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CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA
Isaias mateus da costa oliveira
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
Exames Radiológicos em Contraste
26/11/2023
Esperantina
ATIVIDADE PROPOSTA 1
Em geral, a administração do contraste iodado por via oral e endovenosa pode permitir a visualização de diferentes fases no exame de imagem, dependendo do objetivo da avaliação radiológica e das características do contraste utilizado. As fases comuns incluem:
 Fase pré-contraste endovenoso: nessa fase, o paciente ainda não recebeu o contraste iodado e geralmente serve como referência para a comparação das imagens obtidas após a administração do contraste. 
 Fase arterial: após a administração do contraste endovenoso, o contraste é distribuído pela circulação sanguínea e chega às artérias, permitindo a visualização das estruturas vasculares, como artérias e vasos sanguíneos menores. Essa fase é geralmente usada para avaliar o suprimento sanguíneo de órgãos ou detectar lesões vasculares. 
 Fase portal: conforme o contraste é distribuído pelo corpo, ele chega ao sistema portal, que inclui as veias do fígado e do trato gastrointestinal. Essa fase pode ser útil para avaliar a função hepática e a vascularização de órgãos abdominais, como o pâncreas e o baço.
 Fase excretora: à medida que o contraste é eliminado do corpo, ele passa pelos rins e é excretado na urina. Essa fase pode ser usada para avaliar a função renal e a presença de obstruções no trato urinário.
FASE PRÉ-CONTRASTE ENDOVENOSO
FASE ARTERIAL
FASE PORTAL:
FASE EXCRETORA
ATIVIDADE PROPOSTA 2
Durante a urografia excretora, o paciente é submetido a uma série de radiografias que são tiradas antes e após a administração de um meio de contraste. A seguir, estão descritos os procedimentos para a realização do exame:
 Preparação pré-exame: o paciente deve seguir as instruções fornecidas pelo médico, que podem incluir jejum de alimentos sólidos e líquidos, uso de laxantes ou medicamentos para limpar o intestino, ou interrupção temporária de medicações que possam interferir no exame. 
 Posicionamento do paciente: o paciente é colocado em uma mesa radiográfica, deitado de barriga para cima. Em seguida, são tiradas radiografias da região abdominal e pélvica, sem a administração do meio de contraste. 
 Administração do meio de contraste: um meio de contraste é injetado no braço do paciente por meio de uma agulha intravenosa. O meio de contraste pode ser iodado ou à base de gadolínio, dependendo do tipo de exame que será realizado. 
 Realização das radiografias com o meio de contraste: após a administração do meio de contraste, uma série de radiografias é tirada em intervalos de tempo específicos. O tempo para a realização de cada radiografia pode variar de acordo com o tipo de exame, mas geralmente é de cerca de 10 a 20 minutos. 
 Observação do fluxo do contraste: o radiologista avalia o fluxo do meio de contraste através do sistema urinário do paciente, observando a sua passagem pelos rins, ureteres, bexiga e uretra. As radiografias tiradas durante esse processo permitem que o médico observe eventuais obstruções, dilatações ou outras anormalidades no sistema urinário. 
 Finalização do exame: após a realização de todas as radiografias, o paciente é liberado e pode retomar suas atividades normais. É importante que o paciente beba bastante água após o exame, para ajudar a eliminar o meio de contraste do organismo. Já no exame radiológico do EED (Esôfago, estômago e duodeno) é um procedimento que permite avaliar a anatomia e o funcionamento desses órgãos. A seguir, estão descritos os procedimentos a serem seguidos para a realização do exame:
 Preparação pré-exame: o paciente deve seguir as instruções fornecidas pelo médico, que podem incluir jejum de alimentos sólidos e líquidos, uso de laxantes ou medicamentos para limpar o intestino, ou interrupção temporária de medicações que possam interferir no exame. 
 Posicionamento do paciente: o paciente é colocado em uma mesa radiográfica, deitado de barriga para cima. Em seguida, é introduzido um tubo fino e flexível através da boca do paciente, que desce até o estômago e duodeno. O tubo é utilizado para injetar o meio de contraste. 
 Administração do meio de contraste: um meio de contraste é injetado através do tubo introduzido na boca do paciente. O meio de contraste pode ser baritado ou à base de gadolínio, dependendo do tipo de exame que será realizado. 
 Realização das radiografias com o meio de contraste: após a administração do meio de contraste, uma série de radiografias é tirada em intervalos de tempo específicos. O tempo para a realização de cada radiografia pode variar de acordo com o tipo de exame, mas geralmente é de cerca de 10 a 20 minutos. 
 Observação do fluxo do contraste: o radiologista avalia o fluxo do meio de contraste através do esôfago, estômago e duodeno do paciente, observando a sua passagem pelo sistema digestório. As radiografias tiradas durante esse processo permitem que o médico observe eventuais obstruções, dilatações ou outras anormalidades no sistema digestório. 
 Finalização do exame: após a realização de todas as radiografias, o tubo é retirado e o paciente é liberado. É importante que o paciente beba bastante água após o exame, para ajudar a eliminar o meio de contraste do organismo. O radiologista analisará as imagens obtidas e fornecerá um laudo com o diagnóstico do paciente.
CONCLUSÃO 
Os exames radiológicos em contraste são uma ferramenta essencial para o diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas. Eles permitem que os médicos visualizem com mais clareza a anatomia e o funcionamento de diferentes sistemas e órgãos do corpo humano, o que pode ajudar a identificar patologias como obstruções, inflamações, tumores e outras doenças. Além disso, esses exames são geralmente seguros e bem tolerados pelos pacientes, com poucos efeitos colaterais.
 É importante lembrar que esses exames devem ser realizados somente quando indicados pelo médico, levando em consideração o histórico clínico do paciente e os potenciais riscos e benefícios. Em resumo, os exames radiológicos em contraste são uma importante ferramenta para a medicina diagnóstica e contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
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