Prévia do material em texto
1 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Estriado e liso; Cardíaco; Responsável pela contração - possível graças às propriedades contráteis das proteínas contidas no citoplasma das células musculares. Contração muscular: refere-se ao deslizamento da actina sobre a miosina nas células musculares, permitindo os movimentos do corpo. As fibras musculares contêm os filamentos de proteínas contráteis de actina e miosina, dispostas lado a lado - esses filamentos se repetem ao longo da fibra muscular, formando o sarcômero. Células: estruturas alongadas chamadas de fibras musculares (particularidades em relação a outras células). Miofibrilas: agrupamento de feixes de actina e feixes de miosina revestidos por um tecido conjuntivo que formam a fibra muscular. Sarcolema: membrana plasmática da fibra muscular. Retículo sarcoplasmático: é uma rede de túbulos e cisternas que envolve cada miofibrila (unidade contrátil da célula muscular) e libera os íons de cálcio quando o músculo é estimulado a contrair. Apresenta quantidade significativa de íons de cálcio (estoques de cálcio) responsáveis pela contração da musculatura. Funciona como um reservatório de energia para a contração muscular. (contém cálcio - liberado do RS no potencial de ação e se liga na troponina). Túbulos transversos: servem para nutrir célula com íons, glicose e outras substâncias necessárias ao funcionamento da célula. Faz com que o potencial de ação (despolarização) chegue no interior da fibra muscular, promovendo a liberação de cálcio, sendo importante pois as proteínas contráteis e Ca+ (se liga a troponina) se encontram no interior. Cálcio: é necessário para a contração muscular, está armazenado no retículo sarcoplasmático (RS), sendo liberado quando o potencial de ação chega na fibra. Sarcoplasma: citoplasma que contém as diversas organelas que compõem a célula muscular. 2 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Miofilamentos: Fino (troponina, actina e tropomiosina) cálcio se liga a porção C da troponina, a tropomiosina cobre os sítios de ligação da actina com a miosina. Grosso: miosina. Junção neuromuscular - acetilcolina Filamento fino: composto pela actina, tropomiosina e troponina. Filamento grosso: miosina. Contração: deslizamento da actina sobre a miosina. Troponina: formada por três subunidades: T, C e L. Quando o cálcio é liberado pelo RS e se liga a porção C (TnC), a tropomiosina cobre os sítios de ligação da actina com a miosina. Se o cálcio se liga a troponina, a tropomiosina sai da actina permitindo a sua ligação com a miosina. PEPS – Potencial excitatório pós-sinapse: Chega no interior da fibra (túbulos T) e libera Ca e se liga à TnC e a tropomiosina libera o sítio de ligação da miosina. Miastenia graves: doença autoimune na qual a pessoa produz anticorpos contra receptores da acetilcolina: gera fraqueza, cansaço, fadiga… Platicidade celular: Hipertrofia: aumenta o volume das células -com aumento de proteínas. Atrofia: redução da massa muscular devido a lesões nos neurônios motores. Hiperplasia: aumento do n° de células num órgão ou tecido. Creatina: Produzimos no intestino, fígado e rins e conseguimos absorver em alimentos como peixe e ovos. Responsável por voltar os estoques de ATP (regeneração); Entra na fibra muscular através de proteínas transportadoras e se conjuga em fósforo (fosfocreatina). Armazenada em forma de fosfocreatina no corpo, seu fosfato inorgânico (Pi) serve como substrato para o ATP. Célula utiliza ATP na contração → vira ADP. Célula precisa de energia, portanto a creatina doa P ao ADP→ ATP. Regeneração de ATP. 3 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Responsável por movimentos peristálticos; No indivíduo adulto, as células musculares lisas mantêm a capacidade de se dividir, o que permite a regeneração do músculo lesionado; Apresenta contrações lentas e involuntárias (ex: sistema digestório - trato gastrointestinal). Contrações reguladas por diferença de pH estomacal, intestinal, diferenças de temperatura ou agentes químicos; Contração muscular: Não necessita de troponina nem de tropomiosina. Precisa de Ca+, ATP e Calmodulina; Cálcio liberado pelo retículo sarcoplasmático se liga a uma proteína chamada calmodulina (CaM), que cobre os sítios de ligação para Ca+. A CaM ativa uma quinase que faz a fosforilação de uma ATPase de miosina ativa (MLCK), permitindo o deslizamento da actina com a miosina. Relaxamento: o cálcio livre no citosol diminui quando o Ca+ é bombeado de volta para o RS ou para fora da célula. Ca+ se desliga da CaM e a fosfatase da miosina retira o fosfato, diminuindo a atividade da ATPase da miosina = diminuição da tensão muscular. 4 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Músculo dividido entre átrios e ventrículos Venoso - dióxido de carbono (CO2) Arterial – oxigênio (O2) A ligação entre átrio e ventrículo se da por válvulas - depende do movimento de contração ou relaxamento do coração Artéria aorta: maior artéria, com grende força e resistência para levar sangue por todo nosso corpo. Sístole - contração e bombeamento de sangue para o corpo Diástase - relaxamento muscular e enchimento de sangue Sangue: átrio esquerdo → ventrículo esquerdo (por meio de válvulas) → vai para o corpo através da artéria aorta; Entre VE e artéria aorta - válvulas semilunares Sangue volta para o átrio direito ou ventrículo direito através das veias cava - sangue com dióxido Circulação sistêmica - aorta (transporta sangue com O2 para o corpo) e circulação pulmonar; Funções: Fornecer sangue; Entrega de nutrientes e O2; Remoção de resíduos do metabolismo celular; Regulação da pressão arterial; Transporte de hormônios das glândulas endócrinas até o sítio de ação; Composição do Sistema Circulatório Coração: serve como bomba, fornecendo pressão para que o sangue flua para os tecidos. O sangue flui em favor do gradiente de pressão (de uma área de maior pressão para uma de menor). Vasos sanguíneos: servem de passagem para o sangue, o qual é distribuído do coração às demais partes do corpo, e depois retorna ao coração. Sangue: é o “meio de transporte” dentro do qual estão dissolvidos ou suspensos os materiais transportados por grandes distâncias no organismo. Vasos sanguíneos: Artérias: Parede espessa (tecido muscular) Alta pressão Sangue arterial (oxigenado) Exceção - artéria pulmonar - transporta sangue rico em CO2 (venoso); Veias: Parede mais fina Baixa pressão Sangue venoso – rico em dióxido de carbono (pouco O2) Exceção = veia pulmonar – carrega sangue arterial Capilares - ligam artérias as veias AORTA - levar sangue com O2 para o corpo pelo VE. 5 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Coração: Órgão muscular que se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda - Dividido em 4 cavidades - AD, AE, VD e VE. Átrios: recebem sangue que vem do corpo e pulmões. Ventrículos: bombeiam o sangue para o corpo e pulmões. Lado direito: maior concentração de dióxido de carbono. Veia cava superior: transporta sangue venoso das partes superiores do corpo e desemboca diretamente no átrio direito do coração. Recebe sangue de outras veias principais, como as veias jugulares internas e as veias subclávias. Veia cava inferior: transporta sangue venoso das partes inferiores do corpo, como pernas, abdômen e pelve e também desemboca diretamente no átrio direito do coração. Coleta sangue de veias importantes, comoas veias renais (dos rins), veias hepáticas (do fígado) e veias ilíacas (das pernas e pelve). Válvulas Atrioventriculares 1) TRICUSPIDE (separa AD do VD) 2) BICUSPIDE OU MITRAL (separa AE do VE) Impedem o refluxo de sangue dos ventrículos para os átrio durante a sístole ventricular. Abertura na diástole e fechamento na sístole. Estruturas do Sistema Cardiovascular: Válvulas Semi-Lunares: se localizam onde as principais artérias saem dos ventrículos 1) Aórtica: (separa VE da artéria Aorta) 2) Pulmonar: (separa VD da artéria pulmonar). 6 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Funcionamento das Válvulas Valvas atrioventriculares (tricúspide e mitral) evitam o refluxo de sangue dos ventrículos para os átrios durante a sístole. Valvas semilunares (pulmonar e aórtica) impedem o refluxo da aorta e das artérias pulmonares para os ventrículos durante a diástole. Atividade Elétrica do coração O coração de contrai ou bate ritmicamente como resultados de potenciais de ação (AUTORRITMICIDADE). Possui 2 células especializadas: Células contráteis: 99% das cél. do miocárdio, fazem o trabalho mecânico de bombeamento. Células auto-rítmicas: não se contraem, conduzem potenciais de ação para as células contráteis (atividade de um marca-passo). Qualquer estrutura somática que tenha a função de estabelecer e manter a atividade rítmica. Marca-passo do coração: sintonia que existe entre as células contráteis e autorrítmicas. Coração com característica de marca- passo = capacidade intrínseca do tecido muscular cardíaco de gerar e conduzir impulsos elétricos ritmicamente, o que permite a contração coordenada do coração, sendo fundamental para manter o batimento cardíaco regular e eficiente. As células não contráteis responsáveis pela autorritmicidade ficam em locais específicos: 1. Nó sinoatrial (nó SA) ou marca-passo: parede do AD, perto da veia cava superior; Nó (aglomerado de células que não se contraem, mas propagam potencial de ação para as células contráteis). 2. Nó Atrioventricular (nó AV): base do AD; 7 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II 3. Feixe de His (feixe atrioventricular): são células especializadas que se originam no nó AV e entram no septo interventricular; 4. Fibras de Purkinje: pequenas fibras terminais que se estendem do feixe de His e se prolongam ao redor do coração (por todo o miocárdio). Espalham o potencial elétrico para ocorrer a contração muscular. Débito Cardíaco: taxa de bombeamento de sangue a partir dos ventrículos. Retorno Venoso: quantidade de sangue que retorna aos átrios. Pressão arterial na circulação sistêmica Pressão Sistólica: maior pressão medida durante um ciclo cardíaco. Pressão na artéria após o sangue ter sido ejetado no ventrículo esquerdo durante a sístole. Pressão Diastólica: menor pressão medida durante um ciclo cardíaco. Pressão na artéria durante o relaxamento do ventrículo, quando o sangue não é ejetado do ventrículo esquerdo. Hipertensão: aumento da pressão do fluxo sanguíneo sobre as artérias. Causas: nervosismo, consumo de drogas e álcool, comidas com muito sal, fatores genéticos, problemas renais, etc. Insuficiência cardíaca: doença na qual o coração não consegue mais bombear sangue suficiente para o resto do corpo, não conseguindo suprir as suas necessidades. Pode ser de dois tipos: Insuficiência cardíaca sistólica: ocorre quando o músculo cardíaco não consegue bombear ou ejetar o sangue para fora do coração adequadamente. Insuficiência cardíaca diastólica: os músculos do coração ficam rígidos e não se enchem de sangue facilmente Aterosclerose: depósitos de placas (gorduras) nas paredes arteriais: Diminuição do diâmetro; Artérias mais rígidas e menos complacentes. Pressão sistólica aumentada devido à grande quantidade de gordura que exige mais força para o sangue passar. O coração gera seu próprio impulso elétrico, independentemente da função cerebral. Isso faz com que ele consiga continuar batendo fora do corpo humano, desde que haja um suporte de oxigênio. É isso que viabiliza o transplante do órgão. 8 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Estriado cardíaco Estriado esquelético Liso Contração Involuntária, rápida e forte Voluntária, rápida e forte Involuntária, lenta e fraca Células Bifurcas, pequenas, 1 ou 2 núcleos (+ raro), discos intercalares, anastomosadas (bem unidas) Cilíndricas, finas, e polinucleadas com núcleos periféricos Uninucleadas, alongadas e afiladas nas extremidades Divisão celular Não se dividem nos indivíduos adultos Não se dividem nos indivíduos adultos Lenta capacidade de regeneração Local Coração (miocárdio) Músculos da parede abdominal, da face, do pescoço, do diafragma e na musculatura dos membros locomotores Nas paredes de órgãos do tubo digestório (estômago e intestino), das vias respiratórias, vias geniturinárias, dos vasos sanguíneos, canais condutores de glândulas exócrinas e do útero Sistema nervoso Autônomo Central Autônomo Sistema motor Visceral Somático Visceral Obs Funciona pela geração e propagação de um impulso elétrico; usa Ca+, troponina, tropomiosina, actina e miosina. Utiliza Ca+, troponina, tropomiosina, actina e miosina. Utiliza Ca+, actina, tropomiosina e Calmodulina e miosina quinase (MLCK) ao invés de troponina e tropomiosina. 9 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Visão geral do sistema digestório O sistema digestório tem a função primária de processar os alimentos que ingerimos, quebrando-os fisicamente e quimicamente para que os nutrientes possam ser absorvidos pelo corpo. Esse processo envolve a ingestão, digestão, absorção e excreção de substâncias. É uma rede complexa e altamente coordenada de órgãos e processos bioquímicos que permite ao corpo extrair e absorver nutrientes essenciais para a vida. Principais funções: Digestão: quebra dos alimentos em nutrientes menores. Absorção: captação desses nutrientes pelos órgãos do corpo. Eliminação: remoção dos resíduos que não foram digeridos. Órgãos principais: Boca Faringe Esôfago Estômago Intestino Delgado Intestino Grosso Ânus Glândulas anexas: glândulas salivares, fígado, pâncreas e vesícula biliar; Fases da digestão: A digestão pode ser dividida em duas fases principais: digestão mecânica e digestão química. Digestão Mecânica Boca: a mastigação, que envolve os dentes, realiza a fragmentação dos alimentos. A língua ajuda a formar o bolo alimentar. Estômago: movimentos peristálticos do estômago (movimentos mecânicos) continuam a fragmentar o alimento, formando o quimo. Digestão Química Boca: a saliva contém a enzima amilase salivar, que inicia a digestão de carboidratos. Estômago: a secreção de ácido gástrico (HCl) e pepsina inicia a digestão das proteínas. O pH do estômago é altamente ácido para facilitar essa ação. Intestino delgado: a maior parte da digestão e absorção dos nutrientes ocorre no intestino delgado, com a ajuda de enzimas pancreáticas (amilase, lipase, protease) e bile, que emulsificam as gorduras. Função dos órgãos: Boca: a digestão começa na boca com a mastigação e a ação da saliva, que contém a enzima amilase salivar (ptialina), responsável por iniciar a digestão de carboidratos. Esôfago: transporta o bolo alimentar da boca ao estômago através de movimentos peristálticos (contrações musculares coordenadas). Estômago: é responsável pela digestão de proteínas. As células gástricas secretam ácido clorídrico (HCl) e pepsina, enzima que digere proteínas. Além disso, o estômago produz mucopara proteger sua mucosa dos efeitos corrosivos do ácido. Intestino Delgado: onde ocorre a maior parte da digestão e absorção dos nutrientes. O intestino delgado é composto por três partes: Duodeno: onde a bile (do fígado) e as enzimas pancreáticas atuam na digestão final de gorduras, proteínas e carboidratos. Jejuno e Íleo: São responsáveis principalmente pela absorção de nutrientes. 10 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Suco pancreático: produzido pelo pâncreas e lançado no duodeno – pH = 8,0 (íons bicarbonato) e neutraliza a acidez no quimo. Suco entérico: produzido pelo intestino delgado (duodeno). Bile: produzida pelo fígado, armazenada na vesícula biliar, não tem enzimas digestivas e emulsifica gorduras (transforma gotas lipídicas em gotículas microscópicas, favorecendo a ação das lipases). Absorção de nutrientes: atravessam as células do revestimento intestinal e passam para o sangue, onde alcançarão as células. Intestino Grosso: absorve água, sais minerais e algumas vitaminas, formando as fezes. O cólon também serve como um local para a flora intestinal, que ajuda na digestão de substâncias que não foram totalmente digeridas. Função das Glândulas Anexas: Glândulas salivares: secretam saliva, que contém amilase salivar, ajudando na digestão de carboidratos e facilitando a deglutição. Fígado: produz bile, que é armazenada na vesícula biliar. A bile é importante para a emulsificação das gorduras, facilitando a ação da lipase. Pâncreas: secreta enzimas digestivas, como amilase, lipase e proteases, para o duodeno. Além disso, secreta bicarbonato para neutralizar o ácido gástrico que chega ao intestino delgado. Vesícula biliar: armazena a bile produzida pelo fígado e a libera no duodeno quando necessário para a digestão de gorduras. Absorção de nutrientes: Ocorre principalmente no intestino delgado: Carboidratos são convertidos em monossacarídeos (como glicose), que são absorvidos pelas células epiteliais do intestino. Proteínas são quebradas em aminoácidos. Lipídios são quebrados em ácidos graxos e glicerol e absorvidos como quilomícrons, transportados via sistema linfático. No intestino grosso, ocorre a absorção de água e sais minerais. Regulação Neural e Hormonal: Sistema nervoso: o sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático) regula a motilidade e a secreção no trato digestivo. O nervo vago desempenha um papel importante na secreção gástrica e no controle dos movimentos peristálticos. Hormônios: diversos hormônios, como gastrina, secretina, colecistoquinina (CCK), somatostatina e glucagon, regulam as secreções e a motilidade digestiva. 11 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II Boca: Principal enzima presente na saliva é a amilase salivar (também conhecida como ptialina): responsável por iniciar a digestão dos carboidratos. A saliva também contém lipase lingual, uma enzima que começa a digerir pequenas quantidades de gorduras na boca, embora o processo de digestão das gorduras aconteça principalmente no intestino delgado. Na boca, a digestão não se limita à simples trituração do alimento; as enzimas presentes começam a quebrar os nutrientes logo no início do processo digestivo. Dentes: Moer e romper o alimento em pedaços menores para a deglutição e para aumentar a superfície de contato com enzimas salivares. Misturar o alimento a saliva. Estimular papilas gustativas presentes na língua. Deglutição: Faringe: conecta a cavidade nasal e a boca ao esôfago e à laringe, servindo como um caminho comum para o ar e o alimento. O alimento é impedido de entrar na traquéia (sistema respiratório) pelo fechamento da glote e epiglote. Estômago: Mobilidade gástrica: movimentos do estômago que ajudam a misturar e propulsar o conteúdo gástrico (alimentos e líquidos) através do sistema digestivo. Funções do estômago: Armazenamento de alimentos (tempo ingestão/tempo digestão) Armazenamento de enzimas e HCL e pulverização do alimento. Bolo alimentar: quimo (mistura de secreções gástricas). Mobilidade gástrica – diferentes espessuras de músculo liso. Enchimento Armazenamento Mistura Esvaziamento Especializações celulares do estômago: Epiteliais superficiais/mucosas: excretar bicarbonato de sódio junto com o muco – cria barreira alcalina na superfície do epitélio e neutraliza o ácido clorídrico (HCl) produzido pelas células parietais. Protegendo assim o tecido estomacal contra autodegradação e danos causados pelo ambiente ácido. Células parietais: secretam ácido clorídrico e fator intrínseco. Células principais: produzem pepsinogênio, que é convertido em pepsina no ambiente ácido. Funções HCl: Auxiliar na decomposição de fibras musculares e reduzir as partículas de alimentos. Ativa o precursor da enzima pepsinogênio em sua forma ativa, a pepsina. 12 Fisiobiotecnologia – Resumo Prova II A pepsina é a principal enzima produzida pelo estômago, a sua função é a digestão de proteínas. A pepsina é inicialmente liberada em uma forma inativa, o pepsinogênio e quando entra em contato com o ácido clorídrico (HCl) transforma-se na forma ativa, a pepsina. A pepsina atua apenas em meio ácido. Responsável por clivar ligações peptídicas. Intestino grosso: Formação das fezes. Quilo fezes Grande absorção de água e sais minerais. Absorção de vitaminas produzidas pela flora bacteriana (B12 e K). Funções do fígado: Processamento metabólico dos nutrientes absorvidos no trato digestório Metabolização de medicamentos ou outros compostos estranhos; Síntese de proteínas plasmáticas (albumina, fibrinogênio...) Armazenamento de glicogênio, gordura, ferro e vitaminas Remoção de glóbulos vermelhos desgastados Excreção de bilirrubina Produção de proteínas de fase aguda de inflamação. Hepatócitos