Prévia do material em texto
GESTÃO DA QUALIDADE O que é ter qualidade? O que é ter qualidade? O que é ter qualidade? Satisfazer as necessidades e expectativas dos clientes? Estar conforme com as especificações de produto? Ter a melhor relação custo x benefício? Fornecer produtos adequados ao uso? Fazer mais, melhor e mais barato? Ser o mais atrativo do mercado? Etc ... QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Usuário: Qualidade consiste na capacidade de satisfazer desejos... Qualidade é a adequação ao uso As definições baseadas no usuário partem da premissa de que a qualidade “está diante dos olhos de quem observa”. Admite-se que cada indivíduo tenha diferentes desejos ou necessidades e que os produtos que atendam melhor suas preferências sejam considerados os de melhor qualidade. QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Expectativas dos clientes QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Exigências do mercado ou ambiente competitivo QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Objetivos organizacionais QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Requisitos legais tais como: Normas, padrões, regulamentos, leis, etc.). QUALIDADE: As Diferentes Visões de seu Significado Usuário: Qualidade consiste na capacidade de satisfazer desejos... Qualidade é a adequação ao uso Um grau de excelência Conformidade com requerimentos Adequação ao uso ou ao propósito Inexistência de defeitos, imperfeições, ou contaminação Consumidores satisfeitos FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no valor Centrada no processo Centrada no cliente Centrada no produto Transcendental FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Transcendental Transcendental = O melhor FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no produto Centrada no produto = Centrada nas características do produto FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no cliente Centrada no cliente = Centrada na satisfação do cliente FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no processo Centrada no processo = Centrada na conformidade com as especificações FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no valor Centrada no valor = Manter o máximo valor agregado pelo melhor preço FOCOS: Transcendental ... Centrada no Produto ... Centrada no Cliente ... Centrada no Processo ... Centrada no Valor ... Os 5 pilares da qualidade Centrada no valor Centrada no processo Centrada no cliente Centrada no produto Transcendental FOCO NAS INSPEÇÕES E ENSAIOS E NO CONTROLE DE PROCESSO CONTROLE DE QUALIDADE FOCO NA SATISFAÇÃO DOS CLIENTES FOCO EM INSPEÇÕES E ENSAIOS GARANTIA DA QUALIDADE GESTÃO DA QUALIDADE Mudança Cultural Eficiência x Eficácia Eficiência: a eficiência é uma relação técnica entre entradas e saídas. Nestes termos, eficiência é uma relação entre custos e benefícios. Eficiência x Eficácia Eficácia: a eficácia de uma empresa refere-se à sua capacidade de satisfazer uma necessidade da sociedade por meio do suprimento de seus produtos (bens ou serviços), Normalização É a atividade que estabelece meios eficientes na troca de informação, facilitando o intercâmbio comercial e munindo a sociedade de meios eficazes para aferir a qualidade dos produtos Objetivo da Normalização Assegurar a aptidão ao uso de um produto, processo ou serviço; Limitar a variedade – redução do número e tipo de produtos abrangendo uma gama definida e adequada face às necessidades do mercado; Compatibilidade – aptidão de produtos, serviços ou processos para serem utilizados conjuntamente nas condições especificadas para satisfazerem as exigências em causa, sem interação inaceitável; Intermutabilidade – faculdade de utilizar produtos, serviços ou processos alternativos para satisfazer os mesmos requisitos; Segurança – proteção da vida humana e da saúde; Proteção do ambiente O que é ISO afinal? International Organization for Standardization; Fundada em 23 de fevereiro de 1947; Mais de 120 países participantes. Seus objetivos são os de estabelecer normas que representem e traduzam o consenso dos diferentes países do mundo, recebendo para isto recomendações dos governos, indústrias e outras partes interessadas. OS 7 PRINCÍPIOS DE GESTÃO DA QUALIDADE DA NBR ISO 9000:2015 . Princípios da gestão da qualidade “Regras fundamentais para dirigir e controlar uma organização e melhorar continuamente seu desempenho a longo prazo, pelo foco nos clientes, não podendo se descuidar das necessidades de todas as partes interessadas.” . 1 Foco no Cliente Organizações dependem dos seus clientes e, portanto, convém que entendam as necessidades atuais e futuras do cliente, os seus requisitos e procurem exceder as suas expectatativas Foco no Cliente Quando se pensa em Qualidade, sempre virão várias definições e visões distintas. O que muita gente não sabe é que Qualidade não é uma palavra solitária, deve ser acompanhada de uma pergunta: Qualidade pra quem? Quando se pensa dessa forma, fica muito mais fácil imaginar o que é Qualidade. 2 Liderança Líderes estabelecem unidade de propósito e o rumo da organização. Convém que eles criem e mantenham um ambiente interno, no qual as pessoas possam estar totalmente envolvidas no proposito de atingir os objetivos da organização. Liderança É importante entender que liderança não trata apenas de cargos gerenciais ou de pessoas que estão à frente de equipes, mas é quem toma atitude de liderar mudanças, ações e resultados. Se os gestores não lideram a Qualidade, possivelmente o SGQ vai falhar, simplesmente porque eles não trabalharam para engajar as pessoas no seu projeto. 3 Engajamento das Pessoas Pessoas de todos os níveis são a essência de uma organização e seu total envolvimento possibilita que as suas habilidades sejam usadas em benefício da organização. Engajamento das Pessoas Quando houver líderes da Qualidade na organização, pessoas que conversem sobre este tema e que em cada atividade e resultado apontem uma relação direta com a Qualidade, ficará mais nítido o porquê ela é importante e tem que funcionar. 4 Abordagem de processos Um resultado desejado é alcançado mais eficientemente quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo. Abordagem de Processos A padronização acontece quando você estabelece processos. Pessoas engajadas tendem a buscar o entendimento dos processos e o quanto eles podem contribuir para a Qualidade, tornando mais rápida a aderência ao SGQ. Depois que você consegue estabelecer processos e fazer com que eles sejam seguidos, é necessário saber se esses são realmente bons e se estão satisfazendo os clientes. 5 Tomada de decisão baseada em evidências Identificar, entender e gerenciar os processos inter-relacionados como um sistema contribui para a eficácia e eficiência da organização no sentido desta atingir seus objetivos. Tomada de decisão baseada em evidências Monitorar e medir os processos é uma atividade que deve ser feita continuamente… e feita por todos! Analisando evidências e números é possível identificar o que estáfalhando ou o que não está dando o resultado e que deveria dar. É muito divertido fazer análises com base em opiniões pessoais, e com certeza, a experiência é muito válida nesse sentido. Mas Deming tinha algum motivo para dizer “eu acredito em Deus, para o resto quero ver fatos e dados”. 6 Melhorias Convém que a melhoria do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente. Melhoria “O que pode ser medido, pode ser melhorado!” (Peter Drucker) O que você deve analisar para melhorar? Para quem deve melhorar? É mais fácil analisar a resposta dessas perguntas quando se tem os outros princípios realizados. Uma das filosofias da Honda é: “um dos motivos pelos quais nossos clientes estão sempre satisfeitos é porque nós nunca estamos”. Para que um SGQ cumpra o objetivo de satisfazer clientes, a equipe precisa dormir e acordar pensando em melhorar. As melhorias são essenciais para conseguir gerir pessoas e processos. 7 Gestão de relacionamentos Uma organização e seus fornecedores são interdependentes e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor. Gestão de relacionamentos Essa abordagem muda o paradigma do relacionamento estabelecido. O propósito agora é criar uma relação de confiança mútua, que vai além da simples prestação de serviços ou compra de algum produto. Agora, o fornecedor também deve participar do desenvolvimento do projeto, contribuir com análise e aperfeiçoamento dos processos produtivos e garantir a qualidade. Ferramentas da qualidade E o que isso significa para o funcionário? Em nível operacional, isso quer dizer que boa parte da responsabilidade pelo sucesso da implantação de qualquer programa de qualidade em uma empresa passa pela produção, pelo pessoal que põe a mão na massa. Ferramentas da qualidade Assim, uma maneira de ajudar as pessoas a perceberem e analisarem problemas operacionais é mostrando as várias ferramentas que existem e podem ser usadas em cada caso. Histograma Brainstorming Listas de verificação Diagrama de Pareto Diagrama de dispersão Diagrama de causa e efeito 5 porquês 5W2H Carta CEP Análise de falhas Ciclo PDCA 5S MÉTODO 5 S Origem 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA Origem Objetivos específicos Melhorar a qualidade dos serviços/produtos; Melhorar o ambiente de trabalho e de atendimento ao usuário; Melhorar a qualidade de vida dos funcionários/moradores. Educar para a simplicidade de atos e ações; Maximizar o aproveitamento dos recursos disponíveis; Reduzir gastos e desperdícios; Otimizar o espaço físico; Reduzir e prevenir acidentes; Melhorar as relações humanas; Aumentar a autoestima dos funcionários/moradores; O QUE É O MÉTODO 5 S SEIRI SEITON ORDENAÇÃO SEISSO LIMPEZA SEIKETSU SAÚDE SHITSUKE AUTODISCIPLINA UTILIZAÇÃO S E I R I PARA QUE SERVE Manter no local apenas o que é necessário e adequado às atividades e ao ambiente de trabalho. UTILIZAÇÃO Utilização COMO PRATICAR Verificar o que é útil e necessário. Separar aquilo que não tem utilidade para o setor. Descartar o que não serve, disponibilizando para outro setor. Utilização Desocupa espaços. Torna mais visíveis os materiais realmente utilizados. Torna o ambiente mais claro, confortável e fácil de limpar. Evita a compra desnecessária de materiais. Aumenta a produtividade. Prepara o ambiente para a segunda fase. RESULTADOS S E I T O N PARA QUE SERVE Arrumar e ordenar aquilo que permaneceu no setor por ser considerado necessário. ORDENAÇÃO ORDENAÇÃO COMO PRATICAR Analisar onde e como as coisas são guardadas. Definir critérios para organizá-las. Definir o lugar e modo adequados de guardá-las. Padronizar os nomes dos objetos. Criar um sistema de identificação visual. Manter tudo em seus lugares após o uso. ORDENAÇÃO RESULTADOS Racionaliza os espaços. Facilita o acesso aos materiais e equipamentos reduzindo o tempo de busca. Evita estoques em duplicidade. Racionaliza a execução das tarefas. Melhora o ambiente de trabalho reduzindo o esforço físico e mental. Prepara o ambiente para a terceira fase. S E I S O PARA QUE SERVE Deixar o local limpo e as máquinas e equipamentos em perfeito funcionamento. LIMPEZA LIMPEZA COMO PRATICAR Fazer uma faxina geral. Acionar regularmente o pessoal da limpeza. Acionar regularmente o pessoal da manutenção. Desenvolver hábitos de limpeza. Limpar os objetos antes de guardá-los. LIMPEZA RESULTADOS Limpar os objetos antes de guardá-los. Conscientiza sobre a necessidade de manter o local de trabalho limpo e arrumado. Cria um ambiente de trabalho saudável e agradável. Melhora a imagem do setor, da instituição, e por extensão, dos funcionários. Incrementa a qualidade de vida na instituição. Prepara o ambiente para a quarta fase. S E I K E T S U PARA QUE SERVE Desenvolver a preocupação constante com a “higiene em sentido amplo”, tornando o local de trabalho saudável e adequado às tarefas desenvolvidas. SAÚDE SAÚDE COMO PRATICAR Praticar sempre os 3S anteriores. Melhorar as condições ambientais de trabalho. Promover o respeito mútuo. Cuidar sempre da saúde e higiene pessoal. Criar um ambiente de trabalho harmonioso. SAÚDE RESULTADOS Reduz acidentes. Melhora a saúde geral dos funcionários. Eleva o nível de satisfação dos funcionários. Facilita as relações humanas. Divulga positivamente a imagem do setor, da instituição e dos funcionários. Prepara o ambiente para a quinta fase. S H I T S U K E PARA QUE SERVE Melhorar constantemente. Desenvolver a força de vontade, a criatividade e o senso crítico. Respeitar e cumprir o estabelecido. AUTO - DISCIPLINA AUTO - DISCIPLINA COMO PRATICAR Disciplinar a prática dos “S” anteriores. Compartilhar objetivos. Difundir regularmente conceitos e informações. Cumprir as rotinas com paciência e persistência. Incorporar os valores do Programa 5S. Criar mecanismos de avaliação e motivação. Participar dos programas de treinamento. AUTO - DISCIPLINA RESULTADOS Elimina o controle autoritário e imediato. Facilita a execução das tarefas. Propicia resultados de acordo com o planejado. Propicia o crescimento pessoal e profissional. Melhora os serviços e as relações pessoais. Prepara a instituição e os funcionários para os Programas da Qualidade mais abrangentes. MÉTODO 5 Porquês Origem 1 9 3 0 SAKICHI TOYODA O QUE É O MÉTODO 5 Porquês ? O 5 Porquês é uma ferramenta que consiste em perguntar 5 vezes o porquê de um problema ou defeito ter ocorrido, a fim de descobrir a sua real causa, ou seja, a causa raiz. Um ponto interessante e que vale mencionar é que, na prática, pode ser que não seja necessário perguntar 5 vezes “por quê” ou que seja necessário realizar mais de 5 questionamentos para identificar a causa raiz de um problema. Quando utilizar? Uma das grandes dores do mundo da qualidade é o investimento de recursos em ações que acabam não sendo eficazes e, dessa forma, não impedem que o problema volte a acontecer. A recorrência de um problema geralmente acontece porque a causa real que levou o problema acontecer não foi identificada corretamente, fazendo com que toda e qualquer ação feita acabe não funcionando. Diante desse cenário, uma boa alternativa para descobrir a causa raiz do problema é utilizar o 5 Porquês, pois a ferramenta irá direcionar a análise para a causa raiz do que está acontecendo e assim ajudar a refletir e propor uma solução efetiva para o problema Como fazer? Por mais que o conceito da ferramenta seja relativamente simples, se ela não for devidamente executada, a verdadeira causa raiz do problema não será identificada. Para facilitar o entendimento, a seguir são descritos 2 passos principais que explicam como aplicaro 5 Porquês corretamente: Passo 1: Identifique o problema e agende uma reunião com os principais envolvidos/afetados pelo problema Como fazer? Não é possível executar a ferramenta se o problema que precisa ser analisado não tiver sido identificado. Além disso, pouca informação sobre o que está acontecendo também é um ponto negativo. Por isso, em alguns casos e se for possível, observe o problema acontecer (por exemplo, observe a falha em um processo no chão de fábrica), pois isso irá ajudar a entender melhor o que será analisado. Como fazer? Passo 2: Pergunte “Por quê?” Este é o momento no qual a reunião agendada no Passo 1 acontece e de fato o 5 Porquês é executado. Antes de iniciar os questionamentos, é importante alinhar o problema com todos os envolvidos, de forma que todos os presentes tenham a mesma compreensão do ocorrido. Como fazer? Exemplo de aplicação Por que o prazo estabelecido na SLA de atendimento não está sendo cumprido? Todos os participantes expuseram suas opiniões e, por consenso, a resposta foi: “Porque demanda de solicitações dobrou no último mês” Exemplo de aplicação Por que a demanda de solicitações dobrou no último mês? Resposta: “Porque houveram muitos atendimentos que não foram realizados de forma adequada” Exemplo de aplicação Por que houveram muitos atendimentos que não foram realizados de forma adequada? Resposta: “Porque um terço do time de atendimento está destreinado” Exemplo de aplicação Por que um terço do time de atendimento está destreinado? Resposta: “Porque o processo de integração na área de atendimento não foi executado” Exemplo de aplicação Por que o processo de integração na área de atendimento não foi executado? Resposta: “Porque não existe um responsável pelo processo de integração no atendimento”. Elabore um plano de ação Do que adianta descobrir a causa raiz do problema e ela não ser tratada? Talvez, a reunião de análise seja uma boa oportunidade para aproveitar da presença dos envolvidos (afinal a causa raiz está clara e alinhada entre todos) para elaborar um plano de ação para tratar o problema para que ele não volte a se repetir. Elabore um plano de ação A ferramenta 5W2H é uma opção que pode ser utilizada na elaboração do plano de ação. Um plano de ação consiste em uma lista de ações que irão tratar a causa raiz encontrada. É fundamental adicionar responsáveis e também prazos para execução das ações, possibilitando o acompanhamento do andamento do plano. MÉTODO 5W 2H A ferramenta 5W2H é um checklist administrativo de atividades, prazos e responsabilidades que devem ser desenvolvidas com clareza e eficiência por todos os envolvidos em um projeto . Tem como função definir o que será feito, porque, onde, quem irá fazer, quando será feito, como e quanto custará. A sigla é formada pelas iniciais, em inglês, das sete diretrizes que, quando bem estabelecidas, eliminam quaisquer dúvidas que possam aparecer ao longo de um processo ou de uma atividade A ferramenta 5W2H é um checklist administrativo de atividades, prazos e responsabilidades que devem ser desenvolvidas com clareza e eficiência por todos os envolvidos em um projeto . Tem como função definir o que será feito, porque, onde, quem irá fazer, quando será feito, como e quanto custará. A sigla é formada pelas iniciais, em inglês, das sete diretrizes que, quando bem estabelecidas, eliminam quaisquer dúvidas que possam aparecer ao longo de um processo ou de uma atividade Os 5W: What (o que?) Why (por que?) Where (onde?) When (quando?) Who (por quem?) Os 2H: How (como?) How much(quanto?) Como fazer 5W2H na prática? Traduzindo os objetivos e metas em planos de ações e iniciativas, ou mesmo para o dia a dia da empresa, utilizando a ferramenta para definir os responsáveis, datas e recursos para projetos e atividades menores. Nesse momento, ainda não são necessários softwares, equipamentos e nenhum outro grande investimento. Para começar a utilizar a ferramenta 5W2H em sua empresa você pode utilizar um quadro branco ou uma planilha eletrônica. Porque utilizar a ferramenta 5W2H? Por ser uma ferramenta de uso simples, trazendo bastante objetividade para a execução da ação, a Matriz 5W2H costuma ser utilizada em áreas de gestão diversas, como por exemplo: Gestão de Projetos, Gestão de Riscos, Gestão Orçamentária , Elaboração de Planos de Negócio, Elaboração do Planejamento Estratégico, etc. Para uma empresa que busca crescer de forma saudável e acelerada, sem perder o controle das finanças, ou seja, por meio de um bom processo de Planejamento e Orçamento , a utilização da metodologia 5W2H auxilia a trazer praticidade e organização ao processo de tomada de decisão. MÉTODO Brainstorming O que é o método Brainstorming ? Brainstorming é uma ferramenta para geração de novas ideias, conceitos e soluções para qualquer assunto ou tópico num ambiente livre de críticas e de restrições à imaginação. Quando usar ? O Brainstorming é útil quando deseja gerar em curto prazo uma grande quantidade de ideias sobre um assunto a ser resolvido, possíveis causas de um problema, abordagens a serem usadas, ou ações a serem tomadas. Como usar? Dedique o tempo suficiente para esclarecer os propósitos da sessão de Brainstorming e as cinco regras que devem ser seguidas: 1. Suspensão do julgamento: estão proibidos os debates e as críticas às ideias apresentadas, pois causam inibições e desvios dos objetivos 2. Quantidade é importante: quanto mais, melhor 3. Liberdade total: nenhuma ideia é suficientemente esdrúxula para ser desprezada. Pode ser que ela sirva de ponte para ideias originais e inovadoras 4. Mudar e combinar: em qualquer momento, é permitido que alguém apresente uma ideia que seja uma modificação ou combinação de ideias já apresentadas por outras pessoas do grupo. Contudo, as ideias originais devem ser mantidas. 5. Igualdade de oportunidade: assegure-se de que todos tenham a chance de apresentar suas ideias. Defina o problema A clara definição do problema é um dos pontos mais importantes e, frequentemente, um dos mais negligenciados. Descreva o problema ou assunto para o qual estão procurando ideias e assegure que todos o tenham compreendido. Evite que o grupo tome caminhos errados. Uma boa medida é escrever a definição numa folha de flipchart e colocá-la na parede. Geração de ideias 1. Estabeleça o tempo máximo de duração da sessão de geração de ideias. Designe alguém para controlar o tempo. Geração de ideias 2. Comunique o tópico a ser analisado na forma de uma pergunta. Assegure-se de que todos o entendam. Geração de ideias 3. Conceda alguns minutos para que todos pensem sobre a pergunta e peça que eles apresentem suas ideias. Defina se as ideias serão solicitadas de forma estruturada ou não estruturada: Estruturada: o facilitador define uma rotação de maneira que cada pessoa contribua com uma ideia em cada turno. Se a pessoa não tem uma ideia, passa a vez. Não estruturada: as pessoas apresentam suas ideias à medida que vão surgindo. Este método requer que o facilitador monitore de perto o processo para assegurar que as regras sejam seguidas e que todas as pessoas tenham a chance de participar. Geração de ideias 4. Anote as ideias numa folha de flipchart e disponha-as de forma que todos possam vê-las. Isto evita duplicidades, mal entendidos e ajuda a estimular o pensamento criativo no grupo. Anote as ideias exatamente como foram faladas. Não as interprete. Tente obter uma lista mais longa possível. Faça o Brainstorming até que todos os participantes tenham esgotado suas ideias ou que o tempo tenha expirado. Geração de ideias 5. Terminada a sessão de geração, esclareça o significado de todas as ideias apresentadas, para assegurar que todos tenham o mesmo entendimento. Aponte cada ideia e pergunte se alguém tem perguntas sobre seu significado. Você pode pedir aoautor da ideia que a explique melhor. Geração de ideias 6. Elimine as duplicidades. Se duas ou mais ideias parecem ser a mesma coisa, você deve combiná-las ou eliminar as duplicatas. Para isto, é necessário obter a concordância de seus autores de que elas têm o mesmo significado. Se não concordarem, mantenha as ideias intactas e separadas. Após o Brainstorming Reúna as idéias afins e as classifique em temas e categorias. Dentro de cada categoria, procure combinar ideias similares e eliminar as duplicidades. Selecione as melhores ideias para serem analisadas, melhoradas e aproveitadas. Dê ao grupo um feedback sobre o resultado final do Brainstorming e mostre como suas contribuições foram valiosas. Variações Brainwriting: as idéias são anotadas em tiras de papel e passadas ao facilitador que as anota numa folha de flipchart, sem identificar os autores. Pode-se também usar post-its que são colocados na parede ou quadro. Brainstorming individual: Algumas pessoas pensam melhor quando trabalham sozinhas. Neste caso, elas podem usar as regras do Brainstorming para apoiar a geração de idéias. Pode ser bastante útil o uso do Mapa Mental para classificar e desenvolver as ideias geradas. Histograma O que é o Histograma ? O que é o Histograma? É uma representação gráfica para distribuição de dados numéricos, ou seja, um modelo estatístico para a organização dos dados, exibindo a frequência que uma determinada amostra de dados ocorre. O histograma é uma variação do gráfico de barras. Enquanto o gráfico de barras descreve os dados em barras e categorias separadas, o histograma representa os dados da mesma categoria no intervalo analisado, por isso, sem espaço entre as barras. Formatos de Histograma Histograma simétrico ou normal: acontece quando o processo é padronizado e os dados são estáveis, permitindo variações pequenas. O pico dos dados fica ao centro do gráfico, e suas variações vão decrescendo de maneira simétrica dos dois lados. Formatos de Histograma Histograma assimétrico: acontece geralmente quando os dados são tolerados até um número limite, não podendo ultrapassar este limite. Seu pico é concentrado em um dos lados, e os dados fora de padrão decrescem para o lado oposto. Formatos de Histograma Histograma com dois picos: acontece quando são apresentadas duas coletas de dados diferentes para comparação. A análise deve ser feita separadamente, observando ao desenho dos dois gráficos. Formatos de Histograma Histograma “platô”: acontece geralmente quando há anormalidade nos dados decorrentes de falhas. As barras têm praticamente os mesmos tamanhos Formatos de Histograma Histograma aleatório: acontece quando os dados analisados não apresentam nenhum padrão. As barras sobem e descem sem critério Quando utilizar o Histograma? O histograma é usado para analisar a frequência de vezes que as saídas de um processo estão padronizadas, atendendo aos requisitos estabelecidos e qual a variação que elas sofrem. Com os dados dispostos graficamente, o Histograma permite a visualização de resultados históricos e a análise de evidências para a tomada de decisão da variação de frequências de maneira visual facilmente Como utilizar o Histograma? Colete a amostra com um número significativo de dados, usando a folha de verificação. Organize os dados; Determine o número de categorias e o intervalo entre as categorias (caso faça no Excel, esse valor é calculado automaticamente); Organize os dados, colando-os dentro das categorias, de acordo com o intervalo. Coloque os dados no gráfico, com as categorias no eixo horizontal e a frequência de ocorrência no eixo vertical; Verifique e analise a forma do gráfico. Exemplo de Histograma O responsável de uma linha de produção queria saber se a densidade do produto metálico estava conforme o esperado. Ele coletou 80 amostras do produto. Exemplo de Histograma Exemplo de Histograma Exemplo de Histograma Assim, ele pode perceber que as saídas estavam seguindo o padrão normal de variação. As amostras do produto analisadas ficaram dispostas próximas do centro em (torno de 80%), e que alguns frascos (em torno de 20%) apresentam concentração próxima dos valores mínimos. Ou seja, nessa amostra coletada a maior parte dos produtos estão em conformidade com o esperado. Entretanto, se o valor entre 35,4 a 36,8 fossem considerados não conformes, por exemplo, teríamos uma pequena quantidade de produtos fora das especificações planejadas, e a partir de então, poderíamos aplicar ações corretivas nesse processo. Referências: http://www.ms.senai.br/institucional/missao_visao/ Acesso em 13/08/2020 https://www.iso.org/home.html Acesso em 13/08/2020 NBR ISO 9000:2015 Sistemas de Gestão, FNQ, 2015. http://www.abnt.org.br/ Acesso em 15/08/2020 https://blogdaqualidade.com.br/iso-90012015-qual-a-relacao-entre-os-7-principios-da-gestao-da-qualidade/ Acesso em 18/08/2020 https://qualidadeonline.wordpress.com/ Acesso em 18/08/2020 Gestão da Qualidade, Marshal Jr. Et al, 9° Ed. 2009. Referências: https://ferramentasdaqualidade.org/5-porques/ https://www.treasy.com.br/blog/5w2h/ https://blogdaqualidade.com.br/diagrama-de-ishikawa/ image1.jpg image2.jpg image3.jpg image4.jpg image5.jpg image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.jpg image14.png image15.png image16.jpg image17.png image18.png image19.png image20.png image21.jpg image22.png image23.jpg image24.png image25.png image26.jpg image27.jpg image28.png image29.png image30.png image31.jpg image32.jpg image33.jpg oleObject4.bin image37.png oleObject5.bin image38.png oleObject1.bin image34.png oleObject2.bin image35.png oleObject3.bin image36.png oleObject9.bin image41.png oleObject10.bin image42.png oleObject6.bin oleObject7.bin image39.png oleObject8.bin image40.png oleObject11.bin image43.png oleObject12.bin image44.png image45.jpg image46.png image47.png oleObject13.bin image48.png oleObject14.bin oleObject15.bin image49.png oleObject16.bin oleObject17.bin oleObject18.bin image50.png oleObject19.bin oleObject20.bin oleObject21.bin oleObject22.bin oleObject23.bin oleObject24.bin image51.png oleObject25.bin image52.png oleObject26.bin image53.png oleObject27.bin image54.png oleObject28.bin oleObject32.bin image58.png oleObject29.bin image55.png oleObject30.bin image56.png oleObject31.bin image57.png oleObject33.bin image59.png oleObject34.bin oleObject38.bin image62.png oleObject35.bin oleObject36.bin image60.png oleObject37.bin image61.png oleObject39.bin image63.png oleObject40.bin oleObject44.bin oleObject41.bin oleObject42.bin oleObject43.bin image64.png image65.png image66.png image67.png image68.png image69.png image70.png image71.png image72.png image73.jpg