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OPTOMAPAS
Optometria ilustrada e simplificada
Por Cecília Medeiros
OPTOMAPAS
Optometria ilustrada e simplificada
ANATOMIA DO OLHO
ESCLERA
RETINA
PONTO CEGO
CORÓIDE
FÓVEA
NERVO ÓPTICO
HUMOR VÍTRIOLIGAMENTOS
CRISTALINO
PUPILA
CÓRNEA
CORPO CILIAR
Componente branco do olho
Localizado na parte externa do globo
ocular
Tecido fibroso que reveste o globo
Ajuda a manter a forma, tônus e o volume
ocular
Envolve internamente o globo O.
Composta por células sensíveis a
luz (fotorreceptores)
Tecido localizado entre a esclera
e a retina
Principal estrutura que compõem
a úvea;
Toda entrecortada por vasos
sanguíneo
Envolve internamente o
globo Ocular.
Localizada no centro da mácula
Possui células sensíveis a luz,
que permite visão central
detalhada.
Transmite impulsos ao
cérebro, onde as
informações são
interpretadas.
Revestimento interno sensível à
luz na parte de trás do olho 
Conhecido como escotoma
não contém receptores de luz
Substância gelatinosa(amorfa semilíquida)
Responsável por manter o formato esférico
do olho
Incolor e preenche um terço do olho
Volume médio de 4ml em cada olho
Responsável por suspender
o cristalino do corpo ciliar
Gelatinosa e elastica
Principal função 
regular o foco dos
objetos
Permite que a luz
entre no olho.
Contrai e dilata de
acordo com a luz 
Transparente
Composta por 5 camadas: epitélio,
camada de Bowman, estroma, membrana
de Descemet e o endotélio.
Refrata ou curva a luz
Formado por
músculo ciliares
resposável pela
contração do
cristalino.
Função: produção do humor aquoso
e secreta ácido hialurônico.
Miopia
A imagem se forma antes da retina
Hipermetropia
Astigmatismo
Presbiopia
Ambliopia
Ametropias
Defeitos da Visão
Dificuldade de enxergar para longe
Achatamento do globo ocular
(alongamento no eixo óptico)
Dificuldade de enxergar
objetos próximos
Correção com lentes divergentes
Defeito no globo ocular
(encurtamento).
A imagem se forma depois da retina
Corrigida com lentes convergentes
Defeito na córnea, raios de
curvatura irregulares
Imagem borrada
Correção: lentes cilíndricas
Envelhecimento do cristalino, perde a elasticidade
Perda da capacidade de
acomodação visual.
"Vista cansada"
Correção feita com lentes 
convergentes
"Olho preguiçoso"
Quando a acuidade visual é
menor relativamente à de um
olho normal
Quando o olho e o cérebro não estão
a “funcionar” de uma forma correta
ou em “sintonia”.
Anisometropia
Antimetropia"Desigualdade de
refracção nos dois
olhos.
"Alterações anatômicas ou
funcionais dos olhos
Forma de anisometropia.
Um olho é míope e o outro
hipermetrope
NERVOS
CRANIANOS
É um nervo aferente -
sensitivo e transmite impulsos
relacionados ao olfato.
Nervo motor relacionado aos
movimentos dos olhos.
Músculos reto superior, medial
e inferior, oblíquo inferior e
levantador das pálpebras.
Esse nervo é o menor dos nervos
cranianos, inerva o músculo oblíquo
superior dos olhos.
Nervo do tipo motor responsável
por informações relacionadas com
os movimentos laterais do olho,
como também ajustamento do foco
e de luz.
Nervo sensitivo e está
relacionado com o equilíbrio
corporal e audição.
Nervo motor responsável pelos
movimentos dos músculos da
língua, faringe e laringe.
Nervo motor que envia
mensagens aos músculos
acessórios.
Nervo sensitivo. Suas
fibras estão
relacionadas com os
impulsos nervosos visual.
Nervo misto, fibras
motoras estão
relacionadas com os
músculos da
mastigação, sensitivo
enviam sinais para a
face.
Nervo misto. fibras
motoras está
relacionadas com
impulsos para
expressão facial, e
liberação de
lágrimas e saliva.
Sensitivo
relacionado com a
gustação.
Nervo misto.
sensitivo: responsável
pelos impulsos da
faringe, tonsilas,
língua e gustação.
Motor, responsável
por levar impulsos ás
glândulas salivares. 
nervo 
misto
Excesso de
ACC
Inflexibilidade
de ACC
Insuficiência
de ACC
Acomodação
Dificuldade para estimular o foco na visão de perto.
Reservas fusionais positivas se encontram baixas e o
ponto próximo tende-se a afastar
Paciente apresenta astenopia, dores de cabeça,
dificuldade para manter a leitura em visão próxima e
lacrimejamento.
Relacionado aos maus hábitos de
trabalho com visão de perto
Visão borrada, cefaleia posterior,
fotofobia, diplopia e falta de
concentração
Sinais: hipermetropia, lacrimejamento, miose,
acomodação elevada e pode apresentar
endoforia
Dificuldade de realizar modificações em focar
para perto e longe com rapidez e de forma
alternante
Amplitude normal, porem a velocidade para fazer
os enfoques seja de longe para perto ou vice e
versa se encontra diminuído
Sintomas: cefaleias, visão borrada, cansaço, e
problemas no enfoque. 
Sinais: hipermetropia, lacrimejamento e falta de
concentração 
HABILIDADES
VISUAIS
MEMÓRIA VISUAL
CONTROLE DOS
MOVIMENTOS OCULARES
MOVIMENTOS
SACÁDICOS
COORDENAÇÃO BINOCULAR
Capacidade de lembrar
informações como palavras ou
imagens que foram vistas no
passado.
Capacidade de movimentação de
ambos os olhos de forma
simultânea, focar em uma
imagem ou um percuso.
São movimentos
rápidos e simultâneos
dos dois olhos entre
dois ou mais pontos de
foco. Esssencial para
ler.
Capacidade dos dois olhos de
trabalharem juntos com
precisão, ao mesmo tempo, como
uma equipe.
FLEXIBILIDADE ACOMODATIVA
Capacidade do olho de mudar
continuamente seu foco entre objetos
próximos e distantes.
CONVERGÊNCIA
Capacidade dos dois olhos
trabalharem juntos como uma
equipe, de se voltarem para o
nariz e se concentrarem em um
livro ou tela de computador.
Essencial para o processo
acadêmico.
RESISTÊNCIA ACOMODATIVA
Capacidade dos olhos de manter
o foco para leitura e outras
tarefas de visão de perto por
longos períodos de tempo.
SEGMENTOS
São movimentos suaves dos dois
olhos entre dois pontos de foco.
Necessários para mover-se entre
parágrafos em uma página ou
até olhar para o professor e
depois voltar a anotar.
HABILIDADES
VISUAIS
PERCEPÇÃO VISUAL
PENSAMENTO VISUAL
PERCEPÇÃO DE CORES
PERCEPÇÃO DE PROFUNDIDADE
É a consciência do ambiente e
do que está acontecendo ao seu
redor no seu campo visual. Esta
habilidade mede sua largura
total da visão.
Conhecido como aprendizagem
visual/espacial ou pensamento
de imagem, é a capacidade de
pensar e analisar o que você
viu.
Capacidade de discriminar entre
as cores. Essa habilidade é
importante para a interpretação
precisa de materiais codificados
por cores (como tabelas e
gráficos).
Capacidade de discernir se os
objetos estão mais próximos ou
mais distantes, um em relação
ao outro. 
VISÃO PERIFÉRICA
(visão lateral) Capacidade de ver
objetos ao nosso redor sem ter
que virar a cabeça.
VISUAL-MOTOR BRUTO
Capacidade de se mover pelo
espaço usando suas informações
visuais para guia-lo evitando
que você esbarre nas coisas.
Esta habilidade é essencial para
pratica de esportes.
INTEGRAÇÃO VISUAL
Capacidade de combinar a visão
com os outros sentidos, para
realizar tarefas complexas, tais
como: copiar, ler enquanto
caminha em uma trave de
equilíbrio e enfiar uma agulha...
VISUAL-MOTOR FINO
Capacidade de se envolver em
atividades de perto com
precisão usando suas
informações visuais (ler,
escrever, costurar, enviar
mensagens de texto). ACUIDADE VISUAL CENTRAL
Capacidade de ver com clareza
e precisão. Essa habilidade é
medida com o termo visão 20/20.
As informações visuais
podem ser verbalmente
codificadas ou o input
verbal pode ser
recodificado para a
imagem visual.
Memória visual a curto
prazo (MVCP)
Habilidade para reter
uma pequena quantidade
de informação visual
(letras, formatos, cores,
etc), durante um período
curto de tempo.
Memória
visual
As informações serão
processadas primeiro na
memória de curto prazo ou
memória de trabalho, sendo
esta de duração e
capacidade limitada. Para
que ela seja processada, é
necessário que seja repetida
(ensaio de menutenção) para
ser então repassada para
armazenagem na memória de
longo prazo.
Cada individuo codifica de
maneira diferente as
informações captadas e
armazenadas por meio da
memória visual ou verbal
de curto prazo.
É a parte de uma grande
áreaconhecida como
habilidade perceptivas visuais.
Capacidade de recordar a
informação visual que foi
vista, sendo um fator crítico
para leitura e escrita.
Exerce uma função
ativa em nossas
vidas cotidianas.
Dificuldades apresentadas:
copiar letras,
retirar palavras e frases de
um quadro,
escrita lenta, dificuldade
para formar e misturar
letras ou palavras dentro
de frases.
CONTROLE DOS
MOVIMENTOS
OCULARES
Extrínsecos ou
extraoculares: controlam o
movimento e a posição dos
olhos (voluntários).
Intrínsecos: controla o
foco próximo e a
quantidade de luz que entra
no olho (involuntários).
Extraoculares controla
movimento da palpebras
superior e o alinhamento
dos olhos. 4 músculos
retos e 2 músculos
oblíquos.
Todos os 6 músculos são
controlados por:
nervo oculomotor
nervo troclear
nervo abducente
Os músculos extrínsecos
dos olhos garantem o
posicionamento da
imagem na região de
maior precisão sensorial
(fóvea).
O campo ocular frontal (COF)
e o culículo superior (CS)
estão envolvidos na produção
de sacadas, enquanto se
admite que o campo ocular
posterior (COP) seja importante
na produção de movimentos de
perseguição.
Músculos:
Obliquo supeiror
Reto superior
reto lateral
Reto medial
Reto inferior
Obliquo inferior
São controlados pelo nosso córtex
cerebral e pelo colículo superior do
nosso cérebro.
Esses movimentos
ocorrem a partir da
sua associação com
o controle.
MOVIMENTOS
sacádicos
Tipos de movimento
sacádicos:
Antissacádicos - quando
movemos o olho para o
lugar oposto ao de onde
está o estímulo.
Preditivos - nos ajudam a
seguir trajetória e predizer
o comportamento daquilo
que observamos.
Visualmente guiados -
quando precisamos captar o
que está sendo visto após o
aparecimento de um estímulo
em nosso campo visual.
Relacionados á memória -
quando movemos nossos
olhos em direção a algum
ponto que temos em nossa
memória. 
Movimentos dos olhos e o
deslocamento super rápido,
brusco e preciso que todo o
conjunto ocular realiza para
que o cérebro possa
absorver as informações
durante a leitura (leitura
eficiente, concentração,
compreensão e retenção).
Podem ser:
voluntários, involuntários
e induzidos.
São eles que favorecem o
rápido deslocamento da
fixação de um ponto a
outro em nosso campo
visual
São capazes de mapear os
ambientes em que estamos, pois
facilitam a captura das imagens
que vemos movendo rapidamente o
nosso olhar.
Movimentos voluntários: 
prossacádios - ajuda-nos a dirigir
o nosso olhar para um novo
estímulo.
antissacádicos - certifica que
possamos afastar o olhar.
Movimento involutários: reflexo de orientação;
ocorre quando surge repentinamente um estímulo
que está fora da periferia do campo visual ou
quando há um estímulo novo.
COORDENAÇÃO
BINOCULAR
Binocularidade:
capacidade de aprender
estímulos visuais com os
dois olhos.
Capacidade dos dois olhos
trabalharem juntos com
precisão, ao mesmo tempo,
como uma equipe. Se um olho
for mais fraco que o outro a
criança pode desenvolver um
olho preguiçoso.
Os movimentos de ambos os
olhos pode ser conjugados
(movimentos dos dois olhos na
mesma direção e velocidade)
ou disjuntivo ou vergência
(convergência e divergência).
Funções binoculares:
Relação AC/A
Reservas de fusão
Acomodação
Convergências relativas
Ponto próximo de
acomodação
Estereopsia
Percepção simultânea
Importante para a
leitura produtiva e
prazerosa.
É um processo complexo que
envolve a coordenação
precisa dos músculos
oculares e o processamento
de informações visuais pelo
cérebro.
Cada olho está posicionado
ligeiramente à frente e em um
ângulo ligeiramente diferente, o
que permite que cada olho
capture uma imagem
ligeiramente diferente do mesmo
objeto.
Ponto próximo de convergência é
o ponto mais próximo onde o
paciente pode manter a fixação de
um objeto fundido sem ver o
dobro.
PPC
CONVERGÊNCIA
convergência relativa
Capacidade de mover os eixos
visuais em adução para manter
a fixação bifoveal e é medida
em dioptria prísmatica. Único movimento ocular que
os humanos fazem sob
controle consciente.
É estimulado por
acomodação, fixação e
estimulação díspar.
A rotação necessária para a
convergência não é feita a
partir do ápice da córnea,
mas sim, a partir do centro
de rotação do olho.
Vários autores propoem que a distância ao
objeto seja utilizada para medir a
convergência, somando a distância ao
centro de rotação do olho, que pode estar
localizado cerca de 14m� atrás do ápice da
córnea. 27m� podem ser adicionado á
distância do estímulo para obter a medida
de convergência mais relativa
É chamada de quantidade de
convergência que pode ser acionada
sem alterar a acomodação.
Convergência relativa positiva
Quantidade de convergência
relativa que pode ser acionada
enquanto se mantém o plano de
acomodação, avaliada estimulando
a convergência com prismas
baseados no tempo.
Convergência relativa negativa 
Quantidade de convergência que
um sujeito consegue relaxar
(divergência) sem variar o plano
de acomodação. É avaliado
através da colocação de prismas
de base nasal.
Levar em
consideração a DIP
do sujeito
COMPONENTES DA
CONVERGÊNCIA
Convergência tônica
Devido ao tónus muscular responsável pela movimentação
dos eixos visuais da posição anatômica de repouso,
divergente para posição do olhar quando não há
estímulo de fusão (posição de repouso fisiológico ou
posição de foria).
Convergência fusional ou reflexa
Conpensa qualquer excesso ou defeito na convergência
tónica, disparidade retiniana como estímulo. Evita que o
sujeito tenha visão dupla, colocando-se em ação para
conseguir a fixação tanto com fóveas quanto com
fusão.
Convergência proximal ou voluntária
É devido ao conhecimento do sujeito de que um objeto
está localizado a uma distância próxima. Também tem
sido chamada de convergência de proximidade
voluntária, psiquica ou consciente.
Convergência acomodativa
Acomodação “arrastada” pela associação de movimentos ou
sincesia. Acomodativa-convergente, seu valor determina o
valor da foria na visão de perto, de modo que uma pessoa que
é ortofórica na visão de longe com adequada convergência
acomodativa também será ortofórica na visão de perto.
Do ponto de vista clínico, apenas
a convergência acomodativa e
fusional pode ser medida.
Vergência fusional positiva
(convergência)
Vergência fusional negativa
(divergência)
Pode ser medida
mono ou binocular.Capacidade do
olho de mudar
continuamente
seu foco entre
objetos próximos
e distantes.
Refere-se ao
poder de estrutura
ocular de fazer
mudanças rápidas,
repetidas e
normais durante a
acomodação.
(FA) Flexibilidade
acomodativa
O teste FA avalia a habilidade
do olho em alterar com rapidez
e precisão a acomodação e,
para além de ser útil para o
diagnostico de problemas
acomodativos e binoculares
permite avaliar o desconforto
visual, uma vez que uma
melhoria na FA e sintomatologia.
Monocular: mede a
capacidade do sistema
ocular de mudar
alternamente o foco
de uma distância longe
para próxima.
Binocular:
mede a
flexibilidade
da
acomodação,
mantendo
uma
vergência
equilibrada.
Consiste em colocar
lentes +2,ooD/-2,00D
(se estiver a avaliar a
flexibilidade VP) ou
-2,00D/0D (se estiver a
avaliar flexibilidade em
VL), á frente do olho e
contabilizar os ciclos
que o paciente
consegue fazer em um
mimuto.
Habilidade do olho de
relaxar e acomodar
Disfunção acomodativa:
Probelmas de focagem
ocular.
Resistência
Acomodativa
Capacidade dos olhos
de manter o foco para
leitura e outras
tarefas de visão de
perto por longos
períodos de tempo.
Fadiga acomodativa -
cansaço visual na
leitura por pouco
tempo.
Essa habilidade é necessária
para realizar as tarefas
escolares e para usar um
computador, tablet ou
celular durante muitas horas
seguidas.
Os sintomas da DA são:
desconforto visual, olhos
vermelhos ou doloridos, visão
momentanea desfocada ao
longe ou perto; dificuldade
na transição longe-perto;
dores de cabeça. Diculdade
em manter a tenção visual
ao realizar tarefas próximas,
o que pode resultar na
evasão a essas tarefas que
produzem stress visual;
sensibilidade á luz ou
tonturas; fadiga rápidaao
realizar tarefas próximas
como leitura ou escrita.
Fatores ambientais:
A percepção
começa
quando um
estímulo é
gerado pelo
ambiente.
PERCEPÇAÕ
VISUAL
Habilidade que serve para
identificar, classificar,
organizar, armazenar e
lembrar a informação
apresentada visualmente.
Fatores que influenciam 
a percepção visual:
Dispositivos
de exibição
da imagem
Fatores individuais:
Iluminação 
do fundo
Idade
Adaptação à
intensidade
de luz
Percepção
de cor
Visão
esterioscópica 
Interação
com outros
sentidos
Formação
da lente
Estado
emocional
Experiência
Habilidade de detectar e
interpretar a luz que
atinge os objetos.
Compreende:
Percepção de
formas
Percepção
espaciais
Percepção de
cores
Percepção de
intensidade
luminiosa
Percepção de
movimentos
É atraves da
percepção
visual que
damos
significado
ao que vemos
É no córtex
visual que é a
parte do cérebro
que gera a
percepção
É o produto final da visão
consistindo na habilidade de detectar
a luz e interpretar as consequências
do estímulos luminoso, do ponto de
vista estético e lógico.
INTEGRAÇÃO
VISUAL
A maioria dos
estudos fala sobre
a integração
visomotora:
Habilidade
harmoniosa entre
olhos e as mãos.
Envolve a percepção
visual e a
coordenação olho-
mão. Tradução da
percepção visual em
função motora.
É a integração
visual com todo
sistema do corpo.
União da visão
com outras
atividades que o
corpo executa.
Capacidade de
combinar a visão com
outros sentidos, para
realizar tarefas
complexas (copiar, ler
enquanto caminha em
uma trave de
equilíbrio, enfiar uma
agulha, amarrar
cardaçõs, etc.
PENSAMENTO
VISUAL
Nosso cérebro:
Lado esquerdo é
lógico e o direito
emoção.
Quando usamos
imagens o cérebro
absorve 6x mais.
Possibilita a
aprendizagem
emocional.
80% dos nossos
neurônios estão
envolvidos com o
sentido visão
65% das pessoas
aprendem com
imagens
É a capacidade de
pensar e analisar o
que ver. Conhecida como
aprendizagem
visual/espacial ou
pensamento de imagem
Pensar visualmente,
exercitar esse tipo de
pensamento apresenta-
se como um recurso
cognitivo para sermos
mais criativos de modo
produtivo na visa
profissional.
Pensar com
os olhos.
Uma ferramenta para
comunicar e organizar
ideias.
Objetivo> fazer com que o
complexo se torne
compreensível. Ajuda a
desenvolver habilidade como
escuta ativa, poder de
síntese e associar
metáforas.
Um bom pensamento
visual usa a relação
espacial entre os
objetos para
armazenar
informações.
Acuidade
visual
POR DEFINIÇÃO:
(V) é a medida do inverso do
ângulo visual (A) com que a
pessoa discrimina partes de
um objeto.
Grau de aptidão do olho
para identificar detalhes
espaciais.
Capacidade de
perceber a forma e
o contorno dos
objetos. 
Medida com optotipos. 
Visão normal: distância 5
metros ler as menores letras
20/20.
É a medida do menor ângulo
formado pelo detalhe de um objeto
a uma determinada distância.
COMO É REALIZADO:
Ex> acuidade visual 20/100
Significa que vê 20 metros
aquilo que um objeto normal
pode ver a 100 metros.
Sentado á distância de
5 a 6 metros da
projeção da tabela de
Snellen;
Cobrir um dos olhos
(monocular);
Ler em voz alta as
letras que enxerga com
o olho;
Repetir o processo no
outro olho.
VISÃO
PERIFÉRICAEssencial para
percepção de
profundidade.
É aquela que ocorre no
canto do olho, permitindo a
visualização de objetos que
estão fora do campo visual
central sem que seja
necessário virar a cabeça
ou mover os olhos.
Auxilia em movimentos
básicos do dia a dia, por
exemplo, quando estamos
dirigindo. A visualização de objetos
pelo canto do olho garante
a percepção visual de
movimentos, o que nos ajuda
a ter uma melhor noção
espacial.Chama-se também
(campo) de
campemetria visão
lateral
Capta imagens gerais e
detecta movimentos
É importante para garantir a
atenção e a segurança no
trânsito ou durante a prática de
atividades esportivas.
A visão periférica se mostra mais
efetiva em ambientes pouco
iluminados.
A visão se forma na
periferia da retina fora
da mácula.
Percebe movimentos, objetos,
sobretudo a noite, porém sem
tanta nitidez ou foco. Pouco
rica em detalhes.
Pode ser treinada
e aprimorada.
Cones mais central,
bastonetes mais
laterais.
PPeerrcceeppççããoo
ddee ccoorreess
Saturação: especifica a
pureza em termos de
mistura de branco.
Modelos:
Teoria Tricomática
Teoria de processos dual
Teoria de processos
oponentes
Médio: 78%
Curtos: 2%
Capacidade de discriminar
entre as cores. Essa habilidade
é importante para a
interpretação precisa de
materiais codificados por
cores, como tabelas e gráficos.
Propriedade que permite
distinguir objetos com base
na cor é a frequência (ou
comprimento de onda) da
onda eletromagnética.
A cor de um objeto
é determinado pela
composição da luz
por ele refletida.
Os cones são
responsáveis pela
visão de cores.
Os cones são capazes de
diferenciar as ondas
eletromagnéticas com base na
sua frequência.
As propriedades das cores que
são distinguíveis pelo olho
humano são:
Matiz (HUE): a cor que
vemos (vermelho, azul, etc)
Brilho: especifico a componente
acromático que é a quantidade
de luz emitada ou refletida.
Espectro magnético
visível está no
intervalo entre
400nm até 700nm.
Três tipos de Cones:
Longos: 20% mais sensíveis a
luz de menor frequência
(cones vermelhos)
Verde e azul: ondas
frequencias maiores
PISTAS PARA PERCEPÇÃO DE
PROFUNDIDADE
Tamanho
reativo
Tamanho
família
Perceptivo
linear Textura Interpretação Claridade
PERCEPÇÃO DE
PROFUNDIDADE
Capacidade de discernir se os
objetos estão mais próximos
ou mais distantes, um em
relação ao outro.
Visão tridimensional,
percepção em quatro
dimensões.
Estereopsia: percepção
de profundidade
produzida pela
disparidade retiniana.
A estereopsia nos auxilia
em habilidades como pegar
objetos e se locomover.
Essa habilidade é
importante para o
desempenho
acadêmico e
atlético.
A habilidade de
perceber objetos
tridimensionalmente se
deve principalmente á
disparidade binocular,
ou seja, á diferença
entre as imagens
recebidas por cada
olho.
A retina registra imagens em
duas dimensões (esquerda-
direita e em cima-em-baixo),
mas são percepcionadas a três
dimensões.
A visão 3D se forma a partir
da fusão das imagens captadas
separadamente por cada um
dos olhos.
Se um dos olhos estiver
desalinhados, a percepção da
profundidade não é tão
precisa.
Monocular Binocular
Mecanismo de
distorção da
percepção:
Componentes
ópticos da retina e
componentes
cognitivos.
Disparidade
retiniana
ConvergênciaDeclínio
angular
PictoriasAcomodaçãoParalaxe de
movimentos
Sombra e
 luz
VISUAL
MOTOR
BRUTO
Capacidade de coordenar
a visão com os movimentos
do corpo.
Capacidade de se mover
pelo espaço usando suas
informações visuais para
guiá-las evitando que
esbarre nas coisas.
Realizar funções cotidianas:
Ficar de pé
Andar
Correr
Sentar-se direito
Jogar, pegar e chutar bola.
Essa habilidade é
essencial para
praticar esportes.
Habilidades motora brutas
são aquelas que requerem
movimentos corporais
completo e que envolvem os
músculos grandes
(estabilizadores do núcleo).
Envolve a percepção
visual e coordenação
olho-movimento.
VISUAL
MOTOR
FINO
Exemplo de atividade que
usa essa habilidade
Costurar
Escrever
Enviar mensagens de
texto
Manipular tesoura,
lápis, talheres.
Capacidade de usar a
mão e os dedos de
forma precisa,
visualizado o que está
fazendo.
Realizar movimentos
intencionais com
músculos menores do
corpo do qual a visão
precisa acompanhar.
Envolve a percepção visual
e a coordenação olho-mão.
Capacidade de se
envolver em
atividades de perto
com precisão
usando suas
informações
visuais.
Na terapia visual com
criança essa habilidade
é bastante utilizada.
Para realização dos
movimentos finos, o
sistema nervoso e motores
precisam de muitas
funções para organizar
seus movimento.
ANAMNESE
OPTOMÉTRICA
Entrevista realizada
para obter informações
sobre o histórico do
paciente.
sintomatologia
Dados
pessoais
Nome
completo
Data de
nascimento
Endereço
Profissão
Motivo da
consulta
Anotar tudoque paciente
relatar de
acordo com
vocabulário do
mesmo.
Oculares
Sistémicos
Farmacológicos
cirúrgicos
Traumáticos
Doença atual:
nome científico
dos sintomas
Antiguidade da
doença: tempo que
sente o sintoma
Antecedentes
familiares
Se algum parente
próximo sofre de
alguma patologia,
diabetes, hipertensão.
Antecedentes
pessoais
Sinais, manifestação
objetiva da doença,
física ou química.
Sintomas, o que o
paciente reporta
(narra) que está
sentindo.
Adicionais:
Como está o
sono?
Como é a
alimentação?
Quantidade de
água que ingere
no dia?
Hobbies/rotina
Tempo e frequência 
LENSOMETRIA
Lensometro Arte de medir o
poder dióptrico de
uma lente utilizando
o lensometro.
Aparelho que
serve para medir
o poder dióptrico
de uma lente
Partes do 
lensometro:
Ocular: parte onde se
colocar o olho para
enxergar o interno.
Tambor mostrador de
eixo: botão giratório
que deixa a imagens
mais nítida.
Tambor dioptrias: botão
giratório a ser girado
durante a leitura das
dioptrias esféricas e
cilíndricas.
Tambor eixo: botão
giratório, para leitura
do eixo da dioptria
cilíndrica
Garfo de sustentação: suporte que segura
a lente. Ajuste do garfo: Alavanca que
permite subir e descer o garfo de
sustentação. Suporte de mira: suporte que
possui uma abertura que será a mira. Mira:
Abertura que permite visualizar a leitura
das dioptrias. Marcador de centro: suporte
com três ponteiras para marcar o centro
óptico. 
Em leituras de lentes
multifocais progressivas a mira
dever ter as seguintes posições
Dioptria de longe
Prisma de equilíbrio
Dioptria de perto
Remarcação de lentes
multifocais
Olho
Preferencial
Olho dominante de
uma pessoa é aquele
que fornece um grau
ligeiramente maior(na
maioria dos casos).
É usado para descrever
a condição visual
normal em que os dois
olhos funcionam bem
como uma equipe e têm
uma acuidade visual
relativamente igual.
Olho principal ou
olho preferido.
O teste do olhar
preferencial é um
método utilizado para
quantificar a acuidade
visual independente da
informação verbal do
paciente. OD x OE
VERSÕES
( ) 
movimentos
normais
(+) musculo 
 segurado
(-) musculo 
 menor força
MOTILIDADE
OCULAR
HISHERBERG
Centrado ou
Descentrado
Nasal ou 
Temporal
Superior ou 
Inferior
KAPPA
DUÇÕES
(0) centrado
(-) temporal
(+) nasal
Movimentos
suaves e
contínuos
Paralisia 
parcial
Paralisia 
total
O exame de motilidade ocular
serve para avaliar o
alinhamento ocular bem como
fazer a avaliação da
movimentação dos olhos e da
musculatura extra-ocular.
Lei de Sherrington
Monocular,
quandoo o
músculo agonista
contrai, o
antagonista
relaxa
Lei de Hering
Binocular, o
estímulo nervoso
é enviado em
intensidade igual
aos músculos dos
dois olhos.
Centrado
.
. . . . .
7° 15° 30°45°
7° ou 14
15° ou 30
30° ou 60
45° ou 90
TESTE DE
HIRSCHEBERG
Determinar o
paralelismo dos eixos
visuais, bem como a
presença ou nõa de
estrabismo.
Sempre o reflexo vai
está ao contrario do
desvio.
Através dos reflexos
corneanos, verifica-
se um olho em
relação ao outro.
Binocular
.
Técnica:
40 cm, na altura dos olhos, iluminar
o arco interciliar do paciente com
uma lanterna, observar a posição
do reflexo corneal em AO e
compará-los, observar o grau
deslocamente se houver.
H. centrado: dois reflexos
estão central na pupila,
não há desvio manifesto.
H. descentrado: temporal
ou nasal, superior ou
inferior.
Anotação clínica
Hirscheberg centrado AO.
Hirscheberg descentrado nasal ou
temporal OD ou OE e o grau de
deslocamento.
Hirscheberg descentrado superior
ou inferior OD ou OE e o grau de
deslocamento
KAPPA
Avalia o ângulo
formado pelo eixo
visual mais o eixo
pupilar
O eixo visual é a linha
que une o ponto de
fixação (objeto) com o
ponto imagem (fóvea)
Observar o
posicionamento do
bulbo ocular em relação
á órbita
Através desse teste se
detecta micro
estrabismo
Pode-se observar se é
uma fixação central ou
excêntrica
Eixo pupilar é a linha
perpendicular a linha
corneal que passa no
centro da pupila e chega
até o ponto nodal
Técnica:
Colocar uma luz a 40cm do paciente,
numa posição fixa, dirigida para a
ponte nasal. Ocluir OE, descolar a luz
para que fique na frente do OD,
observar a posição do reflexo corneal
em relação ao centro da pupilar.
Repetir no olho esquerdo.
Eixo visual
Eixo pupilar
ângulo Kappa
( - ) Endo (E),
posicionado
temporalmente
( 0 ) ambos alinhados
( + ) Exo (X),
posicionado
nasalmente
TESTE DETESTE DE
KRIMSKYKRIMSKY
Com um prisma sobre o
olho para centralizar o
reflexo de luz desviado até
que os reflexos sejam
simétricos.
A quantidade do prisma
necessário para
centralizar o reflexo de
luz desviada estima o
tamanho do
desalinhamento do olho.
Teste reflexo
corneano + prismas
Usado em grandes
ambliopias
Prisma usado no olho
sem desvio, aumento do
poder prismático,
acontece o movimento
lento do olho ambliope
Analisa desvio
latente e manifesto.
Colocar o prisma
sobre o olho fixador.
Base do prisma ao
contrário do desvio
PPC
OBJETIVOSOBJETIVOS
FORMA DE ANOTAÇAOFORMA DE ANOTAÇAO
REALIZADO COM:REALIZADO COM:
Ponto próximo de convergência
Avaliar a capacidade
máxima de convergir
com nitidez mantendo
a fusão.
Observa-se a miose,
convergência e
acomodação.
Motora: Objeto real,
Sensitiva: luz 
Neurológica: filtro
vermelho no olho
dominante.
Régua de PPC/PPA
Anotar o primeiro
valor quando rompe
fusão ou quando vê
duplo. Em seguida
anotar o valor
quando recupera
PRÉ REQUISITOPRÉ REQUISITO
Paciente ter binocularidade,
não ter estrabismo
manifesto, não possuir
nistagmo, afácia.
Criança: objeto real entre 5 e 6 cm
Adulto: objeto real entre 6 a 10 cm
Présbita: objeto real acima de 10 cm
Acima de 15 cm: insuficiência de
convergência.
Ponto de recuperação: 10 e 15 cm
PPC E PPA devem ser realizados
com e sem correção. Nos casos
de presbiopia, os teste devem
ser realizados com correção
para ponto próximo.
PPA
É a menor distância dos olhos
a um objeto para a qual
ocorre a acomodação, imagem
que pode ser vista com nitidez.
Ponto próximo de amocodação
Varia com a idade
O objetivo é
determinar a habilidade
de acomodação de
acordo com a idade.
Forma de avaliar
subjetiva quando o
paciente reportar ver
desfocado.
Deve ser realizado
primeiro sem correção
e depois usando a
correção para longe
Testa-se inicialmente
cada olho em separado
e depois os dois olhos
simultaneamente.
Usa-se a régua de ppc/ppa, apoia no nariz do
paciente e com o cartão pedir para que o
paciente escolha a menor letra que consiga
ver com nitidez. Lentamente aproxime o
cartão até que ele reporte ter perdido a
nitidez.
A resposta deve ser
interpretada em função
da idade.
DUCÇÕES
Estudo dos movimento
para detectar presença de
limitações como paresia
total, paresia parcial e a
amplitude máxima de ação
dos músculos. 
Monocular.
Paciente posicionado de forma reta e
cabeça imóvel.
Ocluir o OE e avaliar o OD.
Colocar um objeto a 40cm na frente
do olho direito do paciente.
Explicar que ele deverá seguir o
objeto unicamente com o olho, sem
mover a cabeça.
Mova a luz nas diferentes posições de
mirada, voltando a cada movimento a
PPO (posição primária do olhar).
Movimento para fora: ABDUÇÃO
Movimento para dentro: ADUÇÃO
Movimento para cima: SUPRADUÇÃO
Movimento para baixo: INFRADUÇÃO
O paciente deve seguir a luz
sem mexer a cabeça nas 8
posições de mirada 
e retornando a posição
primária.
Observar se o reflexo
corneal está centrado
em todas as posições.
Forma de anotação 
SPEC (Suave, Preciso,
Extenso, Completos) -
quando normais e sem
limitações.
Com limitação: Paresia ou
paralisia. Anota-se:
exemplo: paresia do RMO
(reto medial direito).
Versões
São os movimentos
binoculares conjugados em
igual direção e distância e
em diferentes posições do
olhar
Base fisiológica
Técnica
Exame realizado para avaliar
a limitação ou aumento de
excursão ocular devido a
hiper ou hipofunção muscular. Avaliado de forma 
binocular
Está baseada na lei de Hering,
em todo movimento binocular
a quantidade de influxo
nervoso é enviadopor igual
aos músculos sinergistas de
ambos os olhos.
Paciente com a cabeça na
vertical e totalmente imóvel
Aproximar a luz a 40cm, na
altura dos olhos, iluminar o
arco interciliar e observar
se os reflexos corneais
estão presentes em ambos
os olhos.
Mover o objeto nas 8
posições de mirada em H,
voltando sempre entre cada
uma delas à posição
primária do olhar.
Observar o reflexo corneal
se permanece centrado em
ambos os olhos.
Verificar se alguma
posição do reflexo
estar descentrado, e
analisar qual o músculo
que está falhando.
Dextrosupraversão Supraversão Levosupraversão
Dextroversão Posição primária Levoversão
Dextroinfraversão Infraversão Levoinfraversão
Anotação Clínica:
Sem limitações - normais
Hiper leve + Hipo leve -
Hiper moderada ++ Hipo moderada --
Hiper severa +++ Hipo severa ---
Desvio latente: foria não perceptível, bilaterais.
Desvio manifesto: tropias é perceptível, uni ou bilaterais
Tropia intermitente: ás vezes o olho desvia, ás vezes não.
Tropia alternante: o olho sempre desvia.
Técnica
Paciente olhando para
optotipo a 6 metros. oculir
o OD por 2 segundos, em
seguida passe o oclusor
para OE por 2 segundos e
observe se o OD realiza
algum movimento quando
for desocluído. Realizar
novamente ocluindo o OD
e observe o OE, verificar
se tem algum movimento
ao ser desocluído.
TEST
cover
Avalia a presença de
desvios, tipo e
magnitude (foria ou
tropia)
Cover alternante
Determina o sentido do
desvio, End, Exo, Hiper, Hipo.
Ocluir alternadamente os
olhos e observar se há
movimento do olho que é
desocluído.
Deve ser realizado
com correção e sem,
em VL e VP.
Cover uncover
Determinar o tipo de
desvio (foria ou tropia).
Diagnosticar a presença
de heterotropias ou
heteroforias em posição
primária do olhar.
Observar o olho
contralateral. 
Paciente olhando para
ponto de fixação. Ocluir
OE, e observar OD, deixar
o oclusor na frente do OE
por uns 3 segundos e
retire.
Verificar se há movimento
do OD no momento que
ocluir o OE. Repetir o
processo no ocluindo OD e
observar o OE. 
Repetir o processo para
cada olho pelo menos 3
vezes.
Técnica
Sem movimento - ORTOFORIA
Movimento de dentro para PPO -
endoforia ou esoforia.
Movimento de fora para PPO -
exoforia.
Movimento de baixo para PPO -
hipoforia.
Movimento de cima para PPO -
hiperforia.
Prisma cover
test avalia
quantos
prismas o
desvio precisa
para parar.
Abreviações
Resposta
Cover test
O
Ortoforia (normal)
X
Exoforia
E
Endorforia
XT
Exotropia
Exotropia 
direita
XTD
XTE Exotropia
esquerda
ET
EndotropiaETD
Endotropia
direita
ETE
Endotropia
esquerda
X(T)
Exotropia
iintermitente
E(T)
Endotropia
iintermitente
XTA
Exotropia
alternante
ETAEndotropia
alternante
D/E
Hiperforia do
OD sobre OE ET/D
Hipertropia do 
OE sobre OD
REFLEXOS
PUPILARES
REFLEXO FOTOMOTOR
Avaliar a reação da pupila diante a
um estimulo luminoso. Avalia a VIA
AFERENTE. Temos: estimulo na retina
- via eferente - núcleos do III -
nervo motor ocular - sinapse nos
gânglios ciliares - nervos ciliares
curtos - miose.
REFLEXO CONSENSUAL
Avaliar a reação pupilar
através do estímulo
luminoso colocado no
outro olho. Verifica-se
as vias aferentes e
eferentes.
REFLEXO ACOMODATIVO
Verifica a reação das pupilas com
a aproximação de um objeto.
Normais temos: convergência,
acomodação e miose.
Realizado monocular, paciente
olhando para o infinito,
incidir a luz no OD do
paciente (avalia o olho que
está incidindo a luz). Repetir
3x. Observar o reflexo, o
diâmetro pupilar, velocidade de
contração (miose/midríase).
Repetir no OE.
ANOTAÇÃO CLÍNICA: presente
reagente, presente reagente
lento, ausente.
Realizado paciente olhando para
o infinito. incidir a luz no OD do
paciente, avaliar o olho oposto.
Repetir 3x. Incidir luz no OE,
avaliar o OD. Observar o reflexo,
o diâmetro pupilar, velocidade de
contração (miose/midríase). 
ANOTAÇÂO CLÌNICA: presente
reagente, presente reagente lento,
ausente.
Realizado com um objeto na
frente do paciente (entre 40 e
20cm), ambos os olhos abertos,
olha para o infinito e depois
para o onjeto próximo. Avaliar a
contrção pupilar. Repetir 3x. 
ANOTAÇÂO CLÌNICA: presente
reagente, presente reagente
lento, ausente.
O objetivo é avaliar as vias
aferentes (visual de ida da
informações) e eferentes (visual
de volta da informação) das
funções neurovisuais,
determinando a capacidade de
reação ao estímulo.
Teste de
Maddox
Avalia somente desvio latentes
(forias). A vareta de maddox é
posicionada inicialmente na frente
do olho direito do paciente assim
ocorrendo uma dissociação dos
dois olhos e não fundindo a luz
branca percebida pelo olho
esquerdo.
O ângulo da foria
encontrada é medida
através de prismas em que
a base será colocada em
posição contrária do
desvio achado.
O resultado esperado normal
no teste é dado quando o
paciente relatar ver um foco
de luz no centro e uma faixa
sobre este foco, não pussui
nenhum desvio (ortoforia).
Este teste medirá a foria
lateral e vertical, ambos os
desvios podem ser medidos da
mesma forma com prismas de
Risley, barra de prismas ou
prismas soltos, porém este
teste não irá diferenciar
foria de tropia
É um teste subjetivo,
depende da resposta do
paciente.
A lente de maddox é
uma lente que possui
estrias, essas estrias
são cilíndricos
positivos.
Teste de 
Thorrington
É um teste subjetivo utilizado
para confirmar forias, tento
horizontais como verticais.
É necessário para
realização do teste uma
tabela com uma escala em
vertical e uma escala em
horizontal, e com um
marco zero.
Teste de thorrington
modificado, trata-se de
trocar as varetas de
maddox por uma lente de
prisma de 6Dp de Base
inferior.
Técnica:
Uma laterna é posicionada
no marco zero da escala e
é utilizada a vareta de
maddox no olho direito. Se
for para confirmar desvio
horizontal colocar a vareta
de maddox na vertical. 
Se o examinado não
apresentar nenhuma foria a
luz permanecerá no marco
zero, se tiver uma foria a luz
deslocará para o lado
decorrente ao lado do desvio
Realizado tanto a
33cm como a 3m.
ESTEREOPSIA
Visão 3D. Exame
utilizado para
avaliar a visão
esteoscópica ou
percepção de
profundidade.
As imagens são
captadas pelos olhos,
esquerdo e direito,
fazem a fusão no
cérebro, gerando a
percepção de distância
e profundidade.
Testes:
TITMUS
RANDOM DOT
FRISBY
Na realização do
teste o paciente
utiliza um óculos,
onde observa
algumas imagem
para identificar
quais são mais
evidentes.
Fusão normal: 2 luzes na laterais, 1 luz superior e 1 luz inferior pode
variar de acordo com a dominância ocular do paciente.
Supressão do olho esquerdo: irá reportar 2 imagens pois suprime o olho
com o filtro verde, ou seja, o esquerdo.
Supressão do olho direito: irá reportar 3 imagens pois suprime o olho
com filtro vermelho, no caso o olho direito.
Supressão alternada: relatará que as vezes vê 4 ou 3 luzes.
Exotropia: o paciente ai relatar vê 3 luzes no lado direito e 2 no
lado esquerdo. 
Esotropia: vê 2 luzes no lado direito e 3 no lado esquerdo.
Na realizaçã
o do
teste utiliza-
se
óculos e uma
lanterna com
 4
luzes. 1 vermelha,
2 verdes, 1
branca .
Luzes de
worth
Teste para
determinar a
presença de
visão binocular.
Permite
identificar a
presença de
fusão, supressão
ou diplopia
causada por
forias.Teste subjetivo. 
POSSÍVEIS RESPOSTAS:
TESTE DE 
AMSLER Procu
ra de
tectar
altera
ções 
na re
gião
centr
al da 
retina
É através desse teste que
podemos observar se há
alterações na retina , como
degeneração macular
relacionado a idade (DMRI),
edema macular (EM) e miopia
patológica (MP).
Realizado monocular, pede para o
paciente observe o ponto central
sem mover o olho nem a cabeça e
responder algumas perguntas:
Pode ver o ponto central?
Consegue vê os quatros cantos?
As linhas estão bem definidas ou
falta algum pedaço? onde?
Os quadrados tem o mesmo
tamanho ou há algum maior?
Respostas: se o paciente responder ver quadros
perfeitamente, não tem escotoma. Se ver borrado
alguma parte do quadro e consegui ver linhas
distorcidas, encontra-s ante a um escotomarelativo.
Não ver alguma parte do quadro e consegue ver linhas
distorcidas, encontra-se ante um escotoma relativo.
Não ver algum dos quatros cantos, encontra-se diante
de um escotoma periférico.
Normal
 BIO-
MICROSCOPIA
Cílios Sobracelhas Pálpebras Conjuntiva Esclerótica
Tem o objetivo de avaliar
as estruturas dos
segmento anterior. 
Realizado com a
lâmpada de fenda.
Observar:
direção, cor,
crosta, secreção,
blefarite,
mandaroses,
triqupiase,
distriquiases.
Sem alterações:
Completas e
uniformes
Observar: direção,
cicatrizes,
forpunculo,
alopsia, vitilígio,
tumores,
coloboma.
Sem alterações:
Completas e
uniformes
Observar: crostas,
ulceras, edema,
trauma, hiperemia,
tumores,
ressecadas,
ptoses, dobras.
Sem alterações:
lisas e sem rugas
Observar:
inflamações,
tumores,
depósitos,
transparência,
rigidez, plerígios,
pinguela.
Sem alterações:
transparente
Observar: vasos,
transparência,
tumores ,
esclerites, cor:
branca, amarela,
azul...
Sem alterações:
branca e
avascular
 BIO-
MICROSCOPIA
Córnea/limbo Irís Pupila Cristalino Câmara
anterior
Observar:
transparência,
panos leucomas,
cicatrizes,
avascular,
curvatura,
camadas.
Sem alterações:
transparente e
avascular
Observar: redondas,
pigmentação igual,
arquitetura,
inflamação,
nervos,iridectomia,
heterocromia,
fincter.
Sem alterações:
redondas e
isocronicas 
Observar: miose,
midriáse, reação
e estímulos,
tamanho, redonda
ou ovalada,
integridade.
Sem alterações:
redondas, isocoricas
e reação ao estímulo
Observar:
opacidade,
sinérquia,
localização,
capsula.
Sem alterações:
transparente
Observar:
transparência,
células,
membranas,
detalhes/profunda
ou rasa.
Sem alterações:
transparente, rasa
ou profunda.
OFTALMOSCOPIA
DIRETA
Avalia principalmente, formato e
definição das bordas do disco
óptico, tamanho e simetria da
escavação dos discos ópticos entre
os olhos, relação artérias/veias,
presença de cruzamento patológicos.
Avalia
 a pre
sença 
de microau
nerism
as,
hemorragi
as, dru
sas, ex
sudato
s duro
s e
algodo
nosos,
 isque
mia, fio
s de c
obre e
fios d
e part
a, ede
mas macular
es,
edemas pap
ilares,
 entre
 outro
s.
Realização do exame:
Paciente sentado, instrui-lo que olhe
fixamente para um ponto na parede a
frente;
Coloque o foco e selecione a abertura
de maior diâmetro do foco luminoso;
Comece o exame pelo olho direito, a uma
distância de aproximadamente 30cm do
paciente, com uma leve inclinação
com relação a linha do olhar do
paciente possibilitará a visualização do
reflexo vermelho do fundo do olho. A
ausência deste pode sugerir 
opacidades de meio ópticos, por 
exemplo, catarata ou outras doenças
oculares.
Coloque a sua mão esquerda sobre a
testa ou ombro do paciente para no 
seu ajudar no equilíbrio.
Vagarosamente aproxime-se do paciente
com um ângulo de 15° com relação à
linha de fixação (paralelo ao horizonte.
Mantenha a visualização da pupila e
lentamente ajuste o grau das lentes do
aparelho para focar a imagem da retina.
Quando um vaso de retina for
visualizado em foco, siga-o
conforme o mesmo aumenta de
calibre em direção ao nervo 
óptico.
Examine o disco óptico, vasos,
cor e plano de fundo da retina
e, por último, a mácula. Deixe o
exame da mácula por último
por causar maior incômodo ao
paciente.
Repita os mesmos passos
anteriores para o olho
esquerdo.
CERATOMETRIA
Exame clínica objetivo que se
utiliza para medir a curvatura
da superfície anterior da
córnea, e conhecer o valor do
astigmatismo corneal já que a
córnea é um elemento
importante na refração 
ocular.
Medida da córnea em dois
meridianos principais
(horizontal e vertical) numa
área de 2 a 3m� apical
(central).
Realizado para
adaptação de lentes de
contato, saber a curva
base e o tipo de lente
a se adaptar.
Tipos de ceratômetro:
Helmholtz - 1855
Javal - 1881
Princípio em que se baseia
tal medida é a utilização da
córnea como um espelho
convexo e a análise das
imagens por ela refletidas,
virtuais, diretas e menores.
Astigmatismo corneal é a
diferença entre as
ceratometrias (meridianos).
Acima de 4, suspeita de
ceratocone.
Amplitude de
acomodação
Diferença entre o ponto mais
próximo e o mais distante o qual
se consegue focar um texto de
maneira adequada, tendo como
base as posições do ponto remoto
(ponto mais distante para visão
nítida na retina) e o ponto
próximo (ponto mais próximo em
que se forma uma imagem nítida
na retina).
O objetivo é quantificar a máxima
capacidade acomodativa, sendo
quando em repouso (cristalino),
com refração mínima e quando
acomodado (cristalino), com
refração máxima.
É a dioptria até
qual o olho pode
alterar sua
refração acima da
sua melhor
acuidade visual de
perto.
A distância mínima a que um objeto pode
estar para ser visto nitidamente, sem ficar
fora de foco, é de 25 cm, para um olho
humano adulto normal. Essa distância
mínima em que um objeto é visto
nitidamente denomina-se ponto próximo.
Técnicas para medir:
DONDERS - determinar a máxima
capacidade acomodativa do olho, 
com a aproximação da cartela 
de VP. Monocular, paciente usando 
sua correção para longe, tabela de
perto a 50cm, solicitar ao 
paciente que leia uma linha acima da
melhor acuidade visual, aproximar a
tabela atré que ele reporte enxergar
borrado, após isso, medir 
a distância do olho até a 
tabela e converter esse valor em
dioptrias. DF = 1/D
SHEARD - determinar a máxima
capacidade acomodativa do olho,
diante a um estímulo da acomodação
com lentes negativas. Monocular,
paciente usando a correção para
longe, tabela de perto a 33cm, solicitar
ao paciente que leia uma linha acima
da sua melhor acuidade visual,
adicionar lentes negativas de -0,25D
até paciente relatar visão borrada, não
aproximar a tabela, mantê-la a 33cm.
No final acrescentar -3,00D.
FLEXIBILIDADE
ACOMODATIVA
Com lentes de +2,00D e -2,00D
em visão de perto (50cm),
pede-se que o paciente leia no
optotipo uma linha abaixo da
melhor acuidade visual
enquanto faz a troca de
lentes. Deve-se começar
colocando as lentes de +2,00D
e depois trocando pela de
-2,00D. Conta-se o número de
vezes que ouve troca de 
lentes em 1 min. Utilizar um
flipper facilita a 
aplicação do teste.
O objetivo é avaliar a
qualidade e resistência
da velocidade e
dinamismo da resposta
acomodativa.
Fisiologicamente
acontece nesse processo
de avaliação a
capacidade do olho de
focar, miose, vergência,
profundidade de foco e
lag acomodativo.
Avalia a capacidade de
focar e relaxar a
acomodação mantendo a
imagem nítida, também
analisa a velocidade que o
paciente foca ao trocar
de lente.
O resultado esperado muda de acordo com a
idade do paciente. Crianças e pacientes próximos
a presbiopia são encontrados valores mais
baixos. Entre as idades de 13 e 30 anos o valor
esperado é de 11 cpm, podendo variar 0,50 cpm
para mais ou para menos
Poder ser realizado
monocular ou
binocular
+
-
Facilidade de
acomodação
É a latência ou tempo de
reação, velocidade e tempo de
manutenção da habilidade
acomodativsa.
Tem a finalidade de fazer com
que o paciente realize
mudanças rápidas e amplas na
resposta acomodativa. 
Um sintoma típico desse
problema é a queixa
freqüente de não conseguir
trabalhar em visão de perto
Ao realizar a teste obervar e
levar em conta a lente que
dificultou clarear a imagem,
visto que isto indicará a
anomalia acomodativa
existente.
CICLOS X MINUTOS
Muito alto > 8 >10
Alto 14 a 18 8 a 10
Normal 10 a 13 6 a 7
Baixo 6 a 10 4 a 5
Muito baixonuma fonte
de luz secundária. O feixe
oriundo da retina refrata-se
através do olho não acomodado
e, forma o seu conjugado óptico
no ponto remoto do paciente
São observados o movimento
da faixa luminosa (a favor
ou contra) e a aparência do
reflexo (lento ou rápido,
estreito ou largo) para
determinar se há erro
esférico, cilíndrico ou ambos.
Contém um espelho que varia os focos. O espelho
plano (faixa mais larga) reflete os raios paralelos
como se viessem do infinito, já o espelho côncavo
(faixa mais estreita) possui um ponto focal que
inverte o efeito dos raios refletidos, por isso o
movimento das sombras se observa contrário ao
espelho plano, e se utiliza para confirmar o ponto
de neutralização.
Ao movimentar o aparelho
lateralmente ou cima para
baixo, observamos faixa direta
(favor) ou inversa (contra).
Retinoscopia
Estática O optometrista deverá
estar a uma
determinada distância
do paciente,
(distância de
trabalho), e deverá
ser de acordo com a
dioptria da lente de
trabalho.
Binocular, paciente com os
dois olhos abertos olhando
para o infinito (acomodação
em repouso), lentes de trabalho
de acordo com a distância -> 
50 cm= +2,00 em ambos os
olhos, luz normal e banda para
baixo com faixa mais larga,
neutralizar as sombras
(sombras a favor, neutralizar
com lentes positivas, sombras
contras, neutralizar com lentes
negativas. 
Técnica: Esse exame é realizado com o olho do
paciente totalmente relaxado com o foco
de observação no infinito, assim a retina
fica conjugada com seu ponto remoto.
A lente de traballho tem o
objetivo de neutralizar a
distância e o efeito negativo
que o feixe do retino produz. 
A lente de trabalho será de
acordo com a distância
focal (D=1/f)
Neutralizar o primeiro meridiano, de
acordo com a posição de eixo
encontrado e o movimento do
reflexo retiniano. Adicionar lentes
positivas ou negativas, de acordo
com a direção das sombras, que
deverão ser colocadas sobre a
lente de trabalho.
Tabela de Merchan
RetinoscopiaRetinoscopia
DINÂMICADINÂMICA
Nessa retinoscopia
trabalharemos com a
acomodação e a
convergência.
Existem 6 tipos de
retinoscopia dinâmica
(a mais utilizada é a de
Merchan), em todas
serão necessárias
compensar ao resultado
encontrado um valor
referente ao esforço
acomodativo.
Determina o defeito
refrativo com a
acomodação ativa
Realizado monocular,
fixando (olhando) para
o retinoscópio ou para
o cartão do retino,
acomodação totalmente
ativada, sem utilização
de lente de trabalho,
distância de trabalho de
40cm, luz normal e
banda para baixo com
faixa mais larga,
neutralizar sombras, e
ao valor encontrado
devemos descontar do
esférico algebricamente
um valor de acordo com
a idade do paciente.
Netralize o primeiro meridiano, de
acordo com a posição de eixe
encontrado e o movimento do
reflexo retiniano. Adicione lentes
positivas ou negativas, de acordo
com a direção das sombras.
0 a 40 anos
40 a 44 anos
44 a 48 anos
48 a 52 anos
52 a 56 anos
56 a 60 anos
60 a 64 anos
acima 64 anos
1,25 D
1,50 D
1,75 D
2,00 D
2,25 D
2,50 D
2,75 D
3,00 D
SOBRE A AUTORA
Me chamo Cecília Medeiros, sou formada em Psicologia e
atualmente estou no 6° semestre de Optometria e pós
graduanda em Ortóptica e Reabilitação visual.
Sou apaixonada por mapas mentais, como também em criar
arquivos que ajudem as pessoas a estudarem de maneira
simples e ilustrada, assim como é esse Mapa.
@opto.ceceilia (85)98871.6371 ceciliaoptometria@gmail.com
Maravilhoptos, só peço a vocês um favorzinho, quando você estiver lendo
ou relendo esse arquivo não esquece de compartilhar nas redes sociais
para que mais maravilhoptos possam conhecer esse OPTOMAPA também! Ah,
e não esquece de me marcar