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 Cárie de primeira infância; 
 Traumatismos dentários; 
 Patologias periapicais – que muitas vezes necessitam de retentores intra-canais 
para a realização das restaurações. 
 Presença de uma ou mais superfícies cariadas (cavitada ou não cavitada), perdidas 
ou restauradas (devido à cárie) em qualquer dente decíduo de uma criança com 
menos de 6 anos de idade. 
 Toda criança que sai do consultório, deve ter um programa de controle de biofilme 
para executar em casa. Iniciando com um creme dental de “ataque” em casa com 
concentração de 1.450 à 1.500 ppm de flúor. 
 Após revertido o quadro agudo da doença cárie, mudamos para um tratamento de 
controle com uso de creme dental de manutenção com uma concentração de 1000 
à 1.1000 ppm de flúor. 
Clínica odontopediátrica  Comum observar destruição coronária grave por cárie de 
evolução precoce  Necessita de estratégias imediatas capazes de reverter a atividade 
destrutiva da doença. 
Obs.: A reabilitação protética só deve ser iniciada após o controle da doença cárie. 
É a chave para o sucesso da reabilitação. 
Este tecido deve estar duro, mineralizado, e quanto mais melhor, para que haja superfície 
para adesão. 
 É importante lembrar que existe diferença de adesão entre esmalte e dentina. 
 A adesão com ácido fosfórico no esmalte dental funciona muito bem (restauração 
+ confiável e + duradoura). Já, quando temos mais dentina do que esmalte no 
remanescente dentário a adesividade é prejudicada. 
 Na dentina a adesão é prejudicada pelo maior conteúdo orgânico e maior umidade, 
ficando mais sujeita à técnica – respeitando o tempo de ácido, lavagem e aplicação 
do primer. 
 Além disso, o condicionamento com ácido fosfórico em dentina: remove a smear 
layer; promove abertura da embocadura dos túbulos dentinários – mais umidade; 
expõe o colágeno e resulta em menor energia superficial. 
Adesão baseada em difusão e 
embricamento mecânico; 
Ácido fosfórico é muito agressivo para a 
dentina; 
Remoção completa da smear layer; Remoção da Hidroxiapatita que recobre 
a malha de fibras colágenas (MMPs e 
CATEPSINAS) 
Melhor abordagem para o esmalte – 
está provado! A adesão é duradoura! 
As fibras colágenas são profundamente 
expostas e a camada híbrida é espessa; 
Longo histórico clínico – especialmente 
para 3 passos E&R), mas com 
dependência de produto. 
Camada híbrida propensa à infiltração 
e biodegradação; 
Fraca interação química secundária. 
 
 
– ,
.
 O dente decíduo é opaco – use cores de dentina ou resinas opacas, de preferência, 
como: OA1, OB1, OP, DA1, DB1. Geralmente não usamos as de esmalte para os 
dentes decíduos. 
 A resina Aura Bulk-Fill é indicada para a realização de restaurações posteriores 
em dentes decíduos e permanentes. 
 A resina Aura da cor DB é ideal para restaurações diretas e indiretas em dentes 
anteriores e posteriores. 
 Devem ser realizados para evitar o acumulo de biofilme dentário e, o consequente, 
manchamento das restaurações. 
 Condicionamento comportamental da criança. 
 Cariostático de 30 – 38% para que haja a cariostase. 
 Mantenedores de espaço modificados – com dente de estoque. 
– .
.
–
 O mais importante é não prejudicar a saúde periodontal com o tratamento; 
 Restabelecer o equilíbrio (funções) do sistema estomatognático; 
 Mastigação, fonação e estética; 
 Prevenir o desenvolvimento de hábitos parafuncionais; 
 Evitar o desenvolvimento de problemas psicológicos. 
 Resultados estéticos satisfatórios; 
 Durabilidade até a esfoliação do dente decíduo; 
 Sem sofrer fraturas ou deslocamento do remanescente dentário; 
 Cimentado ao dente com material biocompatível; 
 Confeccionado de modo fácil e rápido; 
 Ausência de etapa laboratorial, reduzindo o número de sessões. 
 Tamanho reduzido da coroa 
 Amplitude da câmara pulpar para algum procedimento mais conservador – 
riscos de farturas; 
 A maioria dos casos requer terapia endodôntica; 
 Paredes radiculares delgadas com risco de fraturas; 
 Prevenir fraturas radiculares e coronárias – retenção intra-canal; 
 Extensão da reabilitação; 
 Resultado – disfunção oclusal, devido à perda de DVO. 
 Dependem do dente perdido; do estágio de desenvolvimento da dentição; da idade 
da criança; das características próprias do arco dentário; da presença de hábitos; 
da presença de anomalias na musculatura que podem levar ao desenvolvimento 
de hábitos parafuncionais – bruxismo. 
1. Analise do perfil de risco do paciente; 
2. Avaliação da oclusão do paciente; 
3. Grau de motivação do CD/pais/criança; 
4. Presença de hábitos deletérios para oclusão; 
5. Dimensão vertical de oclusão – DVO. 
 
 
– tem atividade de cárie e necessita de tratamento reabilitador – (lesões ativas + 
necessita de reabilitação). 
– não tem atividade de cárie, mas necessita de tratamento reabilitador – (lesões 
inativas + necessita de reabilitação. 
1º Momento – erupção e oclusão dos incisivos – pouca possibilidade reabilitadora. 
2º Momento – erupção e oclusão dos 1ºMs decíduos – pouca possibilidade reabilitadora. 
Podemos observar: língua dentro da cavidade oral, término da sucção exclusiva, primeiro 
aumento da oclusão. 
3º Momento – erupção e oclusão dos caninos, concomitante ao estabelecimento da chave 
de oclusão de canino, que vai estabilizar a oclusão como um todo, uma vez que os caninos 
são os pilares da oclusão. 
4º Momento – erupção e oclusão dos 2ºMs decíduos – plena possibilidade de tratamento 
reabilitador total. Observa-se pouco crescimento e desenvolvimento. 
/
 Avaliação do estado motivacional da criança; 
 Avaliação do estado motivacional da família; 
 Grau de estresse pelo tratamento; 
 Motivação para higiene bucal. 
Ausência ou presença de hábitos parafuncionais, como: sucção não-nutritiva, onicofagia, 
bruxismo. 
Podemos medir a DVO com um compasso em L, da ponta da base do nariz ao mento e 
da comissura dos lábios ao canto do olho (método de Willis). E daí, diminui-se 3mm, e 
teremos a medida média do levantamento – geralmente em torno de 3mm. 
Pode-se fazer aumento da DVO. Sendo esta etapa, a última do tratamento reabilitador. 
 Próteses Unitárias; 
 Facetas Diretas de Resina Composta; 
 Coroas de Resina Composta e Pinos; 
 Próteses Fixas e Removíveis; 
 Reanatomização Dentária. 
 Coroas de Aço 
 Coroas de Policarbonato 
 Coroas de zircônia 
 Restaurações Metálicas Fundidas (RMF) 
 Colagens Biológicas 
 Coroas Indiretas (Onlays Resina) 
– .
Seleção da coroa 
 Não recortadas, pré-recortadas, pré-contornadas. 
 Devemos medir o espaço mésio-distal do dente com um compasso de ponta seca, 
marcar a medida na régua, e selecionar a coroa com o tamanho mais próximo 
possível do dente. Selecionar a ideal, um número menor e um número maior. 
–
 Mesmos princípios das coroas de aço, porém em desuso. 
 Usada para dentes anteriores. Cimentadas com cimento de fosfato de zinco. 
–
 As coroas são pré-fabricadas, já vêm prontas em tamanhos (largura e altura) 
variados para que se possa escolher sob medida. 
 A sua grande vantagem, sem dúvidas, é a sua praticidade, o que implica em 
menos tempo em que a criança fica sentada na cadeira. 
 Ressaltar também a sua estética e capacidade de devolver integralmente as 
funções dos dentes 
Obs.: como nos casos de grandes destruições dentárias, há a necessidade de iniciar 
pelo tratamento endodôntico e instalação de pino intra-radicular, há a aceleração do 
processo de rizólise pelo tratamento endodôntico. 
 Coleta de dentes removidos ou esfoliados doados pelo paciente ou pela população. 
 Limpeza: água oxigenada 10 volumes + água corrente e esterilização. 
 Cimentar com resina para cimentação. 
 Obs.: Todos os pacientes com prótese devem fazer controle clínico – radiográfico. 
– 
Não precisa cortar a coroa e nem preparar o dente, pois a coroa já é pré-contornada. 
Facetas com Resina Composta + Agente de União 
 No preparo dos dentes anteriores, éimportante manter a integridade das faces de 
contato. Não deve-se romper as proximais, sempre manter se possível. 
 Confecciona-se um sulco de orientação na cervical, e os sulcos de orientação nas 
faces livres para posteriormente, realizar o desgaste do dente, criando um espaço 
para acomodar a resina adequadamente. 
 Importante usar um retrator gengival para que não haja a formação de degraus na 
restauração, e isso venha a comprometer a saúde periodontal. Antes de remover 
 Dica: aplicar uma camada fina de adesivo e, depois, fotopolimerizar para proteger 
a resina de possíveis manchamentos após o procedimento restaurador. 
Colagens com facetas biológicas 
 Realizadas com remanescentes dentários. 
Exemplo – Coroas de acetato – coroas transparentes, que serão preenchidas com resina 
composta. 
 Metálicos; 
 Fios ortodônticos; 
 Pinos biológicos; 
 Cerâmicos; 
 Técnica do “cogumelo invertido”; 
 Pinos de fibra de vidro; 
 Rosqueáveis – estão em desuso; 
 Pode cimentar com CIV ou com enforce. 
Vantagens 
 Aumenta a resistência à fratura do remanescente dentário; 
 Resultados estéticos satisfatórios; 
 Técnica de fácil execução. 
Desvantagens 
 Radiolúcido. 
 
 
 
Contra – indicações 
 Bruxismo; 
 Mordida profunda; 
 Mordida em topo; 
 Falta de espaço protético. 
Obs.: na odontopediatria, faz-se primeiro a manutenção de espaço, e depois a 
exodontia do elemento dental. 
 Prótese Fixa Adesiva; 
 Prótese Fixa de Encaixe; 
 Prótese Fixa de NANCE; 
 Prótese Parcial Removível; 
 Prótese Total; 
 Prótese + Aparelho Ortodôntico 
 Dentes decíduos conóides. 
 Perdas dentais são situações frequentes nos consultórios odontológicos, sobretudo 
em pacientes na primeira infância. 
 Embora as evidências científicas sejam limitadas, as próteses estéticas funcionais, 
como forma de manter espaço e reabilitar o paciente, são consideradas uma opção 
válida no manejo de múltiplas perdas de dentes decíduos. 
 Torna-se indispensável, após a instalação da prótese, a realização de consultas de 
manutenção onde, devem ser avaliadas quanto à qualidade, integridade, higiene, 
possíveis alterações oclusais e tecidos moles abaixo da prótese, além de observar 
os indicadores que possam apontar para o momento adequado para a sua retirada.