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MAGISTÉRIO DAS IRMÃS DE S. JOSÉ DE CLUNY Nº 49 MALANJE TEORIAS SOCIAIS GRUPO: 2 TURMA: E SALA: CLASSE: 11ª PERÍODO: MANHÃ CURSO: OPÇÃO PRIMÁRIA DOCENTE ___________________ Malanje, 2025 TEORIAS SOCIAIS INTEGRANTES DO GRUPO Nº Nome Nota do trabalho Nota da defesa 4 André José Zua Inácio 20 Fátima Zacarias Manuel 26 Ilda Mendes Sitamba 27 Ilda Oliveira Domingos 35 José Francisco Fernandes 39 Luciano Vieira Longo 43 Marcelina João 54 Nelson Albino José DEDICATÓRIA Dedicamos aos nossos queridos pais e encarregados de educação, pela ajuda incondicional que têm prestada no decorrer da nossa formação académica. AGRADECIMENTOS Primeiramente agradecemos a Deus todo poderoso por nos ter dado o fôlego de vida, e nos permitir chegar até aqui. Agradecemos profundamente aos nossos pais, pelos seus esforços contínuo, e sobretudo o seu amor incondicional. Aos nossos amigos e a todos aqueles que de forma direta ou indirectas, têm contribuído na nossa formação. ÍNDICE INTRODUÇÃO 6 CAPÍTULO I – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 7 1.1. Definição de termos e conceitos 7 1.1.1. Conceito da teoria pedagógica 7 2.1. Teoria social 8 2.2. Autores principais 8 2.3. Os elementos estruturantes da teoria social 8 2.4. Fundamentos 9 CONCLUSÃO 16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 17 INTRODUÇÃO Neste trabalho a temática a ser abordada é Teorias pedagógicas; em que vamos aprofundar mais sobre a Teorias sociais em que; as teorias pedagógicas são um campo de estudo que visa compreender os processos de ensino e aprendizagem, com o objetivo de melhorar a prática pedagógica. Para isso, elas investigam e analisam as diferentes abordagens, métodos e estratégias utilizadas na educação. Além disso, a teoria pedagógica contribui para o desenvolvimento de uma educação mais inclusiva, que valoriza a diversidade e respeita as diferenças individuais. Ela também permite a reflexão crítica sobre as práticas educativas, possibilitando a busca por melhorias e inovações. As teorias sociais têm como propósito analisar, descobrir e esclarecer as relações sociais e as formas de associação entre as pessoas. Seu surgimento, no século XIX, está relacionado à necessidade de compreensão das transformações sociais decorrentes dos processos de industrialização e urbanização. Para dar resposta a esse problema, o grupo elaborou os seguintes objetivos: Objectivo geral · Compreender as teorias sociais. Objectivos específicos · Identificar os autores principais das teorias sociais; · Descrever os elementos estruturantes das teorias sociais; · Explicar os fundamentos das teorias sociais. Metodologia Tipo de pesquisa quanto as abordagens, usou-se a uma pesquisa qualitativa. Do ponto de vista da sua natureza, é uma pesquisa básica. Em relação aos objectivos da pesquisa, optou-se pela pesquisa descritiva. Quanto aos procedimentos optou-se pela pesquisa bibliográfica. Justificativa Ao abordar este presente tema, buscamos não apenas adquirir conhecimento acadêmico, mas também gerar conhecimentos práticos que possam benefícios para o grupo. Do ponto de vista acadêmico-científico, este estudo preenche uma lacuna na literatura existente sobre o tema abordado. Poucas pesquisas abordaram esse tema específico num contexto prático e local, o que limita o conhecimento disponível. CAPÍTULO I – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 1.1. Definição de termos e conceitos 1.1.1. Conceito da teoria pedagógica A teoria pedagógica é um campo de estudo que se dedica a compreender os processos de ensino e aprendizagem. Ela busca investigar e analisar as diferentes abordagens, métodos e estratégias utilizadas na educação, visando aprimorar a prática pedagógica e promover um ensino mais eficiente e significativo. Principais abordagens da teoria pedagógica Existem diversas abordagens teóricas no campo da pedagogia, cada uma com suas características e pressupostos · Behaviorismo O behaviorismo é uma abordagem que enfatiza o papel do ambiente na aprendizagem. Segundo essa teoria, o comportamento humano é moldado por estímulos externos e reforços. Na educação, o behaviorismo defende a utilização de recompensas e punições para incentivar o aprendizado. · Construtivismo O construtivismo é uma abordagem que valoriza a construção ativa do conhecimento pelo aluno. Segundo essa teoria, o aprendizado ocorre por meio da interação do indivíduo com o ambiente, sendo o aluno o protagonista do processo de aprendizagem. O professor tem o papel de mediar e facilitar essa construção do conhecimento. · Sociointeracionismo O sociointeracionismo é uma abordagem que destaca a importância das interações sociais na aprendizagem. Segundo essa teoria, o conhecimento é construído por meio das interações entre os indivíduos e o meio social. O diálogo, a colaboração e a troca de experiências são fundamentais nesse processo. · Cognitivismo O cognitivismo é uma abordagem que se concentra no estudo dos processos mentais envolvidos na aprendizagem. Segundo essa teoria, o conhecimento é construído por meio da organização, interpretação e transformação das informações recebidas. O professor tem o papel de fornecer estímulos e estratégias que facilitem esse processo. 2.1. Teoria social Teoria social é uma estrutura analítica ou paradigma usado para estudar e interpretar fenômenos sociais. Uma ferramenta usada por cientistas sociais, as teorias sociais relacionam-se a debates históricos sobre a validade e a confiabilidade de diferentes metodologias (por exemplo, positivismo e antipositivismo), o primado de estrutura ou agência, bem como a relação entre contingência e necessidade. As teorias sociais têm como propósito analisar, descobrir e esclarecer as relações sociais e as formas de associação entre as pessoas. Seu surgimento, no século XIX, está relacionado à necessidade de compreensão das transformações sociais decorrentes dos processos de industrialização e urbanização. 2.2. Autores principais As teorias sociológicas são explicações científicas para as relações e as transformações que ocorrem na sociedade e nas suas instituições. Os três principais pensadores, conhecidos como os pensadores clássicos da Sociologia, são: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. A estrutura social diz respeito à forma como uma sociedade se organiza, ou seja: principalmente através de relações complexas e constantes, que se interligam, como as relações estabelecidas entre os indivíduos, por meio dos papéis sociais que estes assumem. Além disso, é possível afirmar que estrutura social tem a ver com a expectativa do comportamento entre os indivíduos, os quais assumem papéis sociais e possuem status sociais, fatos que nos permitiriam organizar nossas vidas enquanto atores sociais. Mais especificamente, “o conceito de estrutura social é um recurso analítico que serve para compreender como os homens se comportam socialmente”. Precisamos considerar que se as expectativas das normas sociais são importantes, por outro lado, essas mesmas normas podem ser alteradas pelos atores sociais em seu cotidiano. Isso significa que os papéis sociais podem mudar. 2.3. Os elementos estruturantes da teoria social Estrutura social A forma como uma sociedade se organiza, através de relações complexas e constantes entre os indivíduos. A estrutura social é determinada por diversos fatores, como os econômicos, políticos, sociais, culturais, históricos e religiosos. · Instituições A organização de instituições, como a família, o governo, a religião, a educação e a economia. Cada uma dessas instituições tem um papel específico na sociedade, garantindo a sua estabilidade e funcionamento. · Papéis sociais Os papéis que o indivíduo ocupa na sociedade. · Dualidade da estrutura A metateórica de Anthony Giddens, que afirma queessas estruturas sociais são proporcionadas pela ação humana, mas ao mesmo tempo são o meio desta constituição. · Estruturas de significação, legitimação e dominação Os três tipos de estruturas em sistemas sociais identificados por Giddens. 2.4. Fundamentos Ao longo dos últimos séculos, as teorias sociológicas possibilitaram a compreensão, não somente das questões relativas ao processo de industrialização, mas também de todas as estruturas da sociedade contemporânea, contribuindo para que os indivíduos e os grupos sociais pudessem compreender-se como parte determinada e determinante das estruturas sociais, nas quais são plenamente capazes de interferir. Desse modo, surgiram os três teóricos clássicos da Sociologia: Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx. Na Alemanha, Marx argumentava que as condições materiais de existência eram determinantes na vida em sociedade. De acordo com ele, forças sociais conflitantes, burguesia e proletariado, eram responsáveis por transformações históricas e eram capazes de estruturar o modo de vida de cada sociedade. Já o sociólogo francês Émile Durkheim aproximou a Sociologia do método das Ciências Naturais. Para esse autor, a sociedade era como um organismo vivo e cada parte desse organismo vivo se relacionava com um todo na medida em que dependia dele. A integração social foi uma temática bastante abordada por Durkheim, uma vez que ele considerava que a sociedade exerce uma coerção sobre os indivíduos, sendo capaz de moldá-los à sua semelhança. Max Weber contrapõe a teoria de Durkheim. Ao invés de imaginar a sociedade como influenciadora das ações dos indivíduos, Weber entendia que as ações desses sujeitos eram orientadas por outras ações, ou seja, uma ação social tinha como referência um conjunto de outras ações individuais. Dessa forma, a ação social estava no centro de suas análises sociológicas. · ÉMILE DURKHEIM O sociólogo francês Émile Durkheim formulou uma teoria da integração social, segundo a qual as partes da sociedade, instituições e indivíduos, se relacionam de forma estável e harmoniosa. Segundo Durkheim, os fatos sociais seriam a principal preocupação de estudo da Sociologia e poderiam ser denominados como o conjunto de hábitos praticados pelas pessoas, por meio de suas ações, que permitiriam a identificação de uma consciência coletiva, a qual agiria por trás dos indivíduos. De acordo com o sociólogo francês, os fatos sociais seriam aptos a condicionar e influenciar os comportamentos e atitudes dos indivíduos na sociedade na qual estavam inseridos. Durkheim acreditava na preponderância do social sobre o indivíduo e que poderíamos observar com isenção os fatos sociais, por serem fenômenos objetivos e exteriores aos indivíduos. · MAX WEBER O sociólogo alemão Max Weber possuía uma concepção da realidade social mais pautada no sujeito da ação. Sua teoria sociológica procurava reconhecer o significado da ação social no conjunto de acontecimentos histórico-culturais. Weber entendia que ações sociais eram ações humanas que se deixavam guiar pela conduta do outro. Caberia ao sociólogo buscar compreender os significados dessas ações. Weber elaborou quatro tipos ideais de ação social. Partindo do tipo menos racional para o mais racional, o autor estabelece a seguinte divisão: ação afetiva, ação tradicional, ação racional orientada para valores e ação racional orientada para fins. O método de análise da ação social foi definido como histórico-comparativo e resultaria na formulação de uma Sociologia compreensiva. · KARL MARX As principais ideias de karl Marx, suas ideias mais notáveis, são: a transição gradual para o comunismo, a ditadura do proletariado, o materialismo histórico e materialismo dialético, o socialismo científico, o modo de produção, a mais-valia, a luta de classes, a teoria marxista da ideologia e da alienação e o fetichismo da mercadoria. O filósofo alemão Karl Marx, em parceria com Friedrich Engels, sintetizou a dinâmica da vida em sociedade da seguinte forma: os indivíduos produzem suas representações e suas ideias sobre as relações sociais que vivem de forma concreta. Esse conjunto de relações de produção que as pessoas estabelecem para sobreviver é a base econômica da sociedade e sobre ela se desenvolve o aparato de relações de natureza jurídica, política, cultural, científica e religiosa. Isso é o que Marx denomina de modo de produção. O pensamento de Marx fundamenta-se no materialismo histórico e no materialismo dialético. De acordo com a visão materialista, o espírito do ser humano é moldado pelo mundo material que o envolve. Assim, para compreender uma sociedade, seria preciso analisar as relações de produção que compõem sua estrutura material e econômica (infraestrutura) e as instituições geradas para sustentá-las, que compõem sua estrutura política, jurídica e ideológica (superestrutura). Portanto, é dialético compreender o antagonismo complementar existente nas relações entre as classes sociais nas chamadas lutas de classes, na qual diferentes interesses disputam as riquezas acumuladas no processo produtivo. O socialismo científico está entre as principais ideias de Karl Marx e é ele que leva ao comunismo. Em resumo, é uma doutrina que orienta as práticas necessárias para se instaurar a revolução. Somente assim ele crê que conseguirá uma sociedade igualitária. O socialismo pode ser entendido em duas formas básicas: · Socialismo utópico: Corrente de pensamento que pretende alcançar uma sociedade ideal de forma lenta, gradual e pacífica. · Socialismo científico: É a principal ideia de Karl Marx, na qual ele ensina que é preciso uma revolução e uma luta armada para mudar a sociedade e acabar com as injustiças. Por isso, ele fez uma análise crítica e científica do capitalismo. Existem outras versões e nem todas envolvem a violência. Mas a essência permanece sendo a teoria da luta de classes e a abolição da propriedade privada. Religião “A religião é o suspiro da criatura aflita, o estado de ânimo de um mundo sem coração, porque é o espírito da situação sem espírito. A religião é o ópio do povo. ” Marx se opunha à religião. No sistema socialista implantado na União Soviética, muitos cristãos, por exemplo, foram assassinados por socialistas por causa da fé, já que preferiram obedecer a Deus e não à ditadura do Estado. · Positivismo O positivismo é uma corrente filosófica que surgiu em França no começo do século XIX. Os principais idealizadores do positivismo foram os pensadores Auguste Comte e John Stuart Mill. Esta escola filosófica ganhou força na Europa na segunda metade do século XIX e começo do XX. É um conceito que possui distintos significados, englobando tanto perspectivas filosóficas e científicas do século XIX quanto outras do século XX. O positivismo defende a ideia de que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro. De acordo com os positivistas, somente se pode afirmar que uma teoria é correta se ela foi comprovada através de métodos científicos válidos. Os positivistas não consideram os conhecimentos adquiridos por meio de crenças religiosas, superstição ou qualquer outro, do campo espiritual, intuitivo ou transcendente, que não possa ser comprovado cientificamente. Para eles, o progresso da humanidade depende exclusivamente dos avanços científicos. Assim, o positivismo desenvolvido na segunda fase da carreira de Comte, associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética apenas humana radical. Para Comte, o positivismo é uma doutrina filosófica, sociológica e política. Surgiu como desenvolvimento sociológico do iluminismo, das crises social e moral do fim da Idade Média e do nascimento da sociedade industrial, processos que tiveram como grande marco a Revolução Francesa (1789-1799). Em linhas gerais, ele propõe à existência humana valores completamente humanos, afastando radicalmente a teologia e a metafísica (embora incorporando-as em uma filosofia da história). Embora a abordagem positivista tenha sido um tema recorrente na história do pensamento ocidental,o positivismo moderno foi articulado pela primeira vez no início do século XIX por Auguste Comte. Sua escola de positivismo sociológico sustenta que a sociedade, como o mundo físico, opera de acordo com leis gerais. Depois de Comte, surgiram escolas positivistas em lógica, psicologia, economia, historiografia e outros campos do pensamento. Geralmente, os positivistas tentaram introduzir métodos científicos em seus respectivos campos. Desde a virada do século 20, o positivismo, embora ainda popular, diminuiu sob críticas em partes das ciências sociais de antipositivistas e teóricos críticos, entre outros, por seu alegado cientificismo, reducionismo, generalizações excessivas e limitações metodológicas. A ideia-chave do positivismo comtiano é a Lei dos três estados, de acordo com a qual o entendimento humano passou e passa por três estágios em suas concepções, isto é, na forma de conceber as suas ideias e a realidade: · Teológico: o ser humano explica a realidade por meio de entidades supranaturais (os "deuses"), buscando responder a questões como "de onde viemos?" e "para onde vamos?"; além disso, busca-se o absoluto; · Metafísico: é uma espécie de meio-termo entre a teologia e a positividade. No lugar dos deuses há entidades abstratas para explicar a realidade: "o Éter", "o Povo", "o Mercado financeiro", etc. Continua-se a procurar responder a questões como "de onde viemos?" e "para onde vamos?" e procurando o absoluto. É a busca da razão e destino das coisas. · Positivo: etapa final e definitiva, não se busca mais o "porquê" das coisas, mas sim o "como", por meio da descoberta e do estudo das leis naturais, ou seja, relações constantes de sucessão ou de co-existência. A imaginação subordina-se à observação e busca-se apenas pelo observável e concreto. · Positivismo de Durkheim A moderna disciplina acadêmica da sociologia começou com o trabalho de Émile Durkheim (1858–1917). Embora Durkheim tenha rejeitado muitos dos detalhes da filosofia de Comte, ele manteve e refinou o seu método, sustentando que as ciências sociais são uma continuação lógica das ciências naturais no domínio da atividade humana, e insistindo que elas podem reter a mesma objetividade, racionalismo, e abordagem da causalidade. Durkheim criou o primeiro departamento europeu de sociologia na Universidade de Bordeaux em 1895, publicando suas Regras do Método Sociológico (1895). Neste texto ele argumentou: "[nosso] objetivo principal é estender o racionalismo científico à conduta humana. O que tem sido chamado de nosso positivismo é apenas uma consequência desse racionalismo." A monografia seminal de Durkheim, Suicídio (1897), um estudo de caso das taxas de suicídio entre populações católicas e protestantes, distinguiu a análise sociológica da psicologia ou da filosofia. Ao examinar cuidadosamente as estatísticas de suicídio em diferentes distritos policiais, ele tentou demonstrar que as comunidades católicas têm uma taxa de suicídio mais baixa do que a dos protestantes, algo que atribuiu a causas sociais (em oposição a causas individuais ou psicológicas). Ele desenvolveu a noção de "fatos sociais" objetivos sui generis para delinear um objeto empírico único para a ciência da sociologia estudar. Através de tais estudos, afirmou ele, a sociologia seria capaz de determinar se uma determinada sociedade é 'saudável' ou 'patológica' e procurar reformas sociais para negar o colapso orgânico ou a "anomia social". Durkheim descreveu a sociologia como a "ciência das instituições, sua gênese e seu funcionamento". · Antipositivismo Na virada do século XX, a primeira onda de sociólogos alemães introduziu formalmente o antipositivismo metodológico, propondo que a pesquisa deveria se concentrar nas normas, valores, símbolos e processos sociais culturais humanos vistos de uma perspectiva subjetiva. Max Weber, um desses pensadores, argumentou que embora a sociologia possa ser vagamente descrita como uma 'ciência' porque é capaz de identificar relações causais (especialmente entre tipos ideais), os sociólogos deveriam procurar relações que não sejam tão "a-históricas, invariantes ou generalizáveis". " como aqueles perseguidos por cientistas naturais. Weber considerava a sociologia como o estudo da ação social, usando análise crítica e técnicas de compreensão interpretativa. Os sociólogos Georg Simmel, Ferdinand Tönnies, George Herbert Mead e Charles Cooley também foram influentes no desenvolvimento do antipositivismo sociológico, enquanto a filosofia neokantiana, a hermenêutica e a fenomenologia facilitaram o movimento em geral. CONCLUSÃO Com base aos objetivos que orientam o nosso trabalho, chegamos as seguintes conclusões: As teorias sociais têm como propósito analisar, descobrir e esclarecer as relações sociais e as formas de associação entre as pessoas. Seu surgimento, no século XIX, está relacionado à necessidade de compreensão das transformações sociais decorrentes dos processos de industrialização e urbanização. As teorias sociológicas são explicações científicas para as relações e as transformações que ocorrem na sociedade e nas suas instituições. Os três principais pensadores, conhecidos como os pensadores clássicos da Sociologia, são: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. Os elementos estruturantes da teoria social: Estrutura social; instituições, papéis sociais, os papéis que o indivíduo ocupa na sociedade, dualidade da estrutura, estruturas de significação, legitimação e dominação. Desse modo, surgiram os três teóricos clássicos da Sociologia: Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx. Na Alemanha, Marx argumentava que as condições materiais de existência eram determinantes na vida em sociedade. De acordo com ele, forças sociais conflitantes, burguesia e proletariado, eram responsáveis por transformações históricas e eram capazes de estruturar o modo de vida de cada sociedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PEREIRA SOARES, Mozart. O Positivismo no Brasil: 200 anos de Augusto Comte. Porto Alegre: UFRGS, 1998. TRINDADE, Hélgio (org.). O Positivismo: teoria e prática. 3ª ed. Porto Alegre: UFRGS, 2007. VALENTIM, Oséias Faustino. O Brasil e o Positivismo. Rio de Janeiro: Publit, 2010. ISBN 9788577733316 Amory, Frederic. "Euclides da Cunha and Brazilian Positivism". Luso-Brazilian Review. 36 (1 (Summer 1999)): 87–94. Armenteros, Carolina. 2017. "The Counterrevolutionary Comte: Theorist of the Two Powers and Enthusiastic Medievalist." In The Anthem Companion to Auguste Comte, edited by Andrew Wernick, 91–116. London: Anthem. Annan, Noel. 1959. The Curious Strength of Positivism in English Political Thought. London: Oxford University Press. Ardao, Arturo. 1963. "Assimilation and Transformation of Positivism in Latin America." Journal of the History of Ideas 24 (4):515–22. Bevir, Mark (1993). "Ernest Belfort Bax: Marxist, Idealist, Positivist". Journal of the History of Ideas. 54 (1): 119–35. doi:10.2307/2709863. JSTOR 2709863. Bevir, Mark. 2002. "Sidney Webb: Utilitarianism, Positivism, and Social Democracy." The Journal of Modern History 74 (2):217–252. Bevir, Mark. 2011. The Making of British Socialism. Princeton. PA: Princeton University Press. John J. Macionis, Linda M. Gerber, Sociology, Seventh Canadian Edition, Pearson Canada; Larrain, Jorge (1979). The Concept of Ideology. London: Hutchinson. p. 197. John J. Macionis, Linda M. Gerber, Sociology, Seventh Canadian Edition, Pearson Canada LACERDA, Gustavo Biscaia de (2009). «Augusto Comte e o "positivismo" redescobertos» (PDF). Revista de Sociologia Política. 17 (34): 319-343. Consultado em 9 de outubro de 2022 2 image1.png