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Distúrbios da função hematopoiética 
· Adaptação celular são ações e reações, que influenciam de forma decisiva em seu estado fisiológico ou patológico
· Fisiologia da adaptação celular está relacionada a involução, evolução, mutação e alterações de forma natural – como o timo, mama pós lactação e útero pós parto. 
· Anatomia patológica está relacionada a esses processos naturalmente ou não, mas que causem alguma patologia em decorrência da alteração, como atrofia por desuso, atrofia por desnutrição.
Alterações de crescimento celular 
· Atrofia 
1. Diminuição de tamanho
2. Relacionado a desuso, isquemia e desnutrição 
3. Geralmente associado a apoptose e a autofagia 
4. Diminuição das organelas, do volume e da função 
5. Catabolismo é maior que o anabolismo 
6. Pode ser simples/quantitativa
· Diminuição de volume celular e do órgão, com estrutura, forma e número de células normais
7. Atrofia numérica 
· Diminuição do número de células e do volume do órgão, com volume celular normal.
8. Atrofia numérica com proliferação 
· Diminuição do número de células parenquimatosas do órgão, com proliferação fibroblástica e adipocitária (células da glia e no SNC). 
· Volume do órgão pode permanecer normal, diminuir ou até mesmo aumentar (Pseudo hipertrofia)
· Hipertrofia 
1. Aumento da síntese dos constituintes celulares 
2. Anabolismo maior que catabolismo 
3. Ocorre em células que tem bloqueada sua capacidade para dividir-se 
4. qualquer aumento de volume orgânico, seja por aumento do volume celular ou mesmo por aumento do número de células
5. Macro:
· Aumento de volume de um órgão por aumento da demanda funcional (adaptação) ou por aumento dos estímulos ou por aumento dos estímulos tróficos
6. Micro: 
· Aumento de volume das células que compõem o órgão, associado ao aumento do estroma, com aumento da síntese intracelular em células pós mitóticas ou permanentes ou perenes
7. Para que ocorra é necessário 
· Fluxo sanguíneo adequado
· Inervação 
· Especificidade do estímulo 
· Integridade morfofisiológica
8. Tipos
· Compensatória 
· Órgão par aumenta de volume e assume função do homólogo alterado ou ausente
· Vicariante 
· Tecido intacto de órgão único lesado compensa a função da fração;
· Hipertrofia subcelular do retículo endoplasmático liso 
· Aumento do R.E.L. após a administração de barbitúricos, esteroides, hidrocarbonetos - explica a tolerância progressiva a estas substâncias (↑ da capacidade de detoxificação por aumento da desmetilação oxidativa)
· Hiperplasia
1. Formação excessiva – aumento do número de células em órgão ou tecido
2. Fisiologia: aumento da capacidade funcional quando é necessário - regeneração de tecidos, aumento das mamas para a lactação, aumento do útero. 
3. Patologia: estimo excessivo das células alvo por hormônios ou fatores de crescimento 
· Hiperplasia de endométrio
· Hiperplasia de próstata 
4. Macro: Aumento de volume e peso de um órgão por aumento da demanda funcional (adaptação) ou por aumento de estímulos tróficos
5. Micro: Aumento do número de células que o compõem (Células intermitóticas ou estáveis e/ou lábeis), conseqüência do aumento de mitoses – como a próstata 
Alterações de diferenciação celular 
· Metaplasia 
· Substituição adaptativa reversível, como reprogramação celular
· Transformação de um tecido já diferenciado em outro diferente (mais resistente ao ambiente adverso), mas de mesma origem embrionária
· Ex: fumante - epitelio pseudo-estratificado ciliado que reveste os brînquios substituído pelo epitélio estratificado pelo epitélio estratificado pavimentoso. Células do estômago se transformando em células intestinais 
· Displasia
· Células anormais e/ou desorganizadas em um tecido ou órgão resposta das células a agressões repetidas;
· Crescimento anormal ou neoplasias 
· Leve, moderada ou grave 
· Tecido: abrange os erros locais do desenvolvimento, as Displasias Adquiridas ou Hiperplasias Atípicas  Hiperplasias Atípicas  resposta proliferativa atípica e resposta proliferativa atípica e irregular às irritações crônicas, reversível
· Lesões pré malignas 
· Anaplasia 
· Perda da característica especializada das células; 
· Desvio na formação celular normal - se tornam mais semelhantes às células embrionárias podendo indicar uma neoplasia;
Alterações no desenvolvimento da célula 
· Agenesia 
· Ausência parcial ou completa de um órgão ou tecido do organismo, podendo afetar posteriormente a pessoa ou posteriormente a pessoa ou animal na sua fase pós-natal 
· Na embriogênese o tecido não se desenvolve normalmente 
· Pode não ser compatível com a vida 
· Aplasia
· Disfunção celular ou tecidual que leva à interrupção do seu tecidual que leva à interrupção do seu desenvolvimento, surgindo após o nascimento
· Aplasia arterial, aplasia óssea
· A aplasia medular leva a anemia aplásica 
· Hipoplasia 
· Subdesenvolvimento ou desenvolvimento incompleto de um tecido ou órgão, na qual a atividade formadora dos tecidos orgânicos encontra-se diminuídos
· Atresia 
· Condição congênita de que afeta a formação de cavidades e que resulta no fechamento anormal ou ausente em um órgão ou tecido, ou seja, de cavidades
· Ectopia
· Deslocameno de um tecido ou órgão, ou mesmo sua má posição, na qual gera alteração morfopatológica
· Ectopia cervical 
· substituição do epitélio colunar pelo epitélio estratificado escamoso, de modo incompleto –risco de infecção
Células do sangue 
· Tecido sanguíneo 
· Faz parte do sistema circulatório
· Sistema vascular sanguíneo 
· coração, artérias (vasos eferentes – se tornam menores conforme se ramificam –leva sangue com nutrientes, oxigênio para conforme se ramificam –leva sangue com nutrientes, oxigênio para os tecidos), capilares (vasos menores – adaptam para exercer troca metabólica entre sangue e tecidos circunvizinhos), veias
· Sistema vascular linfático 
· vasos linfáticos, svs– retornar ao sangue o fluido dos espaços intersticiais
· Circulação 
· O sangue pela veia cava entra no átrio direito, bombeira para o ventrículo direito, que vai para a artéria tronco pulmonar que leva os pulmões e ocorre troca gasosa, retornando ao coração pelas veias pulmonares (pequena circ.); está desagua no átrio esquerdo, que bombeia para o ventrículo esquerdo, que vai para a aorta, que leva o sangue ao corpo, nutre as estruturas e volta ao coração (grande circ.) 
· Sangue
· Esfregaço é o exame que avalia características físicas das células, permitindo comparações (número de células, formato, tamanho e delimitações) 
· especialização de tecido conjuntivo líquido que circula pelo sistema cardiovascular;
· Atua na distribuição (transporte e regulação) de nutrientes, oxigênio, hormônios, assim como na excreção de metabólitos e gás carbônico. Promove proteção devido coagulação, evitando perdas excessivas do sistema circulatório depois de uma lesão;
· Plasma é a matriz líquida 
· Amarelo claro 
· Principalmente água
· Várias substâncias dissolvidas
· Elementos:
· Eritrócitos - transporte de oxigênio para tecidos e CO2 para os pulmões
· Leucócitos - resposta imune 
· Plaquetas – fragmentos celulares de coagulação 
· Glóbulos brancos 
· Leucócitos 
· Células nucleadas, esféricas, atuam diretamente na fagocitose, reações imunológicas e alérgicas
· Atração por quimiotaxia - quando da invasão por microrganismos migram para exercer ação;
· Produzidos na medula e em tecidos linfoides 
· Granulares 
· Neutrófilos 
· Citoplasma pálido, contorno irregular, granular e núcleo lobulado ligado por cromatina (2 a 5), com presença de enzimas lisossômicas; 
· Eosinófilos
· Núcleo bilobulado; 
· Possui grânulos ovóides que se coram pela eosina, sendo maiores que dos neutrófilos 
· Função de restrição de reações alérgicas e infecções parasitárias;
· Basófilos
· Núcleo bilobulado e volumoso, com forma retorcida e irregular;
· Grânulos grandes que obscurecem o núcleo
· Envolvidos em processos associados a reações alérgicas e de hipersensibilidade
· Possuem receptores para imunoglobulina E (IgE); secretam citocinas IL-4 e IL-3, leucotrienos e mediadores inflamatórios;
· Os grânulos possueminibidores de coagulação (heparina e histamina) que aumenta a permeabilidade vascular e causa reações alérgicas imediatas por fatores quimiotáxicos distantes.
· Núcleo com formato irregular e presença de grânulos no citoplasma (observados em microscopia, por meio de corantes específicos);
· Agranulados 
· Linfócitos 
· Reconhecem moléculas estranhas presentes em diferentes agentes infecciosos, combatendo por meio de resposta humoral
· Linfócitos B - saem da medula como células maduras - plasmócitos produtores de anticorpos; 
· Linfócitos T - completam a maturação no timo - destruição de células estranhas, estímulo ou inibição da produção de anticorpos; 
· Células NK
· Monócitos 
· Atravessa para o vaso sanguíneo por diapedese e migra para os tecidos - aumenta de tamanho - diferencia em macrófago - fagocita microrganismos e faz limpeza dos restos celulares pós infecção;
· Promovem ativação de linfócitos
· Plaquetas 
· Fragmentos celulares multinucleadas maiores: megacariócitos
· coagulação sanguínea e reparação da parede dos vasos sanguíneos, evitando perda de sangue (hemostasia)
· Produzida no fígado, rim, músculo esquelético e estroma da medula
· Produção dependente de citocinas IL-3, IL-6 e IL-11 principalmente e da Trombopoietina (TPO);
· Baixa contagem - Estímulo da trombopoiese - ↑ de TPO em células do estroma da medula (indução) mediado por citocinas, fator de crescimento derivado de plaquetas (PDGF) e fator de crescimento fibroblástico (FGF)
· Glóbulos vermelhos
· Hemácias 
· Discos bicôncavos, anucleados, possuindo membrana plasmática com permeabilidade seletiva, citosol e HG
· Hemoglobina: proteína de transporte de O2 e removendo dióxido de carbono das células e tecidos corporais;
· Proteína conjugada com Fe; 
· Formada por 4 subunidades que contém grupo HEME ligado a um polipeptídio.
· Anemias
· Megaloblástica 
· Ingestão ou absorção inadequada de B12 ou ácido fólico 
· Hemácias grandes e anormais 
· Falciforme 
· Defeito genético hereditário na hemoglobina 
· Ferropriva
· Absorção inadequada de ferro, perda excessiva ou aumento da demanda de ferro, ou ainda ingestão insuficiente 
· Síntese insuficiente de hemoglobina
· Hematopoiese 
· Processo contínuo e regulado de produção de células do sangue - envolve renovação, proliferação, diferenciação e maturação celular
· início: células tronco hematopoiéticas – medula óssea
· eritropoietina (hormônio da eritropoiese) – produzido pelos rins regula produção de hemácias por um sistema de retroalimentação (quando níveis de hb caem (anemia), ↓ aporte de O2 - ↑ eritropoietina - + produção de hemácias pela medula
· Derivação celular da medula
· Células mesenquimais ou células tronco pluripontentes.
· Células tronco pluripotentes – não podem originar um ser vivo completo, extraembrionário – são células que se diferenciam em quase todos os tecidos humanos, menos placenta e anexos embrionários.
· Células tronco totipotentes: originam seres vivos
· Células mesenquimais ou células tronco pluripontentes:
· Capacidade de proliferação e formação de células-tronco:
· Mieloide: glóbulos vermelhos, plaquetas, eosinófilos, basófilos, neutrófilos e monócitos; 
· Linfóides: linfócitos T, linfócitos B;
· 
	Tipo de Célula-Tronco
	Origem
	Potencial de Diferenciação
	Totipotentes
	Mórula (até 16 células)
	Ilimitado — podem gerar todos os tecidos do corpo, inclusive placenta e anexos embrionários.
	Pluripotentes
	Blastocisto — massa celular interna (embrioblasto)
	Podem gerar todos os tecidos corporais, exceto os anexos embrionários.
	Multipotentes
	Células mesenquimais (ex: da medula óssea, neurais, sangue do cordão umbilical)
	Limitado — originam apenas células do tecido de origem.
· 
Sistema Digestório 
· Função: Captar, processar e absorver nutrientes necessários à sobrevivência;
· Digerir alimentos - moléculas que sejam absorvíveis; 
· Promover absorção de água e eletrólitos - manutenção das funções metabólicas; 
· Promover excreção de resíduos;
· Inicia na boca – passa pelo esôfago, chega no estômago por ele e passa pela cárdia e pelo piloro, chega ao duodeno e vai até o intestino delgado passando por jejuno e íleo, dele vai até o intestino grosso, passando pelo colo ascendente, colo transverso, colo descendente, colo sigmoide e reto, chegando ao ânus. 
· Ações auxílio: órgãos e glândulas anexas (salivares, fígado, vesícula biliar e pâncreas);
· Tubo digestório – 4 camadas 
· MUCOSA: mais interna – luz do TGI células epiteliais especializadas absorção e secreção; Lâmina própria e muscular da mucosa;
· SUBMUCOSA: abaixo da mucosa colágeno, elastina e vasos sanguíneos e linfáticos – plexo submucoso; 
· MUSCULAR: 2 camadas de musculo liso, músculo circular e músculo longitudinal – motilidade do TGI; 
· SEROSA ou adventícia: mais externa – delimita cavidade abdominal continuação da membrana peritoneal.
· Regulação do Sistema Digestivo
· Sistema Nervoso Entérico (SNE) (do esôfago ao ânus): controla secreções e movimentos.
· Sistema Nervoso Autônomo (SNA):
· Simpático: inibe motilidade e secreção.
· Parassimpático (nervo vago e pélvico): estimula funções do TGI.
· inerva parte superior (esôfago, estômago, intestino delgado, cólon ascendente) do TGI e NP inferior do TGI (cólons transverso, descendente, reto) informações nervosas coordenadas e retransmitidas ao músculo liso, células endócrinas e secretoras
· Hormônios reguladores:
· Gastrina, Secretina, Colecistocinina, Enterogastrona.
· 
	Hormônio
	Produzido por
	Função Principal no TGI
	Gastrina
	Células G do estômago
	Estimula produção de HCl e crescimento da mucosa gástrica.
	Secretina
	Duodeno (células S)
	Estimula o pâncreas a liberar bicarbonato (neutraliza o quimo).
	Colecistocinina (CCK)
	Duodeno e jejuno (células I)
	Estimula liberação de enzimas pancreáticas e bile.
	Enterogastrona
	Intestino delgado
	Inibe motilidade gástrica e retarda o esvaziamento do estômago.
· Regulação das funções do TGI
· Esfíncter – evitar o retorno do bolo alimentar (esofágico inferior e o esfíncter pilórico)
· Contração e relaxamento das paredes e esfíncteres - função de “empurrar” o alimento da boca ao reto –velocidade controlada – digestão e absorção. E misturar o alimento nas secreções gastrintestinais – expondo às enzimas digestivas
· Digestão - degradação do alimento ingerido até moléculas que sejam absorvíveis - mastigação/trituração e enzimas digestivas; Tem-se hidrólise e incorporação aos LIP, PTN e CHO – digestão destes; ocorre na cavidade oral, no estômago e intestino delgado
· Processo da digestão
· Começa na boca - Início da trituração/fragmentação do alimento – mastigação –facilitar a alimento – mastigação –facilitar a deglutição;
· Tem-se secreção salivar (glândulas parótida, sublingual e submandibular); Saliva + alimento mastigado – mucina, enzimas digestivas (amilase salivar, lipase), bicarbonato, K, Na e Cloreto;
· Saliva – função: digestão inicial do amido e glicogênio, diluição, lubrificação e tamponamento dos alimentos; limpeza dos dentes, excreção de substâncias; neutraliza substâncias ácidas, mantém pH neutro – evitar desmineralização dos dentes 
· Fase oral: auxlílio da lingua, o BA é Fase oral: auxlílio da lingua, o BA é empurrado iniciando a deglutição passa pela faringe (segunda fase);
· Levantamento da faringe e fechamento da epiglote (evitando respectiva mente, a entrada dos alimentos nas vias aéreas superiores e inferiores) e abertura do esfíncter esofágico superior (EES)
· Alimento já no esôfago -fase esofágica da deglutição onda peristáltica começa logo abaixo do EES e desloca começa logo abaixo do EES e desloca se até o esfíncter esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a entrada do BA no estômago;
· Pessoas com Mal de Parkinson podem apresentar dificuldades de deglutição disfagia – interferência na contração muscular
· Estômago – grande reservatório de alimento 
· Função: reduzir o alimento em uma massa semifluida – quimo.
· Região oral – que recebe o alimento; região caudal – misturar o alimento com suco gástrico (ácido clorídrico, muco, enzimas, eletrólitos e fator intrínseco)– estimulada pelo hormônio gastrina
· Pepsina – principal enzima – ação do HCl transforma pepesina, enzima que catalisa a digestão de proteínas, lipase gástrica, renina (age sobre caseína); 
· Mucosa gástrica – muco que a protege da agressão do suco gástrico (acidez) regeneração constante; 
· Gastrite: desequilíbrio entre a agressão e a proteção, que resulta em inflamação da mucosa
· Fator intrínseco mucopolipeptídeo –absorção de vitamina B12 –ausência dificulta vitamina B12 –ausência dificulta absorção – anemia megalobástica
· Parte do suco gástrico é induzido pelo cheiro ou gosto do alimento (fase cefálica)
· Esvaziamento gástrico – 3, 4 ou mais horas - neutralização da acidez do quimo e correta digestão e absorção dos nutrientes no intestino delgado; Tem-se relaxamento do esfincter pilórico e peristalse – passagem do quimo em direção ao ID;
· SECREÇÃO: objetivo adicionar água, eletrólitos, muco e enzimas digestivas ao TGI – auxilia na digestão e absorção ao TGI – auxilia na digestão e absorção de nutrientes; 
· Produzidas pelas glândulas salivares, pâncreas e fígado
· Muco: sintetizado em células especializadas no esôfago, mucosa do estômago, células do intestino e por glândulas salivares – proteção e lubrificação
· DIGESTÃO E ABSORÇÃO: QUIMO no duodeno – hormônios Secretina – estimula o pâncreas a secretar íons bicarbonato – neutralização do íons bicarbonato – neutralização do quimo e transformação em quilo;
· Colecistocinina – estimula o pâncreas a secretar enzimas digestivas no duodeno bile pela vesícula biliar; pH da bile é alcalino, neutralização do quimo; 
· Enterogastrona – intestino delgado inibe a motilidade gástrica, lentificando o esvaziamento gástrico; - quimo para intestino grosso; Digestão de CHO, PTN e LIP
· Pâncreas – secreta suco pancreático (água, bicarbonado e enzimas digestivas); 
· Amilase pancreática; quimiotripsina, tripsina e carboxipeptidase – digerem proteínas; lipase pancreática – digestão de gordura; 
· Enzimas secretadas pelas células do intestino: maltase, sacarase, lactase (glicose e galactose) – função energética e/ou armazenada em forma de glicogênio hepático e muscular ou transformada em triglicerídeos
· Proteínas – absorvidas no duodeno porção proximal do jejuno,na forma de aminoácidos, dipeptídeos e tripeptídeo
· Gordura: ação da lipase pancreática, colesteral esterase e emulsificante da bile – só é liberada quando tem gordura no duodeno
· ABSORÇÃO: movimento de nutrientes do lúmen intestinal para a circulação sistêmica
· Maior parte no intestino delgado, principalmente jejuno e íleo 
· A água e os eletrólitos também são absorvidos na sua maior parte no intestino delgado
· sódio, cloro, cálcio intestino delgado – sódio, cloro, cálcio (depende forma ativada da vitamina D3 que é o 1,25-dihidroxicolicalciferol). O ferro é absorvido na forma de ferro livre ou combinado a hemoglobina; Potássio, magnésio e fosfato também são ativamente absorvidos
· Estômago – membrana absortiva com vilosidades – absorve substâncias lipossolúveis como álcool e alguns fármacos (aspirina); 
· Intestino grosso – absorve água e eletrólitos.
· Intestino grosso – absorve água e eletrólitos, armazenamento de material fecal
· não apresenta vilosidades, mas não se trata de uma superfície lisa pela presença das células de Lieberkuhn. 
· Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus
· Bactérias vivem em mutualismo no intestino grosso, com função em dissolver os restos alimentícios não absorvíveis, reforçar o movimento intestinal e proteger o organismo contra bactérias estranhas
· As fibras vegetais, não são digeridas nem absorvidas, contribuindo com porcentagem significativa da massa fecal. Como retêm água, sua presença torna as fezes macias e fáceis de serem eliminadas
Patologias digestivas
· Classes comuns de sintomas:
· Dor abdominal ou torácica 
· Diarreia ou constipação 
· Sangramento do TGI
· Deficiências vitamínicas ou má absorção 
· Náuseas, vômitos, disfagia
· Podem ser:
· Agudas - complicada por desidratação (baixa na ingesta ou débito de líquido), sepse (desintegração da função da barreira contra patógenos), sangramento (vascularização), choque
· Crônica - desnutrição e estados de carência – má absorção, obstrução parcial ou completa (aderências e estenoses)
· leve náusea, dor abdominal e anorexia até vômitos em jato e dor abdominal ao rechaço. Em casos graves, a obstrução pode resultar em perfuração, infarto e sangramento, hipotensão, choque, sepse e morte
· Acalásia Esofágica
· Esfíncter inferior do esôfago não relaxa – resulta em obstrução funcional 
· Disfagia, regurgitação e dor torácica.
· Causas: idiopática, Doença de Chagas.
· Refluxo Gastroesofágico (DRGE)
· Queimação, dor torácica.
· Causas: hérnia de hiato, relaxamento do esfíncter, obesidade, exposição repetitiva da mucosa esofágica ao ácido.
· Complicações: esofagite, úlceras, cicatrizes.
· Doença Acidopéptica
· Causada pela H. pylori.
· Úlceras gástricas e duodenais, gastrite. - erosão superficial ou profunda da mucosa 
· Sintomas: dor abdominal, hemorragia, perfuração.
· Complicações: sangramento do TGI, resultando em hematêmese ou melena, e perfuração e infecção, resultando em dor abdominal intensa e sinais de abdome agudo; a úlcera duodenal apresenta-se como uma dor epigástrica persistente ou em queimação, ocorrendo 1 a 3 horas após as refeições, frequentemente despertando opa ciente à noite.
· Doença Inflamatória Intestinal (DII)
· Crohn: inflamação transmural, de qualquer parte do TGI.
· caracterizada por falta de culturas positivas para patógenos microbianos conhecidos e falta de resposta a antibióticos isoladamente.
· pacientes frequentemente são desnutridos e mostram evidências de estados de carência nutricional 
· Predominância no íleo distal, podendo envolver colo, cavidade oral, esôfago, estômago e intestino delgado proximal; 
· áreas de ulceração e inflamação acontecem de modo descontínuo envolvem toda a espessura da parede intestinal;
· Entre as causas estão fatores genéticos, respostas imunes defeituosas, fatores dietéticos e tabagismo
· Pode ocorrer: distúrbios inflamatórios das articulações (artrite), da pele (eritema nodoso), do olho (uveíte, irite), das membranas mucosas (úlceras aftosas da membrana bucal), Distúrbios renais, especialmente nefrolitíase, Amiloidose é uma complicação grave da doença, assim como a doença tromboembólica.
· Retocolite Ulcerativa: restrita à mucosa do cólon e reto.
· processo semelhante a anterior, inclusive infecções, alergias a componentes da dieta, respostas imunes a bactérias e autoantígenos, e fatores psicossociais
· Pode apresentar diarreia sanguinolenta e má absorção, enteropatia com perda de proteína e má nutrição
· podem causar um excesso de tecido de granulação que faz protrusão para o lúmen do intestino (pseudopólipos)
· Sintomas: diarreia com sangue, dor abdominal, perda de peso.
· Complicações: fístulas, perfurações, manifestações extraintestinais (pele, olhos, fígado).
· Síndrome do Intestino Irritável (SII)
· Causa funcional, sem alteração orgânica.
· Sintomas: dor abdominal, alternância entre diarreia e constipação, distensão abdominal.
· Influência do estresse e disfunção motora do cólon.
· Pessoas normais: contrações peristálticas de alta Pessoas normais: contrações peristálticas de alta amplitude ocorrem de 6 a 8 vezes por dia; 
· Em SII a frequência de amplitude alta é diminuída, referenciando a constipação como consequência da diminuição da motilidade.
Função circulatória: 
· Estrutura do Coração: órgão complexo com 4 câmaras (átrios e ventrículos) que bombeiam sangue pelas circulações pulmonar e sistêmica.
· Função dos Átrios: bombas de condicionamento e estoque (20-30% do enchimento ventricular).
· Embriologia: o coração se forma como uma invaginação no saco pericárdico.
· Pericárdio: normalmente contém 40 a 50 mL de líquido seroso.
· Artérias Coronárias: surgem da aorta e irrigam o miocárdio. Circulação dominante:
· Direita (80%): artéria descendente posterior.
· Esquerda(20%): artéria circunflexa.
· Atividade Elétrica Cardíaca
· ECG:
· Onda P: despolarização atrial.
· Complexo QRS: despolarização ventricular.
· Onda T: repolarização ventricular.
· Intervalos:
· P até QRS: tempo de condução pelo nó AV e feixe de His.
· Dinâmica Cardíaca: Pressão-Tempo e Pressão-Volume
· Pressão-Tempo:
1. Átrio contrai → sangue para VE.
2. Valva mitral fecha → 1ª bulha (B1).
3. Valva aórtica abre → sangue para aorta.
4. Relaxamento do VE → fim da sístole.
5. Valva aórtica fecha → 2ª bulha (B2).
6. Valva mitral abre → enchimento ventricular.
· Influenciada por: frequência, espessura da parede, pressão aórtica, tônus simpático e isquemia.
· Pressão-Volume:
· Débito cardíaco = frequência × volume sistólico.
· Volume sistólico depende de:
· Pré-carga: enchimento do VE no fim da diástole.
· Pós-carga: resistência ao esvaziamento (pressão aórtica).
· Contratilidade: força de contração.
· Curvas de pressão-volume ajudam a entender insuficiência cardíaca e doenças valvares.
 Distúrbios Cardiovasculares
· Arritmias:
· Taquicardia (>100 bpm):
· Aumento da automaticidade.
· Repolarização retardada.
· Circuitos reentrantes (ex: Wolff-Parkinson-White).
· Bradicardia (

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