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Questões resolvidas

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Como se dar muito bem no EnEm – quEstõEs COmEntADAs 250
C
(d) nenhuma delas sofrerá qualquer esforço.
(e) o portão quebraria ao meio, ou nada sofreria.
Ao se dependurar no portão pela extremidade livre, o peso do garoto 
exercerá um torque horário nas duas dobradiças. Ao girar sob o peso, o 
portão tende a se apoiar na dobradiça B e a dobradiça A deverá arrebentar 
em primeiro lugar.Gabarito “A” 
1.2.5.	 Identificação	 das	 forças	 que	
atuam nos movimentos circula-
res. noção de força centrípeta e 
sua	quantificação
8. (eneM 2005) Observe o fenômeno indicado na tirinha abaixo.
(Adaptado. Luisa Daou & Francisco Caruso, Tirinhas de Física, 
vol. 2, CBPF, Rio de Janeiro, 2000.)
A força que atua sobre o peso e produz o deslocamento vertical 
da garrafa é a força
(a) de inércia.
(B) gravitacional.
(C) de empuxo.
(d) centrípeta.
(e) elástica.
Na ilustração apresentada, ao se lançar o peso que está preso pelo fio ele 
girará por causa da força centrípeta que provem do peso.Gabarito “D” 
1.2.7. Princípios de Pascal, arquimedes 
e	Stevin:	condições	de	flutuação.	
relação entre diferença de nível e 
pressão hidrostática
9. (eXaMes do MeC)
Em uma cidade, seu sistema de abastecimento de água foi pro-
jetado usando uma grande caixa d’água e funciona atendendo 
com	eficiência	a	todos	os	consumidores.	
Com a construção de um novo conjunto habitacional em um 
nível 3m mais alto em relação ao plano da cidade, a distribui-
dora de água só poderá atender à nova ligação do conjunto se 
(a) aumentar o volume da caixa d’água e diminuir a sua altura. 
(B) a altura da caixa d’água for superior à do conjunto. 
(C) aumentar o volume da caixa d’água mantendo sua altura. 
(d) a	altura	da	caixa	d’água	ficar	a	mesma.	
Quando se instala uma caixa d’água elevada em um município é para que 
a água tenha pressão para atender a todas as casas. A pressão estática da 
água é diretamente proporcional ao seu nível.
Portanto, somente será possível distribuir água para o novo conjunto se a 
altura da caixa d’água for superior a do novo conjunto. 
Gabarito “B” 
10. (eXaMes do MeC) Usamos muitos produtos na forma de 
spray, como inseticidas, desodorantes, tintas, vernizes etc. 
Depois de algum tempo de uso, quando “apertamos” o 
spray e	não	sai	mais	nada,	podemos	afirmar	que
(a) a pressão no interior da lata é menor que a do exterior.
(B) a pressão no interior da lata é igual à do exterior.
(C) a pressão no interior da lata é maior que a do exterior.
(d) não há pressão no interior da lata.
Quando apertamos o spray de uma lata e não sai mais nada, podemos afirmar 
que a pressão no interior da lata se equilibrou com a pressão externa.Gabarito “B” 
1.3. energia, trabalho e potência 
1.3.1. Conceituação de trabalho, energia 
e potência
11. (eneM 2008) 
Uma fonte de energia que não agride o ambiente, é total-
mente	segura	e	usa	um	tipo	de	matéria-prima	infinita	é	a	ener-
gia eólica, que gera eletricidade a partir da força dos ventos. 
O Brasil é um país privilegiado por ter o tipo de ventilação 
necessária para produzi-la. Todavia, ela é a menos usada na 
matriz energética brasileira. O Ministério de Minas e Energia 
estima que as turbinas eólicas produzam apenas 0,25% da 
energia consumida no país. Isso ocorre porque ela compete 
com	uma	usina	mais	barata	e	eficiente:	a	hidrelétrica,	que	
responde por 80% da energia do Brasil. O investimento para 
se construir uma hidrelétrica é de aproximadamente US$ 
100 por quilowatt. Os parques eólicos exigem investimento 
de cerca de US$ 2 mil por quilowatt e a construção de uma 
usina nuclear, de aproximadamente US$ 6 mil por quilowatt. 
Instalados os parques, a energia dos ventos é bastante com-
petitiva, custando R$ 200,00 por megawatt-hora frente a R$ 
150,00 por megawatt-hora das hidrelétricas e a R$ 600,00 
por megawatt-hora das termelétricas.
Época. 21/4/2008 (com adaptações).
De acordo com o texto, entre as razões que contribuem para 
a menor participação da energia eólica na matriz energética 
brasileira, inclui-se o fato de
(a) haver, no país, baixa disponibilidade de ventos que podem 
gerar energia elétrica.
(B) o investimento por quilowatt exigido para a construção 
de parques eólicos ser de aproximadamente 20 vezes o 
necessário para a construção de hidrelétricas.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias251
C
(C) o investimento por quilowatt exigido para a construção de 
parques eólicos ser igual a 1/3 do necessário para a cons-
trução de usinas nucleares.
(d) o custo médio por megawatt-hora de energia obtida após 
instalação de parques eólicos ser igual a 1,2 multiplicado 
pelo custo médio do megawatt-hora obtido das hidrelétricas.
(e) o custo médio por megawatt-hora de energia obtida após 
instalação de parques eólicos ser igual a 1/3 do custo 
médio do megawatt-hora obtido das termelétricas.
A baixa participação da energia eólica na matriz energética brasileira é de-
vida ao elevado valor de investimento para o parque eólico, cerca de US$ 
2.000,00 por kW, que é 20 vezes o valor necessário para se construir uma 
hidrelétrica, que é de US$ 100 por kW.Gabarito “B” 
O carneiro hidráulico ou aríete, dispositivo usado para bom-
bear água, não requer combustível ou energia elétrica para 
funcionar, visto que usa a energia da vazão de água de uma 
fonte.	A	figura	a	seguir	ilustra	uma	instalação	típica	de	car-
neiro em um sítio, e a tabela apresenta dados de seu fun-
cionamento.
A	eficiência	energética		e		de	um	carneiro	pode	ser	obtida	
pela expressão: 
 
cujas	variáveis	estão	definidas	na	tabela	e	na	figura.
12. (eneM 2006) No sítio ilustrado, a altura da caixa d’água é 
o quádruplo da altura da fonte. Comparado a motobombas 
a	 gasolina,	 cuja	 eficiência	 energética	 é	 cerca	 de	 36%,	 o	
carneiro hidráulico do sítio apresenta
(a) menor	eficiência,	sendo,	portanto,	inviável	economicamente.
(B) menor	 eficiência,	 sendo	 desqualificado	 do	 ponto	 de	 vista	
ambiental pela quantidade de energia que desperdiça.
(C) mesma	eficiência,	mas	constitui	alternativa	ecologicamente	
mais apropriada.
(d) maior	eficiência,	o	que,	por	si	só,	justificaria	o	seu	uso	em	
todas as regiões brasileiras.
(e) maior	eficiência,	sendo	economicamente	viável	e	ecologi-
camente correto.
De acordo com os dados da questão:
Para: Vf1 = 720 l/h Vb1 = 120 l/h e para Vf2 = 1.200 l/h Vb2 = 210 l/h 
Cálculo das eficiências do carneiro hidráulico, para as duas situações extremas:
E1 = (4)(120)/(720) = 0,67 ou 67% e E2 = (4)(210)/(1.200) ~ 0,70 ou 70%
Portanto, a eficiência do carneiro hidráulico é maior do que a das motobombas, 
que é de 36%, além de ser ecologicamente correto.
Gabarito “E” 
13. (eneM 2006) Não é nova a ideia de se extrair energia dos 
oceanos aproveitando-se a diferença das mares alta e 
baixa. Em 1967, os franceses instalaram a primeira usina 
“maré-motriz”, construindo uma barragem equipada de 24 
turbinas, aproveitando-se a potência máxima instalada de 
240	MW,	suficiente	para	a	demanda	de	uma	cidade	com	
200 mil habitantes. Aproximadamente 10% da potência 
total instalada são demandados pelo consumo residencial. 
Nessa cidade francesa, aos domingos, quando parcela dos 
setores industrial e comercial para, a demanda diminui 40%. 
Assim, a produção de energia correspondente a demanda aos 
domingos será atingida mantendo-se
I. todas as turbinas em funcionamento, com 60% da capaci-
dade máxima de produção de cada uma delas.
II. a metade das turbinas funcionando em capacidade máxima 
e o restante, com 20% da capacidade máxima.
III. quatorze turbinas funcionando em capacidade máxima, uma 
com 40% da capacidade máxima e as demais desligadas.
Está correta a situação descrita
(a) apenas em I.
(B) apenas em II.
(C) apenas em I e III.
(d) apenas em II e III.
(e) em I, II e III.
Como a demanda de domingo diminui 40%, ela é de 60% sobre 240 MW, 
ou seja, de 144 MW. Analisando as afirmativas: I: Correta, pois, é dito que 
a demanda de domingo é de 60%; II: Correta, pois 12 turbinas funcionando 
em capacidade máxima dá 120 MW e mais 12 turbinas com 20% da cargamáxima dá (12)(10)0,2) = 24 MW, no total 144 MW; III: Correta, pois qua-
torze turbinas funcionando em capacidade máxima dá 140 MW e uma com 
40% da capacidade máxima dá (10)(0,4) = 4 MW, total: 144 MW.Gabarito “E” 
14. (eneM 2004) O excesso de veículos e os congestionamentos 
em grandes cidades são temas de frequentes reportagens. 
Os meios de transportes utilizados e a forma como são ocupa-
dos	têm	reflexos	nesses	congestionamentos,	além	de	proble-
mas ambientais e econômicos.	No	gráfico	a	seguir,	podem-se	
observar valores médios do consumo de energia por passa-
geiro e por quilômetro rodado, em diferentes meios de trans-
porte, para veículos em duas condições de ocupação (número 
de passageiros): ocupação típica e ocupação máxima.
Esses dados indicam que políticas de transporte urbano devem 
também	levar	em	conta	que	a	maior	eficiência	no	uso	de	energia 
ocorre para os
(a) ônibus, com ocupação típica.
(B) automóveis, com poucos passageiros.
(C) transportes coletivos, com ocupação máxima.
Como se dar muito bem no EnEm – quEstõEs COmEntADAs 252
C
(d) automóveis, com ocupação máxima.
(e) trens, com poucos passageiros.
As políticas de transporte urbano devem levar em conta especialmente os 
transportes coletivos, com ocupação máxima que apresentam os menores 
consumos de energia por passageiro transportado, ou seja, abaixo de 500 
MJ por.passageiro, por quilômetro rodado.Gabarito “C” 
15. (eneM 2002) Os números e cifras envolvidos, quando lida-
mos com dados sobre produção e consumo de energia em 
nosso país, são sempre muito grandes. Apenas no setor 
residencial, em um único dia, o consumo de energia elétrica 
é da ordem de 200 mil MWh. Para avaliar esse consumo, 
imagine uma situação em que o Brasil não dispusesse de 
hidrelétricas e tivesse de depender somente de termoelé-
tricas, onde cada kg de carvão, ao ser queimado, permite 
obter uma quantidade de energia da ordem de 10 kWh. 
Considerando que um caminhão transporta, em média, 10 
toneladas de carvão, a quantidade de caminhões de carvão 
necessária para abastecer as termoelétricas, a cada dia, 
seria da ordem de 
(a) 20. 
(B) 200. 
(C) 1.000. 
(d) 2.000. 
(e) 10.000. 
O consumo diário de energia elétrica no setor residencial no país é de 200 GWh 
ou 200.106 kWh. Se, com 1 kg de carvão se obtém 10 kWh, serão necessários 
(200.106)/(10) kg de carvão, ou 2. 107 kg de carvão para gerar 200 GWh.
Como um caminhão transporta 10 t ou 104 kg, serão necessários 2. 107 /104, 
2.000 caminhões para todo o carvão necessário.
Gabarito “D” 
1.3.2. Conceito de energia potencial e 
de energia cinética
16. (eneM 2009) O uso da água do subsolo requer o bom-
beamento para um reservatório elevado. A capacidade 
de bombeamento (litros/hora) de uma bomba hidráulica 
depende da pressão máxima de bombeio, conhecida 
como altura manométrica H (em metros), do comprimento 
L da tubulação que se estende da bomba até o reserva-
tório (em metros), da altura de bombeio h (em metros) e 
do	desempenho	da	bomba	(exemplificado	no	gráfico).	De	
acordo com os dados a seguir, obtidos de um fabricante 
de bombas, para se determinar a quantidade de litros 
bombeados por hora para o reservatório com uma deter-
minada bomba, deve-se:
1. Escolher a linha apropriada na tabela correspondente à 
altura (h), em metros, da entrada de água na bomba até o 
reservatório.
2. Escolher a coluna apropriada, correspondente ao compri-
mento total da tubulação (L), em metros, da bomba até o 
reservatório.
3. Ler a altura manométrica (H) correspondente ao cruzamento 
das respectivas linha e coluna na tabela.
4.	 Usar	a	altura	manométrica	no	gráfico	de	desempenho	para	
ler a vazão correspondente.
Disponível em: . 
Acesso em: 19 mai. 2009 (adaptado).
Considere que se deseja usar uma bomba, cujo desempenho 
é descrito pelos dados acima, para encher um reservatório de 
1.200 L que se encontra 30 m acima da entrada da bomba. 
Para fazer a tubulação entre a bomba e o reservatório seriam 
usados 200 m de cano. Nessa situação, é de se esperar que a 
bomba consiga encher o reservatório
(a) entre 30 e 40 minutos.
(B) em menos de 30 minutos.
(C) em mais de 1h e 40 minutos.
(d) entre 40 minutos e 1h e 10 minutos.
(e) entre 1h e 10 minutos e 1h e 40 minutos.
Seguindo as orientações do enunciado:
1. Escolhendo a 6ª linha na tabela correspondente à altura h de 30 metros, 
da entrada de água na bomba até o reservatório.
2. Escolhendo a 10ª coluna, correspondente ao comprimento total da 
tubulação L 200 metros, da bomba até o reservatório.
3. Lendo a altura manométrica (H) correspondente ao cruzamento das 
respectivas linha e coluna na tabela (H = 45 m).
4. Usando a altura manométrica no gráfico de desempenho para ler a vazão 
correspondente, que é de 900 litros/h.
O tempo para encher a caixa de 1.200 litros será de:
– Para 900 litros é necessário 1 hora, para 1.200 litros será necessário: 
(1.200)/(900) h, ou seja 1,33 h ou 1 h e 20 minutos.
Gabarito “E” 
17. (eneM 2009)
o super-homem e as leis do movimento
Uma das razões para pensar sobre a física dos super-he-
róis é, acima de tudo, uma forma divertida de explorar 
muitos fenômenos físicos interessantes, desde fenômenos 
corriqueiros	até	eventos	considerados	fantásticos.	A	figura	
seguinte mostra o Super-homem lançando-se no espaço 
para chegar ao topo de um prédio de altura H. Seria possí-
vel admitir que com seus superpoderes ele estaria voando 
com propulsão própria, mas considere que ele tenha dado 
um	 forte	salto.	Neste	caso,	sua	velocidade	final	no	ponto	
mais alto do salto deve ser zero, caso contrário, ele conti-
nuaria subindo. Sendo g a aceleração da gravidade, a rela-
ção entre a velocidade inicial do Super-homem e a altura 
atingida é dada por: V 2 = 2gH

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