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UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
POLO ARAPIRACA - AL
ESTUDO DE CASO: 
HIPERTENSÃO ARTERIAL
NOME: EDILMA JOSEFA FIRMINO DANTAS MATRÍCULA: UP21102409
DOCENTE: ENF. ESP. ERICK HENRIQUE DOS REIS SILVA SANTOS
SUPERVISORA: ENFª ROSILENE MARIA BARBOSA
LOCAL: UBS SANTO ANTÔNIO- CRAÍBAS PERÍODO: 02/02/2025 À 14/02/2025
ARAPIRACA-AL
2025
EDILMA JOSEFA FIRMINO DANTAS
ESTUDO DE CASO: 
HIPERTENSÃO ARTERIAL
Trabalho de estudo de caso para obtenção de nota para o estágio obrigatório de Graduação em Enfermagem apresentado à Universidade Paulista – UNIP. Docente: Enf. Esp. Erick Henrique dos Reis Silva Santos.
NOTA: __________.
ARAPIRACA-AL
2025
INTRODUÇÃO
A hipertensão arterial (HA) é uma condição crônica caracterizada pela elevação persistente dos níveis de pressão arterial, sendo um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio (Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2016). A hipertensão é definida por valores de pressão arterial sistólica superiores a 160 mm Hg e diastólica superiores a 95 mm Hg. Já a hipertensão limítrofe apresenta valores sistólicos entre 140 e 160 mm Hg e diastólicos entre 90 e 95 mm Hg, enquanto a normotensão é caracterizada por valores sistólicos abaixo de 140 mm Hg e diastólicos abaixo de 90 mm Hg.
No Brasil, a hipertensão atinge 32,5% da população adulta, o que equivale a aproximadamente 36 milhões de pessoas, sendo mais prevalente entre os idosos, afetando mais de 60% dessa faixa etária. A HA contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes por doenças cardiovasculares (DCV) (Scala et al., 2015).
Vários estudos mostram que existem alguns fatores, considerados fatores de risco que, associados entre si e a outras condições, favorecem o aparecimento da hipertensão arterial, sendo: idade, sexo, antecedentes familiares, raça, obesidade, estresse, vida sedentária, álcool, tabaco, anticoncepcionais, alimentação rica em sódio e gorduras (Pessuto e Carvalho, 1998).
Segundo o Joint National Committee on Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure (1993), o controle da hipertensão arterial inicia-se com a detecção e observação contínua, não devendo ser diagnosticada com base em uma única medida da pressão arterial. Após sua confirmação, deve ser classificada como hipertensão primária ou secundária, verificação do prejuízo dos órgãos alvos como coração, cérebro e rins e levantamento de outros fatores de risco cardiovasculares.
O tratamento é baseado em três recursos, sendo: não-farmacológico, farmacológico e adesão do cliente ao tratamento. Este estudo de caso tem como objetivo analisar a situação de um paciente com hipertensão arterial, identificando os desafios no controle da doença e propondo intervenções eficazes.
ESTUDO DE CASO
1. Questões Norteadoras
 Quais fatores contribuíram para o desenvolvimento e manutenção da hipertensão arterial no paciente em questão?
 Quais intervenções podem ser implementadas para melhorar o controle da pressão arterial deste paciente?
2. Identificação do Local e Pessoa em Estudo
Paciente, G.D.B. de 58 anos, sexo masculino, Casado, natural de Craíbas - Al, procurou atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Craíbas. Trabalha como motorista de ônibus há 25 anos, possui ensino médio completo e renda familiar média. Relata histórico médico de hipertensão arterial há 10 anos e dislipidemia, além de histórico familiar de doenças cardiovasculares. Adota um estilo de vida sedentário, com dieta rica em sódio e gorduras saturadas, consumo moderado de álcool e tabagismo há 35 anos. Sinais Vitais: PA: 160/95 mmHg, FC: 82bpm, FR: 18irpm, TC: 36,5 º C, SatO2: 97% em ar ambiente. Apresentando Índice de massa corporal (IMC) de 31 kg/m², indicando obesidade grau I.
3. Resumo Dos Problemas 
Paciente deu entrada na UBS, com diagnóstico de hipertensão arterial e Cefaleia moderada. Ao exame físico: estado geral regular, lúcido, orientado, acianótico, anictérico, hidratado. ACV: BRNF, 2T sem sopro. AR: murmúrio vesicular presente bilateralmente, com presença de creptos discretos na base. Saturação O2: 97%. MMII: Edema de membros inferiores (2+/4+), NEURO: GCS:15 (A04, RV5, RM6), pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem deficits focais. ABDOME: plano, flácido, RHA presente, indolor a palpação difusamente, sem massas ou visceromegalias palpáveis. MMSS+MMII: sem cianose, pulsos aimetricos, palpáveis e cheios, com boa perfusão capilar. DORSO: sem alterações. Flácido, cicatriz umbilical centralizada e normotrusa. Ruídos hidroaéreos presentes. Exames laboratoriais indicam níveis elevados de LDL-colesterol e triglicerídeos. Ao exame físico ficou constatado a pressão arterial de 160x95mmHg confirmando o diagnóstico de crise hipertensiva.
Alterações Identificadas
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS): Paciente com diagnóstico de HAS há 10 anos, apresentando controle inadequado da pressão arterial, com medidas frequentemente acima dos valores recomendados.
Tabagismo: Consumo significativo de tabaco (20 cigarros/dia por 35 anos), aumentando o risco de doenças cardiovasculares e outras complicações relacionadas ao tabaco.
Etilismo Social: Consumo regular de bebidas alcoólicas nos finais de semana, o que pode interferir no controle da pressão arterial e potencializar os efeitos nocivos do tabagismo.
Estilo de Vida Sedentário: Relata ausência de atividade física regular, fator que contribui para o descontrole da pressão arterial e aumento do risco cardiovascular.
Dieta Inadequada: Alimentação rica em sódio e gorduras saturadas, fatores que podem agravar a hipertensão e aumentar o risco de dislipidemias.
Histórico Familiar Positivo: Pai falecido por infarto agudo do miocárdio aos 60 anos, indicando predisposição genética para doenças cardiovasculares.
Sinais e Sintomas Atuais: Episódios frequentes de cefaleia e tontura, possivelmente relacionados ao descontrole pressórico.
4. Fundamentação Teórica
A hipertensão arterial é uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais e comportamentais. O consumo excessivo de sódio, sedentarismo, obesidade, tabagismo e consumo excessivo de álcool são reconhecidos como fatores de risco modificáveis para o desenvolvimento e manutenção da HA (Ministério da Saúde, 2014). A adesão ao tratamento é crucial para o controle da pressão arterial e a prevenção de complicações associadas.
O cuidado da pessoa com hipertensão arterial sistêmica (HAS) deve ser multiprofissional. O objetivo do tratamento é a manutenção de níveis pressóricos controlados conforme as características do paciente e tem por finalidade reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diminuir a morbimortalidade e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos (BRASIL, 2010).
O tratamento não medicamentoso é parte fundamental no controle da HAS e de outros fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCV), como obesidade e dislipidemia. Esse tratamento envolve mudanças no estilo de vida (MEV) que acompanham o tratamento do paciente por toda a sua vida. Entre as MEV está a redução no uso de bebidas alcoólicas. O álcool é fator de risco reconhecido para hipertensão arterial e pode dificultar o controle da doença instalada (National Institute For Health And Clinical Excellence, 2011; Moreira et al, 1999).
O tabagismo também aumenta o risco de complicações cardiovasculares secundárias em hipertensos e aumenta a progressão da insuficiência renal. Além disso, a cessação do tabagismo pode diminuir rapidamente o risco de doença coronariana entre 35% e 40% (KAPLAN, 2010).
A decisão de quando iniciar medicação anti-hipertensiva deve ser considerada avaliando a preferência da pessoa, o seu grau de motivação para mudança de estilo de vida, os níveis pressóricos e o risco cardiovascular. Pessoas com alto risco cardiovascular ou níveis pressóricos no estágio 2 (PA ≥ 160/100mmHg) beneficiam-se de tratamento medicamentoso desde o diagnóstico para atingir a meta pressórica, além da mudança de estilo
de vida (British Hypertension Society, 2008).
5. Alternativas ou Propostas (Diagnóstico de Enfermagem)
	Situação
	Diagnóstico de Enfermagem (NANDA)
	Intervenções
	Resultado
		Crise hipertensiva associada à cefaleia moderada
	
		Perfusão tissular ineficaz relacionada à elevação da pressão arterial, evidenciada por PA de 160x95mmHg e cefaleia moderada
	
		-Monitorar a PA a cada 15-30 min; Manter o paciente em repouso e posição confortável; 
-Administrar medicação anti-hipertensiva conforme prescrição médica; 
-Orientar sobre sinais de alerta para complicações; 
-Garantir um ambiente calmo para reduzir o estresse.
	
		-Redução da PA para níveis adequados; 
-Alívio da cefaleia; 
-Melhora da perfusão tecidual.
	
		Estilo de vida sedentário e dieta inadequada
	
		Nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais, relacionada ao consumo excessivo de gorduras e sódio, evidenciada por IMC de 31 kg/m² e exames laboratoriais alterados
	
		-Elaborar plano alimentar com nutricionista; 
-Educar o paciente sobre dieta hipossódica e pobre em gorduras; 
-Incentivar prática de atividade física regular; 
-Acompanhar evolução do IMC
	
		-Redução do IMC e melhora dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
	
		Edema em membros inferiores (2+/4+)
	
		Excesso de volume de líquidos relacionado à retenção hídrica, evidenciado por edema em MMII
	
		-Monitorar balanço hídrico; 
-Avaliar necessidade de diuréticos conforme prescrição; 
-Estimular elevação dos MMII em repouso; -Incentivar ingestão hídrica controlada e redução de sódio na dieta.
	
		-Redução do edema e melhora do conforto do paciente.
	
		Tabagismo e consumo de álcool
	
		Disposição para cessação do uso de tabaco prejudicada, relacionada ao hábito de fumar há 35 anos.
	
		-Encaminhar para apoio psicossocial e grupos de cessação do tabagismo; 
-Educar sobre riscos do tabaco e álcool na hipertensão; 
-Orientar estratégias para reduzir gradativamente o consumo.
	
	-Redução do consumo de tabaco e álcool, promovendo melhora na saúde cardiovascular.
6. Ações Implementadas 
A consulta de enfermagem para pacientes com hipertensão arterial (HA) foi realizada com base na Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), visando o autocuidado e a promoção da saúde. Durante a consulta na UBS, foram adotadas ações para o controle da pressão arterial, prevenção de complicações e educação em saúde.
Foram monitorados os sinais vitais, com foco na pressão arterial. A cefaleia relatada foi avaliada, e medidas como repouso supervisionado e ambiente tranquilo foram adotadas. Reforçou-se a importância da adesão ao tratamento medicamentoso.
Além disso, o paciente recebeu orientações sobre alimentação equilibrada, redução de sódio e gorduras, incentivo à atividade física e acompanhamento nutricional. Também foram abordados os riscos do tabagismo e do álcool.
Para o edema em membros inferiores, recomendou-se controle da ingestão hídrica e de sódio, além da elevação dos membros. A equipe médica avaliou ajustes na terapia medicamentosa. Foi estabelecido um plano de acompanhamento contínuo, com consultas periódicas, monitoramento laboratorial e reforço das orientações. O paciente foi instruído a identificar sinais de alerta e buscar atendimento imediato se necessário. As ações visaram não apenas o controle da pressão, mas também a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida.
7. Discussão
A hipertensão arterial é uma condição multifatorial que exige um cuidado sistemático e uma abordagem interdisciplinar para um controle eficaz. O estudo de caso apresentado evidencia a relevância da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) na monitorização e controle da hipertensão arterial, destacando a necessidade de intervenções educativas e terapêuticas.
A literatura aponta que o controle da pressão arterial não se limita ao uso de medicamentos, mas também envolve mudanças no estilo de vida, como a adoção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física e a cessação do tabagismo e do consumo excessivo de álcool (Brasil, 2014; Sociedade Brasileira De Cardiologia, 2016). No caso estudado, observa-se que o paciente possui vários fatores de risco associados à hipertensão, como sedentarismo, dieta inadequada, histórico familiar e tabagismo prolongado. Esses fatores impactam diretamente no descontrole pressórico e no aumento da morbimortalidade cardiovascular.
A análise das intervenções aplicadas demonstra que a monitorização da pressão arterial e a orientação ao paciente são essenciais para a prevenção de complicações. Estudos indicam que pacientes hipertensos que recebem acompanhamento periódico na atenção primária apresentam melhores taxas de adesão ao tratamento e redução dos riscos cardiovasculares (Kaplan, 2010).
Outro ponto relevante é o impacto das mudanças comportamentais na redução da pressão arterial. A prática de atividade física regular pode contribuir para a redução dos níveis pressóricos e melhora da qualidade de vida dos pacientes hipertensos (National Institute For Health And Clinical Excellence, 2011). Além disso, a adoção de uma dieta hipossódica é um dos pilares fundamentais do tratamento não farmacológico, podendo reduzir significativamente os níveis pressóricos e retardar a progressão da doença (British Hypertension Society, 2008).
A SAE possibilita a organização do cuidado, promovendo um atendimento mais eficaz e centrado no paciente. As estratégias implementadas na UBS, como o monitoramento contínuo, a educação em saúde e as intervenções individualizadas, estão em consonância com as diretrizes clínicas para o manejo da hipertensão arterial, contribuindo para a prevenção de complicações e para a melhoria da qualidade de vida do paciente.
CONCLUSÃO
O estudo de caso evidenciou a importância da assistência de enfermagem no controle da hipertensão arterial, demonstrando que a monitorização contínua, a educação em saúde e a implementação de mudanças no estilo de vida são fundamentais para a adesão ao tratamento e prevenção de complicações.
O paciente estudado apresentava vários fatores de risco que dificultavam o controle da pressão arterial, como tabagismo, sedentarismo, dieta inadequada e histórico familiar positivo. As intervenções implementadas buscaram mitigar esses fatores por meio da orientação nutricional, incentivo à atividade física e monitoramento periódico da pressão arterial. O acompanhamento contínuo e o suporte multiprofissional são essenciais para garantir melhores desfechos e promover uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes hipertensos.
Portanto, a enfermagem desempenha um papel crucial na atenção primária, sendo responsável por identificar fatores de risco, implementar estratégias de prevenção e auxiliar os pacientes na adesão ao tratamento. Investir na capacitação dos profissionais de saúde e na educação dos pacientes é fundamental para a redução da morbimortalidade relacionada à hipertensão arterial.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Scala LC, Magalhães LB, Machado A. Epidemiologia da hipertensão arterial sistêmica. In: Moreira SM, Paola AV; Sociedade Brasileira de Cardiologia. Livro Texto da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 2ª. ed. São Pauilo: Manole; 2015. p. 780-5
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. VII Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq Bras Cardiol. 2016;107(3Supl.3):1-83.
PESSUTO, J.; CARVALHO, E. C. DE .. Fatores de risco em indivíduos com hipertensão arterial. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 6, n. 1, p. 33–39, jan. 1998.
JOINT NATIONAL COMMITTEE ON DETECTION, EVALUATION AND TREATMENT OF HIGH BLOOD PRESSURE. The fifth report. Arch. Intern.Med., v. 153, p. 154-83, 1993.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hipertensão Arterial Sistêmica para o Sistema Único de Saúde. Cadernos de Atenção Básica, n° 37. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.
BRASIL. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.
Formulário Terapêutico Nacional 2010: Rename 2010. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
NATIONAL INSTITUTE FOR HEALTH AND CLINICAL EXCELLENCE. Hypertension: clinical management of primary hypertension in adults. London: NICE, 2011. 
MOREIRA, W. D. et al. The effects of two aerobic training intensities on ambulatory blood pressure in hypertensive patients: results of a randomized trial. Journal of clinical epidemiology, New York, v. 52, n. 7, p. 637-642, jul. 1999.
KAPLAN, N. M.; ROSE, B. D. Treatment of hypertension in the blacks. 2010. Disponível em: 
BRITISH HYPERTENSION SOCIETY. Royal College of Physicians. Management in adults in primarycare: pharmacological update. Hypertension. NICE Clinical Guideline 18. Disponível em: 
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UNIVERSIDADE PAULIST
A
 
CURSO DE BACHARELADO
 
EM ENFERMAGEM
 
POLO ARAPIRACA
 
-
 
AL
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTUDO DE CASO: 
 
HIPERTENSÃO ARTERIAL
 
 
 
 
 
 
 
NOME: 
EDILMA JOSEFA FIRMIN
O DANTAS
 
 
 
 
 
MATRÍCULA: 
UP21102409
 
DOCENTE
:
 
ENF. ESP. ERICK HENR
IQUE DOS REIS SILVA 
SANTOS
 
SUPERVISORA:
 
ENFª 
ROSILENE MARIA BARBO
SA
 
LOCAL:
 
UBS SANTO ANTÔNIO
-
 
C
RAÍBAS 
 
PERÍODO: 
02/02
/2025
 
À 
14/02
/2025
 
 
 
 
ARAPIRACA
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HIPERTENSÃO ARTERIAL 
 
 
 
 
 
 
NOME: EDILMA JOSEFA FIRMINO DANTAS MATRÍCULA: UP21102409 
DOCENTE: ENF. ESP. ERICK HENRIQUE DOS REIS SILVA SANTOS 
SUPERVISORA: ENFª ROSILENE MARIA BARBOSA 
LOCAL: UBS SANTO ANTÔNIO- CRAÍBAS PERÍODO: 02/02/2025 À 14/02/2025 
 
 
 
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