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Curso de Psicologia
Disciplina: Processos Psicológicos Básicos
Período: 2º semestre
Prof. Dr. Lucas D.M.F. Vales
lucas.vales@docente.unip.br
Percepção
• Apresentação do conceito
• Atenção
• Percepção de forma, padrões e cores – figura e fundo e 
agrupamento
• Ilusão de ótica e movimento
• Percepção de profundidade e distância – dicas monoculares e 
binoculares
• Percepção de movimento
• Constância perceptiva.
Relembrando os conceitos de Sensação e Percepção
Em termos formais, sensação é a ativação dos órgãos dos sentidos por uma 
fonte de energia física. 
Percepção é a classificação, interpretação, análise e integração de estímulos 
realizada pelos órgãos dos sentidos e pelo cérebro. 
Um estímulo é qualquer fonte passageira de energia física que produz uma 
resposta em um órgão dos sentidos.
Relembrando os conceitos de Sensação e Percepção
Sensação refere-se à ativação dos órgãos dos sentidos (uma
resposta física), ao passo que percepção refere-se a como os
estímulos são interpretados (uma resposta psicológica).
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
Limiar de diferença: o menor nível necessário de estimulação a mais 
(ou a menos) para sentir que ocorreu uma mudança na estimulação.
✓O limiar de diferença é a mínima mudança na estimulação necessária para 
detectar a diferença entre dois estímulos, sendo por isso também 
chamado de menor diferença perceptível.
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
Condições de superlotação, sons e imagens podem ser considerados ruído que
interfere na sensação.
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
Imagine um grupo de pessoas aglomeradas em uma sala pequena lotada
conversando em uma festa.
✓O barulho da multidão torna difícil ouvir as vozes individuais.
✓Nesse caso, as condições de aglomeração seriam consideradas “ruído”, porque estão
impedindo a sensação em níveis de maior discriminação.
✓Da mesma forma, temos capacidade limitada de nos concentrarmos em vários
estímulos simultaneamente.
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
O tamanho de um estímulo que constitui a menor diferença
perceptível depende da intensidade inicial do estímulo.
oA relação entre mudanças no tamanho original de um estímulo e o grau em
que uma mudança será́ percebida forma uma das leis básicas de
psicofísica: a lei de Weber.
➢A lei de Weber afirma que a menor diferença perceptível é uma proporção
constante da intensidade de um estímulo inicial (em vez de uma quantidade
constante).
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
Por exemplo, Weber constatou que a menor diferença perceptível para peso é 1:50.
❖Consequentemente, é preciso um aumento de uma grama em um peso de 50 gramas
para produzir uma diferença perceptível, sendo necessário um aumento de 10 gramas
para produzir uma diferença perceptível se o peso inicial fosse de 500 gramas.
✓ Em ambos os casos, o mesmo aumento proporcional é necessário para produzir a menor
diferença perceptível – 1:50 = 10:500.
✓Da mesma forma, a menor diferença perceptível que distingue alterações de intensidade entre
sons é maior para sons que são inicialmente altos do que o é para sons que são inicialmente
suaves, mas o aumento proporcional continua sendo o mesmo.
Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
A lei de Weber explica porque uma pessoa em um ambiente
silencioso se assusta mais com o toque de um telefone do que uma
pessoa em um ambiente já́ barulhento.
✓Para produzir a mesma quantidade de reação em um ambiente barulhento,
um toque telefônico teria de se aproximar da intensidade de sinos de
catedrais.
✓De modo similar, quando a lua é visível durante o final da tarde, ela parece
relativamente escura – porém, contra um céu noturno escuro, ela parece
muito brilhante.
Via entre o olho e o cérebro
✓ Quase 130 milhões de células 
fotorreceptoras enterradas na retina: os 
bastonetes e os cones. 
✓ A energia luminosa desencadeia 
alterações químicas. Essa reação química 
estimula sinais neurais em células 
bipolares próximas. 
✓ As células bipolares ativam as células 
ganglionares vizinhas, cujos axônios se 
entrelaçam como os fios de uma corda 
para formar o nervo óptico. 
✓ Depois de uma pequena escala no 
tálamo, a informação viaja para o destino 
final, seu córtex visual, no lobo occipital 
na parte posterior do cérebro.
Via entre o olho e o cérebro – ponto cego
• O nervo óptico é uma enorme via de informação do olho para o cérebro. Esse nervo 
pode enviar cerca de um milhão de mensagens de uma só vez por meio de suas quase 
um milhão de fibras ganglionares. (O nervo auditivo, que possibilita a audição, 
transporta muito menos informações por suas meras 30 mil fibras.)
• Porém, essa via de alta velocidade do olho ao cérebro apresenta um ponto cego, sem 
células receptoras, onde o nervo óptico deixa o olho.
Via entre o olho e o cérebro – ponto cego
Via entre o olho e o cérebro
o Cones e bastonetes, cada um oferece uma sensibilidade especial; os cones para os
detalhes e cores, e os bastonetes para a luz fraca e o movimento periférico.
o A imagem atinge as regiões externas da retina, onde predominam os bastonetes. Assim,
quando você dirige ou anda de bicicleta, os bastonetes ajudam a detectar um carro em
sua visão periférica bem antes de perceber seus detalhes.
✓ Na Figura, que tem 12 pontos pretos, você pode ver apenas dois de cada vez, e seu
cérebro vai preenchendo a entrada periférica com menos nitidez
Percepção de cores
• Teoria tricromática (de três cores) de Young-Helmholtz. Teoria de que a retina
contém três tipos diferentes de receptores de cores – um mais sensível ao
vermelho, um ao verde, um ao azul – os quais, quando estimulados em
combinação, podem produzir a percepção de qualquer cor.
• Teoria do processo oponente. Teoria segundo a qual processos retinianos
opostos (vermelho-verde, amarelo-azul, branco-preto) possibilitam a visão de
cores. Por exemplo, algumas células são estimuladas pelo verde e inibidas pelo
vermelho; outras são estimuladas pelo vermelho e inibidas pelo verde.
Visão de cores deficiente: A foto na imagem (a) mostra como as pessoas com deficiência de vermelho-
verde perceberam um jogo de futebol americano.
A foto da imagem (b) mostra como ficou o jogo para quem tem visão de cores normal.
Detecção de características:
✓Nosso processamento visual desconstrói imagens visuais e depois as reconstrói.
➢Detectores de características: células nervosas no córtex visual do lobo occipital que
respondem às características específicas de uma cena – isto é, aos contornos, bordas,
linhas, ângulos e movimentos.
Processamento paralelo:
✓Para analisar uma cena visual, ele divide uma cena visual em subdimensões –
movimento, forma, profundidade e cor – e trabalha em cada aspecto
simultaneamente. Fazer muitas coisas ao mesmo tempo.
➢Para reconhecer uma face, o cérebro integra informações que a retina projeta em
diversas áreas do córtex visual, compara-a com informações armazenadas, o que
possibilita que a área de reconhecimento fusiforme da face reconheça de fato um
rosto específico.
➢Todo o processo de reconhecimento facial requer um tremendo poder cerebral,
envolvendo conexões entre redes visuais, de memória, sociais e auditivas
Organização perceptiva
Gestalt: Um todo organizado. Os psicólogos da Gestalt enfatizaram nossa
tendência de integrar pedaços de informação em totalidades significativas.
Organização perceptiva
Os elementos individuais da figura, chamada cubo de Necker, não passam de oito
círculos cinza, cada um contendo três linhas brancas convergentes. O que acontece
quando vemos esses elementos juntos? O cubo de Necker resultante ilustra bem um
ditado favorito dos psicólogos da Gestalt: Na percepção, o todo pode exceder a soma
de suas partes.
O que você vê: hexágonos com linhas brancas
ou um cubo? Se você olhar fixamente para um
cubo, pode notar que eleinverte a localização,
movendo o minúsculo X no centro da borda
frontal para a borda traseira. Às vezes pode
parecer que o cubo flutua para frente, com
hexágonos atrás dele. Outras vezes, os
hexágonos podem virar furos através dos quais
o cubo aparece, como se estivesse flutuando
atrás deles.
Percepção de forma
Figura e fundo: Organização do campo visual em objetos (as figuras) que se
destacam de seu entorno (o fundo).
Percepção de forma
Figura e fundo: Organização do campo visual em objetos (as figuras) que se
destacam de seu entorno (o fundo).
Percepção de forma
Figura e fundo: Organização do campo visual em objetos (as figuras) que se
destacam de seu entorno (o fundo).
Percepção de forma
Agrupamento: Tendência perceptiva de organizar estímulos em grupos
coerentes.
Três princípios de agrupamento. (a) Graças à proximidade, agrupamos figuras próximas. Não vemos seis linhas separadas, mas
três conjuntos de duas linhas. (b) Por meio da continuidade, percebemos padrões suaves e contínuos em vez de descontínuos.
Esse padrão pode ser uma série de semicírculos alternados, mas nós o percebemos como duas linhas contínuas – uma
ondulada, outra reta. (c) Usando o fechamento, preenchemos as lacunas para criar um objeto completo e completo. Assim,
supomos que os círculos à esquerda estão completos, mas parcialmente bloqueados pelo triângulo (ilusório). Adicione nada
mais do que pequenos segmentos de linha para fechar os círculos e seu cérebro pode parar de construir um triângulo.
Percepção de forma
Agrupamento: Tendência perceptiva de organizar estímulos em grupos
coerentes.
Qual é o segredo dessa casinha de cachorro
impossível? Você provavelmente percebe essa
casinha de cachorro como uma Gestalt – uma
estrutura completa (embora impossível). Na
verdade, seu cérebro impõe essa sensação de
totalidade à imagem. Os princípios de
agrupamento da Gestalt, como fechamento e
continuidade, estão em ação aqui
Percepção de forma
Agrupamento: Tendência perceptiva de organizar estímulos em grupos
coerentes.
Solução. Outra visão da casinha de cachorro impossível
na anterior revela os segredos dessa ilusão. A partir do
ângulo da foto, os princípios de agrupamento de
fechamento e continuidade nos levam a perceber as
tábuas como contínuas.
Percepção de profundidade
• Como usamos os indicadores binoculares e monoculares para perceber o
mundo em três dimensões, e como percebemos o movimento?
• Nosso sistema olho-cérebro realiza muitos feitos notáveis, entre os quais está
a percepção de profundidade. A partir das imagens bidimensionais que
chegam à nossa retina, de alguma forma organizamos percepções
tridimensionais que, por exemplo, nos permitem estimar a distância de um
carro que se aproxima. Como adquirimos essa habilidade? Nascemos com ela?
Aprendemos isso?
Percepção de profundidade
Abismo visual: Crianças com idade entre 6 e 14 meses na beira de um “abismo” seguro,
encorajados por suas mães a engatinhar em direção ao tampo de vidro. A maioria dos bebês se
recusou, indicando que eram capazes de perceber a profundidade.
Percepção de profundidade
INDICADORES BINOCULARES: As pessoas que veem com dois olhos percebem a
profundidade, graças, em parte, a indicadores binoculares. Aqui está uma
demonstração que você pode tentar: com os dois olhos abertos, segure duas
canetas ou lápis a sua frente e encoste a ponta de um na ponta do outro. Agora
faça o mesmo com um olho fechado. Essa tarefa é mais difícil?
Usamos os indicadores binoculares para julgar a distância entre objetos próximos. Um desses
indicadores é a convergência, o ângulo interno dos olhos focalizando um objeto próximo. Outro
é a disparidade retiniana. Como há espaço entre os olhos, cada retina recebe uma imagem do
mundo ligeiramente diferente. Quando o cérebro compara ambas as imagens, ele consegue
julgar o quanto um objeto está perto de você. Quanto maior a disparidade retiniana, ou a
diferença entre as duas imagens, mais próximo está o objeto
Percepção de profundidade
INDICADORES MONOCULARES: Como julgamos se uma pessoa está a 10 ou a 
100 metros de distância? A disparidade retiniana não ajuda nesse caso, já que 
não haverá muita diferença entre as imagens lançadas em nossas retinas direita 
e esquerda. A essas distâncias, dependemos de indicadores monoculares 
(disponíveis para cada olho separadamente).
Percepção de profundidade
Indicador binocular: Indicador de profundidade, como disparidade
retiniana, que depende do uso de dois olhos.
Disparidade retiniana: Indicador binocular para a percepção de
profundidade. Ao comparar imagens da retina em ambos os olhos, o
cérebro calcula a distância – quanto maior a disparidade (diferença) entre
as duas imagens, mais próximo o objeto.
Indicador monocular: Indicação de profundidade, como interposição ou
perspectiva linear, disponível apenas para cada olho.
Constância perceptiva
CONSTÂNCIAS DE FORMA E TAMANHO: Graças à constância da forma, percebemos a forma de 
objetos familiares, como a porta na figura abaixo, como constante, mesmo enquanto nossas 
retinas recebem imagens mutáveis deles. Nosso cérebro consegue esse feito porque os 
neurônios do córtex visual aprendem rapidamente a associar diferentes visões de um objeto.
Constância perceptiva
CONSTÂNCIAS DE FORMA E TAMANHO: Graças à constância da forma, percebemos a forma de 
objetos familiares, como a porta na figura abaixo, como constante, mesmo enquanto nossas 
retinas recebem imagens mutáveis deles. Nosso cérebro consegue esse feito porque os 
neurônios do córtex visual aprendem rapidamente a associar diferentes visões de um objeto.
Constância perceptiva
Vendo cores? Surpresa! Esta é
realmente uma foto em preto e
branco. As linhas de grade coloridas
e sobrepostas também enganaram
seus olhos?
Constância perceptiva
Luminância relativa. Devido ao contexto que o
cerca, percebemos o Quadrado A mais claro
que o Quadrado B. Mas, acredite ou não, eles
são idênticos.
Atenção
Atenção é o nome dado ao caráter direcional e à seletividade dos processos
mentais organizados.
• Esta atenção seletiva é um processo complexo, com vários componentes:
- Alerta
- Concentração
- Seleção
- Perscrutação
• Os processos que determinam a atenção envolvem atividades cooperativas
na formação reticular, sistema límbico e atividades corticais e subcorticais
associadas à função sensorial e motora.
• Os neurônios do córtex parietal posterior recebem informações sensoriais
do tálamo e das áreas de associação corticais, informações motoras dos
gânglios da base, informações de orientação do colículo superior,
informações límbicas do giro do cíngulo amígdala.
• Todas estas áreas recebem aferências da formação reticular que regula o
nível de ativação de cada uma delas.
• Atenção - Atividade mental independente
• Componente fundamental - Funções Psicofisiológicas
➢Emoções
➢Pensamento
➢Linguagem
Formação Reticular
Sistema ativador reticular ascendente
(SARA)
Formação Reticular
Formação reticular: consiste em um conjunto de neurônios de tamanhos e tipos
diferentes separados por uma rede de fibras nervosas.
A formação reticular se inicia como uma faixa de tecido na parte superior da
medula, distribui-se amplamente no tronco encefálico e penetra no diencéfalo.
O cérebro utiliza a formação reticular para comparar o mundo interno com o
mundo externo, servindo de canal para seus mecanismos reguladores,
particularmente aqueles ligados à atenção que seleciona os estímulos,
promovendo uma relação econômica entre o cérebro e o ambiente.
• Aferências à Formação Reticular: é normalmente ativada por impulsos
sensoriais somáticos. A formação reticular recebe colaterais de
praticamente todas as vias sensoriais do corpo, incluindo fibras das vias
neurais da dor, tato, pressão e de terminais sensoriais de vias visuais da
retina, olfatórias, auditivas e vestibulares.
• Eferências da Formação Reticular: constituem-se de fibras ascendentes
para estruturas diencefálicas e corticais, e de fibras motorasdescendentes.
Sua principal função está relacionada com a ativação do córtex cerebral,
regulando os estados de alerta e sono.
Formação Reticular
Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA)
O Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA) regula o estado de alerta, a condição
mais elementar da atenção.
o Fibras do SARA projetam-se para o tálamo e daí para o córtex de maneira inespecífica.
Está relacionada com a ativação cerebral (regula o estado de sono e vigília).
o A excitação elétrica do SARA leva a um aumento do tônus muscular e a um estado de
alerta geral. Evidências farmacológicas atestam a importância do SARA na
manutenção da consciência.
Várias letras A são agrupadas para formar uma figura
com o formato da letra L.
Quando o indivíduo focaliza sua atenção em uma letra A,
sua atenção é localizada; quando ele focaliza sua atenção
na letra L, sua atenção é global.
A letra L forma-se predominantemente no hemisfério
direito quando o indivíduo focaliza globalmente o objeto,
indicando especialização hemisférica.
Atenção focalizada na letra A (localizada) representa um
aumento da atividade na área visual primária no
hemisfério esquerdo.
Trocar repentinamente o foco de nossa atenção de
aspectos específicos de um objeto para sua configuração
global ativa o córtex pré-frontal e o córtex de associação
parietal.
Síndrome da Negligência (ou Inatenção): 
Lesões no hemisfério direito
Em relação ao próprio corpo
(ausência de percepção do lado 
esquerdo do corpo)
Em relação ao exterior 
(ausência de percepção mundo 
externo ao lado esquerdo do corpo)
Reação de Orientação
• Consiste no movimento de orientação (olhos e cabeça) em direção ao
estímulo ambiental;
• É a primeira resposta do organismo em relação a um dado estímulo de
forma a assegurar as condições ótimas para a percepção do mesmo;
• É a reação mais elementar de atenção e já ocorre em recém-nascidos;
• Distingue-se da reação de alerta por ser de caráter direcional e seletivo
e da atenção voluntária (ato social complexo e multissensorial).
Atenção
William James
“Todo mundo sabe o que é atenção. É uma possessão ávida da
mente, em forma vívida e clara, de um entre o que parecem muitos
objetos ou sequências de pensamentos simultaneamente possíveis.”
(1890)
Robert Sternberg – Psicologia Cognitiva
“A atenção é um fenômeno pelo qual processamos
ativamente uma quantidade limitada de informações do
enorme montante de informações disponíveis através de
nossos sentidos, de nossas memórias armazenadas e de
outros processos cognitivos.” (2000)
Atenção
“Objetivos” da atenção
1. monitorar interações com o ambiente (feedback e ajuste
dinâmico);
2. fornecer identidade pessoal, unindo passado e presente,
memória e sensações;
3. controlar ações e planejar o futuro com o resultado do
processamento dos objetivos 1 e 2.
Estímulos Ambientais
Distração Desatenção
Atenção
Habituação
A formação reticular também desempenha importante papel na regulação da
habituação.
❖Redução gradativa da reação de orientação a cada nova apresentação do
estímulo até que o organismo não emita mais qualquer resposta.
❖Os esquizofrênicos apresentam alterações no funcionamento das vias
dopaminérgicas associadas a alterações significativas de atenção. Estes não se
habituam facilmente aos estímulos ambientais de forma que reagem de maneira
exagerada aos estímulos que são, em geral, ignorados pela maioria das pessoas.
• Adaptação: processo de saturação dos mecanismos sensoriais locais - (órgãos
sensoriais - processo sensorial)
Funções da Atenção
Atenção seletiva
• prestar atenção a um estímulo enquanto ignoramos outros (cocktail party)
Vigilância
• esperar aparecer algo específico num ambiente monótono (RADAR, salva-vidas)
Sondagem
• Procura ativa por itens particulares (prateleiras do supermercado)
Atenção dividida
• Prestar atenção em duas tarefas distintas ao mesmo tempo (falar ao telefone
enquanto assiste TV)
	Slide 1: Curso de Psicologia Disciplina: Processos Psicológicos Básicos Período: 2º semestre
	Slide 2: Percepção
	Slide 3: Relembrando os conceitos de Sensação e Percepção
	Slide 4: Relembrando os conceitos de Sensação e Percepção
	Slide 5: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 6: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 7: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 8: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 9: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 10: Limiares de diferença: percebendo distinções entre estímulos
	Slide 11: Via entre o olho e o cérebro
	Slide 12: Via entre o olho e o cérebro – ponto cego
	Slide 13: Via entre o olho e o cérebro – ponto cego
	Slide 14: Via entre o olho e o cérebro
	Slide 15: Percepção de cores
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18: Organização perceptiva
	Slide 19: Organização perceptiva
	Slide 20: Percepção de forma
	Slide 21: Percepção de forma
	Slide 22: Percepção de forma
	Slide 23: Percepção de forma
	Slide 24: Percepção de forma
	Slide 25: Percepção de forma
	Slide 26: Percepção de profundidade
	Slide 27: Percepção de profundidade
	Slide 28: Percepção de profundidade
	Slide 29: Percepção de profundidade
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32: Percepção de profundidade
	Slide 33: Constância perceptiva
	Slide 34: Constância perceptiva
	Slide 35: Constância perceptiva
	Slide 36: Constância perceptiva
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40: Atenção
	Slide 41
	Slide 42: Formação Reticular
	Slide 43: Formação Reticular
	Slide 44: Formação Reticular
	Slide 45: Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA)
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49: Atenção
	Slide 50: Atenção
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53: Habituação
	Slide 54: Funções da Atenção