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Nome completo: Carla Hemanuely Wanderley Santos Sekiguchi
Curso: Vigilância Sanitária e Qualidade de Alimentos
Área: 	Saúde		Nº do estudo de caso: 88
Lembretes importantes:
· Leia o manual para elaboração de estudo de caso;
· Não é necessário reproduzir o enunciado do estudo de caso;
· Não se preocupe com a ABNT! Seu trabalho pode seguir este template (fonte Arial, tamanho 12 com espaçamento simples);
O estudo de caso deve ter no mínimo 400 e máximo de 800 palavras contando a partir do título
Eutanásia e a morte assistida o que difere e suas Adversidades.
 A Palavra Eutanásia vem de origem em grego “Eu” boa e “Thanos” Morte significando ¨Boa Morte¨ ou Morte indulgente, para os pesquisadores é o conforto do sofrimento, ou seja, é uma ação de encurtar a vida de um paciente em fase terminal e acabar com toda dor física e psicológica, que se encontra numa situação com uma patologia incurável, que não existe possibilidades de tratamentos e o quadro clínico é irreversível. 
 No Brasil é prevista em lei como crime de Homicídio, há muitas discussões sobre esse assunto eutanásia e a morte assistida são ações que abrangem a execução alternativa de morrer sem dor com assistência médica, os dois são controlados por inúmeros princípios é conceito implantado e tem suas complicações que transitam numa proporção médicas éticas, religiosas e legítimos.
 Na perspectiva social a eutanásia suscinta controvérsias significativas em diversas culturas e nações. Alguns alegam que é direito fundamental do homem para discernir uma morte digna, sobretudo quando se enfrenta com uma patologia em fase terminal ou quando não existem regaste para sua saúde e se esgotam e a morte parece ser inevitável.
 Este processo se apresenta como o último ato de autonomia e integridade, todavia adversários defendem que a vida é ungida e que ninguém, incluídos médicos precisam executar um domínio ativo em rompê-la.
 A Eutanásia eleva vários argumentos e problemas éticos, morais e questões religiosas dentre eles autonomia do paciente e os deveres e a limitações dos profissionais de saúde, sempre que a medicina se empenha para salvar e prorrogar a vida, e sempre fica nessa imposição será que é melhor para o paciente encerrar sua vida? Para igreja é entendida como uma ação de homicídio é ato intolerável, a igreja defende que a vida humana deve ser defendida desde a concepção até a morte natural. 
 Por outro lado, a eutanásia é liberada em alguns países da Europa, e como a morte assistida, o que difere uma da outra é que a eutanásia o médico prescreve a droga letal e o enfermeiro ou médico aplica no paciente, já a morte assistida o médico prescreve a droga e o paciente próprio pode se autoadministrar, e a substância que induz o paciente ao óbito.
 Na realidade as normas e a autorização para esses procedimentos existem inúmeros critérios, dependem do país e da organização que está prestando serviços médicos e assistenciais, tem toda uma análise de laudos médicos consultas e vários documentos, consentimento dado pelo paciente ou se não estiver em posição de fazê-lo, seus familiares e representantes legais. 
 Em conclusão a eutanásia e a morte assistida é ético considerar que é uma opção para cuidado paliativo dando autonomia para um paciente e nos seus últimos momentos promovendo uma qualidade de vida e cessando toda dor e sofrimento que são considerados insuportáveis.
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