Logo Passei Direto
Buscar

Combo da Aprovacao

User badge image
Jedy Limzer

em

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

COMBO DA 
APROVAÇÃO
Prepare-se 
para o Revalida 
de maneira 
correta
- Cronograma
- Procedimentos
- Check-list
- Questões
e várias dicas
JUNTOS 
VENCEREMOS
O INEP
COMO 
É ESSE 
CADERNO? 
Composto por um 
cronograma para 
a segunda fase 
do Revalida. 
Dicas para realizar 
seu check-list 
Passo a passo de 
alguns procedimentos 
principais 
Check-list do revalida 
2º fase 
1 
Cronograma 
Estudar para a segunda fase é totalmente diferente que estudar para a primeira, agora 
deixamos de lado as questões, os vídeos aulas e nos deparamos com os Check-list. 
Porém tem um detalhe que é igual em todas as fases, as revisões, e isso jamais 
podemos abandona-la. Por isso, venho te apresentar várias dicas para montar o seu 
cronograma e logo abaixo um pronto para você se basear nele para estudar ou para 
montar o seu: 
• Anote os temas mais frequentes na prova teórica e também na prova pratica, estude
a banca para analisar quais possíveis assuntos podem ser abordados e faça a sua
lista com os temas principais (deixarei uma disponível para você)
• Converse com o seu companheiro qual a melhor forma de estudar, uma matéria por
dia, mesclando várias, quantos temas por dia.
• NUNCA deixe de revisar o tema do check-list estudado no dia.
• NÃO se esqueça de revisar: faça as revisões espaçadas, e veja qual a melhor forma
que você vai encontrar pra revisar: estudando o check-list, refazendo um check-list
do tema, criando o seu check-list, revisando seus erros ou revisando o conteúdo.
• NÃO se esqueça de colocar procedimentos em seu cronograma e também de
revisa-los constantemente.
Abaixo você encontrará um cronograma pronto para você inciar os seus estudos 
imediatamente, vou explicar o raciocínio que tive para cria-lo: 
• Foi contato os dias e as semanas para cria-lo, são 14 semanas de estudos, com
alguns dias de descanso (baseado nas dadas disponibilizados pelo INEP).
• São 11 semanas com temas.
• Os temas estão separados da seguinte maneira: segunda: cirurgia, terça:
gineco/obstetrícia, quarta: preventiva, quinta: clinica médica, sexta: pediatria e
sábado: procedimentos.
• Não dei exemplos de quais procedimentos serem estudados no sábado, por isso vai
depender do seu material de estudos, então essa parte, ficou livre para sua escolha.
• Check-list de manhã, de tarde revisão, dica: muitas vezes sobra tempo após a revisão
de tarde, então se quiser refazer algum check-list ou fazer algum tema que não tem
no cronograma.
• Deixei a noite livre para revisões, lives, estudos em grupos, enfim, para como achar
melhor.
• As linhas que tem embaixo é para fazer anotações dos temas da semana (revisões,
procedimentos).
• Domingo livre para descanso.
Mesmo que você crie o seu próprio cronograma, não deixe de seguir as dicas da semana 1, 
verá muita diferença na sua preparação. 
2º fase 
Semana 2 
2 
Você não vai iniciar estudando, para a semana 1 tenho uma proposta para você, tenho 
certeza, que se alguém tivesse me explicado isso antes, eu teria iniciado os estudo 
totalmente diferente, e poupado muito tempo. 
Nessa semana você vai: 
• Organizar seu material: separe todos os check-list, procure os que tem disponíveis
nos grupos, separe seus resumos, e materiais para procedimentos.
• Procurar uma pessoa para estudar contigo: sim, para essa fase você não consegue
estudar sozinho, você precisa de alguém para treinar contigo todos os dias, podendo
se reunir pessoalmente ou online.
• Conheça os check list: recomendo que de uma lida e conheça o que é um check-list,
conheça como é cobrado no INEP.
• Estude os MACETES: só assim você vai perceber que os check-list vão fluir, e que
sempre terá um pontinho que você não vai perder graças aos MACETES.
• Revise semiologia.
• Compre um caderno para a segunda fase: nesse caderno você vai anotar as suas
falhas, os tópicos que você mais erra nos check-list, coisas que não deve esquecer- 
se de perguntar ou de questionar sobre temas abordados que você percebeu que
está esquecendo. Esse caderno será o seu guia de revisão rápida, leia ele
diariamente, assim você irá praticar as suas falhas
Logo após ter feito isso, você inicia os seus estudos, e vai ver como vai fluir de uma 
maneira mais leve e organizada. São vários MACETES e aos poucos você vai percebendo 
qual vai se adaptar melhor. 
Dica ouro: NUNCA DEIXE DE REVISAR. 
2º fase 
Semana 3 
3 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Pneumotóra
x Diverticulite 
HBD 
Pancreatite 
Trichomonas 
Climatério 
Ulcera 
Genitais DIP 
COVID 19 
Estrutura UBS 
Escorpianism
o Raiva
DRGE 
Asm
a 
Sifilis 
ITU 
Asma 
Introdução 
Alimentar 
Tuberculose 
Sind. 
Nefritica 
PROCED
I 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
Semana 3 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Hemotóra
x HDA 
Colecisite 
Colelitias
e 
Infertilidad
e Aborto 
DPP 
Placent
a Previa 
Aracnismo 
Animais 
Ofifico Ac. 
Materiais 
Biologico 
Tetano 
Acalasia 
Pielonefrit
e RCU 
CROHN 
Como evitar 
acidentes 
Crescimento 
Desenvolvim
e nto 
Obesidade 
Infantil 
PROCED
I 
MENTOS 
Tarde REVISAR 
OS TEMAS 
REVISAR 
OS TEMAS 
REVISAR 
OS TEMAS 
REVISAR 
OS TEMAS 
REVISAR 
OS TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
2º fase 
Semana 4 
4 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Torax Instavel 
Trauma Abd. 
Aberto e 
fechado 
Colangite 
Mioma 
Gravidez 
Ectopica 
Nodulo na 
mama 
SOP 
Mordedura cão 
Rastreio 
doenças MS 
Atenção Idoso 
Erro Médico 
Hipoglicemia 
DM 1 
DM 2 
Complicação 
DM 
Sarampo 
Rubeola 
Eritema 
Infeccioso 
Varicela 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
Semana 5 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
TEC 
Trauma Pelve 
Apendicite 
Isquemia 
Mesenterica 
Sangramento 
Uterino 
Anormal 
Endometriose 
Método 
Contraceptivo 
Pré Natal 
Depressão 
Ideação Suicida 
Crise Psicotica 
Ansiedade 
Cetoacidose 
diabética 
Endocardite 
Hepatites 
Pericardite 
Exantema 
subito 
Kawasaki 
Escarlatina 
Mão-pé-boca 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
2º fase 
Semana 6 
5 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Obs. 
Intestinal Alta 
e baixa 
Hemorroidas 
Fissura Anal 
Ca mama 
Ca endométrio 
Ca Ovario 
Colpocitologia 
Influenza 
Tuberculose 
Hanseníase 
Febre Amarela 
HIV 
Hipertensão 
Arterial 
Hiper/Hipo- 
tireoidismo 
Meningite 
Ictericia 
fisiológica e 
patológica 
Convulsão 
Febril 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
Semana 7 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Ulcera 
péptica e 
gástrica 
Celulite 
Erisipela 
Violencia 
sexual 
IST (herpes) 
Amenorreia 
ITU gesta. 
Burnout 
Alcoolismo 
Tabagismo 
SPIKES 
IAM com e 
sem supra 
TEP 
TVP 
Sifilis Neo. 
Resfriado 
comum 
OMA 
Diarreia + 
Desidratação 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
_ 
2º fase 
Semana 8 
6 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Pré 
Operatório 
Pós 
Operatório 
Queimadura 
Pneumotorax 
expontâneo 
Sifilis 
Donovanose 
Cancro Duro 
Candidiase 
Violencia 
domestica e 
violência sexual 
Genograma 
Ecomapa 
AVC 
isquêmico e 
hemorrágico 
Crise HTA 
Cefaleia 
Escabiose 
Parasitose 
Febre 
reumática 
Puericultura 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
_ 
Semana 9 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Fratura 
exposta 
Cisto Sebaceo 
Nefrolitiase 
Hernia 
Sifilis, HIV,atual: 20kg. 
• Exame físico segmentar; 
• Aparelho cardiovascular: taquicardica, com bulhas ritmicas e normofonéticas, sem sopro; 
• Aparelho respiratório: taquidispneica, retração subdiafragmática. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios; 
• Abdome: plano, normotenso, sem visceromegalias, não doloroso á palpação, sem sinais de irritação peritoneal, ruidos hidroaéreos 
presentes e normais; 
• Glicemia capilar: 420 mg/dL. 
IMPRESSO 2 
RESULTADO DOS EXAMES LABORATORIAIS 
TAREFA AQUI: VERBALIZAR TODAS AS ALTERAÇÕES ENCONTRADAS 
• Hemograma: normal; 
• Glicemia: 450 mg/dL (valor de referência: 60 a 99g/dL); 
• Eletrólitos: 
Sódio: 135 mEq/L (valor de referéncia: 132 a 145 mEq/L) 
Potássio: 3,0 mEq/L (valor de referéncia: 3,5 a 5,1 mEq/L); 
Cálcio iônico: 1,0 mmol/L (valor de referéncia: 1,15 a 1,29mmol/L) 
Magnésio: 1,5 mEq/L (valor de referéncia: 1,4 a 1,72 mEq/L;) 
Cloreto: 100 mEq/L (valor de referéncia: 96 a 107 mEq/L); 
Fósforo: 4,5 mEq/L (valor de referéncia: 3,2 a 5,5mEq/L); 
• Gasometria arterial: 
pH: 7,19 (valor de referéncia: 7,35 a 7,45) 
pO2: 98 mmHg (valor de referéncia: 80 a 100 mmHg) 
pCO2: 22 mmHg (valor de referéncia: 35 a 45 mmHg) 
HCO3: 9 mEq/L (valor de referência: 22 a 26 mEq/L) 
BE (base excess): -13 (valor de referéncia: -3,0 a +3,0) 
Sat O2: 99% (valor de referéncia: 95% a 99%) 
• Função renal: normal 
• Urina de rotina: 
pH: 6,0 (valor de referéncia: 6,5 e 7,5) 
Densidade: 1.035 (valor de referéncia: 1.005 a 1.030) Glicose presente (+++) 
Corpos cetônicos presentes (+++) 
Ausência de: proteínas, bilirrubina, urobilinogénio, hemâcias e nitrito. 
Leucócitos: 2.000 células/mL (valores de referéncia:o atendimento com uma 
pergunta aberta. 
0 0,25 0,50 
2. Pergunta à paciente o motivo da consulta. 0 0,25 
3. Informa a necessidade do exame físico da paciente adequado ao contexto clínico. 0 0,50 
4. Avalia o cartão de pré-natal da paciente. 0 0,75 
5. Avalia o contexto do parto: via de parto; tempo de internação; intercorrências na 
maternidade; outros fatores associados. 
Inadequado: não avalia o contexto do parto; 
Parcialmente adequado: avalia apenas uma condição. 
Adequado: avalia duas ou mais condições. 
0 0,25 0,50 
6. Avaliação de problemas na mama e na amamentação. 0 0,75 
7. Avaliação de problemas no lóquio vaginal e risco de sangramento vaginal: cor, 
volume, sangramento, evolução e sintomas sistêmicos. 
0 0,25 
8. Avaliação dos aspectos emocionais do puerpério: avalia os sintomas de gravidade 
para depressão pós-parto e transtorno psicótico puerperal, afasta esses quadros 
clínicos e define o diagnóstico de Baby Blues/Maternity Blues/tristeza puerperal. 
Inadequado: não avalia os aspectos emocionais do puerpério; 
Parcialmente adequado: faz perguntas genéricas quanto aos aspectos emocionais 
do puerpério, mas não explora o contexto familiar, não busca sinais/sintomas de 
gravidade para depressão pós-parto ou transtorno psicótico puerperal. 
Adequado: faz perguntas gerais e perguntas específicas quanto aos aspectos 
emocionais do puerpério, explorando o contexto familiar e(ou) buscando 
sinais/sintomas de gravidade para depressão pós-parto ou transtorno psicótico 
puerperal, além de estabelecer o diagnóstico de Baby Blues. 
0 0,50 1,00 
9. Busca identificar o desejo de novas gestações e avalia os critérios para indicação 
de métodos contraceptivos (MAC): pergunta sobre o ciclo menstrual prévio à 
gestação; avalia o método contraceptivo preferencial da paciente; verifica a presença 
de amamentação exclusiva e os riscos de determinados métodos contraceptivos; 
avalia risco de infecção sexualmente transmissível; pergunta sobre o desejo de novas 
gestações e sobre planejamento familiar; avalia o risco quanto ao ganho de peso com 
anticoncepcional injetável trimestral; busca compreender o nível de conhecimento 
sobre os MAC. 
Inadequado: não busca identificar o desejo de novas gestações ou apenas avalia os 
critérios para indicação de métodos contraceptivos (MAC); 
Parcialmente adequado: busca identificar o desejo de novas gestações, mas avalia 
apenas uma condição; 
Adequado: busca identificar o desejo de novas gestações e avalia duas ou mais 
condições. 
0 0,25 0,75 
10. Avalia o hábito intestinal e urinário, os níveis pressóricos, a temperatura e 
lacerações vaginais, na busca por eventuais complicações no parto ou mesmo 
doenças gestacionais tardias. 
0 0,25 
11. lndica uso de sulfato ferroso em dose profilática (de um a dois comprimidos de 
109mg) pelos primeiros três meses pós-parto. 
0 0,25 
12. Explica a benignidade do quadro de tristeza puerperal e a tendência de melhora 
logo nas primeiras duas semanas. 
0 0,50 
13. Explica que a paciente pode utilizar métodos contraceptivos (MAC) hormonais ou 
não hormonais, sendo os indicados para o período de amamentação: 
• LAM (método da amenorreia da lactação); 
• preservativo masculino e feminino; 
• DIU; 
• minipílula; 
• injetável trimestral (acetato de medroxiprogesterona 150mg/mL); 
• Evitar na lactação: injetável mensal; combinado oral; e métodos 
comportamentais (tabelinha, muco cervical) até regularização do ciclo menstrual. 
• O LAM e o preservativo podem ter seu uso iniciados no pós-parto imediato, 
0 0,25 1,00 
 
 
 
enquanto os demais são indicados somente após o puerpério (após 6 semanas do 
parto). 
Inadequado: não indica corretamente nenhum MAC, ou indica equivocadamente dois 
ou mais MAC; 
Parcialmente adequado: indica corretamente, sem equívocos, apenas um MAC, ou 
indica dois ou mais MAC, porém indica equivocadamente um MAC; 
Adequado: indica corretamente, sem nenhum equívoco, ao menos dois MAC. 
 
14. Orienta medidas para a pega correta do mamilo na amamentação, incentivando a 
mãe ao aleitamento materno exclusivo pelos primeiros seis meses de vida da criança. 
Será considerado adequado se estiver presente na consulta ao menos uma 
orientação correta quanto à pega e (ou) incentivo à manutenção do aleitamento 
materno exclusivo. 
0 0,50 
15. Explica as medidas para melhoria das Fissuras (hidratação do mamilo com o leite 
materno do fim das mamadas, banho de sol e correção da posição e da pega) e das 
mamas ingurgitadas (ordenha manual, massagens...lares com as polpas digitais. 
expressão manual do leite antes das mamadas; reforço ao bom posicionamento e boa 
pega). 
Inadequado: orienta suspensão da amamentação, ou indica apenas antibiótico, sem 
medidas associadas para as fissuras e ingurgitamento, ou não explica nenhuma das 
medidas para melhoria das fissuras ou das mamas ingurgitadas; 
Parcialmente adequado: explica apenas medidas para uma das condições, ou indica 
uso de antibiótico para o tratamento do ingurgitamento. 
Adequado: orienta medidas tanto para as fissuras quanto para as mamas 
ingurgitadas. 
0 0,25 1,00 
16. Propõe cuidado multiprofissional para a paciente, pelo quadro de obesidade e 
Baby Blues/Maternity Blues/tristeza puerperal (nutricionista, assistente social e(ou) 
psicólogo). 
0 0,50 
17. Questiona sobre dúvidas adicionais e incentiva a paciente a dirimir eventuais 
questões que tenham ficado pouco claras durante o atendimento. 
0 0,50 
18- Mantém, durante o atendimento, postura ética e acolhedora e encerra o 
atendimento listando os problemas elencados e as condutas propostas. 
Inadequado: não é ético durante o atendimento, ou é ético, porém não mantém 
postura acolhedora e não encerra o atendimento listando os problemas elencados e 
as condutas propostas; 
Parcialmente adequado: mantém durante o atendimento postura ética e acolhedora, 
mas não encerra o atendimento listando os problemas elencados e as condutas 
propostas, ou encerra o atendimento listando os problemas e as condutas propostas, 
porém não mantém postura acolhedora durante o atendimento; 
Adequado: mantém, durante o atendimento, postura ética e acolhedora e encerra o 
atendimento listando os problemas elencados e as condutas propostas. 
0 0,25 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 
 
 
 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente de 30 anos procura atendimento hospitalar com queixa de sensação febril, calafrios e mal estar geral. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar o atendimento; 
• solicite e verbalize o resultado dos exames; 
• dar o diagnóstico do paciente; 
• realizar a conduta desse paciente; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÃO DA ANAMNESE 
• Paciente refere uso de drogas injetáveis 
IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO 
• Pressão arterial = 128 × 84mmHg; 
• Frequência cardíaca = 121bpm; 
• Frequência respiratória = 16 irpm; 
• Saturação de Oxigênio = 97% em ar ambiente; 
• Inspeção, palpação e percussão torácica sem alterações; 
• Ausculta cardíaca observa-se a presença de sopro em foco tricúspide; 
• Ausculta pulmonar sem alterações. 
IMPRESSO 3 
EXAMES COMPLEMENTARES 
Hemograma: 
• Hb: 13,2 mg/dL (VR: 12-16) 
• Ht: 45,1% (VR: 35 – 45) 
• Leucócitos: 17.110 (VR 4.500 – 11.000) 
• Neutrófilos segmentados: 68,1% 
• Bastões: 11,5% 
• Linfócitos: 8,1% 
• Monócitos: 7,4% 
• Plaquetas: 251.000 (VR: 150.000 – 450.000) 
PCR: 78mg/L (normal:o valor da temperatura do paciente. 0 0,5 
3. Pergunta sobre o uso de drogas ilícitas injetáveis. 0 0,5 
Diagnóstico 
4. Identifica que o sopro é localizado na válvula tricúspide. 0 1,0 
5. Verbaliza a identificação de leucocitose com desvio à esquerda (ou células jovens 
ou bastonetes). 
0 0,5 
6. Verbaliza que o aumento da proteína C reativa indica infecção. 0 0,5 
7. Comunica: 
(a) a hipótese diagnóstica de endocardite bacteriana ou infecciosa; 
(b) a possível relação da endocardite com uso de drogas injetáveis; 
Inadequado: não verbaliza nenhum dos itens; 
Parcialmente adequado: verbaliza apenas 1 item; 
Adequado: verbaliza ambas as condutas. 
0 1,0 2,0 
Conduta 
8. Solicita hemoculturas. 0 1,0 
9. Solicita ecocardiografia (pode ser transtorácica ou transesofágica) para confirmar 
lesão na válvula tricúspide. 
0 1,0 
10. Verbaliza a necessidade de: 
(a) internação hospitalar; 
(b) uso de antibiótico intravenoso; 
Inadequado: não verbaliza nenhuma conduta; 
Parcialmente adequado: verbaliza apenas 1 conduta; 
Adequado: verbaliza ambas as condutas. 
0 1,25 2,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 
 
 
 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente 28 anos, solteira, sem comorbidades, procura a unidade hospitalar preocupada por um provável contato de hepatites virais. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar o atendimento; 
• solicite exames complementares se necessário; 
• dar o diagnóstico do paciente; 
• realizar a conduta desse paciente; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
EXAME FÍSICO 
• Normal 
IMPRESSO 2 
SOROLOGIA 
• Anti-VHA IgM (-) 
• Anti-VHA IgG (+) 
• HBsAg (-) 
• Anti-HBc IgM (-) 
• Anti-HBc IgG (+) 
• PCR do HCV-RNA: não disponível ainda 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
 
ESTAÇÃO 1 – HEPATITES VIRAIS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Cumprimenta o(a) paciente e identifica-se adequadamente. 0 0,50 
2. Pergunta se fez vacina contra: 
(1) hepatite A; 
(2) hepatite B. 
Inadequado: não perguntou sobre nenhuma vacina; 
Parcialmente adequado: perguntou sobre uma das vacinas; 
Adequado: perguntou sobre ambas. 
0 0,75 1,50 
3. Pergunta se já fez transfusão de sangue. 0 0,25 
4. Pergunta sobre uso de drogas ilícitas injetáveis. 0 0,25 
Diagnóstico 
5. Esclarece que o exame físico é normal. 0 0,5 
6. Sobre a hepatite A, esclarece que: 
(1) o paciente teve contato com hepatite A; 
(2) está imunizado contra a hepatite A; 
Inadequado: não esclarece nenhum item; 
Parcialmente adequado: esclarece um item; 
Adequado: esclarece os dois itens. 
0 1,0 2,0 
7. Sobre a hepatite B, esclarece que: 
(1) o paciente teve contato com hepatite B; 
(2) está imunizado contra a hepatite B; 
Inadequado: não esclarece nenhum item; 
Parcialmente adequado: esclarece um item; 
Adequado: esclarece os dois itens. 
0 1,0 2,0 
Conduta 
8. Solicita teste confirmatório para hepatite C na forma da técnica de biologia 
molecular (PCR do HCV-RNA). 
0 1,5 
9. Orienta a necessidade de encaminhamento para tratamento, caso se confirme a 
presença do vírus hepatite C. 
Inadequado: orienta o tratamento SEM teste confirmatório; 
Adequado: orienta o tratamento se teste PCR do HCV-RNA for positivo. 
0 1,0 
10. Esclarece que existe o risco de pacientes com hepatite crônica viral C evoluírem 
para cirrose. 
0 0,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 
 
 
 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você fará atendimento ambulatorial, em hospital de Atenção Secundária, de um jovem com 30 anos de idade, previamente hígido, com queixas 
de cansaço, fraqueza, febre e sangramento gengival há 10 dias. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Ler o impresso 1 (relato do caso clínico presente sobre a mesa do consultório); 
• Receber o paciente; 
• Realizar exame físico específico, conforme orientação do impresso 1; 
• Responder aos questionamentos do paciente simulado. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
 
 
IMPRESSO 1 
RELATO DO CASO CLÍNICO 
• Homem, 30 anos, previamente hígido, procura atendimento hospitalar por cansaço, fraqueza, febre e sangramento gengival há 10 dias. 
• No momento, apresenta-se em regular estado geral, descorado, anictérico, taquicárdico e febril (38 °C). 
• Na pele, equimoses nos membros inferiores. 
• Presença de linfonodos axilares e inguinais com cerca de 2 cm de diâmetro e levemente dolorosos à palpação. 
• O abdômen é plano, com ruídos hidroaéreos presentes, normotenso e indolor à palpação. Fígado palpável a 3 cm abaixo do rebord o 
costal direito, superfície lisa, bordo rombo, consistência macia e com hepatimetria de 12 cm de extensão. Baço palpável. 
• Demais aspectos do exame físico sem alterações. 
ATENÇÃO: 
• Nesse momento, dirija-se ao paciente simulado e demonstre a técnica semiológica de palpação do fígado, apesar de não haver 
necessariamente hepatomegalia nesse paciente simulado. 
• A seguir, demonstre duas técnicas semiológicas de palpação do baço no paciente simulado, apesar de não haver necessariamente 
esplenomegalia nesse paciente simulado. 
IMPRESSO 2 
IMAGEM DO ESFREGAÇO DE SANGUE PERIFÉRICO 
 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – LEUCEMIA AGUDA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Cumprimenta o paciente simulado. 0 0,25 
2. Exame abdominal: posiciona o paciente simulado com os braços ao longo 
do corpo e ergue ou pede ao paciente que erga a camiseta para o exame 
abdominal. 
Observação: é necessária a execução dos 2 procedimentos para a obtenção do 
ponto. 
0 0,75 
3. Palpação do fígado: realiza a palpação bimanual (posiciona a mão no gradeado 
costal direito e palpa, com a outra mão, o bordo hepático, solicitando que o paciente 
simulado inspire profundamente) emdecúbito dorsal ou realize a manobra em garra: o 
examinador se posiciona à direita e de frente para os pés do paciente,estando este em 
decúbito dorsal. Com as mãos em garra faz a busca da borda hepática em direção ao 
rebordo costal direito a partir da fossa ilíaca direita até o rebordo costal direito. 
0 1,5 
4. Palpação do baço: realiza, em uma das técnicas, palpação bimanual (fixa o 
gradeado costal esquerdo com uma mão epalpa com a outra) com o pacientesimulado 
em decúbito dorsal e em inspiração profunda. 
0 1,5 
5. Palpação do baço: realiza, em uma das técnicas, a manobra de Schuster: paciente 
em decúbito lateral direito com mãoesquerda na cabeça e perna esquerda fletida – o 
examinador pelo lado direito dopaciente tenta palpar o baço do paciente com as mãos 
em garra. 
0 1,5 
6. Hipótese diagnóstica: faz o diagnósticode leucemia aguda ou leucose aguda. 0 1,0 
7. Solicitação do procedimento: solicita aspirado de medula e/ou biópsia de medula 
óssea e/ou imunofenotipagem(citometria de fluxo) de sangue periférico. 
0 1,0 
8. Verbalizou ou pediu exames para realizar o diagnóstico diferencial de 
hepatoesplenomegalia febril: doenças infecciosas como mononucleose, 
citomegalovirose, HIV, doença de Chagas aguda, hepatites virais agudas, 
toxoplasmose, malária, sífilis e febre tifoide. 
0 1,0 
9. Pediu laudo de hemograma. 0 0,5 
10. Encaminha o paciente ao hematologista e/ou solicita aspirado de medula óssea 
e/ou biópsia de medula óssea e/ou imunofenotipagem (citometria de fluxo) de sangue 
periférico. 
0 1,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARAO(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) que está de plantão em um pronto-socorro hospitalar e vai atender um paciente, do sexo masculino, vítima de colisão entre 
a moto que ele conduzia e um carro, ocorrida há 60 minutos. O paciente foi socorrido pela equipe de suporte básico do SAMU. Os sinais vitais 
estão normais e estáveis. O paciente queixa-se de dor moderada em perna direita e está muito preocupado com sua situação. O diagnóstico 
presuntivo é de fratura da tíbia direita. Foram dados os primeiros cuidados, com imobilização do membro, punção venosa periférica calibrosa e 
instalação de 500 mL de soro fisiológico. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar avaliação primária (ABCDE) do paciente traumatizado e verbalizar os achados e as necessidades em cada etapa do 
atendimento; 
• Realizar o exame físico dos membros inferiores, com atenção especial ao membro acometido; 
• Definir a conduta diagnóstica; 
• Adotar a conduta terapêutica necessária; 
• Demonstrar a realização de procedimentos médicos, se indicado. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DADOS DE SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO GERAL 
• Pressão arterial = 110 × 90 mmHg; 
• Frequência cardíaca = 98 bpm; 
• Frequência respiratória = 16 irpm; 
• Saturação de Oxigênio = 98% (com uso de máscara de oxigênio); 
• Escore da escala de coma de Glasgow: 15 pontos; 
• Inspeção, palpação e percussão torácica sem alterações; 
• Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. 
 IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO DIRECIONADO 
 
• Pulsos tibiais posteriores e pediosos presentes e simétricos. 
• Exame neurológico normal nos membros inferiores 
 IMPRESSO 3 
PERGUNTA DO CHEFE DE PLANTÃO 
 
• O médico chefe do plantão pergunta qual a conduta e se há necessidade de internação do paciente. 
• Verbalize as respostas ao chefe de estação. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (FRATURA EXPOSTA DE TÍBIA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Avaliação primária (3,5 pontos) 
1. Identificou-se adequadamente ao paciente e utiliza, pelo menos, luva de 
procedimento. 
0,0 0,2 
2. (A) Reconheceu que o paciente está comvia aérea pérvia. 0,0 0,3 
3. Indicou a manutenção de máscara comoxigênio. 0,0 0,1 
4. Identificou a necessidade inicial de mantero colar cervical. 0,0 0,1 
5. (B) Demonstrou ou verbalizou o exame físico torácico relatando a adequada 
ventilação do paciente. 
0,0 0,3 
6. (C) Indicou monitorização multiparamétrica (ritmo cardíaco, FC, PA não 
invasiva, FR, SpO2 e temperatura). 
0,0 0,3 
7. Avaliou presença de sangramento externo. 0,0 0,1 
8. Avaliou o estado hemodinâmico da vítimae notou sua estabilidade. 0,0 0,2 
9. Indicou manter o acesso venoso periféricode grosso calibre/Indicou a colocação do 
2º cateter. 
0,0 0,2 
10. Indicou a necessidade de restrição da reposição volêmica com soluçãocristaloide. 0,0 0,2 
11. Fez menção à coleta de exames bioquímicos 0,0 0,2 
12. Indicou os exames a serem colhidos. (Hb/Ht/plaquetas, tipo sanguíneo e 
contraprova) 
0,0 0,2 
13. ITEM ANULADO 0,0 0,2 
14. (D) Realizou a quantificação do escore de coma de Glasgow, e verbalizou sua 
normalidade (15). 
0,0 0,3 
15. (E) Preocupou-se e agiu na exposição do paciente devido ao risco de hipotermia. 0,0 0,3 
16. ITEM ANULADO 0,0 0,3 
Abordagem ao membro/ferimento (2 pontos) 
17. Verbalizar a necessidade de uso de paramentação (gorro, máscara, óculos de 
proteção) e faz uso de luvas estéreis. 
0,0 0,5 
18. Descobriu o curativo e notou/verbalizou a presença de fratura exposta/aberta de 
tíbia. 
0,0 1,0 
19. Manteve cobertura estéril e imobilização com tala aramada (uma articulação 
acima e uma abaixo do local da fratura). 
0,0 0,5 
Conduta inicial (2 pontos) 
20. Indicou analgesia endovenosa. 0,0 0,7 
21. ITEM ANULADO 0,0 0,7 
22. ITEM ANULADO 0,0 0,6 
Conduta diagnóstica e terapêutica (0,5 ponto) 
23. Orientou realização de raio X para planejamento cirúrgico. 0,0 0,2 
24. Indicou o procedimento cirúrgico. 0,0 0,3 
Orientações ao paciente simulado (2 pontos) 
25. Informou o que seria feito na sala de trauma. 0,0 0,3 
26. Informou que deve iniciar antibiótico venoso. 0,0 0,3 
27. Informou que será necessário cirurgia (lavagem e fixação/osteossíntese). 0,0 1,0 
28. Informou que o paciente ficará internado. 0,0 0,4 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um pronto-socorro e realiza o atendimento de uma criança com 8 meses de idade. A mãe refere que, há 20 dias, seu filho iniciou 
quadro de febre e tosse. A febre melhorou depois de 2 dias, mas a tosse piorou. Ontem, ela levou o filho à Unidade de Saúde da Família perto da 
sua casa. A médica solicitou exame de sangue e radiografia de tórax e pediu que retornassem hoje para reavaliar a criança, junto com os 
exames. Mas a mãe decidiu levar a criança ao pronto-socorro, pois seu filho apresenta dificuldade para respirar por causa da tosse. A mãe refere 
que a vacina do 6º mês está atrasada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• Interpretar e verbalizar para o(a) chefe de estação os resultados dos exames complementares; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DESCRIÇÃO DO EXAME FÍSICO 
Resultado da Avaliação Inicial 
• Exame físico geral: lactente em bom estado geral, corado, hidratado e acianótico 
• Sinais vitais: FC: 110 bpm; FR: 35 irpm; SatO2: 98% (ar ambiente) 
• Peso: 8,5 kg 
Exame físico segmentar: 
• Aparelho cardiovascular: RCR 2T, com bulhas normofonéticas, sem sopro. 
• Aparelho respiratório: sem esforço respiratório. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. 
• Abdome: plano, normotenso, sem visceromegalias, não doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal, ruídos hidroaéreos 
presentes e normais. 
 IMPRESSO 2 
RESULTADO DO HEMOGRAMA 
 
• Hemoglobina: 12 g/dL (valor de referência = 11 a 13 g/dL) 
• Hematócrito: 38% (valor de referência = 37% a 41%) 
• Leucócitos: 40 mil/mm3 (valor de referência = 7 a 9 mil/mm3) 
• Linfócitos: 80% (valor de referência = 10% a 20%) 
 IMPRESSO 3 
RESULTADO DA RADIOGRAFIA DE TÓRAX (IMAGEM) 
 
 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – COQUELUCHE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Abordagem e anamnese 
1.1. Identifica-se e cumprimenta a mãe de maneira adequada. 0 0,5 
1.2. Pergunta sobre as características da tosse paroxística e sinais e sintomas 
associados: 
a) duração – acima de 20 dias; 
b) relação com o ciclo respiratório – tossidas rápidas e curtas (de cinco a dez) 
em uma única expiração; 
c) frequência – 30 a 40 episódios/dia; 
d) vômitos; 
e) congestão facial / cianose e 
f) protusão de língua. 
Inadequado: Não caracteriza a tosse e sinais e sintomas associados ou caracteriza 
apenas um tópico acima; 
Parcialmente adequado: Investiga até três características da tosse e sinais e 
sintomas associados. 
Adequado: Investiga cinco ou mais características da tosse e sinais e sintomas 
associados. 
0 1,0 2,0 
1.3. Pergunta sobre a presença do guincho inspiratório, que ocorre logo após o 
acesso de tosse, durante uma inspiração profunda através da glote estreitada, 
podendo originar um som. 
0 1,0 
Interpretação e verbalização dos resultados dos exames complementares 
2.1. Verbaliza o resultado do hemograma: leucocitose com linfocitose 0 0,5 
2.2. Verbaliza a interpretação da radiografiade tórax: 
Inadequado: Não analisa a imagem ou não identifica alterações; 
Parcialmente adequado: Cita ao menos 3 alterações (retificação de arcos costais, 
hiperinsuflação pulmonar, borramento da área cardíaca, infiltrado pulmonar peri-hilar), 
mas não conclui com o achado de coração borrado/felpudo/franjado. 
Adequado: Verbaliza a imagem de “coração borrado”, “felpudo” ou “franjado”, porque 
as bordas da imagem cardíaca não são nítidas, em decorrência dos infiltrados 
pulmonares. 
0 0,7 1,5 
3.1. Explica, com linguagem simples, o diagnóstico de coqueluche ou de “tosse 
comprida” ou “tosse convulsa”. 
0 1,0 
3.2. Explica sobre a necessidade de internação. 0 0,5 
3.3. Orienta a mãe sobre a necessidade de uso de antibiótico: 
Inadequado: Não indica uso de antibiótico; 
Parcialmente adequado: Indica uso de antibiótico ou cita Eritromicina ou 
Sulfametoxazol-Trimetoprin (SMZ-TMP); 
Adequado: Indica uso de antibiótico citando Azitromicina ou a classe (macrolídeos) 
ou Claritromicina. 
0 0,5 1,0 
3.4. Indica a notificação do caso de coqueluche. 0 0,5 
3.5 Investiga os comunicantes ou contatos íntimos (membros da família ou pessoas 
que vivem na mesma casa ou que frequentam habitualmente o local de moradia do 
caso) e indica quimioprofilaxia com azitromicina ou claritromicina. 
Inadequado: Não investiga os comunicantes ou contatos nem indica a 
quimioprofilaxia. 
Parcialmente adequado: Indica a quimioprofilaxia para comunicantes ou contatos 
sem especificar as opções de antibióticos. 
Adequado: Indica a quimioprofilaxia com azitromicina ou claritromicina para 
comunicantes ou contatos. 
0 0,5 1,0 
3.6. Pergunta se a mãe possui alguma dúvida. 0 0,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em uma Unidade de Pronto Atendimento e deverá conduzir o atendimento de paciente com quadro de sangramento vaginal. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente e analisar, verbalmente, as possíveis causas do sangramento; 
• Realizar exame ginecológico no manequim e verbalizar achados; 
• Solicitar, se necessário, exames complementares, verbalmente; 
• Prescrever, verbalmente, o tratamento inicial a ser realizado na própria unidade de atendimento e o tratamento de manutenção a ser 
feito após o atendimento; 
• Solicitar, se necessário, exames a serem agendados posteriormente e programar o acompanhamento médico eletivo. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
EXAME FÍSICO 
• PA = 90 × 60 mmHg 
• Pulso = 98 bpm 
• FR = 15 irpm 
• Temperatura axilar = 36,5 oC 
• Mucosas descoradas = ++/4 
IMPRESSO 2 
EXAME LABORATORIAL – HEMOGRAMA 
• Hematócrito = 26,6% (referência = 42% a 50%) 
• Hemoglobina = 9,2 g/dL (referência = 12 a 14,5 g/dL) 
• Leucócitos = 5.080/mm3 (referência = 4.000 a 11.000 /mm3 ) 
• Plaquetas = 196.000/mm3 (referência =172.000 a 450.000 /mm3 ) 
IMPRESSO 3 
EXAME LABORATORIAL – BETA-hCG 
Dosagem de beta-hCG = menor que 5 mUI/mL 
(valor de referência: menor que 5 mUI/mL) 
IMPRESSO 4 
ECOGRAFIA 
Esta Unidade de Pronto Atendimento não dispõe de exames de ecografia (ultrassonografia) ginecológica. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 4 – SANGRAMENTO UTERINO ANORMAL (SUA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Atendimento inicial e hipóteses diagnósticas 
1.1 Apresenta-se e pergunta o nome da 
paciente 
0 0,3 
1.2 Realiza anamnese 0 0,5 
1.3 Analisa as causas* do sangramento 
uterino anormal. 
Inadequado: Cita menos de 4 causas do sistema PALM-COEIN**. 
Parcialmente adequado: Cita 4 causas do sistema PALM-COEIN. 
Adequado: Cita pelo menos 5 causas do sistema PALM-COEIN. 
* Neste item, não será atribuída pontuação à causa “gestação”. 
**Causas de sangramento uterino anormal 
(PALM-COEIN): pólipo; adenomiose; leiomioma, malignancy (câncer de 
endométrio); coagulação; distúrbio de ovulação; distúrbio de endométrio; iatrogenia; 
não determinado. 
0 0,6 1,2 
Exame físico 
1 Realiza exame ginecológico com espéculo e identifica o colo uterino e a origem do 
sangramento. 
Inadequado: Não realiza o exame ginecológico ou não identifica que o sangramento 
provém do colo uterino. 
Parcialmente adequado: Introduz e/ou retira o espéculo em posição horizontal ou 
aberto, mas identifica que o sangramento provém do colo uterino. 
Adequado: Introduz o espéculo em posição diagonal girando para horizontal, abre o 
espéculo, expõe o colo uterino e identifica que o sangramento provém do colo. Retira 
o espéculo fazendo o movimento inverso. 
0 0,5 1,0 
2.2 Realiza toque vaginal. 0 0,4 
Solicitação de exames complementares na urgência 
3.1 Solicita beta-hCG. 0 1,2 
3.2 Solicita hemograma. 0 1,2 
Prescrição 
 
4.1 Prescreve anti-inflamatório. 0 0,4 
4.2 Prescreve ácido tranexâmico ou medicações hormonais com o objetivo de 
contenção do sangramento. 
0 0,4 
4.3 Prescreve hidratação venosa 0 0,4 
4.4 Prescreve reposição de ferro. 0 1,0 
Orientação final 
5.1 Solicita ecografia transvaginal. 
Inadequado: não solicita ecografia transvaginal ou também solicita outro exame de 
imagem da pelve. 
Adequado: solicita ecografia transvaginal e nenhum outro exame de imagem da 
pelve. 
0 1,0 
5.2 Não interna a paciente e a referencia ao ginecologista. 0 1,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
A Equipe de Saúde da Família (ESF) da Unidade Básica de Saúde (UBS) em que você trabalha recebeu de outra UBS uma transferência de 
cuidado de um paciente morador de outro bairro. O paciente recebeu diagnóstico de tuberculose pulmonar na Atenção Primária à Saúde, foi 
notificado e iniciou tratamento há 1 semana. Ele foi encaminhado à sua ESF, para dar continuidade ao tratamento diretamente observado (TDO). 
O paciente é um homem de 53 anos, pesando 75 kg, em bom estado geral, que reside sozinho e recentemente se mudou para o território de sua 
UBS, por ter encerrado o contrato de aluguel da casa onde residia anteriormente. Trabalha como vigia noturno, sem contactantes. Na referência, 
constam a medicação prescrita (esquema básico para adultos com mais de 50 kg), o histórico de HIV negativo, ausência de comorbidades, 
consumo leve de álcool, insuficiência familiar e social e o atestado médico de 15 dias de afastamento do trabalho. A consulta de hoje foi 
agendada pela agente comunitária de saúde, com os objetivos de programar o tratamento, dar continuidade ao TDO e orientar o paciente. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Acolher o paciente; 
• Citar as medicações e explicar o tratamento completo da tuberculose; 
• Orientar como será feito o TDO na UBS; e 
• Orientar sobre o afastamento do trabalho. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
• Considere que estão disponíveis neste consultório todos os materiais de registro de saúde, incluídos o prontuário de saúde, atestado 
médico, receituários, impressos dos sistemas de informação, ficha de encaminhamento, ficha de solicitação de exames, entre outros. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – TUBERCULOSE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Acolhimento 
1. Cumprimenta e identifica-se ao paciente. 0 0,25 
2. Pergunta ao paciente o motivo da consulta. 0 0,25 
3. Esclarece ao paciente que ele está com tuberculose e onde ela se instala. 0 0,50 
4. Pergunta se o paciente está fazendo usodas medicações (adesão). 0 0,75 
5. Pergunta quantos medicamentos o paciente está tomando por dia. 0 0,50 
6. Pergunta o estado do paciente, ou como ele está se sentindo, ou se houve algum 
efeito colateral da medicação. 
0 0,75 
Plano de cuidados 
7. Cita os nomes dos quatro medicamentos, na forma de dois tipos de comprimidos: 
Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamina e Etambutol (RHZE) e Rifampicina e Isoniazida 
(RH). 
0 0,5 
8. Explica o tratamento completo para TB 2RHZE/4RH: 2 meses de tratamento diário 
com RHZE, 5 comprimidos/dia; 4 meses de tratamento diário de RH, 3 ou 5 
comprimidos/dia. 
0 1,0 
9. Explica efeitos colaterais menores das medicações: gástricos (intolerância 
digestiva, epigastralgia, dor abdominal, náuseas e vômitos), cutâneos (exantema leve, 
edema, irritação, acne e prurido) e outros (neuropatia periférica, hiperuricemia com ou 
sem sintomas, suor/urina de cor avermelhada/alaranjada, cefaleia, mudança de 
comportamento, euforia, insônia, depressão leve, sonolência, vertigem, insônia, 
ansiedade e artralgia/dor articular). 
Inadequado: Não explica efeitos. 
Parcialmente adequado: Explica apenas um dos efeitos colaterais menores. 
Adequado: Explica dois ou mais efeitos colaterais. 
0 0,5 1,5 
10. Pergunta se há alguma dúvida e explica que os efeitos costumam passar sem 
precisar suspender a medicação. 
Inadequado: Não faz nenhuma pergunta. 
Parcialmente adequado: Cumpre apenas uma das tarefas. 
Adequado: Cumpre todas as tarefas. 
0 0,5 1,0 
11. Orienta a ingestão com água dos 5 comprimidos de RHPE na UBS. 0 0,5 
12. Explica que o paciente não deve ingerir a medicação com álcool, pelo risco de 
agressão ao fígado e piora dos sintomas adversos. 
0 0,5 
13. Orienta como será o TDO: 
a - (quem) membro da Estratégia da Saúde da Família (ACS, enfermeiro, técnico 
de enfermagem ou médico) ou outros profissionais capacitados supervisionados por 
profissionais de saúde (ex.: profissionais da assistência social); 
b - (onde) na UBS ou no domicílio ou no local de trabalho; 
c - (especificidade) como se dará a tomada da medicação nos fins de semana e 
feriados. 
d - (frequência) será considerado TDO se a observação da tomada ocorrer no 
mínimo três vezespor semana durante todo tratamento 
Inadequado: Não orienta. 
Parcialmente adequado: Faz até duas orientações das quatro listadas acima. 
Adequado: Faz as quatro orientações. 
0 0,5 1,5 
14. Orienta o paciente a não retornar ao trabalho antes do término dos 15 dias do 
atestado, mesmo com boa adesão ao tratamento e o paciente se sentindo bem. 
0 0,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um consultório da Atenção Secundária e vai atender um paciente do sexo masculino com 40 anos de idade. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese; 
• Analisar, interpretar e verbalizar os resultados dos exames apresentados pelo paciente simulado; 
• Estabelecer o diagnóstico; 
• Definir se há ou não necessidade de internação hospitalar 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SINAIS VITAIS 
• FC: 101 bpm; 
• FR: 20 irpm; 
• PA: 127 x 83mmHg; 
• Temperatura: 38ºC 
• SPO2: 95% em ar ambiente. 
IMPRESSO 1 
EXAMES LABORATORIAIS 
Hemograma: 
• Hemoglobina: 12 g/dL (valor de referência = 11 a 13 g/dL) 
• Hematócrito: 38% (valor de referência = 37% a 41%) 
• Leucócitos: 14 mil/mm3 (valor de referência = 7 a 9 mil/mm3) 
• Neutrófilos: 80% (valor de referência = 10% a 20%) 
Ureia: NORMAL 
Creatinina: NORMAL 
IMPRESSO 2 
RADIOGRAFIA 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Cumprimenta o paciente e se apresenta. 0,0 0,25 
2. Pergunta sobre o uso de medicação, atual ou anterior. 0,0 1,00 
3. Pergunta sobre hospitalização prévia. 0,0 1,00 
4. Pergunta sobre doenças crônicas. 0,0 1,00 
5. Solicita exames laboratoriais e radiografia de tórax. 
Inadequado: Não pede exames espontaneamente. 
Parcialmente adequado: Solicita apenas um exame (impresso 2 ou 3). 
Adequado: Solicita exames laboratoriais e radiografia de tórax. 
0,0 0,5 1,25 
6. Interpreta o hemograma, que apresenta leucocitose com desvio à esquerda. 0,0 1,00 
7. Interpreta a radiografia de tórax, que demonstra uma imagem com padrão alveolar 
ou consolidação em terço inferior do hemitórax direito. 
0,0 1,50 
8. Informa ao paciente o diagnóstico de pneumonia. 0,0 1,50 
9. Informa que o tratamento será ambulatorial. 0,0 1,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em um pronto-socorro de hospital secundário de urgência e vai atender uma paciente de 22 anos, sexo feminino, com dor 
forte em andar inferior do abdome, com piora progressiva, iniciada há 2 dias. Ela relata distensão abdominal, anorexia, náuseas e vômitos em 
pequena quantidade no início do quadro. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente, explicando cada achado para ela; 
• Definir o diagnóstico; 
• Adotar a conduta terapêutica necessária; 
• Demonstrar a realização de procedimentos médicos, caso necessário. 
OBSERVAÇÃO: 
O hospital secundário tem a seguinte estrutura: 
• Possui setor de radiologia convencional e ultrassonografia; 
• Não possui tomografia computadorizada nem ressonância nuclear magnética; 
• Possui laboratório de análises clínicas; 
• Possui centro cirúrgico e leitos de internação (enfermaria e unidade de terapia intensiva); 
• Não possui banco de sangue. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SINAIS VITAIS 
• PA: 100 × 60 mmHg 
• FC: 110 bpm 
• FR: 20 irpm 
• Temperatura: 38,2 °C 
• Escore de coma de Glasgow = 15 
IMPRESSO 2 
EXAME GINECOLÓGICO 
• Exame ginecológico: pequenos e grandes lábios sem alterações, pelos bem implantados, ausência de lesões na vulva. Ausência de 
alterações na região perineal. 
• Toque: ausência de dor à mobilização do colo uterino e fundo de saco de Douglas. 
• Exame especular: secreção vaginal normal e sem alterações. 
IMPRESSO 3 
RESULTADO DE EXAMES BIOQUÍMICOS 
• Hemograma: 
- Hb: 13,2 mg/dL (VR: 12-16) 
- Ht: 45,1% (VR: 35 – 45) 
- Leucócitos: 17.110 (VR 4.500 – 11.000) 
- Neutrófilos segmentados: 68,1% 
- Bastões: 11,5% 
- Linfócitos: 8,1% 
- Monócitos: 7,4% 
- Plaquetas: 251.000 (VR: 150.000 – 450.000) 
• PCR: 76,22 mg/L (VR: 5 mg/L) 
• Ureia: 21 (VR: 15-45) 
• Creatinina: 1,08 (VR: 0,6 a 1,2) 
• Na: 135 mEq/mL (VR 135 – 145) 
• K: 3,4 mEq/mL (3,5 a 4,5) 
• β-HCG: negativo 
IMPRESSO 4 
RESULTADO DE ULTRASSONOGRAFIA ABDOMINAL 
Apêndice cecal de dimensões aumentadas e espessadas, não compressível. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 7 – APENDICITE AGUDA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e exame físico (2 pontos) 
1. Identifica-se adequadamente para a paciente. 
Inadequado: Não se identifica. 
Adequado: Identifica-se. 
0,0 0,2 
2. Realiza anamnese, perguntando sobre sinais de risco para anexite/salpingite 
(corrimento vaginal, vida sexual ativa, história prévia de infecção sexualmente 
transmissível, número de parceiros). 
Inadequado: Não pergunta sobre os assuntos. 
Parcialmente adequado: Pergunta somente um dos itens. 
Adequado: Pergunta corretamente todas as possibilidades. 
0,0 0,2 0,4 
3. Realiza anamnese, perguntando sobre possibilidade de gestação/gravidez 
ectópica/rota (data da última menstruação, uso de anticoncepção,atividade sexual 
recente). 
Inadequado: Não pergunta sobre os assuntos. 
Parcialmente adequado: Pergunta somente um dos itens. 
Adequado: Pergunta corretamente todas as possibilidades. 
0,0 0,2 0,4 
4. Exame físico com dor à palpação superficial e profunda, com descompressão 
brusca positiva (Blumberg). Realiza demais exames físicos 
Inadequado: Não realiza o exame adequadamente. 
Adequado: Realiza o exame adequadamente. 
0,0 1,0 
Investigação diagnóstica (3 pontos) 
5. Explica adequadamente hipóteses diagnósticas para a paciente simulada 
(anexite/salpingite aguda versus apendicite aguda; torção/ruptura de cisto ovariano; 
gravidez tubária rota). 
Inadequado: Não explica as hipóteses mencionadas. 
Adequado: Explica adequadamente as hipóteses mencionadas. 
0,0 1,0 
6. Solicita a realização de exame ginecológico (especular e toque vaginal). 
Inadequado: Não solicita o exame. 
Adequado: Solicita o exame. 
0,0 0,5 
7. Solicita os exames complementares (bioquímicos e de imagem) como plano 
diagnóstico. 
Inadequado: Não solicita β-HCG, hemograma nem ultrassonografia. 
Parcialmente adequado: Solicita somente um exame (β-HCG, hemograma ou 
ultrassonografia). 
Adequado: Solicita pelo menos dois exames (β-HCG e/ou hemograma e/ou 
ultrassonografia). 
0,0 0,25 0,5 
8. Interpreta de maneira adequada os exames bioquímicos. 
Inadequado: Interpreta todos os exames como normais ou não interpreta nenhum 
exame, por não os ter solicitado. 
Parcialmente adequado: Interpreta o HMG como normal ou o PCR como normal. 
Adequado: Interpreta HMG com leucocitose, com desvio à esquerda/neutrofilia, e 
PCR aumentados. 
0,0 0,25 0,5 
9. Interpreta de maneira adequada o ultrassom, definindo o diagnóstico de apendicite 
aguda. 
Inadequado: Não define o diagnóstico a partir do ultrassom. 
Adequado: Define o diagnóstico a partir do ultrassom. 
0,0 0,5 
Conduta terapêutica (2 pontos) 
10. Solicita autorização (termo de consentimento informado) à paciente simulada para 
internação. 
Inadequado: Não solicita a autorização. 
Adequado: Solicita a autorização. 
0,0 1,0 
11. Inicia medidas de suporte adequadamente (jejum, repouso no leito, hidratação 
endovenosa, analgesia). 
Inadequado: Não orienta nenhuma dessas medidas. 
Parcialmente adequado: Orienta uma ou duas medidas. 
Adequado: Orienta pelo menos três medidas. 
0,0 0,5 1,0 
Respostas às dúvidas da paciente simulada (3 pontos) 
12. Responde adequadamente sobre o apêndice, sua localização e sua função. 
Inadequado: Não responde corretamente nenhuma pergunta. 
Parcialmente adequado: Responde corretamente até duas perguntas. 
Adequado: Responde corretamente as três perguntas. 
0,0 0,5 1,0 
13. Esclarece se a via de acesso pode ser laparoscópica e/ou aberta. 
Inadequado: Não esclarece. 
Parcialmente adequado: Define somente uma via: aberta ou por vídeo. 
0,0 0,5 1,0 
 
 
Adequado: Esclarece que o acesso pode ser feito por qualquer uma das duas vias, 
com preferência pelo vídeo, se possível. 
 
14.Responde sobre o uso de antibiótico para cobertura de gram-negativo 
(aminoglicosídeo ou cefalosporina de 2.ª ou 3.ª, fluroquinolona, cefazolina) e 
anaeróbio (metronidazol ou clindamicina). Considerar uso de monoterapia com 
ampicilina/sulbactam, ticarcilina/clavulanato e ertapeném 
Inadequado: Não responde sobre os antibióticos e os tipos. 
Parcialmente adequado: Responde, de forma incompleta ou parcialmente correta, 
sobre os antibióticos e os tipos. 
Adequado: Responde corretamente sobre os antibióticos e os tipos. 
0,0 0,5 1,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um pronto-socorro e realizará o atendimento junto à mãe de um escolar com 7 anos de idade. O menino foi trazido no colo de sua 
mãe, pois estava com dor na perna, e no momento, encontra-se no leito de observação. A mãe refere que seu filho tem anemia falciforme. 
Na noite anterior, a dor piorou, apesar de o menino estar em uso de 2 remédios para dor e estar aplicando compressas mornas na perna. A 
criança não para de chorar e pede remédio para dor. Na triagem, a dor foi graduada entre 6 e 7, pela Escala Analógica de Dor. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico do evento agudo; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados do paciente. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
RECEITUÁRIO 
 
 
IMPRESSO 2 
RESULTADO DO EXAME FÍSICO 
Exame físico geral 
• Criança em regular estado geral, com fácies de dor, hipocorada (+2/4+), hidratada, com enchimento capilar normal. 
Sinais vitais 
• FC: 110 bpm 
• FR: 24 irpm 
• PA: 100 × 60 mmHg 
• SatO2: 96% (ar ambiente) 
Exame físico segmentar 
• Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas e normofonéticas, sem sopro. 
• Aparelho respiratório: eupneica. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. 
• Abdome: plano, normotenso, sem visceromegalias, não doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal, ruídos hidroaéreos 
presentes e normais. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – CRISE ÁLGICA POR ANEMIA FALCIFORME 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Abordagem, anamnese e exame físico 
1.1. Identifica-se e cumprimenta a paciente simulada de maneira adequada. 0 0,5 
1.2. Realiza abordagem da dor, 
perguntando:(a) quando começou; (b) o que 
foi feito para melhorar. 
Inadequado: Não faz abordagem de 
nenhum dos parâmetros – (a) nem (b). 
Parcialmente adequado: Pergunta apenas 
um dos parâmetros – (a) ou (b). 
Adequado: Pergunta sobre os dois 
parâmetros – (a) e (b). 
0 0,5 1,0 
1.3. Pergunta se o paciente teve febre. 0 0,5 
1.4. Pergunta se o paciente teve outros sintomas. 0 0,25 
1.5. Pergunta desde quando o paciente tem o diagnóstico de anemia falciforme. 0 0,25 
1.6 Pergunta se o paciente faz acompanhamento com especialista (hematologista). 0,25 
1.7 Pergunta se o paciente teve outras crises. 0 0,25 
1.8 Pergunta sobre a frequência das crises. 0 0,25 
1.9 Pergunta se o paciente precisou de atendimento de emergência por conta das 
crises. 
0 0,25 
1.10. Pergunta se o paciente tem alergia a algum medicamento. 0 1,0 
1.11 Pergunta sobre o nível de hemoglobina basal. 0 0,5 
1.12. Pergunta se o paciente já recebeu hemotransfusão. 0 0,5 
1.13. Pergunta se o paciente foi esplenectomizado. 0 0,5 
Abordagem diagnóstica 
2.1. Informa à paciente simulada que o diagnóstico é de crise álgica ou de dor ou 
crise vaso-oclusiva, devido à anemia falciforme. 
0 1,0 
Conduta e orientação do plano de cuidados 
3.1. Informa a paciente simulada sobre: 
(a) a necessidade de internação ou observação por 6h hospitalar com otimização 
da analgesia; e 
(b) o motivo da internação ou da observação (o paciente não melhorou com o 
tratamento domiciliar). 
Inadequado: Não indica internação ou observação. 
Parcialmente adequado: Indica a internação ou observação, e não informa o motivo. 
Adequado: Indica a internação ou observação e informa o motivo. 
0 0,5 1,0 
3.2. Orienta a paciente simulada sobre a necessidade de hidratação oral ou venosa. 0 0,5 
3.3. Informa que administrará as seguintes medicações: dipirona e diclofenado (via 
parenteral) associado à codeína (via oral) ou morfina (via endovenosa). 
0 1,0 
3.4 Pergunta se a paciente simulada possui alguma dúvida. 0 0,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão nas enfermarias de alojamento conjunto e irá atender uma puérpera que teve parto normal há cerca de 20 horas. A paciente 
foi avaliada no puerpérioimediato e encontrava-se, então, em boas condições. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da puérpera; 
• Demonstrar a realização de procedimentos médicos, caso necessário; 
• Solicitar exames complementares, caso necessário; 
• Orientar a puérpera sobre como proceder. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
FREQUÊNCIA DE PULSO 
Pulso = 100 bpm 
IMPRESSO 2 
MUCOSAS 
Mucosas coradas 
IMPRESSO 3 
PRESSÃO ARTERIAL 
Pressão arterial = 90 × 60 mmHg 
IMPRESSO 4 
GLICEMIA 
Glicemia capilar = 80 mg/dL (valor de referênciaAO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
EXAME FÍSICO DO PACIENTE 
• Paciente em bom estado geral; 
• Peso = 84kg; 
• Altura = 1,70m; 
• IMC = 29 kg/m2 
• Corado, hidratado e anictérico.; 
• Pulso = 76bpm; 
• PA = 128 x 80mmHg; 
• Temperatura axilar = 36,2°C; 
• Auscultas cardíaca e pulmonar normais; 
• Exame abdominal normal, exceto por desconforto à palpação doepigastro; 
• Demais aspectos: sem alterações. 
IMPRESSO 2 
ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA e TESTE DA UREASE 
Diagnóstico Endoscópico: 
• Esofagite erosiva severa – grau C na classificação de Los Angeles. 
• Úlcera péptica duodenal em parede anterior. 
 
Teste da Urease: positivo. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Cumprimenta o paciente e identifica-se adequadamente. 0 0,2 
2. Pergunta sobre: dieta, tabagismo e alcoolismo. 
Inadequado: se não perguntar sobre nenhum dos itens; 
Parcialmente adequado: se perguntar 1 ou 2 itens; 
Adequado: se perguntar 3 itens. 
0 0,4 0,8 
3. Perguntar sobre uso de medicamentos. 0 1,0 
4. Identifica o ganho ponderal como fator de risco da doença do refluxo 
gastroesofágico (DRGE) 
0 1,0 
Diagnóstico 
5. Solicita endoscopia digestiva alta. 0 1,0 
6. Esclarece que a presença de esofagite severa faz o diagnóstico de DRGE. 1,0 
7. Esclarece o papel, na gênese da úlcera duodenal: do uso de fármacos anti- 
inflamatórios (diclofenaco); do Helicobacter pylori. 
Inadequado: se não esclarece nenhum dos fatores; 
Parcialmente adequado: se esclarece somente um dos dois fatores; 
Adequado: se esclarece ambos os fatores. 
 1,0 
Conduta 
8. Orienta mudança de hábitos: diminuir a ingesta de gorduras, evitar refeições 
volumosas, evitar refeição antes de deitar (cerca de 2h), evitar uso de anti- 
inflamatório não esteroidal. 
Inadequado: se não orientar nenhum dos hábitos; 
Parcialmente adequado: se orientar de 1 a 3 hábitos; 
Adequado: se orientar 4 ou 5 hábitos. 
0 0,5 1,0 
9. Orienta redução de peso 1,0 
10. Verbaliza prescrição de: Inibidor de bomba de prótons (IBP) para tratamento: 
omeprazol, pantoprazol, rabeprazol ou lansoprazol; Antibióticos de primeira linha para 
tratamento da infecção por Helicobacter pylori: sais de bismuto, amoxicilina, 
claritromicina, metronidazol e tetraciclina. 
Inadequado: se indicar antiácidos e bloqueador H2 (cimetidina, ranitidina e etc); 
Parcialmente adequado: se indicar apenas uso de IBP ou se indicar uso de IBP e 
apenas um ou nenhum dos antibióticos indicados; 
Adequado: se indicar uso de IBP em conjunto com pelo menos dois dos antibióticos 
mencionados. 
0 1,0 2,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e vai atender um paciente com ferimento por arma branca (FAB) na 
parede abdominal anterior após briga em bar há cerca de 40 minutos. O objeto não está alojado no corpo do paciente, que se queixa apenas de 
dor no local do ferimento. Não tem antecedentespatológicos familiares ou pessoais. Os sinais vitais estão dentro dos limites da normalidade. 
OBSERVAÇÃO: 
• O aparelho de raios X da UPA está danificado. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do paciente; 
• Adotar a conduta médica necessária; 
• Demonstrar a realização de procedimentos médicos, caso necessário. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
DADOS DE SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO 
Sinais vitais: 
• Frequência cardíaca = 98 bpm; 
• Frequência respiratória = 16 ipm; 
• Pressão arterial = 110 x 70 mmHg; 
• Temperatura axilar = 36,2 ºC; 
• Saturação de oxigênio = 96%. 
Exame abdominal: 
• Plano e normotenso, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Ferimento corto-contuso de 3 cm no 
hipocôndrio direito (parede abdominal anterior). 
Demais sistemas sem alterações. 
 IMPRESSO 2 
PROCEDIMENTO 
 
Considere o procedimento de sutura realizado. 
 IMPRESSO 3 
MEDICO REGULADOR 
 
O(A) médico(a) regulador(a) questiona e você deve ler as perguntas e respondê-las para o(a)examinador(a) e o(a) videomaker: 
• Quais os motivos do encaminhamento? 
• Qual(ais) especialidade(s) deve(m) ser solicitada(s) para a avaliação do caso? 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (PENETRANTE/SUTURA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e paramentação 
1. Identifica-se adequadamente para o paciente. 0 0,200 
2. Realiza a anamnese identificando o estado de vacinação do paciente. 0 0,250 
3. Indica e explica a realização do procedimento de exploração digital de forma 
adequada ao paciente. 
Inadequado: se não realizar o procedimento de exploração digital; 
Parcialmente adequado: se não explicar a nessidade ou a técnica do procedimento 
ao paciente; 
Adequado: se realizar e explicar o procedimento de exploração digital. 
0 1,00 2,00 
4. Coloca primeiramente o gorro e a máscara adequadamente. 0 0,200 
5. Coloca as luvas de procedimento (ou estéreis). 
Inadequado: se inverter a ordem de realização dos itens 4 e 5. 
0 0,350 
Realização do procedimento de exploração do ferimento 
6. Simula a antissepsia das bordas da lesão com clorexidina alcoólico. 0 0,250 
7. Simula a realização da anestesia local nas bordas íntegras do ferimento. 0 0,250 
8. Realiza a troca de luvas com colocação obrigatória de luvas estéreis. 0 0,500 
9. Explora digitalmente o ferimento com luva estéril, identifica e verbaliza a 
integridade do peritônio. 
• Se o participante verbalizar que houve violação peritoneal considerar 
INADEQUADO os itens a seguir de 10 a 15. 
0 2,000 
10. Indica a realização de sutura do ferimento. 0 1,0 
Orientações 
11. Orienta o paciente a respeito da conduta não operatória e da necessidade de 
observação clínica por curto período (cerca de 6 horas). 
Inadequado: se não orientou o paciente; 
Parcialmente adequado: se não faz a orientação acima de forma integral; 
Adequado: se faz orientação completa. 
0 0,500 1,0 
12. Orienta o paciente acerca da retirada dos pontos entre o 5º e o 7º dia após 
procedimento. 
0 0,150 
13. Orienta o paciente acerca da necessidade de reforço da vacina antitetânica. 0 0,200 
14. Explica ao paciente que não é necessário o uso de antibióticos. 0 0,150 
15. Orienta o paciente acerca das situações de retorno ao serviço de saúde: piora da 
dor, alterações do hábito intestinal, febre ou queda/piora do estado geral. 
Inadequado: se não orientar o paciente; 
Parcialmente adequado: se fornecer apenas uma ou duas das orientações 
mencionadas; 
Adequada: se fornecer três ou quatro das orientações mencionadas. 
0 0,250 0,500 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em uma Unidade Básica de Saúde e atende um bebê com 45 dias de vida, do sexo feminino, que nasceu a termo, com 2.600 gramas 
de peso, 48 cm de comprimento e 36,5 cm de perímetro cefálico. A mãe trouxe o bebê para consultade puericultura e não apresenta queixa. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Pesar o bebê e medir seu comprimento e perímetro cefálico; 
• Registrar as medidas nos gráficos de crescimento no caderno de respostas; 
• Interpretar os achados e explicar para a mãe o diagnóstico relacionado ao crescimento. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não é necessário realizaranamnese. 
• Não é necessário orientar conduta. 
INFORMAÇÕES SOBRE O CASO: 
AO REALIZAR: PESO, COMPRIMENTO E PERÍMETRO CEFÁLICO VOCÊ DEVE IDENTIFICAR OS VALORES CORRETOS PARA SER 
PLOTADOS NOS GRÁFICOS A SEGUIR: 
 
NENHUM IMPRESSO ENTREGUE DURANTE A ESTAÇÃO 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA COM AVALIAÇÃO DO 
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Realização de medidas antropométricas 
1. Coloca papel-toalha na balança. 0 0,250 
2. Calibra a balança corretamente antes de realizar a medida do peso. 0 0,250 
3. Retira ou solicita para a mãe a retirada completa da roupa, do calçado e da fralda 
do bebê. 
0 0,500 
4. Posiciona o bebê ou solicita que a mãe o posicione no centro da balança para 
realização da pesagem. 
0 0,250 
5. Retira o bebê da balança ou solicita que a mãe o faça. 0 0,250 
6. Coloca o bebê descalço e sem adereços na cabeça no centro da régua 
antropométrica para medida do comprimento. 
0 0,250 
7. Mantém a cabeça do bebê encostada na parte fixa do equipamento. 0 0,250 
8. Pressiona, cuidadosamente, os joelhos do bebê para baixo, com uma das mãos, de 
modo que eles fiquem estendidos. 
0 0,250 
9. Junta os pés do bebê e leva a parte móvel do equipamento até a planta dos pés. 0 0,500 
10. Realiza a leitura da régua antropométrica quando a parte móvel estiver em ângulo 
reto com os pés. 
0 0,250 
11. Realiza a medida do perímetro cefálico do bebê com a fita métrica estendida, 
passando sobre o arco das sobrancelhas (glabela) e a proeminência occipital 
(garantindo que a fita não passe sobre o pavilhão auricular ou adereço). 
0 1,00 
Registro e interpretação dos dados plotados nos gráficos 
12. Plota a medida do peso (3kg) no local adequado. 0 1,00 
13. Plota a medida do comprimento (51cm) no local adequado. 0 1,00 
14. Plota a medida do perímetro cefálico (38,5cm) no local adequado. 0 1,00 
15. Interpreta corretamente (ganho ponderal e estatural inadequados) e explica os 
resultados para a mãe, com linguagem clara: 
(1) Déficit no ganho ponderal – ganho de apenas 400g ou 9g/dia; z-escore igual a -3; 
(2) Déficit no crescimento estatural – ganho de apenas 3cm; z-escore entre -3 e -2; 
(3) Crescimento normal de perímetro cefálico. 
Inadequado: se explicar um único quesito ou não explicar nenhum; 
Parcialmente adequado: se explicar 2 quesitos; 
Adequado: se explicar todos os 3 quesitos. 
0 1,5 3,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em um pronto-socorro de um município de 10.000 habitantes.A maternidade mais próxima fica a 20 km. Você vai atender 
uma gestante, com 37 semanas de gestação, com queixa de dor de cabeça. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar a anamnese direcionada para a queixa; 
• Verbalizar a hipótese diagnóstica; 
• Adotar a conduta médica imediata e, em seguida, verbalizar a continuidade daconduta passo a passo; 
• Verbalizar o tratamento medicamentoso indicado para o caso neste momento etomar as demais medidas necessárias. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
• Caso necessite, no momento adequado, solicite dados do exame físico ao(à)examinador(a). 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
• PA: 150 x 100mmHg; 
• Demais informações da paciente normais para 37 semanas de gestação. 
IMPRESSO 3 
• Ausculta dos batimentos cardíacos fetais = 140 bpm.Sem contrações uterinas. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 4 – ECLÂMPSIA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese inicial 
1. Identifica-se e pergunta o nome da paciente. 0 0,200 
2. Pergunta outros sintomas de iminência de eclâmpsia: (1) escotomas e/ou 
(2) fosfenas e/ou (3) epigastralgia. 
0 0,400 
3. Solicita dados referentes ao (à): (1) cartão pré-natal; (2) exame físico – 
pressão arterial; (3) ausculta de batimentos fetais. 
Inadequado: se solicitar de 0 a 1 item; 
Parcialmente adequado: se solicitar 2 itens; 
Adequado: se solicitar os 3 itens. 
0 0,200 0,400 
Tratamento da convulsão 
4. Contém a paciente para não se machucar. 0 1,00 
5. Lateraliza a cabeça da paciente. 0 1,00 
6. Solicita acesso venoso. 0 1,00 
7. Solicita colocação da cânula de Guedel. 0 1,00 . 
8. Solicitar catéter de O2. 0 1,00 
Tratamento da dose de ataque da eclâmpsia (sulfato de magnésio) 
9. Tratamento com sulfato de magnésio: 
- Esquema Pritchard: 4g de sulfato de magnésio, endovenoso; 
5g de sulfato de magnésio, intramuscular, em cada nádega; 
- ou Esquema de Zuspan: 4g de sulfato de magnésio, endovenoso; 
- ou Esquema de Sibai: 6g de sulfato de magnésio, endovenoso; 
Inadequado: se mencionar somente o nome do esquema e não descrevê-lo e/ou se 
associar diazepam; 
Parcialmente adequado: se acertar a medicação; 
Adequado: se acertar a medicação, a dose e a via de administração. 
0 1,50 3,0 
10. Orienta a administração do sulfato de magnésio de forma lenta (10 a 20’); 0 0,250 
Diagnóstico 
Encaminhamento 
 
 
 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
11. Fala que o diagnóstico é de ECLÂMPSIA. 0 0,500 
 
12. Encaminha a paciente, logo após o tratamento da dose de ataque do sulfato de 
magnésio para serviço de referência. 
0 0,250 
 NOTA: 
 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e atende uma paciente de 30 anos de idade que chega para uma consulta agendada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar a anamnese; 
• Interpretar e verbalizar achados no exame físico e em laudos de exames complementares; 
• Formular e comunicar a(s) hipótese(s) diagnóstica(s); 
• Indicar verbalmente conduta(s) e dar orientações à paciente. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessário realizar o exame físico. 
• Caso necessite, no momento adequado, solicite dados do exame físico ao(à) examinador(a). 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
RADIOGRAFIA 
Radiografia de ombro direito e de coluna cervical: normais 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
• Peso: 55 kg; 
• Altura: 160 cm; 
• Temperatura axilar: 36,8 ºC; 
• Frequência respiratória: 20 irpm; 
• Frequência cardíaca: 90 bpm; 
• Pressão arterial: 110 x 80 mmHg; 
• Músculo esquelético: 
o contratura muscular cervical; 
o sem limitação de amplitude do movimento de coluna cervical e ombro direito; 
o sem alteração da cor da pele no local da dor; 
o sem edema de articulações de membros superiores. 
• Demais aspectos: sem alterações. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – DOR CRÔNICA E TRANSTORNO DE ANSIEDADE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Habilidade de comunicação 
1. Relação médico-paciente: (a) cumprimenta a paciente, pergunta seu nome e 
identifica-se; (b) pergunta o motivo da vinda da paciente; (c) ouve com atenção a 
queixa sem interromper a sua fala, demonstrando interesse por sua história; (d) 
olha para a paciente durante a maior parte da consulta. 
Inadequado: se realizar 0 ou 1 item; 
Parcialmente adequado: se realizar 2 ou 3 itens; 
Adequado: se realizar os 4 itens. 
0 0,250 0,500 
Anamnese 
2. Pergunta sobre característicasDengue e 
Toxoplasmose 
na gestação 
Visita domiciliar 
Bullyng 
Planejamento 
familiar 
Consulta médic 
orientado por 
problemas 
Tuberculose 
Pneumonia 
Alzheimer 
Parkinson 
Sindrome do 
bebe 
sacudido 
Aleitamento 
Triagem 
neonatal 
Mononucleo 
se 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
_ 
2º fase 
Semana 10 
7 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Neoplasia 
próstata 
Lombalgia 
Ulcera 
pressão 
Abd. Agudo 
obstrutivo 
Pré eclampsia 
Eclampsia 
DM 
gestacional 
Doença 
trofoblastica 
SAAF 
CAT 
Declaração 
Obito 
Dengue 
Zika 
Cefaleia 
Meningite 
Sindrome 
Metabolica 
Obesidade 
Puberdade 
Sind. Down 
Anemia 
Fratura 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
_ 
Semana 11 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Ca colorretal 
Ca Gastrico 
Ca esofágico 
Estertose e 
luxação 
Incompatibili- 
dade ABO e 
RH 
Menopausa 
Parto Pré 
termo 
Atonia Uterina 
Programa Saude 
PNAB 
Leptospirose 
Ataque Panico 
Taqui / Bradi 
arritmia 
DPOC 
Anemia 
Sindrome 
Nefrotica 
Vacinação 
Pneumonia 
Coqueluxe 
Celulite 
Orbitaria 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
_ 
2º fase 
8 
Semana 12 
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb Dom 
Manhã 
Fazer 
Check 
list 
Oclusão 
arterial 
periferica 
Fratura 
Cirrose 
Hepatica 
Abd. Agudo 
perfurativo 
SAAF 
Vaginose 
bacteriana 
Cervicitis 
Pré natal 
Leishmaniose 
visceral e 
tegumentar 
Doença 
trabalhador 
SOAP 
Insuficiencia 
cardíaca 
Anafilaxia 
Leucemia 
Mieloma 
Multiplo 
Faringite 
Epiglotite 
CRUPE 
Bronquilite 
PROCEDI 
MENTOS 
Tarde REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
REVISAR OS 
TEMAS 
Noite 
_ 
_ 
_ 
Semana 13 e 14 
Nessas duas ultimas semanas recomendo que você refaça 
os check list que você sente que está com mais dificuldade. 
Use para revisar aquilo que você sente que vai cair 
e que você sente insegurança. 
2º fase 
9 
PROCEDIMENTOS 
Cirurgia 
• ATLS
• IOT
• Drenagem Torax
• Suturas
• Toracocentese de Alivio
• Sondagem Vesical
• Sonda Nasogastrica
• Montagem da mesa cirúrgica
• Paramentação
• Lavagem de mãos
• FAST
Preventiva
• Aferição PA
• Pé diabético
• Exame de próstata
• Como manter Insulina
• Prova do laço
Ginecologia/Obstetricia
• Exame de Mama
• Colocação DIU
• Colposcopia
• Atenção parto
• Partograma
• Cardiotocografia
• Manobras de Leopold
• Atonia Uterina
• Forcipes
• Ordenha
Pediatria
• Aferição PA na criança
• Como pesar e medir
• Manejo curvas de crescimento e desenvolvimento
• Manobra de Hermich
• Reanimação Neonatal
• PALS
• Como usar bombinha da asma
Clinica médica
• RCP
• Ausculta cardíaca e torácica
2º fase 
10 
Clinica Médica 
TEMAS MAIS PREVALENTES
• Doença do refluxo gastresofágico
• Acalasia
• Doenças Inflamatórias Intestinais: RCU/CROHN
• Asma
• Sífilis
• Anafilaxia
• IAM com supra ST e sem supra ST
• Dissecção aórtica
• Pericardite/ tamponamento cardíaco
• Síndromes coronarianas
• Taqui/Bradiarritmias
• Insuficiência Cardíaca
• Hipertensão Arterial
• AVC Isquêmico/ Hemorrágico
• ITU
• Pielonefrite
• Gota
• Febre amarela
• Dengue, Zika
• Pneumonia
• Hospitalar
• Hipoglicemia
• Diabetes Mellitus 1 e 2
• Cetoacidose diabética
• Endocardite infecciosa
• Hepatites
• HIV
• Hipertireoidismo e hipotireoidismo
• TEP/TVP
• Cefaleias
• Tuberculose
• Celulite/ erisipela
• Síndrome Metabólica
• Obesidade
• DPOC
• Lúpus eritematoso sistêmico
• Parasitoses
• Anemia
2º fase 
11 
• Mieloma
• Leucemia
• Leptospirose
• Leishmaniose
• Malária
• Meningite
• Sepse
• Parkinson
• Alzheimer
Cirurgia 
• Trauma Cranioencefalico
• Trauma Abdominal Fechado e Aberto
• Hemotórax
• Pneumotórax
• Tórax Instável
• Tamponamento Cardíaco
• Ferimento Por Arma Branca
• Ferimento Por Arma De Fogo
• Entorse/ Luxação
• Fratura Exposta + Trauma
• Fratura De Radio + Trauma
• Trauma de pelve
• Queimadura
• Diverticulite Aguda
• HDA/HDB
• Colelitiase
• Colecistite
• Colangite
• Pancreatite
• Apendicite
• Obstrução Intestinal alta e baixa
• Isquemia Mesentérica
• Doença Hemorroidária
• Fisura/Fistulas/Abscesso Anal
• Abdome Agudo Perforativo
• Ulcera Gástrica/Peptica
• Abdome perfurativo
• Ulcera De Pressão
• Criterios Para Retirar Um Dreno De Toráx
• Nefrolitiase
• Ureterolitiase
2º fase 
12 
• Neoplasia De Próstata
• Cuidados Pré/Pós Operatorio
• Complicação Pós Operatória, Infecção De Ferida Operatória
• Lombalgia
• Celulite
• Pneumotórax Espontâneo
• Cisto Sebáceo
• Hérnia
• Oclusão Arterial Periférica
• Ca Colorretal
• Ca Esofágico
• Ca Gástrico
• Nódulo Tireoide
Pediatria: 
• Asma
• Doenças do Trato Respiratório Superior e Inferior
• Introdução Alimentar
• Tb Na Infância
• Como Evitar Acidentes Em Casa?
• Vacinação
• Anemia Falciforme
• HTA infantil
• Crescimento + Obesidade Infantil
• Crescimento + Desenvolvimento
• Puberdade
• Exantemáticas
• Ictericia Fisiológica e Patológica
• Resfriado Comum + Oma
• Diarreia + Desidratação
• Febre Reumatica
• Meningite
• Sd De Down
• Escabiose
• Parasitose
• Autismo
• Hiperatividade
• Deficit De Atenção
• Atedimento Inicial Ao Rn
• Apgar
• Pneumonia
• Puericultura
2º fase 
13 
• Sindrome Nefrítica e Nefrotica
• Triagem do RN
• Convulsão Febril
• Covid 19
• Criptorquidia
• Atraso Do Crescimento Constituicional
• Reposição de ferro
• RN com exposição ao HIV
• Sindrome do bebe sacudido
• Baixa estatura
• Infecções congênitas
• Aleitamento Materno
• Puericultura
• Ordenha
Ginecologia e Obstetrícia: 
• Vulvovaginites ( Candidiase, Trichomoniase, Vaginose Bacteriana)
• Dst’s ( Herpes, Sifilis, Donovanose, Linfogranuloma Venéreo, Cancro Duro)
• HIV
• Climaterio
• Menopausa
• Úlceras Genitais
• DIP
• Infertilidade
• Aborto
• Sangramento primeira e segunda metade
• Assistência Ao Trabalho De Parto E Partograma
• Nodulo De Mama
• Métodos Anticoncepcional
• Violência Sexual
• Sifilis Primaria
• Amenorreias Primarias E Secundarias
• Primeira Consulta Pré Natal
• Pré Natal E Sifilis Gestacional
• Pré Natal E Hiv + Spikes
• Amniorrexe Prematura
• Neo De Ovario
• Dengue Na Gestacao
• Trabalho De Parto
• Aleitamento Materno
• Gravidez Ectópica
• Parto
2º fase 
14 
• Complicações pós parto
• Pré Eclampsia
• Eclampsia
• Diabetes Gestacional E Pré Gestacional
• SOP
• Endometriose
• Miomatose
• Sangramento Uterino Anormal
• Ca de mama
• Ca endométrio
• Ca Ovario
• Toxoplasmose na gestação
• Incompatibilidade ABO e RH
• ITU na gestação
• HPV
• Avaliação colpocitologica
Preventiva: 
• Entrevista Sobre Sífilis Na Gestação Na Radio / Entrevista Sobre Covid 19 Na Radio
/ Entrevista Na Radio Sobre Estrutura De Ubs, Gestão De Ubs. (Nunca caiu no
revalida, porém é interessante praticar)
• Acidente Com Animal Peçonhento
• Raiva, Mordedura de cão
• Acidentes por materiais biológicos
• Acidentes de trabalho
• Rastreio De Doenças Pelo Ms,
• Atenção Ao Idoso
• Depressão E Ideação Suicida.
• Bullying
• Burnout
• Ansiedade
• Crise Psicótica
• Erro Medico
• Corrimento Uretral Masculino (DST)
• Dengue
• Violência Sexual
• Violência Domiciliar
• Genograma / Ecomapa
• Alcoolismo
• Tabagismo
• Protocolo Spikes
• Hanseníase
2º fase 
15 
• Soap - Consulta Medica Orientado Por Problemas
• Tuberculose
• Febre Amarela
• Parasitose Intestinal
• Atestato de Obito
• Visita Domiciliar
• Estrategia De Saude Da Familia
• Hanseníase
• Tétano
• Influenza
• Emissão CAT
• Planejamento Familiar
• Programas de Saúde
2º fase 
16 
COMO REALIZAR PROCEDIMENTOS
Para mim, além do conteúdo, achar passo a passo de alguns procedimentos foi bem 
complicado. Por isso vou deixar alguns aqui para vocês alguns passo a passo. Mas minha dica 
é: não deixe de procurar no youtube vídeos sobre as técnicas, para memorizar melhor e sanar 
dúvidas. 
Alguns procedimentos, eu tentava simular ao máximoda dor: (1) início; (2) frequência; (3)duração; (4) 
tipo; (5) intensidade; (6) localização; (7) fatores de piora; (8) fatores de melhora; (9) 
impacto na funcionalidade; (10) limitaçãode movimento. 
Inadequado: se perguntar de 0 a 3 itens; 
Parcialmente adequado: se perguntar de 4 a 7 itens; 
Adequado: se perguntar 8 ou mais itens. 
0 0,750 1,50 
3. Investiga: (1) história familiar; (2) histórico ocupacional (atividades laborais, 
condições de trabalho); (3) trabalho na atualidade, incluindo ambiente e processo. 
Inadequado: se investigar 0 ou 1 item; 
Parcialmente adequado: se investigar 2 itens; 
Adequado: se investigar os 3 itens. 
0 0,250 0,500 
4. Investiga sintomas de transtorno de ansiedade generalizada: (1) preocupações; 
(2) tensão muscular; (3) irritabilidade; (4) alteração no sono; (5) alteração do apetite; 
(6) alteração da atenção ou concentração. 
Inadequado: se investigar 0 ou 1 item; 
Parcialmente adequado: se investigar 2 ou 3 itens; 
Adequado: se investigar 4 ou mais itens 
0 0,750 1,50 
5. Investiga sintomas específicos de depressão não compartilhados com 
transtorno de ansiedade generalizada: (1) tristeza; (2) perda de interesse ou prazer; 
(3) ideação ou plano suicida; (4) pensamentosde ruína ou culpa. 
Inadequado: se investigar 0 ou 1 item; 
Parcialmente adequado: se investigar somente 2 itens; 
Adequado: se investigar 3 ou 4 itens. 
0 0,750 1,50 
Exame físico e exames complementares 
6. Solicita e interpreta o exame físico (sem alterações, exceto contratura 
muscular cervical) e comunica o resultado à paciente. 
0 0,50 
7. Interpreta o laudo do exame de RX da coluna cervical e do ombro 
direito (sem alterações) e comunica o resultado à paciente 
0 0,50 
Diagnósticos 
8. Comunica o diagnóstico de dor crônica devido a lesão por esforço repetido 
(LER), relacionada ao trabalho (DORT). 
0 0,50 
9. Comunica o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada(TAG). 
Inadequado: se não comunicar transtorno de ansiedade generalizada ou se 
comunicar outro diagnóstico; 
Parcialmente adequado: se comunicar transtorno de ansiedade; 
Adequado: se comunicar transtorno de ansiedade generalizada (TAG). 
0 0,250 0,50 
Condutas 
10. Comunica a importância da longitudinalidade do cuidado da condição crônica 
pela equipe de saúde da família, com possibilidade de matriciamento (NASF e/ou 
CAPS). 
Inadequado: se não verbalizar retorno ou necessidade de atendimento longitudinal 
e não orientar sobre NASF ou CAPS; 
Parcialmente adequado: se verbalizar somente retorno ou necessidade de 
atendimento longitudinal ou se orientar somente sobre atendimento no NASF ou 
CAPS; 
Adequado: se verbalizar retorno ou necessidade de atendimento longitudinal e 
orientar sobre atendimento no NASF e ou CAPS. 
0 0,350 0,750 
11. Prescreve terapêutica para dor crônica: (1) ginástica laboral; (2) interrupções 0 0,350 0,750 
 
 
 
sistemáticas na atividade de trabalho; (3) anti- inflamatórios não esteroides. 
Inadequado: se prescrever 0 ou 1 item; 
Parcialmente adequado: se prescrever 2 itens; 
Adequado: se prescrever os 3 itens. 
 
12. Verbaliza a terapêutica para transtorno de ansiedade generalizada: (1) tratamento 
medicamentoso: ISRS (fluoxetina, sertralina, paroxetina, fluvoxamina, citalopram, 
escitalopram) OU IRSN (venlafaxina, desvenlafaxina ou duloxetina). (2) psicoterapia 
cognitivo-comportamental OU intervenções psicossociais em atenção primária à 
saúde (atuação de NASF e/ou CAPS, terapia comunitária, grupos de autocuidado, 
terapias complementares). 
Inadequado: se não verbalizar tratamento; 
Parcialmente adequado: se verbalizar somente um dos dois tratamentos; 
Adequado: se verbalizar tratamento medicamentoso e psicoterápico/psicossocial. 
0 0,350 0,750 
13. Orienta a paciente a praticar exercício físico regular após controle da dor. 0 0,250 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
NENHUMA FOLHA NA MESA - QUANDO VOCÊ SE APRESENTAVA EPERGUNTAVA O MOTIVO DE CONSULTA O ATOR ENTREGAVA OS 
IMPRESSOS. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
RELATÓRIO MÉDICO 
Paciente do sexo masculino, 45 anos de idade, com hipertensão arterial severa,mal controlada e sintomático. Há 1 mês, na consulta da 
UBS, foi modificado esquema de tratamento anti-hipertensivo combinando um bloqueador de receptor de angiotensina e um diurético de alça 
em doses adequadas. Solicitados exames complementares (anexos). Encaminhado para Atenção Secundária. 
IMPRESSO 2 
ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
IMPRESSO 3 
EXAMES LABORATORIAIS 
• Hemácias = 3.400.000/dL; 
• Hemoglobina = 11,2g/dL; 
• Hematócrito = 34%; 
• Glicose = 92 mg/dL; 
• Leucócitos = 5.200/mm3; 
• Plaquetas = 250.000/mm3; 
• Creatinina = 1,6 mg/dL; 
• K+sérico = 3,6 mEq/L; 
• Exame Qualitativo de Urina (EQU): proteína na urina = ++/4. 
IMPRESSO 4 
RADIOGRAFIA DE TÓRAX EM PA 
 
 
IMPRESSO 5 
EXAME FÍSICO E FUNDOSCOPIA 
EXAME FÍSICO: 
• Peso: 95 kg; 
• Altura: 175 cm; 
• IMC: 31 kg/m2; 
• Frequência cardíaca: 84 bpm; 
• Pressão arterial: 120 mmHg x 80 mmHg; 
• Demais sistemas sem alterações. 
FUNDOSCOPIA: 
• O cruzamentos patológicos, arteríolas em “fio de cobre” ou “fio de prata”; pontosde hemorragia. 
 
 
ESTAÇÃO 6 – HIPERTENSÃO ARTERIAL 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Cumprimenta o paciente e identifica-se adequadamente. 0 0,2 
2. Avalia se a cefaleia e a visão turva diminuíram com o controle da pressão arterial. 0 1,0 
3. Interpreta o exame físico quanto à alteração de fundo de olho: retinopatia 
hipertensiva (cruzamentos patológicos, arteriolas em "fio de cobre" ou "fio de prata": 
pontos de hemorragia). 
0 1,0 
4. Identifica nos resultados de exames: 
(1) hemograma: identifica anemia; 
(2) bioquímica sanguínea: identifica aumento da creatinina; 
(3) EQU: identifica proteinúria. 
Inadequado: se não identificar nenhuma das alterações; 
Parcialmente adequado: se identificar 1 ou 2 alterações; 
Adequado: se identificar as 3 alterações. 
0 0,5 1,0 
5. Analisa/interpreta radiografia de tórax: identifica aumento da área cardíaca ou 
hipertrofia ventricular esquerda. 
0 2,0 
6. Analisa/interpreta alteração estrutural no eletrocardiograma: identifica hipertrofia 
ventricular. 
0 2,0 
Diagnóstico e Orientação terapêutica 
7. Explica o comprometimento dos órgãos-alvo: 
- Renal: perda de função renal; 
- Cardíaco: cardiomegalia hipertensiva. 
Inadequado: se não explicar nenhum comprometimento; 
Parcialmente adequado: se explicar 1 comprometimento; 
Adequado: se explicar os 2 comprometimentos 
0 0,4 0,8 
8. Orienta sobre a importância do retorno ao ambulatório para verificação do controle 
pressórico. 
0 1,0 
9. Orienta sobre a importância do retorno ao ambulatório para avaliação do 
comprometimento dos órgãos-alvo. 
0 1,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em uma Unidade Básica de Saúde e atende um paciente que retorna após 2 dias de uma consulta durante a qual ele se queixou de 
leve dor torácica direita e desconforto respiratório súbito, mantendo os mesmos sintomas, porém com um pouco mais de intensidade. Traz 
consigo a radiografia de tórax solicitada pelo médico que o atendeu na consulta anterior. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar o atendimento ao paciente; 
• definir o diagnóstico; 
• adotar a conduta médica necessária, verbalizando a(s) técnica(s) dosprocedimentos e os encaminhamentos que se fizerem 
necessários. 
OBSERVAÇÃO: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
• Caso necessite, no momento adequado, solicite os dados doexame físico ao(à)examinador(a). 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
RADIOGRAFIA ORTOSTÁTICA DE TÓRAX COM CÚPULA 
 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO E SINAIS VITAIS 
Exame torácico: 
• ausência de frêmito toracovocal, murmúrio vesicular diminuído àdireita. 
 
Sinais vitais: 
• frequência cardíaca = 98 bpm; 
• frequência respiratória = 26 irpm; 
• pressão arterial = 110 x 70 mmHg; 
• temperatura axilar = 36,2 °C; 
• saturação de oxigênio = 92%. 
IMPRESSO 3 
O médico regulador questiona e você deve ler as perguntas e responde-las para oexaminador e o videomaker: 
• Quais os motivos do encaminhamento? 
• Qual(is) especialidade(s) solicitar para a avaliação do caso? 
No que diz respeito ao tipo de transporte, o médico regulador informa que a única Unidade de Suporte Avançado (USA) está empenhada no 
transporte inter-hospitalar de um paciente grave e deverá ficar ainda mais 4 horas envolvida neste caso. Assim, pergunta também: 
• Nesta situação, qual o tipo de transporte a ser utilizado? Vai transportar pela unidade de suporte básico ou irá esperar o suporte 
avançado? 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 7 – PNEUMOTÓRAX ESPONTÂNEO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Interpretação de exames 
1. Identifica-se e cumprimento adequadamente o paciente. 0 0,10 
2. Realiza o atendimento, identificando caracteristicas da dor torácica e da dispneia e 
o tabagismo como fator de risco. 
Inadequado: se não identificar os fatores de risco; 
Parcialmente adequado: se identificar 1 ou 2 fatores de risco; 
Adequado: se identificar os 3 fatores de risco. 
0 0,10 0,20 
3. Faz o diagnóstico de pneumotórax espontâneo. 
Inadequado: se não faz diagnóstico; 
Parcialmente adequado: se diagnosticar apenas pneumotórax; 
Adequado: se diagnosticar pneumotorax espontáneo. 
0 1,25 2,50 
4. Explica ao paciente, de forma adequada, os achados da anamnese (dor torácica, 
dispneia e tabagismo) e do exame fisico (ausência de murmúrio vesicular à direita), 
correlacionando-os com as alterações de radiografia (pneumotórax com mais de 3 
cm). 
0 1,20 
Explicação e Detalhes técnicos dos procedimentos que podem ser indicados 
5. Indica a aspiração do pneumotórax em hemitórax direito. 0 1,00 
6. Explica a aspiração devido ao tamanho do pneumotórax e aos sintomas do 
paciente: colabamento do pulmão 3cm de distância da parede torácica na linha do 
hilo pulmonar e quadro clinico moderado. 
Inadequado: se não mencionar os fatores; 
Parcialmente adequado: se mencionar apenas 1fator; 
Adequado: se mencionar os 2 fatores. 
0 0,50 1,00 
7. Detalha a técnica de aspiração de pneumotórax (punção após anestesia local no 4º 
ou 5º espaço intercostal direito entre a linha axilar anterior e média). 
0 0,50 
8. Descreve a possibilidade de ser realizada a drenagem de tórax, caso a aspiração 
do pneumotórax não seja efetiva. 
0 0,50 
9. Informe o paciente da necessidade de consentimento informado, explicando os 
riscos e benefícios do procedimento. 
Inadequado: se não solicitar a assinatura e não orientar. 
Parcialmente adequado: se disser apenas que o paciente precisa assinar o termo; 
Adequado: se solicitar assinatura e orientar. 
0 0,25 0,50 
Orientações 
10. Explica as prováveis causas pneumotórax espontâneo ao paciente tabagismo, 
bolhas congênitas, infecções pulmonares prévias. 
Inadequado: se não explicar as causas; 
Parcialmente adequado: se explicar apenas 1 causa; 
Adequado: se explicar pelo menos 2 causas. 
0 0,25 0,50 
11. Explica o risco de recorrência e possível indicação cirúrgica, se outro pneumotórax 
ocorrer do mesmo lado. 
Inadequado: se não explicar os fatores; 
Parcialmente adequado: se explicar apenas 1 fator; 
Adequado: se explicar os 2 fatores. 
0 0,25 0,50 
Condutas 
12. Fornece oxigênio por cateter de O2. 0 0,25 
13. Decide pela necessidade de transferência do paciente para a realização dos 
procedimentos. 
0 0,25 
14. Faz contato com a Central de Regulação Médica de Urgência. 0 0,25 
15. Justifica ao médico regulador a necessidade de transferência do paciente em 
razão do quadro clinico, achado radiológico e indicação do procedimento. 
Inadequado: se não explicar os fatores; 
Parcialmente adequado: se explicar apenas 1fator; 
Adequado: se explicar os 2 fatores. 
0 0,25 
16. Solicita ao médico regulador a avaliação da cirurgia geral, cirurgia torácica e/ou da 
pneumologia. 
0 0,25 
17. Informa ao médico regulador que o paciente pode ser transportado por 
ambulância de suporte básico. 
0 0,25 
 NOTA: 
 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um consultório da Unidade Básica de Saúde e atende uma criança do sexo feminino com 2 meses de vida. Em consulta de 
puericultura, a mãe mostra-se angustiada porque sua filha engasgou com o leite materno. Ela também está insegura com algumas rotinas do 
cuidado com a criança. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• explicar e demonstrar como a mãe da criança deve agir em caso de engasgo do bebê; 
• aconselhar a mãe a prevenir lesões não intencionais na criança, relacionadas amorte súbita, queimaduras, acidentes automobilísticos e 
quedas. 
OBSERVAÇÃO: 
• Não é necessário realizar exame físico. 
NENHUM IMPRESSO ENTREGUE DURANTE A ESTAÇÃO 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – OBSTRUÇÃO DE VÍAS AÉREAS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Recepção da mãe 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a mãe. 0 0,5 
Explicação e demonstração da manobra de desobstrução de vias aéreas e sua evolução 
2. Demonstra, explicando por meio de termos que a mãe possa entender, os quatro 
passos de desobstrução de vias aéreas: 
Passo 1 - Posicionar a criança de bruços no antebraço, apoiando-a na coxa, com a 
cabeça mais baixa que o tórax/corpo. 
Passo 2 - Aplicar cinco pancadas/golpes/tapas entre as escapulas/no meio das 
costas/entre os ombros, com a mão/"calcanhar da mão". 
Passo 3 - Colocar o outro antebraço nas costas da criança e virá-la, manter a cabeça 
da criança em nivel inferior ao tórax, sempre apoiando o braço sobre a coxa. 
Passo 4 - Fazer, então, cinco compressões torácicas com dois dedos, sobre o osso 
central do peito (esterno). 
Inadequado: se demonstrar e explicar 1 ou nenhum passo; 
Parcialmente adequado: se demonstrar e explicar 2 ou 3 passos; 
Adequado: se demonstrar e explicar os 4 passos. 
0 1,5 3,0 
3. Explica que, 
(1) caso a criança melhore durante a manobra, a mãe deve pará-la; 
(2) caso a criança não melhore, a mãe deve repetir os passos até a melhora; 
(3) caso a criança desmaie, a mãe deve chamar ajuda e iniciar respiração boca a 
boca nariz e compressões torácicas. 
Inadequado: se não explicar nenhuma condição; 
Parcialmente adequado: se explicar apenas 1 ou 2 destas condições; 
Adequado: se explicar as 3 condições. 
0 1,0 2,0 
4. Orienta corretamente o modo de prevenção de morte súbita: 
1) colocar o bebê para dormir sempre no berço e 
2) colocar o bebê para dormir com a barriga para cima (posição supina). 
Inadequado: se não fornecer nenhuma orientação; 
Parcialmente adequado: se fornecer apenas 1 orientação; 
Adequado: se fornecer as 2 orientações. 
0 0,5 1,0 
5. Explica corretamente o modo de prevenção de queimaduras: testar a temperatura 
da água antes de colocar o bebê em uma banheira. 
0 1,0 
6. Explica corretamente o modo de prevenção de acidentes automobilisticos com 
crianças com menos de 1 ano de idade: utilizar cadeira de segurança do tipo bebê 
conforto, no banco traseiro, voltada para o vidro traseiro do carro. 
0 1,0 
7. Orienta corretamente sobre a prevenção de quedas: 
1)manter sempre uma mão segurando o bebê no trocador, se precisar pegar algo 
durante a troca de fraldas; 
2) nunca deixar o bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis, mesmo que seja 
por pouco tempo. 
Inadequado: se não fornecer nenhuma orientação; 
Parcialmente adequado: se fornecer apenas 1 orientação; 
Adequado: se fornecer as 2 orientações. 
0 0,5 1,0 
8. Utiliza linguagem adequada, sem termos técnicos, durante toda a orientação. 0 0,5 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) da Estratégia Saúde da Família e vai atender uma paciente de 28 anos de idade, casada, primípara, no 2.º mês pós- 
parto, que se consulta para orientação de anticoncepção. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar a anamnese direcionada para orientação contraceptiva; 
• orientar a paciente sobre métodos contraceptivos. 
OBSERVAÇÕES: 
• Você não deve realizar o exame físico. 
• Solicite ao(à) examinador(a) os dados do exame físico e exames complementares, se necessário. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
EXAME FÍSICO GERAL E GINECOLÓGICO 
Normais 
IMPRESSO 2 
TESTE DE GRAVIDEZ 
Negativo 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – MÉTODOS CONTRACEPTIVOS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese inicial 
1. Identifica-se e pergunta o nome da paciente. 0 0,25 
2. Pergunta se a paciente está (1) amamentando e se é (2) amamentação exclusiva. 
Inadequado: se não perguntar nem (1) nem (2); 
Parcialmente adequado: se perguntar só (1) ou (2); 
Adequado: se perguntar (1) e (2). 
0 0,25 0,50 
3. Pergunta se a paciente já menstruou. 0 0,25 
4. Pergunta se já teve relação sexual após o parto. 0 0,25 
5. Pergunta se usou algum método contraceptivo. 0 0,25 
6. Pergunta se tem (1) hipertensão arterial e (2) alguma outra doença crônica 
(cardiopatia, diabetes, neoplasia...). 
Inadequado: se não perguntar nem (1) nem (2); 
Parcialmente adequado: se perguntar só (1) ou (2); 
Adequado: se perguntar (1) e (2). 
0 0,25 0,50 
7. Pergunta se toma alguma medicação. 0 0,25 
8. Pergunta sobre antecedentes (1) pessoais (2) familiares de trombose venosa 
profunda ou tromboembolismo venoso ou embolia pulmonar. 
Inadequado: se não perguntar nem (1) nem (2); 
Parcialmente adequado: se perguntar só (1) ou (2): 
Adequado: se perguntar (1) e (2). 
0 0,50 
9. Pergunta se a paciente fuma. 0 0,25 
Orientações relativas aos possíveis métodos contraceptivos 
10. Orienta que o marido pode usar camisinha. 0 0,50 
11. Orienta que pode usar DIU. 0 0,50 
12. Orienta que pode usar anticoncepção injetável. 0 0,50 
13. Orienta que pode usar a pílula hormonal continua a base de progesterona. 0 1,50 
14. Explica que a paciente deve fazer o teste de gravidez antes de receber a 
prescrição do contraceptivo. 
0 1,00 
15. Pergunta quando realizou a citologia oncótica. 0 0,25 
17. Orienta que deve ingerir um comprimido por dia, continuamente, preferencialmente 
no mesmo horário. 
0 0,50 
18. Orienta que, mesmo que ocorra a menstruação, deve manter o uso do 
contraceptivo. 
0 0,50 
19. Caso esquecer-se de tomar: 
(1) tomar a pílula esquecida imediatamente: 
(2) tomar a pílula seguinte no horário habitual e de tomar duas ou mais pílulas, e 
deve: 
(4) tomar uma pílula imediatamente e 
(5) usar método de barreira ou evitar relações sexuais durante sete dias. 
Inadequado: se orientar sobre 1 item ou nenhum; 
Parcialmente adequado: se orientar sobre 2 ou 3 itens: 
Adequado: se orientar sobre 4 ou 5 itens. 
0 0,35 0,75 
Condutas 
20. Orienta que pode ocorrer (1) mastalgia, (2) diminuição da libido, (3) acne. 
Inadequado: se orientar sobre 1 item ou nenhum; 
Parcialmente adequado: se orientar sobre 2 itens; 
Adequado: se orientar sobre 3 itens. 
0 0,25 
21. Orienta para que não suspenda o uso da pílula, mesmo que aconteçam os efeitos 
indesejados. 
0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e está realizando uma ação assistencial em atenção domiciliar a um pacien te 
de 73 anos de idade, viúvo, sem filhos, aposentado, sob seus cuidados há 1 ano, que teve alta hospitalar há 1 dia, após infarto agudo do 
miocárdio. 
Você atendeu esse paciente na UBS há 10 dias, com queixa de epigastralgia eo medicou com omeprazol. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar ação assistencial em atenção domiciliar. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessário realizar exame físico. 
• Caso necessite de alguma informação sobre a internação, solicite-a ao paciente. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO, CONFORME VOCÊ ATENDE AO PACIENTE E TOMAVA SUAS CONDUTAS: ↓ 
IMPRESSO 1 
• Súmula de alta; 
• Paciente de 73 anos de idade, atendido no Serviço de Emergência desta instituição há 9 dias, hemodinamicamente estável, com 
estabelecimento do diagnóstico de infarto agudo do miocárdio de parede inferior, com boa evolução clínica após angioplastia com 
colocação de stent. Recebe alta hoje para seguimento na Unidade Básica de Saúde dereferência, com consulta agendada de retorn o 
em nosso hospital em 15 dias; 
• Prescrição de alta: betabloqueador e antiagregante plaquetário. 
Os dados descritos foram disponibilizados pelo INEP! 
 
 
ESTAÇÃO 10 – RESTAURAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO- 
PACIENTE APÓS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Restauração do vínculo por meio de habilidades de comunicação 
1. Reconstrói relacionamento de confiança com o paciente do seguinte modo: 
(1) cumprimenta o paciente; 
(2) explica o motivo da visita domiciliar; 
(3) escuta atentamente, sem interromper a sua fala, demonstrando Interesse por sua 
história; 
(4) sintoniza-se com sentimentos vividos pelo paciente no momento (empatia); 
(5) reconhece o ressentimento do paciente com o(a) médico(a). 
Inadequado: se praticar 0,1 ou 2 atitudes citadas; 
Parcialmente adequado: se praticar 3 ou 4 das atitudes citadas: 
Adequado: se praticar as 5 atitudes citadas. 
0 1,0 2,0 
2. Desenvolve comunicação não verbal: posiciona a cadeira de forma a se aproximar 
fisicamente do paciente; e direciona e sustenta o olhar para o paciente em grande 
parte do tempo da visita. 
0 0,5 
3. A partir da pergunta: "eu não tinha pensado que era um problema no meu coração, 
mas o(a) senhor(a) não podia ter pensado nisso? Reconhece que a dor do paciente 
poderia ter sido melhor investigada. 
0 1,0 
4. A partir da pergunta: ‘’o que será da minha vida com esse coração fraco? Eu tive 
um infarto’’. Pondera o modo de vida do paciente no passado, presente e futuro, 
levando em consideração necessariamente os seus desejos e interesses na vida e 
constrói com o paciente um plano de cuidado individual e de autocuidado, valorizando 
a sua participação ativa. 
Observação: Considerar inadequado se houver imposição da mudança, baseando-se 
apenas em informações biomédicas. 
0 1,0 
Orientações para o plano de cuidado 
5. Orienta o paciente a respeito de nutrição: 
(1) encoraja redução da ingesta diária de sal, gorduras saturadas / trans e colesterol; 
(2) estimula o aumento de ingesta diária de frutas, vegetais e peixes; 
(3) pactua com o paciente a meta a ser avaliada em toda consulta (IMC entre 18,5- 
24,9 kg/m2 e circunferência abdominalfornecer 0 ou 1 orientação; 
Parcialmente adequado: se fornecer 2 orientações; 
Adequado: se fornecer as 3 orientações. 
0 1,0 2,0 
6. Orienta o paciente acerca da atividade sexual, que pode ser reiniciada em 2 a 4 
semanas apos a alta hospitalar. 
0 0,5 
7. Contraindica o uso de citrato de sildenafila. 0 0,5 
8. Orienta o paciente a respeito da manutenção da prescrição medicamentosa pós- 
alta. 
0 1,0 
9. Orienta o paciente da necessidade de acompanhamento na UBS e de plano 
integrado de cuidado pela equipe de saúde da família. 
0 0,5 
10. Orienta o paciente acerca da importância de retorno às consultas com o 
especialista da unidade hospitalar de referência para o caso. 
0 1,0 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma ESF e recebe paciente do sexo feminino, 19 anos, trazendo resultado de exames laboratoriais feitos. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Acolhimento; 
• Anamnese direcionada; 
• Dar o diagnóstico; 
• Orientações; 
• Esclarecer dúvidas. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DA PACIENTE E EXAMES DA PACIENTE 
• Paciente profissional do sexo, relata que realiza exames a cada 6 meses, solicitados por uma amiga enfermeira; 
• Refere não estar sentindo nada e não tem nenhuma comorbidade; 
• Relata que algumas vezes mantem relação sexual desprotegida; 
• Em uso de ACO, Menarca aos 11 anos, Sexarca aos 15, DUM a 3 dias; 
• BEG; 
• PA 110 x 70mmHg; 
• FC 72bpm; 
• FR 18irpm; 
• SatO2 99% em ar ambiente; 
• Temperatura 36.5ºC. 
 
• Hemograma: Hb: 12.5 (Ref. 12-16), Ht: 38 (Ref. 36-48), Leuco: 6.000 (Ref. 3.700-10.000), Plaq: 200.000 (Ref. 150.000-450.000) 
• BHCG: negativo 
• Sorologia para HIV: positivo 
IMPRESSO 2 
EXAMES COMPLEMENTARES DISPONÍVEIS 
• Teste rápido de gravidez: negativo; 
• Testes rápidos: HIV (positivo), Sífilis (negativo), Hepatite B (negativo) e Hepatite C (negativo); 
• Segundo Teste rápido pra HIV de outro fabricante (necessário solicitar, chegando a UBS em mais ou menos 2 horas): positivo. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – HIV + PROTOCOLO SPIKES 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Acolhimento 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a doadora de maneira adequada. 0 0,50 
2. Investiga dados pessoais da doadora (pelo menos: nome, idade, profissão). 0 0,25 
3. Mantém postura receptiva (contato visual com a paciente padronizada; tronco 
voltado para a doadora sem cruzamento de membros superiores). 
0 0,25 
4. Envolve pessoas significativas antes de dar a notícia (pergunta à doadora se ela 
está acompanhada e se gostaria que a mãe entrasse na sala). 
0 0,25 
Comunicação, avaliação da percepção da paciente, anamnese, explicações e orientação 
5. Ao comunicar o resultado antecipa que tem más notícias no intuito de reduzir o 
seu impacto. 
0 0,50 
6. Assegura a paciente que o teste foi confirmado, por repetição na mesma amostra, 
como informado no resultado do exame e determinado por lei. 
0 0,50 
7. Dá respostas empáticas e/ou validações verbais ao longo da entrevista (por 
exemplo: “Eu posso ver o quanto isso está sendo difícil para você"; “Eu gostaria que 
as notícias não fossem essas”). 
0 0,75 
8. Investiga a percepção da doadora sobre a infecção pelo HIV antes de dar 
explicações. 
0 0,50 
9. Fornece explicações com linguagem simples e evita o jargão médico. 0 0,50 
10. Investiga a vida sexual da doadora (pelo menos: número e regularidade de 
parceiros, relações protegidas ou não), uso de drogas ilícitas e história de transfusão 
prévia. 
Adequado: se investigar todas as possibilidades; 
Parcialmente adequado: se investigar somente a vida sexual. 
0 0,50 1,00 
11. Explica à paciente sobre os meios de transmissão a que ela se expós. 0 0,50 
12. Explica, em linguagem acessível à doadora, a diferença entre infecção e doença 
pelo HIV. 
0 0,50 
13. Ressalta aspectos de prognóstico mais positivo face à existência de drogas 
eficazes para o tratamento. 
0 0,50 
14. Fala de forma pausada (dando informações aos poucos), certificando-se, de que a 
doadora está entendendo as informações transmitidas. 
0 0,50 
15. Orienta a paciente quanto ao seu potencial de contaminação e a necessidade de 
que todas as suas relações sexuais sejam protegidas. 
0 1,00 
16. Explica à paciente a necessidade de elaborar um plano de enfrentamento (pelo 
menos: realização de novos exames e encaminhamento para tratamento). 
0 1,00 
17. Pergunta se a doadora tem dúvidas, se gostaria de ter mais informações e se 
sente segura para voltar para casa 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente de 32 anos de idade vem até a Unidade de Pronto Atendimento devido a uma lesão por uma faca em seu braço direito, que aconteceu 
há 1 hora em uma briga de bar. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Anamnese; 
• Realização e verbalização de procedimentos se necessário; 
• Orientações. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
IMAGEM DA FERIDA 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – SUTURA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e paramentação 
1. Identifica-se adequadamente para o paciente. 0 0,25 
2. Faz uma rápida anamnese identificando a profissão do paciente e seu estado de 
vacinação. 
0 0,50 
3. Explica a realização do procedimento de forma adequada ao paciente. 0 0,25 
4. Coloca o paciente deitado na maca com exposição da lesão no braço direito. 0 0,25 
5. Faz menção à colocação adequada do gorro e máscara. 0 0,25 
6. Faz menção à lavagem adequada das mãos. 0 0,25 
7. Faz menção à colocação adequada das luvas estéreis. 0 0,25 
Realização da sutura 
8. Realiza a antissepsia das bordas da lesão com clorexidina. 0 1,00 
9. Realiza a anestesia local das bordas do ferimento por meio da pele íntegra. 0 1,00 
10. Identifica o porta-agulhas, segura e monta o fio cirúrgico adequadamente. 0 1,00 
11. Realiza a sutura de forma tecnicamente correta (simetria e profundidade) com, 
pelo menos, 2 pontos. 
0 2,00 
12. Realiza o curativo oclusivo. 0 0,25 
Orientações 
13. Orienta o paciente adequadamente a poder lavar o ferimento após 24 horas e 
deixá-lo só com o micropore. 
0 0,50 
14 Orienta a retirada dos pontos entre 5 e 7 dias. 0 0,50 
15. Orienta o reforço da vacinação antitetânica. 0 0,50 
16. Verbaliza o período de dispensa do trabalho. 0 0,50 
17. Explica a não necessidade do uso de antibióticos. 0 0,50 
18. Pergunta se o paciente tem alguma dúvida. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma UBS e recebe mãe com seu bebê de 6 meses, solicitando algumas informações sobre as características do seu filho. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento; 
• Dê todas as informações necessárias; 
• Estabeleça um plano de seguimento; 
• Tire dúvidas. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – SÍNDROME DE DOWN + PROTOCOLO SPIKES 
PADRÃO ESPERADO DEPROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Comunicação não verbal 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a mãe de maneira adequada. 
Parcialmente adequado: se realizar pelo menos um; 
Adequado: se realizar os três. 
0 0,50 
2. Mantém postura receptiva (contato visual com a paciente padronizada; tronco 
voltado para a mãe, sem cruzamento de membros superiores). 
0 0,50 
Avaliação da Percepção da Paciente 
3. Verifica qual a percepção/compreensão prévia da mãe acerca das características 
físicas do bebê. 
0 0,50 
Compartilhamento de informações 
4. Fornece informações iniciais de forma breve e, em linguagem simples, sobre a 
suspeita de Síndrome de Down. 
Parcialmente adequado: comunica suspeita de Síndrome de Down, com linguagem 
muito técnica, ou excesso de informações; 
Inadequado: se não comunicar suspeita de Síndrome de Down. 
0 0,25 0,50 
5. Faz breve silêncio após dar a notícia (dando tempo para a mãe refletir). 0 0,50 
6. Pergunta o que a mãe sabe sobre a Síndrome de Down. 0 0,50 
7. Pergunta o que a mãe quer saber sobre a Síndrome de Down. 0 0,50 
8. Explica, usando termos que a mãe possa entender, que o diagnóstico baseou-se 
nos seguintes achados: epicanto, macroglossia, diminuição do tônus muscular e 
prega palmar única. 
Adequado: todos os quatro sinais; 
Parcialmente adequado: dois ou três sinais. 
0 0,50 1,00 
9. Responde ao questionamento sobre como isso ocorreu explicando que essa 
síndrome é uma doença genética. 
0 0,50 
Respondendo às emoções 
10. Reconhece a emoção, demonstrando isso de forma verbal ou não verbal (por 
exemplo, "percebo que você está triste" ou aproxima-se da mãe, faz contato visual ou 
físico). 
0 0,50 
11. Legitima a emoção (por exemplo, "nessa situação, geralmente, as pessoas se 
sentem assim"). 
0 0,50 
12. Pergunta quais são as principais preocupações da mãe. 0 0,50 
Plano e seguimento 
13. Compartilha perspectivas para o cuidado, explicando que: 
- há possibilidade de promover desenvolvimento com o estímulo precoce e a 
socialização; 
- o cuidado será compartilhado entre a família e a equipe multiprofissional; 
- é importante que ela frequente a escola como todas as outras crianças quando 
crescer. 
Adequado: pelo menos duas perspectivas. 
Parcialmente adequado: uma perspectiva. 
0 0,50 1,00 
14. Encaminha ou providencia agendamento com pediatra e/ou geneticista. 0 0,50 
15. Estabelece parceria (afirma que a mãe poderá continuar a contar com ele(a) para 
acompanhamento e esclarecimentos futuros). 
0 0,50 
16. Sugere a presença do companheiro ou de pessoa em quem confie para 
acompanhá-la na próxima consulta. 
0 0,50 
17. Verifica a compreensão da mãe sobre as informações recebidas. 0 0,50 
18. Verifica condições da mãe para sair da consulta (se ela está bem para ir pra casa 
e se precisa de alguma ajuda). 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma UPA e recebe uma paciente do sexo feminino, 24 anos, gestante de 33 semanas, com queixa de febre, fraqueza, 
cefaleia e dor atrás dos olhos a 3 dias. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Anamnese; 
• Exame físico; 
• Hipótese diagnóstica; 
• Exames complementares se necessário; 
• Orientações; 
• Conduta. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DA PACIENTE 
• Paciente nega vômitos, diarreia ou sangramentos; 
• Relata que está em uso de paracetamol para alívio do quadro e que a vizinha também vem apresentando os mesmos sintomas; 
• Diz que em sua casa não possui água parada, mas mora ao lado de um terreno abandonado; 
• Nega outras comorbidades; 
• Faz acompanhamento regular do pré-natal; 
IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO 
• PA 120 x 80mmHg; 
• FC 91bpm; 
• FR 16irpm; 
• SatO2 98% em ar ambiente; 
• Temperatura: 37.9°C; 
• Ectoscopia paciente em regular estado geral 
• Linfonodos: ausentes 
• Aparato cardiovascular: Ritmo normal em 2 tempos com bulhas cardíacas normofonéticas; 
• Aparato respiratório: Murmúrio vesicular audível em ambos campos pulmonares sem ruídos adventícios; 
• Abdome: Inspeção (distendido devido útero gravídico), Ausculta (RHA normais), Palpação (indolor a palpação com massa palpável a 
2cm do RCD = Hepatomegalia), Percussão (sem alterações); 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
 IMPRESSO 3 
SE VERBALIZAR A NECESSIDADE DE REALIZAR PROVA DO LAÇO: ENTREGAR 
 
Prova do laço: presença de 1 petéquias (negativa). 
 IMPRESSO 4 
EXAMES COMPLEMENTARES 
 
Hemograma: 
• Hb: 12 mg/dL (VR: 12-16) 
• Ht: 44% (VR: 35 – 45) 
• Leucócitos: 9.500 (VR 4.500 – 11.000) 
• Plaquetas: 160.000 (VR: 150.000 – 450.000) 
Teste rápido (NS1): positivo 
Sorologia para dengue: não disponível na unidade 
OBS: NS1 (realizar até 5° dia de sintomas) e Sorologia (realizar após 6° dia de sintomas) 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
8 
ESTAÇÃO 4 – DENGUE NA GESTANTE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese 
1. Investiga a febre, caracterizando, pelo menos, tempo de início ou duração e 
intensidade. 
Adequado: se investigar os dois itens; 
Parcialmente adequado: se investigar apenas um. 
0 0,25 0,50 
2. Investiga a ocorrência de exantema. 0 0,25 
3. Investiga a ocorrência de sintomas articulares, como artralgias, edema articular ou 
limitação funcional. 
0 0,25 
4. Investiga os seguintes sintomas: cefaleia, mialgias, dor retro-orbitária, adinamia, 
prostração. 
Adequado: dois ou mais sintomas; 
Parcialmente adequado: um sintoma. 
0 0,25 0,50 
5. Investiga sinais de alarme: dor abdominal, vômitos persistentes, hipotensão 
postural, lipotimia, sonolência, diminuição da diurese, irritabilidade, desconforto 
respiratório. 
Adequado: dois ou mais sinais; 
Parcialmente adequado: um sinal. 
0 0,25 0,50 
6. Pesquisa ocorrência de sangramento: epistaxe, hemorragias de pele, 
gengivorragia, hemorragia conjuntival, hematêmese, melena, sangramento vaginal, 
hematúria. 
Adequado: duas ou mais ocorrências; 
Parcialmente adequado: uma ocorrência. 
0 0,25 0,50 
7. Interroga se está fazendo pré-natal. 0 0,25 
Exame físico 
 
8. Verbaliza a necessidade de verificar a pressão arterial. 0 0,25 
9. Verbaliza a necessidade de verificar a frequência cardíaca. 0 0,25 
10. Verbaliza a necessidade de realizar exame físico do abdome. 0 0,25 
11. Verbaliza a necessidade de realizar exame gineco-obstétrico. 0 0,50 
12. Verbaliza a necessidade de realizar a Prova do Laço e informa que o resultado 
está normal. 
Adequado: se verbalizar a necessidade de realização e que o resultado está normal; 
Parcialmente adequado: se apenas verbalizar a necessidade de realização. 
0 0,25 0,50 
Hipótese diagnóstica e exames complementares 
13. Informa que é grande a probabilidade do diagnóstico ser Dengue (não aceitar 
virose ou quadro viral ou síndrome virais). 
0 0,50 
14. Apresenta outras hipóteses diagnósticas como Zika e Chikungunya. 
Adequado: se citar as duas hipóteses; 
Parcialmente adequado: se citar apenas uma. 
0 0,25 0,50 
15. Solicita exames específicos para dengue: sorologia IgG e IgM (Elisa) OU 
isolamento viral (RT-PCR, imunohistoquímica ou NS1) - todas por amostra de 
sangue. 
0 0,50 
16. Solicita exame específico para Zika e Chikungunya. Não é necessário especificar 
a técnica do exame. 
Adequado: se solicita os dois exames; 
Parcialmente adequado: se solicita apenas um. 
0 0,25 0,50 
17. Solicita hemograma. 0,50 
Orientação e Conduta 
18. Responde que existe risco de transmissão vertical (infecção passar da mãe para o 
bebê). 
0 0,50 
19. Com relaçãoaos riscos para o binômio materno-fetal, responde os seguintes: 
aborto, trabalho de parto pré-termo, restrição de crescimento fetal, baixo peso ao 
nascer, hemorragias e acometimento neurológico. 
Adequado: dois ou mais riscos; 
Parcialmente adequado: um risco. 
0 0,25 0,50 
20. Orienta hidratação por via oral: 80 mUkg/dia. 
Adequado: se especifica volume da hidratação entre 4,5 e 5 litros/dia; 
Parcialmente adequado: se faz orientação genérica sem especificar volume. 
0 0,25 0,50 
21. Orienta uso de sintomáticos: analgésicos e antitérmicos - Paracetamol/Dipirona 
(considerar não realizado se prescrever AAS ou anti-inflamatórios não hormonais 
como: Cetoprofeno, Ibuprofeno, Diclofenaco, Nimesulida). 
0 0,50 
22. Verbaliza a necessidade de notificação do caso suspeito. 0 0,50 
23. Responde que não há necessidade de internação hospitalar e indica 
acompanhamento ambulatorial e/ou retomo para reavaliação. 
0 0,25 0,50 
 
 
 
Adequado: se responder "não" e indicar acompanhamento. 
Parcialmente adequado: se apenas responder que não há necessidade de 
internação; 
Não realizado: se indicar internação hospitalar). 
 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Chega ao seu consultório a prefeita da cidade dizendo que precisa de informações sobre o que é necessário para montar uma ESF . 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Oriente a prefeita sobre a Estratégia de Saúde da Família (ESF); 
• Oriente sobre as ações que o médico realiza no domicílio para pacientes doentes e não doentes; 
• Oriente sobre a visita de outros profissionais. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Sobre a Estratégia de Saúde da Família 
1. Explica que a ESF valoriza a atenção básica / atenção primária na atenção à 
saúde, como principal porta de entrada do sistema de saúde. 
0 0,50 
2. Explica que a ESF atende a pessoa, a família e a comunidade. 0 0,50 
3. Explica que a ESF faz promoção da saúde, prevenção de doenças/agravos; 
tratamento e reabilitação/assistência. 
Adequado: todas as ações; 
Parcialmente adequado: duas ações. 
0 0,25 0,50 
4. Explica que a ESF atende e responsabiliza-se por uma população definida em um 
território. 
0 0,50 
5. Explica que, no âmbito da ESF, a atenção é continuada ao longo do tempo. 0 0,50 
6. Explica que, no âmbito da ESF, a atenção é coordenada com o sistema de saúde. 0 0,50 
Sobre ações que o médico realiza no domicílio para doentes e não doentes 
7. Explica que o médico da ESF atende a qualquer pessoa e/ou doente desde que 
haja necessidade a partir de uma avaliação de uma equipe. 
0 0,50 
8. Explica que a ESF não é um serviço de emergência e de pronto-atendimento, 
exclusivamente. 
0 0,50 
9. Explica que o médico da ESF faz consultas, que podem ser agendadas ou não. 0 0,50 
10. Explica que o médico da ESF realiza procedimentos (aplicação de medicamentos, 
curativos e sondagens). 
0 0,50 
11. Explica que o médico da ESF faz busca ativa (chamamento de pacientes faltosos, 
controle de adesão, resultados de exames positivos, contato de doenças 
infectocontagiosas). 
0 0,50 
12. Explica que o médico da ESF realiza ações de educação em saúde, de vigilância 
ambiental e/ou epidemiológica, e/ou sanitária. 
Adequado: três ações; 
Parcialmente adequado: duas ações. 
0 0,25 0,50 
Sobre a visita dos outros profissionais 
13. Explica que outros profissionais podem e/ou devem fazer a visita ou atenção 
domiciliar: - enfermeiro(a); - técnico(a)/auxiliar de enfermagem; - odontólogo(a); - 
agente comunitário de saúde; - agente de endemias ou agente comunitário de 
endemias; - equipe do NASF (fisioterapeuta, educador(a) físico(a), psicólogo(a), 
nutricionista, assistente social, farmacêutico(a), fonoaudiólogo(a), veterinário(a)). 
Adequado: citar 4 profissionais ou mais; 
Parcialmente adequado: citar até 3 profissionais; 
Não realizado: citar somente o(a) médico ou nenhum. 
0 0,50 1,00 
14. Comenta sobre as ações dos outros profissionais: - territorialização; - 
cadastramento; - consultas/avaliações/entrevistas específicas de cada profissão; - 
busca ativa específica de cada profissão; - realização de procedimentos específicos 
de cada profissão; - ações de educação em saúde; - ações de vigilância ambiental 
e/ou epidemiológica, e/ou sanitária; - ampliação do conhecimento familiar e social. 
Adequado: citar 5 ações ou mais; 
Parcialmente adequado: se citar até 4 ações. 
0 0,50 1,00 
15. No caso do vizinho, explicar que deve/pode ser feita a visita pelo(a) médico(a) ou 
outro membro da equipe com essa finalidade (avaliar como adequado ou não 
respondeu). 
0 0,50 
Comunicação/Atitudes 
16. Capacidade de comunicação: se apresenta, argumenta com vocabulário 
adequado e claro, sem prolixidade. 
Adequado: três itens; 
Parcialmente adequado: um ou dois. 
0 0,50 
17. Linguagem não verbal: mantém postura receptiva, expressão facial empática e 
contato visual. 
Adequado: três itens; 
Parcialmente adequado: um ou dois. 
0 0,50 
18. A atitude durante a reunião é respeitosa e não demonstra comportamento 
preconceituoso. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da UPA e recebe paciente do sexo feminino, 25 anos, com quadro de dor de cabeça intensa há 5 horas. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Anamnese direcionada; 
• Tratamento; 
• Orientações; 
• Prevenção. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CEFALEIA (ENXAQUECA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a paciente de maneira adequada. 0 0,25 
2. Mantém postura receptiva (expressão facial, direção do olhar, tronco voltado para a 
paciente sem cruzamento de membros superiores). 
0 0,25 
3. Investiga hora de início da crise atual, duração da cefaleia e febre 
Adequado: todos os itens; 
Parcialmente adequado: dois itens. 
0 0,50 1,00 
4. Investiga uso de medicação para crise atual. 0 0,50 
5. Investiga características da migrânea: dor hemicraniana pulsátil, náuseas/vômitos, 
vertigem, fotofobia, intensidade da dor, interferência da dor com atividades habituais. 
Adequado: pelo menos, três características; 
Parcialmente adequado: duas características. 
0 0,75 1,50 
6. Investiga história familiar de cefaleia. 0 0,25 
7. Investiga uso de anticoncepcional. 0 0,25 
8. Menciona a realização do exame físico. 0 0,50 
Tratamento sintomático 
9. Indica antiemético (metoclopramida, domperidona, bromoprida ou ondansetron). 0 1,25 
10. Indica analgésico não opioide e/ou AINE (qualquer um) e/ou triptano e/ou 
derivado de ergotamina. 
0 1,25 
Orientação e prevenção 
11. Esclarece a paciente, em linguagem simples, sobre a natureza de sua cefaleia. 0 1,00 
12. Explica que, com base na história e no exame clínico, não é necessário realizar 
exame de imagem. 
0 1,00 
13. Reforça a importância de acompanhamento com especialista. 
Adequado: se fizer menção a possíveis tratamentos com beta bloqueador, 
anticonvulsivante, antidepressivo tricíclico; 
Parcialmente adequado: se somente indicar acompanhamento por especialista. 
0 0,50 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em um Hospital de 2º nível e recebe o paciente do sexo masculino, 41 anos, com queixa de dor abdominal difusa intensa de 
início súbito, acerca de 3h. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento; 
• Avaliar e Verbalizar o resultados dos exames complementares; 
• Solicitar exames complementares se necessário; 
• Conduta; 
• Orientações. 
 
OBSERVAÇÃO: 
O hospital secundário tem a seguinte estrutura: 
• Possui setor de radiologia convencional e ultrassonografia; 
• Não possui tomografia computadorizada nem ressonância nuclear magnética; 
• Possui laboratório de análises clínicas; 
• Possui centro cirúrgico e leitos de internação (enfermaria e unidade de terapia intensiva); 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE 
• Paciente refere dor tipo facada, intensidade (8/10) e náuseas de início a 3h que vem piorando (sem outros sintomas). 
• Eliminações fisiológicas normais até o dia anterior (hoje paralisadas). Sem outras comorbidades. 
• Paciente casado, trabalha como pedreiro, sem dieta balanceada (consome muito café, massa e fritura). 
• Está em uso de diclofenaco comprimido há 20 dias, por dor no braço direito (que melhorou após medicação). 
• Não tabagista e bebe com frequência. 
IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO 
• PA 90 x 60mmHg; 
• FC 112bpm; 
• FR 24irpm; 
• SatO2 97% em ar ambiente; 
• Temperatura 36,6ºC. 
 
• Ectoscopia: palidez cutânea com mucosas hipocoradas ++/4+, face álgica e sudoreico. 
• ACV: RCR 2T BNF e AR: MVUA S/RA 
• Exame abdominal: Inspeção (levemente distendido), Ausculta (RHA diminuídos), Palpação (doloroso difusamente com tensão 
aumentada, palpação profunda com descompressão brusca dolorosa) e Percussão (timpanismo em HD). 
• Toque retal: Tônus preservado com presença de fezes em ampola retal 
• MMII: sem lesões ou edemas 
IMPRESSO 3 
EXAMES COMPLEMENTARES: LABORATÓRIO 
Hemograma: 
• Hemoglobina: 9 g/dL (valor de referência = 11 a 13 g/dL) 
• Hematócrito: 32% (valor de referência = 37% a 41%) 
• Leucócitos: 15 mil/mm3 (valor de referência = 7 a 9 mil/mm3) 
• Neutrófilos: 80% (valor de referência = 10% a 20%) 
• Plaquetas: 105.000 (valor de referência = 150.000-450.000) 
Lactato: 4,1 mg/dl (valor de referência = 2mg/dl) 
Ureia: 49 mg/dl (valor de referência = 19 a 43mg/dl) 
Creatinina: 7mg/dl (valor de referência = ≤ 1,2mg/dl) 
IMPRESSO 4 
EXAMES COMPLEMENTARES: RADIOGRAFIA DE TÓRAX 
IMPRESSO 5 
NA ABORDAGEM HEMODINÂMICA ENTREGAR CARTÃO SE O PARTICIPANTE PERGUNTAR SE HOUVE MELHORA 
Não houve melhora com a reposição volêmica 
 
 
ESTAÇÃO 7 – ABDOME AGUDO PERFURATIVO (DOENÇA 
PÉPTICA PERFURADA – PNEUMOPERITÔNEO) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Avaliação do caso 
1. Identifica-se adequadamente para o paciente. 0 0,10 
2. Avalia os exames bioquímicos e verbaliza leucocitose com desvio à esquerda, 
insuficiência renal aguda e má perfusão tecidual (hiperlactatemia), compatível com 
choque séptico. 
0 0,50 
3. Avalia a radiografia de tórax e verbaliza os achados: cúpulas constatando a 
presença de pneumoperitôneo, compatível com abdome agudo perfurativo. 
0 1,00 
4. Realiza uma rápida anamnese e exame físico abdominal identificando o quadro 
clínico compatível com abdome agudo perfurativo. 
0 0,75 
5. Explica ao paciente a necessidade de laparotomia exploradora e não de 
videolaparoscopia devido ao estado hemodinâmico e à peritonite difusa. 
0 0,50 
6. Explica ao paciente que seu quadro é mais compatível com doença péptica 
perfurada e que não deve ser câncer, mas que isto será melhor observado depois da 
cirurgia. 
0 0,50 
Abordagem hemodinâmica do choque séptico 
7. Verifica o posicionamento correto do cateter venoso central, sem complicações 
torácicas e indica a instalação de medida da PVC. 
0 1,00 
8. Indica/prescreve reposição volêmica com RL ou SF de 30 mUkg em bolus. 0 1,00 
9. Com a não melhora hemodinâmica, indica o uso de vasopressores (noradrenalina 
e/ou dopamina). 
0 1,00 
Conduta, prescrição e orientações 
10. Verbaliza a necessidade de coleta de duas hemoculturas antes do início da 
antibioticoterapia. 
0 0,25 
11. Verbaliza a prescrição constando os seguintes itens: 
11.1. Jejum. 
0 0,10 
11.2. Hidratação EV com cristaloide. 0 0,25 
11.3. Antibiótico para Gram negativo (ceftriaxona ou ciprofloxacina ou meropenem/ 
imipenem). 
0 0,70 
11.4. Antibiótico para anaeróbio — metronidazol —, exceto se uso de 
meropenem/imipenem no item acima, o que deve ser verbalizado. 
0 0,70 
11.5. Uso de analgésico opioide. 0 0,60 
11.6. Uso de sonda gástrica em drenagem. 0 0,25 
11.7. Sondagem vesical em drenagem com anotação de diurese. 0 0,25 
11.8. Anotação dos sinais vitais. 0 0,10 
11.9. Cuidados gerais. 0 0,10 
12. Explica a necessidade de anestesia geral para a cirurgia e explica rapidamente o 
procedimento (necessidade de tirar a consciência, intubação traqueal etc). 
0 0,25 
13. Tranquiliza o paciente e pergunta se ele ainda tem alguma dúvida. 0 0,10 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da UPA, e recebe uma criança do sexo masculino, 4 anos, acompanhado de sua mãe, referindo que seu filho está com falta de 
ar há 30 minutos. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento; 
• Realize a interpretação dos exames complementares; 
• Informe o diagnóstico; 
• Dar orientações; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES SOBRE O PACIENTE 
• Paciente sempre apresenta cansaço leve ao ter contato com poeira, mofo, animais e exercícios físicos pesados, hoje apresentou falta 
de ar e cansaço (a mãe relata que a criança começou a utilizar a pouco tempo a ‘bombinha’). 
• Nega outros sintomas; 
• Paciente sem outras comorbidades; 
• Calendário vacinal em dia; 
• Pai asmático; 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
Sinais vitais: 
• Regular estado geral; 
• FC 105bpm; 
• FR 35irpm; 
• SatO2 92% em ar ambiente e 96% após o uso da bombinha; 
• Temperatura 36,4°C 
• Peso: 35kg 
Exame físico: 
• Ectoscopica: paciente em regular estado geral; 
• Rinoscopia (sem alterações), Oroscopia (sem alterações) e Otoscopia (sem alterações); 
• Aparelho cardiovascular: ruídos cardíacos regulares em 2 tempos com bulhas normofonéticas; 
• Aparelho respiratório: Inspeção (sem alterações); Ausculta (sibilância difusa); Palpação (frêmito toracovocal discretamente 
diminuído); Percussão (hipertimpanismo) → OBS: Após o uso do salbutamol (apresenta somente sibilos discretos). 
• Abdome: flácido e indolor a palpação, RHA normais; 
• MMII: sem lesões ou edemas; 
IMPRESSO 3 
RADIOGRAFIA DE TÓRAX 
IMPRESSO 4 
ENTREGAR 
A mãe da criança informa que tem dúvidas quanto ao uso da bombinha, portanto tire as dúvidas relacionadas. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – ASMA + USO CORRETO DO ESPAÇADOR 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Habilidades de comunicação 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a mãe de maneira adequada. 0 1,00 
2. Mantém postura receptiva (contato visual com a paciente padronizada; tronco 
voltado para a mãe, sem cruzamento de membros superiores). 
0 1,00 
3. Solicita informações sobre a evolução do quadro clínico da criança. 0 0,50 
Interpretação de exame complementar e diagnóstico 
4. Descreve os achados radiológicos para o avaliador. 
Adequado: se o candidato descreve a hiperinsuflação e retificação de cúpulas 
diafragmáticase arcos costais; 
Parcialmente adequado: se o candidato descreve apenas um ou dois desses 
achados. 
0 0,50 1,00 
5. Explica, em linguagem clara, sem utilizar termos técnicos, o diagnóstico para a mãe 
(alterações compatíveis com asma, sem pneumonia). 
0 1,00 
6. Confirma se a mãe compreendeu a explicação fornecida sobre a radiografia. 0 0,50 
Orientações sobre a prescrição 
7. Pergunta qual é a dúvida da mãe sobre o uso da "bombinha". 0 0,50 
8. Pergunta como a mãe está administrando o salbutamol OU solicita que a mãe 
demonstre como administra o salbutamol com o espaçador. 
0 1,00 
9. Demonstra como se encaixa o bocal do Inalador Pressurizado Dosimetrado (IPD) 
no espaçador. Explica que é para agitar o medicamento, antes ou depois de 
encaixado. 
Adequado: se o candidato encaixa as três peças e explica que é para agitar o 
medicamento; 
Parcialmente adequado: se o candidato encaixa as três peças e não explica que é 
para agitar o medicamento. 
0 0,75 1,50 
10. Demonstra (em si mesmo ou na mãe) como aplicar o medicamento: 
- na posição sentada, colocar a máscara ajustada ao rosto, cobrindo boca e nariz; 
- acionar um jato de cada vez, deixando a máscara por 10 a 30 segundos ou 5 a 10 
irpm; 
- afastar a máscara do rosto e aguardar 15 a 30 segundos para acionar o próximo 
jato, seguindo o mesmo processo. 
Adequado: realizar os três passos; 
Parcialmente adequado: realiza apenas um ou dois passos. 
0 1,00 2,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma ESF e recebe paciente do sexo feminino, 22 anos, apresentando-se chorosa e solicitando medicação para dormir muito, 
pois tem tido dias difíceis e está sem ânimo, e relata também que bateu o braço no armário de casa e necessita uma medicação para a dor. E 
trouxe os exames que o médico anterior tinha pedido. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento 
• Realize a anamnese direcionada ao caso da paciente; 
• Informe as hipóteses diagnósticas; 
• Faça um plano terapêutico com foco no manejo dos riscos. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES SOBRE A PACIENTE 
• Paciente se apresenta retraída, de casaco e com cabelo cobrindo o pescoço, informa que só deseja algum remédio para dor, pois bateu 
o braço no armário de casa. 
• Ao ser indagada sobre lesão no olho também informa que foi, em casa ao fazer faxina. 
• Após algum tempo de conversa, relata ser agredida pelo marido a mais de 1 ano, pois o mesmo deseja ter filhos e ainda não tiveram 
sucesso. 
• Relata que ele a culpa por ainda não ter engravidado e que todas as vezes que bebe à agride quando chega em casa e informa ser 
abusada sexualmente com frequência pelo marido, que utiliza isso ‘a obrigação da mesma ter que engravidar’; 
• Diante de toda essa situação ela afirma que ‘quer acabar de uma vez por todas com esse sofrimento’, tem tido dificuldade para dormir e 
para comer. 
 IMPRESSO 2 
EXAMES ANTERIORES 
 
Sem alterações 
 IMPRESSO 3 
AO PEDIR PARA A PACIENTE RETIRAR O CASACO E O CABELO COBRINDO O PESCOÇO: ENTREGAR 
 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – VIOLÊNCIA DOMÉSTICA + DEPRESSÃO + 
IDEAÇÃO SUICIDA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Observação da paciente e anamnese 
1. Identifica-se, acolhe e cumprimenta a paciente de maneira adequada. 0 0,50 
2. Mantém postura receptiva (expressão facial, direção do olhar, tronco voltado para a 
paciente sem cruzamento de membros superiores). 
0 0,50 
3. Pergunta dados pessoais da paciente: nome, idade, profissão, estado civil, filhos. 
Adequado: quatro ou cinco; 
Parcialmente adequado: dois ou três. 
0 0,25 0,50 
4. Avalia os resultados dos exames solicitados na consulta anterior e explica que 
estão normais. 
0 0,50 
5. Investiga as características dos ciclos menstruais. 
Adequado: se perguntar sobre duração e regularidade das menstruações. 
Parcialmente adequado: se perguntar apenas um aspecto. 
0 0,25 0,50 
6. Investiga sintomas sexuais: (1) dispareunia (dor nas relações sexuais), (2) 
vaginismo (dor à penetração), (3) ressecamento vaginal, (4) anorgasmia (falta de 
orgasmo), (5) sangramento vaginal pós-coito, (6) dor pélvica. 
Adequado: pelo menos quatro; 
Parcialmente adequado: dois ou três. 
0 0,35 0,75 
7. Pergunta sobre dificuldades no relacionamento com o parceiro (por exemplo, falta 
de intimidade, dificuldades de comunicação, brigas, ameaças e agressões físicas). 
0 0,75 
8. Identifica os sinais de agressão física (por exemplo, pede para ver o pescoço, 
pergunta diretamente sobre as causas das marcas no pescoço, verbaliza a presença 
das marcas de violência corporal). (Considerar parcialmente adequado se a 
identificação Só OCORRER após a explicitação das lesões pela atriz.) 
0 0,75 
9. Investiga as características dos maus tratos sofridos: (1) identifica o agressor, (2) o 
tipo de agressão, (3) especifica se há abuso sexual, (4) se há recorrência das 
agressões, (5) e há quanto tempo. 
Adequado: pelo menos quatro; 
Parcialmente adequado: dois ou três. 
0 0,25 0,50 
10. Pergunta sobre outros sintomas da síndrome depressiva: (1) tristeza a maior parte 
dos dias, quase todos os dias, (2) perda de interesse por atividades que eram 
prazerosas, (3) diminuição da energia ou fadiga fácil, (4) redução da capacidade de 
concentração, (5) redução da autoestima e autoconfiança, (6) ideias de culpa e 
desvalia, (7) visão pessimista e vazia do futuro, (8) perturbação do sono, (9) 
perturbação do apetite. 
Adequado: pelo menos quatro; 
Parcialmente adequado: dois ou três. 
0 0,25 0,50 
11. Pergunta se pensa em se matar (ideação suicida) ou se tem intenção de se matar 
(intencionalidade suicida). 
0 0,75 
12. Pergunta se tem planos de como se matar (plano suicida). 0 0,75 
13. Pergunta se tem acesso a meios letais (por exemplo, veneno de rato, acesso a 
armas, medicamentos). 
0 0,50 
14. Investiga fatores de risco/proteção para suicídio: (1) história de tentativa prévia, 
(2) qualquer diagnóstico psiquiátrico, (3) abuso/dependência de álcool/drogas, (4) 
história familiar de suicídio, (5) doença clínica grave ou crônica, (6) baixo suport e 
social/familiar. 
Adequado: pelo menos dois; 
Parcialmente adequado: um. 
0 0,25 0,50 
Plano terapêutico com foco no manejo dos riscos 
15. Comunica à paciente necessidade imediata de encaminhamento para emergência 
psiquiátrica ou internação psiquiátrica (alto risco de suicídio). 
Considerar não realizado: se encaminhar para psiquiatra, psicólogo ou NASF em 
regime ambulatorial; 
Considerar parcialmente adequado: se encaminhar para internação clínica. 
0 0,35 0,75 
16. Verbaliza necessidade da presença da família para encaminhamento para 
emergência psiquiátrica ou internação psiquiátrica. 
0 0,50 
17. Pergunta se a paciente tem dúvidas, se gostaria de saber alguma informação ou 
orientação. 
0 0,50 
 NOTA: 
 
 
 
ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da UPA e recebe paciente morador de um abrigo, do sexo masculino, 38 anos, com queixa de tosse a 3 meses. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Faça o acolhimento desse paciente; 
• Realize a anamnese direcionada para o caso; 
• Solicite exames se necessário; 
• Orientar o paciente. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não há necessidade de realizar o exame físico. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE 
• Paciente relata tosse produtiva (secreção esverdeada), febre noturna com calafrios e acha que está perdendo peso, antespesava 
71kg, relata início do quadro a 3 meses. Diz que não sente falta de ar; 
• Morador de rua há muitos anos, e foi para o abrigo há algumas semanas, sobrevive de catar latinhas, plástico e papelão para 
reciclagem; 
• Não sabe se existe outros com os mesmos sintomas, pois perambula pela cidade, ficando pouco tempo no lugar; 
• Nega tabagismo e uso de drogas, bebe às vezes quando está com frio; 
• Nega outros sintomas, comorbidades ou alergias. 
IMPRESSO 2 
AO SOLICITAR EXAME FÍSICO: ENTREGAR 
Sinais vitais: 
• PA 100 x 70mmHg; 
• FC 71bpm; 
• FR 20irpm; 
• SatO2 95% em ar ambiente; 
• Temperatura 37,9°C; 
• Peso: 60kg. 
Exame físico: 
• Ectoscopia geral: paciente emagrecido; 
• Linfonodos: ausentes; 
• ACV: RCR 2T BNF e AR: MV aumentado com roncos em ápice pulmonar direito; 
• Abdome: Inspeção (flácido), Ausculta (RHA normais), Palpação (indolor a palpação), Percussão (sem alteração); 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 10 – TUBERCULOSE PULMONAR 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Identifica-se, cumprimenta e acolhe a paciente de maneira adequada. 0 0,25 
Consulta e Investigação Diagnóstica 
2. Investiga adequadamente a queixa de tosse: duração; se produtiva ou seca; 
características da secreção incluindo sangue. 
Adequado: dois ou mais aspectos; 
Parcialmente adequado: um aspecto. 
0 0,50 1,00 
3. Investiga sintomas gerais: perda de apetite; perda de peso; ocorrência de febre 
e/ou sudorese noturna. 
Adequado: dois ou mais sintomas; 
Parcialmente adequado: um sintoma. 
0 0,50 1,00 
4. Investiga tabagismo, uso de preservativo, uso de drogas injetáveis, transfusão 
sanguínea. 
Adequado: todos os itens; 
Parcialmente adequado: até três itens. 
0 0,25 0,50 
5. Investiga doenças pregressas, bem como vacinação da família. 
Adequado: dois itens; 
Parcialmente adequado: um item. 
0 0,25 0,50 
6. Questiona quem mora na casa, aglomeração e ventilação no domicílio. 
Adequado: três itens; 
Parcialmente adequado: um ou dois itens. 
0 0,25 0,50 
7. Solicita exame físico ao avaliador. 0 0,25 
8. Elabora e comunica a hipótese diagnóstica de tuberculose. 0 1,00 
9. Esclarece à paciente sobre mecanismos de transmissão, explicitando possível 
contágio paterno. 
0 0,50 
10. Esclarece à paciente sobre a evolução da doença no indivíduo/família, explicando 
que há tratamento e cura. 
0 0,50 
11. Verbaliza a solicitação de RX de tórax. 0 0,50 
12. Verbaliza a solicitação de duas amostras de baciloscopia de escarro. 0 0,50 
13. Verbaliza a necessidade de investigar o pai da paciente. 0 0,75 
14. Explica que, nesse momento, não há necessidade de realizar a investigação dos 
filhos e do companheiro assintomáticos porque ainda é uma suspeita de tuberculose. 
0 0,75 
15. Orienta cuidados no domicílio: ventilação adequada da moradia, evitar 
aglomeração de pessoas. Orienta a levar o braço ou lenço à boca e ao nariz quando 
tossir ou espirrar. 
Adequado: três itens; 
Parcialmente adequado: um ou dois itens. 
0 0,35 0,75 
Comunicação e Atitude 
16. Capacidade de comunicação: argumentação, vocabulário adequado e claro, não 
prolixo. 
0 0,25 
17. Linguagem não verbal: expressão facial empática e contato visual. 0 0,25 
18. Demonstra atitude respeitosa e empática durante a consulta. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um abulatório de uma UBS e chega um paciente de 28 anos, há 5 anos diabético(a) em uso de Glibenclamida 20mg/dia, vem se 
queixando de dificuldade em controlar a glicemia e perda ponderal excessiva. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese do paciente; 
• Avaliar o tratamento que o paciente está recendo atualmente; 
• Realizar a conduta e orientações. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
ECTOSCOPIA 
• Paciente encontra-se visivelmente emagrecido; 
IMPRESSO 2 
SE PERGUNTAR SOBRE O HGT: ENTREGAR 
HGT: 230mg 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – DIABETES MELLITUS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Identifica-se. acolhe e cumprimenta o paciente de maneira adequada. 0,50 
2. Ouve com atenção a queixa do paciente e não interrompe sua fala 
desnecessariamente. 
 0,50 
3. Coleta adequadamente a história. 0,50 
4. Pergunta sobre a dieta e hábitos de vida do paciente. 0,50 
5. Pergunta sobre o tratamento realizado para o diabetes mellitus. 0,50 
6. Identifica a perda ponderai como evidência do não controle do diabetes mellitus. 0,50 
7. Identifica polidipsia e poliúria como evidências de mau controle do diabetes 
mellitus. 
 0,50 
8. Avalia o tratamento que o paciente está atualmente recebendo, reconhecendo que 
o paciente recebe hipoglicemiantes em doses máximas. 
 1,50 
Conduta 
9. Verbaliza corretamente a prescrição da insulina: - Iniciar insulina NPH em dose 
plena. (0,1 a 0,2 U/Kg/dia) suspendendo o uso de glibenclamida. 
 1,50 
10. Explica adequadamente ao paciente o modo de utilização correta da insulina - 
pelo menos dois dos seguintes: conservação. locais de aplicação e seu rodízio. 
 1,50 
11. Explica adequadamente o tratamento não medicamentoso (dieta) ao paciente. 1,00 
12. Agenda retorno do paciente em dois dias para controle da dose de insulina. 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) que está de plantão em uma unidade de pronto atendimento no interior, e chega um paciente, do sexo masculino, vítima 
de colisão de carro, apresentando dor torácica e dispnéia. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar avaliação primária (ABCDE) do paciente traumatizado e verbalizar os achados e as necessidades em cada etapa do 
atendimento; 
• realizar o exame físico; 
• definir a conduta diagnóstica; 
• adotar a conduta terapêutica necessária; 
• demonstrar a realização de procedimentos médicos, se indicado. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DADOS DE EXAME FÍSICO E SINAIS VITAIS 
• A: Paciente consciente, com dificuldade respiratória, vias aéreas pérvias, com colar cervical e em prancha rígida; Região cervic al com 
turgência jugular esquerda. 
• B: Inspeção torácica (expansibilidade diminuída do lado esquerdo); 
Ausculta Torácica (MV abolido do lado esquerdo); 
Palpação Torácica (diminuição do frêmito tóraco vocal do lado esquerdo) 
Percussão Torácica (timpanismo do lado esquerdo); 
Saturação: 88% (entrada), 
FR: 28irpm; 
Ausculta cardíaca (RCR 2T BNF); 
FC: 105bpm. 
• C: Inspeção abdominal (sem alterações); 
Ausculta abdominal (RHA normais); 
Percussão abdominal (sem alterações); 
Palpação abdominal (doloroso sem sinais de irritação peritoneal); 
Pelve (estável sem sinais de fratura) 
PA: 110 x 70mmHg (entrada); 
Temperatura: 37.2°; 
• D: Glasgow: 15; Pupilas isocóricas e fotorreagentes; 
• E: Paciente com escoriações leves em membros superiores e inferiores. 
IMPRESSO 2 
SE VERBALIZAR A NECESSIDADE DE REAVALIAÇÃO DO QUADRO HEMODINÂMICO: ENTREGAR 
Estabilidade dos sinais vitais 
 
• SPO2: 89% (após O2 com máscara), 95% (após toracocentese de alívio e drenagem em selo d´água); 
• PA: 110 x 80mmHg (após acesso venoso calibroso periférico1000ml com cristaloides aquecido) e foi colhido HC e tipagem sanguínea; 
• Realizado controle da hipotermia. 
IMPRESSO 3 
SE INDICAR NECESSIDADE DE ENCAMINHAMENTO: ENTREGAR 
Encaminhamento do paciente através da Central de Regulação de Urgência. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Verbalizou a necessidade de paramentação (pelo menos luvas de procedimento). 0 0,250 
2. Tentou estabelecer contato verbal e táctil e reconheceu que o paciente está 
consciente. 
0 0,250 
3. Indicou e realizou a colocação de máscara com reservatório conectada à rede de 
oxigênio a 12L/min. 
0 0,500 
4. Fez a avaliação adequada da ventilação do paciente, notando a necessidade de 
intervenção. 
0 0,250 
5. Indicou e verbalizou o procedimento de punção no 2º espaço intercostal na linha 
hemiclavicular, com material adequado (seringa com soro conectada ao abocath). 
0 0,125 
Indicou, descreveu e verbalizou adequadamente a sequência de passos 
6.1. Paramentação completa (gorro, máscara, luva e capote cirúrgico). 0 0,250 
6.2. Antissepsia e colocação de campos estéreis. 0 0,250 
6.3. Anestesia local. 0 0,250 
6.4. Incisão no sentido das costelas (+/-3cm) abrindo a pele e subcutâneo no 4º a 5º 
espaço intercostal na linha axilar média. 
0 0,500 
6.5. Abertura da pleura e exploração digital. 0 0,750 
6.6. Inserção do dreno no sentido superior e posterior. 0 0,500 
6.7. Instalação da extensão em selo d’água. 0 0,250 
6.8. Fixação do dreno e curativo. 0 0,250 
7. Solicitou a monitorização não invasiva do paciente. 0 0,500 
8. Notou a instabilidade hemodinâmica do paciente. 0 0,250 
9. Pesquisou/Verbalizou a ausência de hemorragia externa. 0 0,250 
10. Indicou a necessidade de 2 acessos vasculares com abocath e indicou a infusão 
de 1 litro de Ringer Lactato ou Soro Fisiológico aquecido. 
0 0,750 
11. Fez a reavaliação do quadro hemodinâmico do paciente e notou a estabilização 
dos sinais vitais. 
0 0,500 
12. Realizou a avaliação neurológica, verbalizou o escore de Glasgow = 15, e 
mencionou pupilas isocóricas e fotorreagentes. 
0 0,750 
13. Fez/Verbalizou a necessidade de exposição completa do paciente. 0 0,500 
14. Indicou a necessidade de encaminhar rapidamente o paciente através da Central 
de Regulação de Urgência. 
0 1,000 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – AMEAÇA DE ABORTO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese 
1. Identifica-se para a paciente e pergunta o nome dela. 0 0,500 
2. Ouve com atenção a queixa da paciente e não interrompe sua fala. 0 0,250 
3. Demonstra atitude de acolhimento às queixas da paciente através da postura 
corporal, contato visual e linguagem não verbal. 
0 0,250 
4. Perguntou sobre o estado civil (ou companheiro) e antecedentes reprodutivos (se já 
teve filhos ou aborto) – considerar adequado se perguntar as duas informações. 
0 0,500 
5. Explora adequadamente a queixa de dor abdominal – considerar adequado se 
perguntar, no mínimo, tempo de início e intensidade do sangramento. 
0 0,500 
6. Explora adequadamente a queixa de sangramento vaginal – considerar adequado 
se perguntar, no mínimo, tempo de início e intensidade do sangramento. 
0 0,500 
7. Perguntou a ocorrência de febre. 0 0,500 
8. Perguntou a data da última menstruação. 0 0,500 
9. Perguntou sobre sintomas de gravidez (náuseas, vômitos, sonolência, aumento de 
sensibilidade ou inchaço nas mamas) – considerar adequado se perguntar, no 
mínimo, dois sintomas. 
0 0,500 
Exame físico 
10. Faz menção à necessidade de obter dados do exame geral ou sinais vitais 
(temperatura, pulso e pressão arterial). 
0 0,500 
11. Explica à paciente que precisa realizar o exame do abdome e solicita ao 
avaliador. 
0 0,500 
12. Explica à paciente que precisa realizar o exame ginecológico e solicita ao 
avaliador. 
0 0,500 
Diagnóstico e Conduta 
13. Informa à paciente o diagnóstico correto: ameaça de abortamento (ou ameaça de 
aborto) – considerar inadequado se falar que já está abortando (abortamento 
incompleto) ou que já abortou (abortamento completo). 
0 0,500 
14. Confirmar à paciente que ela está grávida (considerar adequado se justificar pelo 
exame clínico ou se solicitar beta-HCG). 
0 0,500 
15. Informou corretamente a idade gestacional calculada pela data da última 
menstruação. 
Adequado: somente se falar 12 semanas; 
Inadequado: se falar aproximadamente 3 meses ou entre 11 e 13 semanas. 
0 0,500 
16. Explicou as possibilidades de evolução do quadro: regredir ou evoluir para 
abortamento – considerar adequado somente se falar as duas possibilidades. 
0 0,500 
17. Explicou que não requer internação. 0 0,500 
18. Prescreveu analgésico ou antiespasmódico. 0 0,500 
19. Recomendou repouso físico relativo e abstinência sexual, durante o período de 
sangramento – considerar adequado somente se falar as duas recomendações. 
0 0,500 
20. Orienta sobre os sinais de agravamento do quadro – considerar adequado se falar 
ao menos dois dos seguintes: febre, piora do sangramento e piora da dor. 
0 0,500 
21. Verbaliza a necessidade da paciente realizar seguimento ambulatorial e realizar 
ultrassonografia em nível ambulatorial – considerar adequado se falar as duas 
recomendações. 
0 0,500 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente chega no ambulatório de uma UBS para mais uma consulta de puericultura, com seu bebê de 2 meses de vida, se queixando de que 
não quer mais amamentar o seu filho porque as mamas vão cair, seu leite é fraco e os outros bebês da mesma idade são ‘mais gordinhos’. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• realizar o atendimento do paciente; 
• realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• hipótese diagnóstica; 
• explicar, esclarecer e orientar a mãe sobre os planos de cuidados; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DESCRIÇÃO DO EXAME FÍSICO 
Resultado da Avaliação Inicial 
• Exame físico geral: lactente em bom estado geral, corado, hidratadoe acianótico; 
• Sinais vitais: FC: 110 bpm; FR: 37 irpm; SatO2: 98% (ar ambiente) 
• Peso atual: 5,9 kg ------------- Peso ao nascer era de: 2,750kg 
Exame físico segmentar: 
• Aparelho cardiovascular: RCR 2T, com bulhas normofonéticas, sem sopro. 
• Aparelho respiratório: sem esforço respiratório. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. 
• Abdome: plano, normotenso, sem visceromegalias, não doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal, ruídos hidroaéreos 
presentes e normais. 
IMPRESSO 2 
SE O PARTICIPANTE PERGUNTAR COMO A MÃE AMAMENTA O BEBÊ: ENTREGAR 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA E ALEITAMENTO MATERNO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese 
1. Cumprimenta a mãe, identifica-se de maneira adequada, pede que ela sente-se e 
ouve com atenção as suas gueixas e ao final da consulta despede-se. 
0 0,250 
2. Ouve com atenção as suas queixas e se despede ao final da consulta. 0 0,250 
3. Pergunta se a criança está com algum problema. 0 0,250 
4. Pergunta se está em aleitamento materno exclusivo. Pergunta se faz uso de chás 
ou água. 
0 0,500em casa, falando o passo a 
passo e simulando em algum boneco e/ou pessoa. Para adquirir o material necessário, foi na 
base de muita cara de pau (realmente foi isso) ia nos hospitais e conversava com os 
plantonistas, contava o meu caso e pedia se eles deixassem eu ter acesso ao material para que 
eu pudesse conhecer e saber manusear na hora da prova. Assim consegui especulo descartável 
(treinei muito em casa), no hospital aprendi a montar laringoscopico e como manusear de 
maneira correta, tive contato com vários tubos e conhecimento de alguns materiais. 
Para sutura: pratiquei em muita pele de porco, o kit cirúrgico eu já tinha pois havia trago 
da Bolivia e os fios para sutura, me informei com estudantes de medicina onde eu podia 
conseguir por um valor mais acessível. 
E para praticar em casa, pesquisava na internet vídeos, usei muito a criatividade 
(muitas vezes uma caneta foi meu laringoscopico e um canudo foi meu tubo) e sempre repetia 
em voz alta todos os passos que eu iria dar. 
Sem mais delongas, bora lá dar inicio aos nossos procedimentos. 
Ah! Só uma dica, antes de qualquer procedimento jamais se esqueça de se paramentar!! 
2º fase 
17 
Trauma 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o paciente. 
“Oi boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo seu atendimento no 
momento.” 
Avalie a cena, veja quais materiais tem disponíveis e comece a avaliação no seu 
paciente (isso tudo em menos de 1minuto) 
1º passo: se apresentar/ se paramentar 
2º passo: avalia o nível de consciência do seu paciente: chama ele pelo nome e pergunta 
se ele lembra o que aconteceu 
3º passo: estabilizar a coluna: colar cervical, prancha rígida e coxins. 
4º passo: MOV: Monitoriar, Oxigenio, Veia (acesso venoso) 
5º passo: solicita os sinais vitais 
DICA: JAMAIS! Passe para a próxima letra, sem antes finalizar no qual você esta. 
(A) Avaliar a consciência e a fonação do paciente (se esta rouco, ou presença de algum
corpo estranho).
Estabilizar a coluna
Solicitar os sinais vitais
Monitorizar e oxigênio – coloque a máscara de oxigênio 10l (avalia necessidade de
intubação)
(B) Exponha o tórax do paciente e o pescoço:
Realizar inspeção, percussão, ausculta e palpação do tórax.
Coloque oxímetro, avalie a saturação e da mascara de O2 caso tenha se esquecido
no A.
Se necessário indicar toracotomia e drenagem (passo a passo no próximo
procedimento)
(C) Circulação e controle hemorragia.
Avalie o pulso, cor da pele, PA, FC
Procure por hemorragia interna, solicite: inspeção, ausculta, palpação e percursão
do abdome.
Coloque acesso venoso 2L
Indique acido tranexanico se necessário
Caso paciente esteja com choque hipovolêmico: avalie o grau do choque e solicite
acesso a transfusão sanquinea.
Solicite laboratórios: Hemograma e coagulograma principalmente
2º fase 
18 
Se necessário solicite o FAST, Tc abdominal ou encaminhar para laparotomia (caso 
for esse caso, indique, peça para solicitar vaga no centro cirúrgico e finalize sua 
avaliação do trauma) 
(D) Disfunção neurológica.
Avalia o Glasgow
Exame pupilar e reflexos
Se necessário: solicite TC e avaliação por um especialista.
(E) Exposição e controle da hipotermia:
Peça para que desligue o ar condicionado, exponha o seu paciente avaliando
presença de fraturas, hematomas, solicite o toque retal.
Cubra o seu paciente para evitar a hipotermia.
Caso te pergunte: retirada da prancha rígida, colar cervical e coxins somente após a
avaliação completa do ABDCE do trauma.
2º fase 
19 
Toracotomia/ Drenagem 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o paciente. “Oi 
boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo seu atendimento no 
momento.” Avalie a cena, veja quais materiais tem disponíveis e comece a avaliação no 
seu paciente (isso tudo em menos de 1minuto). NUNCA SE ESQUEÇA! De pedir 
permissão para o paciente e explicar o procedimento para ele. 
1º passo: se apresentar/ se paramentar 
Paramentação: gorro mascara, luva estereis e capote. 
2º passo: separe o material: 
Toracotomia: agulha para aspiração: jelco 14/16 , material para antissepsia 
Drenagem: Material para assepsia e antissepsia, lidocaína, agulha para anestesia, 
campos esteris, bisturi, lamina de bisturi, tudo para o dreno, dreno em selo d’agua, 
pinça Kelly curva. 
3º passo: posicionar o paciente: decúbito dorsal ou lateral com o braço elevado 
4º passo: antissepsia e colocação dos campos estéreis. 
5º passo: se for realizar a toracotomia (inserir a agulha no 5º espaço intercostal na entre 
a linha axilar anterior e media) para o alivio imediato. 
6º passo: realizar anestesia local 
7º passo: fazer a incisão de 1-1,5cm na borda superior da costela no 5º espaço 
intercostal entre a linha axilar anterior e media. 
8º passo: Realizar abertura da pleura com a pinça Kelly curva e exploração digital. 
9º passo: inserção do dreno: Pneumotorax: superior e anterior 
Hemotorax: inferior e posterior 
10º passo: conecta o sistema no selo d’agua, verifique se funcionou. (não coloque o selo 
d’agua no chão, coloque em uma escadinha ou prenda na cama) 
11º passo: fixação do dreno e curativo 
12º passo: reavalia o paciente e solicita RX de torax 
2º fase 
20 
Retirada do dreno: 
- Drenagem inferior 100-200ml/24h
- Liquido seroso
- Ausencia de borbulhamento
- Melhora do padrão respiratório e expansibilidade pulmonar
- Resolução da causa que levou á drenagem de torax
Retire os fios de fixação, peça que o paciente inspire profundamente e 
retire o dreno durante a inspiração, realize a sutura na ferida e o curativo. 
FAST 
Somente tem que 
saber quando 
indicar e quais 
são as janelas do 
FAST: 
- Subxifoide,
hepatorrenal,
esplenorrenal e
pélvica.
2º fase 
21 
Intubação Orotraqueal 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o 
paciente. “Oi boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo seu 
atendimento no momento.” Avalie a cena, veja quais materiais tem disponíveis e 
comece a avaliação no seu paciente (isso tudo em menos de 1minuto) 
1º passo: se apresentar/ se paramentar 
Paramentação: gorro mascara, luva estereis e capote. 
2º passo: separe o material: sempre chegar se esta funcionando: ambu-valvula-
mascara, tubo, laringoscópio com lamina, seringa 10ml, material para fixação e as 
drogas de sedação, material para aspiração, estetoscópio. 
3º passo: preparação: 
Direcionar o paciente para a sala de emergência,acionar a equipe, pedir os 
materiais, EPI, pedir que os familiares saia da sala, monta o laringoscópio (não se 
esqueça de testar) 
4º passo: posiciona o paciente na posição correta. 
5º passo: Pré oxigena o paciente com mascara 100% 
6º passo: Indica a medicação: hipnóticos (midazolam/fentanil) + broncodilatador 
(succinilcolina). 
CUIDADO! Paciente asmático somente lidocaína ou ketamina. Cuidado com pacientes 
queimados. 
7º passo: realiza a intubação: com a mão esqueda, introduza o laringoscopico pelo 
lado direito do paciente gentilmente rebatendo a língua para esquerda até 
posicionar o laringo na malecula, realizar a tração para cima e para frente (cuidado 
para não quebrar os dentes do paciente) realizando o rebaixamento da epiglote e a 
visualização das pregas vocais. Sem tirar o olho, solicita o tubo e passa sob 
visualização direta das pregas vocais, introduz de 1-2cm, infla o cuff e checa o 
posicionamento. 
ANTES DE REALIZAR A INTUBAÇÃO, VERIFICAR SE NÃO TEM A PRESENÇA DE 
CORPO ESTRANHO. 
8º passo: Checa a posição e auscuta em 3 pontos: epigástrio, base pulmão direito e 
esquerdo. 
9º passo: realize a fixação do tubo e solicite o capnografo. 
2º fase 
22 
Drenagem de Abscesso 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o 
paciente.“Oi boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo 
seu atendimento no momento.” Avalie a cena, veja quais materiais tem 
disponíveis e comece a avaliação no seu paciente (isso tudo em menos de 
1minuto). NUNCA SE ESQUEÇA!5. Pergunta como a criança é amamentada (técnica da amamentação). 0 0,500 
6. Pergunte sobre vômitos, evacuações e a urina. 0 0,250 
7. Pergunta sobre hábitos da criança: sono e uso de chupeta. 0 0,250 
8. Solicita o cartão da criança 0 0,500 
9. Pergunta sobre medicações já utilizadas ou em uso 0 0,500 
10. Pergunta sobre o desenvolvimento neuropsicomotor. As perguntas devem ser 
adequadas para a idade (sorriso social e acompanha com os olhos). 
0 0,250 
Exame físico 
Hipótese diagnóstica 
 
 
 
 
 
Esclarecimento e Orientações finais 
17. Explica sobre "cair" as mamas não ocorre devido à amamentação. 0 0,500 
18. Explica sobre não existir "leite fraco". 0 0,500 
19. Explica sobre banhos de sol, prevenção de acidentes, posição para dormir e 
sobre o sono do bebê (pelo menos dois). 
0 0,500 
20. Agenda retomo em uma semana para verificar ganho de peso 0 1,000 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
11. Pede para examinar a criança. (O examinador entregarão impresso 1) 0 1,000 
 
12. Expressa-se com clareza e segurança, esclarecendo o diagnóstico à mãe (erro na 
técnica de amamentação). 
0 0,625 
13. Explica que o final da mamada é rico em lipídeos, sendo importante para o ganho 
de peso. 
0 0,625 
14. Orienta que a pega deve ser em toda a aréola. 0 0,625 
15. Orienta a posição adequada do bebê durante a amamentação (próximo ao corpo); 0 0,625 
16. Confere o entendimento pela mãe, perguntando se há dúvidas. 0 1,000 
 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão na Unidade de Pronto Atendimento do bairro Independência, e chega uma paciente mulher de 28 anos com dor abdominal e 
sangramento vaginal. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• realizar o atendimento da paciente e analisar, verbalmente, as possíveis causas do sangramento; 
• realizar exame físico, se necessário; 
• solicitar, se necessário, exames complementares, verbalmente; 
• prescrever, verbalmente, o tratamento inicial a ser realizado na própria unidade de atendimento e o tratamento de manutenção a ser 
feito após o atendimento; 
• solicitar, se necessário, exames a serem agendados posteriormente e programar o acompanhamento médico eletivo. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
EXAME FÍSICO 
• PA = 110 × 60 mmHg; 
• Pulso = 98 bpm; 
• FR = 15 irpm; 
• Temperatura axilar = 37,3ºC; 
• Ectoscopia: paciente agitada, pálida com mucosas levemente hipocoradas +/4+, apresenta vômitos e inchado bilateral das mamas. 
• ACV: RCR 2T BNF 
• AR: MVUA S/RA 
• Abdome: Inspeção (presença de útero gravídico 8cm abaixo do umbigo); 
Ausculta (RHA um pouco diminuídos com BCF inaudível); 
Percussão (sem alterações); 
Palpação (doloroso em região hipogástrica); 
• Exame especular: colo fechado com sangramento leve; 
• Toque vaginal: doloroso ao toque. 
IMPRESSO 2 
EXAME LABORATORIAL: B-HCG 
Aguardando resultado 
IMPRESSO 3 
SE O PARTIPANTE PERGUNTAR DATA DA ÚLTIMA MENTRUAÇÃO: ENTREGAR 
DUM: 23/08/2016 → (Hoje: 15/11/2016) 
DPP: 30/05/2017 
IMPRESSO 2 
EXAME LABORATORIAL - HEMOGRAMA 
• Hematócrito = 45% (referência = 42% a 50%) 
• Hemoglobina = 11,5 g/dL (referência = 12 a 14,5 g/dL) 
• Leucócitos = 10.800/mm3 (referência = 4.000 a 11.000 /mm3 ) 
• Plaquetas = 196.000/mm3 (referência =172.000 a 450.000 /mm3 ) 
IMPRESSO 4 
ECOGRAFIA 
Esta Unidade de Pronto Atendimento não dispõe de exames de ecografia (ultrassonografia) ginecológica. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é médico(a) de uma Unidade Básica de Saúde e é convidado por uma rádio local ‘a REDE VIDA FM’ para dar uma entrevista sobre ‘LEPRA’ 
ou ‘HANSENÍASE’. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Falar sobre os principais tópicos da doença; 
• Dar orientações sobre a doença; 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
• Considere que estão disponíveis neste consultório todos os materiais de registro de saúde, incluídos o prontuário de saúde, atestado 
médico, receituários, impressos dos sistemas de informação, ficha de encaminhamento, ficha de solicitação de exames, entre outros. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – ENTREVISTA SOBRE HANSENÍASE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Fala de forma clara e com linguagem simples acessível ao público leigo. 0 0,50 
2. Define hanseníase e relação com o termo "lepra". 0 0,75 
3. Apresenta as formas de transmissão da doença. 0 0,50 
4. Apresenta a importância do diagnóstico precoce na prevençâo das complicações e 
da transmissão da doença. 
0 0,75 
5. Reconhece a dificuldade que pode existir no diagnóstico enfatizando a necessidade 
de treinamento dos profissionais. 
0 0,75 
6. Explica a não necessidade de Isolamento dos doentes após o início do tratamento 
e justifica. 
0 0,75 
7. Explica os sinais e sintomas mais comuns. 0 1,00 
8. Explica as complicações mais comuns. 0 1,00 
9. Explica que há tratamento eficaz. 0 0,50 
10. Orienta as pessoas com sintomas suspeitos a procurar atendimento médico na 
atenção básica para avaliar a necessidade de realizar exame complementar 
diagnóstico. 
0 0,75 
11. Informa que, se tratada precocemente a doença pode não deixar mutilações ou 
outras consequências. 
0 0,75 
12. Explica corretamente que o paciente tem direito ao sigilo de seu diagnóstico. 0 1,00 
13. Explica que a comunidade não deve discriminar as pessoas contaminadas. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está na Unidade Básica de Saúde e chega uma paciente do sexo feminino de 25 anos, apresentando disuria e relata história de infecções 
urinárias prévias sem resposta ao tratamento com antibióticos empíricos. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese; 
• Analisar, interpretar e verbalizar os resultados dos exames apresentados pelo paciente simulado; 
• Estabelecer o diagnóstico; 
• Dar orientações a paciente; 
• Realizar um plano de tratamento e acompanhamento. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
AO SOLICITAR SEDIMENTO URINÁRIO E UROCULTURA COM ANTIBIOGRAMA: ENTREGAR 
• Sedimento urinário: Urina turva concentrada, com presença de piuria, bacteriúria e nitrito positivo. 
• Urocultura com antibiograma: Presença de mais de 100.000 UFC/mL e antibiograma sensível a Ceftriaxona. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RECORRENTE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Avaliação diagnóstica 
1. Cumprimenta a paciente e apresenta-se como médico, tratando a paciente pelo 
nome. 
0 0,25 
2. Investiga o tempo de ocorrência da 1 infecção urinária e se houve cura. 0 0,75 
3. Investiga o número e Intervalo de episódios de Infecção do trato urinário (ITU) 
recorrentes. 
0 1,50 
4. Investiga a ocorrência de febre, calafrios, dor suprapúbica, dor lombar, hematúria 
(pelo menos dois). 
0 0,50 
5. Investiga a relação da ITU com coito/dispareunia. 0 0,50 
6. Investiga história ginecológica e obstétrica — partos, abortos, leucorreia, fluxo 
menstrual, prevenção de câncer de útero — (pelo menos três). 
0 0,75 
7. Investigaa realização de exames prévios para esclarecimento da ITU - RX de 
abdome, ultrassonografia abdominal, urografia, uretrocistografia miccional (pelo 
menos duas). 
0 0,50 
8. Solicita, Interpreta e verbaliza corretamente os achados do sedimento urinário e 
urocultura com antibiograma. 
0 0,50 
Orientação à paciente 
9. Explica á paciente, de modo correto e compreensivo, o quadro de ITU recorrente. 0 1,50 
10. Explica à paciente a não associação da ITU recorrente ao coito. 0 0,75 
Plano de tratamento e acompanhamento 
11. Indica o tratamento adequado para o germe identificado e antibiograma 
(ceftriaxona 1 a 2g/ dia, IM ou IV por 14 dias). 
0 1,00 
12. Indica e verbaliza a profilaxia continua com um dos seguintes medicamentos: 
nitrofurantoína; cefalexina; sulfametoxazol- trimetoprima; ciprofloxacina; norfloxacino; 
ácido pipemídico. 
0 1,00 
13. Indica acompanhamento trimestral através da realização de urocultura com 
antibiograma. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em um pronto-socorro de hospital secundário de urgência e atende um paciente homem com dor abdominal de grande 
intensidade em epigástrio, ele relata que piora quando toma seu remédio para a coluna. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do paciente; 
• Definir o diagnóstico; 
• Adotar a conduta terapêutica necessária. 
OBSERVAÇÃO: 
O hospital secundário tem a seguinte estrutura: 
• possui setor de radiologia convencional e ultrassonografia; 
• não possui tomografia computadorizada nem ressonância nuclear magnética; 
• possui laboratório de análises clínicas; 
• possui centro cirúrgico e leitos de internação (enfermaria e unidade de terapia intensiva); 
IMPRESSO 1 
RELATO DO CASO CLÍNICO 
• Paciente refere dor tipo facada, intensidade (8/10) e náuseas de início a 3h que vem piorando (sem outros sintomas). 
• Eliminações fisiológicas normais até o dia anterior (hoje paralisadas). Sem outras comorbidades. 
• Paciente casado, trabalha como pedreiro, sem dieta balanceada (consome muito café, massa e fritura). 
• Faz uso contínuo de diclofenaco comprimido devido lombalgia; 
• Não tabagista e bebe com frequência. 
 IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS 
 
• PA = 90 × 60 mmHg 
• FC = 113 bpm 
• FR = 20 irpm 
• Temperatura = 38,2 °C 
IMPRESSO 3 
EXAME FÍSICO 
• Ectoscopia: Presença de palidez cutânea com mucosas hipocoradas ++/4+, face álgica e sudoreico; 
• Aparato cardiovascular: RCR 2T BNF; 
• Aparato respiratório: Murmúrios vesiculares audíveis em ambos campos campos pulmonares , sem ruídos adventícios; 
• Abdome: Inspeção (levemente distendido), Ausculta (RHA diminuídos), Palpação (doloroso difusamente com tensão aumentada, 
palpação profunda com descompressão brusca dolorosa) e Percussão (timpanismo em hipocôndrio direito); 
• Toque retal: Tônus preservado com presença de fezes em ampola retal; 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
IMPRESSO 3 
RESULTADO DE EXAMES BIOQUÍMICOS 
• Hemograma: 
- Hb: 9 mg/dL (VR: 12-16) 
- Ht: 18% (VR: 35 – 45) 
- Leucócitos: 12.000 (VR 4.500 – 11.000) 
- Plaquetas: 151.000 (VR: 150.000 – 450.000) 
• PCR: 78,22 mg/L (VR: 5 mg/L) 
 IMPRESSO 4 
SE SOLICITAR RADIOGRAFIA DE TÓRAX E ABDOME EM POSIÇÃO ORTOSTÁTICA: ENTREGAR 
 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 7 – ABDOME AGUDO PERFURATIVO (DOENÇA 
PÉPTICA PERFURADA – PNEUMOPERITÔNEO) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Acolhe o paciente adequadamente. Cumprimenta-o, identifica-se de maneira 
cordial e trata o paciente pelo nome. 
0 0,50 
2. Colhe história de maneira objetiva e encadeada. Evita perguntas desnecessárias. 0 1,00 
Caracterização da dor 
3. Investiga a intensidade da dor (forte). 0 0,25 
4. Investiga o tipo da dor (contínua). 0 0,25 
5. Investiga a localização da dor (em todo o abdome). 0 0,25 
6. Investiga a duração da dor. 0 0,25 
7. Investiga os fatores de melhora e piora da dor. 0 0,25 
Exame físico 
8. Realiza a ausculta abdominal antes da palpação. 0 0,50 
9. Identifica a rigidez abdominal à palpação. 0 0,50 
10. Pesquisa e reconhece sinais de irritação peritoneal. (Blumberg e/ou Rovsing). 0 0,50 
Diagnóstico e Conduta 
11. Solicita radiografia de tórax e abdome em posição ortostática. 0 1,00 
12. Identifica o pneumoperitôneo na radiografia de tórax. 0 1,25 
13. Indica verbalmente analgesia endovenosa. 0 0,75 
14. Indica verbalmente soroterapia de reparação com cristaloide. 0 0,50 
15. Indica verbalmente antibioticoterapia adequada com cobertura para gram- 
negativos e anaeróbios. 
0 1,00 
16. Indica encaminhamento para cirurgia de emergência. 0 1,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma UBS e recebe paciente de 7 anos, acompanhado de sua mãe que refere achar seu filho muito baixo para idade 
comparado com os outros colegas da mesma idade. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico; 
• Plotar dados nos gráficos. 
• Orientar a mãe sobre a conduta e plano de cuidados do paciente. 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE 
• Paciente sem comorbidades; 
• Família sem histórico patológico; 
• Vacinas em dia; 
• Testes de triagem (sem alterações); 
• Pré-natal e parto sem intercorrências; 
• Dados antropométricos de nascimento dentro da normalidade.; 
• 5 refeições balanceadas por dia (consome frutas e verduras), amamentou até os 2 anos (exclusivamente até os 6 meses); 
• Dados de consulta aos 6 anos: Peso (24 kg), Estatura (113cm) IMC (18); 
• Altura da mãe 1,60m e altura do pai 1,70m (pais com estaturas adequadas). 
 IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS 
 
• Ectoscopia: sem alterações 
• BEG; 
• PA = (adequada para idade); 
• FC = 95bpm; 
• FR = 19irpm; 
• SatO2 = 98% em ar ambiente; 
• Temperatura = 36,7°C; 
• Peso= 27kg; 
• Estatura = 118cm; 
• IMC = 19. 
IMPRESSO 3 
PLOTAGEM GRÁFICA 
• IMC x Idade (Entre percentil 85 e 97) 
• Alvo genético: estatura do pai + estatura da mãe + 13 ÷ 2 = 171cm 
• Velocidade de crescimento (5cm/ano) 
• Peso x Idade (Z score entre 0 a +1) 
• Estatura x Idade (Entre percentil 3 e 15) 
 
IMPRESSO 4 
AO PEDIR EXAMES COMPLEMENTARES: ENTREGAR 
 Foi realizada a solicitação de Radiografia de mão e punho esquerdo para avaliar idade óssea, porém não está pronto o resultad o. 
 
 
 
ESTAÇÃO 8 – BAIXA ESTATURA CONSTITUCIONAL 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Habilidades de comunicação 
1. Identifica-se, acolhe e cumprimenta a mãe de maneira adequada. 0 0,50 
2. Ouve com atenção a queixa da mãe e não interrompendo a sua fala 
desnecessariamente. 
0 0,50 
3. Demonstra atitude de acolhimento através da postura corporal, contato visual e 
linguagem não-verbal. 
0 0,25 
4. Comunica-se com clareza, evitando o uso de jargões médicos e usando 
vocabulário que a mãe possa entender. 
0 0,25 
Anamnese 
5. Perguntou o motivo da consulta e como percebeu o problema. 0 0,50 
6. Investiga risco gestacional, peso e comprimento ao nascer. 0 0,50 
7. Avalia histórico alimentar no primeiro ano de vida. 0 0,50 
8. Questiona antecedentes de doenças pregressas da mãe. 0 0,50 
9. Pergunta a altura dos pais. 0 0,50 
10. Pergunta sobre o uso de medicamentos. 0 0,5011. Solicita o cartão da criança (ou as medidas de estaturas anteriores plotadas em 
um gráfico de estatura por idade). 
0 0,50 
12. Analisa a curva de crescimento. 0 1,00 
Diagnóstico e Conduta 
13. Reconhece indicadores na história clinica que corroboram o diagnóstico de baixa 
estatura constitucional (dados do crescimento e desenvolvimento em percentis 
inferiores ao escore desde o primeiro ano de vida, histórico negativo de doenças 
concorrentes, histórico alimentar adequado, baixa estatura dos pais). 
0 2,00 
14. Explica à mãe que a criança provavelmente tem baixa estatura constitucional, 
mas que para afastar outros diagnósticos é necessário realizar uma radiografia para 
avaliar a idade óssea. 
0 1,00 
15. Orienta à mãe que a criança não deverá tomar qualquer medicamento e que 
deverá retornar com o resultado do exame solicitado. 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da Emergência e recebe uma paciente do sexo feminino, de 19 anos, relatando ter sido estuprada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento o atendimento da paciente; 
• Dar orientações necessárias para o caso; 
• Indicar exames complementares se necessário. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – VIOLÊNCIA SEXUAL 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Habilidades de comunicação 
1. Apresenta-se à paciente e pergunta o nome e idade da paciente. 0 0,50 
2. Ouve com atenção a queixa da paciente e não interrompe a sua fala. 0 0,50 
3. Utiliza adequadamente a linguagem não verbal, evitando expressões faciais de 
censura e/ou impaciência durante a consulta. 
0 0,50 
4. Perguntou sobre estado civil (ou parceiro fixo) e antecedentes reprodutivos. 0 0,50 
5. Perguntou sobre início da vida sexual. 0 0,50 
6. Perguntou se o agressor era conhecido. 0 0,50 
7. Orientou sobre a opção de manter a gestação até o seu término, podendo ser 
escolhido depois sobre a inserção da criança na família ou encaminhamento para 
adoção. 
0 1,00 
8. Orientou sobre a opção de interrupção legal da gestação, confirmando que a 
paciente tem direito garantido, caso deseje (aborto nesta situação é permitido por lei). 
0 1,00 
9. Orientou que não é necessária autorização judicial ou boletim de ocorrência policial 
para a realização do aborto legal. 
0 1,00 
10. Orientou que o período ideal para interrupção é até 20 semanas de gestação. 0 1,00 
11. Orienta a paciente a tomar as providencias policiais e judiciais cabíveis, mas que 
caso ela não o faça, não lhe pode ser negado o direito de interromper a gestação. 
0 0,50 
12. Orientou que ela terá de ser encaminhada para serviço de referência, caso deseje 
realizar o aborto legal. 
0 0,50 
Indicação de exames complementares 
13. Indicou a necessidade ou solicitou anti-HIV. 0 0,50 
14. Indicou a necessidade ou solicitou VDRL ou outro exame sorológico para sífilis. 0 0,50 
15. Indicou a necessidade ou solicitou sorologia para hepatite B. 0 0,50 
16. Indicou a necessidade ou solicitou sorologia para hepatite C. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da Unidade Básica de Saúde, e chega um paciente 50 anos com queixa de tosse e deseja fazer um Checkup porque o amigo 
dele faleceu ha pouco tempo esegundo ele não tinha nada. Paciente obeso e sedentario. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do paciente; 
• Solicitar exames complementares se necessário; 
• Dar orientações ao paciente 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
IMPRESSO 1 
SE FAZER QUESTIONAMENTOS SOBRE FAGESTROM: ENTREGAR 
• Quanto tempo após acordar fuma seu primeiro cigarro? 30 minutos (2 pontos) 
• Acha difícil não fumar em locais proibidos? SIM (1 ponto) 
• Fuma quantos cigarros por dia? 20 cigarros (1 ponto) 
• Qual cigarro mais difícil de deixar e que te dá mais prazer? 1º da manhã (1 ponto) 
• Fuma mais frequentemente pela manhã? SIM (1 ponto) 
• Fuma mesmo quando está doente ou acamado? SIM (1 ponto) 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 10 – TABAGISMO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Habilidades de comunicação 
1. Cumprimenta o paciente, identifica-se de maneira cordial e faz a identificação do 
paciente. 
0 0,25 
2. Estabelece contato visual e mantém a postura de empatia ao longo da consulta. 0 0,25 
3. Pergunta e ouve com atenção o motivo da consulta. 0 0,25 
4. Não interrompe a fala do paciente desnecessariamente e usa linguagem acessível, 
evitando termos técnicos de difícil compreensão. 
0 0,25 
Anamnese 
5. Investiga adequadamente a gueixa de tosse (frequência; se produtiva ou seca; 
tempo de duração) - pelo menos 2. 
0 0,50 
6. Investiga a ocorrência de outros sintomas associados à tosse (dispneia, rouquidão, 
hemoptoicos) - pelo menos 2. 
0 0,50 
7. Investiga sintomas gerais (perda de apetite, perda de peso, ocorrência de febre 
e/ou calafrios) - pelo menos 2. 
0 0,50 
8. Investiga sobre tabagismo (número de cigarros por dia e há quanto tempo). 0 0,50 
9. Investiga atividade física e hábitos alimentares. 0 0,50 
10. Investiga uso de bebidas alcoólicas e de outras drogas. 0 0,50 
11. Pergunta sobre doenças prévias e vacinações. 0 0,50 
12. Pergunta sobre doença na família: diabetes, hipertensão arterial, câncer, 
tuberculose pulmonar - pelo menos 2. 
0 0,50 
Solicitação de exames complementares 
13. Solicita radiografia de tórax. 0 0,50 
14. Solicita dosagem de glicemia em jejum. 0 0,50 
15. Solicita perfil lipídico sérico ou colesterol total + HDL + triglicérides. 0 0,50 
16. Solicita hemograma ou hemograma completo. 0 0,50 
17. Não solicita exames necessários: qualquer outro, exceto marcadores sorológicos 
para hepatites. 
0 0,50 
Orientações ao paciente 
18. Discute indicações de rastreamento de câncer e próstata e não indica nenhum 
exame para este fim. 
0 0,50 
19. Orienta dieta saudável: no mínimo expondo o risco de dieta rica em gorduras e 
carne vermelha. 
0 0,50 
20. Orienta prática de atividade física: atividade aeróbica, inicio gradual e aumento 
progressivo. 
0 0,50 
21. Aborda o tabagismo oferecendo qualquer tipo de intervenção e pergunta se o 
paciente deseja parar de fumar. 
0 0,50 
22. Orienta marcar retorno 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você chega na Unidade Básica de Saúde e vai atender um paciente do sexo masculino, 30 anos de idade que trabalha como pedreiro na região, 
que traz como queixa principal muita dor nas costas. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do paciente em questão; 
• Fazer o exame físico do paciente; 
• Dar o diagnóstico; 
• Esclarecer as orientações sobre o caso. 
IMPRESSO 1 
SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO DIRECIONADO 
SINAIS VITAIS: 
• BEG; 
• PA = 110 x 80mmHg; 
• FC = 87bpm; 
• FR = 16irpm; 
• SatO2 = 97% em ar ambiente; 
• Temperatura = 37ºC. 
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia: observa-se fascie dolorosa; 
• Cardiovascular: RCR 2T BNF; 
• Respiratório: MVUA sem ruídosadventícios; 
• Abdome: Inspeção (flácido), Ausculta (RHA normais), Palpação (indolor a palpação), Percussão (sem alterações); 
• Musculatura paravertebral e apófises espinhosas: Inspeção (sem alterações) e Palpação (doloroso a palpação); 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – LOMBALGIA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Identifica-se e indaga o nome do paciente. 0 0,50 
2. Trata o paciente com respeito, deixando-o falar, sem interrupções, utilizando 
linguagem acessível. 
0 0,50 
3. Investiga adequadamente o tempo e modo de aparecimento da dor. 0 1,00 
4. Indaga a profissão do paciente. 0 0,25 
5. Investiga a prática de exercícios físicos. 0 0,50 
6. Investiga fatores desencadeantes da dor. 0 0,25 
7. Investiga irradiação da dor, em especial para membros inferiores. 0 0,50 
8. Investiga a ocorrência de episódios anteriores semelhantes e de outras patologias 
(doenças reumatológicas, hérnia de disco, patologias da coluna vertebral). 
0 0,50 
9. Investiga o uso de medicamentos e melhora ou não da dor. 0 0,50 
Exame físico 
10. Informa ao paciente a necessidade de realização de exame físico e solicita a ele 
que retire a camisa. 
0 0,50 
11. Realiza inspeção e palpação das apófises espinhosas e da musculatura 
paravertebral. 
0 1,00 
12. Realiza punho-percussão lombar. 0 0,50 
13. Pesquisa os movimentos da coluna, pelo menos flexão e extensão. 0 1,00 
Diagnóstico e Orientações 
14. Expressa-se com clareza e segurança, esclarecendo ao paciente que se trata de 
uma lombalgia mecânica, provavelmente desencadeada por contratura ou distensão 
da musculatura em volta da coluna. 
0 0,50 
15. Explica que não é necessária a realização de exames complementares. 0 0,25 
16. Prescreve o uso de miorelaxante associado ou não, a antiinflamatório não 
hormonal. 
0 1,00 
17. Salienta a importância da postura e recomenda a prática de atividades físicas e/ou 
fisioterápicas sob supervisão. 
0 0,25 
18. Explica ao paciente que o quadro não justifica a concessão de atestado médico 
para afastamento do trabalho e fornece declaração de comparecimento à consulta 
médica. 
0 0,25 
19. Confere o entendimento pelo paciente, perguntando se ele ainda tem alguma 
dúvida. 
0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico da Unidade de Pronto Atendimento, e chega um paciente do sexo masculino de 29 anos com queixa de tumoração e dor em 
membro inferior direito. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do paciente; 
• Realizar e descrever procedimentos se necessário; 
• Fazer prescrição e dar orientações no caso descrito. 
IMPRESSO 1 
DADOS DE EXAME LOCAL E SINAIS VITAIS 
• Pressão arterial = 120 × 80 mmHg 
• Frequência cardíaca = 91 bpm 
• Frequência respiratória = 16 irpm 
• Saturação de Oxigênio = 98% em ar ambiente 
 
 
 
 
 
 
• Na inspeção do membro podemos observar a seguinte imagem: 
• Pulsos tibiais posteriores e pediosos presentes e simétricos. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CELULITE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Exame local 
1. Identifica-se de maneira adequada e pergunta o nome do paciente. 0 0,50 
2. Comunica-se com clareza, sem interromper o paciente, evitando o uso de termos 
técnicos. 
0 0,50 
3. Colhe os dados positivos da história adequadamente. 0 0,50 
4. Realiza o exame do local e descreve o tumor como celulite com porta de entrada, 
sem sinal de flutuação. 
0 1,50 
Realização do curativo 
5. Solicita higienização de mãos e EPI adequadamente. 0 0,50 
6. Informa a realização de limpeza com soro fisiológico. 0 0,50 
7. Informa a realização de lavagem com antisséptico e sabão (clorexidina ou PVPI). 0 0,50 
8. Informa a remoção de fibrina e sujidades no momento da limpeza. 0 0,50 
9. Informa a realização da retirada do sabão com SF. 0 0,50 
10. Informa a realização de oclusão com gaze seca e esparadrapo. 0 0,50 
Prescrição e acompanhamento do caso 
11. Prescreve antibiótico adequado (cefalexina oral ou outra cefalosporina de 1ª 
geração; segunda opção - eritromicina oral). 
0 1,00 
12. Orienta a realização de curativo diário. 0 0,50 
13. Orienta a aplicação de compressas mornas. 0 0,50 
14. Prescreve vacina antitetânica. 0 1,00 
15. Informa sobre a evolução do quadro: flutuação, drenagem purulenta, piora do 
quadro febril, linfadenite (pelo menos dois dos citados). 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
SSO 4 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de plantão no Pronto Socorro e atende a uma mãe referindo que seu filho de 6 anos, está apresentando um quadr o de febre, 
manchas pelo corpo e dor de garganta e que ela está preocupada pois ele não se alimenta direito. 
 
• Criança com febre a 3 dias, a 2 dias evoluindo com manchas que iniciaram no tronco e agora estão por todo corpo; 
• Está se alimentando com dificuldade, referindo garganta bem inflamada (fez uso de ibuprofeno sem melhora). 
• Teve 2 episódios de vômitos. Situação vacinal em dia. Nega alergias. Mora com os pais que estão assintomáticos. 
• Paciente sem outras comorbidades; 
• Sem intercorrências no pré-natal e parto. 
• Dados antropométricos ao nascer: Peso (3.Kg); Comprimento (54cm); PC (34cm). 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• Interpretar e verbalizar para o(a) chefe de estação os resultados de achados no exame físico; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados. 
IMPRESSO 1 
 
 
 
 
 
A criança apresenta gânglios cervicais: 
IMPRESSO 2 
A criança apresenta eritema micropapular: 
IMPRESSO 3 
 
 
 
 
 
 
 
 
A criança apresenta esse sinal: 
IMPRE 
 
 
 
 
A criança apresenta esse sinal: 
IMPRESSO 5 
 
 
 
 
 
 
A criança apresenta hipertrofia e hiperemia de papilas linguais: 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – ESCARLATINA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades em comunicação 
1. Cumprimenta a mãe, identifica-se de maneira adequada, convida-a a sentar-se e 
ouve com atenção as suas queixas. 
0 0,25 
2. Investiga de modo adequado o inicio do quadro, a cronologia de sintomas e sinais. 0 1,00 
3. Investiga a ocorrência de febre, sua intensidade e características. 0 0,75 
4. Investiga o uso de alguma medicação, em especial o uso de antitérmico. 0 0,75 
5. Investiga o tempo de aparecimento das lesões exantemáticas, sua evolução e se o 
aspecto das lesões se modifica. 
0 0,50 
6. Investiga a ocorrência de cefaléia e vômitos. 0 0,50 
7. Investiga a ocorrência de casos semelhantes na família ou na escola. 0 0,50 
Exame físico 
8. Salienta a presença de gânglios cervicais descritos no Impresso 1. 0 0,25 
9. Descreve o eritema micropapular presente no tórax e membros superiores, como 
visto no Impresso 2. 
0 0,25 
10. Descreve o eritema presente na dobra do cotovelo (sinal de Pastia), mostrado no 
Impresso 3. 
0 0,25 
11. Assinala o eritema de bochechas e a palidez da região perioralmostrados no 
Impresso 4. 
0 0,25 
12. Assinala o hipertrofia e hiperemia de papilas linguais, mostrados no Impresso 5. 0 0,25 
Hipótese diagnóstica e Orientações 
13. Expressa-se com clareza e segurança esclarecendo à mãe que a criança tem 
escarlatina ou uma infecção estreptocócica. 
0 1,00 
14. Prescreve uso de antibiótico (amoxicilina - 40 mg/kg VO de 8/8 horas durante 10 
dias). 
0 1,00 
15. Prescreve antitérmicos em caso de ocorrência de febre - temperatura igual ou 
superior a 37,8°C. 
0 0,50 
16. Explica a evolução esperada das lesões cutâneas, com regressão e descamação 
da pele e a melhora progressiva das alterações da língua. 
0 0,50 
17. Programa nova consulta da criança após 48 horas. 0 0,25 
18. Explica que não há risco de contágio. 0 0,50 
19. Orienta para observar ocorrência de sinais de alerta - artralgia ou sinais 
inflamatórios de articulações, dispneia, taquicardia. 
0 0,50 
20. Confere o entendimento pela mãe, perguntando se ela ainda tem alguma dúvida. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é médico de uma Unidade Básica de Saúde e deverá conduzir o atendimento de paciente que veio para sua consulta com um resultado de 
gravidez positivo. A paciente em questão refere que fez outro teste e trouxe o resultado para você dar uma olhada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente; 
• Calcular a idade gestacional e data provável do parto; 
• Realizar exame físico se necessário e verbalizar achados; 
• Solicitar, se necessário, exames complementares, e verbalizar achados; 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DA PACIENTE 
• Exame B-HCG confirmado como sendo da paciente; 
• Paciente sem queixas (nega sangramento ou perda de liquido); 
• Solteira (gestação não planejada); 
• Fazia uso de ACO de maneira irregular a 6 meses; 
• Nega histórico patológico pessoal e familiar; 
• Cartão vacinal: Não tem; 
• G02P01A00. 
• HOJE É DIA: 10/10/2021 DUM: 14/05/2021; IG (149 dias ÷ 7) = 21 semanas e 3 dias; 
• DPP (Regra de Naegele) = 21/02/2022; 
• Nega tabagismo, etilismo e sedentarismo (faz caminhadas); 
• Não faz uso de nenhuma medicação ao momento; 
• Nega alergias; 
• Tipagem sanguínea: O (-) negativo. 
 IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
 
• PA = 110 × 70 mmHg; 
• FC = 98 bpm; 
• FR = 15 irpm; 
• Temperatura axilar = 36,5ºC; 
 IMPRESSO 3 
SE PERGUNTAR SOBRE O RESULTADO DO TESTE QUE A PACIENTE TROUXE: ENTREGAR 
 
• VDRL: REAGENTE → TITULAÇÃO: 1:32 
• FTA-abs: REAGENTE 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 4 – PRÉ-NATAL + SÍFILIS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese 
1. Identifica-se e pergunta o nome da paciente. 0 0,25 
2. Trata a paciente com respeito, deixando-a falar, sem interrupções, utilizando 
linguagem acessível (evita jargões, abreviaturas ou termos técnicos). 
0 0,25 
3. Calcula corretamente a idade gestacional e registra no cartão de gestante 
(considerar correto: 21 semanas e 3 dias) 
0 0,75 
4. Calcula a data provável do parto, informa corretamente a gestante e registra no 
cartão (considerar correto: 21/02/ 2022 – data fantasia do caso). 
0 0,50 
5. Pergunta sobre ocorrência de pelo menos, DOIS dos seguintes sintomas ou 
intercorrências na gestação atual queixas urinárias, náuseas, vómitos, sangramento, 
cólicas. cefaleia e corrimento vaginal. 
0 0,50 
6. Pergunta, pelo menos, sobre DOIS hábitos de vida: tabagismo, etilismo e drogas. 0 0,50 
Exame físico 
 
7. Solicita o peso atual e anota no cartão da gestante. 0 0,50 
8. Solicita a pressão arterial e.anota no cartão da gestante. 0 0,50 
9. Solicita a pesquisa de edema de membros inferiores e anota no cartão da gestante. 0 0,50 
10. Solicita a ausculta dos batimentos cardiofetais e anota no cartão da gestante. 0 0,50 
11. Solicita a medida da altura uterina e anota no cartão da gestante. 0 0,50 
Interpretação de exames complementares e Condutas 
12. Informa adequadamente que a paciente tem sífilis. 0 0,25 
13. Explica que a transmissão da sífilis é sexual e interroga sobre múltiplos parceiros 
sexuais. 
0 0,25 
14. Solicita VDRL do parceiro da paciente ou indica tratamento do parceiro com 3 
doses de Penicilina Benzatina. 
0 0,75 
15. Prescreve adequadamente o tratamento com Penicilina Benzatina: 2.400.000 Ul 
em dose única. 
0 0,75 
16. Solicita Coombs Indireto e explica a indicação (paciente è Rh negativo e tem parto 
anterior). 
0 0,75 
17. Prescreve esquema completo de vacina antitetânica (3 doses): 1ª dose imediata e 
demais doses com intervalo de 30 a 60 dias. 
0 0,75 
18. Prescreve suplementação de ferro com sulfato ferroso (1 drágea de 200mg/dia). 0 0,75 
19. Agenda o retorno para 30 dias. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
A Equipe de Saúde da Família (ESF) da Unidade Básica de Saúde (UBS) em que você trabalha recebeu paciente masculino de 35 anos de 
idade, limpador de fossa, que chegou com um resultado de um exame de baciloscopia positivo e um Raio X de Tórax com presença de 
cavitação. 
 
O paciente é um homem de 53 anos, pesando 63 kg, em bom estado geral, reside com sua esposa no bairro e tem contato direto com os colegas 
de trabalho. Paciente relata ausência de comorbidades, consumo leve de álcool, e não faz uso de tabaco. A consulta de hoje foi agendada pela 
agente comunitária de saúde, com os objetivos de programar o tratamento e orientar o paciente. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Acolher o paciente; 
• Citar as medicações e explicar o tratamento completo da tuberculose; 
• Orientar como será feito o tratamento na UBS; e 
• Orientar sobre investigação de contactantes e afastamento do trabalho. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico.. 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DOS EXAMES QUE O PACIENTE TROUXE 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – TUBERCULOSE PULMONAR 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Comunicação 
1. Apresenta-se adequadamente à paciente. 0 0,25 
2. Interage adequadamente com a paciente, respondendo com linguagem simples e 
clara as suas perguntas. 
0 0,25 
Diagnóstico e Tratamento da doença 
3. Explica o significado do resultado positivo na pesquisa de BK. 0 0,25 
4. Esclarece que a imagem presente no RX da paciente é típica de tuberculose. 0 0,50 
5. Explica a natureza infecciosa da tuberculose pulmonar, vias de transmissão e de 
disseminação da doença. 
0 1,00 
6. Prescreve corretamente o tratamento inicial: esquema terapêutico: RHZE 
(Rifampicina 600 mg/dia 4 comprimidos de 150mg + lsoniazida 300mg/dia 4 
comprimidos de 75mg + Pirazinamida 1600mg/dia 4 comprimidos de 400mg + 
Etambutol 1100mg/dia 4 comprimidos de 275mg. 
0 2,00 
7. Explica a duração do tratamento: esquema completo por 2 meses e Rifampicina e 
isoniazida (RH) por 4 meses. 
0 1,00 
8. Reforça a necessidade de perseverar e não abandonar o tratamento. 0 0,50 
9. Explica que os remédios serão dispensados na UBS/SUS. 0 0,25 
10. Solicita sorologia para H IV e explica ao paciente que é a associação mais 
frequente. 
0 1,00 
Cuidados com contactantes e Acompanhamento 
11. Investiga comunicantes: pelo menos moradores do mesmo domicílio e colegas de 
trabalho. 
0 1,0012. Solicita que os contactantes compareçam à UBS para avaliação. 0 0,50 
13. Solicita retorno ou explica que a paciente terá acompanhamento regular. 0 0,50 
14. Indica a necessidade de fazer a notificação compulsória. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente mulher de 45 anos de idade vem ao ambulatório de clínica médica com queixa de falta de ânimo, ganho de peso, frio excessivo. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese; 
• Estabelecer o diagnóstico; 
• Explicar a natureza dos sintomas para a paciente. 
IMPRESSO 1 
IMAGEM DA PACIENTE 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – HIPOTIREOIDISMO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese e Habilidades de comunicação 
1. Acolhe o paciente adequadamente, cumprimenta o outro e se identifica de maneira 
cordial. 
0 1,00 
2. Ouve com atenção a queixa do paciente. 0 1,00 
3. Não interrompe a fala do outro desnecessariamente. 0 1,00 
4. Estabelece clima harmônico na consulta. 0 1,00 
5. Reconhece na história queixas relacionadas com hipotireoidismo. 0 2,00 
6. Reconhece nos achados físicos sinais de hipotireoidismo. 0 1,00 
7. Solicita exames (T4 e TSH). 0 2,00 
8. Explica para a paciente a natureza de seus sintomas. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) que está de plantão em um pronto-socorro hospitalar e vai atender um paciente, do sexo masculino, vítima de colisão entre 
a moto que ele conduzia e um poste, ocorrida há 40 minutos. O paciente foi socorrido pela equipe de suporte básico do SAMU. Os sinais vitais 
estão normais e estáveis. O paciente queixa-se de dor em perna direita e está muito preocupado com sua situação. O diagnóstico presuntivo é de 
fratura da tíbia direita. Foram dados os primeiros cuidados, com imobilização do membro, punção venosa periférica calibrosa e instalação de 
500mL de soro fisiológico. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar avaliação primária (ABCDE) do paciente traumatizado e verbalizar os achados e as necessidades em cada etapa do 
atendimento; 
• Realizar o exame físico dos membros inferiores, com atenção especial ao membro acometido; 
• Definir a conduta diagnóstica; 
• Adotar a conduta terapêutica necessária; 
• Demonstrar a realização de procedimentos médicos, se indicado. 
• Realizar encaminhamentos, se necessário. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DADOS DE SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO GERAL 
• Pressão arterial = 110 × 70 mmHg; 
• Frequência cardíaca = 112 bpm; 
• Frequência respiratória = 17 irpm; 
• Saturação de Oxigênio = 97% com uso de máscara de oxigênio; 
• Escore da escala de coma de Glasgow: 14 pontos (ocular – 4; verbal – 4; motor – 6); 
• Inspeção, palpação e percussão torácica sem alterações; 
• Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO DIRECIONADO 
• Pulsos tibiais posteriores e pediosos presentes e simétricos. 
• Exame neurológico normal nos membros inferiores 
IMPRESSO 3 
R ADIOGRAFIA DO MEMBRO ACOMETIDO EM 2 INCIDÊNCIAS 
 
 
IMPRESSO 4 
PERGUNTA DO CHEFE DE PLANTÃO 
• O médico chefe do plantão pergunta qual a conduta e se há necessidade de internação do paciente. 
• Verbalize as respostas ao chefe de estação. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 7 – TRAUMA (FRATURA DE TÍBIA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Identifica-se de maneira adequada ao paciente. 0 0,50 
2. Segue a sequência abaixo, de atendimento de maneira organizada ABCDE), 
segundo ATLS. 
0 1,00 
3. Verifica permeabilidade de vias aéreas e estabilidade da coluna cervical 
adequadamente (A). 
0 1,00 
4. Verifica padrão respiratório adequadamente (B). 0,50 
5. Verifica sinais de choque (pulso, FC, coloração da pele, enchimento capilar) 
adequadamente e solicita dois acessos venosos calibrosos e infusão de cristaloide 
(C). 
0 1,00 
6. Verifica adequadamente o estado neurológico. 0 0,50 
7. Examina adequadamente o paciente, identifica crepitação e suspeita de fratura 
simples na tíbia (E). 
0 1,00 
8. Solicita radiografia de perna em duas incidências. 0 1,00 
9. Interpreta a radiografia e reconhece a fratura não complicada da tíbia. 0 1,00 
10. Imobiliza a fratura de maneira correta, com colocação da tala sem compressão 
excessiva. 
0 1,00 
11. Prescreve analgesia (padrão mínimo, inibidores de prostaglandina, tipo dipirona: 
ideal, mas potente (tramadol ou nubain)). 
0 0,50 
12. Redige encaminhamento a serviço de refeência de ortopedia 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em uma sala de parto para fazer a recepção de um rescém nascido. Avalie e trace a conduta adequada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do recém-nascido; 
• Avaliar parâmetro de vitalidade; 
• Informar a mãe; 
IMPRESSO 1 
SE PERGUNTAR: ENTREGAR 
• A termo; 
• Chorando; 
• Reativo (com tonus) 
• Saturando = 95% em ar ambiente; 
• FC = 120bpm; 
• Cianótico em extremidades (cianose periférica); 
• Avaliar apgar 1 minuto = 9; 
• Avaliar apgar em 5 minutos = 10. 
 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Atendimento ao recém-nascido 
1. Cumprimenta a mãe, identifica-se de maneira adequada. 0 0,50 
2. Informa ao examinador que o RN não necessita de reanimação e justifica, 
mencionando o padrão respiratório, a saturação de O2 e a frequência cardíaca (pelo 
menos dois destes). 
0 1,50 
3. Leva o RN à mesa de reanimação, explicando esse procedimento à mãe. 0 0,50 
4. Coloca o RN sob fonte de calor radiante (foco de luz). 0 0,50 
5. Posiciona a cabeça do RN com uma leve extensão do pescoço. 0 0,50 
6. Aspira ao excesso de secreção da boca e do nariz com a sonda traqueal. 0 0,50 
7. Secar o RN e verifica novamente a posição da cabeça. 0 0,50 
8. Avalia a frequência cardíaca e a respiração. 0 0,50 
9. Realiza as manobras na sequência correta (acima descrita) e descreve cada uma 
delas ao examinador. 
0 1,00 
Avaliação de parâmetro de vitalidade 
10. Avalia corretamente o Apgar de 1 minuto. 0 0,50 
11. Avalia corretamente o Apgar de 5 minutos. 0 0,50 
Informa à mãe 
12. Èxpressa-se com clareza e segurança, esclarecendo à mãe a presença de 
mecônio no líquido amniótico. 
0 1,00 
13. Expressa-se com clareza e segurança, esclarecendo à mãe que seu filho nasceu 
com boa vitalidade. 
0 0,50 
14. Expressa-se com clareza e segurança, esclarecendo à mãe que seu filho não 
necessitará de internação ou cuidados especiais. 
0 0,50 
15. Expressa-se com clareza e segurança, esclarecendo à mãe que as condições de 
nascimento do seu filho não trazem prejuízo ao seu desenvolvimento. 
0 0,50 
16. Confere o entendimento pela mãe, perguntando se ela ainda tem alguma dúvida. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ __ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico(a) de uma Unidade Básica de Saúde, e realizará o atendimento de uma paciente do sexo feminino, jovem de 27 anos de idade, 
que está buscando um método contraceptivo eficaz. Nega uso de álcool, drogas e tabaco e nega também antecedentes pessoais e familiares de 
doenças de base. A paciente traz o resultado de um exame citopatológico que está normal. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente do caso em questão; 
• Dar as orientações necessárias quanto ao uso adequado do contraceptivo oral; 
• Tirar as dúvidas da paciente. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – MÉTODOS CONTRACEPTIVOS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Anamnese inicial 
1. Identifica-se perguntando o nome da paciente. 0 0,50 
2. Trata a paciente com respeito, deixando-a falar, sem interrupções, utilizando 
linguagem acessível. 
0 0,50 
3. Explica o resultado do exame citopatológico corretamente e o exame deverá ser 
repetido anualmente. 
0 0,50 
4. Pergunta se tem hipertensão arterial ou outra doença crônica. 0 0,50 
5. Pergunta sobre ciclos menstruais (regularidade/frequência/intensidade), incluindo a 
data da última. 
0 0,50 
6. Pergunta sobre antecedentes pessoais ou familiares de tromboembolismo 
venoso/embolia pulmonar. 
0 0,50 
7. Pergunta sobre tabagismo e uso de medicamentos. 0 0,50 
Orientações quanto ao uso adequado de contraceptivo oral 
9. Responde que a paciente pode utilizar pílula hormonal combinada. 0 0,50 
10. Orienta que no 1 mês de uso, a paciente deve ingerir o 1 comprimido no 1 dia do 
ciclo menstrual, no máximo, até o 5º dia. 
0 1,00 
11. Orienta que a paciente deve ingerir um comprimido por dia até o termino da 
cartela, preferencialmente no mesmo horário. 
0 0,50 
12. Órienta que mesmo não ocorrendo a menstruação no intervalo entre as carteias, a 
usuária deve iniciar nova cartela a procurar o serviço de saúde para descartar 
gravidez. 
0 1,00 
13. Orienta que se esquecer de tomar uma pílula, deve tomar imediatamente a pílula 
esquecida e, a pílula regular, no horário habitual. Continuar o restante da cartela 
regularmente, uma a cada dia 
0 0,50 
14. Orienta que se esquecer de tomar a pílula, deve tomar imediatamente uma pílula, 
continuar a cartela e usar método de barreira ou evitar relações sexuais durante 7 
dias. 
0 0,50 
15. Orienta que podem ocorrer náuseas e vômitos, especialmente durante os 
primeiros meses de uso. 
0 0,50 
16. Orienta que pode ocorrer sangramento leve entre as menstruações (spotting). 0 0,50 
17. Orienta que não deve suspender o uso da pílula, mesmo que aconteçam efeitos 
indesejados. 
0 0,50 
18. Pergunta se a paciente tinha mais alguma dúvida e oriente retorno com 30 dias. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico (a) da Unidade Básica de Saúde e atende um paciente do sexo masculino, de 73 anos que refere falta de ar, rouquidão e 
insônia. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento desse paciente; 
• Realize o exame físico, se necessário; 
• Solicite e verbalize os achados de exames complementares; 
• Estabelecer um diagnóstico; 
• Realize uma conduta adequada para o caso. 
OBSERVAÇÕES: 
• Não será necessária a realização de exame físico. 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES SOBRE O PACIENTE, SE O CANDIDATO PERGUNTAR SE O PACIENTE FUMA: ENTREGAR 
• Paciente hipertenso controlado em uso de losartana; 
• Não etilista; 
• Relata que deseja parar de fumar pois tem um pigarro que o incomoda e não come, nem dorme bem a algum tempo, mas que acha 
muito difícil porque é muito dependente da nicotina e não iniciou nenhum plano até o momento. Vem de família de fumantes (pai e mãe 
fumavam), fuma desde os 24 anos quando começou a trabalhar como guarda noturno (Carga tabágica = 25 maços ano). 
• Paciente refere um desejo incontrolável de ascender um cigarro na consulta. 
IMPRESSO 2 
AO PEDIR SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO: ENTREGAR 
SINAIS VITAIS: 
• PA 120 x 80mmHg; 
• FC 85bpm; 
• FR 19irpm; 
• SPO2 = 92% em ar ambiente; 
• Temperatura = 37,4ºC. 
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia geral: paciente um emagrecido; 
• ACV: RCR 2T BNF; 
• AR: Inspeção (Tórax em tonel,); Palpação (Movimentos expansivos diminuídos, uso de musculatura acessória, e os espaços 
intercostais inferiores se retraem a cada inspiração e vibrações vocais diminuídas); Percussão (Hipertimpanismo pulmonar) e A usculta 
Murmúrios vesiculares audíveis em ambos campos pulmonares; 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
IMP RESSO 3 
 RADIOGRAFIA DE TÓRAX 
 
IMPRESSO 4 
GASOMETRIA ARTERIAL 
IMPRESSO 5 
TESTE DE FAGESTROM DO PACIENTE 
• Quanto tempo após acordar fuma seu primeiro cigarro? 5 minutos (3 pontos) 
• Acha difícil não fumar em locais proibidos? SIM (1 ponto) 
• Fuma quantos cigarros por dia? 25 cigarros (2 ponto) 
• Qual cigarro mais difícil de deixar e que te dá mais prazer? 1º da manhã (1 ponto) 
• Fuma mais frequentemente pela manhã? SIM (1 ponto) 
• Fuma mesmo quando está doente ou acamado? SIM (1 ponto) 
 
 
 
ESTAÇÃO 10 – TABAGISMO + SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA + 
DPOC 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Apresentação e Anamnese 
1. Apresenta-se adequadamente ao paciente. 0 0,50 
2. Realiza a anamnese dirigida: o que aconteceu na véspera, se isso aconteceu 
anteriormente, ouvindo atentamente o paciente. 
0 0,50 
3. Investiga queixas pulmonares: intensidade e duração dos sintomas. 0 0,50 
4. Interroga queixas gerais: se tem febre, se perdeu peso. 0 0,50 
5. Pergunta se é fumante. 0 0,50 
6. Pergunta há quanto tempo o paciente fuma 0 0,25 
7. Pergunta quantos cigarros fuma por dia. 0 0,25 
8. Pergunta quanto tempo, após acordar, o paciente fuma o primeiro cigarro. 0 0,25 
9. Pergunta se já tentou parar de fumar. 0 0,25 
Exame físico, Interpretação de exames e Hipótese diagnóstica 
10. Solicita os dados gerais do exame físico: estado geral, peso, altura, sinais vitais 
(pelo menos três). 
0 0,50 
11. Solicita os dados do exame físico do aparelho respiratório (inspeção, palpação, 
percussão e ausculta). 
0 1,00 
12. Analisa o RX de tórax e gasometria e descreve os achados para examinador. 0 0,50 
13. Explica ao paciente os resultados dos exames e o provável diagnóstico de 
enfisema, comunicando adequadamente o paciente. 
0 0,75 
14. Esclarece as dúvidas do paciente. 0 0,50 
Conduta 
15. Avalia o grau de dependência à nicotina e explica ao paciente. 0 0,50 
16. Aconselha-o a deixar defumar o mais rápido possível, de maneira convincente, 
porém sem agressividade. 
0 0,50 
17. Informa ao paciente sobre a provável síndrome de abstinência. 0 0,50 
18. Cria uma atmosfera de respeito e confiança. 0 0,25 
19. Consegue negociar interrupção do hábito de fumar. 0 1,00 
20. Confirma que o paciente vai pensar sobre o assunto, encaminha-o para o 
especialista. 
0 0,25 
21. Coloca-se à disposição do paciente e pede que retorne. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTECENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente mulher de 30 anos, tabagista, em uso de ACO de longa data, chega no pronto socorro apresentando dispnéia e dor torácica de forte 
intensidade que iniciou há 2 horas. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• ler o impresso 1 (relato do caso clínico presente sobre a mesa do consultório); 
• Realizar o atendimento da paciente; 
• Realizar exames complementares se houver necessidade e verbalizar os achados encontrados; 
• Realizar tratamento adequado para o caso. 
IMPRESSO 1 
RELATO DO CASO CLÍNICO 
• Mulher, 30 anos, tabagista, procura atendimento hospitalar por falta de ar 1 hora associada a dor torácica (tipo pleurítica) que iniciou há 
2 horas e relata também apresentar rajas de sangue (hemoptise); 
• No momento, apresenta-se desconfortável, descorada, com sudorese e taquidispneica; 
• Paciente relata ter antecedente cirúrgico de lipoaspiração há 3 dias e mamoplastia há 10 meses. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 2 
AO SOLICITAR EXAME FÍSICO: ENTREGAR 
• Ectoscopia geral: paciente agitada, dispneica e sudoreica; 
• Região cervical: ausência de turgência jugular ou outras alterações; 
• Cardiovascular: RCR 2T BNF; 
• Respiratório: MVUA com sibilancia discreta em campo pulmonar direito; 
• Abdome: Inspeção (imobilizado com faixas), Ausculta (comprometida pela imobilização), Palpação (levemente doloroso difusamente), 
Percussão (comprometida pela imobilização). 
• MMII: MID com edema +++/4+, com dorsiflexão passiva do pé dolorosa (sinal de Homans positivo) 
IMPRESSO 3 
RADIOGRAFIA DE TÓRAX 
 
 
 
IMPRESSO 4 
GASOMETRIA ARTERIAL 
PH: 7.25 (Ref. 7.35-7.45) 
PCO2: 55 (Ref. 35-45) 
HCO3: 23 (Ref. 22-26) 
Acidose respiratória 
IMPRESSO 4 
ELETROCARDIOGRAMA 
ECG com padrão S1Q3T3 
 
 
ESTAÇÃO 1 – EMBOLIA PULMONAR 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Avaliação diagnóstica 
1.1. O(a) candidato(a) cumprimentou o paciente e apresentou-se como médico. 0 0,25 
1.2. O(a) candidato(a) investigou o tempo e o modo de início do quadro clinico (há 
três horas, desconforto no peito). 
0 0,50 
1.3. O(a) candidato(a) investigou a ocorrência de sincope, sudorese e náuseas (pelo 
menos dois). 
0 0,50 
1.4. O(a) candidato(a) identificou os fatores predisponentes (pelo menos três dos 
seguintes: IMC > 35, cirurgias plásticas múltiplas, anestesia geral, tempo cirúrgico 
prolongado, tabagismo, uso de estrogênios). 
0 1,00 
1.5. O(a) candidato(a) investigou a ocorrência de dor do tipo pleurítica e escarros 
hemoptoicos? 
0 0,50 
1.6. O(a) candidato(a) formulou o diagnostico adequado de embolia pulmonar. 0 2,50 
1.7. O(a) candidato(a) interpretou corretamente a sobrecarga ventricular direita 
presente no ECG. 
0 0,75 
1.8. O(a) candidato(a) identificou a hipovascularização presente no RX de tórax. 0 0,75 
1.9. O(a) candidato(a) identificou acidose respiratória evidenciada através da 
gasometria. 
0 0,75 
2. Solicitação dos exames complementares para confirmação diagnóstica 
2.1. O(a) candidato(a) solicitou pelo menos dois dos seguintes: angiotomografia, 
tomografia helicoidal, ressonância magnética, arteriografia pulmonar. 
0 0,25 
3. Indicação do tratamento (específico) imediato 
3.1. O(a) candidato(a) indicou o emprego de heparina não fracionada 24 a 30.000 
U/dia. 
0 1,50 
3.2. O(a) candidato(a) indicou o emprego de estreptoquinase ou do fator ativador do 
plasminogȇnio tecidual. 
0 0,75 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) que está de plantão em um pronto-socorro hospitalar e vai atender um paciente do sexo feminino, 26 anos, 70kg, trazida 
pelo namorado com queimaduras pelo corpo após acidente em churrasqueira a 20 minutos. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar avaliação primária (ABCDE) do paciente e verbalizar os achados e as necessidades em cada etapa do atendimento; 
• Realizar avaliação secundária; 
• Definir a conduta diagnóstica; 
• Adotar a conduta terapêutica necessária; 
• Encaminhar a paciente se houver a necessidade. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
DADOS DE EXAME FÍSICO E SINAIS VITAIS 
• A: Paciente falando, com vias aéreas pérvias (e não apresenta rouquidão, estridor, queimaduras faciais, chamuscamento de vibriss as 
ou cílios e escarro carbonáceo, ou seja, não indica IOT precoce), com colar cervical e em prancha rígida e região cervical sem 
alterações. 
• B: Inspeção torácica (queimadura de 2° grau em tórax anterior = 9%), Ausculta Torácica (sem alterações), Palpação Torácica (sem 
alterações) Percussão Torácica (sem alterações) Saturação→ 96% (entrada), 99% (após O2 com máscara). FR: 19irpm. Ausculta 
cardíaca (sem alterações) e FC: 91bpm 
• C: Inspeção abdominal (queimadura de 2° grau em abdome anterior = 9%), Ausculta abdominal (RHA normais), Palpação 
abdominal (sem alterações), Percussão abdominal (sem alterações). Pelve (estável). PA: 110 x 70mmHg (solicitar 2 acessos 
venosos calibrosos periféricos em área não queimada). Colher HC, tipagem sanguínea. Tax: 36.2° 
• D: Abertura ocular (espontânea = 4), Resposta verbal (orientada = 5), Resposta motora (obedece a comandos = 6) com Pupilas 
isocóricas e fotorreagentes. Glasgow = 15 
• E: Paciente com (queimadura de 2° grau em face anterior dos MMSS→ 4,5 + 4,5 = 9%), e (queimadura de 3° grau em coxas = 18%), 
realizar controle da hipotermia. 
Total de área queimada: 18% em tronco anterior, 18% em coxas e 9% em antebraços = 45% de superfície corporal queimada. 
IMPRESSO 3 
SE O CANDIDATO INDICAR INTERNAÇÃO OU REMOÇÃO PARA UM CENTRO DE QUEIMADOS APÓS ESTABILIZAÇÃO: ENTREGAR 
Considere feito. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
 
 
ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (QUEIMADURA) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Avaliação diagnóstica 
1.1. O(a) candidato(a) verificou a permeabilidade das VVAA. 0 0,50 
1.2. O(a) candidato(a) verificou o padrão respiratório e indicou O2 sob cateter nasal 
ou máscara a 2 a 3L/min. 
0 0,50 
1.3. O(a) candidato(a) indicou a punção de duas veias calibrosas e iniciou 
ressuscitação volêmica com Ringer ou SF (2000 ml). 
0 1,00 
1.4. O(a) candidato(a) colheu informações referentes a antecedentes relevantes para 
o tratamento (ARDEU = A-alergias; R-remédios; D-doenças prévias; E-eventos 
relacionados; U-última refeição). 
0 1,00 
1.5. O(a) candidato(a) avaliou corretamente o grau das lesões, identificando como 2º 
e 3º graus. 
0 1,00 
1.6. O(a) candidato(a) calculou corretamente a área queimada (18% tronco anterior, 
18% coxas e 9% antebraços = 45%) 
0 1,00 
1.7. O(a) candidato(a) realizou o tratamento inicial da dor indicando soro ou 
compressas frias sobre as lesões e analgésicos. 
0 1,00 
1.8. O(a) candidato(a) orientou a cobertura das lesões com compressas estéreis. 0 0,50 
1.9. O(a) candidato(a) indicou a passagem de sondas vesical e nasogástrica. 0 1,00 
1.10. O(a) candidato(a) calculou volume de reposição volêmica pela formula de 
Parkland (2 a 4 ml x % SCQ x peso (kg): infundir 50% do volume calculando nas 
primeiras 8 horas e 50% nas 16 horas seguintes). 
0 1,50 
1.11. O(a) candidato(a) indicou internação ou remoção para um centro de queimados 
após estabilização. 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um pronto-socorro e realiza o atendimento de uma criança com 11 meses de idade. A mãe refere que seu filhoestá resfriado há 
alguns dias, contando com a presença de febre intensa e aparecimento de manchas no corpo. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Realizar o atendimento o paciente em base na queixa relatada pela mãe; 
• Estabelecer o diagnóstico do paciente; 
• Realizar o tratamento adequado; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico e esclarecer eventuais dúvidas; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE: 
• Lactente com febre a 3 dias e surgimento de manchas (púrpuras) pelo corpo a 1 dia; 
• Dificuldade de movimentar a cabeça, não está se alimentando; 
• A criança apresenta-se com choro inconsolável; 
• A criança não frequenta creches e mora com a mãe e os irmãos; 
• Sem intercorrências no pré-natal ou parto; 
• Cartão vacinal: não tomou a vacina de Meningo C aos 5 meses (por falta da vacina na unidade de saúde); 
• Estava com um quadro de sinusite bacteriana aguda a 20 dias e tratou com amoxicilina por 3 dias (inadequado). 
IMPRESSO 2 
AO SOLICITAR EXAMES COMPLEMENTARES: ENTREGAR 
GRAM: Coco, GRAM Negativo 
LCR: Leucócitos Polimorfonucleares, Hipoglicorraquia, Hiperproteinorraquia. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – MENINGITE MENINGOCÓCCICA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. O(a) candidato(a) cumprimentou a mãe e identificou-se de maneira adequada. 0 0,25 
2. O(a) candidato(a) estabeleceu clima harmônico na consulta, interagindo 
efetivamente com a mãe do paciente. 
0 0,50 
3. O(a) candidato(a) ouviu com atenção as queixas da mãe do paciente, sem 
interrupção desnecessária 
0 1,00 
4. O(a) candidato(a) usou efetivamente linguagem não verbal (postura, gestual, 
atitude). 
0 0,25 
5. O(a) candidato(a) identificou nos dados apresentados o quadro de meningite 
meningocócica. 
0 1,00 
6. O(a) candidato(a) indicou tratamento com esquema antibiótico com ampicilina + 
clorafenicol ou ceftriaxona (considerar ambos como certo). 
0 1,50 
7. O(a) candidato(a) manteve o isolamento da criança até 24 horas de 
antibioticoterapia efetiva. 
0 1,50 
8. O(a) candidato(a) indicou quimioprofilaxia para a mãe e os irmãos com Rifampicina 
por 48 horas. 
0 1,50 
9. O(a) candidato(a) prestou atenção às inquietações da mãe, demostrando empatia. 0 1,00 
10. O(a) candidato(a) expressou-se com clareza e segurança ao orientar a mãe. 0 0,50 
11. O(a) candidato(a) conferiu o entendimento, perguntando se há ainda dúvidas. 0 0,50 
12. O(a) candidato(a) demonstrou interesse em auxiliar a mãe do paciente em sua 
situação de saúde. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão na maternidade e a enfermeira informa que acaba de chegar em uma sala de parto uma paciente em período expulsivo. 
Realize o parto. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o parto e verbalizar os passos; 
• Esclarecer a conduta adequada para o caso; 
• Solicitar exames complementares, se houver necessidade. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
ENTREGAR CARTÃO QUANDO O CANDIDATO REALIZAR ADEQUADAMENTE A TRAÇÃO DO POLO CEFÁLICO PARA TENTAR O 
DESPRENDIMENTO DO OMBRO ANTERIOR 
Impactação do ombro 
IMPRESSO 2 
ENTREGAR CARTÃO SE O CANDIDATO VERBALIZAR A NECESSIDADE DE REALIZAR EPISIOTOMIA 
Considere realizado. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 4 – PARTO + DISTÓCIA DE OMBRO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGÍA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. O(a) candidato(a) comunicou-se adequadamente com a enfermeira, demonstrando 
atenção e respeito, dando orientações claras e objetivas 
0 0,50 
2. O(a) candidato(a) utilizou adequadamente os equipamentos de proteção individual 
(máscara e gorro). 
0 0,50 
3. O(a) candidato(a) realizou corretamente a colocação da roupa cirúrgica estéril e 
calçou corretamente as luvas. 
0 0,50 
4. O(a) candidato(a) realizou adequadamente as manobras para proteção do períneo 
no período expulsivo. 
0 1,00 
5. (a) candidato(a) realizou a rotação externa da cabeça para a esquerda (movimento 
de restituição). 
0 0,50 
6. O(a) candidato(a) realizou adequadamente a tração do polo cefálico, para tentar o 
desprendimento do ombro anterior. 
0 0,50 
7. O(a) candidato(a) diagnosticou adequadamente a distócia de ombro, informando 
para a enfermeira. 
0 1,00 
8. O(a) candidato(a) falou sobre a necessidade de avaliar a episiotomia. 0 0,50 
9. O(a) candidato(a) solicitou ajuda da enfermeira para que se realize a manobra de 
elevação dos membros inferiores em direção ao abdome. 
 1,00 
10. O(a) candidato(a) solicitou ajuda da enfermeira para que realize a pressão 
suprapúbica. 
0 1,00 
11. O(a) candidato(a), após a expulsão fetal, solicitou da enfermeira que administre 
ocitocina por via intramuscular (10UI). 
Considerar adequado: apenas se referir a dose. 
0 1,00 
12. O(a) candidato(a) realizou adequadamente a prescrição do pós-parto, contendo, 
pelo menos, os seguintes itens: dieta geral ou dieta livre – amamentar sob livre 
demanda – cuidados gerais e sinais vitais. 
0 0,50 
13. O(a) candidato(a) solicita VDRL da mãe 0 0,50 
14. O(a) candidato(a) solicitou anti-HIV da mãe (ou teste rápido para HIV). 0 0,50 
15. O(a) candidato(a) solicitou Tipagem Sanguínea do recém-nascido. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é médico em uma Unidade Básica de Saúde e o Agente Comunitário de Saúde referiu que existe uma paciente 
obesa em sua área, mas ela não quer ir ao posto de saúde se consultar. 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento domiciliar da paciente em questão; 
• Realizar a anamnese dirigida; 
• Realizar as orientações para esse caso. 
OBSERVAÇÕES: 
• A paciente refere que: Come muito sal, açúcar, chocolate e outros tipos de doces, poucas verduras, frutas e legumes. Uma vez um 
médico passou metformina, mas a paciente não toma regularmente além de outros remédios que passaram para não engordar. Sente 
náuseas e dor de cabeça. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – ATENÇÃO DOMICILIAR + OBESIDADE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresentação 
1.1. O(a) candidato(a) pediu licença para entrar na casa da paciente e apresentou-se 
como médico da equipe de saúde da família da unidade. 
0 0,50 
1.2. O(a) candidato(a) explicou sobre o motivo de sua visita domiciliar e sobre a 
preocupação com a saúde da paciente. 
0 1,00 
2. Anamnese 
2.1. O(a) candidato(a) perguntou à paciente como se sente e se tem apresentado 
algum problema de saúde. 
0 1,00 
2.2. O(a) candidato(a) perguntou sobre sua dieta atual: ingestão de sal, gordura 
animal e vegetal, quantidade de açúcar, pães, doces, legumes, frutas, quantidade de 
arroz e feijão (ao menos 6 itens). 
0 1,00 
2.3. O(a) candidato(a) investigou por que não comparece as consultas. 0 0,50 
2.4. O(a) candidato(a) investigou por que se recusa a tomar medicações. 0 0,50 
3. Orientações à paciente 
3.1. O(a) candidato(a) explicou sobre o porquê e como podemelhorar sua dieta: 
necessidade de diminuir o sal, comer frutas, verduras, legumes, diminuir pães e doce 
(citar 6 possibilidades). 
0 1,00 
3.2. O(a) candidato(a) explicou sobre a necessidade de ser acompanhada na unidade 
de saúde para poder cuidar da saúde. 
0 1,00 
3.3. O(a) candidato(a) explicou sobre a possibilidade de trocar a medicação e buscar 
medicamentos para ajudar a não ter náuseas ou dor de cabeça. 
0 0,50 
3.4. O(a) candidato(a) apresentou os riscos que está correndo ao se negar a seguir 
orientações como complicações da obesidade e problemas cardiovasculares. 
0 1,00 
3.5. O(a) candidato(a) sugere participação em grupo, alguma atividade física, 
atividade na comunidade em grupo e/ou participação em grupo de caminhada. 
0 0,50 
4. Despedida 
4.1. O(a) candidato(a) agradeceu ter sido recebido e convidou a paciente a 
comparecer à unidade para poder melhor atendê-la marcando um dia e hora certa. 
0 0,50 
5. Comunicação 
5.1. O(a) candidato(a) apresentou capacidade argumentativa no diálogo e na 
comunicação com a paciente. 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em um consultório da Atenção Secundária e vai atender um paciente do sexo masculino com 40 anos de idade com quadro de tosse, 
febre e dor no peito. O paciente traz uma radiografia que foi pedida por outro médico. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese; 
• Analisar, interpretar e verbalizar os resultados do exame apresentado pelo paciente simulado; 
• Estabelecer o diagnóstico; 
• Definir se há ou não necessidade de internação hospitalar 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SINAIS VITAIS 
• FC: 97 bpm; 
• FR: 20 irpm; 
• PA: 127 x 83mmHg; 
• Temperatura: 38ºC; 
• SPO2: 96% em ar ambiente. 
IMPRESSO 2 
RADIOGRAFIA DE TÓRAX 
IMPRESSO 3 
EXAMES LABORATORIAIS 
Hemograma: 
• Hemoglobina: 12 g/dL (valor de referência = 11 a 13 g/dL) 
• Hematócrito: 38% (valor de referência = 37% a 41%) 
• Leucócitos: 14 mil/mm3 (valor de referência = 7 a 9 mil/mm3) 
• Neutrófilos: 80% (valor de referência = 10% a 20%) 
Ureia: NORMAL 
Creatinina: NORMAL 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresentação 
1.1. O(a) candidato(a) cumprimentou o paciente e apresentou-se como médico. 0 0,125 
1.2. O(a) candidato(a) investigou queixa principal e tempo de início do quadro clinico. 0 0,625 
1.3. O(a) candidato(a) investiga a ocorrência e características da dor torácica (pelo 
menos duas das seguintes: início, duração, intensidade, localização, tipo de dor, 
fatores de alivio e exacerbação). 
0 0,250 
1.4. O(a) candidato(a) investigou características da dispneia (pelo menos duas das 
seguintes: início, duração, intensidade, fatores de alivio e exacerbação). 
0 0,250 
1.5. O(a) candidato(a) investigou características da tosse (pelo menos duas das 
seguintes: início, duração, intensidade, fatores de alivio e exacerbação, produtiva ou 
improdutiva) 
0 0,250 
1.6. O(a) candidato(a) investigou ocorrência de febre (pelo menos dois dos seguintes: 
dia e hora da instalação, se verificado com termômetro, associação com calafrios ou 
sudorese, existência de fatores de alivio). 
0 0,250 
1.7. O(a) candidato(a) investigou a ocorrência de expectoração e suas características 
(pelo menos dois dos seguintes: coloração, presença de sangue, quantidade, 
consistência). 
0 0,250 
1.8. O(a) candidato(a) indicou realização de exame físico. 0 0,750 
1.9. O(a) candidato(a) investigou pelo menos três dos seguintes: profissão, estado 
civil, ritmo de trabalho, ambiente doméstico e de trabalho – ar condicionado, carpete, 
ventilação, iluminação solar. 
0 0,125 
1.10. O(a) candidato(a) investigou estilo de vida (álcool, tabaco, exercícios físicos, 
dieta) – pelo menos três. 
0 0,125 
1.11. O(a) candidato(a) investigou ocorrência de doenças concomitantes – pelo 
menos diabetes mellitus e cardiopatia. 
0 0,125 
2. Interpretação dos exames complementares 
2.1. O(a) candidato(a) identificou a presença de condensação na base do pulmão D. 0 0,500 
3. Formulação do diagnóstico 
3.1. O(a) candidato(a) formulou o diagnóstico de pneumonia lobar, de origem 
comunitária. 
0 0,250 
3.2. O(a) candidato(a) comunicou o diagnostico ao paciente de modo claro, e 
buscando tranquiliza-lo. 
0 0,500 
4. Orientação terapêutica 
4.1. O(a) candidato(a) indicou corretamente a antibioticoterapia. 0 2,500 
4.2. O(a) candidato(a) explicou que, por tratar-se de pneumonia não complicada, de 
origem comunitária, não há necessidade de internação. 
0 0,500 
4.3. O(a) candidato(a) indicou uso de medicação sintomática em caso de febre, 
cefaleia, dor no corpo. 
0 0,250 
5. Atitude 
5.1. O(a) candidato(a) demonstrou empatia durante o atendimento (escuta atenta, 
linguagem acessível ao paciente). 
0 0,125 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão em um pronto-socorro de hospital e vai atender uma paciente de 22 anos, sexo feminino, que se cortou com uma faca de 
cozinha. O ferimento tem 8cm de diâmetro em braço esquerdo. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento da paciente; 
• Realize e verbalize procedimentos se houver necessidade. 
IMPRESSO ENTREGUE DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
FERIDA 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
 
ESTAÇÃO 7 – SUTURA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. O(a) candidato(a) colocou o gorro e a máscara antes de se escovar. 0 1,00 
2. O(a) candidato(a) manifestou a necessidade de degermação das mãos. 0 1,00 
3. O(a) candidato(a) calçou as luvas sem se contaminar. 0 2,00 
4. O(a) candidato(a) escolheu o fio mononylon para a sutura. 0 1,00 
5. O(a) candidato(a) montou corretamente o fio no porta-agulhas (e não na pinça 
hemostática). 
0 2,00 
6. O(a) candidato(a) realizou a sutura com pontos simples. 0 1,00 
7. O(a) candidato(a) atou os pontos com, no mínimo, 3 nós. 0 1,00 
8. O(a) candidato(a) descalçou as luvas sem tocar a superfície externa. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Mãe traz o seu filho de 27 dias de vida para a consulta. Aleitamento materno exclusivo. Nasceu com 3,5Kg, hoje com 4,100Kg, fezes normais, 
sem vomitos, sem hematuria/coluria. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar anamnese dirigida para a queixa relatada pela mãe; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico do evento agudo; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados do paciente. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE: 
• Mucosas e escleras ictericas que iniciaram há 10 dias, hoje está presente em Face, Tronco, e pega até as pernas e 
braços, mas as mãos estão anictericas. 
• Apresenta-se com choro inconsolavel; 
• Apresenta dificuldade em movimentação da cabeça e pescoço e a mãe refere que o bebê não se alimenta direito; 
IMPRESSO 2 
RESULTADO DOS EXAMES COMPLEMENTARES 
Exames Laboratoriais: 
Bilirrubina de 6,83mg/dL 
Direta: 0,28mg/dL 
Indireta: 6,55mg/Dl 
 
LCR: Coco GRAM Negativo, Polimorfonucleares,De pedir permissão para o paciente e 
explicar o procedimento para ele. 
CUIDADO: sempre drena quando o abscesso estiver flutuando, caso não esteja, 
apenas prescreve calor local, analgesia e retorno para drenagem. 
1º passo: se apresentar/ se paramentar 
2º passo: solicita material: bisturi com lamina, pinça hemostática curva, pinça 
dente de rato, porta agulhas, fio de mononylon, dreno de penrouse, lidocaína, 
seringa para anestesia, material para assepsia. 
3º passo: assepsia e colocação dos campos cirúrgicos. 
4º passo: Realizar anestesia local 
5º passo: incisão extensa, passando pelo ponto de maior flutuação. 
6º passo: expressão do abscesso 
7º passo: tira o excesso e lava com soro. 
8º passo: exploração com a pinça curva 
9º passo: coloca o dreno de penrouse 
10º passo: fecha com curativo simples 
11º passo: marcar retorno com 24-72h 
Só indica antibiótico se celulite extensa, indicar apenas analgésicos para dor. 
2º fase 
23 
 Fígado:
Semiologia abdominal 
- Lemos Torres: paciente decúbito dorsal e abdome exposto, posiciona a mão
esquerda no dorso na porção lombar do paciente, posicionando o fígado para
frente, com a mão direita inicia a palpação da borda hepática durante a inspiração
com as polpas digitais a partir da fossa ilíaca direita até o gradil costal.
- Mathieu (mão em garra): examinador se posiciona a direita do tórax do paciente,
a seguir, coloque as mãos paralelas sobre o hipocôndrio direito e com os dedos
fletidos formando garra tenta palpar o fígado durante a inspiração profunda.
 Vesícula Biliar:
- Murphy: posiciona a mão direta sob o rebordo costal no ponto onde a borda
lateral do musculo reto fizer interseção sob o gradil costal (ponto cístico) solicite
que o paciente respire fundo, ocorrera interrupção da respiração, devido ao
aumento súbito da dor na palpação profunda.
 Apendice:
-Rovsing: paciente decúbito dorsal, examinador com a mão fechada, realiza
pressão em rolamento ou compressão, partindo da fossa ilíaca esquerda seguindo
o trajeto cólico, observa que o paciente refere dor na fossa ilíaca direita pelo
reflexo a dilatação por gás da região que sofre por processo inflamatório.
- Obturador: paciente em decúbito dorsal, flexiona o membro inferior direito até o
máximo tolerado e realiza a rotação interna do quadril. Paciente ira referir dor em
região hipogástrica.
- Psoas: paciente em decúbito lateral, executar uma extração forçada do músculo
da coxa provocando estiramento das fibras do psoas, que se estiver inflamado,
desencadearão dor na região do hipogástrio.
- Blumberg: ponto de McBurney: traça uma linha imaginaria entre a cicaris
umbilical e a crista ilíaca anterossuperior direito, divide em 3 partes iguais e a
transição entre o terço médio e lateral se localiza o ponto de McBurney. Paciente
em decúbito dorsal, se posiciona a direita do paciente, realizando palpação
profunda no ponto de McBurney do paciente fazendo uma retirada brusca da mão,
que irá referir dor durante a retirada brusca da mão.
2º fase 
24 
Inserção de DIU 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o 
paciente.“Oi boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo seu 
atendimento no momento.” Avalie a cena, veja quais materiais tem disponíveis 
e comece a avaliação no seu paciente (isso tudo em menos de 1minuto). 
NUNCA SE ESQUEÇA! De pedir permissão para o paciente e explicar o 
procedimento para ele. 
1º passo: se apresentar/pedir permissão ao paciente/ se paramentar. 
2º passo: separar o material: pinça cheron (para antissepsia), pinça pozzi, 
histerometro, tesoura baliu, gases estéreis, cuba, DIU e o especulo descartável. 
3º passo: peça que a paciente se sente em posição ginecológica e posiciona o 
especulo centralizando o colo uterino e esterilizar (antissepsia colo e parede da 
vagina) 
4º passo: Com a pinça pozzi, pinçar o lábio anterior do colo uterino (para 
tracionar o útero) com o histerometro medir o tamanho do útero e do colo. 
5º passo: abre o DIU, encaixa o DIU na astia, mede o tamanho (de acordo com a 
medição retirada pela histerometro) e avisar a paciente que ela pode sentir uma 
leve cólica ao inserir. 
6º passo: realize a inserção com cuidado até encostar no fundo, traciona a astia 
junto com a Pozze e a retira do membro, tracionando a astia ate o fundo. 
7º passo: com cuidado corta 2-3cm do fio do DIU e retira os resíduos que 
ficar. 8º passo: solte a pose, realiza a hemostasia e retira o especulo. 
2º fase 
25 
Colpocitologia/exame especular 
Ao entrar na sala: se apresentar para a câmera, seu chefe de sala e para o 
paciente.“Oi boa tarde, sou o Dr(ª) fulanito, médico(ª) responsável pelo seu 
atendimento no momento.” Avalie a cena, veja quais materiais tem disponíveis e 
comece a avaliação no seu paciente (isso tudo em menos de 1minuto). NUNCA SE 
ESQUEÇA! De pedir permissão para o paciente e explicar o procedimento para ele. 
1º passo: se apresentar/pedir permissão ao paciente/ se paramentar/ solicite uma 
enfermeira ou um técnico para te auxiliar, mas sempre pedindo a permissão para a 
paciente. 
2º passo: separe o material: lápis para identificação da lamina, especulo, 
espátula de ayre, escova cervical, fixador apropriado, lamina, luvas, foco de luz 
3º passo: antes de realizar a coleta, se certificar com a paciente se: ela esta em 
abstinência sexual por 72h ou se ela não está em seu período menstrual. 
4º passo: peça que a paciente se deite em posição ginecológica, prenda o foco de 
luz, posiciona para melhor visualização, calce as luvas. 
5º passo: use o especulo sem lubrificante, exponha o introito vaginal com abertura 
dos grandes lábios, introduza o especulo a 45º realizando a abertura e a rotação 
para a posição horizontal ao longo do procedimento. 
6º passo: identifique o colo uterino e seu orifício externo e centralize o colo, 
reduza a abertura do especulo para minimizar o desconforto da paciente. 
7º passo: com a espátula de Ayre, encaixe a ponta mais larga no orifício externo do 
colo e com o movimento rotativo 360º raspe a mucosa ectocervical e estenda o 
mterial na lamina no sentindo vertical, ocupando apenas 1/3 da lamina. 
8º passo: com a extremidade oposta da espátula, recolhe o material raspando 
suavemente o fornice da vagina posterior e estire o material na lamina paralelo ao 
da segunda amostra. 
9º passo: com a escova coletora, recolhe o material introduzindo delicadamente no 
canal endocervical girando 360º e ocupando o terço da lamina, alongue o material 
rolando a escova de baixo para cima. 
10º passo: realize a fixação imediata desse material. 
11º passo: retire o especulo e peça para que a paciente se vista. 
2º fase 
26 
Prova do laço 
PA em criança 
Mede entre o acrômio e o 
olecrano, a largura do manguito 
deve ser 40% da circunferência 
do braço e deve cobrir 80 -100% 
da circunferência do braço. 
2º fase 
27 
Pre natal 
Em toda consulta do pré natal deve: 
- Avaliar o cartão pré natal
- Medir PA, IMC, Calcular e anotar no cartão a idade gestacional
- Exames ginecológicos incluindo mamas (observar bem o mamilo)
- Controle fetais: ausculta cardíaca fetal, avaliar os movimentos e a altura uterina.
Pré natal são 6 consultas: 1 – 1º trimestre/ 2 – 2º trimestre / 3 – 3º trimestre (até 28s 
mensalmente, 26-36s quinzenalmente, 34-41s semanalmente) 
Exames: Tipagem sanguínea / RH 
EAS e urinocultura 
Sexuais (HIV, Hep B e VDRL) 
Toxoplasmose 
Anemia e açúcar (hemograma e glicemia em jejum) 
Repetir no 3ºtri: EAS, Sexuais,Anemia 
Não se esquecer de avaliar o cartão vacinal da mae, lembrando das 
vacinas permitidas durante a gestação: Dt, dtPA, Hep B, Influenza sendo 
que dtPA sempre >20s 
Regra Nagele: + 7 ao dia +9 ao mês ou -3 ao mês 
Regra de MacDonald: IG= (Fundo uterino x 8) %7 
2º fase 
28 
2º fase 
29 
Macetes para o atendimento 
Ordem prática clínica médica: 
- Cumprimenta e se identifica ao paciente
- Solicita dados do paciente (nome, idade, profissão).
- Pergunta queixa principal (ser cordial, ouvir atentamenteGlicose Baixa, Proteina Alta. 
 
Hemograma: 
Eritrocitos: 4,3milhões/mm³Hemoglobina: 15g/dL Hematócrito: 38% 
VCM: 89%; 
HCM: 30%; 
CHCM: 35%; 
R.D.W.: 12%; 
Reticulócitos: 1% 
 
Leucócitos: 15.500mm³ Neutrófilos: 12.000mm³Monócitos: 10% 
Basófilos: 1% Linfócitos: 2.000m³ 
Plaquetas: 250.000 
 
Tipagem: 
Tipagem sanguínea da mãe: A+; 
Tipagem sanguínea do bebê B+; 
 
COOMBS: 
Coombs Indireto: Negativo 
Coombs Direto: Negativo 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – ICTERICIA NEONATAL 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresentação e Habilidades de comunicação 
1.1 O(a) candidato(a) cumprimentou a mãe e identificou-se da maneira adequada. 0 0,50 
2. O(a) candidato(a) estabeleceu clima harmônico na consulta, interagindo 
efetivamente com a mãe do paciente. 
0 0,50 
3. O(a) candidato(a) ouviu com atenção as queixas da mãe do paciente, sem 
interrupção desnecessária. 
0 1,00 
4. O(a) candidato(a) usou efetivamente linguagem não verbal (postura, gestual, 
atitude). 
0 1,00 
5. O(a) candidato(a) identificou nos dados apresentados o quadro de meningite 
meningocócica. 
0 0,50 
6. O(a) candidato(a) identificou a icterícia clínica. 0 0,50 
7. Conhecimento sobre a icterícia neonatal 
7.1. O(a) candidato(a) identificou hiperbilirruinemia indireta nos exames. 0 0,50 
7.2. O(a) candidato(a) reconheceu a ausência de fatores de risco para icterícia 
prolongada (história de hemólise, vômitos, letargia, baixo peso, urina escura, fezes 
acólicas). 
0 0,50 
7.3. O(a) candidato(a) afastou doença hemolítica (ABO; Rh) pelos dados nos exames. 0 0,50 
7.4. O(a) candidato(a) identificou não haver indicação de fototerapia. 0 0,50 
7.5. O(a) candidato(a) identificou o aleitamento natural como fator prolongador da 
icterícia. 
0 0,50 
7.6. O(a) candidato(a) orientou a manutenção do aleitamento materno. 0 1,00 
8. O(a) candidato(a) prestou atenção às inquietações do paciente, demonstrando 
empatia. 
0 1,00 
9. O(a) candidato(a) expressou-se com clareza e segurança ao orientar a mãe. 0 0,50 
10. O(a) candidato(a) conferiu entendimento, perguntando se há ainda dúvidas. 0 0,50 
11. O(a) candidato(a) demostrou interesse em auxiliar a mãe do paciente em sua 
situação de saúde. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) que está atendendo ambulatório de ginecologia e obstetrícia e chega para atendimento um casal veio a consulta para 
orientações porque têm o desejo de engravidar. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do casal; 
• Esclarecer eventuais dúvidas; 
• Realizar exames complementares, se houver necessidade; 
• Realizar as orientações mediante o caso. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SE O CANDIDATO PERGUNTAR SOBRE USO DE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS: ENTREGAR 
Estão sem usar camisinha e sem ACO há 13 meses. 
E relações sexuais de 4 vezes na semana. 
IMPRESSO 2 
SE O CANDIDATO PERGUNTAR SOBRE FILHOS DE AMBAS AS PARTES: ENTREGAR 
O rapaz teve 2 filhos em seu relacionamento anterior. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – INFERTILIDADE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. O(a) candidato(a) apresentou-se ao casal, falando seu próprio nome e perguntando 
os nomes dos dois. 
Considerar adequado: apenas se perguntar os nomes dos dois. 
0 0,50 
2. O(a) candidato(a) comunicou-se adequadamente, envolvendo o casal na consulta, 
utilizando linguagem acessível e dirigindo-se ao casal, evitando direcionar a consulta 
exclusivamente para um dos cônjuges. 
0 0,50 
3. O(a) candidato(a) perguntou a idade da mulher e do esposo. 
Considerar adequado: apenas se perguntar as idades dos dois. 
0 0,50 
4. O(a) candidato(a) perguntou sobre a regularidade da atividade sexual do casal. 0 0,50 
5. O(a) candidato(a) perguntou sobre queixas ou problemas relacionados à vida 
sexual do casal. 
Considerar adequado: se perguntar, pelo menos, dois dos seguintes: dispareunia, 
sangramento, ejaculação precoce, disfunção erétil, anorgasmia, alteração do desejo. 
0 0,50 
6. O(a) candidato(a) perguntou sobre as características do ciclo menstrual da 
paciente: intervalo e duração/intensidade do fluxo menstrual. 
0 1,00 
7. O(a) candidato(a) investigou, pelo menos, DOIS dos seguintes fatores de risco para 
infertilidade feminina: infecções genitais, DSTs, cirurgias pélvicas ou abdominais, 
endometriose, dismenorreia, síndrome dos ovários policísticos, galactorreia. 
0 0,50 
8. O(a) candidato(a) interrogou sobre o uso de métodos anticonceptivos, 
caracterizando que o casal não utiliza métodos contraceptivos há mais de 12 meses. 
0 0,50 
9. O(a) candidato(a) investigou, pelo menos, DOIS dos seguintes fatores de risco para 
infertilidade masculina: trauma genital, varicocele, infecções, caxumba, DSTs, 
Uretrite. 
0 0,50 
10. O(a) candidato(a) questionou se algum deles já tinha filho de outro 
relacionamento. 
0 0,50 
11. O(a) candidato(a) informou corretamente ao casal que realmente se tratava de um 
caso de infertilidade e que necessitava investigação (mais de um ano mantendo 
atividade sexual regular, sem uso de métodos anticonceptivos). 
0 1,00 
12. O(a) candidato(a) solicitou e explicou ao casal a necessidade de avaliar a 
ocorrência de ovulação: ultrassonografia transvaginal seriada, dosagem de 
progesterona na segunda fase do ciclo ou no 21º dia, biopsia endometrial na segunda 
fase do ciclo. 
Considerar adequado: se solicitar corretamente um dos métodos acima para 
investigação de ovulação e se explicar ao casal a necessidade do exame. 
0 1,00 
13. O(a) candidato(a) solicitou e explicou ao casal a necessidade de realização de 
espermograma, mesmo com antecedentes do esposo ter 2 filhos de outro 
relacionamento. 
0 1,00 
14. O(a) candidato(a) solicitou e explicou ao casal a necessidade de 
histerossalpingografia (para avaliar permeabilidade das tubas uterinas). 
0 1,00 
15. O(a) candidato(a) indagou se o casal tinha dúvida adicional e planejou retorno 
para apresentação dos exames. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
A Prefeita de uma cidade do interior vem ao hospital onde você está de plantão em uma Unidade de emergência e dizque quer te contratar para 
o PSF da cidade dela e que precisa ainda que você assuma os plantões. 
 
Ela pergunta – “POSSO CONTAR COM VOCÊ?” 
 
Ela diz que pode pagar até 35mil reais, mas que você será o único médico da cidade e que você só precisaria atender os pacientes de 
emergência, nem precisaria ir ao PSF. 
 
Ela pergunta – “O QUE VOCÊ ACHA DA PROPOSTA?” 
 
Ela pergunta/diz que A ENFERMERA FICARIA NA UNIDADE PRA VER OS CASOS, ASSIM VOCÊ NÃO PRECISA ESTAR NA 
UNIDADE, NÃO É MESMO? 
 
Ela diz que na cidade tem muitos idosos, e que seria melhor atende-los apenas no Pronto Socorro. 
 
4-6 ACS, porque tudo isso? O que eles têm tanto para fazer? 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Responda aos questionamentos feitos pela prefeita. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 10 – ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOSDESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresenta-se à prefeita e ouve-a atentamente; 
O(a) candidato(a) disse o nome e o cargo. 
0 0,50 
2. “Posso contar com você?” 
O(a) candidato(a) explicou que não pode assumir os plantões. 
0 1,50 
3. “O que você acha da proposta?” 
O(a) candidato(a) explicou que seu trabalho não é somente atender pacientes em 
demanda espontânea. 
Explicou que faz parte da ESF: atuar na promoção, educação e prevenção; trabalhar 
em equipe; realizar visitar domiciliar; planejar ações da equipe; realizar busca ativa; 
realizar trabalhos comunitários. (Pelo menos 4 itens) 
0 2,00 
4. “... a enfermeira ficaria na unidade para ver os casos. Assim, você não precisa 
estar na unidade, não é mesmo?” 
O(a) candidato(a) explicou o papel da enfermeira na equipe: além do atendimento em 
enfermagem e na triagem, participa da organização do serviço, planejamento, e de 
outras ações da equipe. 
0 1,00 
5. “... tem muito velhinho. Não é melhor atender eles todos no Pronto-Socorro?” 
O(a) candidato(a) explicou as especificidades relativas ao atendimento de idosos e a 
necessidade de acompanhamento longitudinal, deixou claro que o modelo centrado 
no pronto-socorro não dará conta de um bom atendimento, ne medida em que resolve 
somente o momento agudo da queixa. 
0 2,00 
6. “... por que você precisa de mais ACS, como está aqui no seu pedido? O que eles 
tem tanto a fazer?” 
O(a) candidato(a) explicou o número e o papel dos ACS. Explicou a importância da 
territorialização: delimitação da área de abrangência, determinação dos riscos, 
equipamentos disponíveis, acessibilidade, barreiras físicas e funcionais, aspectos 
culturais da comunidade, etc. para a construção do diagnóstico de saúde da 
comunidade e subsequente planejamento das ações da ESF. (Pelo menos 4 ideias). 
0 2,00 
7. O(a) candidato(a) apresentou capacidade de comunicação: argumentação, 
expressão e síntese do candidato. 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 1 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma Unidade Básica de Saúde e recebe paciente do sexo feminino, 36 anos, gestante com 37 semanas, com queixa de 
cansaço, mal-estar e cefaleia. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Ler o impresso 1 (relato do caso clínico presente sobre a mesa do consultório); 
• Receber o paciente; 
• Realizar uma anamnese direcionada; 
• Dar o diagnóstico e esclarecer para a paciente. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
RELATO DO CASO CLÍNICO 
• Gestante procura atendimento por apresentar a 2hrs, dor de cabeça holocraniana (6/10) e mal estar; 
• Nega outros sintomas; 
• Nega sangramento ou perda de líquido; 
• Nega comorbidades ou alergias; 
• Pré-natal sem intercorrências (6 consultas realizadas); 
• Exames laboratoriais realizados e sem alterações, vacinas atualizadas (em dia); 
• G2P0A1 (aborto na primeira gestação). 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO E SINAIS VITAIS 
SINAIS VITAIS: 
• PA = 150x100mmHg; 
• FC = 90bpm; 
• FR = 16irpm; 
• SPO2 = 97% em ar ambiente; 
• Temperatura = 36,5° C 
• Peso = 58kg 
• Altura = 1,60 
• IMC = 22 
 
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia: Paciente orientada e um pouco ansiosa e com rubor de face; 
• Fundo de olho: Sem alterações; 
• Cardiovascular: RCR 2T com BNF; 
• Respiratório: MVUA sem ruídos adventícios; 
• Abdome: Inspeção (Útero gravídico, com presença de linha nigra); Altura uterina (34cm), Palpação (Tônus uterino normal, com 
dinâmica uterina ausente), BCF (142bpm); 
• Manobra de Leopold: Situação (longitudinal); Dorso (esquerdo); Apresentação (cefálico); Insinuação (não insinuado); 
• Exame especular (sem alterações) e Toque vaginal (colo fechado); 
• MMII: Presença de edema +++/4+ 
IMPRESSO 3 
EXAMES COMPLEMENTARES 
• Proteína em fita urinária: ++/4+ 
• Relação Proteína / Creatinina urinária: 0,4mg; 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 1 – PRÉ-ECLÂMPSIA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRICIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Recebeu a paciente, cumprimentando-a e identificando-se como médico. 0 0,50 
2. Realiza anamnese demonstrando atenção com a paciente. 0 1,00 
3. Identifica a cefaleia como queixa relacionada à pré-eclâmpsia. 0 1,00 
4. Identifica o edema de membros inferiores como sinal relacionados com a pré- 
eclâmpsia. 
0 1,00 
5. Identifica a hipertensão arterial como achado relacionado com a pré-eclâmpsia. 0 1,00 
6. Interpreta corretamente os exames complementares, destacando o 
comprometimento renal incipiente e a plaqueotopenia. 
0 1,00 
7. Informa a suspeita do diagnóstico de pré-eclâmpsia. 0 2,00 
8. Explica adequadamente à paciente a sua condição, explicando que e trata de uma 
patologia do último trimestre. 
0 1,00 
9. Encaminha a paciente para atendimento em serviço com emergência ostétrica. 0 1,00 
10. Demonstra empatia com a situação da paciente. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é medico(a) de uma Unidade de Pronto Atendimento, e vai realizar o atendimento de uma paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, 
que relata estar com a sua ferida pós-cirúrgica após colocação prótese de silicone infectada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente em questão; 
• Tirar dúvidas da paciente sobre o caso; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
IMAGEM DO LOCAL 
 
IMPRESSO 2 
PERGUNTAS DA PACIENTE SOBRE O CASO 
Dr.(a). você poderia me prescrever um antibiótico ? 
Dr. (a). você não acha que eu posso processar o médico que fez minha cirurgia ? Olha como esta! O que eu vou fazer agora ? Isso não configura 
erro médico ? 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – COMPLICAÇÃO NO PÓS-OPERATÓRIO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Recebe a paciente, cumprimentando-a e idetificando-se. 0 0,50 
2. Identifica a paciente. 0 0,50 
3. Mostra-se disponível para ouvir a queixa da paciente. 0 1,00 
4. Realiza anamnese sucinta. 0 1,00 
5. Investiga antecedentes patológicos. 0 1,00 
6. Descreve o sitio cirúrgico, (avaliando a foto) identificando somente sinais 
inflamatórios, sem sinais de supuração. 
0 1,00 
7. Informa a paciente sobre o real estado da situação (trata-se de uma complicação 
de natureza inflamatória, sem sinais de infecção). 
0 1,00 
8. Mantém a prescrição anterior. 0 1,00 
9. Orienta a paciente quanto à questão ética. 0 1,00 
9.1. a) Tranquiliza-a, solicita que aguarde a resposta ao tratamento instituído e que 
procure novamente seu cirurgião. 
0 1,00 
9.2. b) Explica que não se configura erro médico nessa situação. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) responsável por uma Unidade Básica de Sáúde, e chega uma paciente com seu filho de 18 meses para mais uma consulta 
de puericultura. A mãe relata que quer parar de amamentar seu filho, apesar de estar com um ótimo peso, porque acha que ele já esta muito 
grande e a maioria das suas amigas já não amamentam há muito tempo; ela relata também que a enfermeira avisou que a vacina tetraviral está 
em atraso. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Realizaro atendimento; 
• Falar sobre as vantagens do aleitamento materno; 
• Orientar a mãe sobre o plano de cuidados e orientações. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA + ALEITAMENTO MATERNO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Cumprimenta a mãe e identifica-se de maneira adequada. 0 0,50 
2. Solicita o cartão da criança. 0 0,50 
3. Estabelece clima harmônico na consulta, interagindo efetivamente com a mãe do 
paciente. 
0 0,50 
4. Ouve com atenção a queixa da mãe do paciente, sem interrupções 
desnecessárias. 
0 0,50 
5. Identifica nos dados apresentados o bom ganho ponderal do bebê. 0 0,50 
6. Identifica o atraso vacinal da tetraviral. 0 2,00 
7. Usa efetivamente linguagem não verbal (postura, gestual, atitude). 0 0,50 
8. Demonstra conhecimento sobre as vantagens do aleitamento "' natural: 
Características nutricionais do leite materno (proteínas, mil lipídeos, ferro); Fatores de 
proteção imunológica (IgA secretora); Menor risco de contaminação; Maior 
digestibilidade (menor tempo de esvaziamento gástrico); Maior vínculo afetivo mãe- 
filho. 
0 2,50 
9. Presta atenção às inquietações do paciente, demonstrando empatia. 0 0,50 
10. Orienta a mãe corretamente quanto a correção do calendário vacinal. 0 1,00 
11. Confere entendimento, perguntando se há duvidas. 0 0,50 
12. Demonstrar interesse em auxiliar a mãe do paciente em sua situação de saúde. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você trabalha como médico(a) de uma Unidade Básica de Saúde no bairro São José, e um dos membros da sua equipe o Agente Comunitário de 
Saúde informa que ao fazer a visita domiciliar em uma das famílias encontrou uma provável situação de vulnerabilidade por violência doméstica. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Discutir a situação com o Agente Comunitário de Saúde; 
• Orientar o Agente Comunitário de Saúde. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 4 – AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhe o Agente Comunitário de Saúde, cumprimentando-o adequadamente. 0 0,50 
2. Demonstra atenção ao colega de equipe de saúde. 0 1,50 
3. Mostra-se disponível para ouvir o relato do Agente Comunitário de Saúde. 0 1,50 
4. Faz perguntas pertinentes aos fatores de risco (condições socioeconômicas, 
desemprego, alcoolismo e outras droga adições), estrutura e relações familiares. 
0 1,50 
5. Solicita a opinião do Agente Comunitário de Saúde. 0 2,00 
6. Orienta o Agente Comunitário de Saúde a notificar o Serviço Social para 
identificação de fatores de risco. 
0 2,00 
7. Agradece pela informação. 0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 5 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente de 50 anos, tabagista, vem à Unidade de Pronto Atendimento onde você atua como médico(a) plantonista, relatando dor no peito e 
cefaleia. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento direcionado ao caso; 
• Solicite, verbalize e faça a interpretação de exames necessários; 
• Realize a conduta adequada. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SE O CANDIDATO PEDIR SINAIS VITAIS: ENTREGAR 
• PA = 180/100mmHg; 
• FC = 135 bpm; 
• FR = 23 irpm; 
• IMC = 34 Kg/m²; 
• SPO2 = 90% em ar ambiente; 
• Temperatura = 37,2ºC. 
• Pele e mucosas = pálida e sudoreica; 
IMPRESSO 2 
SE O CANDIDATO PEDIR ELETROCARDIOGRAMA: ENTREGAR 
IMPRESSO 3 
SE O CANDIDATO PEDIR ENZIMAS CARDÍACAS: ENTREGAR 
Troponina: NEGATIVA 
CPK: 620U/L 
CKMB: 121,5Ng/L 
IMPRESSO 4 
SE O CANDIDATO PEDIR REAVALIAÇÃO: ENTREGAR 
• PA = 130/85mmHg; 
• FC = 80 bpm; 
• FR = 18 irpm; 
• SPO2 = 98% com máscara de O2. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – INFARTO DO MIOCÁRDIO EM PAREDE ANTERIOR 
+ INTERPRETAÇÃO DE EXAMES 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Anamnese 
1.1. Cumprimenta o paciente e apresenta-se como medico. 0 0,50 
1.2. Investiga localização, tempo de início, intensidade, irradiação da dor. 0 0,50 
1.3. Investiga sintomas que acompanham a dor (náuseas, sudorese, cabeça vazia) - 
pelo menos 2. 
0 0,50 
1.4. Investiga a evolução da dor (melhora? piora?). 0 0,50 
1.5. Investiga a profissão, estado civil, ritmo de trabalho, estresse - pelo menos três. 0 0,50 
1.6. Investiga estilo de vida (álcool, tabaco, exercícios físicos, dieta) - pelo menos 
três. 
0 0,50 
1.7. Investiga avaliação médica, resultados de exames (pelo menos dois: glicemia, 
colesterol, triglicérides). 
0 0,50 
1.8. Investiga antecedentes pessoais (problemas de saúde, episódios anteriores 
semelhantes de dor) - ambos. 
0 0,50 
1.9. Investiga antecedentes familiares de doenças coronariana ou cardiovascular. 0 0,50 
2. Interpretação das alterações do eletrocardiograma apresentado 
2.1. Elevação de ST em VI-V6, I e AVL. 0 0,50 
2.2. Elevação de ST mais acentuado em V2-V4. 0 0,50 
2.3. Ondas O em VI. 0 0,50 
2.4. Altura da onda R reduzida em V3-V4. 0 0,50 
3. Formulação de diagnóstico 
3.1. Formula o diagnóstico de infarto do miocárdio, de parede anterior (extenso). 0 0,50 
3.2. Comunica o diagnóstico ao paciente de modo claro e buscando tranquiliza-lo. 0 0,50 
4. Princípios de tratamento 
4.1. Informa o uso de aspirina e ativador de plaminogênio ou outros fibrinolíticos como 
medida primordial. 
0 0,50 
4.2. Indica a necessidade de avaliação por cardiologista intervencionista ou 
cateterismo. 
0 0,25 
4.3. Indica outras medidas terapêuticas (pelo menos quatro: sedação com sulfato de 
morfina 2-4,g EV; perfusão venosa; oxigenoterapia sob cateter; nitritos por via 
sublingual; betabloqueador em função da PA; captopril; monitorização; oximetria de 
pulso). 
0 0,25 
5. Solicitação de exames complementares de urgência 
5.1. Solicita CK e CK MB. 0 0,25 
5.2. Solicita troponina 1. 0 0,25 
5.3. Solicita ecocardiograma e RX de tórax. 0 0,50 
6. Atitude 
6.1. Demonstra empatia durante o atendimento (escuta atenta, linguagem acessível 
ao paciente) 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente sexo feminino de 28 anos de idade, chega à urgências do Hospital das Clínicas onde você trabalha como médico(a), acompanhada de 
seu marido, deu entrada na madrugada de sexta-feira as 03:40 AM. A paciente se queixava de dor muito intensa em região de hipogástrio, e logo 
em seguida foi diagnosticada com prenhez tubária rota e posteriormente instalação de anemia e choque hipovolêmico. A paciente foi internada e 
levada de imediato para o Centro Cirúrgico, onde continuou com a dificuldade de controle da hemorragia por um distúrbio de coagulação (CIVD). 
Além da cirurgia, foi feita transfusão e também várias tentativas de reanimação (RCP), porém não houve resposta, e a paciente foi à óbito as 
07:20 AM. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Faça a comunicação do óbito ao marido; 
• Explique a evolução da paciente; 
• Explique agênese e as causas da prenhez tubária; 
• Documente o óbito. 
IMPRESSO 1 
AO PEDIR A FOLHA DE DECLAÇÃO DO ÓBITO: ENTREGAR 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – GRAVIDEZ TUBÁRIA ROTA (DISTÚRBIO DA 
COAGULAÇÃO) + ÓBITO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRICIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Comunicação de Óbito 
1.1. Cumprimenta o cliente e apresenta-se como médico, informando ao marido da 
paciente que foi responsável ou que participou do atendimento dela. 
0 0,50 
1.2. Indagou o nome do marido e tratou-o pelo nome. 0 0,50 
1.3. Comunicou de modo adequado o óbito da esposa, demonstrando empatia e 
respeito. 
0 0,50 
1.4. Usou linguagem acessível ao marido da paciente. 0 0,50 
2. Explicação sobre a evolução da paciente. 
2.1. Explicou adequadamente a evolução da prenhez tubaria rota. 0 1,00 
2.2. Explicou adequadamente a instalação da anemia e do choque hipovolêmico. 0 1,00 
2.3. Explicou adequadamente a dificuldade de controle da hemorragia pelo distúrbio 
de coagulação (CIVD). 
0 1,00 
2.4. Demonstrou segurança explicando as medidas terapêuticas tomadas – rapidez 
do encaminhamento para cirurgia, transfusão, tentativas de reanimação (RCP). 
0 1,00 
3. Explicação da gênese e causas da prenhez tubária. 
3.1. Informou em linguagem acessível a instalação da gravidez ectópica (trompa). 0 1,00 
3.2. Citou possíveis fatores predisponentes que possam ter contribuído para a 
prenhez tubaria rota: histórico de cirurgia tubaria anterior (laqueadura, ré-anostomose, 
salpingoplastias); doença inflamatória pélvica; contracepção com pílula de 
progestagȇnio ou D.I.U; história de gravidez ectópica previa; fertilização assistida – 
pelo menos duas dessas. 
0 0,50 
3.3. Informou que esse defeito de nidação pode ocorrer sem essas causas 
predisponentes. 
0 0,50 
4. Documentação do óbito 
4.1. Informou que é responsável ou que faria o preenchimento do atestado de óbito. 0 0,50 
4.2. Registrou no atestado como causas de óbito: a) Choque hipovolêmico 
(hemorrágico). b) Hemorragia pós-parto. c) Prenhez tubaria rota. d) Coagulação 
intravascular disseminada (como outra patologia tendo contribuído para o óbito). 
0 1,00 
5. Fechamento do encontro. 
5.1. Indagou se o marido da paciente encontrava-se suficientemente esclarecido ou 
se tinha alguma dúvida. 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 7 – CÂNCER DE PRÓSTATA 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) de uma Unidade Básica de Saúde, e chega para a consulta o paciente Robismar Cunha de 66 anos de idade, que veio 
para trazer o resultado da biópsia que teve que fazer após um PSA maior que 10ng/dl. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento do paciente; 
• Explique o resultado do exame e as orientações. 
IMPRESSO 1 
RESULTADO DA BIÓSPSIA 
Carcinoma bem diferenciado não infiltrativo e estádio IA. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 7 – CÂNCER DE PRÓSTATA 
 
 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Identifica-se de maneira adequada. 0 0,50 
2. Estabelece clima harmônico na consulta, interagindo efetivamente com o paciente. 0 0,50 
3. Ouve com atenção a queixa do paciente, sem interromper sua fala. 0 0,50 
4. Demostra segurança e convicção ao explicar o problema ao paciente. 0 1,00 
5. Usa efetivamente linguagem não verbal (postura, gestual, atitude). 0 1,00 
6. Demostra conhecimento sobre as implicações dos resultados dos exames do 
paciente reconhecendo o caso como neoplasia em estádio inicial. 
0 2,00 
7. Explica com clareza as possibilidades terapêuticas ao paciente. 0 1,00 
8. Presta atenção as inquietações do paciente, demonstrando empatia. 0 1,00 
9. Orienta o paciente corretamente quanto as suas inquietações e confere o seu 
estado emocional, perguntando se ele está mais calmo, ou menos apreensivo. 
0 1,00 
10. Confere o atendimento, perguntando se há ainda dúvidas. 0 0,50 
11. Demostra interesse em auxiliar o paciente em sua situação de saúde, 
encaminhando-o para atendimento especializado (urologia ou oncologia). 
0 1,00 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico de uma Unidade Básica de Saúde e atende a uma mãe com seu filho de 5 meses, relatando que ele não tem um dos testículos, 
e que está muito preocupada. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Ler o IMPRESSO 1 sobre informações do paciente e realizar o atendimento; 
• Explicar para a mãe o diagnóstico; 
• Orientar a mãe sobre o plano de tratamento e os riscos. 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE 
• Lactente nunca apresentou o testículo desde o nascimento; 
• Nega outros sintomas; 
• Cartão da criança: Dados Antropométricos de nascimento: Peso (2.800g); Comprimento (53cm); PC (34cm); 
• Parto cesárea com 35 semanas (prematuro por ITU não tratada adequadamente); Sem outras intercorrências. 
• Não apresenta nenhuma outra comorbidade; 
• Testes de triagem neonatal (sem alterações). Situação vacinal em dia; 
• Em lactância materna exclusiva; 
• Nega alergias; 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
SINAIS VITAIS: 
• PA = adequada para idade; 
• FC = 115bpm; 
• FR = 40irpm; 
• SPO2 = 98% em ar ambiente; 
• Temperatura = 36,5°C; 
• Peso = 6.200kg; 
• Comprimento = 66cm; 
 
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia geral: Sem alterações; 
• Cardiovascular: RCR 2T BNF; 
• Respiratório: MVUA sem ruídos adventícios; 
• Abdome: Flácido e indolor a palpação (músculo reto abdominais presente), com RHA normais; 
• Genitália: Prepúcio retraído com facilidade; Ausência de testículo direito em bolsa escrotal com massa palpável em região inguinal 
direita. Escala de Tanner (G1; P1); 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 8 – CRIPTORQUIDIA 
 
 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Cumprimenta a mãe e identifica-se de maneira adequada. 0 0,50 
2. Estabelece clima harmônico na consulta, interagindo efetivamente com a mãe do 
paciente. 
0 0,50 
3. Ouve com atenção a queixa da mãe do paciente, sem interrupção desnecessária. 0 0,50 
4. Identifica nos dados apresentados a distopia testicular esquerda. 0 1,00 
5. Orienta sobre a possibilidade de descida espontânea até os 6 meses. 
Considerar correto: até um ano de idade. 
0 1,00 
6. Orienta sobre a indicação de cirurgia no segundo ano de vida se não ocorrer a 
descida espontânea. 
0 1,00 
7. Orienta sobre o risco de infertilidade progressivo com a demora na correção. 0 1,00 
8. Orienta sobre o risco de neoplasia associado à condição. 0 1,00 
9. Orienta sobre a não intercorrência da condição sobre a sexualidade da criança. 0 1,00 
10. Orienta sobre o risco de torção da gônada não operada. 0 1,00 
11. Presta atenção as inquietações do paciente, demonstrando empatia. 0 0,50 
12. Confere entendimento da mãe, perguntando se há ainda dúvidas. 0 0,50 
13. Demostra interesse em auxiliar a mãe do paciente na situação vivenciada. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 9 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é médico de uma Unidade Básica deSaúde e deverá conduzir o atendimento de paciente que veio para sua consulta com um resultado de 
gravidez positivo. A paciente em questão pergunta se está realmente grávida e se já pode realizar um ultrassom. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento da paciente; 
• Calcular a idade gestacional e data provável do parto; 
• Orientar a paciente como é feito o pré-natal; 
• Solicitar, se necessário, exames complementares; 
• Orientar a paciente sobre os direitos trabalhistas; 
• Responder as dúvidas da paciente. 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DA PACIENTE 
• Exame B-HCG confirmado como sendo da paciente; 
• Paciente sem queixas (nega sangramento ou perda de liquido); 
• Casada (gestação planejada); 
• Não fazia uso de ACO há mais de 8 meses; 
• Nega histórico patológico pessoal e familiar; 
• Cartão vacinal: Não tem vacinas registradas. 
• G02P01A00. 
• HOJE É DIA: 04/05/2021 DUM: 14/05/2021; IG (21 dias ÷ 7) = 3 semanas; 
• DPP (Regra de Naegele) = 21/02/2022; (40 semanas após a DUM); 
• Nega tabagismo, etilismo e sedentarismo (faz caminhadas); 
• Não faz uso de nenhuma medicação ao momento; 
• Nega alergias; 
• Tipagem sanguínea: O (-) negativo. 
IMPRESSO 2 
EXAME FÍSICO 
• PA = 110 × 70 mmHg; 
• FC = 98 bpm; 
• FR = 15 irpm; 
• Temperatura axilar = 36,5ºC; 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 9 – PRÉ-NATAL 
 
 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresentação 
1.1. Apresenta-se à paciente como médico. 0 0,25 
1.2. Solicita a identificação da paciente: nome completo, estado civil, 
profissão/trabalho, nível de instrução – pelo menos 3. 
0 0,50 
2. Anamnese 
2.1. Investiga a história reprodutiva: número de gestações, número de partos, número 
de abortamentos, filhos vivos, data da última menstruação, sinais e sintomas de 
gravidez, etc. – pelo menos 4. 
0 0,50 
2.2. Investiga a história ginecológica e sexual: características do ciclo menstrual, 
início da atividade sexual, parceiros, infecções sexualmente transmissíveis – pelo 
menos 3 aspectos. 
0 0,50 
2.3. Antecedentes pessoais: Hipertensão arterial, Diabetes, doenças infecciosas e 
crônicas – pelo menos 2. 
0 0,50 
2.4. Antecedentes familiares: Hipertensão arterial, Diabetes, doenças infecciosas e 
crônicas – pelo menos 2. 
0 0,50 
2.5. Investiga se a gravidez é desejada. 0 0,50 
2.6. Investiga a realização de exames de prevenção de câncer de colo e imunização 
antitetânica. 
0 0,50 
2.7. Investiga realização e frequência de atividade física e hábitos alimentares. 0 0,25 
2.8. Investiga tabagismo, uso de álcool e drogas ilícitas. 0 0,25 
3. Recomendações médicas 
3.1. Informa à paciente sobre a rotina do pré-natal: cartão da gestante, sequência de 
consultas (6 consultas, no mínimo), atividades educativas 
0 1,00 
3.2. Orienta sobre vacinação anti-tetânica (completar as 3 doses com dT, o mais 
precocemente possível 
0 1,00 
3.3. Informa sobre os exames da rotina pré-natal: Hb/Ht, grupo sanguíneo e fator Rh, 
VDRL, glicemia em jejum, exame sumario de urina, sorologia anti-HIV, sorologia para 
hepatite B (HBsAg), sorologia para toxoplasmose. 
0 1,00 
3.4. Informa à paciente sobre confirmação da gravidez (teste imunológico de 
gravidez), calcula a idade gestacional (3 semanas) e a data prevista para o parto (40 
semanas após DUM ou DUM + 7 dias – meses). 
0 1,00 
3.5. Esclarece sobre a possível realização de Ultrassom, e que, então, há 
possibilidade de identificar o sexo, a partir da 16º semana de gravidez. 
0 0,50 
3.6. Informa à paciente sobre os seus direitos trabalhistas para realizar a rotina do 
pré-natal e licença maternidade. 
0 0,25 
3.7. Orienta a paciente quanto à alimentação e realização de exercícios físicos e 
atividade sexual. 
0 0,50 
4. Atitude 
4.1. Interação respeitosa e empática com a paciente. 0 0,25 
4.2. Confirma se há entendimento quanto às orientações. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 10 – CLÍNICA MÉDICA 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão na Unidade de Pronto Atendimento, quando é chamado para atender um paciente trazido por bombeiros. O paciente de 31 
anos, sexo masculino, foi vítima de colisão carro-moto há 25 minutos está com rebaixamento do nível de consciência. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Conduta adequada para o caso em questão. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
COMEÇAR COM: 
SÓ ENTREGAR SE O CANDIDATO REALIZAR A ESTABILIZAÇÃO DE COLUNA CERVICAL E LIBERAÇÃO DE VÍAS AÉRAS 
IMPRESSO 1 
IMPRESSO 1 
A – Via aérea com presença de sangue e corpo estanho, paciente está em uso de prancha rígida, colar cervical e coxins para estabilização da 
coluna. 
PROCEDER COM: 
SÓ ENTREGAR SE O CANDIDATO PEDIR A AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE VENTILATÓRIA E CIRCULATÓRIA, SOLICITANDO DOIS 
ACESSOS VENOSOS PERIFÉRICOS. 
IMPRESSO 2 
IMPRESO 2 
B – SPO2 90% em ar ambiente com sinais de esforço respiratório. 
C – PA: 90x60mmHg. FC: 112bpm. Abdome flácido e doloroso. Pelve estável. 
D – Glasgow de 8 e pupilas isocóricas e fotorreativas. 
E – Exposição total e proteção contra hipotermia com manta térmica. 
PROSSEGUIR COM: 
SÓ ENTREGAR SE O CANDIDATO INDICAR A INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL BASEADA NA ESCALA DE COMA DE GLASGOW 
IMPRESSO 3 
IMPRESSO 3 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO INDICAR INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL E SOLICITAR A AJUDA DO ENFERMEIRO. 
Descreva o procedimento. 
 IMPRESSO 4 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO SOLICITAR MATERIAL PARA FIXAÇÃO DA CÂNULA. 
 
Considere o tubo fixado. 
 IMPRESSO 5 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO SOLICITAR QUE O PACIENTE SEJA CONECTADO A UM RESPIRADOR. 
 
Considere que o paciente foi conectado a um respirador. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos 
ESTAÇÃO 10 – INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL 
 
 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Estabiliza coluna cervical e libera vias aéreas. 
(Caso o candidato assim proceda, lhe entregue o IMPRESSO 1). 
0 0,50 
2. Avalia a capacidade ventilatória e circulatória, solicitando dois acessos venosos 
para infusão de solução salina. 
(Caso o candidato assim proceda, lhe entregue o IMPRESSO 2). 
0 0,50 
3. Indica intubação orotraqueal baseada na escala de Glasgow. 
(Caso o candidato assim proceda, lhe entregue o IMPRESSO 3). 
0 1,00 
4. Realiza ventilação com máscara e AMBU com oxigênio (O2). Obs: considerar 
adequado apenas se a fixação da máscara for feita com base para baixo, com 
vedação e ventilação adequadas. 
0 1,00 
5. Monta e verifica laringoscópio. Obs: considerar adequado apenas se houve 
montagem do aparelho e checagem do funcionamento da lâmpada. 
0 1,00 
6. Solicita cânula de tamanho adequado (número 7,5 a 9,0) e verificar balonete. 0 0,50 
7. Solicita o fio guia e posiciona de forma adequada. Obs: considerar adequado 
apenas se o fio guia posicionado não exceder o comprimento do tubo. 
0 1,00 
8. Segura o laringoscópio com a mão não dominante. 0 1,00 
9. Posiciona o laringoscópio no local correto: rima bucal à direita do manequim, afasta 
a língua e expõe a cavidade orotraqueal adequadamente. 
0 0,50 
10. Solicita o tubo orotraqueal sem desvio do olhar da cavidade orotraqueal do 
manequim, manuseando o tubo com a mão dominante e o introduzindo sob visão 
direta de via aérea. 
0 0,50 
11. Solicita insuflação do balonete (cuff) após passagem do tubo orotraqueal. 0 0,50 
12. Realiza a verificação clínica da posição da cânula, auscultando em 3 pontos: 
epigástrio, pulmãodireito (ápice ou base); pulmão esquerdo (ápice ou base). 
0 1,00 
13. Solicita material para fixação da cânula. 
(Caso o candidato assim proceda, lhe entregue o IMPRESSO 4). 
0 0,50 
14. Solicita que o paciente seja conectado ao respirador. 
(Caso o candidato assim proceda, lhe entregue o IMPRESSO 5). 
0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 1 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
 
 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o médico(a) da Estratégia de Saúde da Família do bairro Guanandi, e você atende uma paciente do sexo feminino, de 23 anos de idade, 
que vem para mais uma consulta de pré-natal. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento de pré-natal dessa gestante; 
• Registre os achados de exame clínico no cartão de pré-natal; 
• Esclarecer as orientações em torno do direito da parturiente e tipo de parto; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
ACHADOS DE EXAME CLÍNICO 
• Altura uterina = 34cm; 
• Apresentação fetal = Cefálica; 
• Batimentos cardíacos fetais = 135 bpm; 
• Altura uterina = na curva do crescimento. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 1 – PRÉ-NATAL 
 
 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhimento 
1.1. Identifica-se à paciente como medico e a cumprimenta. 0 0,25 
1.2. Solicita dados de identificação da paciente: nome, estado civil e profissão. 0 0,50 
2. Anamnese 
2.1. Investiga queixas ou alterações ocorridas depois da última consulta, realizada há 
três semanas: dor, edema, sangramento vaginal, disúria. 
0 0,50 
3. Exame físico 
3.1 Realiza palpação obstétrica. 0 0,50 
3.1.1. Fundo. 0 0,50 
3.1.2. Flancos. 0 0,50 
3.1.3. Manobra de Leopold. 0 0,50 
3.2. Realiza ausculta no lado do dorso fetal. 0 0,50 
4. Registro de achados de exame clínico no cartão de pré-natal 
4.1. Altura uterina (33-35cm). 0 0,50 
4.2. Apresentação fetal. 0 0,50 
4.3. Batimentos cardiofetais (135-140bpm). 0 0,50 
4.4. Altura uterina na curva de crescimento. 0 0,50 
5. Orientações e Explicações 
5.1. Sobre o trabalho de parto e os direitos da parturiente. 0 0,50 
5.1.1. Intervalo de contrações. 0 0,50 
5.1.2. Perda de sangue ou secreção muco-sanguinolenta. 0 0,50 
5.1.3. Perda de líquido (rotura da bolsa). 0 0,50 
5.1.4. Direito a livre escolha de acompanhante, inclusive marido, no trabalho de parto 
e no parto. 
0 0,50 
5.1.5. Explica que a indicação do tipo de parto é uma conduta médica. 0 0,50 
5.1.6. Explica os riscos e benefícios do parto normal e do cesariano. 0 0,50 
6. Atitude 
6.1. Escuta atentamente. 0 0,25 
6.2. Interage com respeito à paciente. 0 0,25 
6.3. Tranquiliza a paciente, esclarecendo dúvidas. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 2 – CLÍNICA MÉDICA 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está de plantão na Unidade de Pronto Atendimento, quando é chamado para atender um paciente trazido por familiares. O paciente foi 
vítima de queimadura de cerca de 50% da superfície corporal por combustão de gasolina ao tentar acender uma churrasqueira. 
A – Via aérea pérvia, sem sinais de trauma de laringe, sem desvio de traqueia, mas apresenta escarro carbonáceo. 
B – SPO2 95% em ar ambiente, sem sinais de esforço respiratório. 
C – PA: 155x95mmHg. FC: 102bpm. Abdome flácido e doloroso devido a queimaduras de segundo grau. Pelve estável. 
D – ECG 15; agitado. Movimentação dos membros presentes. 
E – Exposição total e proteção contra hipotermia com manta térmica. 
Avaliação secundária: queimadura de segundo grau em cerca de 50% da superfície corporal. 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Conduta adequada para o caso em questão.
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO INDICAR INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL E SOLICITAR A AJUDA DO ENFERMEIRO. 
Descreva o procedimento. 
IMPRESSO 2 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO SOLICITAR MATERIAL PARA FIXAÇÃO DA CÂNULA. 
Considere o tubo fixado. 
IMPRESSO 3 
SÓ ENTREGAR ESSE IMPRESSO SE O CANDIDATO SOLICITAR QUE O PACIENTE SEJA CONECTADO A UM RESPIRADOR. 
Considere que o paciente foi conectado a um respirador. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 2 – INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Indica intubação orotraqueal (caso o candidato assim proceda, entregue-lhe o 
cartão 1); 
0 1,00 
2. Realiza ventilação com máscara e AMBU com oxigénio (02). 
Obs: Considerar adequado apenas se a fixação da máscara for feita com a base para 
baixo, com vedação e ventilação adequadas. 
0 1,00 
3. Monta e checa laringoscópio. 
Obs: Considerar adequado apenas se houve montagem do aparelho e checagem do 
funcionamento da lâmpada. 
0 1,00 
4. Solicita cânula de tamanho adequado (número 7,5 a 9,0). 0 0,50 
5. Checa o balonete (cuff) da cânula. 
Obs: Considerar se o balonote (cuff) foi insuflado a esvaziado. 
0 0,50 
6. Segura o laringoscópio com a mão não dominante. 0 0,50 
7. Posiciona o laringoscópio no local correto: rima bucal á direita do manequim, afasta 
a língua e expie adequadamente. 
0 0,50 
8. Solicita o tubo orotraqueal sem desvio do olhar da cavidade orotraqueal do 
manequim, manuseando o tubo com a mão dominante e o introduzindo sob visão 
direta da via aérea. 
0 1,00 
9. Solicita insuflação do balonete (cuff) após passagem do tubo orotraqueal. 0 1,00 
10. Realiza a checagern clinica da posição da cânula, auscultando em 3 pontos: 
epigástrio; pulmão direito (ápice ou base); pulmão esquerdo (ápice ou base). 
0 1,00 
11. Evidencia-se a expansão de ambos pulmões mediante ventilação com AMBU. 0 0,50 
12. Solicita material para fixação da cânula (caso o candidato assim proceda 
entregue-lhe o cartão 2). 
0 0,50 
13. Solicita que o paciente seja conectado a um respirador (caso o candidato assim 
proceda entregue-lhe o cartão 3). 
0 0,75 
14. Interage respeitosamente com o(a) enfermeiro(a). 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 3 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Mulher chega na Unidade Básica de Saúde, para ser atendida com um recém-nascido de 9 dias de vida. Ela se queixa que estava com diarréia 
líquida e que tinha perdido de peso. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as tarefas a seguir: 
• Realize o atendimento, lembrando que essa é a primeira consulta. 
• Tire as dúvidas da mãe quanto as orientações sobre o caso como: 
 • Queixas e dúvidas; 
• Amamentação e alimentação; 
• Crescimento e desenvolvimento; 
• Calendário vacinal; 
• Prevenção de acidentes; 
• Programação de puericultura. 
 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
PESO DO RN 
Peso ao nascer: 3kg 
Peso na consulta hoje dia 10 de outubro: 2,7kg 
IMPRESSO 2 
A MÃE PERGUNTA PARA VOCÊ SE ELA PODERIA DAR CHÁ PARA O RN, PORQUE ACHA QUE A CRIANÇA TEM CÓLICA E ENTÃO 
CHORA MUITO POR ISSO 
Qual é sua orientação mediante a afirmação da mãe ? 
IMPRESSO 3 
SE O CANDIDATO QUESTIONAR SOBRE AS VACINAS: ENTREGAR 
Hepatite B e BCG feitas ao nascer. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA E ALEITAMENTO MATERNO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADOTREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhimento 
1.1. Identifica-se á mãe do RN como médico e a cumprimenta. 0 0,25 
1.2. Solicita dados de identificação da criança (data de nascimento, nome) e o cartão 
da criança. 
0 0,75 
2. Anamnese 
2.1. Investiga o motivo de consulta e os hábitos intestinais do RN (número e aspecto 
das evacuações, ocorrência de cólicas). 
0 1,00 
2.2. Investiga como ocorreu o parto e as condições da criança ao nascer (idade 
gestacional. choro ao nascer, respiração, tônus, cianose), buscando confirmar o 
APGAR descrito na ficha de informações da criança. 
0 1,00 
2.3. Investiga a adequação do aleitamento materno (produção de Ieite, qualidade da 
mamada). 
0 1,00 
2.4. Investiga uso de mamadeiras, chupetas, chãs, agua, formulações infantis (pelo 
menos 3). 
0 1,00 
2.5. Investiga se a criança tornou as vacinas (BCG e Hepatite B). 0 2,00 
3. Orientações à mãe do RN 
3.1. Orienta a mãe sobre aleitamento materno exclusivo, em livre demanda e a 
tranquiliza sobre, as evacuações Iíquidas, cólicas e perda de peso do RN. 
0 1,00 
3.2. Orienta sobre os cuidados gerais (banho, queda do umbigo, higiene da região 
perianal, sono) e sobre retornos, destacando periodicidade e calendário de vacinação. 
0 0,50 
3.3. Pergunta se a mãe tem alguma dúvida sobre o que lhe foi explicado. 0 0,50 
4. Atitude 
4.1. Comunica-se com linguagem acessível. 0 0,25 
4.2. Escuta atentamente a mãe do RN. 0 0,25 
4.3. Interage com respeito à mãe do RN. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 4 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente do sexo feminino, 28 anos de idade, vai até a consulta na Unidade Básica de Saúde em que você é o(a) médico(a) refer indo alguns 
episódios de dor em região de hipocôndrio direito após alimentações gordurosas. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Anamnese direcionada a queixa principal da paciente. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 4 – CÓLICO BILIAR 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Apresenta-se ao paciente como médico. 0 0,25 
2. Solicita a identificação do paciente. 0 0,25 
3. Indaga o respeito do local de origem da dor. 0 0,50 
4. Indaga a respeito do tipo da dor. 0 0,50 
5. Investiga irradiação da dor. 0 0,25 
6. Indaga a respeito do tempo de inicio da dor. 0 0,50 
7. Indaga a respeito da duração da dor. 0 0,50 
8. Indaga a respeito dos fatores agravantes da dor. 0 0,50 
9. Indaga a respeito dos fatores atenuantes da dor. 0 0,50 
10. Indaga a respeito da ocorrência de febre ou calafrio. 0 0,50 
11. Investiga a respeito da perda de peso ou ocorrência de anorexia. 0 0,50 
12. Investiga a ocorrência de náuseas, vômitos ou hematêmese (pelo menos dois). 0 0,50 
13. Indaga a respeito da ocorrência de constipação, diarreia ou sangramento retal
(pelo menos dois).
0 0,50 
14. Indaga a respeito da ocorrência de icterícia. 0 0,25 
15. Indaga a respeito da ocorrência de disúria, oligúria, coluria (pelo menos dois). 0 0,50 
16. Indaga a respeito da existência de antecedentes patológicos (hipertensão e
diabetes mellitus – pelo menos dois).
0 0,50 
17. Indaga sobre o uso de medicamentos. 0 0,50 
18. Indaga a respeito da existência de antecedentes familiares (estado de saúde,
causa de óbito no pai e na mãe – pelo menos dois).
0 0,50 
19. Indaga a respeito dos hábitos de vida (alimentação, exercícios físicos, fumo – pelo
menos dois).
0 0,50 
20. Indaga a respeito do uso de drogas (álcool, drogas ilícitas – pelo menos dois). 0 0,50 
21. Indaga sobre hospitalizações e/ou cirurgias anteriores. 0 0,50 
22. Valoriza a queixa do paciente e mostra-se compassivo com a dor que ele
apresenta.
0 0,25 
23. Interage de forma respeitosa e empática com o paciente. 0 0,25 
NOTA: 
Anotações: 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
 
 
 
 
• IMC x Idade (Entre percentil 97 e 99,9) 
• Velocidade de crescimento (5cm/ano) 
• Peso x Idade (Z score entre +2 a +3) 
• Estatura x Idade (Entre percentil 3 e 15) 
IMPRESSO 4 
PLOTAGEM GRÁFICA 
ESTAÇÃO 5 – PEDIATRIA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente chega no ambulatório de uma UBS para mais uma consulta de puericultura, com seu filho de 7 anos de idade, se queixando que ele é o 
menor da sala e também não para de ganhar peso. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento; 
• Dar as orientações necessárias para esse caso. 
 
OBSERVAÇÕES: 
• Não fazer exame físico; 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO CASO: 
• Ao pedir os dados de exame físico, e plotar nos gráfico de idade/peso, idade/estatura, e idade/IMC. Realmente é pequeno pra idade. 
Perguntei sobre a altura do pai e dela, os dois eram baixos. 
• No exame físico tinha um Tanner 1, no gráfico de peso/estatura ele esta obeso. 
• Ao perguntar a mãe sobre os hábitos alimentares, ela disse que ele só queria comer hambúrguer e refrigerante e a criança está obesa. 
• Cartão de vacina = desatualizadas. 
IMPRESSO 2 
SINAIS VITAIS 
• Ectoscopia: sem alterações 
• BEG; 
• PA = (adequada para idade); 
• FC = 95bpm; 
• FR = 19irpm; 
• SatO2 = 98% em ar ambiente; 
• Temperatura = 36,7°C; 
• Peso= 35kg; 
• Estatura = 119cm; 
IMPRESSO 3 
AO SER QUESTIONADO SOBRE QUE ALTURA A CRIANÇA VAI TER: FAZER O ALVO GENÉTICO 
Alvo genético: estatura do pai (1,70cm) + estatura da mãe (1,45) + 13 ÷ 2 = 164cm 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 5 – PUERICULTURA COM AVALIAÇÃO DO 
CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO (OBESIDADE) 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
Acolhimento 
1. Identifica-se e cumprimenta adequadamente a mãe. 
2. Escuta com atenção e respeito a queixa da mãe sobre o crescimento do filho . 
Anamnese 
3. Solicita o cartão da criança a verifica imunizações e registres de peso e estatura. 
4. Investiga e rotina alimentar da criança (horários, tipos de alimentos, ingestão de 
líquidos, frutas e verduras) 
 
5. Investiga atividades realizadas pela criança (horário de ida á escola, pratica de 
atividade física; horário de dormir e de acordar) . 
 
6. Questiona sobre a altura dos pais da criança. 
Aconselhamento 
7. Reconhece e explica adequadamente o crescimento normal. 
8. Reconhece e explica adequadamente os fatores relacionados ao crescimento 
(ausência de antecedentes mórbidos, velocidade de crescimento mantida no gráfico e 
estatura dos pais). 
 
9. Reconhece e explica adequadamente o quadro de obesidade. 
10. Reconhece e explica adequadamente os fatores associados ao desenvolvimento 
da obesidade (desmente precoce, dieta desequilibrada, sedentarismo e antecedentes 
familiares). 
 
11. Orienta sobre a necessidade de realização de reeducação alimentar ou dieta. 
12. Orienta sobre a prática de atividade física. 
13. Orienta sobre a necessidade de a criança realizar consultas periodicamente para 
dar prosseguimento á medição de peso e estatura. 
 
14. Expressa-se com clareza e segurança. 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Paciente do sexo masculino, 53 anos de idade, chega na Unidade Básica de Saúde onde você atua como o(a) médico(a) relatando q ue quer 
cuidar da sua saúde da melhor forma possível, pois no dia anterior foi a uma ação social onde foi aferida sua pressão arterial e estava alta. 
PA do pacientena triagem = 140/90mmHg. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize a anamnese; 
• Verbalize as recomendações proposta para o caso descrito. 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 6 – HIPERTENSÃO ARTERIAL + RASTREIOS 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CLÍNICA MÉDICA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhimento 
1.1. Apresenta-se ao patente corno médico. 0 0,25 
2. Dados do paciente 
2.1. Solicitar dados de identificação do paciente (nome completo, idade, estado civil e 
profissão). 
0 0,50 
3. Anamnese 
3.1. Pergunta o motivo da consulta. 0 0,50 
3.2. Investiga antecedentes pessoais. 0 0,50 
3.3. Investiga antecedentes familiares. 0 0,50 
3.4. Investiga hábitos alimentares. 0 0,50 
3.5. Investiga realização e frequência de atividade física. 0 0,50 
3.6. Investiga tabagismo. 0 0,50 
3.7. Investiga uso de álcool. 0 0,50 
3.8. Investiga uso de drogas ilícitas. 0 0,50 
3.9. Investiga atividade sexual 0 0,50 
3.10. Investiga qualidade do sono. 0 0,50 
3.11. Investiga realização de PSA ou consulta a urologista l toque retal para avaliação 
da próstata. 
0 0,50 
4. Recomendações médicas 
4.1 Informa o paciente sobre a necessidade de reavaliação da medida de pressão 
arterial em outra consulta, mesmo na ausência de sintomas para a confirmação do 
diagnóstico de hipertensão arterial. 
0 0,50 
4.2. Solicita dosagem da glicemia de jejum para rastrearnento de diabetes. 0 0,50 
4.3. Solicita o perfil lipídico (colesterol e frações, triglicerídeos) para rastreamento do 
risco cardiovascular. 
0 0,50 
4.4. Solicita dosagem da creatinina sérica e do exame sumário de urina (urina tipo 1) 
para rastreamento de doenças do rim. 
0 0,50 
4.5. Não solicita exames desnecessários: monitorização ambulatorial de pressão 
arterial (MAPA), ecocardiograma, teste ergornétrico. 
0 0,50 
4.6. Recomenda ou solicita e realização de pesquisa de sangue oculto nas fezes ou 
de colononoscopia para rastreamento de câncer de intestino. 
0 0,50 
5. Atitude 
5.1. Comunica-se com linguagem acessível. 0 0,25 
5.2. Escuta atentamente o paciente. 0 0,25 
5.3. Interage com respeito ao paciente. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) de plantão em uma Unidade de Pronto Atendimento, e chega um paciente do sexo masculino de 19 anos que t eve um 
acidente com arma branca em membro superior direito de aproximadamente 7cm de diâmetro. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realize o atendimento; 
• Realize as orientações e prescrição para o caso em questão; 
• Verbalize os procedimentos indicados, se houver necessidade. 
OBSERVAÇÃO: 
• Não há necessidade de realizar exame físico. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
FERIDA 
 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 7 – SUTURA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE CIRURGIA GERAL 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Demonstração das etapas do processo e da técnica de antissepsia local 
1.1. Calçar as luvas sem risco de contaminação. 0 1,00 
1.2. Segura a gaze com as pinças. 0 0,50 
1.3. Solicita o antisséptico. 0 0,50 
1.4. Indica a região onde a antissepsia deve ser realizada. 0 0,50 
2. Indicação dos locais de infiltração do anestésico local 
2.1 Aponta locais de Infiltração (bordas da fenda. e. não, na área cruenta 0 1,00 
3. Realizaçao de sutura no ferimento com dois pontos simples por meio a instrumental 
3.1. Escolhe e utiliza porta-agulha (e. não, a pinça Kelly). 0 0,50 
3.2. Escolhe e utiliza a pinça dente de rato (e. não, a pinça anatómica). 0 0,50 
3.3. Escolhe e utiliza fio mononylon 4.0 (e. não. fio catgut 4.0). 0 0,50 
3.4. Realiza sutura sem contaminação (não deve permitir que o instrumental ou suas 
mãos toquem fora do campo estéril). 
0 1,00 
3.5. Realiza a sutura com a adequada aproximação das bordas. 0 0,50 
4. Realização adequada das orientações/prescrição 
4.1. Prescreve vacinação contra tétano. 0 1,00 
4.2. Prescreve cuidados com a ferida (deixar descoberta depois de 24 h e evitar 
passar soluções sobre aferida). 
0 1,00 
4.3. Prescreve que a retirada de pontos deve ser realizada nos próximos 7 e 10 dias. 0 1,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 
 
ESTAÇÃO 8 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) de uma Unidade de Pronto Atendimento e chega uma paciente do sexo feminino, 39 anos com queixa de febre, dor no 
corpo e nos olhos a 3 dias, procurou a emergência pois ficou assustado porque hoje percebeu sangramento gengival e começou a ter muita dor 
abdominal. 
 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Ler o impresso 1; 
• Realizar anamnese direcionada; 
• Realizar exame físico direcionado; 
• Dar a hipótese diagnóstica para o caso; 
• Realizar a conduta terapêutica adequada. 
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DO PACIENTE: 
• Paciente refere que a 3 dias iniciou febre, cefaleia e dor atrás dos olhos, hoje mais cedo observou piora e também o aparecim ento de 
uma dor abdominal intensa (8/10) e ao escovar os dentes, observou sangramento gengival. 
• Teve 1 episódio de vômito bilioso ontem. 
• Está em uso de Paracetamol, que estava aliviando a dor e a febre, mas de ontem para hoje não está mais resolvendo. 
• Nega comorbidades, alergias ou outros sintomas. 
• Relata que seu vizinho estava com sintomas parecidos, porém mais leves. 
• Nega água parada em casa. 
IMPRESSO 2 
SE O CANDIDATO PEDIR DADOS DE SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO: ENTREGAR 
SINAIS VITAIS: 
• PA 110 x 60mmHg; 
• FC = 95bpm; 
• FR = 20irpm; 
• SPO2 = 97% em ar ambiente; 
• Temperatura = 38,2ºC. 
 
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia: paciente desidratada ++/4+, hipocorada ++/4+ com exantema maculopapular em tronco; 
• Linfonodos: ausentes; 
• Aparato cardiovascular: RCR 2T BNF; 
• Aparato respiratório: MVUA sem ruídos adventícios; 
• Abdome: Inspeção (levemente distendido), Ausculta (RHA normais), Palpação (dor abdominal difusa sem sinais de irritação peritoneal 
e presença de massa palpável a 2cm do rebordo costal direito = Hepatomegalia), Percussão (sem alterações) ; 
• MMII: sem lesões ou edemas. 
 IMPRESSO 3 
SE O CANDIDATO PEDIR PROVA DO LAÇO: ENTREGAR 
 
Prova do laço: 30 petéquias (POSITIVA) 
 IMPRESSO 4 
SE O CANDIDATO PEDIR NS1 OU SOROLOGIA PARA DENGUE: ENTREGAR 
 
Teste rápido (NS1): positivo 
Sorologia para dengue: não disponível na unidade 
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 8 – DENGUE HEMORRÁGICA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhimento 
1.1. Apresenta-se e cumprimenta a paciente. 0 0,25 
1.2. Solicita dados de identificação da paciente (pelo menos nome e idade). 0 0,75 
2. Anamnese 
2.1. Investiga a ocorrência e o inicio dos sintomas (febre, adinamia, mialgia, tontura, 
cefaleia, dor retro-orbitária, tosse seca, diarreia, dor abdominal e vômitos - pelo 
menos cinco -). 
0 1,00 
2.2. Investiga características da febre (intensidade, duração, periodicidade, calafrios). 0 1,00 
2.3. Investiga evolução da dor abdominal e vómitos. 0 0,50 
2.4. Investiga outros sinais de alerta para gravidade da febre hemorrágica de dengue 
(sangramentos,sonolência e irritabilidade, diminuição da diurese, baixa de 
temperatura, desconforto respiratório - pelo menos três -). 
0 0,50 
2.5. Investiga o uso de medicamentos antitérmicos (salicilatos, dipirona). 0 1,00 
2.6. Investiga risco epidemiológico (casos de dengue na vizinhança ou no trabalho). 0 0,50 
3. Hipótese diagnóstica, Conduta imediata e Comunicação à paciente 
3.1. Explica à paciente de modo compreensível a suspeita diagnóstica de dengue 
hemorrágica. 
0 2,00 
3.2. Explica é paciente de modo compreensível os exames solicitados (hemograma 
com plaquetas). 
0 0,50 
3.3. Explica a paciente a necessidade de reposição volêmica l hidratação vigorosa. 0 0,50 
3.4. Explica à paciente a necessidade de observação por 24h. 0 0,50 
4. Atitude 
4.1. Escuta atentamente a paciente. 0 0,50 
4.2. Interage com respeito à paciente. 0 0,50 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você é o(a) médico(a) de um Hospital de 2° nível e recebe uma paciente do sexo feminino, 29 anos, com queixa de dor pélvica a 1 semanas com 
piora nas últimas 48 horas. 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Ler o impresso 1;
• Realize o atendimento da paciente;
• Faça a interpretação do exame físico e verbalize os achados;
• Dar o diagnóstico;
• Solicitar exames complementares para diagnóstico, se houver necessidade.
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
INFORMAÇÕES DA PACIENTE: 
• Paciente com cólica a 1 semana, que piorou a 2 dias (intensidade 8/10), apresentando febre a fazendo procurar o hospital.
• Refere dor durante relação sexual (dispareunia), ardência ao urinar (disúria) e corrimento purulento.
• DUM (há 2 semanas, ciclo e fluxo menstrual normal);
• Solteira .
• Não tem filhos, em uso de ACO e parceiros fazem uso de preservativo durante as relações.
• Papanicolau em dia e sem alterações (último realizado aos 28 anos).
• Nega uso de medicações, alergias e comorbidades.
IMPRESSO 2 
SE O CANDIDATO PEDIR SINAIS VITAIS E EXAME FÍSICO: ENTREGAR 
SINAIS VITAIS: 
• PA = 120x80mmHg;
• FC = 91bpm;
• FR = 15irpm;
• SPO2 = 98% em ar ambiente;
• Temperatura = 38,0°C.
EXAME FÍSICO: 
• Ectoscopia geral: fascie dolorosa;
• Aparato cardiovascular: RCR 2T BNF;
• Aparato respiratório: MVUA sem ruídos adventícios;
• Abdome: Inspeção (sem alterações); Ausculta (RHA um pouco diminuídos); Palpação (doloroso a palpação profunda em hipogástrico
e fossas ilíacas, sem sinais de irritação peritoneal); Percussão (sem alterações);
• MMII: sem lesões ou edemas.
IMPRESSO 3 
SE O CANDIDATO SOLICITAR EXAME ESPECULAR E TOQUE VAGINAL: ENTREGAR 
• Exame especular: presença de leucorreia purulenta saindo do orifício cervical com hiperemia da cérvice uterina.
• Toque vaginal bimanual: colo fechado com dor intensa a mobilização do colo.
IMPRESSO 4 
EXAMES COMPLEMENTARES 
• Hemograma: Hb: 12 (Ref. 12-16), Ht: 41 (Ref. 36-48), Leucócitos: 15.000 (Ref. 3.700-10.000), Plaq: 240.000 (Ref. 150.000-450.000);
• PCR e VHS (positivos);
• Testes rápidos HIV, Sífilis e Hepatite B e C (negativos);
• Pesquisa para Gonococo e Clamídia na endocérvice (positiva);
• USG TV (liquido livre restrito a pelve sem presença de abscesso tubo-ovariano);
• B-HCG: Negativo.
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
 
 
ESTAÇÃO 9 – DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Acolhimento 
1.1. Identifica-se à paciente como médico e a cumprimenta. 0 0,25 
1.2. Solicita dados de identificação da paciente (pelo menos dois: idade, nome, 
estado civil e profissão). 
0 0,25 
2. Anamnese e Interpretação do exame físico 
2.1. Investiga época de início e evolução da dor. 0 0,25 
2.2. Investiga tipo de dor (cólica, continua etc.). 0 0,25 
2.3. Investiga localização e irradiação da dor. 0 0,25 
2.4. Investiga intensidade da dor e sua evolução. 0 0,25 
2.5. Investiga a relação entre dor e relação sexual (dispareunia) e a época da última 
relação sexual. 
0 0,25 
2.6. Investiga a ocorrência de febre. 0 0,25 
2.7. Investiga a presença e características de corrimento vaginal (pelo menos dois: 
cor, odor, quantidade). 
0 0,25 
2.8. Investiga a ocorrência de prurido vaginal. 0,25 
2.9. Investiga (alterações urinárias menos dois: polaciúria, disúria, alterações da cor 
ou do odor da urina). 
0 0,25 
2.10. Investiga adinamia ou disposição para o trabalho e alteração do apetite. 0 0,25 
2.11. Investiga a presença de sangramento vaginal. 0 0,25 
2.12. Investiga características do ciclo menstrual e data da última menstruação. 0 0,25 
2.13. Investiga antecedentes de DST ou de doença inflamatória pélvica. 0 0,25 
2.14. Investiga comportamento sexual (pelo menos dois: número de parceiros, 
frequência de relações, uso de preservativo, ocorrência de DST nos parceiros). 
0 0,50 
2.15. Investiga antecedentes gestacionais (gestações, abortos) e método 
contraceptivo. 
0 0,50 
2.16. Investiga data e achados da última consulta ginecológica: Investiga a realização 
de prevenção de câncer de colo do útero e seu resultado. 
0 0,25 
2.17. Investiga uso de DIU e complicações decorrentes do seu uso. 0 0,25 
2.18. Investiga relação sexual durante o podado menstruei (fator de risco para doença 
inflamatória pélvica). 
0 0,25 
2.19. Explica a necessidade de toque vaginal bimanual e informa a paciente do seu 
resultado. 
0 0,25 
2.20. Explica a necessidade de exame especular e informa a paciente do seu 
resultado. 
0 0,25 
3. Hipóteses diagnósticas 
3.1. Formula hipótese diagnóstica de doença inflamatória pélvica, abscesso tubo- 
ovariano ou abscesso pélvico (pelo menos um dos três). 
0 2,00 
4. Solicitação de exames complementares para o diagnóstico 
4.1. Solicita peto menos dois dos seguintes exames complementares: hemograma 
completo, proteína C reativa, sumário de urina, ultrassonografia pélvica ou 
abdominopélvica ou transvaginal e teste de gravidez. 
0 1,50 
5. Atitude 
5.1. Escuta atentamente a paciente. 0 0,25 
5.2. Interage com respeito á paciente. 0 0,25 
 NOTA: 
Anotações: 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
 _ _ _ _ _ _ _ 
ESTAÇÃO 10 – PEDIATRIA 
INSTRUÇÕES PARA O(A) PARTICIPANTE 
CENÁRIO DE ATUAÇÃO 
Você está em uma sala de parto para fazer a recepção de um rescém nascido. Avalie e trace a conduta adequada. 
Nos próximos 10 minutos, deverão ser realizadas as seguintes tarefas: 
• Realizar o atendimento do recém-nascido;
• Avaliar parâmetro de vitalidade;
• Informar a mãe;
IMPRESSOS ENTREGUES DURANTE A ESTAÇÃO: ↓ 
IMPRESSO 1 
SE OFERECER OXIGÊNIO SOB MASCARA FACIAL: ENTREGAR ESSE IMPRESSO 
• A termo;
• Chorando;
• Reativo (com tonus)
• Saturando = 95% em ar ambiente;
• FC = 101bpm;
• Cianótico em extremidades (cianose periférica); → Após ofertar oxigênio houve melhora da cianose.
IMPRESSO 2 
SE SUSPENDER GRADATIVAMENTE A OFERTA DE OXIGÊNIO: ENTREGAR ESSE IMPRESSO 
Calcule o boletim de APGAR do paciente 
• A termo;
• Chorando;
• Reativo (com tonus)
• Saturando = 95% em ar ambiente;
• FC = 120bpm;
• Róseo;
Lembrando que as informações acima foram reconstruídas em base ao padrão esperado de procedimentos! 
ESTAÇÃO 10 – ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO 
PADRÃO ESPERADO DE PROCEDIMENTO NA ESTAÇÃO DE PEDIATRIA 
ITENS DE DESEMPENHO AVALIADOS DESEMPENHO OBSERVADO TREINO 
Inadequado Parcialmente 
adequado 
Adequado 
1. Procedimento antes de receber o recém-nascido
1.1. Lava as mãos. 0 0,50 
1.2. Calça as luvas. 0 0,50 
2. Procedimentos ao receber o recém-nascido
2.1. Coloca o recém-nascido sob fonte de calor. 0 1,00 
2.2. Posiciona-se atrás do recém-nascido e coloca a cabeça do recém-nascido 
voltada para si. 
0 1,00 
2.3. Posicionaa cabeça do recém-nascido em discreta extensão ao pescoço. 0 1,00 
2.4. Aspira a boca do recém-nascido. 0 1,00 
2.5. Aspira as narinas do recém-nascido. 0 1,00 
2.6. Mantém o recém-nascido seco e protegido pelos campos. 0 1,00 
3. Procedimentos de recepção do recém-nascido
3.1. Avalia a respiração do recém-nascido. 0 0,50 
3.2. Avalia a frequência cardíaca do recém-nascido. 0 0,50 
3.3. Avalia a cor do recém-nascido. 0 0,50 
3.4. Oferece oxigênio inalatório a 100% sob máscara facial (EXAMINADOR 
ENTREGA O IMPRESSO 1). 
0 0,50 
4. Procedimentos após melhora quanto à cianose
4.1. Suspende, gradativamente a oferta de oxigênio inalatório (EXAMINADOR 
ENTREGA O IMPRESSO 2). 
0 0,50 
4.2. Calcula o boletim de APGAR. 0 0,50 
NOTA: 
Anotações: 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
_ _ _ _ _ _ _ 
	JUNTOS VENCEREMOS O INEP
	Cronograma
	Semana 3
	Semana 5
	Semana 7
	Semana 9
	Semana 11
	Semana 12
	Semana 13 e 14
	Como realizar os procedimentos?
	Trauma
	Toracotomia/ Drenagem
	Retirada do dreno:
	FAST
	Intubação Orotraqueal
	Drenagem de Abscesso
	Semiologia abdominal
	Inserção de DIU
	Colpocitologia/exame especular
	Prova do laço
	Pre natal
	Macetes para o atendimento
	Mnemônico para CARDIOVERSÃO ELÉTRICA: I – Informar
	ARTROCENTESE + TOQUE
	PROVÁVEL PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
	SUPORTE AVANÇADO (ACLS)
	1) APRESENTE-SE, EXPLIQUE O PROCEDIMENTO E PEÇA AUTORIZAÇÃO!!!
	2) TÉCNICA NÃO ESTÉRIL: SÓ NO HOMEM!!!
	3) TÉCNICA ESTÉRIL: É para Homem e Mulher: PARAMENTAÇÃO!
	PASSO-A-PASSO DA DRENAGEM TORÁCICA
	COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS
	MORTE ENCEFÁLICA
	1 – PREPARE-SE PARA ATENDER
	2 – APÓS O NASCIMENTO, FAÇA AS “PERGUNTAS INICIAIS”
	3 – FLUXOGRAMA DA REANIMAÇÃO
	SONDA NASOGÁSTRICA (NSG)
	Check-list Revalida INEP
	JUNTOS VENCEREMOS O INEP
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 1 – LEUCEMIA AGUDA
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (FRATURA EXPOSTA DE TÍBIA)
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – COQUELUCHE
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 4 – SANGRAMENTO UTERINO ANORMAL (SUA)
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – TUBERCULOSE
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – APENDICITE AGUDA
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 8 – CRISE ÁLGICA POR ANEMIA FALCIFORME
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – LIPOTIMIA
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 10 – VIOLÊNCIA DOMÉSTICA/MAUS TRATOS
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 1 – DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (PENETRANTE/SUTURA)
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA COM AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 4 – ECLÂMPSIA
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – DOR CRÔNICA E TRANSTORNO DE ANSIEDADE
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – PNEUMOTÓRAX ESPONTÂNEO
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 8 – OBSTRUÇÃO DE VÍAS AÉREAS
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 10 – RESTAURAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO- PACIENTE APÓS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 1 – HIV + PROTOCOLO SPIKES
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – SUTURA
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – SÍNDROME DE DOWN + PROTOCOLO SPIKES
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 4 – DENGUE NA GESTANTE
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – CEFALEIA (ENXAQUECA)
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 8 – ASMA + USO CORRETO DO ESPAÇADOR
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – VIOLÊNCIA DOMÉSTICA + DEPRESSÃO + IDEAÇÃO SUICIDA
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 10 – TUBERCULOSE PULMONAR
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 1 – DIABETES MELLITUS
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO)
	ESTAÇÃO 4 – AMEAÇA DE ABORTO
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA E ALEITAMENTO MATERNO
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – ENTREVISTA SOBRE HANSENÍASE
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO RECORRENTE
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – ABDOME AGUDO PERFURATIVO (DOENÇA PÉPTICA PERFURADA – PNEUMOPERITÔNEO)
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – VIOLÊNCIA SEXUAL
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 10 – TABAGISMO
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 1 – LOMBALGIA
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – CELULITE
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – ESCARLATINA
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 4 – PRÉ-NATAL + SÍFILIS
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – TUBERCULOSE PULMONAR
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – HIPOTIREOIDISMO
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – TRAUMA (FRATURA DE TÍBIA)
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 8 – ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 1 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – TRAUMA (QUEIMADURA)
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – MENINGITE MENINGOCÓCCICA
	ESTAÇÃO 4 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 4 – PARTO + DISTÓCIA DE OMBRO
	ESTAÇÃO 5 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 5 – ATENÇÃO DOMICILIAR + OBESIDADE
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – SUTURA
	ESTAÇÃO 8 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 8 – ICTERICIA NEONATAL
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – INFERTILIDADE
	ESTAÇÃO 10 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 10 – ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
	ESTAÇÃO 1 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 1 – PRÉ-ECLÂMPSIA
	ESTAÇÃO 2 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 2 – COMPLICAÇÃO NO PÓS-OPERATÓRIO
	ESTAÇÃO 3 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA + ALEITAMENTO MATERNO
	ESTAÇÃO 4 – MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 4 – AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE
	ESTAÇÃO 5 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 5 – INFARTO DO MIOCÁRDIO EM PAREDE ANTERIOR
	ESTAÇÃO 6 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 6 – GRAVIDEZ TUBÁRIA ROTA (DISTÚRBIO DA COAGULAÇÃO) + ÓBITO
	ESTAÇÃO 2 – INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
	ESTAÇÃO 3 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 3 – PUERICULTURA E ALEITAMENTO MATERNO
	ESTAÇÃO 4 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 4 – CÓLICO BILIAR
	ESTAÇÃO 5 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 5 – PUERICULTURA COM AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO (OBESIDADE)
	ESTAÇÃO 6 – CLÍNICA MÉDICA
	ESTAÇÃO 6 – HIPERTENSÃO ARTERIAL + RASTREIOS
	ESTAÇÃO 7 – CIRURGIA GERAL
	ESTAÇÃO 7 – SUTURA
	ESTAÇÃO 8 – MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE
	ESTAÇÃO 8 – DENGUE HEMORRÁGICA
	ESTAÇÃO 9 – GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	ESTAÇÃO 9 – DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA
	ESTAÇÃO 10 – PEDIATRIA
	ESTAÇÃO 10 – ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDOsem interrupções desnecessárias, não
cruzar os braços).
- Investiga sinais e sintomas de forma direcionada e com linguagem acessível.
Características (início, duração, intensidade, fatores de alívio e de piora). 
- se febre (se verificada com termômetro, dia de início, se mais intenso em algum horário do dia,
associação com calafrios ou sudorese, fatores de alivio e piora).
- se tosse (frequência, duração, produtiva ou seca, presença de sangue ou não, sintomas
associados como dispneia ou rouquidão).
- se dor (local, tempo, aparecimento, se melhora com medicação, se piora com algo).
Investiga hábitos (alimentação, fuma, bebe, sedentarismo, drogas, sono)
- se fuma (há quanto tempo, quantos cigarros por dia).
- se bebe (frequência, quantidade).
- Investiga antecedentes pessoais (doenças prévias, has, dm, hiv, cardiopatias, câncer,
medicações de uso continuo, cirurgias prévias).
- Investiga antecedentes familiares (dm, has, câncer, tbc, e queixas similares ao pct).
- Pergunta se o paciente tem algo mais para te falar
Solicita exame físico 
Lava mãos, pa, fc, fr, ausculta, palpação, altura, peso, imc, temperatura, manobras específicas. 
Exemplo: meningite (kerning, brudzinsk) apendicite (rovsing, blumberg), hérnia (valsava), asma 
(tiragem costal), dengue (prova do laço), entre outros. 
Solicita exames complementares - se necessário, direcionados à sua hipótese diagnóstica. 
- RX (dizer se de tórax ou etc), tc, glicemia jejum (dm), colesterol total, hdl, ldl, triglicerídeos, anti
hiv, vdrl (sífilis), sorologias especificas, baciloscopia 2 amostras (tbc), ppd (tbc), hemograma
completo (vários), punção liquor (meningite, sífilis congênita), usg, angiotomografia (tep),
parasitológico, eda, paaf...
- explicar resultados dos exames ao paciente.
- Formula diagnóstico e fazer conduta medicamentosa (comunica ao paciente explicando bem e
com linguagem acessível).
- Faz orientações: orientações especificas, mudança do estilo de vida, dieta, exercícios, deixar
de fumar, diminuir bebidas, orienta sinais de piora do quadro, orienta data de retorno, lavar
mãos, tipo de ambiente ideal, acompanhamentos, uso de preservativos e etc.
Pergunta se o paciente tem alguma dúvida.
2º fase 
30 
Ordem prática obstetrícia: 
- Cumprimenta e se identifica com postura receptiva
- Solicita dados do paciente (nome, idade, estado civil, profissão).
- Pergunta queixa principal (ser cordial, ouvir atentamente sem interrupções desnecessárias, não
cruzar os braços).
- Pergunta se tem algo mais para te falar
- Investiga sinais e sintomas de forma direciona e com linguagem acessível.
Características (início, duração, intensidade, fatores de alivio e de piora) 
- se febre (se verificada com termômetro, dia de início, se mais intenso em algum horário do dia,
associação com calafrios ou sudorese, fatores de alivio).
- se dor (local, tempo, aparecimento, se melhora com medicação, se piora com algo).
- Pergunta se está fazendo o pré-natal (se não, completar ou fazer o pré-natal).
- Pergunta data última menstruação (calcula data do parto e idade gestacional).
- Investiga passado obstétrico (filhos, gestações, partos, abortos, doenças gestacionais).
- Pergunta por alterações desde a última consulta (queixas urinarias, vômitos, náuseas,
sangramentos, cólicas, corrimentos vaginal, cefaleia, edemas).
- Investiga hábitos e antecedentes (alimentação, bebe, fuma, usa drogas, atividade física, uso de
medicações, doenças anteriores, dsts, atividade sexual, parceiros).
- Investiga antecedentes familiares (dm, has, doenças gestacionais, tbc...).
- Solicita o cartão da gestante.
Solicita exame físico: lava mãos, pa, fc, fr, imc, pesa a paciente, ausculta, manobra de leopold, 
altura uterina, peso, busca edemas, temperatura, batimentos cárdio fetais, exame especular 
(gineco-obstétrico), registra dados no cartão da gestante. 
Solicita exames complementares - se necessário, direcionados à sua hipótese diagnóstica. 
- hemograma completo, anti-hiv, vdrl, hbsag, sorologia toxoplasmose, eas, tipagem sanguínea,
fator rh, teste de coombs, glicemia de jejum, usg, usg transvaginal, exame de urina, proteinuria
de 24h, sorologia toxoplasmose (igg, igm, teste avidez)
- explicar resultados dos exames à paciente.
- Formula diagnostico e faz conduta medicamentosa
- Comunica a paciente explicando bem e com linguagem acessível.
- Faz orientações: Orientações especificas, mudança do estilo de vida, dieta, exercícios,
quantidade de consultas do pré-natal, exames obrigatórios, vacinas, orienta sinais de piora do
quadro, orienta data de retorno, lavar mãos, tipo de ambiente ideal, acompanhamentos, e etc...
Pergunta se entendeu tudo e se tem alguma dúvida. 
2º fase 
31 
Ordem prática ginecologia: 
- Cumprimenta e se identifica com postura receptiva
- Solicita dados do paciente (nome, idade, estado civil, profissão).
- Pergunta queixa principal, ser cordial, ouvir atentamente sem interrupções desnecessárias, não
cruzar os braços.
- Pergunta se tem algo mais para te falar
- Investiga sinais e sintomas de forma direciona e com linguagem acessível.
Características (início, duração, intensidade, fatores de alivio e de piora). 
- se febre (se verificada com termômetro, dia de início, se mais intenso em algum horário do dia,
associação com calafrios ou sudorese, fatores de alivio).
- se dor (local, tempo, aparecimento, se melhora com medicação, se piora com algo).
- pergunta sobre corrimentos, disúria, polaciúria, se fezes normais, vômitos, náuseas.
- Investiga (1º relação, dsts, parceiros, atividade sexual, despareunia).
- Investiga data última menstruação, menarca, regularidade dos ciclos menstruais,
características, contracepção, sangramentos, corrimentos, dor, ressecamento.
- Investiga passado obstétrico (filhos, gestações, partos, abortos, doenças gestacionais).
- Investiga hábitos e antecedentes (alimentação, bebe, fuma, usa drogas, atividade física, uso de
medicações, doenças anteriores, alergias).
- Pergunta de consultas ginecológicas habituais, se papanicolau em dia, mamografia.
- Investiga antecedentes familiares (dm, has, ca mama, ca ovário, ca endométrio).
Solicita exame fisico - lava mãos, pa, fc, fr, imc, pesa a paciente, ausculta, peso, busca 
edemas, temperatura, exame especular(gineco-obstetrico), inspeção de vulva, toque vaginal, 
examina as mamas. 
Solicita exames complementares (se necessário, direcionados à sua hipótese diagnostica) 
- hemograma completo, anti-hiv, vdrl, hbsag, sorologia toxoplasmose, eas, tipagem sanguínea,
fator rh, teste de coombs, glicemia de jejum, usg, usg transvaginal, exame de urina, proteinuria
de 24h, sorologia toxoplasmose(igg, igm, teste avidez), mamografia(50-69 anos),
papanicolau(25-64 anos), perfil lipídico, sangue fezes.
- explicar resultados dos exames à paciente.
Formula diagnostico e faz conduta medicamentosa (comunica a paciente explicando bem e com 
linguagem acessível). 
Faz orientações - orientações específicas, mudança do estilo de vida, dieta, exercícios, 
quantidade de consultas do pré-natal, exames obrigatórios, vacinas, orienta sinais de piora do 
quadro, orienta data de retorno, lavar mãos, tipo de ambiente ideal, acompanhamentos, e etc. 
Pergunta se entendeu tudo e se tem alguma 
2º fase 
32 
Ordem para prática pediatria: 
- Cumprimenta e se identifica com postura receptiva a mãe e ao paciente
- Solicita dados do paciente e cartão da criança
- Pergunta queixa principal, ser cordial, ouvir atentamente sem interrupções desnecessárias, não
cruzar os braços, interagir com a mãe.
- Pergunta se a mãe tem algo mais para te falar
Investiga sinais e sintomas de forma direciona e com linguagem acessível.
Características (início, duração, intensidade, fatores de alivio e de piora) 
- se febre (se verificada com termômetro, dia de início, se mais intenso em algum horário do dia,
associação com calafrios ou sudorese, fatores de alivio).
- se tosse (frequência, duração, produtiva ou seca, presença de sangue ou não, sintomas
associados como dispneia ou rouquidão).
- se dor (local, tempo, aparecimento,se melhora com medicação, se piora com algo).
- se exantema (aparecimento, duração, fatores desencadeantes).
- Investiga hábitos e antecedentes (alimentação, horários de escola, atividade física, sono,
vômitos, evacuações, urina, uso chupeta, medicações, doenças anteriores).
Identifica atrasos vacinais
- Investiga antecedentes familiares (dm, has, câncer, tbc, e queixas similares ao pct).
Solicita exame físico 
- lava mãos, pa, fc, fr, ausculta, palpação, olhos, mucosas, prega, altura, peso, imc, temperatura,
registra dados no cartão da criança.
- sempre pedir permissão para a mãe antes do exame físico, e pedir para a mãe despir
completamente o bebê antes do exame e vestir depois.
Solicita exames complementares (se necessário, direcionados à sua hipótese diagnostica) 
- RX (dizer se de tórax ou etc.), tc, glicemia jejum(dm), col, anti hiv, vdrl(sífilis), sorologias
especificas, baciloscopia se >10 anos(tbc), ppd(tbc), hemograma completo(vários), punção liquor
(meningite, sífilis congênita), usg, espirometria e peak flow (asma), swab (faringite), velocidade
crescimento (baixa estatura), avalia gráficos.
- explicar resultados dos exames do paciente para a mãe.
Formula diagnostico e faz conduta medicamentosa (comunica a mãe do paciente explicando 
bem e com linguagem acessível). 
Faz orientações: Orientações especificas, mudança do estilo de vida, dieta, exercícios, medidas 
ambientais em asma, correção da pega em aleitamento, orienta sinais de piora do quadro, 
orienta data de retorno, lavar mãos, tipo de ambiente ideal, acompanhamentos, consultas de 
rotina e etc. 
Pergunta se a mãe entendeu e se tem alguma dúvida 
2º fase 
33 
Ordem prática clínica cirúrgica: 
-Cumprimenta e se identifica ao paciente
-Solicita dados do paciente (nome, idade, profissão).
-Pergunta queixa principal, ser cordial, ouvir atentamente sem interrupções desnecessárias, não
cruzar os braços.
-Investiga sinais e sintomas de forma direcionada e com linguagem acessível.
Características (início, duração, intensidade, fatores de alivio e de piora) 
- se febre (se verificada com termômetro, dia de início, se mais intenso em algum horário).
- se dor (local, tempo, aparecimento, se melhora com medicação, se piora com algo).
- se náuseas, se vômitos, fezes e urina.
-Investiga antecedentes cirúrgicos.
-Investiga antecedentes familiares (dm, has, câncer, tbc, e queixas similares ao pct).
-Pergunta se o paciente tem algo mais para te falar
-Pede permissão para o exame físico
Solicita exame físico - lava mãos, pa, fc, fr, ausculta, palpação, altura, peso, imc, temperatura, 
manobras especificas ex: meningite (kerning, brudzinsk) , apendicite(rovsing, blumberg), 
hérnia(valsava), asma(tiragem costal), dengue(prova do laço), entre outros. 
Solicita exames complementares (se necessário, direcionados à sua hipótese diagnostica) 
- rx(dizer se de tórax, abdome ou etc), tomografia, hemograma completo, usg, angiotomografia
(tep).
- explicar resultados dos exames ao paciente.
Formula diagnostico e fazer conduta medicamentosa 
- antibiótico de necessário.
- hidratação ev, dieta zero, sonda, drenagem, sutura, processos de acordo com a sequência
pedida na estação.
- comunica ao paciente explicando bem e com linguagem acessível.
- se necessário faça todos os procedimentos observando os materiais na mesa ao lado da maca,
use o necessário explicando tudo ao paciente (assepsia, paramentação, anestesia, drenagem e
etc.).
Faz orientações 
Encaminhe para centro especializado se necessário 
Pergunta se o paciente tem alguma dúvida 
2º fase 
34 
Dica para se guiar durante o atendimento: 
Dor: 
Aparição 
Localização 
Intensidade 
Características 
Irradiação 
Ambiente (outros fatores ambientais) 
Atendimento: 
TEmpo 
Caracteristicas (ex: dor – localização, caracterisicas, irradiação, intensidade) 
Outros sintomas 
Nada melhora? Nada piora 
Teve isso antes? 
Alergias/comorbidades/drogas 
Concluir atendimento: 
Chamar responsável/acompanhante quando necessário 
Planejar o acompanhamento 
Marcar retorno ou fazer acompanhamento 
Extrapolar o motivo atual da consulta, e verificar se há indicações de outras intervensões 
Desfazer duvidas 
Na emergência: 
Monitorização 
Oxigenio 
Veia (acesso venoso) 
Glicemia 
Passo a passo anamnese: 
A anamnese tradicional é composta por 10 itens: 
1. Identificação: O participante, para ganhar tempo e se situar quanto à informações básicas do
paciente, deverá perguntar em bloco:
- Nome; - Idade; - Profissão;
Exemplo: “Bom dia/Boa tarde, Meu nome é ....., Médico(a) responsável pelo seu atendimento. 
Sente-se, fique à vontade. Diga-me: seu nome, idade, profissão e estado civil, por gentileza..." 
2. Solicitação de cartão: Ao organizar a solicitação da caderneta de saúde desde o início, você
pontuará de imediato no checklist, se este item estivar constante no mesmo. Estação de PED:
Solicitar caderneta da criança; Estação de GO: Solicitar cartão de pré-natal; Demais estações:
2º fase 
35 
Solicitar cartão de vacinação; Ah, e não esqueça, o cenário de atendimento é de geriatria? Peça 
o cartão de saúde do idoso!
3. Queixa Principal (QP): O candidato deverá perguntar ao paciente o motivo pelo qual ele(a)
busca o atendimento médico.
4. Sintomas associados: para melhor o raciocínio aplique o método: ALICIA FREDUSA
A parição (há quanto tempo?)
L ocalização (Onde se localiza?)
I rradiação (Fica somente nesse local ou irradia?)
Características da dor (Como é a dor?)
Intensidade (de 0 (sem dor) a 10 (maior dor), quanto dói?)
Atenuantes/Agravantes (Tem algo que melhora ou piora a dor?)
FREquência (Primeira vez, ou recorrente?)
DUração (Quanto tempo de dor?)
SA Sintomas Associados (Além da dor, apresenta algo mais?)
5. História da Moléstia Atual (HMA): É importante ter em mente também a
CARACTERIZAÇÃO DOS SINTOMAS! Tais como:
1. Cronologia
2. Localização Corporal
3. Qualidade
4. Quantidade
5. Circunstâncias
6. Fatores agravantes e atenuantes
7. Manifestações associadas
8. Consultas, exames e tratamentos anteriores e resultados obtidos
6. Revisão por órgãos e sistemas (ROS)
7. História Patológica Pregressa: - Doenças prévias; - Gestações e partos; -
Cirurgias/Hospitalizações; - Uso de medicamentos; - Tabagismo/Etilismo/Uso de drogas; -
Alergias;
8. História Familiar
9. História Social/ Hábitos de vida
10. Solicitação do exame físico: explicar e pedir consentimento ao paciente, higienizar as
mãos e se paramentar, realizar procedimento verbalizando a técnica.
2º fase 
36 
Exemplo do que NUNCA se esquecer nos atendimentos: 
- Não se esquecer de notificar dst’s, doenças Infectocontagiosas, violências em geral.
- Contraindicar uso de aines em arboviroses, hemorragias digestivas e uso indiscriminado.
- Sempre incentivar uso de preservativo em GO
- Sempre chamar auxiliar de sala em GO (lembrando- s e d e pedir consentimento para a
paciente).
- Lembrar-se das medidas farmacológicas e não farmacológicas
- Dar nome e agente etiológico dos diagnosticos
- Sindromes febril: fez viagem recente? Contato com enchentes?
- Sempre solicitar cartão da criança, gestante e idoso
- Fazer anotações nos cartões (resultados de exames , ex fisico etc )
- Quem não se move ganha moveg (mermotecnico para casos na emergência)
- Convocar parceiros e ou contactantes
- Se paciente grave: encaminhar para sala vermelha
- Paramentação cirúrgica
- Solicitar rotina de abdomen agudo (obstrutivo e perfurativo), rx de torax pa e perfil e abd em pé
e ortostase
- Sindrome gripal = pedir painel viral
-Ictericia? Investigar coluria e acolia
- Coça? = anti- histaminico, febre? = indica antitérmico, vomito? = indica anti hemético, doi? =
indica analgésico
- Doenças infectocontagiosas? Investiga moradia
- Dor toracica? Solicita eletro, gazo e rx de torax.
- Alguma duvida?
INSTABILIDADE?
MARCA-PASSO 
Atropina 0,5 mg 3/5 min 
Dopa 2-10 mcg/kg/min 
Adrena 2-10 mcg/min 
SIM SIM
NÃO NÃO
QRS ALARGADO? 
SIM
NÃO
Manobra Vagal 
Adenosina 6/12 mg 
B-bloq / bloq Ca
Antiarrítmico 
(Procainamida, Amiod, 
Sotalol) 
OBSERVAÇÃO 
CARDIOVERSÃOSe QRS regular e estreito: 
adenosina 
TAQUI BRADI 
Mnemônico para CARDIOVERSÃO ELÉTRICA: 
I – Informar
S – Sedar
A – Ambusar/analgesia
S – Sincronizar
C – Chocar
ESTAÇÃO: ARRITMIA 
ARTROCENTESE + TOQUE 
ANÁLISE DO LÍQUIDO SINOVIAL 
NORMAL OSTEOARTRITE 
(Não-inflamatório) 
INFLAMATÓRIO 
(Gota e pseudo) SÉPTICO HEMORRÁGICO 
(Trauma) 
Aspecto Transparent
e 
Amarelo citrino Amarelo opaco Amarelo turvo Sanguinolento 
Leucócitos 50.000 200 – 2.000 
% PMN 75% 50 – 75% 
Proteína 1 – 2 g/dL 1 – 3 g/dL 3 – 5 g/dL 3 – 5 g/dL 4 – 6 h/dL 
LDH baixo baixo alto variável Variável 
Glicose 
NORMAL 
(sérica) 
NORMAL 
(sérica) 
ALTA 
(> 25 mg/dL) 
BAIXA 
( 50% do basal
• SpO2 > 95%
• GASO – ALCALOSE RESP
TÉCNICA DE COLETA DE GASOMETRIA 
• TESTE DE ALLEN
• Separar material
• Seringa heparinizada
• Palpar artéria: indicador e médio
• Ângulo de entrada: 45° (artéria superficial)
ou 90° (artéria profunda)
• Movimento único de entrada
• Retirar agulha e pressionar local 5 minutos
INDICAÇÕES DE GASOMETRIA 
• Crise Grave
• PFEsentido longitudinal 
14. Fixação da lâmina com álcool 96% ou polietilenoglicol spray e 
colocação no recipiente 
15. Retirada do espéculo com inspeção das paredes vaginais (fechar, 
rodar e olhar!) e do conteúdo vaginal 
16. Retirada da luva da mão não dominante (lubrificar a luva da mão 
dominante) 
17. Toque vaginal bimanual (atentar para posicionamento correto do 
examinador) 
 ESTAÇÃO: MORTE ENCEFÁLICA 
 
 
 
 
 
COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS 
 
 
 
 
SETTING-UP (preparer o ambiente) 
PERCEPTION (perceber o que o outro sabe do assunto) 
INVITATION (convidar a expor dúvidas) 
KNOWLEDGE (passer o conhecimento da notícia) 
EMOTION (acolher as emoções) 
STRATEGY AND SUMMARY (apontar os próximos passos) 
 ESTAÇÃO: MORTE ENCEFÁLICA 
 
 
 
MORTE ENCEFÁLICA 
1. Identificar causa da morte encefálica (AVC, TCE, tumores 
intracranianos, encefalopatia anóxica) 
2. Afastar causas reversíveis de coma (uso de drogas depressoras 
do SNC, hipotermina) 
3. Exame Clínico (2 exames por médicos diferentes) 
- Coma aperceptivo (sem resposta a estímulo externo) 
- Ausência de reflexos de tronco: Reflexo óculo-motor; 
Reflexo córneo-palpebral; Reflexo óculo-cefálico (“olho 
de boneca”); Reflexo óculo-vestibular (ou vestíbulo 
calórico); Reflexo da Tosse 
- Teste da Apneia 
4. Exame Complementar – ausência de... 
- Circulação Sanguínea Intracraniana ou 
- Atividade Elétrica Cerebral ou 
- Atividade Metabólica Cerebral 
 
 
Faixa Etária Intervalo entre 
exames clínicos Exames Complementares 
7 dias a 2 meses incompletos 48h 2 EEG com Δt 48h 
2 meses a 1 ano incompleto 24h 2 EEG com Δt 24h 
1 ano a 2 anos incompletos 12h Se usar EEG, repetir 2 exames 
com Δt 12h 
> 2 anos 6h Sem restrições 
 
“Hora do último exame = Hora do óbito = Morte perante lei/sociedade/medicina” 
 PBLS / PALS 
 
 
COLAPSO SÚBITO TESTEMUNHADO? 
CHECAR SEGURANÇA DA CENA 
NÃO 
RCP 2’ 
Ajuda e obter DEA 
INICIAR RCP (C-A-B) 
 
1 – SUPORTE BÁSICO DE VIDA PEDIÁTRICO 
 
 
 
 
 
SEM PULSO 
SIM 
 
 
 
 
 
 
 
 
*Quando for socorrista único: gritar por socorro próximo ou acionar ajuda por celular (se apropriado). 
Quando 2 ou mais socorristas: 1 socorrista fica com a vítima, enquanto outro aciona serviço de emergência 
e providencia o desfibrilador. 
 
MANOBRAS “BEBÊS” 
( 10 85 – 95% 
Fonte: PROGRAMA DE REANIMAÇÃO NEONATAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA: CONDUTAS 2013. 
 
DIÂMETRO DA CÂNULA TRAQUEAL 
 3.000g: 4,0 
 
MASSAGEM CARDÍACA 
Profundidade: 1/3 do diâmetro AP do tórax. 
Técnica: dois polegares (alternativa: dois dedos). 
Manter sempre sincronia compressão: ventilação (3:1; 90 movimentos de massagem e 30 
ventilações por minuto). 
 
DROGAS: 
ADRENALINA 
Diluição: 1:10.000 
Via intravenosa: 0,01 – 0,03 mg/kg (corresponde a 0,1 – 0,3 mL/kg). 
Infundir rápido na veia umbilical e, a seguir, infundir 0,5 – 1,0 mL de SF 0,9%. 
Quando a dose for repetida, deve ser de 0,03mg/kg . 
Via traqueal: 0,05 – 0,1 mg/kg (corresponde a 0,5 – 1 mL/kg). 
Infundir diretamente na cânula traqueal e ventilar a seguir. Uso único. 
 
EXPANSORES DE VOLUME: SF 0,9%, RINGER LACTATO ou SANGUE TOTAL 
Dose: 10 mL/kg via IV. 
Infundir o expansor de volume na veia umbilical lentamente, em 5 a 10 minutos. 
 SALA DE SUTURA 
 
 
 
1. TEMPO para suturar? 
R: Corpo e Membros até 6 horas. 
Face e couro cabeludo, 24 horas ou mais. 
 
2. TIPO de fio? 
R: NYLON – monofilamentar, inabsorvível e sintético. 
Preto diferencia do polipropileno (azul). 
 
3. TÉCNICA de sutura? 
R: Ponto simples, chuleio simples, ponto em U horizontal (Wolff), ponto em U 
vertical (Donatti), etc... 
 
4. “TIRAR” o ponto? 
R: Depende da região do corpo. 
 
SIMPLES 
Perco um ponto sem perder a sutura 
 
 
DONATTI 
Longe-longe perto-perto 
CHULEIO 
Contínuo distribui melhor a tensão 
 
 
PONTO EM U (horizontal) 
Fixação de dreno de tórax 
 
 
 
“Primum No Nocere” | Em primeiro lugar, não fazer o mal 
 
 
 SONDA NASOGÁSTRICA (NSG) 
 
 
 
1 – CONTRAINDICAÇÃO? 
2 – ORIENTAR 
3 – MATERIAL 
4 – POSICIONAR 
5 – SONDAR 
6 – CHECAR 
7 – FIXAR 
 
 
 ESTAÇÃO: TÉCNICA PARA INSERÇÃO DE DIU 
 
1 – Apresentar-se à paciente e explicar o procedimento 
2 – Solicitar a presença de auxiliar de enfermagem 
3 – Solicitar que a paciente esvazia a bexiga e coloque 
um avental 
4 – Colocação da paciente em posição ginecológica e 
cobrir a vulva 
5 – Higienizar as mãos 
6 – Descobrir a vulva 
7 – Ligar o foco de luz e iluminar a genitália 
8 – Colocação de luvas estéreis 
9 – Assepsia da vulva 
10 – Introdução do Espéculo de Collins estéril coma 
técnica adequada 
11 – Assepsia do canal vaginal e do colo uterino 
12 – Pinçamento do lábio anterior do colo uterino com 
Pinça de Pozzi estéril 
13 – Histerometria com histerômetro 
14 – Inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU) 
15 – Cortar o fio do DIU, distando 2 cm do colo uterino 
16 – Retirada da Pinça de Pozzi com inspeção do colo 
uterino, vigiando eventuais sangramentos 
17 – Retirada do espéculo vaginal 
 
 
ECOCARDIOGRAMA 
Alterado 

Mais conteúdos dessa disciplina