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Protocolos Clínicos – UPA 24 horas – Rio Verde/GO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Assegurar permeabilidade das vias aéreas 
- Inspeção: corpos estranhos, fraturas, 
secreção e sangramentos 
- Proteção da coluna: jaw-thrust e chin-lift/ 
colar cervical 
- Glasgow ≤ 8 
- Considerar via aérea definitiva 
 
TRIAGEM 
 
- Múltiplas vítimas: 
Risco de vida iminente e 
traumatismos multissistêmicos 
 
- Vítimas em massa: 
Maior chance de sobrevida e 
menor gasto de tempo / 
equipamentos / recursos 
 
 
Acadêmicas: Ariane Zanon, Gabriela Rezende, Júlia Carvalho e Tayla Lacerda 
FLUXOGRAMA DE SUPORTE DE VIDA AVANÇADO NO TRAUMA – ATLS 
 
- Inspeção: cianose, taquipneia, ferimentos 
- Ausculta: ↓MV, pneumotórax hipert., e 
hemotórax maciço (atenção imediata) 
- Percussão: hipertimpanismo, macicez 
- Palpação: enfisema subcutâneo, dor, 
fraturas 
- Suplementação de O2 – monitorização 
 
- C: Controle de Dor (analgesia) 
- Perfusão e pulsos 
- Avaliação de sangramentos externo e 
oculto 
- Classificação do choque - Necessidade de 
reposição volêmica? 
- Estabilização de fraturas 
- Compressão de sangramentos visíveis – 
Avaliar necessidade torniquete 
 
 
 
 Passado Médico ou Prenhez 
L – Líquidos e alimentos 
A – Ambiente e circunstâncias 
do trauma 
 
REPOSIÇÃO 
VOLÊMICA 
 
- 2 acessos calibrosos para 
administração de fluidos, 
sangue e plasma 
- Iniciar reposição volêmica 
com cristaloides, fazer 1L de 
solução isotônica aquecida 
(37 a 40ºC) 
- Se falta de resposta a terapia 
inicial, realizar transfusão 
sanguínea 
 
REAVALIÇÃO 
 
- Constante (ABCDE) 
- Sinais Vitais 
- Diurese 
- Gases arteriais 
- Monitorização cardíaca 
- Oximetria de pulso 
- Monitorização de CO2 
expirado 
- Novas lesões e 
complicações 
 
Transferir paciente quando a 
necessidade de tratamento 
exceder a capacidade da 
instituição que o recebeu 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta zero - 
02- 2 Acessos Venosos Calibrosos - 
03- Ringer Lactato 1000ml (ACM) 12/12h EV 
04- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
05- Tramal 1 amp + SF 0,9% 100ml (SOS) 8/8h EV 
06- Nausedron 1 amp + AD (SOS) 8/8h EV 
07- GH 50% 4 amp se HGT ≤70 SOS EV 
08- Insulina Regular - corrigir conforme esquema da unidade SOS SC 
09- Enoxaparina 40mg 24/24h SC 
10- Omeprazol 20mg – 01 CP pela manhã 24/24h VO 
11- SSVV + CCGG 2/2h - 
12- Cabeceira elevada 
13- HGT 6/6h 
14- Monitorização e oximetria de pulso 2/2h - 
15- Balanço Hídrico 4/4h - 
16- Cateter nasal de O2 se SpO2 65 kg 
15mg em bolus. 
0,75mg/kg em 30 
min. 
0,5mg/kg em 60 
min 
 
15mg em 
bolus. 
50mg em 30 
minutos 
35mg em 60 
min. 
 
 
Anticoagulação 
- Enoxaparina 
1mg/kg SC 12/12 
Se > 75 anos: 
0,75mg/kg 
- HNF 60-70U/KG 
EV (Máx 5000) 
Comunicar cardiologista de plantão 
ANGINA INSTÁVEL 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta hipossódica - VO 
02- Acesso Salinizado - 
03- Nitroglicerina 10ml + SG 240ml (ACM) BIC 
04- Morfina 2mg + AD 6/6h EV 
05- Nausedron 1 amp + AD (SOS) 8/8h EV 
 06- AAS 100mg – 3 CP AGORA VO 
 07- Clopidogrel 75mg – 4 CP AGORA VO 
 08- Metoprolol 50 mg 24/24h VO 
 09- Enalapril 20 mg 12/12h VO 
 10- Sinvastatina 40mg – 01CP à noite 24/24h VO 
 11- Omeprazol 20mg – 01 CP pela manhã 24/24h VO 
12- GH 50% 4 amp se HGT ≤ 70 SOS EV 
13- Insulina Regular - corrigir conforme esquema da unidade SOS SC 
14- Enoxaparina 40mg 24/24h SC 
15- SSVV + CCGG 2/2h - 
16- Cabeceira Elevada 
17- HGT 6/6h 
18- Monitorização e oximetria de pulso 2/2h - 
19- Cateter nasal de O2 se SpO2 40kg 
5mg IM se entre 13-40kg 
USO IM 
 
0,2mg/kg EV lento 
Rotina: 10mg(2mL) EV 
lento 
USO EV 
 
SEGUNDA 
LINHA 
 
 
NÃO 
RESOLVIDO 
 
 
RESOLVIDO 
 
Ataque: 0,2mg/Kg em bolus a 
 2 mg/min a cada 5 min. até 
máx. de 2mg/Kg 
Manutenção: 0,1mg/Kg/h até 
5mg/Kg/h (45-60min) 
Ataque: 1-2mg/Kg por 5min, 
repetir até parar a convulsão
Manutenção: por 20-60min. 
20mg/Kg a 50-100mg/min
 
PREPARAR 
IOT 
 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta oral zero - VO 
02- Acesso Salinizado - - 
03- SF 0,9% 500ml 8/8h EV 
04- Dipirona 1amp+AD (SOS) 6/6h EV 
05- Bromoprida 1 amp+ AD (SOS) 8/8h EV 
06- Omeprazol40mg 24/24h VO 06h am 
07- GH 50% 4amp se HGT3,3 
 K 3,3- 5,5 : Iniciar insulina e 
realizar reposição de 20/30meq/L 
até K entre 4-5 
 K>5,5: Iniciar insulina (sem 
reposição ) 
Obs: 
1 ml KCL 19,1%= 2,5 meq 
1 ml KCL 10%= 1,3 meq 
 
 Hiponatremia: utiliza-se 
solução salina 0,9% com 
velocidade de infusão de 4-
14ml/k/h 
 Hipernatremia ou Normal: 
utiliza-se solução salina 0,45% 
com velocidade de infusão de 
4-14ml/k/h 
 
Glicemia80 na 
primeira hora = reduzir 
velocidade de infusão 
 
Controle para evitar 
complicações como: hipoglicemia 
e edema cerebral 
Bicarbonato estáreservado para situações 
exclusivas como ph 2 episódios 
▪ Suspei ta de fra tura exposta ou com afundamento 
 
 
▪ Se não apresentar critério de internação 
▪ Orientar retorno se sinais de alarme 
▪ Alteração na TC 
▪ TCE penetrante 
▪ Perda prolongada da consciência > 20 min 
▪ Cefaleia moderada/grave 
▪ Rebaixamento do nível de consciência 
▪ Intoxicação significativa 
▪ Fratura craniana 
▪ Fístula liquórica 
▪ Traumatismos significativos 
▪ ECG 65 anos 
▪ Perda da consciência > 5 minutos 
▪ Amnésia re trógrada > 30 minutos 
▪ Mecanismo de lesão grave 
 
 
TC se: 
Alta hospitalar 
 
 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta zero – até segunda ordem - - 
02- Acesso Salinizado - - 
03- SGF 500 ml 8/8 EV 
04- Nausedrom 1 amp + AD (SOS) 8/8 EV 
05- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
06- GH 50% 4 amp se HGT48hrs ou tempo indeterminado 
Cardioversão 
liberada 
Sem 
trombo 
Ecocardiograma 
Transesofágico 
 
Indisponível 
ou com 
trombo 
Amiodarona IV 
Ataque: 1,5-
2mg/kg em 10 
min 
Manutenção: 
50mg/h por 24h 
 
 
 
Cardioversão 
farmacológica 
Com alteração estrutural 
(IAM prévio, ICC, estenose 
valvar) 
 
Anticoagulação plena 
por 3 semanas e 
retorno ambulatorial 
 
Cardioversão 
farmacológica 
ou elétrica 
ESCORE DE RI SCO DE TR OMBOEMBOLISMO (C HA DSV AS C) 0= nao anticoagular / 1= considerar/ 2 ou mais= anticoagular 
 
Propafenona VO 
Dose de ataque: 
450-600mg 
 
Cardioversão 
farmacológica ou 
elétrica 
 
Anticoagular por 
pelo menos 4 
semanas após 
cardioversão 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta geral - VO 
02- Acesso Salinizado - - 
03- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
04- Bromoprida 1 amp+ AD (SOS) 8/8h EV 
05- Enoxaparina 80mg 12/12h SC 
06- Omeprazol 20mg – pela manhã 24/24h VO 
07- Amiodarona 02 amp + SG 5% 100 ml AGORA Correr em 30 
min 
EV 
08- Amiodarona 06 amp + SG 5% 232 ml Correr 16 ml/h 
em 6h e 8 ml/h 
em 18h 
BIC 
09- Cabeçeira elevada à 30° - - 
10- SSVV + CCGG 2/2h - 
11- HGT 4/4h 
12- Monitorização e oximetria de pulso - - 
13- GH 50% 4 amp se HGTestável ( 2 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta geral - VO 
02- Acesso Salinizado - - 
03- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
04- Bromoprida 1 amp+ AD (SOS) 8/8h EV 
05- Enoxaparina 80mg 12/12h SC 
06- Omeprazol 20mg – pela manhã 24/24h VO 
07- Metoprolol 50 mg AGORA, reavaliar até obter FC desejada (60-80h) - VO 
08- Metoprolol 50 mg (ACM) - VO 
09- Cabeçeira elevada à 30° - - 
10- SSVV + CCGG 2/2h - 
11- HGT 4/4h - 
12- Monitorização e oximetria de pulso - - 
13- GH 50% 4 amp se HGT 2 
 
 
 
 
Protocolos Clínicos – UPA 24 horas – Rio Verde/GO 
 
 
 
 
 
 
- Em geral, FC > 150 bpm 
- Monitorização, acesso venoso periférico e oxigênio (se hipoxemia) 
- Manter vias aéreas pérvias 
HÁ INSTABILIDADE? 
CVE 
110 - 200 J bifásico, sincronizado 
Desfibrilação (TV polimórfica) 
220 J bifásico, não-sincronizado 
SE NÃO HOU VER 
REVERS ÃO 
Acadêmicas: Isabela M., Martha, Natália e Sandy 
ECG 12 derivações 
1º: sulfato de Mg 1-2g 
2º: Marcapasso 
transvenoso 
TV polimórfica 
(Torsades de pointes) 
NÃO 
SIM 
Critérios de Instabilidade Clínica: 
1- Hipotensão (PAS 12 anos: 0,5 mg 
6 -12 anos: 0,3 mg 
até estabilização - 
2. Acesso venoso calibroso - EV 
3. SF 0,9% 1000 ml correr um 1 horas - se hipotensão (ACM) Agora EV 
4. Vasopressina 1 ampola (20U) + 200 mL SG 5% 
- correr 6 mL/h - se choque refratário (ACM) 
 BIC 
5. Dipirona 1 amp + AD (SOS) 6/6h EV 
6. Bromoprida 1 amp + AD (SOS) 8/8h EV 
7. Adrenalina 0,5 mg - e repetir a cada 5 min de acordo com resposta AGORA IM 
8. Adrenalina 0,1 mg em bolus - se choque refratário (ACM) EV 
9. GH 50% 4 amp se HGT 90 bpm 
FR > 20 rpm 
Tax > 37,8º ou Tax 12.000mm³ 
ou 2.0 mg/dL 
Lactato acima do valor de 
referência 
Plaquetas 1.5 
Bilirrubinas > 2 mg/dL 
SIM 
NÃO 
Elaborado na data: 11 de julho 2021 
Paciente com alguma 
disfunção orgânica? 
Paciente tem qSOFA ≥ 2? 
Redobrar atenção - 
alto risco de óbito 
Reavaliar o paciente a 
cada hora 
Agilizar transferência 
para UTI, sempre 
que possível 
Manter atenção e 
reavaliações 
periódicas, pois 
risco de evolução 
desfavorável não 
está excluído. 
Dar seguimento ao 
atendimento 
fora do protocolo de 
sepse 
Se alta, orientar pra 
retornar ao 
hospital caso 
apresente sinais de 
deterioração 
SIM 
NÃO 
SIM NÃO 
DAR SEGUIMENTO PROTOCOLO SEPSE 
 
A. ANTIMICROBIANOS E EXAMES LABORATORIAIS 
1. Coletar exames laboratoriais 
1.a. Gasometria e lactato arterial, hemograma, plaquetas, creatinina, 
bilirrubina e coagulograma 
1.b. Duas hemoculturas de sítios diferentes e culturas de todos os 
sítios pertinentes – NÃO REALIZADOS NA UPA 
2. Administrar antimicrobianos em 1 hora 
 
B. SE HIPOTENSÃO OU SINAIS DE HIPOPERFUSÃO 
(p.e. lactato 2 vezes acima do valor de referência) 
 
1. Início de cristaloides 30ml/Kg na primeira hora após instalação 
da hipotensão ou hiperlactatemia 
2. Vasopressores se PAS ≤ 90mmHg apesar do cristaloide 
3. Reavaliar PAS, diurese, perfusão capilar, responsividade ao 
volume, etc 
4. Programar coleta de 2º lactato (se o primeiro estiver alterado) 
Finalizar 
protocolo NÃO 
SIM 
qSOFA 
PAS22rpm 
RNC 
FLUXOGRAMA DE TRIAGEM PARA PACIENTES COM SUSPEITA DE SEPSE 
 
 
 
 
GUIA DE TERAPIA ANTIMICROBIANA EMPÍRICA PARA SEPSE E 
CHOQUE SÉPTICO 
 
 
FOCO INFECÇÃO COMUNITÁRIA 
INFECÇÃO ASSOCIADA À ASSISTÊNCIA À 
SAÚDE 
Pulmonar 
 
Cefalosporinas de terceira geração 
ceftriaxona + claritromicina 
(verificar disponibilidade na UPA de 
Claritromicina) 
 
Quinolonas respiratórias 
levofloxacina 
 
Se história de doença pulmonar 
crônica – utilizar cefalosporina de 4a 
geração 
cefepime 
 
 
Piperacilina-tazobactam (Bactrim) 
Ou 
cefalosporina de 4a geração (Cefepime) 
 
Se uso prévio de cefalosporinas ou quinolonas = 
trocar piperacilina-tazobactam por carbapenêmicos 
(meropenem) 
 
 
Urinario 
 
Quinolononas ou cefalosporina de 
terceira geração 
 
Cefalosporinas de 4a geração ou carbapenêmicos 
(meropenem) 
 
Abdominal 
 
ceftriaxone + metronidazol + 
ampicilina + gentamicina 
 
Cefalosporinas de 4a geração ou carbapenêmicos 
(meropenem) 
(se opção pela cefalosporina, associar metronidazol) 
+ aminoglicosideo (gentamicina). 
 
Pele e partes 
moles 
Cefalosporina de 1ª geração ou 
oxacilina. 
Se sinais de necrose – associar 
clindamicina 
 
Glicopeptideos (vancomicina ) + cefalosporinas de 4a 
geração 
 
Corrente 
sanguínea 
associada a cateter 
------------------------- 
Carbapenêmicos (meropenem) ou 
piperacilina-tazobactam + glicopeptideos 
(vancomicina) 
 
Se fatores de risco para candidemia – avaliar 
necessidade de cobertura para fungos com 
imidazólicos (fluconazol) 
 
Sem foco definido 
 
Cefalosporina de 4a geração (cefepime) + 
metronidazol 
 
Carbapenêmicos (meropenem) + Glicopeptideos 
(vancomicina) ou linezolida 
Referências: 
 
1. ILAS. Instituto Latino Americano de Sepse. Implementação de protocolo gerenciado de sepse protocolo clínico. 
Atendimento ao paciente adulto com sepse / choque séptico. 2018. Disponível em: 
. Acesso em 12 jul 2021. 
2. ILAS. Instituto Latino Americano de Sepse. Guia Prático de Terapia Antimicrobiana na Sepse. EDIÇÃO ESPECIAL – 
DIA MUNDIAL DA SEPSE 1 ed. 2020. Disponível em: . Acesso 
em 11 jul 2021. 
 
 
Interno: Lucas Escarião Tomasi/ Orientador: Dr. Wallerson Castro 
Herenio 
 
 
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 90 mmHg 
PAM > 65 mmHg 
4. CONTROLE ATIVO DE TEMPERATURA: 
Evitar hipertermia 
5. MANUTENÇÃO DO CUIDADO CRÍTICO (UTI) 
 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta zero - 
02- SF 0,9% 1000ml 12/12h EV 
03- Midazolam (5mg/ml - 10ml) 3amp. + 120ml de SF 0,9% SOS EV 
04 - Fentanil(50mcg/ml - 10ml) 2 amp. + 80ml de SF 0,9% SOS EV 
05- Rocurônio (10mg/ml-5ml) 1amp. + 100ml de SF 0,9% SOS EV 
06- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
07- Bromoprida 1 amp+ AD (SOS) 8/8h EV 
08- GH 50% 4 amp se HGT 145mEq/L 
Agudo ( 48h) 
Salina a 3% Calcular osmolaridade 
Hipotônica Não hipotônica 
Hipovolêmico Euvolêmico Hipervolêmico 
SF 0,9% 
Tratar causa base e restrição 
hídrica ± Furosemida 40mg VO 
Se instabilidade: 
SF 0,9% ou se 
estável: SF 0,45% 
Água potável VO 
e/ou SG 5% EV 
SG 5% EV ± 
Furosemida 20mg 
EV ou hemodiálise 
Hipovolêmico 
Hipervolêmico 
Euvolêmico 
Correção do distúrbio de base. 
Atentar para pseudohiponatremia 
ou uso em excesso de soluções 
hipotônicas 
Acadêmicos: Mirella Oliveira, Sabrina Tazinaffo, Aline Leão, Matheus Nascente 
 
 
 
 
Protocolos Clínicos – UPA 24 horas – Rio Verde/GO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Controle de Na+ de 4/4h 
QUADRO CLÍNICO 
- Maioria assintomática ou com sintomas 
sutis 
- Sintomas neurológicos importantes em 
paciente com quadro que se 
desenvolvem em 48H) 
Hipovolêmico 
Hipotônica 
( 300mOsm ou, 
casos refratários, 30g/dia de ureia VO (na 
SIADH) 
V
ar
ia
r 
m
áx
im
o
 d
e 
8m
Eq
, s
e 
al
to
 
ri
sc
o
 m
áx
im
o
 d
e 
6
m
Eq
/2
4
h
 
Não hipotônica Para todos: restrição de fluido hipotônico 
(SG 5% ou SF 0,45%) de 160mEq/L VN = ACT x [(Na+ paciente) / Na+ 
desejado) – 1] 
- VN: Volume necessário 
- ACT: água corporal total 
 
ACT na hipernatremia 
Homem: 0,5 x peso (Kg) 
Mulher: 0,4 x peso (Kg) 
FLUXOGRAMA DE HIPERNATREMIA 
Hipovolêmico 
Acrescentar as “perdas 
insensíveis” (≈ 1.500 mL) 
Determinar a volemia 
do paciente 
Como cada solução possui uma quantidade de água livre diferente, use para determinar 
o volume total a ser administrado: 
- SG 5% e água enteral: volume total = VN + perdas 
- SF 0,45%: volume total = [(2 x VN) + perdas] 
OBS: correr volume total em 24hrs 
Euvolêmico 
Hipervolêmico 
Acadêmicos: Mirella Oliveira, Sabrina Tazinaffo, Aline Leão, Matheus Nascente 
Se paciente instável hemodinamicamente: iniciar com 
alíquotas de SF 0,9% 500mL EV aberto até restaurar 
volemia (débito urinário, enchimento capilar e nível 
de consciência adequado) 
Se estabilidade hemodinâmica: repor SF 0,45% EV 
Ex: prescrever 3.500mL de SF 0,45% EV em 24h 
Repor com SG 5% ou com água enteral VO 
Ex: prescrever 2.500mL de SG5% EV em 24h ou água enteral 
VO em 10h 
Repor com SG 5% EV com ou sem bolus repetidos de 
Furosemida 20mg EV 
Ex: prescrever 2.500mL de SG5% em 24h e Furosemida 20mg 
EV ACM 
Criar SF 0,45% = 50% de SF 0,9% 
+ 50% de SG 5% 
Exemplo: 
- Homem 70 Kg 
- ACT: 35 e VN: 1000 
 
 
PRESCRIÇÃO MEDICA 
 
INTERVALO 
 
VIA HORARIO EVOLUÇÃO MEDICA 
01- Dieta oral livre - - 
02- SF 0,9% 500 ml 8/8h EV 
03- Omeprazol 40mg – pela manhã 24/24h EV 
04- Dipirona 1amp + AD (SOS) 6/6h EV 
05- Bromoprida 1 amp+ AD (SOS) 8/8h EV 
06- GH 50% 4 amp se HGTProtocolos Clínicos – UPA 24 horas – Rio Verde/GO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Presença de LOA? 
CONCEITOS 
- Urgência hipertensiva: 
elevação da PAD ≥ 120 
mmHg, assintomática e sem 
LOA 
- Emergência hipertensiva: 
elevação da PA em que há 
LOA 
- Pseudocrise hipertensiva: 
presença de sintomas 
inespecíficos associados a 
discreta elevação da PA 
LESÕES DE ÓRGÃO ALVO (LOA) 
- Encefalopatia hipertensiva 
- Acidente vascular encefálico 
- Dissecção aguda de aorta 
- Edema agudo de pulmão 
- Lesão renal aguda rapidamente 
progressiva 
Acadêmicos: Mirella Oliveira, Sabrina Tazinaffo, Aline Leão, Matheus Nascente 
NÃO 
FLUXOGRAMA DE CRISE HIPERTENSIVA 
SIM 
 
- Redução de 10-20% na 1ªh e 5-
15% nas próximas 23h 
- Medicações orais são iniciadas 
com 8-24h de PA controlada 
- Alvos diferentes em caso de 
AVCi e dissecção de aorta (**) 
 
 
≥ 120 mmHg

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