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Psicologia

UNILAVRAS
(Prefeitura de Bom Jesus do Amparo/MG – 2018) Analise o caso a seguir. Recém-nascido, sexo feminino, com 5 dias de vida foi até a Unidade de Saúde para ser avaliado pela enfermeira; esta indicou as vacinas (BCG e Hepatite B que não tinham sido dadas na maternidade) e coleta de sangue para o “teste do pezinho". Ao exame clínico, foi verificada icterícia até altura do umbigo, compatível com nível médio de bilirrubina sérica total de 8,9 mg%. Apresentava padrão respiratório regular, corado e hidratado. Peso atual = 2.450g. Registro da caderneta da Criança: RN pré-termo (idade gestacional = 36s. Nasceu bem, colocada em contato pele a pele com a mãe. Apgar de 1º e 5º minutos, 8 e 9. Peso ao nascer = 2.700g; estatura: 45cm; perímetro craniano = 31,5 cm. Alta com 48 horas de vida, em aleitamento materno e presença de icterícia leve, em face. Mãe: GS A, Rh positivo. Mãe informa que a gestação transcorreu sem anormalidades, com acompanhamento desde o final do primeiro trimestre da gestação. Com relação à evolução da criança, relata que ela está “dormindo muito e mamando bem". Relata diurese e evacuações pouco escuras. Com relação à abordagem inicial da enfermeira, assinale a alternativa CORRETA. Opção A Provável icterícia devido à prematuridade portanto, solicitar reavaliação clínica e, se necessário, exame laboratorial em 48-72 horas. Opção B Criança com provável quadro de icterícia do aleitamento materno, portanto, deve ser orientada quanto ao desmame e retorno para reavaliação clínica e, se necessário, laboratorial, em 48-72 horas. Opção C Provável icterícia hemolítica e a conduta deve ser encaminhamento ao hospital para internação, dosagem de bilirrubinas e fototerapia ou exsanguineotransfusão. Opção D Diagnóstico provável de colestase* e a conduta deve ser coleta imediata de sangue para dosagem de bilirrubinas. *Colestase é o nome dado à diminuição do fluxo de bile.
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Lara Fábia

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar as opções apresentadas com base no caso clínico da recém-nascida. 1. Opção A: Provável icterícia devido à prematuridade, portanto, solicitar reavaliação clínica e, se necessário, exame laboratorial em 48-72 horas. - A icterícia em recém-nascidos pré-termo pode ocorrer, mas a bilirrubina total de 8,9 mg% não é alarmante e a criança está estável. 2. Opção B: Criança com provável quadro de icterícia do aleitamento materno, portanto, deve ser orientada quanto ao desmame e retorno para reavaliação clínica e, se necessário, laboratorial, em 48-72 horas. - A icterícia do aleitamento materno é uma possibilidade, mas a orientação para desmame não é a conduta correta, pois o aleitamento materno deve ser mantido. 3. Opção C: Provável icterícia hemolítica e a conduta deve ser encaminhamento ao hospital para internação, dosagem de bilirrubinas e fototerapia ou exsanguineotransfusão. - A icterícia hemolítica geralmente apresenta níveis de bilirrubina mais elevados e a criança não apresenta sinais que justifiquem essa conduta. 4. Opção D: Diagnóstico provável de colestase e a conduta deve ser coleta imediata de sangue para dosagem de bilirrubinas. - A colestase é uma condição mais grave e a criança não apresenta sinais típicos dessa condição. Diante da análise, a opção mais adequada, considerando que a icterícia é leve e a criança está estável, é a Opção A: Provável icterícia devido à prematuridade, portanto, solicitar reavaliação clínica e, se necessário, exame laboratorial em 48-72 horas.

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