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Fase aguda:
Síndrome
retroviral aguda
Fase de latência
clínica:
Fase assintomática
Fase aids: TCD4 20 cmH₂O
Quimiocitologia normal ou com uma
celularidade um pouco aumentada às custas de
LMN, proteínas um pouco elevadas e glicose um
pouco baixa
Tinta da china positiva em amostra do liquor
Tratamento: feito em 3 fases, com esquemas com
de anfotericina e 5-flucitosina ou fluconazol 
CANDIDÍASE ORAL E ESOFÁGICA:
Placas esbranquiçadas na cavidade oral
ou no esôfago que conseguem ser
removidas com uma espátula. É a causa
mais frequente de disfagia nos pacientes
com aids. 
ÚLCERA ESOFÁGICA POR CMV:
Úlcera longitudinal com base irregular. No
anatomopatológico há identificação de
células em "olhos de coruja". O
tratamento de escolha, nesses casos, é
feito com ganciclovir. 
ÚLCERA ESOFÁGICA POR HERPES
(HSV-1): 
Úlceras múltiplas e bem demarcadas. O
tratamento desses casos deve ser feito
com aciclovir.
Microscopia óptica de liquor de
paciente com neurocriptococose.
Perceba o fundo preto corado
com a tinta nanquim e as
leveduras em branco.
Profilaxia Pós-Exposição (PEP) Profilaxia Pré-Exposição (PrEP)
Profilaxias
Indicações:Indicações:
Esquema:Esquema:
São os mesmos medicamentos recomendados pelo Ministério da Saúde para
o tratamento inicial do HIV. A duração da PEP é de 28 dias.
O que é? Uso diário e profilático de tenofovir com entricitabina.
Existe também a modalidade de PrEP sob demanda, que é feita no
esquema 2 + 1 + 1, ou seja, tomam-se 2 comprimidos entre 2 e 24h
antes da exposição de risco, um comprimido 24h após a dose
dupla inicial e mais um comprimido 48h após a dose dupla inicial. 
Quando considerar o uso?
Pessoas a partir de 15 anos, com peso ≥ 35 kg, sexualmente
ativas e que tenham risco aumentado de aquisição da infecção
pelo HIV, como a realização de relações sexuais desprotegidas.
Deve-se excluir que o paciente tenha infecção ativa pelo HIV e
deve-se testar e tratar outras ISTs, além de orientar o uso de
prevervativo para prevenção de outras infecções. 
Critérios que permitem que casais sorodiscordantes possam ter
relação sexual sem preservativo e que o parceiro não infectado
não precise de PrEP:
Uso regular da TARV e boa adesão;
Carga viral indetectável há > seis meses;
Ausência de outras ISTs;
Sem realização de práticas sexuais com outras parcerias.
Profilaxia de Transmissão Vertical 
Manejo da gestanteManejo da gestante Manejo do RN expostoManejo do RN exposto
Idade
gestacional Alto risco* Baixo risco
>37 sem.
AZT + Lamivudina (3TC) +
Raltegravir (RAL)
por 28 dias
AZT 
por 28 dias34 a 37 sem.
AZT + 3TC + Nevirapina
(NVP) por 28 dias, 
exceto a NVP que só deve
ser feita por 14 dias
 1.000 cópias/mL
A via de parto indicada é a
cesárea.
AZT injetável EV *.
* Pelo menos 3 horas antes da cirurgia até o clampeamento do cordão umbilical.
*RN DE BAIXO RISCO:
Uso de TARV na gestação,
CV indetectável a partir
da 28ª semana e sem falha
na adesão à TARV.
Resumindo!