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INTRODUÇÃO A PESQUISA Luciele Alves Gomes 1 Maria Luísa Moreira Locks1 Samuel de Borba1 Vanessa Ghizzo Rampinelli1 Every Lucille Cassaniga2 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA “Em nosso país uma das necessidades prementes é o desenvolvimento de uma mentalidade científica, no sentido da criação de um pensamento realista.” (SCHENBERG, 2008, p.62); “Para se fazer uma pesquisa científica, não basta o desejo do pesquisador em realizá-la; é fundamental ter o conhecimento do assunto a ser pesquisado, além de recursos humanos, materiais e financeiros.” (GERHARDT; SILVEIRA, 2009); “De forma simplificada, metodologia e um conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.” (ANDRADE,2017); “A pesquisa está presente em todas as áreas do conhecimento humano onde a investigação científica está presente nas conquistas da saúde, transportes, genética, energia e etc. Valorização esta que difere pesquisas sociais e científicas.” (GRESSLER, 2003, P.21). Em toda a história da escolarização, nunca se exigiu tanto da escola e dos professores quanto nos últimos anos. Essa pressão é decorrente, em primeiro lugar, do desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação e, em segundo lugar, das rápidas transformações do processo de trabalho e de produção da cultura. A educação e o trabalho docente passaram então a ser considerados peças -chave na formação do novo profissional do mundo informatizado e globalizado. (FREITAS, 2005); A iniciação cientifica e a etapa fundamental para a formação de pesquisadores e deveria constituir-se em o objeto de todo e qualquer estudante em nível de graduação, pois significa, na pratica, e o primeiro momento da carreira acadêmica em que o estudante vai ter contato direto com a metodologia cientifica e vai começar a aprender sobre a aplicação de métodos e técnicas cientificas. (CERVO;BERVIAN;DA SILVA,2009); Nesse ponto, é conveniente esclarecer que, para fins dessa reflexão, se tomará como conceito de profissão o conjunto de atividades produtivas desenvolvidas por um grupo de pessoas que possuem conhecimentos específicos, validados academicamente e reconhecidos socialmente, mediante instrumentos regulatórios formais ou informais que são compartilhados coletivamente, garantindo elevado grau de autonomia no exercício de suas atribuições, movidas em certo nível por altruísmo. (PAIVA; MELO, 2008) Segundo Paiva e Melo (2008, p.355) o conceito de profissão possui um nível específico de conhecimento para melhor resultado das atividades a serem executada de acordo com a formação acadêmica, compartilhando ideias e conhecimento adquiridos ao longo da formação. Conforme Godoy (1995b, p.21) existe pelo menos, três diferentes possibilidades na abordagem qualitativa: a pesquisa documental, o estudo de caso e a etnografia. A pesquisa documental é feita pela análise de materiais que ainda não receberam um tratamento analítico ou que podem ser reexaminados com vistas a uma interpretação nova ou complementar. A pesquisa documental permite o estudo de pessoas a que não temos acesso físico, pessoas distantes, e também são uma fonte para o estudo de longos períodos de tempo. Segundo Paiva e Melo (2008, p.341) o conceito de competência profissional se baseia no conhecimento diferenciado que o profissional possui, podendo trabalhar em equipe e individual, pois sua bagagem abrange vários conhecimentos e experiência. REFERÊNCIAS ANDRADE, Maria Margarida de, Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10. Ed. São Paulo: Atlas. 2017. CERVO, Amado L. BERVIAN, Pedro A.: DA SILVA, Roberto. Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall , 2007. FERRAZ, Carina Raquel Borges Caldas; A pesquisa no processo de formação do educador; As grandes transformações da década e a importância da pesquisa na formação do educador; Brasil Escola; https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-pesquisa-no-processo-formacao- educador.htm; FREITAS, M.T.M. et all. O Desafio de ser Professor de Matemática Hoje no Brasil. In FIORENTINI, D. NARACATO, A.M. (org). Cultura, Formação e Desenvolvimento Profissional de Professores que Ensinam Matemática. Campinas: Editora Gráfica FE/UNICAMP, 2005. GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (org.). Métodos de Pesquisa. 1. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. 120 p. v. 1. GODOY, Arilda S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de administração de empresas, v.35, n.2, Mar./Abr. 1995a, p. 57-63. Introdução à pesquisa qualitativa.- tipos fundamentais, In Revista de Administração de Empresas, v.35, n.3,Mai./Jun. 1995b, p. 20-29. GRESSLER, Lori Alice. Introdução a Pesquisa projetos e relatórios. Google Books, 2003. Disponível em: https://books.google.com.br/books PAIVA, Kely César Martins de; MELO, Marlene Catarina de Oliveira Lopes. Competências, Gestão de Competências e Profissões: Perspectivas de Pesquisas. Curitiba, v. 12, ed. 2, p. 339-368, Abril/Maio 2008. PAIVA, K. C. M. DE; MELO, M. C. DE O. L. Competências, gestão de competências e profissões: perspectivas de pesquisas. Revista de Administração Contemporânea, 2008. v. 12, n. 2, p. 339-368, 11. SCHENBERG, Mário. Metodologia científica: ciências humanas.1. Indaial: uniasselvi, 2013. Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso (FLC5249ADG) – Prática do Módulo I - 20/10/2021