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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: CONTROLE DE QUALIDADE MICROBIOLÓGICO DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: REJANE DA COSTA GENOVÊS MATRÍCULA: 01470196 CURSO:FARMÁCIA POLO:PETROLINA-PE PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): ANA BEATRIZ ORIENTAÇÕES GERAIS: · O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e concisa; · O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; · Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); · Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; · Espaçamento entre linhas: simples; · Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO DE MATERIAIS E VIDRARIA PARA ESTERILIZAÇÃO POR CALOR SECO E ÚMIDO RELATÓRIO: A esterilização por calor seco e por calor úmido são dois métodos físicos de esterilização. A esterilização por calor seco é feita em alta temperatura sob ar seco, enquanto a esterilização por calor úmido é feita em alta temperatura e pressão gerada pelo vapor de água. A esterilização por calor seco leva mais tempo para esterilizar, enquanto a esterilização por calor úmido leva menos tempo. Além disso, o forno de ar quente é o método mais usado de esterilização por calor seco, enquanto a autoclave é o método mais usado de esterilização por calor úmido. A esterilização por calor seco leva mais tempo a partir de 1 hora feita através da mufla ou forno. Esterilização por calor seco, utiliza-se a estufa em temperatura a: · 160°C – 45 minutos; · 160°C – 18 minutos; · 180°C – 7,5 minutos; Não é eficiente contra bactérias e fungos que produzem esporos resistentes à temperatura e ocorre um processo de oxidação e os testes podem ser realizados por fita. Esterilização por calor úmido, utiliza-se a autoclave via água em temperatura a: · 121°C – 15 à 30 minutos; O calor úmido desnatura as enzimas e proteínas das bactérias e os testes podem ser feitos tanto por fita, quanto por indicador químico. Os materiais utilizados são ponteiras, saco para amostras, placas de petri e swabs. O procedimento para garantir a esterilização dos materiais do laboratório são a esterilizações usando calor úmido (através de autoclaves) e a Esterilização usando calor seco (com recurso a estufa). Na aula prática de laboratório o material as ponteiras, placa de petri, saco para amostras, swabs pipeta graduada estéril, gazes estéreis. No laboratório ocorre à esterilização através do calor húmido na autoclave e esterilização através do calor seco na estufa. O processo de esterilização deve ser comprovado por meio de monitoramento físico, químico e biológico. A monitorização mais confiável para esterilização em autoclave é a biológica, pois é feita com microrganismos tecnicamente preparados e indicadores biológicos, para demonstrar a esterilização. O monitoramento biológico deve ser registrado, juntamente com a data da esterilização, lote, validade e equipamento utilizado. Monitoramento Físico: consiste na observação e registro dos dados colhidos nos mostradores dos equipamentos, como a leitura da temperatura, da pressão e do tempo em todos os ciclos de esterilização. Monitoramento químico: é realizado com o uso de indicadores químicos que avaliam o ciclo de esterilização, pela mudança de cor, na presença da temperatura, tempo e vapor saturado, conforme o indicador utilizado. Podem ser usados indicadores de processo, teste Bowie-Dick, de parâmetro simples, multiparamétrico, integrador e emuladores. Monitoramento biológico: o monitoramento biológico é realizado utilizando-se tiras de papel impregnadas por esporos bacterianos do gênero Bacillus, de bactérias termofílicas formadoras de esporos, capazes de crescer em temperaturas nas quais as proteínas são desnaturadas. Os pacotes contendo os indicadores devem ser colocados em locais onde o agente esterilizante chega com maior dificuldade, como próximo à porta, junto ao dreno e no meio da câmara. TEMA DE AULA: TESTE DE ESTERILIDADE RELATÓRIO: Existem dois métodos recomendados de testes de esterilidade para produtos farmacêuticos: filtração por membrana e inoculação direta e o teste de esterilidade por filtração por membrana. O preparo da amostra é uma das etapas mais importantes e a que requer mais tempo dentro de uma análise. Na maioria dos casos, o analito está contido numa matriz que não pode ser levada diretamente ao instrumento, sendo necessária uma etapa de preparo, onde a matriz, que na maioria dos casos é sólida, precisa ser transformada para o estado líquido. O método de inoculação direta em meios de cultura tem algumas vantagens e desvantagens, a vantagem é que é um método simples de teste de esterilidade e a desvantagem é a limitações significativas o custo tempo de preparo, não podendo ser feito em ambiente aberto por causa da contaminação direta, não devendo manusear em qualquer ambiente. O teste de esterilidade é um ensaio microbiológico que detecta microrganismos contaminantes em produtos que foram esterilizados. Os controles negativo e positivo são utilizados para validar o teste e garantir a sua eficiência, esses controles são importantes para garantir a qualidade e eficiência da metodologia, validar os testes de esterilidade garante que o método utilizado seja capaz de detectar a presença ou ausência de micro-organismos. TEMA DE AULA: CONTAGEM MICROBIANA EM PRODUTOS FARMACÊUTICOS NÃO-ESTEREIS RELATÓRIO: O controle microbiológico é uma parte importante para manter a segurança e qualidade de produtos farmacêuticos não estéreis. Produtos farmacêuticos não estéreis são aqueles que permitem a presença de uma carga microbiana limitada, ou seja, incluem limite para a presença de microrganismos e ausência de patógenos, embora não nula tendo em vista as características de sua utilização podendo ser encontrados em produtos farmacêuticos não devendo comprometer a eficácia do produto utilizando as normas das boas práticas de biossegurança. A qualidade microbiológica dos produtos não estéreis contém dois métodos que são: a avaliação da carga microbiana (contagem microbiana) e a ausência de microrganismos patogénicos. A ausência de microrganismos patogénicos depende da via de administração. Os produtos de uso oral têm a exigência quanto a ausência de microrganismos do género Salmonella e bactérias coliformes. Por outro lado, produtos tópicos devem estar livre de Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Contagem de microrganismos em placas de petri com os meios de cultura, um dos métodos mais utilizados em laboratório, e ajuda em determinação de um verdadeiro tamanho de uma população de bactérias, uma grande vantagem e que essa técnica tema possibilidade de quantificar a exata quantidade de células presentes na amostra. E comum que a contagem de microrganismos em placa seja considerada uma colônia tem sua origem de desenvolvimento e crescimento da bactéria, na verdade a bactéria tende a crescer em grumos ou cadeias, por isso a contagem das placas e realizada pelas unidades que formam a colônia. No momento que for realizar a contagem em placas dos microrganismos e necessário garantir e tenha apenas um número limitado de colônias possam se desenvolver, porque o excesso de colônia pode levar a saturação, impedindo que as outras colônias cresçam e se desenvolvam da melhor maneira possível. O fundamento do teste é que, em condições adequadas, uma bactéria viva se divide e forma uma colônia visível em uma placa de ágar. O objetivo do uso mais frequente de uma placa com ágar nutrientes próximo ao local de trabalho, é para a conservação e manutenção de cultura em temperatura ambiente, é um método opcional para os laboratórios que não dispõe do método da crioconservação (congelamento das cepas em freezer a 70ºC). É uma ferramenta essencial em laboratórios de microbiologia para identificar e isolar microrganismos, que devem estar isentos de quaisquer microrganismos contaminantes para facilitar a identificação, crescimento e desenvolvimento de outros microrganismos que crescem em substâncias artificiais de alimentos preparadas em laboratório, denominado cultura. Os resultados obtidos no teste de contagem em placas são compara dos aos limites estabelecidos por legislações e regulamentações específicas para produtos farmacêuticos não estéreis, levando em consideração fatores como o tipo de produto e sua rota de administração. O que significa analisar o resulta do obtido em a algum contexto específico e compará-lo com valores estabelecidos pela legislação aplicável. Durante aula pratica os resultados não foi possível obter, pois leva em torno de 24h ou uma semana para as colônias visíveis que aparecem em placas de maneira clara que foi utilizado na aula. Fotos da aula: REFERÊNCIAS LTDA,T.E.E. A esterilização por calor seco em saúde. Disponível em: . Acesso em: 20 novembro 2024. Métodos de esterilização para produtos de laboratório. Disponível em: . Acesso em: 20 novembro 2024. Quais as diretrizes básicas de esterilização e desinfecção de artigos clínicos e médico -hospitalares? Disponível em: . Acesso em: 20 novembro 2024. Como comprovar o processo de esterilização em autoclave? Disponível em: . Acesso em: 25 novembro 2024. DO BRASIL, C. C. Controle microbiológico para produtos farmacêuticos não estéreis. Materiais para Laboratório | Sala Limpa | Padrões de Referência | Cromatografia | Amostradores CMS Científica do Brasil , 25 novembro 2024. Disponível em: . Acesso em: 25 novembro 2024 Veja o método de contagem de microrganismos em placas. Disponível em: . Acesso e m: 27 novembro 2024. image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg image10.emf