificiais que se espalha por todo o corpo, poupando áreas pilosas,
geralmente precedido por quadro de vias aéreas superiores ou conjuntivite. O
estado geral pode estar comprometido com irritabilidade e febre. A pele começa
a exsudar e esfoliar, criando crostas melicéricas e fissuras radiais ao redor da
boca e olhos, dando à doença seu aspecto característico. Ao longo de dois ou três
dias, a camada superficial da epiderme se torna enrugada e pode se desprender
com facilidade à fricção leve (Sinal de Nikolsky). Nos dias seguintes, se não
houver intercorrência infecciosa, toda pele descama, sem deixar cicatriz ou
sequela.
Alternativa C: INCORRETA. O eritema infeccioso é a manifestação mais comum
da infecção pelo Parvovírus B19. Seu quadro clínico é composto por três
diferentes fases. Na primeira fase, há eritema malar bilateral que dá ao paciente
o aspecto de “face esbofeteada”. Na segunda fase, ocorre a disseminação do
exantema para o tronco e extremidades proximais, principalmente nas
superfícies extensoras, comumente poupando a região palmoplantar. Lesões
maculares eritematosas sofrem clareamento central adquirindo aspecto
rendilhado ou reticulado são observadas nessa fase. Finalmente, ocorre a terceira
fase, caracterizada por período em que o exantema recidiva quando o paciente
se expõe ao sol, calor, estresse e exercício.
Alternativa D: INCORRETA. Para o diagnóstico de Kawasaki, o paciente deve
apresentar febre por cinco dias ou mais associada a quatro ou cinco dos
seguintes sintomas: a) conjuntivite bilateral, b) lesões em lábios, língua ou
cavidade oral, c) linfadenopatia cervical, d) exantema polimorfo, e) lesões
palmoplantares, edema endurecido ou descamação periungueal.
Alternativa E: INCORRETA. O quadro clínico do sarampo pode ser dividido em
três fases: a) prodrômica; b) exantemática e c) convalescença. A fase prodrômica
costuma durar entre dois e quatro dias e caracteriza-se por febre progressiva que
costuma atingir valor máximo no início do exantema por volta do segundo ou
terceiro dia, conjuntivite não purulenta associada a fotofobia, tosse bastante
intensa e o surgimento das manchas de Koplik. Essas manchas consistem em
exantema patognomônico do sarampo e pequenas manchas branco-azuladas
com 1 mm de diâmetro e halo eritematoso identificadas na mucosa jugal na
altura dos pré-molares. Na fase exantemática, a criança apresenta lesões
maculopapulares eritematosas com áreas de pele sã de permeio, ou seja,
exantema morbiliforme. Ele costuma ter progressão craniocaudal lenta iniciando
na fronte (próximo à linha de implantação capilar), região retroauricular e nuca.
As lesões progridem para tronco e atingem as extremidades no terceiro dia da
fase exantemática. Na fase de convalescença, o exantema adquire aspecto
acastanhado e desaparece na mesma sequência em que surgiu, dando lugar a
uma fina descamação da pele, com aspecto furfuráceo.
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39 (Organização Paulista em Gestão Pública – Prefeitura de
Borborema/SP – 2019) Criança pré-escolar com história de febre baixa,
hiporexia, odinofagia, mal-estar. Ao exame físico apresenta linfadenopatia, lesões
vesiculares em mucosa, palato e língua, além de exantema papulovesicular
acometendo mãos, pés e nádegas. Diante desta descrição, a principal hipótese
diagnóstica é:
A. Síndrome mão-pé-boca.
B. Varicela.
C. Sarampo.
D. Eritema infeccioso.
E. Eritema súbito.
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Doenças exantemáticas.
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Alternativa A: CORRETA. A síndrome mão-pé-boca em geral é uma doença febril
causada pelo vírus coxsackie A16 ou enterovírus. Essa infecção é caracterizada
pelo surgimento de erupção vesicular nas mãos, pés e mucosa oral. As vesículas,
ocasionalmente, podem atingir a região glútea ou órgãos genitais. Importante
destacar que a erupção das lesões na orofaringe é antecedida por período de
febre alta, gânglios aumentados seguido de mal-estar, falta de apetite, vômitos e
diarreia.
Alternativa B: INCORRETA. Na varicela, podemos observar um período
prodrômico no qual as crianças apresentam febre, geralmente moderada, mal-
estar, adinamia, anorexia e dor abdominal. Esses sintomas surgem um a dois dias
antes do exantema. Em sequência, temos a fase exantemática cuja lesão inicial
consiste em mácula eritematosa e pruriginosa, que se converte em uma pápula,
que evolui em vesícula de conteúdo cristalino. Essa vesícula lembra uma “gota de
orvalho sobre uma pétala de rosa”. Em 24 a 48 horas, essa vesícula evolui como
pústula com umbilicação central e formação de crostas. Essas crostas irão
finalmente desaparecer entre uma e duas semanas deixando áreas de hipo ou
hiperpigmentação.
Alternativa C: INCORRETA. O quadro clínico do sarampo pode ser dividido em
três fases: a) prodrômica; b) exantemática e c) convalescença . Na fase
exantemática, a criança apresenta lesões maculopapulares eritematosas com
áreas de pele sã de permeio, ou seja, exantema morbiliforme. Ele costuma ter
progressão craniocaudal lenta iniciando na fronte (próximo à linha de
implantação capilar), região retroauricular e nuca. As lesões progridem para
tronco e atingem as extremidades no terceiro dia da fase exantemática. Na fase
de convalescença, o exantema adquire aspecto acastanhado e desaparece na
mesma sequência em que surgiu, dando lugar a uma fina descamação da pele,
com aspecto furfuráceo.
Alternativa D: INCORRETA. O eritema infeccioso é a manifestação mais comum
da infecção pelo Parvovírus B19. Seu quadro clínico é composto por três
diferentes fases. Na primeira fase, há eritema malar bilateral que dá ao paciente
o aspecto de “face esbofeteada”. Na segunda fase, ocorre a disseminação do
exantema para o tronco e extremidades proximais, principalmente nas
superfícies extensoras, comumente poupando a região palmoplantar. Lesões
maculares eritematosas sofrem clareamento central adquirindo aspecto
rendilhado ou reticulado são observadas nessa fase. Finalmente, ocorre a terceira
fase, caracterizada por período em que o exantema recidiva quando o paciente
se expõe ao sol, calor, estresse e exercício.
Alternativa E: INCORRETA. O exantema súbito é a patologia na qual o lactente
apresenta fase prodrômica de febre alta que tipicamente desaparece após 72
horas quando surge exantema caracterizado por lesões maculopapulares róseas
e não pruriginosas que surgem no tronco e se disseminam para a cabeça e
extremidades de forma centrífuga. Sua duração é breve, chegando a durar
apenas algumas horas, e entre um a três dias já terá desaparecido
completamente sem descamação.
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40 (Organização Paulista em Gestão Pública – Prefeitura de
Borborema/SP – 2019) O aleitamento materno é o alimento ideal para o
lactente nos primeiros 6 meses de vida, isso porque atende às necessidades
nutricionais, metabólicas e calóricas. Traz inúmeros benefícios ao bebê, à mãe e à
sociedade e está relacionado à diminuição da incidênciae gravidade de algumas
doenças como:
A. Escabiose.
B. Impetigo.
C. Infecção do trato urinário.
D. Diarreia.
E. Conjuntivite.
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