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FECHAMENTO- P04 (Fibromialgia)
1. Explicar a fibromialgia (sinais e sintomas e fatores biopsicossociais)
2. Discutir dor crônica e seus tipos
3. Discutir o principal tratamento para a fibromialgia (educação em dor, exercício de resistência progressiva ) 
4. Discutir as questões éticas para prescrição de relatório para perícia de paciente com fibromialgia
Fibromialgia
· educação em dor 
· terapia cognitiva funcional: abordagem MULTIDISCIPLINAR
· acupuntura-alívio de dor 
· meditação-o que gosta
· Avaliação-agoniometria 
Síndrome caracterizada por dor musculoesquelética crônica (sensibilidade) generalizada (superior a 3 meses).
· hiperalgesia em pontos específicos- “tender points”
· sintomas somatossensoriais: (percepção das sensações corporais)
· hiperalgesia
· alodínia: dor provocada por estímulos que normalmente não gerariam dor
· parestesias- formigamento/ dormência 
· sintomas gastrintestinais
· (dor abdominal, síndrome do intestino irritável)
· sintomas psicossomáticos
· fadiga
· distúrbios do sono (acordar sem estar revigorado)- sono não reparador 
· cefaleia 
· ansiedade, depressão 
· disfunção cognitiva
· memória
· humor 
Evidências atuais:
· Surgere e apoia o modelo de ACD que é desenvolvida e mantida por uma variedade de fatores que influenciam a desregulação neurotransmissores e neuro- hormonal
· Amplificação Central da Dor:
· Há uma hiperatividade nos sistemas de processamento da dor no sistema nervoso central. 
· o cérebro e a medula espinhal estão mais propensos a amplificar sinais dolorosos, levando a uma sensação aumentada de dor.
Quadro clínico:
· Diminuição generalizada da força e resistência muscular, junto com altos níveis de fadiga
· A ADM pode ser limitada
· devido ao descondicionamento geral e a falta de atividade física
· redução da capacidade funcional e, consequentemente, redução da qualidade de vida dos pacientes 
Resposta exagerada ao microtrauma muscular:
· o microtrauma é um resultado normal e esperado que esta associado a exercicios novos e extenuantes- adaptação do músculo
· A resposta exagerada pode levar a níveis anormalmente altos de dor localizada em resposta a níveis baixo de exercício
· Além de dor mais disseminada pelo processamento central desordenado (o sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal, começa a interpretar sinais de dor de maneira mais intensa e generalizada do que o necessário)
· A dor pode se espalhar para áreas além dos músculos que foram realmente afetados, aumentando ainda mais a sensação de desconforto.
CRISES ÁLGICAS:
· episódios intensos de dor que ocorrem de forma intermitente na condição
· Intensidade da dor: muito mais intensa que o nível de dor habitual
· Duração e frequência:pode variar desde algumas horas até vários dias
· A frequência das crises também pode ser imprevisível; algumas pessoas podem ter episódios frequentes e regulares, enquanto outras podem experienciar crises esporádicas e imprevisíveis
· Localização da dor: pode ser disseminada por várias áreas do corpo, sem uma localização específica. No entanto, durante uma crise, as áreas que já são sensíveis ou doloridas podem se tornar mais afetadas.
· Sensibilidade aumentada: ao toque/ outros estímulo: toques leves, mudança de temperatura/ pressão de roupas
· Acompanhadas de outros sintomas: como fadiga extrema, distúrbios do sono e problemas cognitivos, que podem amplificar a sensação de desconforto e afetar o bem-estar geral.
· Impacto emocional: O estresse emocional pode, por sua vez, piorar a intensidade e a frequência das crises. 
· Fatores desencadeantes: estresse, esforço físico excessivo, mudanças climáticas, e alterações na rotina diária 
O American College of Rheumatology (ACR) publicou os primeiros critérios diagnósticos em 1990.
· Quando esse método era usado, a fibromialgia era diagnosticada quando uma pessoa sentia dor generalizada (acima e abaixo da cintura bilateralmente) por mais de três meses e sensibilidade em pelo menos 11 dos 18 pontos sensíveis específicos no exame físico. 
Em relação ao diagnóstico, não existem exames para Fibromialgia. O diagnóstico é totalmente clínico efeito através dos sintomas e sinais.
Critério alternativo (2010)
· autorrelato de sintomas por meio do Fibromyalgia Survey Questionnaire ( Wolfe 2011 ). 
Os critérios alternativos passaram a incluir:
1. Dor Generalizada: Usando um mapa corporal onde os pacientes indicam quais dos 19 pontos avaliados são dolorosos.
2. Escala de Gravidade dos Sintomas: Avalia a gravidade dos sintomas com base em itens relacionados à fadiga, cognição (dificuldades de concentração e memória), distúrbios do sono e queixas somáticas.
3. Duração dos Sintomas: Confirmar que os sintomas têm uma duração de pelo menos três meses.
4. Outros Diagnósticos Possíveis: Avaliar e excluir outras condições que possam causar sintomas semelhantes.
FISIOPATOLOGIA? ETIOLOGIA?Até o momento, nenhuma etiologia ou fisiopatologia definitiva foi identificada para a fibromialgia.
Evidências atuais:
· Surgere e apoia o modelo de ACD que é desenvolvida e mantida por uma variedade de fatores que influenciam a desregulação neurotransmissores e neuro- hormonal
· Amplificação Central da Dor:
· Há uma hiperatividade nos sistemas de processamento da dor no sistema nervoso central. 
· o cérebro e a medula espinhal estão mais propensos a amplificar sinais dolorosos, levando a uma sensação aumentada de dor.
· Desregulação Neurotransmissora e Neuro-Hormonal:
· FM associada a alterações nos neurotransmissores e hormônios que regulam a dor.
· serotonina e a noradrenalina: desempenham papéis importantes na modulação da dor e do humor. 
· Alterações nos níveis de cortisol, que está relacionado ao estresse, também podem influenciar a percepção da dor 
· Fatores Contribuintes: Vários fatores podem contribuir para essa amplificação da dor, incluindo estresse psicológico, trauma físico ou emocional, infecções, e outros eventos estressantes. 
· Esses fatores podem exacerbar a desregulação neuro-hormonal e, assim, aumentar a sensibilidade à dor.
Avaliação:
FIQ: https://www.scielo.br/j/rbr/a/VbJNBxFTfpn6PTTMwhpDBpB/?format=pdf
· Qualidade de vida relacionada à saúde: como Questionário de Impacto da Fibromialgia-FIQ
· Intensidade da dor ‐ EVA
· Fadiga- medida de forma global
· fadiga geral, fadiga física/ muscular (mensurada pelo dinamômetro isocinético), fadiga mental, motivação reduzida, atividade reduzida e grau de interferência com atividades da vida diária
· fadiga autopercebida, pela Escala Visual Analógica (EVA).
· Rigidez:
· Os músculos constantemente tensos.
· sensação de que seus músculos eram 'geleia de chumbo' ou 'gelatina de chumbo'
· resulta em uma incapacidade geral de se mover com facilidade e uma sensação de rigidez. 
· medida comum de rigidez encontrada nesta literatura ‐ a subescala de rigidez do FIQ.
· Função física:
· atividades consideradas essenciais para manter a independência: higiene, alimentação, transferência e vestuário
· atividades consideradas discricionárias que não são necessárias para uma vida independente, mas podem ter um impacto na qualidade de vida
· atividades recreativas, socialização (encontro com família)
· exercício físico
· A aptidão cardiorrespiratória- teste de caminhada de 6 min 
· Atributos neuromusculares:
· força muscular (MRC)
· resistência, potência
· flexibilidade muscular e articular
TIPOS DE DOR:
Nociceptiva/ somática:
· ativação fisiológica dos receptores
· ligada a lesão do tecido ósseos, musculares ou ligamentares
· dor causada por um trauma/ uma inflamação propriamente dita
· é LOCALIZADA consegue identificar onde está o estímulo doloroso
· geralmente é desencadeada por queimadura, pancada, entorse, infecção, etc…
Nociplástica:
· DIFUSA e difícil de ser localizada 
· Dor psicogênica ou psicossomática, que está mais relacionada à percepção do estímulo doloroso.
· O emocional modula a dor.
· ligado a sensibilização central da dor: amplificação da sinalização do neurônios nociceptivos no SNC a entrada somatossensorial aferente
· há atividade cerebralaumentada em áreas envolvidas na percepção da dor (ex: córtex pré-frontal)
· Ocorre por alterações neuroplásticas associadas à atividade nervosa espontânea, campos receptivos expandidos e aumento da resposta neural na medula espinhal
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS SÍNDROMES NOCIPLÁTICAS:
· predominância no sexo feminino
· agregação familiar
· longo tempo de evolução de dor multifocal
· hiperalgesia, alodinia, coexistência de várias condições de dor crônic
· alta frequência de comorbidades
· presença de sensibilizadores psicológicos
· pouca ou nenhuma resposta a tratamentos com ação periférica (anti-inflamatórios não esteroidais, glicocorticoides, injeções e cirurgias)
ASPECTOS CLÍNICOS IMPORTANTES NA DISCRIMINAÇÃO DA DOR CENTRALIZADA
· acometimento difuso, sem território neuroanatômico específico;
· intensidade desproporcional à natureza da lesão ou doença;
· hipersensibilidade dos sentidos não relacionada ao sistema musculoesquelético.
· Presença de estímulo nociceptivo persistente, como pontos-gatilho miofascial ou doença que causa dor crônica como osteoartrite e artrite reumatoide, bem como existência de lesão neuropática, podem perpetuar o mecanismo de sensibilização central.
Neuropática:
· provocada por uma DISFUNÇÃO no sistema nervoso central/ periférico
· os neurônios que conduzem os impulsos nervosos estão danificados, resultado da ativação anormal da via nociceptiva
· O sintoma pode aparecer em forma de “agulhadas”, formigamento ou queimação.
· AVC, neuropatia periférica e síndrome do túnel do carpo. 
· 
Modalidades de fisioterapia para tratamento da fibromialgia: (2019)	Comment by RAYSSA CARVALHO MENDONÇA: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6979469/
A FM não tem cura definitiva, e o tratamento se concentra principalmente no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida.
· intervenções de exercícios devem ser individualizadas com base na função física do paciente, na gravidade da dor e em outros sintomas da FM
A tomada de decisão clínica no tratamento da dor e fadiga durante a recuperação do exercício deve incluir:
· Avaliação da localização e duração da resposta dos sintomas, 
· Educação do paciente sobre os sintomas pós-exercício esperados 
· Prescrição de exercícios que gradualmente incorpora várias regiões do corpo para evitar a exacerbação da dor e fadiga generalizadas.
Mais indicado:
· exercícios aeróbicos 
· exercícios resistidos para fortalecimento muscular
· exercícios de alongamento 
· educação em dor
Complementar:
· exercícios aquáticos
· massoterapia
· terapias com correntes analgésicas elétricas
Exercícios aeróbicos :
· Afeta principalmente o sistema cardiovascular e respiratório
· Maior capacidade de extrair oxigênio dos pulmões e mandar para os tecidos 
· Permitindo que um indivíduo execute mais trabalho em um determinado nível submáximo 
· caminhada
· corrida/ ciclismo 
· dança
· exercícios aquáticos (28 °C a 34 °C.)
· mostrou evidências moderadas a fortes para pequena redução da dor e pequena melhora na qualidade de vida
· apresentam menos efeitos colaterais do que outros exercícios físicos e são mais amplamente aceitos entre indivíduos com fibromialgia devido ao fator relaxante da temperatura da água. (há baixo impacto articular e melhor retorno venoso )
· propriedades da água como flutuabilidade, densidade, viscosidade e pressão hidrostática fornecem resistencia ao movimento e leva fortalecimento e causa relaxamento
Exercícios de Resistência progressiva:
· fortalecimento gradual supervisionado 
· método para aumentar a capacidade dos músculos de criar força
três princípios:
1. Realizar um pequeno número de repetições até a fadiga
2. Permitir descanso suficiente entre os exercícios para recuperação
3. Aumentar a resistência à medida que a capacidade de gerar força aumenta
Fortalecimento muscular:
· treinamento de resistência
· aprimorar a capacidade funcional 
· que altera a força neuromuscular, a resistência ou a potência (dependendo de prescrição específica)
· pode resultar em maior tolerância e mais sucesso a AVD que exigem maior esforço, prolongado ou rápida (ex: tarefas de levantamento, tarefas de escalada, manutenção do controle postural
· Pode aumentar a tolerância ao microtrauma muscular, reparo e adaptação que ocorrem com o exercício, reduzindo assim as respostas à dor. 
EDUCAÇÃO EM SAÚDE:
· a natureza crônica da fibromialgia faz com que os indivíduos vejam a síndrome e suas consequencias da doença
· programa visam otimizar o atendimento por meio de orientações ao paciente diferentes áreas do conhecimento:
· como controlar a dor e lidar com problemas associados a estilo de vida
· foca na ideia de que o paciente não está enfrentando uma doença com risco de vida:
· doença crônica (não tem cura, mas tem tratamento)- natureza da doença, tratamento, estratégias de gerenciamento e resultado esperados 
· ex: educação em neurociência da dor e sensibilização central:
· a fim de reconceituar a dor (melhor PERCEPÇÃO DA DOR)
· mudar cognição inadequada da dor (catastrofização)
· atitudes em relação a dor
· alívio dela, incapacidade e disfunção física
Ajuda a entender a condição da dor que leva a cognições de dor mal-adaptativas e estratégias de enfrentamento para pessoas com dor crônica
· permite que o paciente participe ativamente de seu tratamento, proporcionando benefícios pessoas e encorajando adoção de comportamentos que leve o bem-estar biopsicossocial e melhor qualidade de vida
Flexibilidade (exclui exercícios de aquecimento ou resfriamento):
· afeta a função, garantindo que os tecidos moles ao redor da articulação permita uma ADM total
· alivia a tensão muscular
· aumentar o comprimento muscular e ADM
· podem aumentar a amplitude funcional de movimento e podem contribuir para melhorar a estabilidade postural e o equilíbrio
· eficaz para reduzir a dor, o impacto da DM, a fadiga, distúrbios de sono e melhora da QV
Mais estudos com qualidade metodológica adequada e protocolos de tratamento padronizados são necessários para melhor investigar a eficácia dessas modalidades de fisioterapia nos vários sintomas característicos de indivíduos com FM.
A causa da fibromialgia não é o trabalho ((LER/DORT)
· sejam feitas mudanças no ambiente do trabalho, readaptação profissional e redução da carga horária para funcionários com quadro sugestivo da síndrome de dor crônica
· O fato do trabalho piorar a dor preexistente também deve ser considerado
· não se pode associar os sintomas da fibromialgia com incapacidade laborativa 
PERÍCIA:	Comment by RAYSSA CARVALHO MENDONÇA: file:///C:/Users/USUARIO/Downloads/scardoso,+02+-+Avalia%C3%A7%C3%A3o+da+capacidade+laborativa+em+periciandos+portadores+de+fibromialgia.pdf
· Social- condições financeiras, tem que ser baixa renda, a família tem que tá no CADúnico- até ¼ do salário único por cada membro + INCAPACIDADE do trabalho
· Com perito- avalia os laudos e ver se aquela doença incapacita ou não- faz perguntas
· Quem a doença atinge de maneira que torna a pessoa inata ao trabalho- tem que tá com uma deficiência que limita a pessoa significativa
Como passar na perícia do INSS com fibromialgia? O grande segredo para passar na perícia do INSS é apresentar todos os laudos, exames e receituários médicos necessários para a comprovação da sua incapacidade para o trabalho ou deficiência decorrente da fibromialgia.
Foco de análise:
· Credibilidade do periciando: difícil de quantificar; Honestidade e consistência das declarações do periciando
· Maneira de apresentação da solicitação dos benefícios: como o pedido é apresentado pode influenciar a decisão judicial
· Os sintomas podem ser subjetivos e variáveis, uma apresentação detalhada e bem-documentada, incluindo relatórios médicos, histórico de tratamentos e impactos funcionais, pode ajudar a fortalecer o caso.
· Investigação complementar da queixa
· análise de registros médicos, consultas com especialistas e verificações sobre a gravidade e a gestão da fibromialgia. Essa investigação é essencial para corroborar a alegação de que a condição está impactandosignificativamente a capacidade do indivíduo de trabalhar.
· Interrogatório de testemunhas:
- Testemunhas, como familiares, amigos, ou colegas de trabalho, podem fornecer informações sobre como a fibromialgia afeta o cotidiano e a capacidade funcional do periciando. Seus depoimentos podem ajudar a fornecer uma visão mais clara do impacto da condição na vida do requerente.
Avaliação da capacidade laboral
· muitos pacientes relatam agravamentos dos sintomas devido a sobrecarga no trabalho, entretando a literatura é limitada em termos de dados que associam diretamente a fibromialgia com lesões por esforço repetitivo (LER) e doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT)
· realizada de acordo com a função exercida
· impacto de que as demandas e condições do ambiente/ condições de trabalho podem ter nos sintomas da fibromialgia
A causa da fibromialgia não é o trabalho ((LER/DORT)
· sejam feitas mudanças no ambiente do trabalho, readaptação profissional e redução da carga horária para funcionários com quadro sugestivo da síndrome de dor crônica
· O fato do trabalho piorar a dor preexistente também deve ser considerado
· não se pode associar os sintomas da fibromialgia com incapacidade laborativa 
Diante desses elementos, os autores deste trabalho discorrem sobre as repercussões funcionais da doença que possam justifi car concessão de benefícios como aposentadoria por invalidez ou auxílio doença e discutem os critérios médico-periciais para avaliação do nexo causal entre a fibromialgia e a atividade laborativa exercida por periciandos portadores da doença. Pôde-se concluir que a fi bromialgia pode ser incapacitante devido à intensidade da dor e demanda física da função do periciando. 
Para estabelecer nexo ocupacional, há necessidade de avaliação da atividade laborativa exercida e do ambiente do trabalho, além da exclusão das demais hipóteses diagnósticas. A avaliação da ocorrência de quadros similares em pessoas que exerçam a mesma função que o autor também é importante, uma vez que tal fato gera maior credibilidade à avaliação do nexo
O fato da fibromialgia não ser considerada uma doença por alguns autores baseia na ideia de parte de um espectro de respostas alteradas a um fator estressor,por isso os peritos médicos poderia desconsiderar como causa de incapacidade laboral
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