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CÂNCER DE MAMA
O câncer de mama (CM) representa o segundo tipo de neoplasia maligna mais comum em todo o mundo e o mais prevalente entre as mulheres. 
É uma doença que se desenvolve nas células da mama.
Fatores de risco: A etiologia é multifatorial, resultante da interação de fatores genéticos com estilo de vida, hábitos reprodutivos e meio ambiente. 
Risco alto: Idade avançada, mãe ou irmã com câncer de mama na pré­menopausa, antecedente de hiperplasia epitelial atípica ou neoplasia lobular, suscetibilidade genética comprovada.
Risco moderado: Mãe ou irmã com câncer de mama na pós menopausa, nuliparidade, antecedente de hiperplasia epitelial sem atipia.
Risco baixo: Menarca precoce (≤ 12 anos), menopausa tardia (≥ 55 anos), primeira gestação de termo depois de 34 anos, obesidade, dieta gordurosa, sedentarismo, terapia de reposição hormonal por mais de 5 anos e ingestão alcoólica excessiva.
Sintomas: Os sintomas do câncer de mama podem incluir um nódulo ou espessamento no seio ou na axila, mudanças no tamanho ou forma da mama, secreção mamilar, alterações na pele da mama, como vermelhidão, descamação ou enrugamento, e inversão do mamilo.
Diagnóstico: O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento eficaz do câncer de mama. O diagnóstico geralmente envolve exames de imagem, como mamografia, ultrassom e ressonância magnética, e biópsia para análise do tecido mamário.
Tratamento: O tratamento do câncer de mama pode incluir cirurgia (como mastectomia ou lumpectomia), radioterapia, quimioterapia, terapia hormonal, terapia direcionada e imunoterapia. O plano de tratamento depende do estágio e características individuais do câncer.
CÂNCER DE PROSTATA
O câncer de próstata é uma condição na qual as células cancerosas se desenvolvem na próstata, uma glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, que faz parte do sistema reprodutivo masculino. Aqui estão algumas informações importantes sobre o câncer de próstata:
1. Fatores de Risco: Alguns fatores que podem aumentar o risco de desenvolver câncer de próstata incluem idade avançada, histórico familiar de câncer de próstata, raça (homens afro-americanos têm maior risco), obesidade e exposição a certos agentes cancerígenos.
2. Sintomas: Nos estágios iniciais, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas. À medida que avança, pode causar sintomas como dificuldade em urinar, fluxo urinário fraco ou interrompido, necessidade frequente de urinar, especialmente à noite, presença de sangue na urina ou no sêmen, dor ou desconforto na região pélvica, nas costas ou ao urinar.
3. Diagnóstico: O diagnóstico do câncer de próstata geralmente envolve exames de sangue para medir o nível de antígeno prostático específico (PSA) e exames de imagem, como ultrassom, ressonância magnética e biópsia da próstata para análise das células cancerosas.
4. Estadiamento: O câncer de próstata é estadiado com base no tamanho do tumor, se ele se espalhou para os gânglios linfáticos próximos ou para outras partes do corpo.
5. Tratamento: As opções de tratamento para o câncer de próstata incluem vigilância ativa (monitoramento regular sem tratamento imediato), cirurgia (prostatectomia), radioterapia, terapia hormonal, quimioterapia, terapia direcionada e imunoterapia. O tratamento escolhido depende do estágio e características individuais do câncer, bem como das preferências do paciente.
6. Prevenção: Alguns estudos sugerem que uma dieta saudável, rica em frutas, vegetais e grãos integrais, e pobre em gorduras saturadas e trans, pode ajudar a reduzir o risco de câncer de próstata. Além disso, manter um peso saudável e praticar atividade física regularmente também pode ser benéfico.
7. Apoio emocional: Receber um diagnóstico de câncer de próstata e passar por tratamentos pode ser emocionalmente desafiador. É importante buscar apoio emocional de amigos, familiares, grupos de apoio ou profissionais de saúde mental.
8. Pesquisa e Avanços: A pesquisa sobre o câncer de próstata continua avançando, levando a novas descobertas sobre tratamentos mais eficazes e estratégias de prevenção. A detecção precoce e o tratamento adequado podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer de próstata.
Se você tiver alguma preocupação com sua saúde prostática ou estiver procurando mais informações sobre o câncer de próstata, é essencial consultar um médico ou profissional de saúde qualificado.
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
A incontinência urinária (IU) compreende um tipo de disfunção do trato urinário inferior que pode acontecer quando há alteração no processo fisiológico da micção ou nas estruturas envolvidas no suporte e na sustentação dos órgãos responsáveis pela micção. = há perda involuntária de urina. 
Acomete principalmente mulheres aos 50 anos (após a menopausa) e aumenta com a idade. Outros fatores associados aos sintomas são descendência étnica, peso, paridade e histerectomia.
Tipos:
Incontinência de esforço: ocorre quando a pressão intra-abdominal aumenta repentinamente, como durante o riso, tosse, espirro ou atividade física, resultando na perda de urina.
Ocorre principalmente por duas situações específicas: hipermobilidade do colo vesical (alteração de sua posição) ou deficiência esfincteriana intrínseca (diminuição da captação da uretra). Assim como, mulheres com espasmo dos MAP, parcial ou total, podem apresentar IUE → resultam da ausência da resposta dos MAP em contraírem-se diante dos aumentos de pressão abdominal, pois já se encontram com suas fibras musculares encurtadas em contração.
Incontinência de urgência: 
Queixa de perda involuntária de urina antecedida pela vontade iminente de urina = ocorre uma forte necessidade de urinar, muitas vezes acompanhada pela incapacidade de adiar a micção, resultando na perda involuntária de urina.
Está associada à síndrome da bexiga hiperativa (BH) Na prática clínica, a síndrome da BH se caracteriza por urgência miccional com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por aumento da frequência miccional e noctúria.
INCONTINÊNCIA FECAL
A incontinência fecal é uma condição em que uma pessoa perde o controle sobre as evacuações, resultando na passagem involuntária de fezes. Aqui estão algumas informações importantes sobre a incontinência fecal:
1. Causas:
· A incontinência fecal pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo fraqueza ou lesão dos músculos do assoalho pélvico, lesões nos nervos que controlam os músculos anais e do reto, distúrbios do funcionamento do trato gastrointestinal, como diarreia crônica ou constipação crônica, cirurgia pélvica ou retal, lesões na região pélvica, doenças neurológicas, como esclerose múltipla ou doença de Parkinson, e outros problemas de saúde, como diabetes e acidente vascular cerebral (AVC).
2. Sintomas:
· Os sintomas da incontinência fecal podem variar de leve a grave e podem incluir a passagem de gases ou fezes sem controle, urgência repentina de evacuar, incapacidade de adiar a evacuação, sensação de evacuação incompleta após a defecação, vazamento de fezes durante atividades físicas ou esforços, e isolamento social devido ao constrangimento ou vergonha associada à condição.
3. Diagnóstico:
· O diagnóstico de incontinência fecal geralmente envolve uma avaliação médica completa, incluindo histórico médico e sintomas, exame físico, exames de sangue e fezes para descartar outras causas de sintomas, exames de imagem, como colonoscopia ou sigmoidoscopia, estudos de função anorretal, como manometria anorretal e defecografia, e, em alguns casos, consultas com especialistas, como gastroenterologistas ou cirurgiões.
4. Tratamento:
· O tratamento da incontinência fecal depende da causa subjacente e da gravidade dos sintomas. Pode incluir mudanças no estilo de vida, como modificação da dieta para evitar alimentos que possam causar diarreia ou constipação, exercícios do assoalho pélvico para fortalecer os músculos anais, terapia comportamental, como treinamento para reter fezes e reeducação dos hábitos intestinais, medicações para tratar diarreia ouconstipação, procedimentos médicos, como injeções de escleroterapia ou implantes de esfíncter artificial, e cirurgia em casos graves ou refratários ao tratamento conservador.
5. Prevenção:
· Algumas medidas podem ajudar a prevenir ou reduzir o risco de incontinência fecal, incluindo manter um peso saudável, seguir uma dieta rica em fibras para evitar constipação, praticar exercícios regulares para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, evitar o tabagismo, e procurar tratamento médico adequado para condições subjacentes que possam contribuir para a incontinência fecal.
6. Apoio e Gerenciamento:
· A incontinência fecal pode ter um impacto significativo na qualidade de vida e no bem-estar emocional. É importante buscar apoio emocional de amigos, familiares, grupos de apoio ou profissionais de saúde especializados. O gerenciamento eficaz da condição pode ajudar a minimizar os impactos negativos e melhorar a qualidade de vida.
Se você está enfrentando problemas de incontinência fecal, é fundamental consultar um médico ou profissional de saúde qualificado para avaliação e orientação adequadas.
ENDOMETRIOSE
A endometriose é uma condição na qual o tecido semelhante ao revestimento do útero, chamado endométrio, cresce fora do útero, geralmente na pelve. Aqui estão alguns aspectos importantes sobre a endometriose:
1. Sintomas:
· Os sintomas da endometriose podem variar, mas muitas vezes incluem dor pélvica intensa durante a menstruação (dismenorreia), dor durante a relação sexual, dor ao urinar ou defecar durante o período menstrual, sangramento menstrual excessivo ou irregular, fadiga crônica, dor lombar e infertilidade.
2. Causas:
· A causa exata da endometriose ainda não é totalmente compreendida, mas algumas teorias incluem a menstruação retrógrada (quando o sangue menstrual flui para trás, para dentro da pelve, em vez de deixar o corpo), predisposição genética, sistema imunológico anormal e transformação de células embrionárias em células semelhantes ao endométrio.
3. Diagnóstico:
· O diagnóstico de endometriose geralmente envolve uma combinação de histórico médico detalhado, exame físico, ultrassonografia transvaginal, ressonância magnética e, em alguns casos, laparoscopia diagnóstica, um procedimento cirúrgico minimamente invasivo para visualizar e biopsiar os implantes de endometriose.
4. Tratamento:
· O tratamento da endometriose pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e do desejo de fertilidade da paciente. Pode incluir medicações para aliviar a dor e controlar o crescimento do tecido endometrial, terapia hormonal (como contraceptivos orais, injeções de progesterona ou dispositivos intrauterinos liberadores de hormônios), cirurgia laparoscópica para remover os implantes de endometriose, e em casos graves ou refratários ao tratamento conservador, pode ser necessária a remoção do útero (histerectomia).
5. Impacto na Fertilidade:
· A endometriose pode afetar a fertilidade de algumas mulheres, tornando mais difícil engravidar naturalmente. No entanto, muitas mulheres com endometriose ainda conseguem engravidar com sucesso com tratamentos de fertilidade, como fertilização in vitro (FIV) ou inseminação intrauterina (IIU).
6. Apoio e Gerenciamento:
· Receber um diagnóstico de endometriose pode ser emocionalmente desafiador. É importante buscar apoio emocional de amigos, familiares, grupos de apoio ou profissionais de saúde especializados. O gerenciamento eficaz da condição pode ajudar a minimizar os impactos negativos e melhorar a qualidade de vida.
7. Pesquisa e Avanços:
· A pesquisa sobre a endometriose continua avançando, levando a novas descobertas sobre tratamentos mais eficazes e estratégias de manejo da condição. Avanços na compreensão da biologia da endometriose podem levar a novas opções de tratamento no futuro.
Se você suspeita que pode ter endometriose ou está enfrentando sintomas relacionados, é importante consultar um médico ou especialista em saúde da mulher para avaliação e orientação adequadas.
DISFUNÇÕES SEXUAIS FEMININA
A disfunção sexual pode afetar de forma direta ou indireta uma ou mais etapas do ciclo de resposta sexual feminina. 
Tipos de disfunção sexual feminina (DSF):
Desejo sexual hipoativo: o interesse sexual (desejo) está diminuído ou ausente, a mulher não pensa em sexo nem possui fantasias eróticas e apresenta falta de desejo responsivo. Os incentivos para pensar em sexo são definidos por ela como escassos ou ausentes.
A falta de interesse é mais significativa do que a considerada normal com o longo período do relacionamento ou o envelhecimento
Inibição da excitação: desejo e excitação femininos se interligam, a ponto de não haver distinção entre a experiência de desejo e a de excitação sexual, podendo um favorecer ou desfavorecer o outro. No entanto, a inibição da excitação implica redução ou ausência da noção de prazer sexual frente a um estímulo sexual físico e/ou psíquico, inclusive com ausência ou diminuição de resposta física, como lubrificação e intumescimento vulvovaginal
Transtorno do orgasmo: implica ausência, diminuição abrupta na intensidade ou atraso da fase orgásmica na maioria ou em todos as relações sexuais e/ou masturbações
Vaginismo: é a dificuldade persistente ou recorrente da mulher em permitir a penetração vaginal pelo pênis, dedo ou objeto ginecológico apesar do seu desejo de que isso aconteça. Na maioria das vezes, é precedida por uma fobia ao antecipar a experiência com contração da musculatura do assoalho pélvico, o que impossibilita a penetração
Dispareunia: dor recorrente ou persistente ao intercurso sexual com penetração vaginal completa (penetração é possível, porém dolorosa) ou incompleta (há tentativa de penetração vaginal, que não ocorre totalmente).
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