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Sistema nervoso autônomo (SNA)
Me. Caio Tonus Ribeiro
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UNIPAC
relembrando
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Tortora e Derrickson (2023)
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Tortora e Derrickson (2023)
O SNA geralmente opera sem controle consciente. Por exemplo, você provavelmente não pode diminuir voluntariamente sua frequência cardíaca; em vez disso, sua frequência cardíaca é regulada subconscientemente. Por essa razão, algumas respostas autônomas são a base para os testes de polígrafo (“detector de mentiras”)
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O que é a divisão autônoma?
Porção do SNP que controla movimentos involuntários e a maior parte das funções viscerais! (neurônios inervam órgãos internos, vasos sanguíneos e glândulas viscerais)
Contribui para a homeostasia ao transmitir a resposta motora do sistema nervoso central para o músculo liso, músculo cardíaco e glândulas
Aumento da Frequência Cardíaca em até 2X do normal: 3 a 5s
Redução da Pressão Arterial até o desfalecimento: 4 a 5s
Sudorese: poucos segundos
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SNA → Ajustes rápidos
Neuro-endócrino → ajustes a longo prazo
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A ativação dos receptores autônomos pode provocar várias experiências sensoriais: dor, fome, sede, náuseas, sensação de distensão visceral, etc.
Essas sensações podem, então, levar a comportamentos voluntários compensatórios que auxiliem na manutenção de homeostase: fazer algo para acabar com a dor, comer, beber água, parar de comer, etc.
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o sistema nervoso autônomo medeia os reflexos viscerais (p. ex., o reflexo gastrocólico, no qual a distensão do estômago desencadeia o peristaltismo no intestino) e fornece informações sensoriais ao SNC para a percepção do estado de nossas vísceras, uma sensação conhecida de qualquer um que tenha comido demais em uma refeição
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E qual sua função?
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Auxiliar o corpo a manter o ambiente interno equilibrado ou o balanço fisiológico global das funções corpóreas (homeostase), através de comandos que levam a ações compensatórias à estímulos internos e externos
Dar suporte a execução de comportamentos motivados: comportamento defensivo, alimentar, sexual (importantes para sobrevivência do indivíduo e manutenção da espécie)
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E qual sua função?
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Auxiliar o corpo a manter o ambiente interno equilibrado ou o balanço fisiológico global das funções corpóreas (homeostase), através de comandos que levam a ações compensatórias à estímulos internos e externos
Dar suporte a execução de comportamentos motivados: comportamento defensivo, alimentar, sexual (importantes para sobrevivência do indivíduo e manutenção da espécie)
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Vamos lembrar
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o axônio de um único neurônio motor somático mielinizado se estende do SNC, em toda a sua extensão, para as fibras musculares esqueléticas em sua unidade motora
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Por outro lado, a maioria das vias motoras autônomas é constituída por dois neurônios motores em série; isto é, um seguindo o outro. O primeiro neurônio (neurônio pré-ganglionar) tem seu corpo celular no SNC; seu axônio mielinizado (mielínico) estende-se do SNC a um gânglio autônomo. (Lembre-se de que um gânglio é uma coleção de corpos celulares neuronais no SNP.) O corpo celular do segundo neurônio (neurônio pós-ganglionar) está nesse mesmo gânglio autônomo; seu axônio amielínico estende-se diretamente do gânglio ao efetor (músculo liso, músculo cardíaco ou uma glândula). De modo alternativo, em algumas vias autônomas, o primeiro neurônio motor se estende até as células especializadas chamadas células cromafins na medula suprarrenal (porção interna das glândulas suprarrenais) em vez de até um gânglio autônomo. As células cromafins secretam os neurotransmissores epinefrina e norepinefrina (NA). Todos os neurônios motores somáticos liberam apenas acetilcolina (ACh) como seu neurotransmissor, mas os neurônios motores autônomos liberam tanto a ACh quanto a norepinefrina (NA).
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Vamos pensar
Quantos neurônios motores estão envolvidos no sistema nervoso somático mesmo?
E quantos estão envolvidos no sistema nervoso autônomo?
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Vamos pensar
Quantos neurônios motores estão envolvidos no sistema nervoso somático mesmo?
1, que vêm do SNC
E quantos estão envolvidos no sistema nervoso autônomo?
2, um que vêm do SNC até o gânglio (pré-ganglionar) e um que vai do gânglio até o efetor (pós-ganglionar)
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Neurônios pré e pós-ganglionares
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E como as informações são captadas?
Aferências sensoriais viscerais convergem para o núcleo do trato solitário no tronco encefálico (bulbo) através do nervo vago (X), glossofaríngeo (IX) e facial (VII); e daí para o hipotálamo e para núcleos motores do tronco.
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Mas ele é autônomo mesmo?
Controlado pelo SNC por:
Reflexos: informações sensoriais integradas no SNC levando a ajustes pelo SNA
Comandos: comandos corticais ou Subcorticais (emoções ou pensamentos)
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O hipotálamo
Centros de controle e núcleos:
Perda de calor: pré-óptico
Conservação de calor: posterior
Fome: lateral
Saciedade: ventromedial
Sede: supra óptico
Relógio biológico: supraquiasmático
Endócrino: paraventricular e periventricular
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O hipotálamo
O controle da homeostase pelo hipotálamo se dá de forma endócrina (hormonal), neural (sistema nervoso autônomo) e motivacional (fome e sede)
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Reflexo fotomotor
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Reflexo gastrointestinal
Aroma de um alimento apetitoso ou presença dele na boca ativa reflexo do SNA parassimpático para secreção de saliva e outros sucos digestivos
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Vamos testar esse reflexo?
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E as divisões dessa divisão?
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Tortora e Derrickson (2023)
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E as divisões dessa divisão?
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O sistema nervoso autônomo tem divisões sensorial e motora. A divisão motora ainda se subdivide em divisão simpática e parassimpática. Como a maioria das ações do sistema nervoso autônomo relaciona-se com o controle das vísceras, algumas vezes ele é chamado de sistema nervoso visceral.
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E as divisões dessa divisão?
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SNA
{
Simpático
Entérico
Parassimpático
Adequação a situações estressantes como trauma, medo, hipoglicemia, frio e exercício
Manutenção de funções essenciais à vida, como digestão e eliminação de resíduos
Regulação do Sistema GI
Tronco encefálico e Região Sacral
Regiões torácica e lombar
Sinais dos sentidos somáticos e especiais também influenciam as respostas de neurônios motores autônomos. Visualizar uma bicicleta prestes a bater em você, ouvir o barulho dos freios de um carro próximo ou ser agarrado por um agressor aumentam a frequência e a força de seus batimentos cardíacos.
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Os neurônios autônomos sensitivos estão localizados nos gânglios da raiz posterior e nos gânglios de nervos cranianos. Como os outros neurônios dos gânglios da raiz posterior, eles são células pseudounipolares com um ramo axonal periférico que se estende a uma das vísceras e um ramo central que entra no SNC
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Os neurônios autônomos sensitivos estão localizados nos gânglios da raiz posterior e nos gânglios de nervos cranianos. Como os outros neurônios dos gânglios da raiz posterior, eles são células com um ramo axonal periférico que se estende a uma das vísceras e um ramo central que entra no SNC
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Diferença entre as vias
Receptores
Neurotransmissores
Anatômicas
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Parassimpático: nervos cranianos e sacrais
Simpático: nervos torácicos e lombares
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Diferença entre as vias
Anatômicas
Neurônios simpáticos possuem fibras pré-ganglionares curtas e pós-ganglionares longas
Neurônios parassimpáticos possuem fibras pré-ganglionares longas e pós-ganglionares curtas
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As fibras pré-ganglionares simpáticas são curtas devido à grande proximidade dos gânglios com a coluna vertebral. As fibras simpáticas pós-ganglionares são longas porque têm de viajar desde os gânglios até aos órgãos-alvo.
As fibras pré-ganglionares parassimpáticas são longas porque têm de percorrer todo o caminho desde o cérebro ou da região sacral da medula espinal até aos gânglios terminais perto dos órgãos-alvo. As fibras pós-ganglionares parassimpáticas são curtas porquesó precisam de percorrer uma pequena distância desde os gânglios terminais até ao órgão em questão.
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neurotransmissão
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Neurônios colinérgicos → secreção de acetilcolina
Todos neurônios pré-ganglionares
Maioria dos neurônios pós-ganglionares parassimpáticos
Acetilcolina → transmissor parassimpático
Neurônios adrenérgicos → secreção de noradrenalina
Maioria dos neurônios pós-ganglionares simpáticos
Noradrenalina → transmissor simpático
CATECOLAMINAS: Adrenalina: São derivados da tirosina, Atuam através de receptores metabotrópicos(proteína G), Nos neurônios pré-sinápticos – recaptação(mais importante) ou destruição monoaminaoxidase (MAO), Todos os tecidos (fígado) e na membrana pós-sináptica –catecol-O-metiltransferase(COMT)
A noradrenalina possui efeito primário no controle da pressão arterial, enquanto a adrenalina possui um efeito mais forte nas taxas metabólicas e no coração.
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neurotransmissão
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neurotransmissão
1. Um impulso nervoso chega a um botão sináptico (ou varicosidade) de um axônio pré-sináptico.
2. A fase de despolarização do impulso nervoso abre canais de Ca2+ dependentes de voltagem que estão presentes na membrana dos botões sinápticos. Como os íons cálcio estão mais concentrados no líquido extracelular, o Ca2+ flui para dentro através dos canais abertos.
3. Um aumento na concentração de Ca2+ dentro do neurônio pré-sináptico serve como um sinal que desencadeia a exocitose das vesículas sinápticas. À medida que as membranas das vesículas fundem-se com a membrana plasmática, as moléculas de neurotransmissores dentro das vesículas são liberadas na fenda sináptica. Cada vesícula sináptica contém vários milhares de moléculas do neurotransmissor.
4. As moléculas de neurotransmissores difundem-se através da fenda sináptica e se ligam aos receptores de neurotransmissores na membrana plasmática do neurônio pós-sináptico. O receptor mostrado na Figura 12.23 é parte de um canal ativado por ligante (ver Figura 12.11 B) e recebe o nome de receptor ionotrópico. Nem todos os neurotransmissores ligam-se a receptores ionotrópicos; alguns ligam-se a receptores metabotrópicos (descritos a seguir).
5. A ligação de moléculas de neurotransmissores a seus receptores em canais ativados por ligante abre os canais e permite que íons específicos fluam através da membrana.
6. Conforme os íons fluem através dos canais abertos, a voltagem através da membrana muda. Essa alteração na voltagem é um potencial pós-sináptico. Dependendo de quais íons os canais admitem, o potencial pós-sináptico pode ser uma despolarização (excitação) ou uma hiperpolarização (inibição). Por exemplo, a abertura dos canais de Na+ permite o influxo de Na+, o que causa despolarização. No entanto, a abertura dos canais de Cl− ou K+ causa hiperpolarização. A abertura dos canais de Cl− permite que esse íon mova-se para dentro da célula, já a abertura dos canais de K+ permite que o K+ mova-se para fora – em qualquer dos eventos, o interior da célula torna-se mais negativo.
7. Quando um potencial despolarizante pós-sináptico atinge o limiar, ele dispara um impulso nervoso no axônio do neurônio pós-sináptico.
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divisão simpática
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UNIPAC
Via simpática
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Mais abrangente que parassimpático
Cadeias paravertebrais: pares de gânglios
Gânglios pré-vertebrais: celíaco, mesentérico superior e mesentérico inferior
Atua coordenadamente com a glândula adrenal: pode atuar em todas as células do organismo.
Neurotransmissor: noradrenalina e acetilcolina (glândulas sudoríparas).
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Via simpática
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Cadeias paravertebrais: pares de gânglios
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Glândulas adrenais
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Células cromafins = neurônios pós-ganglionares simpáticos modificados
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Glândulas adrenais
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Parte do sistema nervoso autônomo simpático
Sistema Simpático consegue atuar em todas as células (inervadas ou não)
Produção de adrenalina (80%) > noradrenalina (20%)
Efeito prolongado (2 a 4 minutos) em relação ao estímulo direto
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Receptores adrenérgicos
β1 são encontrados em locais inervados pelo simpático enquanto que os β2 são encontrados em locais não inervados (músculo liso das vias aéreas)
Praticamente todas as células do organismo tem seu metabolismo acelerado pela ação das catecolaminas liberadas pelas adrenais
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Ativação dos nervos simpáticos e liberação de catecolaminas pelas adrenais - redundância de efeitos protege no caso de falha de um ou outro sistema
 Em comparação com a ACh, a norepinefrina permanece na fenda sináptica por mais tempo
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Receptores adrenérgicos
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divisão parassimpática
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Via parassimpática
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Ações mais localizadas que o simpático
Neurônios pré ganglionares nos núcleos dos nervos cranianos (III - oculomotor, VII - facial, IX - glossofaríngeo e X - vago) no bulbo ou na ponte.
Neurônios pré ganglionares na medula sacral. Neurônios pós ganglionares nas paredes dos órgãos.
Neurotransmissor: noradrenalina e acetilcolina (glândulas sudoríparas).
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receptores colinérgicos
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Receptores Colinérgicos Nicotínicos
Localizados nas Sinapses ganglionares
Receptores Colinérgicos Muscarínicos
Localizados em todas as células efetoras estimuladas pelo SNA parassimpático
Divididos em M1 a M5
	Receptores Colinérgicos	Encontrado em
	Nicotínicos	Simpático e Parassimpático
	Muscarínicos	Todas células efetoras do Parassimpático
Nicotínicos – rápidos
Muscarínicos – mais lentos
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Na clínica
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Dependência Química – Tabagismo
A ligação da nicotina com receptores nicotínico promove alterações conformacionais, facilitando o influxo de íons – principalmente Na+ e Ca+2.
Isso impede que a acetilcolina se ligue a eles, o que ocorreria fisiologicamente. Essa despolarização oriunda da passagem de íons faz com que o impulso nervoso se propague até o sistema de recompensa cerebral (dopamina).
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receptores muscarínicos
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AMPc = Adenosina Mono Fosfato Cíclica
M1: aumenta a concentração intracelular de trifosfato de Inositol (Ip3) e diacilglicerol (DAG), liberando Ca2+ para o citosol, estimulando a função do tecido ou órgão
M3: idem à M1
M4 e M5 encontram-se principalmente no SNC, tendo principal impacto na regulação do humor
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Exemplo de atuação do sna
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Exemplo de atuação do sna
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Exemplo de atuação do sna
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Exemplo de atuação do sna
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resu
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		SIMPÁTICO	PARASSIMPÁTICO
	Neurotransmissores	Noradrenalina e ACh NAS SUDORÍPARAS!	Acetilcolina (ACh)
	Receptores	α e β adrenérgicos	Colinérgicos Nicotínicos e Muscarínicos
	Fibras Pré-Ganglionares	Curtas	Longas
	Fibras Pós-Ganglionares	Longas	Curtas
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No fim de semestre a gente tá como? (estresse agudo)
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Descarga maciça do Sistema Simpático
↑ PA
↑ fluxo sanguíneo no músculo esquelético, ↓ fluxo GI e rins
↑ metabolismo celular
↑ glicemia
↑ glicólise no músculo e fígado
↑ força muscular
↑ atividade mental
↑ taxa de coagulação
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referências
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GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 1998.
KOEPPEN, B. M. Berne e Levy – Fisiologia. 2018.
TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 2023.
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Obrigado pela atenção
Até segunda!
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